25 ATRIZES DA GLOBO DOS ANOS 70 E 80 QUE NINGUÉM RECONHECE HOJE

Embora ainda faça participações pontuais em séries e filmes, o seu foco é lapidar a próxima geração de atores. O Nick Lafon não desapareceu dos ecrãs por esquecimento, não. Ela apenas escolheu sair do foco dos refletores para iluminar o percurso de quem está a começar. É a Maria Zilda. Ela foi um dos rostos mais marcantes das telenovelas dos anos 80 e 90.

 A sua estreia na Globo aconteceu em fogo sobre terra em 1974, mas foi em vereda tropical em 1984 que ela conquistou o público ao viver a ambiciosa Verónica. Depois disso, emendou êxitos como Selva de Pedra, Beb a Bordo, Top Model e Fura Amor, consolidando uma carreira de décadas na TV. Deixa de se fazer de parva. Para de se jogar para cima do Alex.

Além das telenovelas, também se destacou no cinema, acumulando importantes prémios em festivais nacionais e internacionais. Nos últimos anos, porém, a sua presença na TV diminuiu com o seu último trabalho em novelas exibida em 2016. Mas mesmo longe de uma rotina intensa das gravações, a Maria Zilda continua ativa e já declarou publicamente que deseja voltar a atuar, mostrando que a sua história na dramaturgia ainda não chegou ao fim.

E o número 20, Mónica Torres. Ela foi um daqueles rostos marcantes das telenovelas que durante muito tempo estiveram presentes no dia a dia do público brasileiro. Quem via televisão lá nos anos 80, 90, certamente se recorda da sua atuação firme e de personagens intensas que ela interpretou em grandes produções da Globo.

 Ao longo da sua carreira, a atriz construiu uma trajetória sólida, participando em novelas de sucesso e partilhando cenas com grandes nomes da dramaturgia. Fora dos ecrãs, a sua vida também chamou a atenção, especialmente pelo seu relacionamento com o ator José Wilker, com quem teve uma filha, e mais tarde com Marcelo António.

 Com o passar dos anos, Mônica Torres reduziu a sua presença na TV aberta, mas não abandonou a atuação não. Hoje ela segue trabalhando em projetos mais seletivos, mantendo uma carreira discreta, contudo ativa, longe dos holofotes, mas ainda ligada à arte. Maria Gladis, foi musa do cinema marginal e tornou-se inesquecível como a Lucimar de Vale tudo.

Tenho a barriga roncando. Adeus, Lucimar. Tchau. Tchau, seu Ademir. Esta atriz sempre foi a definição de autenticidade. Frequentou a Jovem Guarda ao lado de Roberto Carlos e hoje viu o o seu legado brilhar em Hollywood através da neta, a estrela Niagot. Mas longe do glamor dos ecrãs, a realidade da atriz é de pura resistência.

Afastada da TV desde 2016, Maria Glades trocou os holofotes pela pacatez do interior de Minas Gerais. Já recentemente, notícias sobre a sua situação financeira delicada e um pedido de ajuda para regressar ao Rio de Janeiro surpreenderam o público, revelando a face dura do pós-fama para muitos artistas veteranos.

Dinheiro  acaba. Dinheiro acaba e eu não sou de poupar. Economizar o qu? O dinheiro não é muito, por isso  acaba. Hoje, aos 86 anos de idade, vive assim de forma simples e discreta. Provando que, embora o reconhecimento seja eterno, a segurança financeira na velice é um desafio que nem o maior talento pode garantir.

E a Inês Galvão, ela foi um rosto constante nas novelas da Globo nos anos 80 e 90. Depois de começar no humorístico planeta dos homens, ganhou espaço em tramas como roda de fogo, bebé a bordo, vfatx4. consolidando uma carreira sólida na TV. Mas o que poucos imaginavam é que no auge ela tomaria uma decisão radical.

 Em 1997, a atriz deixou as novelas e mudou-se para o interior do Mato Grosso para acompanhar o marido, o ex-jogador gaúcho. A mudança afastou completamente a atriz do eixo principal da TV. Eh, eu eu cheguei a um momento em que eu já não conseguia ficar dentro do estúdio. O seu último trabalho em telenovelas foi em Yugauga, no ano 2000.

Depois disso, a sua presença nos ecrãs praticamente desapareceu. Hoje, aos 67 anos, a Inês Galvão vive uma rotina discreta, longe dos holofotes, dedicada a atividades espirituais e projetos pessoais. Bem diferente da fase em que era vista diariamente na televisão. E o número 17, a Débora Duarte, filha do lendário Lima Duarte.

 Ela não só herdou o apelido, mas mudou a face da teledramaturgia brasileira. Protagonista absoluta, nos anos 80, ela parou o país em enredos como coração alado e zogo da vida. O José é filho do meu marido e quero-o aqui comigo. Mas numa indústria que muitas vezes descarta as suas veteranas, Débora Duarte escolheu um caminho diferente, o da seletividade absoluta.

 Ainda também estrela Falou Duarte. Ela viu a sua dinastia consolidar-se enquanto decidia afastar-se do ritmo industrial das novelas das . Hoje, com 76 anos, a Débora Duarte vive de forma discreta, trocando a exposição diária pela profundidade do teatro e por participações que realmente façam sentido à sua história.

 Para quem pergunta por onde anda, a resposta é simples. Débora Duarte não desapareceu, apenas deixou de ser refém da audiência para ser dona do seu próprio tempo e da sua arte. E é precisamente este tipo de história de quem brilhou muito e depois seguiu um caminho mais reservado que nós resgata aqui.

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 E falando em caminhos diferentes, a próxima atriz desta lista representa exatamente isso. Sónia Vraga, diferente de muitas estrelas que estão neste vídeo, ela não desapareceu, simplesmente mudou de cenário. Nos anos 70, ela tornou-se um fenómeno ao interpretar a Gabriela na televisão e ao protagonizar dona Flor e seus dois maridos.

 Um dos maiores sucessos do cinema brasileiro. Não me pode julgar. Olha aqui, olando. Se fosse por si, era uma pessoa perdida. Nos anos 80, enquanto muitas atrizes consolidavam a carreira na Globo, Sónia Braga tomou outro rumo, deixou o Brasil e iniciou uma trajetória internacional, atuando em produções nos Estados e a conquistar espaço em Hollywood.

Desde então, a sua presença nas telenovelas brasileiras tornou-se rara, com participações pontuais como em páginas da vida em 2006. Hoje, com mais de 70 anos, ativa-se no cinema com destaque para filmes como Aquários e Bacural. A atriz não desapareceu da arte, apenas saiu da TV e construiu uma carreira global.

Tem o número 15, Darlene Glória. Você se lembra-se dela? Antes de desaparecer dos olofotes, ela viveu um dos momentos mais intensos do cinema e da TV brasileira. Nos anos 70, brilhou em telenovelas como O Bof e ganhou reconhecimento nacional ao protagonizar toda a nudez será castigada.

 Papel que lhe valeu o prémio de melhor atriz em Gramado. Mas o rumo da sua vida mudou completamente no final da década. Após enfrentar uma crise pessoal profunda, decidiu afastar-se da carreira e seguir um caminho espiritual, longe da exposição pública. Com alguns retornos pontuais ao longo dos anos, ela nunca mais voltou ao ritmo das artes.

Hoje, aos 84 anos, a atriz vive de forma reservada em Teresópolis, distante da TV. Um forte contraste com a estrela que marcou toda uma geração. E a Lucélia Santos. Ela entrou para a história da TV brasileira logo no seu primeiro grande papel. Em 1976, ao interpretar a Isaura na novela Escrave Isaura, ela não só conquistou o O Brasil não, mas tornou-se um fenómeno mundial com a trama exibida em mais de 100 países.

Está exultante, Januária. Coitada. Ah, pelo seu filho vai voltar. Nos anos seguintes, emendou êxitos como Água Viva, Guerra dos sexos e sim a rapariga, consolidando o seu nome como uma das maiores estrelas da Globo dos anos 80. O que pensa sobre este movimento em prol da libertação dos escravos? Mas o que poucos se aperceberam é que aos poucos a Lucélia Santos foi desaparecendo das telenovelas.

 O seu último trabalho fixo na TV foi em Malhação, em 2001. Desde então seguiu outro caminho. Passou a atuar em projetos independentes, realizar documentários e envolver-se com causas ambientais. Hoje tem 68 anos de idade e continua ativa. Só que longe dos holofotes que um dia a transformaram num fenómeno global. É a Cristina Mulins.

 Ela foi um dos rostos mais recordados das novelas da Globo dos anos 80, sobretudo após viver a Santinha em Paraíso em 1982. A partir daí construiu uma carreira sólida com papéis em verida tropical, brega chique e história de amor, onde interpretou Maristela. Durante anos esteve presente em produções importantes, mantendo uma imagem de atriz elegante e constante na televisão.

Mas aos poucos a sua presença começou a diminuir. A partir dos anos 2000, passou apenas a fazer participações pontuais, como em Senhora do Destino, e salve-se quem puder. Fora das novelas, ela decidiu seguir outros caminhos. Se formou-se em biologia e passou a dedicar-se a estudos ligados à natureza e aos animais.

Eu estudei biologia, sou licenciada, não é, em biologia, trabalhei durante algum tempo na Fioocruz. Hoje, com mais de 60 anos, a atriz leva uma vida discreta, dividindo o seu tempo entre interesses pessoais e aparições ocasionais na TV. E esta que vê agora é a Tácia Camargo. Ela construiu uma trajetória sólida na televisão brasileira após sair do teatro dirigido por Antunes Filho, chegando às novelas no início dos anos 80.

 Ganhou destaque em produções como Selva de Pedra, O Salvador da Fátria e Tieta. Além de se tornar popular no humorístico, a escolinha do professor Raimundo, como a Marina da Glória. Ah, mas achei-o tão bonito do jeito que ele perdoou. Até parecia coisa de foto de novela. Queres mesmo que eu me case com este miúdo? Tem certeza do que estás a fazer, Severo? Você quer isso? Ao longo dos anos 90 e 2000, ela seguiu ativa em títulos como 4×4, o cravo e a rosa e malhação.

 No ano de 1996, ela enfrentou uma profunda perda familiar com a despedida da filha Maria Júlia, um facto que impactou muito a sua vida pessoal. Após conflitos profissionais em 2006, ela iniciou um afastamento gradual da TV brasileira. Em 2017 mudou-se para Portugal, onde passou a viver de forma mais discreta, participando em produções como Valor da Vida.

 Hoje mantém uma rotina longe dos grandes centros de televisão do Brasil. Elizabeth Hartman. Ela construiu a sua carreira numa fase muito diferente da TV. Ainda antes da consolidação da Globo como potência, já atuava no teatro e no cinema, participando em produções populares ao lado de nomes como Amaso Mazarov.

 Nos anos 60 e 70, esteve presente em filmes como O Jea e a Freira e também em telenovelas da TV Vittofi, como Cinderela 77, consolidando o seu nome entre os rostos mais conhecidos da época. Com o passar dos anos, a sua presença no ecrã foi diminuindo assim de forma gradual. Diferente de outros casos, não se verificou um rompimento brusco, mas sim uma saída natural, acompanhando as mudanças da própria televisão brasileira.

Hoje, com mais de 90 anos, Elizabeth Hartman está afastada há décadas, sendo recordada como uma parte de uma geração pioneira que ajudou a construir os primeiros capítulos da dramaturgia no Faz. E a Mayara Magre, ela foi o rosto de uma geração inteira. Em 1985, AT parava o Brasil como a estilosa Babi em Agata comeu.

 Revelada pela USP e premiada em Gramado, Maara Magre emendou êxitos como Roda de Fogo e O Salvador da Pátria. Olha para mim. Acho melhor lavarem-se. Mas depois de brilhar como protagonista, o telefone simplesmente deixou de tocar. Desde o seu último papel fixo em 2004, na novela A escrava Exaura Mayara Magre vive um iato de mais de duas décadas longe da TV aberta.

 Em entrevistas recentes, a atriz não escondeu a dor. Confessou estar discrente com a profissão pela falta de convites, mas desengane-se quem pensa que ela desistiu. Em 2025, a atriz ressurgiu numa nova faceta, trocando à frente das câmaras pela realização na curta-metragem, Ana Sofia. Hoje, aos 64 anos e a viver um relacionamento com o autor Lauro César Muniz, ela é o símbolo da estrela que o mercado tentou apagar, mas que se reinventou no silêncio dos bastidores.

O número nove, Norma Brlom. Ela é mais do que o rosto dos anos 70 e 80. É parte do ADN da TV Globo, tendo estreado na primeiríssima novela da estação. Eterna como a Malvina de Escrava, Exaura. Norma atravessou gerações como símbolo de elegância e talento. No no entanto, em 1992, no auge da sua maturidade, um problema de saúde a obrigou a tomar uma decisão difícil, o afastamento dos grandes estúdios.

 Não é preciso dizer-lhe que amor foi o meu, nem que a adoração lhe devotou a minha alma desde o primeiro dia em que me encontrei. Diferente de quem procura a fama a qualquer custo, Norma Bloom utilizou o tempo longe das câmaras para se reinventar como escritora e conferencista. Hoje, aos 86 anos, vive de forma independente e seletiva, preparando um regresso aos palcos do teatro e preservando a memória da nossa teledramaturgia.

A Norma Bloom não desapareceu, não. Ela escolheu uma vida onde a arte acontece fora do alcance do grande público, honrando uma trajetória que começou quando a TV ainda era a preto e branco. E o número oito, Ísis de Oliveira. Ela foi um dos rostos mais conhecidos da televisão brasileira nos anos 80. Depois de ganhar destaque como rapariga do Fantástico, rapidamente migrou para as novelas da Globo, participando em êxitos como Plumas e Paites, Verda Tropical e Roque Santeiro.

 A sua presença marcante, o talento e a beleza fizeram dela uma figura constante na TV naquela época. Você é grandíssimo e tu és uma pantera. Mas a trajetória mudou no início dos anos 90. Durante a telenovela Meu Bem, meu mal, em 1990, acabou por ser retirada da trama após conflitos nos bastidores. Um episódio que impactou diretamente a sua carreira.

A partir daí, a sua presença nas telenovelas foi diminuindo até ao afastamento completo em 1997. Pois, com mais de 70 anos de idade, a Ises de Oliveira vive no Rio de Janeiro.  Mantém contacto com o público através das redes sociais, leva uma vida discreta, bem diferente da fase em que estava no centro da TV.

É a Dora Pellegrino. Ela é um exemplo que prova que nem todo o sumisso na TV significa fim de carreira. Ela é um exemplo claro disso. Nos anos 80, a atriz esteve presente em telenovelas como Livre para voar e de quina paraa lua, para além de atuar no cinema em produções como Cabaré Mineiro. Filha do intelectual Hélio Pellegrino.

 A Dora sempre teve uma forte ligação com a arte para além das câmaras. É precisamente esse caminho que alterou a sua trajetória. Com o passar dos anos, ela deixou as telenovelas e passou a dedicar-se ao teatro e a formação de novos atores. Hoje, aos 66 anos, trabalha como professora e diretora, mantendo uma carreira ativa, mas longe da exposição que tinha na televisão.

É a Lúcia Veríssimo. Ela atuou com muita sofisticação e intensidade nos clássicos como roda de fogo e o salvador da pátria. Depois de tudoo ainda  trabalho que só vai ter agora que vai ver o que que é trabalhar no campo de verdade. Ol presente na Globo nos anos 80 ela nunca foi uma atriz comum. A sua personalidade forte sempre deu o mote das suas personagens.

 Mas, depois de décadas sobre os refletores, Lúcia Veríssimo decidiu que o figurino das telenovelas não lhe cavia mais. Desde a sua última aparição em Amor à Vida em 2013, ela trocou o estúdio Pila Terra. Hoje, aos 68 anos, vive na sua propriedade rural, rodeada pela natureza e dedicada ao ativismo ambiental e à causa animal. Longe do ritmo frenético da TV aberta, ela produz documentários e mantém uma vida independente, provando que o sumisso dos ecrãs para ela não foi um declínio, não, mas uma conquista de liberdade. A Beatriz não desapareceu. Ela

apenas escolheu um cenário onde o o silêncio vale mais do que qualquer aplauso. E o número cinco, Nadia Life. Esta atriz aqui começou na TV Ainda Criança, é a pequena orfan em 1968 e rapidamente se tornou um rosto  muito conhecido do público. Muita gente tem um grande carinho por ela e tem saudades.

 Lá nos anos 70 e 80, ela consolidou a sua carreira na Globo em telenovelas como Pai Herói, pecado rasgado e brilhante, além de participar de novelas populares da época, como a árvore dos sexos. Naquele período era vista como uma das mais belas atrizes da televisão brasileira. Mas no final dos anos 80, depois de O Salvador da Pátria, ela tomou uma decisão que surpreendeu muita gente.

 Se afastou das telenovelas para se dedicar à família. Nos anos seguintes, fez apenas participações pontuais, sem retomar ao ritmo intenso da TV. Hoje em dia, a Naddia Life já está com os seus 70 anos. Ela vive longe dos holofotes e atua nos bastidores como produtora teatral. Uma trajetória que muitos nem imaginam ao revir as suas imagens do passado.

E a Carla Camurat, lembra-se dela? Foi uma das mulheres mais marcantes das telenovelas da Globo dos anos 80, participando em êxitos como brilhante, livre para voar e fera radical. Só há uma maneira, é a gente sair daqui e acabar com esta festa, com este noivado, com tudo. Bom, beleza. Talento e presença forte.

Rapidamente ela se tornou uma das atrizes mais requisitadas da época. Mas o que ninguém imaginava é que no auge da carreira ela tomaria uma decisão radical. Em 1994, Carla Camurat simplesmente deixou as novelas para seguir um novo caminho nos bastidores do cinema. Logo depois, dirigiu Carlota Joaquina, princesa do O Brasil, em 1995, um filme que marcou a retoma do cinema nacional.

 A partir daí, construiu uma sólida carreira como diretora e produtora cultural. Hoje ela tem mais de 60 anos. Está completamente afastada das telenovelas, atuando apenas nos bastidores. Uma mudança que fez com que muita gente nem reconheça mais a estrela que dominava a televisão nos anos 80. E a Nar era tureta. Ela começou cedo, muito cedo.

 Aos 9 anos, já era protagonista de novela em Papai Coração e pouco depois se tornaria conhecida em todo o Brasil ao interpretar a filha de Regina Duarte na série Malu Mulher em 1979. Nos anos 80 consolidou o seu nome com papéis em Baila Comigo, Selva de Pedra e O salvador da pátria. Onde está a mãe liberal?  A liberalidade é uma coisa, a libertinagem é outra.

O seu casamento não deu certo, não deu certo, acabou. É muito mais honesto, mais decente. Mas o que parecia uma carreira sólida mudou muito nos anos 90. Os convites diminuíram e Nargera Tureta enfrentou dificuldades financeiras, chegando a trabalhar fora da televisão para se sustentar. Anos mais tarde, regressou com participações em telenovelas como Páginas da Vida e Salve Jorge, além de atuar como dobradora.

Hoje, aos 59 anos, continua ativa, reconstruindo a sua trajetória, uma das histórias mais reais de superação da TV brasileira. E esta atriz aqui, lembra-se dela? Renê Divelmon. É dona de uma elegância rara. hipnotizou o Brasil em clássicos como brilhante e explode coração. Casada com José Wilker, ela formava um dos casais mais poderosos da dramaturgia.

Mas o auge Renedmou uma decisão que poucos na sua posição ousariam. Eu não sou alienada não. E se eu sou romântica é porque adoro o nosso casamento. Ela trocou os guiões da Globo pelos livros de História. Numa transição consciente, ingressou na PUC Rio e iniciou o seu afastamento dos ecrãs. Após um breve e aclamado regresso em 2007, como a Ana Luía de Paraíso Tropical, ela despediu-se definitivamente.

Hoje tem os seus 72 anos e vive uma vida dedicada aos estudos e à preservação do  acervo da memória de José Wilker. Ken Vmon não foi esquecida pelo tempo. Ela apenas concluiu que a sua viagem sobre os refletores já tinha cumprido o o seu papel, escolhendo o anonimato académico como o seu ato final. Se viveu os anos 80, o rosto de Lídia Bronde estava em todo o lado.

 É ou não é? Ela foi o ícone máximo de produções como Dancing 10, Vale Tudo e Tieta. No seu auge, com os seus 32 anos, Wia Bronde era a mulher que o Brasil queria ser.  O que é que o Osnat disse para te deixar assim cismada desta maneira? Tu disseste que mudaste. Mas em 1990, após a telenovela Meu Bem, meu mal, o impensável aconteceu.

 Ela disse simplesmente: “Basta! Ao contrário de muitas atrizes que lutam para regressar, Lídia Bronde abandonou o glamor por opção própria. Após enfrentar crises de síndrome de pânico. Ela reinventou-se completamente. Agora é uma psicóloga respeitada com o consultório em São Paulo. Casada há mais de três décadas com o ator Cásio Gabos Mendes, vive sem redes sociais e recusa todos os convites para regressar às telas.

Avrond é o caso mais raro desta lista. Alguém que teve o mundo aos seus pés e preferiu o silêncio do consultório ao barulho dos aplausos. Na sua opinião, Lídia Vronte faz falta nas novelas ou ela tem razão em proteger a sua privacidade? Deixa aqui o teu comentário em baixo, ó. E não te esqueças de deixar o o teu like, ok? e dizer a cidade de onde está a assistir.

 Eu vou deixar outro vídeo para si aqui nos cartões que é sobre algumas musas da Globo que mudaram bastante. Basta clicar aqui neste card que vai conhecer a história de 25 musas dos anos 80 e 90 que hoje estão praticamente irreconhecíveis. É um vídeo bastante emocionante que vale a pena ver. Eu vou ficando por aqui, mais uma vez, o meu muito obrigado e até ao nosso próximo vídeo.

 

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