15 BELAS ATRIZES DOS ANOS 70 QUE VOCÊ NUNCA IMAGINOU QUE HOJE VIVESSEM ASSIM

Nos anos 70, eram sinónimos de glamor, talento e beleza. Dominavam as telenovelas, estampavam capas de revistas e arrancavam suspiros ao público em cada aparição na TV. Os seus nomes ecoavam em todo o Brasil e as suas personagens marcaram uma geração que ainda hoje guarda memórias vivas daquela época dourada da televisão.

Mas o tempo passou e a vida, como sempre seguiu caminhos inesperados. Algumas afastaram-se dos holofotes, outras enfrentaram desafios pessoais e mudanças profundas que poucos imaginavam. O contraste entre o auge da fama e a realidade atual é surpreendente e, em muitos casos, emocionante.

 Nesse vídeo de hoje, vai recordar estas 15 belas atrizes dos anos 70 e saber como vivem hoje em dia. A começar com a Débora Duarte. Quando falamos em belas atrizes dos anos 70, o nome que vem imediatamente à memória de muitos é o dela. Com estreia na Globo em 1972, ela rapidamente conquistou o público em papéis marcantes, como a protagonista Hult, em bicho do mato e a inesquecívelha Lisboa de pecado capital.

 Ao longo das décadas brilhou também como Angelina Gatai em anarquistas, graças a Deus. E a Maria do Socorro em Terra Nostra, consolidando-se como uma das grandes figuras da nossa teledramaturgia. O Joséu é filho do meu marido e eu quero ele aqui comigo. Pois, a sua vida pessoal também chamou. Foi casada com Gracindo Júnior, com quem teve a Daniela Duarte e depois com o cantor António Marcos, o pai de Paloma Duarte.

 Mas por detrás de todo o seu sucesso, houve desafios. A entrevista concedida em 2017, Dévora Duarte revelou ter enfrentado por cerca dos 12 anos um problema de dependência química que tratou como uma questão de saúde. Ela procurou ajuda profissional, fez tratamento e afirmou estar bem desde então. E ela disse assim que nos anos 80 ela começou a usar com e teve dependência química.

 Ela disse assim: “Eu fiquei 12 anos dependente. Hoje, aos 76 anos, a atriz vive na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Sem contrato fixo com as emissoras, ela passou a escolher participações como Emar ao Sol. E na novela infantil do SBT, A Caverna Encantada. discreta e com boa saúde, segue ativa, provando que a sua história é de superação e reinvenção.

E o número 14, a Nívia Maria. Você com certeza se lembra muito bem do rosto dela, mas talvez não imagine os desafios que esta atriz enfrentou nos bastidores. É a eterna mocinha das meninas, a maravilhosa Nívia Maria, dona de um dos rostos mais marcantes da teledramaturgia brasileira, ela brilhou intensamente na produções como a moreninha, a Dona Chifa e a Maria Maria, conquistando o público com a sua elegância e talento natural.

 Durante aquela década dourada da televisão, consolidou-se como uma das protagonistas mais acarinhadas do país. Fora do ecrã, a sua vida também foi acompanhada de perto. A Nia Maria teve três casamentos ao longo da sua vida, sendo mais duradouro com o diretor Herval Rossano. No fim desta união, após muitos anos juntos, foi descrito pela própria atriz como um período muito difícil emocionalmente.

Ela falou abertamente sobre a dor da separação e como precisou procurar o apoio para atravessar aquele momento delicado. E aí vi-me sozinha, não é, com e 50 e tal anos, acho que até mais, não sei, nem me lembro. Nos últimos anos, a sua rotina mudou bastante. Em 2022, encerrou um contrato fixo com a Globo após décadas de parceria, passando a trabalhar à obra.

 Ainda assim, mostrou que continua ativa e irrelevante para o regressar às novelas em produções recentes. Durante a pandemia, passou a viver com o filho Edson, mantendo uma vida mais reservada. Hoje, aos 78 anos, Nivia Maria vive de forma mais tranquila, dando prioridade à família e escolhendo os seus projetos com calma.

 Após enfrentar também desafios de saúde ao longo da vida, ela segue bem e demonstrando que o talento que encantou o Brasil nos anos 70 continua vivo. Quando falamos das belas atrizes dos anos 70, Ktia Dangelo é um daqueles nomes que imediatamente despertam a nossa memória. Com presença marcante, um estilo que se tornou referência.

 Na altura, ela começou a ganhar espaço na televisão em meados da década e alcançou grande visibilidade na Globo, sobretudo em Anjum Mau, em 1976, onde interpretou a inesquecível Toninha. O papel consolidou a sua imagem como uma das jovens promessas da teledramaturgia. O cinema também brilhou ao conquistar o Quiquito de melhor atriz no festival de Gramado por Barra Pesada em 1977.

 Mas o destino desta atriz tomou um rumo inesperado. No auge da fama, ela decidiu viajar para a Europa. A escolha pessoal acabou por impactar a sua continuidade na emissora e aos poucos foi perdendo espaço na televisão. Diferente de muitas colegas que mantiveram contratos longos, Ktia Dângelo optou por experiências fora do circuito tradicional da TV.

A vida pessoal, enfrentou um momento extremamente doloroso em 1997, com a perda do filho Ronnie, um episódio que marcou profundamente a sua trajetória. Com o passar dos anos, começou a levar uma rotina mais reservada. Chegou a viver por um período em Parati e hoje vive no Rio de Janeiro, longe da intensa exposição dos anos 70.

 Aos 74 anos de idade, Cátia Dângelo leva a uma vida simples, dedicada à família e a projetos pontuais, mostrando que nem toda a estrela escolhe permanecer sobolofotes. Algumas preferem a tranquilidade após o brilho. E antes de seguir para o número 12, quero pedir-te o teu like aqui nesse vídeo.

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E continuando com o número 12, a atriz Glória Menezes. Ela é uma verdadeira lenda viva da nossa televisão. É um nome que define a elegância e a força da mulher brasileira nas telenovelas Glória Mezes. Dona de uma elegância natural e presença marcante. Ela brilhou intensamente numa das novelas mais emblemáticas da nossa televisão, Irmãos Coragem, em 1970.

Eu prometi não criar qualquer problema. O que é que eu preciso de fazer para isso? O senhor Fafé ajudou a consolidar uma carreira que atravessaria décadas, transformando a atriz num sinónimo de classe e talento na teledramaturgia. que passa por cima de Laurinha Figueiroa. Ao longo dos anos, ela construiu uma trajetória sólida, sempre associada a personagens fortes e memoráveis.

O seu último trabalho fixo em novela foi em totalmente demais, entre 2015 e 2016, marcando o encerramento de uma fase ativa nas produções televisivas. O que é isto, Artur Carneiro de Alcântara? Ela é o motivo da sua vinda ao Brasil, mamã. Desde então, Glória Menezes optou por uma rotina mais tranquila e longe dos estúdios.

 Na vida pessoal, ela viveu um dos relacionamentos mais admirados do meio artístico ao lado de Tarcísio Meira, formando um casal icónico durante décadas. Só lhe chama amor meu, certo? Após a perda do marido, em 2021, ela passou a viver de forma mais reservada, aparecendo raramente em público. Hoje, aos 91 anos de idade, Glória Menezes vive no Rio de Janeiro e mantém uma rotina discreta, próxima da família, especialmente do filho Tarszinho.

eventualmente vista em faceos. Ela já explicou que utiliza cadeira de rodas por conforto em algumas ocasiões, mas continua a cuidar da saúde e mantendo hábitos ativos dentro das suas possibilidades. Longe das novelas há anos, Glória Menezes prova que algumas estrelas continuam a brilhar, mesmo quando escolhem viver fora dos olofotes.

É agora que vai recordar a trajetória de um fenómeno verdadeiro que parou o Brasil nos anos 70, a carismática Pepita Rodrigues. Está aos 74 anos de idade, é recordada como um dos rostos mais marcantes dessa década, brilhando tanto em telenovelas como na publicidade. Quem não se recorda do impacto que ela causou como a Estela em Anjo Ma ou como a Carminha no clássico dancing 10? Ela era a tradução da elegância e do carisma daquela geração.

Meu Deus, mas vocês estão a ficar loucos. Na vida pessoal, a sua história sempre gerou curiosidade. Mãe do ator dado dovela e de Fernando, frutos do seu casamento com o saudoso Carlos Eduardo do Lavela. Benfita viveu também outras uniões marcantes, mas após este período intenso de fama, ela escolheu um caminho mais reservado.

 A sua volta à A TV aconteceu em momentos pontuais, como me disse a Lua e o Bug. Nas no entanto, este regresso foi um desafio. Fefita Rodrigues revelou que na altura enfrentava as sequelas de um grave acidente doméstico que a deixou 10 dias internada. Hoje ela define-se como aposentada das telenovelas, mas continua cheia de energia.

 Divide o seu tempo entre o rio e búzios, dedicando-se à culinária, à escrita de livros e até ao estudo do inglês. Uma prova de que a vida continua vibrante longe dos estúdios. Uma estrela que não só brilhou no Brasil, mas levou o nosso talento para o topo do mundo, a inesquecível Sónia Vraga.

 Se puxar pela memória dos anos 70, recordará que Sónia era absoluta, irmãos Coragem, a consagração mundial. Como a protagonista de Gabriela, ela tornou-se o rosto do Brasil para o estrangeiro. Quem não se cantou com a sua Júlia em Daning 10 ou com o fenómeno Dona Flor e os seus dois maridos. Mas no auge do sucesso, ela tomou uma decisão ousada, conquistar Hollywood.

e conseguiu. Brilhou em obras como O Beijo da Mulher Aranha e tornou-se uma cidadã do mundo. Hoje, tá os 75 anos, a vida de Sônia Braga é o retrato da liberdade. Longe da rotina exaustiva das novelas brasileiras, vive desde 1990 em Nova Iorque, onde se naturalizou americana. Mas o coração continua verde e amarelo, uma vez que ela mantém os seus imóveis no Brasil e regressa sempre para projetos que realmente a desafiam.

 Diante dos holofotes diários, a atriz escolhe o dedo onde colocar o seu talento. Como vimos nos recentes e aclamados aquários e bacara. Entre os Estados Unidos e o Brasil, ela leva uma vida tranquila, discreta e rodeada de respeito internacional. Sônia Braga provou que é possível ser uma estrela global e ao mesmo tempo dona do seu próprio tempo.

E o número nove, a Lucélia Santos. Quando falamos das belas atrizes dos anos 70 que marcaram uma época, o nome dela surge imediatamente. Nascida em 20 de maio de 1957, Lucélia Santos ficou para a história da televisão brasileira ao interpretar a protagonista de Escravisaura em 1976. Está exultante, Januária.

Coitada. Ah, porque é que o seu filho vai voltar? O sucesso foi tão grande que a novela ultrapassou fronteiras. transformando a atriz num fenómeno internacional ainda muito jovem. O rosto doce da personagem tornou-se o símbolo de uma geração. Após o auge, ela seguiu atuando noutras produções importantes, como sim a rapariga, mas com o passar dos anos foi-se afastando das novelas brasileiras.

A própria atriz já declarou que está longe dos foletins da Globo há mais de duas décadas, citando divergências com a indústria e a falta de convites alinhados com o que deseja artisticamente. Se quer preservar o seu emprego, fica quieto. Uhum. Isto é uma demagogia, uma hipocrisia. Nos últimos anos, o Célia passou a dedicar grande parte da sua energia a causas ambientais.

 Engada há décadas na defesa da natureza, tem levado ao palco o espetáculo Vozes da Floresta. Chico Mendes vive, um projeto que reforça o seu ativismo e que já teve apresentações no Brasil e previsão de digressão em Portugal. Na vida pessoal, ela é mãe do ator Pedro Nelin, fruto do relacionamento com o maestro John Nashlin.

 Hoje, aos 68 anos de idade, Lucélia Santos vive assim de forma reservada, focada em projetos independentes, teatro e militância ambiental, mantendo-se fiel às próprias convicções, bem distante da intensa exposição que viveu no auge da fama. E a Joana Fon. Quando falamos de personagens inesquecíveis da televisão brasileira, é impossível não recordar dela.

 Nascida no dia 14 de setembro de 1939, ela construiu uma carreira sólida desde os anos 70, mas foi nas décadas seguintes que eternizou dois papéis que atravessaram gerações. A Yolanda em Dancing Days em 1978 e principalmente a icónica perpétua de Tieta gravada em 1989. Da vilã moralista e intriguista passou a ser um dos nomes mais marcantes da teledramaturgia nacional.

 Com o passar dos anos, a Joana Fon passou a aparecer menos na televisão. Do seu último trabalho de grande repercussão foi uma participação na série Sob Pressão em 2019. Desde então adotou uma rotina mais reservada, longe do ritmo intenso das telenovelas. Fora do ecrã, enfrentou momentos delicados.

 Em 2016, utilizou as redes sociais para falar abertamente sobre dificuldades financeiras e falta de trabalho. Um desabafo que repercutiu bastante na época. Anos depois, voltou a ser notícia ao enfrentar um processo que poderia resultar na penhora do seu apartamento no Leblom, no Rio de Janeiro. Em 2025, porém, veio uma reviravolta positiva.

 Ao participar no especial 60 anos da Globo, revivendo a sua eterna perpétua, Joana Fon recebeu um cachet que permitiu liquidar a dívida e manter o imóvel. Hoje, aos 86 anos, vive de forma mais discreta, mas continua a ser revereniciada como uma das grandes vilãs da história da TV brasileira. Agora vamos falar de uma das viragens de chave mais impressionantes da nossa televisão.

 Imagine uma estrela no auge com uma beleza clássica que parava o Brasil, decidindo que os holofotes não eram mais o seu lugar. Essa é a viagem de Renê de Velmon. Aos 72 anos, é o exemplo máximo de que nunca é tarde para procurar uma nova paixão. Nos anos 70, ela era o rosto de grandes êxitos, brilhando intensamente em telenovelas como Escalada.

 E na primeira versão de Anjo Ma, onde a sua personagem, a Aleia, formava o trio central com Susana Vieira e José Vilker. Aliás, foi nos bastidores desta trama que ela e Wilker iniciaram uma história de amor que durou anos e deu fruto à sua filha Mariana. Mas o que ninguém esperava aconteceu em 1995. Renê de Velmon decidiu que era a altura de fechar as cortinas da Tuachal.

 Ela não apenas se afastou, mergulhou nos livros, regressou à universidade e formou-se em história pela PUC Rio, trocando os guiões de ficção pelos documentos históricos. Hoje a atriz vive uma realidade completamente diferente daquela rotina agitada de gravações. Renê de Velmon dedica-se ao lado intelectual e académico, mantendo uma vida extremamente discreta e reservada no Rio de Janeiro.

Eu fiz uma boa transição, acho que assim satisfatória da vida profissional para a reforma. E agora quero falar-te do nosso clube do canal. Pode assinar e vai poder ver os nossos vídeos sem a interrupção dos anúncios. É apenas R,99 e ainda colabora mantendo a nossa equipa motivada. Mas se não puder assinar, não há problema, não.

 Basta se inscrever que não custa nada e ainda assim estará a ajudar o nosso canal a crescer para fazermos vídeos cada vez melhores aqui no YouTube, está bem? Muito obrigado. Continuando agora com o número seis, a Bet Faria. Poucas atrizes conseguiram atravessar tantas décadas com a mesma força de presença quanto ela.

 Nascida em 8 de maio de 1941, Bet Faria começou a sua carreira ainda nos anos 60, mas foi nos anos 70 e 80 que consolidou o seu nome como uma das protagonistas mais marcantes da nossa TV. Travalhos como o Espigão de 1974 e Ferado Capital de 1975 ajudaram a moldar a sua imagem. Mas foi ao interpretar a icónica Tieta em 1989 que Pet Faria entrou definitivamente para a história da teledramaturgia.

Depois de um período afastada das novelas, ela voltou recentemente ao ar à volta por cima em 2024, celebrando o regresso às produções televisivas após anos longes de papéis fixos. A volta foi recebida com entusiasmo por Os fãs que acompanharam a sua trajetória desde o auge.

 Nos últimos anos, a atriz também esteve nas notícias por questões pessoais. Ela já falou publicamente sobre a convivência com artrite reumatoide, uma condição autoimune que exige acompanhamento constante, mas segue ativa e participando em projetos. Hoje, aos 84 anos, a atriz mantém uma rotina mais tranquila, mas continua a trabalhar e escolhendo os seus projetos com cuidado.

Mesmo com desafios naturais da idade, ela permanece lúcida, presente e respeitada. Um exemplo de resistência artística que atravessou gerações sem perder a relevância. Se há um nome que marcou a televisão brasileira, esse nome é Isis de Oliveira. Nascida a 28 de julho de 1952, ela tornou-se 

um dos rostos mais lembrados da época ao participarem em telenovelas de grande sucesso, como Roque Santeiro, o outro e que rei só eu.

A sua personagem Dodô em Outro ajudou a consolidar a imagem de mulher forte, bonita e cheia de personalidade, uma verdadeira musa da televisão. Mas a trajectória de Ises de Oliveira teve altos e baixos. No início dos anos 90, um episódio que envolveu a sua saída de uma novela da Globo impactou diretamente a sua carreira na estação.

E aos poucos ela foi-se afastando das grandes produções. Diferente de muitas colegas que mantiveram contratos longos, a atriz acabou por ficar longe dos estúdios. Os últimos anos, voltou a ser notícia por questões de saúde. Em 2024 passou por um cateterismo e realizou exames para investigar uma suspeita de aneurisma.

 Já em 2025, revelou um diagnóstico de cancro de pele, afirmando estar confiante no tratamento e mantendo o público informado pelas redes sociais. Hoje, aos 73 anos, de Oliveira leva uma vida mais reservada, distante das telenovelas e focada na sua própria saúde. Sempre recordada também como a irmã de Luma de Oliveira, ela segue sendo um símbolo de uma era, agora vivendo de forma bem diferente dos tempos de Glamor.

E o número quatro é a Regina Duarte. Ela foi chamada de namoradinha do Brasil, mas a atriz foi muito mais do que isso. Nascida a 5 de fevereiro de 1947, ela tornou-se um dos maiores nomes da A televisão brasileira, especialmente a a partir dos anos 70, quando brilhou em telenovelas como Irmãos Coragem e Selva de Pedra.

 Ao longo das décadas seguintes, eternizou personagens como a inesquecível viúva Porcina de Roque Santeiro e a Raquel de Valeuto, consolidando uma carreira que atravessou gerações. Após mais de 50 anos de ligação com a Globo, Regina Duarte encerrou oficialmente o seu contrato em 2020. Desde então, passou a viver uma fase diferente da exposição intensa das telenovelas.

 Nos últimos anos, o seu nome tornou-se notícia por situações que geraram interpretações erradas. Em 2023, foi filmada a recolher papelões e cascas de árvores nas ruas de São Paulo. Muitos imaginaram dificuldades financeiras, mas a própria atriz esclareceu. Tratava-se de material para os seus projetos artísticos, uma vez que ela vem dedicando-se às artes plásticas.

Depois f, pensei assim, ui, ela saiu da Globo e agora está a apanhar papelão. Em 2025 também apareceu a usar cadeira de rodas ao sair de um evento. A explicação foi simples. Um hematoma no pé, nada relacionado com problemas graves de saúde. Hoje, aos 79 anos, Regina Duarte leva uma vida mais reservada, dividindo-se entre projetos pessoais e artísticos.

longe das telenovelas, mas ainda ativa criativamente. Ela mostra que a sua história continua a ser escrita apenas em novos formatos. E à Natália do Vale, muito reservada e sempre elegante. Ela construiu uma carreira sólida desde os anos 70, mas hoje vive uma fase bem diferente daquela rotina intensa das novelas.

 Nasceu no Rio de Janeiro a 6 de de março de 1953, ela ganhou projeção ao longo das décadas com personagens marcantes como a Márcia in Água Viva em 1980 e a vilã Andreia em Cambalacho, em 1986. Com o talento versátil, ela transitou entre protagonistas e antagonistas, se consolidando-se como um dos nomes mais respeitados da teledramaturgia brasileira.

O seu último trabalho foi a telenovela A dona do pedaço em 2019. Desde assim, Natália do Vale deixou claro que não pretende mais encarar o ritmo exaustivo de longas produções televisivas. Em entrevistas, afirmou que este ciclo está encerrado e que hoje prioriza qualidade de vida e projetos mais pontuais.

Em 2025, regressou aos palcos após mais de duas décadas afastada do teatro, protagonizando a comédia romântica a sabedoria dos pais, ao lado de Erson Cafre. Foi neste período que também falou de forma rara e sincera sobre a sua vida afetiva. Dat revelou estar a viver um relacionamento estável com o engenheiro Rodrigo Figueiredo, descrevendo este amor na maturidade como o mais importante da sua vida.

Discreta nas redes sociais e longe da exposição excessiva, Natália do Vale mantém uma rotina tranquila do Rio de Janeiro. Aos 72 anos, continua ativa artisticamente, preservando a imagem de elegância que sempre a acompanhou. Ela é muito mais do que um nome da TV. Zezemota é um símbolo de resistência, talento e transformação cultural no Brasil.

 Nascida em 1944, hoje com 81 anos, entrou para a história ao protagonizar o filme Chica da Silva, em 1976, obra que a projetou internacionalmente e transformou-a em referência do cinema brasileiro. A TV consolidou a sua trajetória com personagens marcantes em telenovelas como Helena Cananga do Jafão e anos depois participou na versão televisiva de Chica da Silva, interpretando a mãe da protagonista.

Ao longo da sua carreira, Zezé Mota nunca escondeu as barreiras que enfrentou. Ela já falou publicamente sobre décadas de luta contra o racismo estrutural no seio da indústria artística, salientando como precisou de conquistar espaços que raramente eram oferecidos a atrizes negras.

 Mesmo assim, construiu uma carreira sólida, respeitada e admirada por diferentes gerações. Se está a fazer um curso de teatro? Eu disse: “Ok, não sabia que para fazer papel de empregada precisava de fazer curso. Hoje, além de continuar a trabalhar em projetos selecionados, a Zezemota dedica grande parte do seu tempo a causas sociais.

Como vice-presidente do Retiro dos Artistas, ela participa ativamente na gestão e do cuidado com profissionais que ajudaram a construir a história do entretenimento brasileiro e que hoje necessitam de apoio. Meus amigos, eu sou o Zezemota, estou aqui no Retiro dos Artistas e quero partilhar convosco a minha visita.

Aos 81 anos, mantém uma rotina ativa, inclusive partilhando momentos e exercícios físicos e autidado. Longe de abrandar, Zezemota segue sendo uma força viva, não apenas como atriz não, mas como uma voz ativa em defesa da cultura e da dignidade dos artistas brasileiros. À Maria Gladis, ela foi símbolo de liberdade artística e reverência e intensidade nos anos 70.

Nascida a 23 de novembro de 1939, Maria Glad tornou-se um dos nomes mais autênticos do nosso cinema, especialmente ligada ao chamado cinema marginal, além de marcar presença em telenovelas e séries das décadas seguintes. A TV participou em produções populares como Vale Tudo, consolidando a sua imagem de atriz forte, espontânea e fora dos padrões tradicionais da época.

A juventude viveu histórias que até hoje despertam curiosidade, entre elas, um breve romance com o Roberto Carlos quando ainda era adolescente. Outro pormenor que chama a atenção é que Maria Glades é a avó da atriz Miagot, a estrela internacional do cinema contemporâneo, facto que frequentemente volta ao noticiário.

A minha já é mais longe. Eu falo tanto com a minha no telefone. Nos últimos anos, porém, a realidade foi bem diferente do glamor. Em 2025 e novamente em janeiro de 2026 surgiram relatos de que a atriz enfrentava dificuldades financeiras enquanto vivia no interior de Minas Gerais. Familiares chegaram a fazer apelos públicos para a ajudar a regressar ao Rio de Janeiro.

 A própria Maria Glades comentou entrevistas sobre o aperto financeiro e a escassez de convites para atuar. O dinheiro acaba e eu eu não sou de poupar. Poupar o qu? O dinheiro não é muito, por isso acaba. Aos 86 anos, Atriz vive de forma simples, mas a sua trajetória continua sendo parte fundamental da história cultural do Brasil.

 Essas trajetórias mostram-nos que atrás de cada estrela dos anos 70 existe uma mulher real que precisou de muita coragem para enfrentar o tempo e as reviravoltas do destino. Seja no silêncio do anonimato ou na linha de frente de causas sociais, provam que o brilho de uma mulher nunca se apaga, ele apenas se transforma.

 Agora conta-me aqui nos comentários dessa lista, qual foi a atriz que mais te surpreendeu com a mudança de vida? Qual delas mais gostava de vir à televisão? Deixe o seu comentário. Diga também a cidade de onde está a assistir. Ó, não te esqueças de deixa o teu like, ok? 

 

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