COMO ESTÃO OS CANTORES DE FUNK dos ANOS 90 e 2000 HOJE EM DIA

Nota 100, levou o funk para um novo patamar, o da emoção. Marcinho falava de amor com batida. Se quiser falar  de amor, fale com o De coração partido com Flow e logo se tornou um dos nomes mais respeitados do funk melódico. Mas enquanto encantava multidões nos palcos, travava uma batalha silenciosa fora deles.

Durante anos, lutou contra problemas cardíacos muito graves. Foram múltiplos internamentos, cirurgias, complicações. Em cada recaída, os fãs e os colegas se mobilizavam-se em corrente de oração, torcendo por um milagre. E mesmo debilitado, não parava. Sempre que conseguia, regressava aos palcos com aquele sorriso rasgado no rosto, como se dissesse: “Ainda estou aqui”.

Mas em 26 de agosto de 2023, o Brasil recebeu a notícia que ninguém queria ouvir. MC Marcinho faleceu aos 45 anos. MC Marcinho morreu hoje no Rio de Janeiro aos 45 anos por causa da falência múltipla de órgãos. A perda foi sentida profundamente no meio artístico e entre os fãs. Nos bastidores, o que se dizia era uma só coisa.

Era um tipo do bem, um dos mais queridos. E foi até ao fim lutando pela vida, Marcinho partiu, mas deixou um legado que não se vai embora. Um repertório que atravessa gerações e uma história de força, paixão e coragem. Hoje, quando se ouve glamurosa rainha do funk, não é só nostalgia, é homenagem a um artista que deu tudo de si pela música e pelas pessoas.

E agora me diz, qual a música do MC Marcinho que marcou a a sua vida? Amorosa e poderosa. Oi envolve-nos.  Ei, agir do salão, baloiçar gostoso, riqu bran teu MC Leozinho por  esta alegria chegou com um jeito diferente. Enquanto o funk da época era batidão pesado e letras provocantes, MC Leozinho veio em contramão, romântico, suave e com um refrão que ficava na cabeça.

Em 2006, lançou o hit Sea Dança, eu Danço. Se ela dança,  eu Danço. Se ela dança, eu danço. Se ela dança, eu danço. E o Brasil inteiro dançou junto. Mas sabia que foi o telemóvel do Ronaldo Fenómeno que mudou tudo? Era época de Campeonato do Mundo. A seleção estava na Alemanha e Ronaldo dava uma entrevista ao vivo quando de repente o telefone dele tocou e o toque foi precisamente a música de Leozinho. Aquilo bastou.

A cena tornou-se viral em tempo real. O Brasil inteiro queria saber que música era aquela. No dia seguinte, as rádios começaram  a tocar. Na semana seguinte, era tema de novela, de programa de auditório, de especial do Roberto Carlos. Se ela dança, eu  danço. Se ela dança, eu danço. Se ela dança, eu danço.

Falei com O Leozinho tinha conquistado o país sem precisar de nem aparecer primeiro, mas o sucesso não se ficou por aí. Vieram outros hits como toda a gostosa. Toda  deliciosa, toda saborosa. E conseguiu algo raro, cativar até quem dizia não gostar de funk. Só que manter o topo é ainda mais difícil do que chegar até ele.

Com o mercado a mudar rapidamente e o funk a evoluir para novas vertentes, Leozinho enfrentou o desafio de continuar relevante, mas sem perder a essência. e ele conseguiu. Hoje, aos 48 anos, MC Leozinho ainda está ativo na música. faz espectáculos nostálgicos,  especialmente em festas, casamentos e eventos de fãs da velha guarda.

Além disso, expandiu sua atuação, participou em reality shows diamant  apresentou programas de TV e mostrou que o seu carisma ia muito para além dos  palcos. Atualmente vive em Niterói, RJ, e segue envolvido com projetos paralelos, sempre com aquela mesma energia leve que conquistou o país. E aí, lembra-se onde estava quando ouviu? Se ela dança, danço pela primeira vez?  Conta-nos aqui nos comentários.

MC Serginho e centopeia. Era impossível ouvir o nome deles e não recordar uma multidão gritando com figurinos extravagantes, coreografias ousadas e carisma de sobra, MC Serginho e Lacraia não eram apenas músicos, eram um espetáculo à parte. A mandar este rap, tô achando. A ascensão começou no início dos anos 2000.

Primeiro com o hit vai Serginho, que explodiu quando os participantes do BBB um começaram a cantar dentro da casa. Depois veio Eguinha Pocotó, que tornou-se uma febre nas rádios e programas de TV em 2003. Só os juminho nunca. Era o auge do funk popras engraçadas e um clima de total diversão. Mas a verdadeira força da dupla ia para além da música.

Lacraia, bailarina, performer e um ícone LGBT da época, foi pioneira na representatividade dentro de um cenário ainda muito preconceituoso. Com a sua presença magnética, ela quebrava barreiras e arrancava aplausos, até mesmo dos mais conservadores. Só que a carreira meteórica da dupla esbarrou numa tragédia silenciosa. Em 2011, Lacraia faleceu aos 34 anos.

A notícia caiu como uma bomba. Ninguém esperava. Morreu esta manhã o dançarino de funk Lacraia, o Marco Aurélio da Silva Rosa, que ficou famoso aí em todo o Brasil na parceria com MC Serginho. A gente relembra. E MC Serginho, seu companheiro de vida e de palco, ficou devastado. Tudo quanto é a história que eu vou contar, tem a centopeia.

É porque vocês se completavam. Pois, não tem história do do do Serginho que não tem a centopeia. Eu segui a vida depois do da passagem dela. Entraram outras pessoas na minha vida, o Ângelo Betov, que era gazela, não é? Uhum. Mas eh a a história de superação, a história de mudança de vida é é é com a laacraia.

E há um montão de sítio que chego, às vezes desço do palco quando faço muita cidade interior. Aí daqui a pouco vem alguém a chorar dizendo que viu a centopeia do meu lado no palco. Tive numa cidade em Belém do Pará, é na Nindua. Quando eu estou caminhando, vi uma senhora a chorar na minha direção. Depois ela abraçou-me, ficou um tempão abraçada.

Depois ela disse assim: “Você tava a andar, eu estava”. Hoje MC Serginho tem 68 anos. leva uma vida mais tranquila, faz espectáculos pontuais, principalmente nas cidades do interior, e carrega o nome da amiga como missão. Mesmo que o brilho dos media se tenha apagado, o legado  de alegria e diversidade da dupla vive em cada refrão,  em cada recordação e em cada coração que sorria por causa deles.

E lembras-te da primeira vez que ouviu Eguinha Pocotó? Mandando um beijinho  para a filhinha e para avó. Só não faço esqueço. A minha pcotó pocotó  A minha Cidinho e Doca.  Não cantavam só por diversão, cantavam pela sobrevivência. Cidinho e Doca explodiram em 1995 com o rap das armas. Pa pa.

Uma música que se tornou símbolo da realidade das favelas, fazendo eco das dores e os gritos de quem era ignorado todos os dias. A letra crua, combatida forte, caiu nas graças do povo e correu o mundo. Mas o sucesso incomodou. Era explícito demais,  demasiado verdadeiro, demasiado incómodo para quem preferia fechar os olhos.

Mesmo assim, eles seguiram firmes e emplacaram mais um hino eterno, Rap da Felicidade.  Quem nunca cantou este refrão de olhos fechados? Mas por detrás da fama, a realidade foi  dura. Cidinho mergulhou no vício do craque, perdeu quase tudo e chegou a admitir publicamente sem rodeios. envolvido. Eh, a droga, faz parte da vida de muita gente, até o café é droga, mas a pior droga do mundo, desculpa Deus, eu estou que sou pensante, chama-se língua.

Verdade. Língua. A pior droga é a tagarelice. A pior droga é injúria. E eu fui muito envolvido com droga. Use drogas pesadíssimas que hoje têm orgulho e bato no meu peito. E quem de repente não me dá credibilidade tens razão, pá. Porque eu fui utente, percebe? Fui utilizador. Então quem acha que ah, Sidin, será? Depende, pode ser que esteja com razão.

Hã, porque aqui não há hipocrisia. Aqui há verdade, tá? Aqui há verdade, aqui há ser humanismo, aqui há aula. A sua recuperação foi lenta, marcada por recaídas e muito preconceito. Ele mesmo dizia: “Quem não acredita em mim está no direito. Fui consumidor, caí feio. Mas agora é só verdade. É uma lição de vida, irmão.

Em junho de 2025, o Brasil conteve o fôlego. Dinho foi encontrado desacordado em casa, vítima de hipoglicemia e broncoaspiração. A situação foi grave. O diagnóstico de pneumonia deixou-o internado durante semanas e muitos temeram o pior. Mas ele sobreviveu de novo. Hoje, com 48 anos, ao lado de Doca, de 49 anos, ainda sobem aos  palcos, mesmo que com menos frequência.

fazem espetáculos nostálgicos, recordam o passado com orgulho e seguem sendo a voz de uma geração que nunca será esquecida. E você, qual a música da dupla marcou a sua vida? Conta-nos aqui nos comentários. MC Cacau, porque  amo-te, porque te quero. Ela surgiu nos anos 90, em direto de Salvador, com voz marcante e forte presença.

Cláudia Mendes dos Santos, a eterna MC Cacau,  iniciou a sua carreira cedo, aos 18 anos, após vencer um concurso de rap. foi a porta de entrada para algo maior. Em 1994, ganhou projeção nacional pela lendária Furacão 2000, tornando-se uma das primeiras mulheres a brilhar no panorama dominado por homens. Com letras românticas e estilo envolvente, ela encantou o público e marcou uma época ao lado do então parceiro e marido, MC Marcinho.

Os dois viveram uma história de amor, música e sucesso. Entre 1997 e 2003, lançaram êxitos como porque te amo, quero o seu amor e primeiro disse-me. Mas o auge surgiu quando MC Mcinho compôs a inesquecível princesa. Inspirado em cacau, parecia tudo perfeito, mas a vida fora dos palcos não teve o mesmo brilho. O casamento chegou ao fim, um ano após o nascimento do segundo filho.

E MC Cacau,  agora mãe a solo, teve de se reinventar sem perder a música e sem abandonar os filhos. Décadas depois, ela reapareceu de uma forma que ninguém esperava.  Num podcast recente, Cacau falou abertamente sobre o relacionamento com Marcinho  antes da sua morte. Na Baía separámo-nos, brigávamos, sou muito ciumenta ainda, sua, ok? Mas hoje sei controlar-me mais um pouco.

Aí nasceu numa roda de amigo. Eu conheço-te porque na verdade ele conheceu-me numa roda de amigos, não é? Então ele fez esta música também. Eu sei qual quais são as minhas músicas.  E depois começámos a fazer show, começámos a namorar, a separar-nos, a voltar, namorar, voltar. Ele casou, eu casei, teve três, três filhos.

Eu tive dois, mais uma filha, que já tinha uma, não é? Quando namorei com o Marcinho, ele tinha 16 anos, eu tinha 18 para 19. E emocionou todos ao subir ao palco ao lado do filho que herdou o mesmo timbre do pai. E numa roda de amigos eu te conheci e o teu lindo rostinho nunca mais eu esqueci-me. E a nossa amizade foi-se tornando uma paixão, colocando-te no meu coração, que te amo e quero você sempre aqui e a vida da volta e o destil do Aquela apresentação não foi só nostálgica, foi simbólica.

História do funk a renovar-se dentro da mesma família. Hoje, aos 50 anos, MC Cacau é mãe de três filhos e avó de três netos, mas ainda está nativa. Em 2021, participou na faixa Cobaia de Deus do rapper Felipe Reti, música que já ultrapassou os 7 milhões de visualizações no YouTube.

Mesmo longe dos holofotes constantes, ela nunca deixou o funk e o funk nunca a deixou. E aí, você se lembrava-se da MC Cacau? Sabia que ela ainda canta? Comenta aqui e aproveita para partilhar este vídeo com aquele amigo que dançava os hits dela nos bailes da época. E então, qual destas histórias mais te surpreendeu? Já sabia por onde andavam esses artistas de funk dos anos 90 e 2000? Comenta aqui em baixo qual a música que marcou a sua época.

E não te esqueças de deixar o like se tu gostou deste vídeo. Subscreve o canal e ativa o sininho, porque tem muito mais curiosidade de famosos a virem por aí. Valeu por assistir até ao fim e até ao próximo vídeo.

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