15 CANTORES DOS ANOS 70 QUE MORRERAM COMPLETAMENTE ESQUECIDOS

A história destes 15 atores é de emocionar. Foram muito famosos em todo o Brasil e alguns até no estrangeiro, mas morreram completamente abandonados e esquecidos, bem longe da fama e do glamour. Alguns tiveram de viver com doenças terríveis, outros perderam tudo e acabaram com grandes dificuldades financeiras.

Estes cantores conheceram o auge do sucesso e brilharam durante anos, vendendo muitos álbuns e emplacando êxitos em novelas. Devem lembrar-se do Cassiano, o Nelson Nede, a Celi Campello. Mas no final da vida, por vezes enfrentando complicações de saúde, já estavam abandonados e esquecidos pelos media. Hoje aqui no Quenquem vamos recordar a história triste destes 15 talentosos artistas que passaram por momentos difíceis no final da vida e na carreira musical.

Seja muito bem-vindo. Começando pelo cantor Marcos Roberto. Foi um dos cantores mais acarinhados que o Brasil já teve. O Marcos Roberto morreu de uma forma bastante triste, esquecida pela comunicação social. Mas o seu trabalho, que fez sucesso nos anos 60 até aos anos 80, é muito apreciado até hoje. E ainda é recordado por muitos fãs.

Apesar disso, grande parte do público não sabe ainda que fim levou este grande artista. A verdade é que o cantor teve um final muito triste que não merecia. Marcos Roberto era apaixonado pela sua esposa. Amava-a de verdade, mas num desses golpes do destino, o artista viu a mulher que mais amava na vida adoecer. Ainda tentou salvá-la de todas as formas, mas infelizmente não conseguiu.

A mulher de Marcos foi afetada por um cancro muito grave e passou por dias difíceis. O cantor esteve presente ao seu lado o tempo todo, na esperança de que ela se curasse. Ele amava-a de verdade. É daquelas histórias de amor cada vez mais raras hoje em dia. Só que, infelizmente, a história deste casal teve um desfecho trágico.

 Marcos Roberto viu a mulher morrer sem poder fazer nada. A doença levou-a e ele ficou desesperado. O amor dele era realmente muito grande, tanto que após a sua morte, acabou por entrar em depressão profunda. Os seus últimos dias foram marcados por uma enorme tristeza e acabou internado. Faleceu no dia 21 de julho de 2012, com 71 anos, devido a falência múltipla de órgãos.

E o número 14, a cantora Vanusa. Brilhou nos anos 70, mas viveu uma vida cheia de altos e baixos. Como muitas estrelas, ela enfrentou a escuridão do esquecimento e do abandono por parte dos media. Nos últimos anos de vida, lutou contra problemas de saúde e a solidão. Panusa não merecia partir assim daquela maneira.

A vida foi muito injusta com ela. A cantora teve algumas tristezas profundas, como a separação do marido, o cantor António Marcos, com quem foi casada entre 1972 a 1976. Ela era realmente muito apaixonada por ele. Em 2009, ela passou por outro momento ruim. Um vídeo dela a cantar o hino nacional de forma errada tornou-se viral, fazendo com que ela fosse ridicularizada. O povo não o perdoou.

 A cantora, que já enfrentava a depressão e a dependência de medicamentos, viu a sua vida mental e física deteriorar-se ainda mais. Nos últimos anos de vida, vivia numa casa de repouso em Santos, em São Paulo. Na madrugada do dia 8 de novembro de 2020, Vanusa faleceu aos 73 anos, enquanto dormia vítima de insuficiência respiratória. Apesar dos desafios e do esquecimento por parte dos media, o legado de Vanusa permanece vivo.

A sua voz e as suas canções continuam a ecoar nos corações de muitos. Ela partiu, deixando muitas saudades. E o cantor Taiguara. Ele também teve um final triste. Quem viveu a era dourada da MPB, certamente se lembra do nome do Taiguara. Foi um dos grandes poetas da nossa música, mas, infelizmente, ao longo dos anos, acabou por ser deixado de lado pelos media, desprezado pelas gravadoras e esquecido por um sistema que não soube valorizar todo o seu génio.

por um sistema que não soube valorizar todo o seu génio. Em plena ditadura militar, o cantor enfrentou muita repressão pelas suas letras engajadas e por se posicionar contra o regime. Muitas das suas canções foram censuradas e chegou a ser proibido de cantar no Brasil. Eu preciso, eu preciso de ti Foi uma verdadeira perseguição política que o obrigou a exilar-se por uns tempos.

Quando regressou ao Brasil, nos anos 80, o panorama musical já tinha mudado. E Itaiguara acabou por ficar à margem. Nunca mais recuperou o brilho de antes. Mesmo com tanto talento, o cantor foi sendo esquecido pelo grande público e os media pareciam não ter mais espaço para ele. Um verdadeiro absurdo. E nos anos que antecederam a sua morte, Taiguara já enfrentava vários problemas de saúde.

Infelizmente, foi vencido pelo cancro da bexiga, falecendo no dia 14 de fevereiro de 1996, com 50 anos, de forma muito discreta, longe dos holofotes e do glamour que já tinha conhecido. Foi um fim triste para um artista tão grandioso. O mais doloroso é pensar que, nos seus últimos anos de vida, estava praticamente esquecido pela grande comunicação social, como se a sua importância na música tivesse sido apagada.

A cantora Diana. Como tantas estrelas que brilharam nos anos 70, também Diana enfrentou o lado negro da fama, o abandono e o esquecimento por parte dos media. Nos últimos anos de vida, esteve longe dos holofotes, vivendo numa casa simples em Araruama, no Rio de Janeiro. Afastada dos media e dos grandes palcos, encontrou refúgio na tranquilidade da região, perto da praia.

Ainda assim, nunca deixou de cantar e de se apresentar, sobretudo no interior do Brasil, onde o seu público fiel sempre a recebeu de braços abertos. público fiel sempre a recebeu de braços abertos. Onde te escondes, alegria? Onde estás, minha paz? Na madrugada de 21 de agosto de 2024, aos 76 anos, Diana foi encontrada sem vida pelo filho André. Ela faleceu enquanto dormia.

 A suspeita é de que tenha sofrido um ataque cardíaco. Naquele dia, o Brasil perdeu uma das suas vozes mais icónicas. Porém, os seus fãs nunca a esquecerão. Diana pode ter sido abandonada pelos media, mas as suas músicas continuam a ser recordadas por quem viveu aqueles anos dourados e pelas novas gerações que descobrem a sua obra. O número 11, o cantor Heleno.

Apesar de ser argentino, o cantor Heleno fez muito sucesso por cá nos anos 70 e 80, cantando em português. Viveu momentos de glória, mas como em muitas histórias de artistas, a dele também teve os seus altos e baixos. Com o passar dos anos, os meios de comunicação começou a esquecer-se do cantor.

 Em 2012, sofreu um AVC ao fazer um concerto na Argentina, mas foi socorrido e recuperou quase por milagre, ficando sem sequelas. No entanto, tornou-se mais recluso em sua casa, ao lado da família. Paralelamente, criou uma web rádio entre os anos de 2015 a 2017, quando a sua mulher adoeceu de um cancro e ele encerrou o projeto. Ela faleceu em 2019. Já a viúvo, Heleno teve um segundo AVC em plena pandemia.

E a partir de então, deu por encerrada a sua carreira artística, passando a viver no interior da Argentina com a sua sobrinha. Heleno faleceu no dia 16 de de setembro desse ano. Nas redes sociais, os fãs de todos os os tempos lamentaram a morte do artista. Embora a comunicação social se tenha, em grande parte, esquecido do Heleno, o seu público fiel nunca o abandonou.

E o Leno Azevedo, da dupla Leno e Lilian. Lembra-se deles? Vou contar-vos um pouco da história do Leno. Era uma vez um jovem talentoso chamado Gileno Osório Vanderlei de Azevedo, mas todos os conheciam simplesmente por Leno. Iniciou a sua carreira musical nos anos 60, durante a efervescente era da Jovem Guarda, ao lado da sua parceira musical Lillian.

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Leno e Lillian formaram uma dupla icónica que rapidamente conquistou o coração do público. No entanto, como muitas histórias de sucesso, passaram por períodos difíceis. Após alguns desentendimentos, o duo separou-se em 1968 e Lennon seguiu carreira a solo. Apesar do seu inegável talento e de ter lançado álbuns inovadores, o cantor enfrentou a dura realidade do esquecimento por parte dos media.

O seu álbum mais ambicioso foi censurado e arquivado. Nunca conseguiu alcançar o mesmo nível de sucesso que teve durante A Jovem Guarda. Em 1972, retomou o duo com Lilian, sem o êxito de outrora. Nos últimos anos de vida, lutou contra um cancro. Acabou por falecer no dia 8 de dezembro de 2022, aos 73 anos de idade.

Ainda que os media se tenham, em grande parte, esquecido do Leno, a sua contribuição para a música brasileira nunca será apagada. Esta que vê agora é a Cláudia Telles, uma das cantoras mais populares do Brasil e muito acarinhada pelo público. Cláudia Telles foi injustiçada e esquecida pelos media após ter sido dispensada pela editora no auge do sucesso, inclusive depois de conquistar o seu primeiro disco de ouro, quando vendeu mais de 500 mil cópias de discos nos anos 70.

Era muito admirada e teve de viver com essa deceção durante anos. O mundo do showbiz pode ser mesmo ingrato. Só voltou a gravar novamente nos anos 80. O mais curioso é que o seu maior sucesso foi a canção Eu Preciso Te Esquecer, que foi banda sonora da telenovela Locomotivas, na Globo, em 1977. A canção foi um verdadeiro fenómeno na carreira de Cláudia Telles.

Apesar disso, foi posta de lado pelos media. No entanto, os seus fãs recordam-na sempre com muito carinho. Mesmo depois da sua morte precoce, no dia 21 de fevereiro de 2020, quando tinha 62 anos e faleceu devido a problemas cardíacos, a cantora permanece viva na memória dos fãs. E o número 8, o cantor Miltinho.

Conhecido como o rei do ritmo, pela sua capacidade única de dividir as notas e pelo seu estilo inconfundível de cantar, Miltinho viveu o auge do sucesso, mas teve um final triste marcado pelo Alzheimer, que lhe tirou a alegria de viver. Nos últimos tempos, andava longe dos media e até deixou de cantar por causa da doença.

 Mesmo assim, até hoje, muita gente que ouviu as suas músicas ainda não sabe que faleceu no dia 7 de setembro de 2014, aos 86 anos, vítima de uma paragem cardíaca. É comum haver perguntas sobre o paradeiro do cantor, que nos anos 50 e 60 tornou-se um dos grandes nomes da música brasileira. E então fiz um bem, os males que passei cantor, mesmo que ele ainda se apresentasse em concertos mais pequenos e eventos locais.

Nos últimos anos de vida, Miltinho enfrentava problemas de saúde e tinha deixado de fazer concertos há quatro anos, quando foi diagnosticado com o princípio do mal de Alzheimer. O cantor pode ter partido, mas deixou um legado que nos recorda que o verdadeiro talento e paixão nunca morrem. E também partiu depois de uma história triste o cantor Wilson Simonal.

Teve uma história bastante infeliz, marcada pela pobreza e pelo esquecimento. Na verdade, foi boicotado pelos media e viu a sua vida desmoronar-se. No final, morreu pobre e esquecido em São Paulo. Mas, definitivamente, ele não merecia isto. Com uma voz poderosa e com um carisma inigualável, rapidamente se destacou na música brasileira dos anos 60.

Simonal era um verdadeiro showman e foi considerado o quarto melhor cantor brasileiro de todos os tempos pela revista Rolling Stone Brasil. Abençoado por Deus e belo por natureza Atingiu o auge da fama, realizando centenas de espetáculos por ano E até ser comparado ao Frank Sinatra, ganhando a alcunha de Sinatra Negro No entanto, a sua carreira sofreu um golpe devastador nos anos 70 Acusado de colaborar com a ditadura militar e de estar envolvido num caso de tortura, Simonal foi rapidamente cancelado pelos media e pela classe artística.

Mesmo sem provas concretas, foi ostracizado, e a sua música deixou de tocar em todas as rádios. Os seus concertos foram cancelados, e ele praticamente apagado da memória coletiva. Nos últimos anos de vida, Simonal enfrentou problemas de saúde e viveu longe dos holofotes. Faleceu no dia 25 de junho do ano 2000, aos 62 anos de idade, vítima de cirrose hepática.

É triste pensar que alguém tão importante para a história da a nossa música tenha sido tão ignorado pelos media depois de tanto sucesso que fez. E o número 6, a inesquecível Celi Campello. Quem viveu ou já ouviu falar da música brasileira dos anos 60, sabe bem o impacto de Celi Campello. Foi nada mais nada menos que a primeira rainha do rock do Brasil.

Mas como tantas estrelas, a sua história não foi feita apenas de brilho. O tempo passou e, como tantas outras histórias do mundo da música, se lhe tomou um caminho inesperado. No auge da sua carreira, aos 20 anos, ela decidiu abandonar tudo para viver uma vida mais tranquila. Casou e foi viver para o interior.

Dedicou-se à família. E aos poucos, os media e os holofotes que antes a rodeavam foram-se apagando, até que Selicamfelo, aquela estrela que tinha brilhado tão intensamente, foi sendo posta de lado. Foi como se o mundo da música se tivesse esquecido de quem, de facto, abriu tantas portas ao rock no Brasil.

Por mais que o público ainda lhe guardasse um enorme carinho, Selly Campello foi ficando cada vez mais distante das grandes aparições. Os últimos anos de vida da cantora foram repletos de desafios. Lutou contra um cancro de mama, que foi diagnosticado em estágio avançado. No dia 4 de Março de 2003, com 60 anos, Selly Campello deixou-nos, falecendo em Campinas, onde vivia. A notícia da sua morte apanhou muita gente de surpresa, uma vez que após tantos anos afastada, a sua luta contra a doença não era amplamente conhecida.

A sua luta contra a doença não era amplamente conhecida. Foi um fim silencioso para uma voz que um dia fez tanto barulho, no melhor dos sentidos. Também já nos deixou o cantor Sérgio Murilo, da Jovem Guarda. Na verdade, o Sérgio Murilo é considerado por muitas pessoas como o primeiro rei do rock brasileiro.

Infelizmente, o seu brilho foi ofuscado pelo tempo e pelo esquecimento dos media. Destacou-se muito nos anos 60, como um dos pioneiros do rock no Brasil, mas enfrentou problemas com a editora e chegou a abrir um processo, uma vez que também era advogado. Essa rixa culminou com a entrada de Roberto Carlos no mercado discográfico.

Após se afastar dos holofotes, Sérgio Murilo até ensaiou um regresso nos anos com um grande sucesso, devido à telenovela Estúpido Culpido. Brilhou com a música Broto Legal, mas não teve jeito. A carreira foi decaindo com o passar dos anos. A comunicação social, sempre em busca de novas sensações, acabou por deixar de lado.

Nos anos 90, Sérgio Murilo gravou alguns discos independentes, mas não teve sucesso e ficou muito triste entrando em depressão. Foram muitos os desafios. Sofria de problemas de saúde e, lamentavelmente, não teve o reconhecimento que merecia. A 19 de fevereiro de 1992, com 50 anos, Sérgio Murilo faleceu vítima de um ataque cardíaco.

Partiu cedo demais. Os seus últimos momentos foram marcados por um misto de tristeza e resignação, mas também de amor pela música que tanto adorava. Apesar do abandono mediático, o público jamais esquecerá Sérgio Moreira. E o número 4, a cantora Carmen Silva. E o número 4, a cantora Carmen Silva. Não sei se se lembra dela, mas Carmen Silva foi uma cantora muito famosa pela canção Adeus Solidão, de 1969.

Conhecida carinhosamente como a Pérola Negra, fez um sucesso estrondoso entre os anos 70 e 80. Mas, infelizmente, teve um final de vida marcado pelo esquecimento mediático. Na década de 90, a sua carreira entrou em declínio, com os convites para concertos e entrevistas na rádio e na TV a diminuírem. Carmen enfrentou crises de depressão e foi perdendo aquele brilho nos olhos.

 A sua saúde deteriorou-se e, para piorar ainda mais o seu estado de ansiedade e angústia, a cantora tornou-se viu literalmente sozinha. O seu casamento foi destruído, ela divorciou-se e até os filhos partiram para os Estados Unidos para trabalhar e estudar. Separada e a viver sozinha, Carmen Silva sentia-se cada vez mais isolada.

Foi então que decidiu passar uma temporada com os filhos. Aí, a cantora tomou uma decisão que mudou a sua vida. Passou a frequentar cultos evangélicos e converteu-se à religião. Quando regressou ao Brasil, Carmen Silva tinha uma nova missão, cantar cânticos de louvor a Deus. Lançou três álbuns gospel e encontrou uma nova forma de se conectar com o seu público.

Carmen Silva deixou-nos no dia 26 de setembro de 2016, aos 71 anos de idade, vítima de paragem cardíaca. E o inesquecível Nelson Ed, também ele tem uma história comovente. Quem não se emociona ao recordar a voz marcante do Nelson Ed? Foi um verdadeiro gigante da música, não só pelo talento, mas pelo impacto que teve na vida de tantas pessoas.

Para além do Brasil, fez sucesso também, muito sucesso até no estrangeiro, atuando ao lado de grandes nomes da música romântica internacional, como Rúlio Iglesias e Tony Bennett. Mas como é a vida de muitos artistas, a fama não durou para sempre, e os últimos anos de Nelson Net estiveram bem longe dos holofotes que um dia o rodearam, uma vez que a comunicação social pareceu esquecer quem ele era.

Nos bastidores, o cantor passou por muitos altos e baixos e teve problemas de saúde complicados. Nelson Ed sofreu um AVC em 2003, que lhe limitou os movimentos e o afastou definitivamente dos palcos. Perdeu a visão do olho direito. O cantor sofria ainda de diabetes, hipertensão e acabou por desenvolver Alzheimer.

Para quem tinha tanto amor pela música, esta deve ter sido uma dor muito profunda. A comunicação social que antes o acompanhava de perto foi deixando-o de lado e o cantor acabou por ser mesmo esquecido, vivendo bem longe dos holofotes. Alguns meses antes de falecer, passou a viver numa clínica de repouso em Cotia, próximo de São Paulo.

Nos momentos que antecederam a sua morte, morte, no dia 5 de janeiro de 2014, Nelson Nede estava a lutar contra várias complicações de saúde, como infeção respiratória aguda, pneumonia e problemas na bexiga. Foi internado, mas infelizmente não resistiu. O coração que tanto emocionou o Brasil se calou e o pequeno gigante da música nos deixou.

 Mas o que mais dói é pensar no quanto foi abandonado pela indústria que um dia o glorificou. Nelson Nede pode ter enfrentado o esquecimento nos seus últimos anos, mas nós, que somos fãs, sabemos o quão eterno ele é. Deixou um grande legado para a música brasileira e jamais será esquecido. E o número 2, o cantor Cassiano.

Foi um verdadeiro génio da música negra brasileira, cujo talento brilhou intensamente, mas que infelizmente foi esquecido pelos media. Se não fossem os sucessos, A Lua e Eu e Coleção, canções que foram bandas sonoras das telenovelas O Grito e Locomotivas, talvez o Brasil nem tivesse ouvido falar deste génio da soul.

Com o passar dos anos, Cassiano foi sendo posto de parte pelos media e tornou-se cada vez mais recluso. Em 1978, a sua editora desistiu de lançar o quarto álbum do cantor, por o considerar sem retorno financeiro garantido. Nessa mesma altura, os problemas de saúde começaram a atrapalhar o músico. Obrigado a retirar parte do pulmão, só pôde retomar a carreira a um ritmo bem mais comedido, em 1984.

Mesmo assim, o seu talento nunca foi esquecido pelos verdadeiros amantes da música. Cassiano continuou a compor e a influenciar outros artistas, como Sandra de Sá, Ed Motta e Claudio Zolli, ainda que longe dos holofotes. Nos últimos anos de vida, enfrentou graves problemas de saúde. Sofria de uma doença pulmonar que se agravou em abril de 2021.

 No dia 7 de maio, aos 77 anos, o seu coração, sobrecarregado pela doença e talvez pela mágoa de não ter tido o reconhecimento merecido em vida, deixou de bater. Faleceu num hospital público do Rio de Janeiro. Castiano será sempre um ícone imortal da música brasileira, reverenciado por muitos fãs e artistas. E o Belchior, uma voz marcante que embalou gerações com as suas músicas cheias de poesia e alma.

Quando havia galos, noites e quintais, pois veio o tempo negro e a força fez. Comigo mal que a força se faz. Grande cantor Belchior. grande cantor Belchior. Tal como os nossos pais, apenas um rapaz latino-americano, velha roupa colorida, são clássicos que nunca mais saem do coração. Mas por mais que nunca nos esqueçamos do Belchior, a verdade é que ele, lamentavelmente, viveu uma história de abandono nos seus últimos anos de vida, uma daquelas que nunca imaginaríamos para um artista tão grandioso como ele.

Lá pelos anos 70 e 80, o cantor era uma estrela absoluta da música brasileira, mas com o tempo foi-se afastando dos holofotes, decidiu viver longe de tudo e de todos. Abandonou a carreira e esteve quase dez anos recluso, sem luxo, em pequenas cidades do sul do Brasil, ao lado da sua companheira. Não fazia aparições públicas e não tinha morada conhecida.

Ele ficou realmente desaparecido de todos. Mas o que pouca gente sabia era que o cantor enfrentava dificuldades financeiras e pessoais. Em 2009, desapareceu por completo dos radares, o que gerou todo o tipo de especulação. Enquanto o público ainda se lembrava dele com carinho, os media já não falavam mais tanto do cantor.

Passou os seus últimos anos de vida praticamente no anonimato. Faleceu no dia 30 de abril de 2017, aos 70 anos, em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, vítima de um aneurisma da horta. O coração que tanto cantou sobre o amor, a saudade e a resistência deixou de bater em silêncio, longe dos palcos e do público. A notícia chocou muita gente.

A sua morte foi um daqueles golpes duros que nos fazem perceber como às vezes os artistas que marcaram a nossa vida podem acabar esquecidos. Mas no coração dos fãs, Belchior será sempre imortal. Mas conta-me aqui nos comentários, conhecias estas histórias tristes destes artistas? Já deixa o teu like e o teu comentário aqui em baixo.

Estes foram os 15 cantores dos anos 70 que acabaram esquecidos e sofreram bastante no final da vida. Eu fico por aqui, mas vou deixar-vos outro vídeo aqui no card, que é sobre alguns famosos que pressentiram a sua própria morte. Tiveram uma premonição, mas acabaram por ignorar os sinais. São 25 os famosos que já partiram desta forma.

Basta clicar aqui neste card e já vai saber quem são e conhecer as suas histórias. Vale a pena assistir. Não te esqueças de beber muita água, ok? Muito obrigado e até à próxima!

 

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