Ronaldo: A LENDA que GANHOU o MUNDO com o JOELHO ESTOURADO

Ronaldo sofre uma lesão numa região que impossibilita correr, chutar e até mesmo andar.  Provavelmente Ronaldo não voltará a jogar futebol mais.  Diversos médicos dão sua carreira como acabada.  É um cara que machuca a perna do jeito que ele machucou, né irmão?  Pra mim acabou. Já era.  Eu me entreguei ao filé, acreditei nele, na fisioterapia e fui.

 Após dois anos, Ronaldo Fenômeno está de volta.  E aí a história começou a ser outra.  No início de sua carreira, Ronaldo foi questionado por um jornalista sobre seu mais profundo temor no mundo do futebol.  Sua resposta foi surpreendente, pois não se tratou do medo de fracassar em sua carreira ou falhar em momentos decisivos em campo, como a maioria dos atletas.

 O maior temor que o assombrava, de forma implacável, eram as lesões.  Um medo.  Na minha carreira, de cont implacável, eram as lesões. E sim, contrariando tudo o que ele havia dito,  foi justamente a presença constante de lesões que atormentou Ronaldo ao longo de sua carreira.  Na temporada de 1998-99, Ronaldo sofreu com o início das lesões, limitando sua participação em campo e apenas 28 partidas,  nas quais marcou 15 gols, representando menos da metade do que havia marcado em sua primeira temporada no campeonato italiano.

 Ronaldo chegou à Copa do Mundo de 1998 enfrentando dores e incômodos no joelho, o que evidenciava seu estado físico abalado.  É verdade que ele está tomando infiltrações, injeções de analgésico para poder jogar?  Qual é a verdade sobre esse joelho?  Na época, a imprensa relatava que o jogador queixava-se frequentemente das dores persistentes,  sendo necessário acompanhar o uso de anti-inflamatórios,  mas Ronaldo negava, buscando preservar sua imagem e minimizar a repercussão dos problemas físicos.

 Desde a última sexta-feira, Ronaldinho tem feito tratamento no joelho na concentração da seleção.  O campeonato italiano era reconhecido por sua alta exigência física,  com treinamentos  intensos realizados pelos times italianos.  Após as partidas no domingo, na segunda-feira, o elenco se reunia novamente para realizar  corridas intensas de 8 a 9 quilômetros.

 Ronaldo estava ciente dos impactos que esse ritmo rigoroso poderia ter em seu corpo no  futuro, e o tempo acabou provando que suas  preocupações eram justificadas. A Inter de Milão tomou medidas preventivas ao contratar um doutor  especializado para monitorar seus tendões.

 Sabia-se que algo não estava certo com Ronaldo,  mas ninguém pensou em cirurgia para prevenir algo mais grave. E contrariando tudo, aconteceu o que eles mais temiam.  Aos 13 minutos do segundo tempo, pouco tempo após marcar um gol contra o Lecce em novembro de 1999,  Ronaldo tentou recuperar uma bola, mas logo sentiu algo de errado e sua perna direita ficou travada.

 Era seu joelho novamente. A partir desse momento, Ronaldo estava prestes a enfrentar o maior pesadelo de sua carreira.  Ele pediu para ser substituído e andava normalmente, mas quando cheguei no vestiário e dobrei  o joelho dele, vi que o centro do tendão estava rasgado.  Esta foi a primeira lesão grave de Ronaldo, relatou o ex-fisioterapeuta do crack.

 Em seguida, Ronaldo partiu para Paris para realizar a cirurgia.  Decidimos operar apenas a parte que havia sido lesionada, e isso foi um erro sério, afirmou o cirurgião.  Apesar da lesão grave, Ronaldo demorou apenas cinco meses para voltar ao campo,  e a Inter foi rigorosa em garantir que ele estivesse pronto.

 No entanto, ali foi onde tudo estava prestes a vir ladeira abaixo.  Estava tudo perfeito para o brasileiro, sendo a semana mais feliz de sua vida. Seu filho havia  nascido e ele havia recebido a autorização médica para jogar por apenas 20 minutos na final  da Copa Itália contra Lásio.  Aos 32 minutos finais, Ronaldo foi chamado pelo técnico e o estádio inteiro parou para  acompanhar o emocionante retorno do brasileiro após cinco meses lesionado.

 No entanto, o destino foi implacável.  Em uma reviravolta trágica, toda a euforia e alegria durou apenas seis minutos.  Ronaldo entrou em campo.  Seis minutos depois, ele tentou o seu tradicional drible,  aquela famosa passada tida com a sua marca registrada.  na entrada da grande área, mas, de repente, tudo mudou naquele 12 de abril de 2000.

 Num estalo, um som alto e impactante ecoou vindo do joelho direito do atacante,  que, após uma arrancada, desabou no gramado, gritando e chorando muito.  Os jogadores da Lazio rapidamente tocaram a bola para fora do jogo, pois logo ficou  claro que Ronaldo havia sofrido uma lesão devastadora no joelho.

 O árbitro paralisou a partida imediatamente e o silêncio pairou sobre o estádio.  O coração dos presentes se apertou de aflição enquanto esperavam a chegada da maca.  Até mesmo o experiente jogador Christian Panucci levou as mãos à cabeça.  Zamorano, homem de fé, paralisou totalmente e começou a rezar fervorosamente  ao testemunhar aquela cena caótica do brasileiro.

 Ronaldo foi colocado na maca com a cabeça entre as mãos  enquanto todo o estádio olímpico se levantava para aplaudir o vencedor da bola de ouro.  A gente ouviu um barulho, um barulho de algo estralando.  Na hora, todos nós desesperamos porque foi um som muito, mas muito alto”, afirmou um dos que  presenciou aquela cena.

 Imediatamente senti a rótula do meu joelho subindo pela minha coxa.  Então eu chorei e gritei, não tanto pela dor, mas sim pelo desespero.  A dor mais forte foi a do meu peito.  Só passava pela minha cabeça que ali era o meu fim no futebol, disse Ronaldo,  com uma mistura de angústia e tristeza em suas palavras.

 233 gols tinha Ronaldo Fenômeno aos 23 anos, quando sofreu a lesão mais grave da carreira.  Com essa mesma idade, o argentino Lionel Messi tinha 148 gols e o português Cristiano Ronaldo 115.  Para mim, a vida parecia começar e terminar no campo de futebol.  Quando meu joelho foi destruído, eu senti que a minha vida tinha sido levada embora, descreveu o jogador.

 Eu senti que a minha vida tinha sido levada embora, descreveu o jogador.  Na Itália, o doutor, médico da Internacionali, na época, anunciava o diagnóstico terrível.  Ele rompeu a estrutura mais sensível e grave que existe, o tendão que possibilita correr, chutar e arrancar.

 De acordo com o ex-fisioterapeuta, a lesão sofrida por Ronaldo foi extremamente rara,  sendo descrita por ele como a pior lesão já vista no futebol.  Em busca de alternativas de tratamento, Ronaldo decidiu viajar para os Estados Unidos, já abalado mentalmente.  Ao chegar lá, recebeu uma notícia avassaladora do médico, que disse,  Ronaldo, com muita sorte, você voltará a andar.  Ronaldo, com muita sorte, você voltará a andar.

 Ronaldo saiu lá desesperado, mas ao mesmo tempo motivado para mostrar ao mundo e a esse médico quem era o verdadeiro fenômeno.  Enquanto isso, o francês Gerard, o responsável por mais uma cirurgia na carreira do jogador, era curto e grosso.  Os milagres não existem.  Ronaldo precisa de pelo menos oito meses para recuperação e ainda, não pode dizer que voltará a jogar futebol.

 Lembrando que Ronaldo havia rompido o tendão 144 dias antes.  Ele continuou descrevendo a gravidade da situação.  Se eu mostrasse as fotos que tenho desse caso, você não acreditaria. Logo após a cirurgia, o joelho dele estava do tamanho de uma bola de futebol. Eram  três ou quatro tubos drenando  sangue. Foi algo inacreditável.

 Tivemos alguns momentos no hospital  em que ele estava chorando porque queria  morfina para parar a intensidade  da dor. Ronaldo, em meio  à incerteza e desafios, fez  um pedido comovente ao médico. Um dia,  no meio da noite, ele me ligou e pediu  me diga que vou poder jogar futebol de novo, por favor, não minta pra mim.

 Eu estava lá, no início de uma reabilitação, quando o mundo inteiro estava dizendo que  ele não seria capaz.  A ciência dizia que era improvável e os médicos tinham dúvidas, finalizou.  Foi então que os meus limites foram realmente testados.  Assim começaram quase dois anos de exaustivo trabalho de reabilitação, com Ronaldo dedicando-se  incansavelmente por até 10 horas por dia, sem interrupção, em busca de sua recuperação.

 Enquanto a mídia e diversos médicos davam sua carreira como acabada, uma frase ecoou  em meio ao turbilhão de notícias tristes, dando-lhe uma faísca de esperança.  O cirurgião disse as seguintes palavras,  eu garanto o Ronaldo de volta aos gramados,  mas não garanto o fenômeno de volta.  A ideia de que sua história terminaria ali,  em seu auge, com apenas 23 anos de idade,  simplesmente não entrava na mente de Ronaldo.

 Então ele trabalhou duro para provar a si mesmo e ao mundo  que ainda era capaz de superar  todas as adversidades, e realmente  superou. Mas as turbulências  na vida de Ronaldo estavam  longe de acabar. Quando ele estava  no final do seu tratamento, a Inter  contratou o técnico argentino  o Héctor Cooper, que se tornou uma pedra no sapato do brasileiro.

 Cooper era um argentino durão, e Ronaldo não se encaixava nesta narrativa.  Ele ficou com a ideia fixa de que Ronaldo era o problema do time e que não valia a  pena contar com o craque.  Cooper foi o pior treinador que eu já tive em minha carreira.  O método de trabalho do treinador acabou prejudicando Ronaldo.

 Cooper fazia os jogadores correrem 4 quilômetros todos  os dias como forma de aquecimento, o que se tornou um grande pesadelo para o atleta que  estava retornando de uma lesão gravíssima. “- Eu já saía de casa pensando nisso. Eu não  queria ir treinar”, afirmou Ronaldo.

 “- Como alguém consegue ter raiva do Ronaldo? Com exceção do  Hector Cooper, todo mundo amava ele”, afirmou seus ex-companheiros de equipe.  O relógio estava correndo, a Copa do Mundo estava se aproximando  e Ronaldo precisava de minutos em campo para ser convocado.  No entanto, para sua frustração, Cooper parecia não dar a mínima importância para sua situação.  Ninguém sabe realmente se o Ronaldo vai ter as condições necessárias ou não.

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 Diante dessa situação delicada, Ronaldo tomou uma decisão crucial.  Ele decidiu voltar ao Brasil em busca de sua recuperação.  No entanto, surgiram dúvidas.  Ele está vindo ao Brasil realmente para se recuperar fisicamente ou tem outros planos?  Como pular carnaval, por exemplo?  Agora é voltar para a Itália, me apresentar, me colocar à disposição e jogar.

 Após entrar em forma e voltar para Milão, Ronaldo estava confiante e capacitado, pronto  para retomar aos gramados.  No entanto, o grande obstáculo continuava sendo o técnico Hector Cooper.  Por ser argentino, a rivalidade com o Brasil intensificou os rumores de que ele estava  fazendo o papel para impedir a convocação de Ronaldo para a Copa do Mundo de 2002.

 Parecia até mesmo uma perseguição.  Cooper via seu time perdendo de 2, 3 a 0 com o maior jogador do mundo no banco e não o colocava para jogar.  Já tinha passado dos limites.  Após intensa pressão da mídia e dos torcedores, Cooper foi obrigado a colocar Ronaldo em campo, o que ele mais queria.  Imagina ficar 419 dias, 2 horas, 23 minutos e 9 segundos sem fazer o que você mais gosta, sem fazer gol.

 É assim que eu tava.  É.  Tava.  E assim foi. Ronaldo mostrou que o fenômeno estava mais vivo do que nunca ao marcar sete gols em dez jogos em sua primeira temporada depois da lesão.  Senhoras e senhores, o fenômeno está de volta. Ronaldo marcou três gols e levou a Internazionale para a grande final.  No entanto, a alegria foi ofuscada pela derrota da Internazionale na Copa do Campeonato Italiano.

 Ronaldo associou aquela derrota como mais uma possibilidade, além da lesão recente de não ir à Copa do Mundo.  22 eu tenho absoluta certeza que já estão na minha lista.  Um, eu ainda tenho uma pequena dúvida.  Esse único jogador era Ronaldo ou Romário.  Um dos dois iria para a Copa.  Essa declaração de Felipão deixou Ronaldo ainda mais aflito.

 Mas no fim, deu tudo certo para o craque brasileiro.  Ele foi convocado e a história foi escrita.  O atacante produziu uma das melhores atuações da história da Copa do Mundo,  marcando oito gols em todo o torneio para levar o Brasil ao Penta,  incluindo uma dobradinha na final.  Porém, desde as quartas de final até a decisão final,  ele jogou com um incômodo na coxa esquerda.

 Foi esse momento que surgiu o famoso corte de cabelo cascão, uma estratégia para desviar  o foco da lesão que ele havia  sofrido na reta final do torneio.  Na semifinal, a lesão o afetou a ponto de não conseguir chutar a bola em cheio e ele  foi obrigado a improvisar, chegando até mesmo a marcar um gol com o biquinho da chuteira  devido às fortes dores na região da coxa.

 Depois de mais de dois anos de trabalho de recuperação, a recompensa veio.  Depois de mais de dois anos de trabalho de recuperação, a recompensa veio.  E da forma que ele sempre sonhou, exatamente como ele havia descrito anos antes, conquistar o Penta jogando.  Você tem um sonho?  Ser Penta campeão jogando.

 Se não fossem as lesões, será que Ronaldo poderia ter aumentado sua prateleira de títulos?  Escreva aqui nos comentários que eu quero saber.  É, meu amigo, um vídeo como este você não poderia deixar de compartilhar com seus amigos.  Aproveite também para deixar o seu like, que nos ajuda a continuar trazendo novos conteúdos como este.

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