O Jogador da Seleção Que Largou o Futebol Para Ser Um Criminoso

Imagine um jogo onde cada jogada é uma aposta e o prêmio é sempre a glória eterna em todos os aspectos.  Lá está ele, o jogador que não só sonha, mas vive em um mundo onde os sonhos são feitos de gols e aplausos.  As mulheres mais lindas e gatas do mundo e as marcas mais cobiçadas do planeta competem pelo seu espaço.

As ruas se transformam em passarelas para os seus carros luxuosos.  Mas o jogo fora do campo tem regras que ninguém quer quebrar.  E se o preço desse sonho for mais alto  do que os salários milionários?  Se a fortuna pedisse uma aposta na qual  a ficha mais valiosa é a sua liberdade?  Alguns jogadores jogam pelo amor ao jogo.

Outros jogam por recompensas  que vão além do campo. E você sabe do que eu tô falando.  Promete.  O jogador que tinha tudo. Escolheu um caminho  onde os gols são segredos  e os troféus são feitos de decisões duvidosas. De ídolo a fugitivo, de campeão a suspeito. Sua vida  se tornou um jogo de alto risco, onde cada movimento e cada capítulo é um gigante mistério.

Ele trocou  o calor das multidões do estádio de futebol pelo frio da Rússia. E agora, a cada gol, ele não sabe se o próximo apito será do juiz ou será da polícia.  A história de Quincy Promes é um lembrete.  No jogo da vida, às vezes, o maior adversário é a escolha que você faz.  Quincy sempre foi aquele menino que não se encaixava nas regras,  que pulava aulas para viver suas próprias aventuras.

Com 10 anos de idade, ele já era o rei da escapada,  não pra correr atrás das notas, claro, mas pra curtir a própria vida.  Aos 16, o cara já era uma joia do Ajax,  mas tinha um gênio forte, tanto que acabou sendo chutado pra fora da academia.  Ele não escondia seu jeito rebelde, falava o que pensava e vivia do jeito que ele queria.

Poderia ter sido o fim da linha pro futebol dele,  mas a sua mãe insistiu  e não deixou ele desistir de qualquer maneira. Coen se achava que sem o Ajax era game over,  mas ele tava enganado. Fora da academia, ele achou seu lugar no Harlein, um time pequeno,  mas foi lá que o jogo virou pra ele. Depois, o Twente deu a Real o chance que ele precisava.

E aí, no terceiro ato dessa história, ele assinou seu primeiro contrato profissional e começou a  jogar na Eredivisie, mostrando que ainda tinha muita história pra rolar.  Num piscar de olhos, 3 meses voaram e ele estava no Go Ahead Eagles, um time que não  era dos grandes, mas que deu a chance que ele precisava pra brilhar de novo.

Não era a mesma relevância que ligas como Premier League, mas pra alguém que já tava  se vendo como um atendente de um McDonald’s, foi uma grande reviravolta na vida.  E quando as coisas começaram a dar certo  Veio a surpresa  O mentor dele era nada mais nada menos que  Eric Ten Hag, o atual técnico do Manchester United  Só que naquela época  Estava começando a carreira de técnico no profissional  Depois de uma vida treinando a molecadinha  E uma carreira discreta como zagueiro  Ten Hag enxergou o talento do Quincy

E com um pouco da sua experiência  Transformou o cara num baita jogador Com 17 gols e 11 assistências depois, o meio campista virou o  xodó da galera, ganhou o apelido de promesse e levou o Goaher Eagles para o sexto lugar que  ninguém esperava, botando o time nos playoffs da Europa League.

Com 3 gols e 1 assistência em 3  jogos, ele deixou todo mundo de queixo caído, colocando o time de volta no topo depois de uma década num limbo.  E não parou por aí.  Com um jogo que ninguém esperava, ele foi eleito o melhor jogador jovem do país e fez  o Twente correr atrás dele de novo.  E continuou surpreendendo.  Em novembro ele fez uma sequência de 12 gols em 13 jogos que deixou todo mundo de boca  aberta.

Mas aí o destino deu uma rasteira nele, e depois de uma queda feia em campo, uma lesão  no joelho mandou ele direto pra mesa de cirurgia, dando uma pausa indefinida na carreira que  tava só decolando.  A volta de promes aos gramados foi aquelas que fazem a galera perder o fôlego.  Ele voltou com tudo, marcando gol atrás de gol e distribuindo assistências como quem  distribui planfletos na rua.

E não é que o esforço rendeu.  Em um certo dia ele foi convocado para a seleção e garantiu um lugarzinho na preparação  da copa do mundo.  Os clubes grandes começaram a se interessar nele, de Juventus ao Barcelona, mas foi Spartak  Moscou que fechou o negócio.  E olha, não foi tão novidade assim, porque o Promes já tinha a fama de mercenário desde  os tempos de gol a Red Eagles.

A sua vida era completamente regada ostentação nas redes sociais,  mas depois de uma chuva de críticas, tentou dar uma de focado e limpou seu Instagram.  Só que a mudança, a mudança só foi para a inglês ver,  e a sua ida para o Spartak deixou todos com a pulga atrás da orelha.  Na primeira temporada em Moscou, o Promes não brilhou tanto,  fez uns 13 gols e deu 5 assistências.

Meio apagado para o que todos os torcedores esperavam dele.  Até porque a liga russa tem um futebol muito fraco.  Mas mesmo assim, ele levou o prêmio de melhor jogador do clube, mesmo com alguns boatos  de que ele iria sair do clube tempos depois.  Mas isso não passou só de bobageiras.  Na temporada seguinte, ele jogou muito, foi o melhor jogador do mês várias vezes e fechou  o ano com 18 gols em 18 jogos.

Isso colocou ele na mira de times grandes como o Liverpool e também o Real Madrid.  Mas ele surpreendeu todo mundo e decidiu renovar com o Spartak, ganhando um salário de R$  que nem nos seus sonhos ele ganharia.  E até que valeu a pena pro Spartak, tá?  Apesar de algumas lesões, o Promes mandou bem, liderou as resistências da liga e fez 12 gols.

Na média de quase um gol por jogo, e ainda marcou o gol que deu o título da liga pro Spartak  depois de 16 anos na seca.  Quando perguntaram pra ele se essa era a melhor fase da carreira dele,  o Promes deu aquele sorrisinho maroto e deixou a resposta no ar.  Ignorando até o Manchester City,  ele ficou mais uma temporada no Spartak,  brilhando mais que todas antes.

Fez 31 gols, incluindo um show contra o Sevilla,  com dois gols e duas assistências  numa vitória de 5 a 1,  mesmo com só 32% de posse de bola.  A temporada foi de ouro mesmo,  e ele levou o prêmio de melhor jogador russo do ano  e ainda recebeu uma proposta de 40 milhões de libras do Southampton.  Mas o Promes é do tipo que segue o próprio caminho  e continuou fazendo história no Spartak,  com gols de cair o queixo e escolhas que ninguém,  absolutamente ninguém, nem o seu próprio empresário, esperava.

Só que a história fica mais interessante aqui.  Quando o Spartak não conseguiu se classificar para a Liga dos Campeões,  o Promes foi mandado embora pelo seu comportamento e decidiu ir para o Sevilla,  um time que ele tinha destruído meses antes.  E a transferência foi cheia de burocracia,  com o Sevilla bagunçando tudo, absolutamente tudo o que podia,  colocando o cara para jogar até de lateral esquerdo,  uma posição que tinha tanto a ver com ele quanto sushi tem a ver com feijoada.

Quincy Promise, o cara que já foi o rei dos gramados na Rússia,  viu seus gols secarem e a magia sumir naquela temporada que ninguém quer lembrar.  Depois de um ano jogando sem muito brilho, ele voltou para a Jax,  agora nas mãos do Ten Hag, o mesmo que tinha feito ele brilhar antes.  Era um retorno para casa, mas a situação não era tão boa quanto antes.

Na montanha russa da vida do Promes, ele viu toda sua fama e o seu preço do mercado caírem  depois de uma temporada ridícula.  Mas como já mencionei antes, o Promes é daqueles que não desistem fácil.  Com apenas alguns jogos no início da temporada, ele voltou com tudo, marcando 10 gols e 3  assistências nos primeiros 14 jogos.

Ele virou o terror dos adversários na Liga dos Campeões e num jogo contra o Chelsea  ele bateu no peito e foi o cara, deixando todo mundo de boca aberta com um empate de  4×4.  Mas quando todo mundo tava esperando ele voar mais alto, veio a bomba.  O Promise foi pego pela polícia, suspeito de ter se envolvido numa briga feia que acabou em tentativa de homicídio.

Algumas histórias dizem que ele estava bêbado numa festa de família  e por causa de um colar de 3 mil euros, ele perdeu totalmente a razão.  e por causa de um colar de 3 mil euros, ele perdeu totalmente a razão.  No fim, o primo dele saiu machucado e o Promes ficou com a suspeita de tentativa de homicídio nas costas.

Mas como o Brasil não é o único país com problemas, ele também foi solto na Holanda e ficou esperando e aguardando pelo seu julgamento que parecia nunca chegar.  Enquanto isso tudo acontecia, com muita pressão da mídia e algumas lesões em campo, ele  acabou ficando de fora da seleção holandesa para a copa do mundo, dando adeus a chance  da sua vida.

Mas uma coisa muito estranha e muito bem arquitetada estava prestes a acontecer.  A história do Promes teve uma reviravolta gigante quando ele voltou para o Spartak em  fevereiro na Rússia.  Essa transferência não só foi uma questão de voltar a jogar futebol e nem de fugir da mídia, essa transferência foi bem na hora que ele foi  acusado formalmente e estava prestes a ser preso preventivamente.

Sem um acordo de extradição entre  a Rússia e a Holanda, todos no mundo do futebol ficaram com uma pulga atrás da orelha.  Agora eu te pergunto, será que foi uma jogada pensada ou só foi uma mera coincidência?  Mas a partir de agora, o futuro de Promes começa a tomar um rumo ainda mais interessante.  Quando as coisas apertaram na mídia internacional, ele se viu num lugar frio onde parecia que  ninguém podia tocar nele, ou até mesmo tirar a sua liberdade.

Por mais que ainda não tivesse provas concretas naquele momento, a ida para a Rússia não poderia ser questionada, só Deus sabe o que esse cara sabe das pessoas  importantes lá e o que faz ele ser tão protegido assim.  Mas em 2020, a polícia holandesa descobriu um grande segredo, 4 toneladas de coca escondidas  num porto prontas para serem despachadas.

E como num filme de investigação, gente  ligada ao Promise até  parentes foram pegos e presos, acusados de tráfico e lavagem de dinheiro. Às vezes,  parece ser até um roteiro de cinema, basicamente como um herói do futebol, na Rússia,  virando um personagem envolvido no mundo oculto do crime organizado.  Mas não parecia só uma mera coincidência.

A polícia que no início nem tinha motivos para investigar o Promise,  de repente se viu diante de uma descoberta.  As conexões do Promise não eram só amizades,  mas laços com pessoas que estavam presas.  O palco foi montado, a vigilância aumentou,  o telefone do Promise foi grampeado  e virou o ouvido da lei que estava apenas esperando pegar alguma confissão bem na surdina.

No meio de um destino incerto, Promes enfrentava o eco das suas próprias palavras,  uma confissão que sem querer ressoava como mais uma prova.  Seu pai ligou pra ele e disse,  Você inventou de ir atrás dele, Quincy?  Olha no que deu, eu não quero que você se meta em problemas.  E a resposta de Promes foi,  Ou era ele, ou era eu, tá ligado? E nessas palavras talvez já denunciasse seu futuro destino.

Enquanto a polícia escutava suas chamadas telefônicas, Promes teve uma ideia absurda,  uma ideia brilhante de gênio, ligar para sua mãe e para sua tia.  Sua mãe com a voz trêmula dizia que o primo golpeado por ele estava indo para o hospital.  Promes perguntou aonde ele tinha sido atingido, quando sua mãe confirmou.

Logo em seguida,  ele ligou para sua tia, pedindo desculpas e tentando se justificar.  Minha lealdade é com você, tia. Quem quiser te roubar, eu apago. Não tem papo.  E com uma confissão que arrepiava, admitiu, ele teve sorte de não estar com uma  quadrada, senão o estrago que eu fiz seria ainda pior.

Conforme a temporada passava, a justiça  holandesa reuniu tudo a respeito do Promes e as evidências iam se acumulando cada vez mais. Mas  o destino, em sua ironia, adiou o julgamento porque uma testemunha tinha ficado doente.  e perdiou o julgamento porque uma testemunha tinha ficado doente.

Enquanto Promes estava seguro lá na Rússia, do outro lugar do mundo,  as autoridades holandesas confiscavam todos os seus bens de luxo, de propriedades a carros de luxo.  Mas de volta ao campo, Promes encontrava seu santuário, sua forma ressurgindo como reflexo  de dias gloriosos. Contudo, a realidade do Spartak, terminando a temporada em um distante décimo  lugar, fazia com que Promes perdesse o resto do seu prestígio.

Os meses foram se passando  e mais um capítulo se desenhava. A narrativa de Promes alcançou seu ápice em salas de  tribunal, onde o destino é decidido por provas e argumentos. A polícia, sempre na espreita  dele, viu o julgamento ser adiado mais uma vez.  Os advogados de Quincy questionaram muitas vezes a validade das provas, mas o destino sempre certeiro mudou as regras.

As acusações da tentativa de homicídio se transformaram em agressão agravada, dando um poder superior a toda essa questão.  Os promotores exigiram dois anos de prisão, mas Promes escapou das grades da justiça com apenas 18 meses.  Só pode ser no Brasil, mas não é.  Seu advogado, trabalhando incansavelmente, já estava preparando seu próximo passo.

E o Spartak, mostrando toda sua justiça à russa, anunciou que nenhum escândalo fora do campo impediria o Promes de pisar no campo.  Na trama que é a vida de Prince Promes, cada capítulo parece mais inacreditável que o anterior.  No auge da sua carreira esportiva, ele encontrou um ritmo inigualável, marcando 25 gols e  10 assistências na última temporada.

Uma façanha que desafiava não só os adversários no campo, mas também todas as coisas que  aconteceram na sua vida.  Mas Promise, sempre imprevisível, decidiu entrar em uma nova profissão para se manter  no país.  A música.  Em meio a uma enxurrada de acusações e suspeitas, ele começou a fazer rimas e batidas.

Uma jogada que parece muito desconectada da realidade, mas que faz total sentido para  seus advogados.  A justiça, com a paciência e precisão de um caçador olhando para sua presa, continuou  na espreita determinada  a provar a sua ligação com o submundo do crime.  E então, como se a vida já não fosse problemática o bastante, surge a figura de Piet Wurthel,  um grande barão das drogas cuja sombra se projeta sobre a história do Promes.

Wurthel, que agora atrás das grades, é o tipo de vilão que se espera encontrar em  uma série da Netflix como por exemplo Narcos,  e não na biografia de um jogador de futebol.  As provas vão cada vez mais se acumulando, cada uma carregada com o peso do drama e da ironia.  Promps, que estava supostamente endividado com o Hortel,  após um erro que permitiu uma gangue rival roubar um suposto carregamento de coca,  agora enfrenta a possibilidade de ser um dos principais suspeitos  e cabeça de uma operação de tráfico internacional.

A chave para desvendar esse mistério pode estar em uma mensagem de texto encriptada,  interceptada pelas autoridades há um bom tempo, que indica que o Promes está envolvido  até o pescoço.  As palavras, a outra metade está segura, continua com o trabalho, podem muito bem ser  a prova que conecta Promes ao submundo criminoso.

Um elo que poderia arrastar ele das alturas do estrelato do futebol mundial  para as sombras do crime organizado.  Mas isso não durou tanto.  Em 14 de fevereiro de 2024, Promes foi condenado a 6 anos de prisão  após ter sido considerado culpado por tráfico.  Mas como ele está protegido na Rússia,  Promes foi colocado na lista internacional de procurados,  além de perder 15 propriedades em toda a Europa.

Mas 15 dias depois, ele foi detido no aeroporto internacional de Dubai.  Ele continua preso, com a Holanda tentando a todo custo e a todo momento extraditar ele  para poder prender definitivamente.  E assim, a história de Queen’s Promise repleta de altos e baixos,  de glórias e quedas, continua a se desenrolar.

Cada gol, cada rima, cada acusação acrescenta uma nova camada  e uma história que já é densa.  Uma narrativa que captura a imaginação e mantém o mundo em suspense,  aguardando o próximo capítulo dessa história.

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