Myrtles Plantation – The Most Haunted Farm in the World

 

Mas havia algo mais, algo que não se podia ver, mas que muitos afirmavam sentir. Segundo antigos relatos da região, aquelas terras repousavam sobre um ancestral cemitério indígena da tribo tunica. Um solo sagrado violado pela ambição dos colonizadores. Os mais sensíveis diziam que o chão exalava uma energia inquieta, como se as raízes das árvores murmurassem lamentos antigos e os ventos nocturnos carregassem vozes há muito esquecidas.

Ignorando todos os presságios, David Bradford batizou o local de Laurel Grove ou Bosque dos Louros, e aí ergueu uma robusta mansão em estilo criolo, com amplas varandas e uma arquitetura que se fundia-se perfeitamente à paisagem. A sua intenção era iniciar um novo ciclo, longe da agitação política da época, mas esta escolha teria consequências perturbadoras.

Em 1799, após três longos anos a viver completamente isolado, David Bradford recebeu finalmente o perdão presidencial concedido por John Adams. Assim, livre das acusações, pôde trazer o seu esposa Elizabeth e os seus 11 filhos para aquele novo lar. A família estava feliz e reunida de novo, mas a paz seria breve.

Embora os Bradford tenham prosperado e já figurassem entre os agricultores mais abastados de San Francisville, havia algo naquelas terras que ainda ignoravam. Uma força desconhecida operava silenciosamente, estava prestes a sair das sombras e não demorou para que uma onda de desgraça se abatesse sobre os Bradford.

 Surtos de febre amarela devastaram a família. Ao menos dois filhos e uma filha do casal teriam sucumbido à doença. Reza a lenda que no meio do desespero e aos riscos de contágio, os pequenos corpos foram enterrados em sepulturas rasas improvisadas no solo já amaldiçoado, perpetuando um ciclo sombrio de morte e luto. Anos se passaram sem que houvesse um dia de paz entre aqueles que permaneceram na quinta.

Elizabe, a mulher de David, também tinha sido alertada para a suposta maldição que assolava aquelas terras e desejava abandonar a quinta a qualquer preço. No entanto, para seu alívio ou completo desespero, a estadia dos Bradford fora bruscamente interrompida em 1808, com o misterioso falecimento de David Bradford aos 48 anos.

E assim, desde as suas origens, a Murdus Plantation parece carregada por uma maldição invisível, uma força que atravessa gerações, marcada por fenómenos inexplicáveis, sofrimento e espíritos que nunca partiram. E se pensa que a história termina aqui, está profundamente enganado. É agora que ela ganha contornos aterrorizantes.

A vingança de Chloe. Entre todos os espectros que se desassombrarem a Murdles Fantation, nenhum carrega um peso tão sombrio ou uma dor tão profunda como Chloe. O seu nome, sussurrado pelas gerações, está entrelaçado a uma tragédia de vingança, medo e morte. Para entendermos a sua história, é necessário recuar ao ano de 1823, quando Clark Wrof, um respeitado juiz e legislador do estado da Luziânia, assumiu o controlo da exploração ao se casar com Sarah Matilda Bradford, filha e herdeira de David Bradford. E foi

neste cenário de poder e opulência que Chloe, uma jovem escravizada, entrou para a história da casa. A Chloe era uma escrava doméstica, inteligente e observadora. Pelo seu comportamento refinado e competências, foi designada para servir dentro da mansão. Ela ocupava-se das tarefas mais delicadas, arrumava os aposentos, servia as refeições e, acima de tudo, estava sempre próxima das mulheres e das crianças da família.

A sua posição era, em aparência privilegiada, mas a verdade era muito mais negra. Nos bastidores da bela residência rodeada de murtas, falava-se de um lado obscuro do Sr. Wrof, um homem que, segundo relatos antigos, mantinha um comportamento brutal com os cativos. Chloe ter-se-á tornado alvo de suas atenções indesejadas, forçada a suportar situações de humilhação e abuso.

Um dia, talvez tenha ser expulsa da casa, o que significaria voltar ao pesado trabalho nos campos de algodão, ou simplesmente por curiosidade. A Chloe foi surpreendida a ouvir uma conversa privada entre Wudrof e outros homens. Como castigo e para que servisse de exemplo, o seu algo mandou arrancar-lhe uma orelha.

A partir de então, Chloe passou a esconder a mutilação com um turbante verde que se tornaria a sua marca inconfundível. O que se passou a seguir foi ainda mais trágico. Desesperada, temendo perder a sua posição e desejando restaurar a confiança da família, Chloe concebeu um plano.

 Faria adoecer ligeiramente a esposa e os filhos de Odrof preparam depois a cura e se mostrar indispensável. misturou folhas de Oleandro, planta venenosa comum nos jardins da Luziânia num bolo de aniversário preparado para Sara Matilda e os seus filhos Cornélia e Tiago. Mas a dose foi fatal. A jovem mãe então grávida e as duas crianças, entre convulsões e dores lancinantes, sucumbiram em poucos dias.

A casa que antes albergava risos e festas mergulhou num luto profundo. Wrough, tomado de fúria e dor, ordenou que Chloe fosse capturada. Tomada por um medo coletivo de represálialhas, a própria comunidade de escravizados a entregou. Sem julgamento, a jovem foi enforcada em uma árvore nos arredores da mansão.

 O seu corpo, envolto em correntes, foi atirado ao rio Mississipi, mas o seu espírito ainda observava entre as sombras. Desde então, Chloe é vista em diversos pontos da casa. O seu vulto com o turbante verde está entre as aparições mais recorrentes da Murdles Plantation. Alguns afirmam que um ligeiro odor de o Leandro paira inexplicavelmente nos quartos e muitos dizem sentir calafrios súbitos ao passarem pelos antigos aposentos das crianças.

Os seus olhos, dizem os que viram, são poçoos de tristeza infinita. Mas foi em 1992 que a fama sobrenatural da quinta ganhou projeção mundial. A então proprietária, ao renovar a sua pólice de seguro, teve de enviar fotos da propriedade. Numa das imagens que mostrava o armazém e a dispensa do mordomo, surgiu de forma inexplicável a silhueta translúcida de uma mulher com turbante e vestido comprido.

 A figura parecia tão etérea que a madeira do edifício atrás dela era visível através do seu corpo. A foto foi analisada por especialistas da National Geographic Magazine que não encontraram qualquer indício de fraude ou manipulação. Desde então, a foto ficou conhecida como a foto de Chloe e circula até hoje como uma das evidências paranormais mais famosas da América.

 Um testemunho fotográfico de uma assombração. Para além da famosa fotografia, Chloe tem sido avistada por inúmeros hóspedes e visitantes desde a década de 1950. Uma noite, na primavera de 1987, Francis Myers estava a dormir num dos quartos do andar de baixo, quando foi acordada pela sensação incómoda de que estava mais alguém no quarto com ela.

Abrindo os olhos cautelosamente, ela encontrou uma mulher parada, observando-a do fundo da cama, utilizando um turbante verde e segurando um candelabro aceso. Myers ficou surpreendida com o brilho da luz. que iluminava o quarto de forma sobrenatural e com o estilo antiquado do longo vestido da visitante inesperada.

A figura fitava-a com uma intensidade que a deixou quase paralisada. Ao estender a mão para afastar a aparição, ela desapareceu imediatamente no ar, mergulhando o quarto de volta em uma escuridão profunda. Francis deixou a mansão nessa mesma noite. Não importa se é dia ou noite na casa assombrada.

 A norte de Baton Rouge, Luisiana, construído em 1796, perto de S. Francisville. A plantação Mirtel tem atividades paranormais a todo o momento. Os registos públicos mostram que a plantação de algodão cobria 5000 acresa 500 escravos. Muitos morreram na plantação e foram enterrados no local. Alguns acreditam que é mais do que apenas a presença física.

De acordo com a lenda, desde então, tanto Chloe como as suas vítimas assombram a quinta Mirtle. Hester Ib é guia turística e historiadora do Mirtles. Hoje a casa é uma pousada. Os hóspedes podem pernoitar numa das 11 suíes. Na casa de dois andares, ao fazer o chequin, nunca se está sozinho. Os convidados tiram fotos deste espelho e rostos aparecerão nas suas fotos.

 Rostos de espíritos também. Pode notar as impressões digitais. Limpamos este espelho e as marcas voltam. No mesmo espelho do corredor, pessoas relatam ver uma menina desconhecida de vestido branco. Alguns acreditam ser a filha assassinada do senorio. Esta foto foi tirada por um hóspede da casa e no canto, se olhar bem para as escadas, os pés de uma menina podem ser vistos.

Outra imagem foi captada numa foto de uma mãe e a sua filha. Elas visitaram a casa e tiraram essa foto na varanda antes de ir embora. Ela apanhou uma criança escrava na foto que aparecem nesta janela. Dias depois, quando a foto foi impressa, a imagem sem alterações parece mostrar uma criança vestida com roupas do início do século XIX.

Será este o espírito de Chloe na infância? ou talvez uma das filhas do Sr. Woodruff. Hoje a Murdals Plantation respira segredos antigos. Transformada em pousada, recebe visitantes de todo o mundo, atraídos pelas suas lendas e pela sua atmosfera gótica. Móveis do século XIX, carvalhos cobertos de musgo e sombras que parecem mover-se sozinhas, compõe o cenário.

 Subir a velha escadaria, onde dizem que William Winter deu o seu último suspiro, ou atravessar os jardins enevoados é sentir o sussurro do passado. Muitos saem convencidos de que as forças inexplicáveis ​​ainda habitam o local. Calafrios repentinos, passos no vazio, vozes ténues. Outros, mesmo céticos, partem intrigados por estranhas imagens e sons captados em telemóveis.

É certo que a ausência de registos fiáveis ​​enfraquecem certos detalhes das lendas, mas nada parece discipar o mistério. e dezenas de relatos consistentes continuam a desafiar a ciência e a lógica. Entretanto, há quem jure que os Os espíritos de Mortal Fantation não querem assustar, mas contar as suas histórias.

 E por isso, passados ​​mais de dois séculos, o lugar continua a atrair tantos corajosos. Então, acredita nas lendas? Ousaria passar uma noite em Murders Foundation? Adoraríamos ouvir a sua opinião. E se gostou do vídeo, não se esqueça de gostar, partilhar e deixar o seu hype. E para aqueles que ainda não se inscreveram, sejam muito bem-vindos ao canal mais sobrenatural do Brasil.

Esperamos vê-los em breve. Até lá.

 

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