ANCELOTTI CONFESSOU CHORANDO POR QUE NÃO QUER REPETIR O JOGO CONTRA A NORUEGA
Cinco Ligas dos Campeões levantadas, 316 títulos oficiais, o único técnico do planeta que ganhou a Champions como jogador e como treinador do mesmo clube. E esse mesmo homem eliminou o Brasil da Mundial contra a Noruega. O Brasil inteiro pergunta se a seleção pode voltar para o Mundial e o único que não quer voltar é o homem do banco, Carlo Anchelote, italiano.
R0 milhões deais por ano, até 2030. Ancelote não veio ao Brasil para vencer o Mundial. Ancelote veio receber. Hoje vai saber a verdade oculta do técnico do Brasil, porque não quer repetir o jogo. E algo ainda mais grave, é o primeiro técnico estrangeiro da seleção que chega com uma condenação firme por evasão fiscal.
4 anos e 9 meses de prisão pedidos pelo Ministério Público. 1.62.000€ sonados ao Estado espanhol. E o mais grave de tudo, mesmo que a FIFA anulasse o jogo e o Brasil regressasse amanhã, tem uma coisa que já não volta. A camisa número 10. O Neymar retirou-se chorando desta vez para sempre por culpa do Antielote.
Este vídeo não fala de um jogo perdido. Ele traz o expediente do homem mais caro da história do banco da seleção brasileira. Sem inventar palavra nenhuma. Vai ver com documento na mão, com sentença firme do Tribunal Superior de Justiça de Madrid e com o nome do dirigente que assinou aquele contrato no dia 12 de maio do ano de 2025, 5 de julho do ano de 2026.
Estádio Matlife, East Ruford, estado de Nova Jersey, Estados Unidos da América. 4:37 da tarde no horário local. Brasil 2, Noruega 1. O árbitro central do jogo, o iraniano Aliza Fagani, apitou o final da partida. Os jogadores brasileiros caíram no relvado um por um. Marquinhos do O Paris Saint-Germain francês tapou o rosto com a camisola amarela.
Alisson Becker do Liverpool inglês, sentou-se dentro da baliza com as mãos na cara. Vinícius Júnior do Real Madrid andou devagar até ao meio campo e o Neymar da Silva Santos Júnior ficou de joelhos dentro do círculo central do estádio Mat Llife. Rezando sozinho. O italiano Carlo Anchelote saiu do banco do setor visitante a caminhar para o vestiário.
Passou ao lado do Neymar sem se aproximar. não abraçou nenhum jogador brasileiro e atravessou o relvado com as mãos dentro do bolso das calças do fato sem cumprimentar o técnico noruguês Stol Solbaken. Chegou ao túnel do setor visitante do Mat Llife. Ali estava à espera do repórter brasileiro da Rede Globo com o microfone na mão.
O protocolo oficial da Federação Internacional de Futebol Associado obriga todos os técnicos do Mundial a falar na saída do relvado. A obrigação está assinada dentro do contrato de participação de cada federação nacional no Mundial do ano de 2026, sem exceção. E o Anchelote passou à frente do microfone sem abrir a boca, diretamente para o vestiário.
58 minutos completos de silêncio dentro do balneário visitante do estádio Matlife de New Jersey. 58 minutos onde ninguém da equipa técnica brasileira soube o que estava a acontecer lá dentro. Os jogadores do Banco de Reservas, o coordenador-geral da seleção, Rodrigo Caetano e o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, ficaram do lado de fora do balneário sem receber uma única informação do treinador italiano.
58 minutos, onde todo o Brasil sentado em frente da televisão, esperou uma única palavra do italiano mais caro da história, do Banco da Amarelinha. 5:47 da tarde, hora local, sala de conferência de imprensa do estádio Matlife. O Anchelote chegou vestindo um fato azul escuro e uma camisa branca sem gravata.
Sentou-se em frente do microfone principal da sala, olhou para a câmara da Federação Internacional de Futebol Associado e esperou pelas perguntas começarem. 12 questões respondidas no total, 12 minutos de conferência de imprensa, quase todas as perguntas colocadas por jornalistas brasileiros. Quase todas as respostas ditas em italiano e em português mal pronunciado pelo próprio Anchelote.
Primeira pergunta do repórter da Rede Globo do Brasil. Tradução textual publicado pelo próprio canal Terra do Brasil nessa mesma noite. Ancelot, diz-me se o Brasil merecia perder este Campeonato do Mundo. Resposta textual do italiano Carlo Ancelotti ao jornalista brasileiro da Rede Globo, segundo transcrição publicada pelo canal Terra do Brasil na edição do dia 5 de julho do ano de 2026.
Obviamente que estamos todos profundamente tristes. Acho que fizemos até agora não um mundial especial, um bom mundial. E acho que também o jogo de hoje merecíamos ganhar. Fim da citação textual. Merecíamos ganhar. Estas duas palavras saíram da boca do técnico que tinha acabado de perder o jogo mais importante do Brasil em 24 anos sem Mundial, contra um país com 5 milhões e meio de habitantes que nunca tinha passado das oitavas de final de um Campeonato do Mundo antes daquele dia.
Segunda questão, coletivo Terra Brasil, 5 de julho do ano de 2026. Anchelote, diga-me se o senhor segue como técnico do Brasil. Resposta textual. E quando passa um momento assim, tem de pensar que uma derrota é o início de uma nova aventura. Temos que continuar a melhorar, encontrar novas ideias. Esta derrota é o início de um novo ciclo. Fim da citação textual.
Um novo ciclo? Esta foi a resposta textual do italiano Carlo Anchelote a pergunta sobre a continuidade do mesmo no banco da seleção brasileira. E essa foi a primeira confissão pública de que o Anchelote não ia demitir-se, porque o contrato do italiano com a Confederação Brasileira de Futebol tem data de vencimento oficial assinada por escrito, 31 de dezembro do ano de 2030, 5 anos e 6 meses ainda pela frente, com um salário mensal publicado pelo Jornal Desportivo Brasileiro G do Grupo Globo na edição do no dia 14 de maio do ano de 2025, R 5
milhõesais por mês, R 60 milhões deais por ano, R milhões deais no total durante os 5 anos completos do contrato. R milhões deais do Estado brasileiro da própria Confederação Brasileira de Futebol, assinados pelo homem que nesse mesmo 5 de julho do ano de 2026, no interior da sala de conferência de imprensa do estádio Mat Llife de Nova Jersey, em frente às câmaras da Rede Globo do Brasil, falou de uma nova aventura depois da pior campanha da seleção brasileira num Campeonato do Mundo desde o ano de 1990.
E este dirigente que assinou o contrato tem nome: Ednaldo Rodrigues, presidente da Confederação Brasileira de Futebol, desde março do ano de 2022, Salvador, estado da Bahia, empresário do sector agropecuário do interior baionense, sem experiência prévia dentro do futebol profissional quando assumiu a presidência da confederação.
O Ednaldo Rodriguees assinou o contrato do Antielote no dia 12 de maio do ano de 2025 dentro da sede da Confederação Brasileira de Futebol, no bairro da Barra da Tijuca, do Rio de Janeiro. Cinco pessoas dentro da sala, câmaras fechadas, sem declaração à imprensa nessa mesma noite. E 13 meses depois, esse mesmo Eddo Rodriguees estava sentado na tribuna oficial do Mattif Stadium, olhando como o italiano por ele contratado eliminava a seleção brasileira do Campeonato do Mundo contra a Noruega e não disse uma palavra a imprensa. Guardas esse nome, Ednaldo
Rodriguez, porque este nome vai aparecer três vezes mais dentro desse expediente. Uma na assinatura do contrato de maio do ano de 2025, outra na vídeochamada de maio do ano de 2026 e uma terceira no interior do vestiário do hotel de concentração da seleção brasileira 12 horas antes daquele jogo do dia 5 de Julho contra a Noruega com o mesmo Anchelote sentado ao lado dele.
5 de julho do ano de 2026, 8 da noite no hora local do estado de Nova Jérsia, 2h30 da madrugada no horário de Roma, Itália. O Anchelote terminou a conferência de imprensa, caminhou pelo corredor do estádio Matlife até ao estacionamento privado do setor visitante. Subiu para a carrinha oficial da Confederação Brasileira de Futebol, contratada para a comissão técnica durante toda a Taça e saiu do estádio com destino ao aeroporto internacional New Liberty, do estado de New Jersey.
No dia seguinte, 6 de julho do ano de 2026, às 11:14 da manhã, hora local do aeroporto de Nova Iorque, o Anchelote embarcou no voo internacional TAP 1214, com destino ao aeroporto Humberto Delgado, da cidade de Lisboa, Portugal. 8:45 de voo, escala técnica em Lisboa. E de Lisboa, vou diretamente para Roma, no voo doméstico TAP 723.
O Anchelote chegou a Roma na noite do no dia 7 de julho do ano de 2026, direto para a casa pessoal dele dentro do bairro de Parioli, do norte da capital italiana. E desse momento até à data de hoje, o italiano não voltou a falar publicamente sobre a eliminação da seleção brasileira do Campeonato do Mundo. Nenhum comunicado oficial, nenhuma entrevista concedida à imprensa italiana, nenhuma palavra publicada dentro das redes sociais pessoais do próprio Anchelote, fora do comunicado oficial da manhã do dia 6 de julho do ano de
2026, dentro da conta oficial do Instagram do próprio italiano. Palavras textuais do comunicado oficial do Antielote, publicado dentro da conta oficial do Instagram, no dia 6 de julho do ano de 2026 pelas 9:32 da manhã no horário de Roma. Hoje a dor é grande, mas a confiança no que estamos construir não muda.
Vamos seguir a trabalhar pela nossa seleção. Sempre juntos, sempre Brasil. Fim da citação textual e ponto final, fim do comunicado do Anchelote. E esse foi o único comunicado oficial do italiano até à data de hoje. 42 palavras completas publicadas dentro de uma conta pessoal de Instagram do próprio Anchelote a 9.
000 1000 km de distância do estádio Matlife de Nova Jersey, sem conferência de imprensa complementar, sem declaração oficial à Confederação Brasileira de Futebol, sem pedido formal à Federação Internacional de Futebol, associado por parte da Comissão Técnica do Brasil, 42 palavras, 5 anos e 6 meses de contrato assinado, R milhões deais ainda por receber e uma única imagem divulgada pela conta oficial do canal Rede Globo do Brasil dentro do telejornal Fantástico.
Nessa mesma noite do dia 6 de julho do ano de 2026, a imagem do próprio Ednaldo Rodrigues à saída do vestiário do hotel de concentração da seleção brasileira dentro da cidade de New Brunswick, do estado de New Jersey, às 11:47 da noite, à hora local, com o rosto vermelho, com os olhos inchados e com a camisa social do fato executivo desabotoada no colarinho.
O Ednaldo Rodriguez tinha ficado dentro do vestiário do hotel durante 4:50 completos. 4:50 minutos sem qualquer declaração pública à imprensa desportiva brasileira. 48 horas depois. Segunda-feira, dia 6 de julho do ano de 2026, 10 horas da manhã, no horário do Rio de Janeiro, sede oficial da Confederação Brasileira de Futebol, dentro do bairro da Barra da Tijuca.
Ednaldo Rodrigues convocou uma assembleia extraordinária da Confederação Brasileira de Futebol, 27 de presidentes das Federações Estaduais do Brasil, 12 membros do Conselho Fiscal Permanente da Própria Confederação e cinco diretores executivos do corpo administrativo. 44 pessoas dentro da sala principal do quinto andar do edifício da confederação, portas fechadas, sem acesso da imprensa desportiva brasileira, sem transmissão ao vivo dentro do canal oficial de YouTube da Confederação.
A assembleia durou 3:14 e do final da assembleia, segundo informação publicada pelo jornal desportivo G do Grupo Globo, na edição do próprio dia 6 de julho do ano de 2026, saiu uma única decisão oficial da Confederação Brasileira de Futebol. Decisão textual publicada pelo GE. Manter o técnico italiano Carlo Anchelote dentro do comando técnico da seleção brasileira até à finalização do contrato oficial assinado no dia 12 de maio do ano de 2025.
Fim da citação textual: Manter. Essa foi a palavra oficial da Confederação Brasileira de Futebol depois da pior eliminação da seleção brasileira num Campeonato do Mundo desde o ano de 1990. manter o italiano. E naquela mesma segunda-feira à tarde, dentro do comunicado oficial da confederação publicado às 17:36, no horário do Rio de Janeiro, apareceu uma informação adicional da Comissão Técnica Brasileira, informação textual do comunicado oficial da Confederação Brasileira de Futebol.
A seleção brasileira não vai apresentar qualquer pedido oficial de revisão do jogo do dia 5 de julho do ano de 2026 contra a seleção norueguesa perante a Federação Internacional de Futebol Associado. Fim da citação textual: Nenhum pedido oficial de revisão. Assinado por Edinaldo Rodrigues, assinado pelo mesmo homem que 14 meses antes tinha assinado o contrato de R$ 300 milhões deais do italiano Carlo Anchelote dentro da própria sala de reuniões executivas do quinto andar da confederação.
Enquanto o Anchelote estava a dormir dentro do apartamento do bairro de Parioli, em Roma, alguma coisa estava a acontecer dentro do Brasil. Alguma coisa que nenhum jornalista desportivo da Rede A Globo do Brasil contou-te esta semana. Alguma coisa que o Ednaldo Rodrigues não explicou. dentro da assembleia extraordinária da Confederação Brasileira de Futebol, convocada de emergência na segunda-feira, 6 de julho do ano de 2026, pelas 10 horas da manhã, hora do Rio de Janeiro.
E alguma coisa que o O próprio Carlo Ancelote não mencionou dentro da conferência de 12 minutos do estádio Matlife, 47 milhões de brasileiros abriram a aplicação do Google dentro do telemóvel nessa mesma madrugada do dia 5 para o dia 6 de julho. 47 milhões. Número oficial publicado pelo próprio departamento de tendências globais da Google Brasil dentro do relatório semanal de buscas da primeira ª semana do mês de julho do ano de 2026.
E as três primeiras pesquisas do Brasil durante estas primeiras 6 horas após do apito final do árbitro iraniano Aliereza Fagani dentro do estádio Matlife de New Jersey, foram as seguintes. Pesquisa número um: escrita textual dentro da aplicação Google, publicação oficial do relatório de tendências.
Vai ser repetido o jogo Brasil contra a Noruega. Número de pesquisa dois. A FIFA pode anular a eliminação do Brasil. Pesquisa número três. Quando o Brasil regressa ao Mundial 2026. 47 milhões de brasileiros fazendo três perguntas. Três perguntas ao maior buscador do planeta. E o homem que tinha todas as respostas dormia dentro de um apartamento do bairro de Parioli, da cidade de Roma.
Sem responder: “Guarda essa imagem. 47 milhões de brasileiros perguntando à Google se o jogo pode ser repetido. E o único que pode pedir a revisão oficial do jogo, o único que tem contrato com a Confederação Brasileira de Futebol para representar a seleção perante a Federação Internacional de Futebol Associado, o único homem do planeta que pode assinar um pedido de reclamação formal à FIFA por parte do O Brasil dormia em Roma sem assinar.
E esta é a primeira confissão oculta deste expediente, porque o silêncio do italiano tinha uma intenção específica, era um silêncio calculado, um silêncio assinado com nome e com regulamento oficial da Federação Internacional de Futebol Associado dentro do documento oficial publicado 6 meses antes do início do Mundial do ano de 2026.
O Anchelotte não pediu a repetição do jogo em nenhum dos três primeiros dias posteriores à eliminação da seleção brasileira do Campeonato do Mundo dentro do estádio Matlife de New Jersey. E essa decisão pessoal do Carlo Anchelote tem uma explicação documentada, uma explicação que o italiano não deu na conferência de imprensa de 12 minutos do estádio Matlife e que o Ednaldo Rodriguees não explicou dentro da Assembleia extraordinária da Confederação Brasileira de Futebol de 6 de julho do ano de 2026. E esta explicação tem um
nome, regulamento 45.3 da Federação Internacional de Futebol Associado. Regulamento de participação dos técnicos nacionais dentro das Taças do Mundo oficiais da Federação Internacional. Palavras textuais do regulamento 45.3. Publicação oficial da FIFA. Edição do no dia 15 de janeiro do ano de 2026. Documento oficial disponível dentro do portal oficial da Federação Internacional na sessão de regulamentos técnicos do mundial 2026.
Qualquer pedido de anulação ou repetição de jogo oficial do Campeonato do Mundo por parte do técnico de uma seleção nacional deve ser acompanhado de uma declaração jurada de responsabilidade civil sobre as decisões técnicas tomadas durante o jogo em causa. Fim da citação textual. Declaração jurada da responsabilidade civil do técnico sobre as decisões técnicas do jogo.
E é esse o motivo pelo qual o Carlo Anchelote, sabendo com antecedência desde o mesmo dia 15 de janeiro do ano de 2026, quando o regulamento foi publicado, decidiu não assinar qualquer pedido oficial de repetição do jogo contra a Noruega, porque uma declaração jurada de responsabilidade civil sobre as decisões técnicas do jogo do no dia 5 de julho do ano de 2026 dentro do estádio Matlife de New Jersey, exigiria do italiano confessar perante o Tribunal da Federação Internacional de Futebol, associado por escrito o seguinte:
confessar porque o Neymar da Silva Santos Júnior esteve 87 minutos completos no banco do setor visitante. Confessar porque o batedor oficial do penálti do minuto 13 do primeiro tempo foi o médio Bruno Guimarães do Newcastle inglês, com três penáltis oficiais cobrados dentro do tempo regulamentar em toda a carreira profissional e não o Vinícius Júnior do Real Madrid com 29 penaltis oficiais cobrados dentro do mesmo período de tempo.
confessar porque o avançado-centro norueguês Erling Brow Halland do Manchester City inglês ficou 79 minutos completos sem ser marcado dentro da grande área brasileira defendida pelo defesa Gabriel Magalhães do Arsenal inglês e pelo defesa Marquinhos do Paris Saint-Germain francês. Confessar porque o italiano decidiu ceder a posse de bola para um país com 5 milhões e meio de habitantes e uma liga profissional local que nunca produziu um jogador dentro do top 10 da bola de ouro europeia na história inteira do futebol mundial.
Confessar porque o jogo mais importante em 24 anos sem Mundial do Brasil foi perdido com a posse de bola entregue pro adversário. e confessar por o próprio Anchelote se recusou a falar na saída do relvado do estádio Mat Llife em violação direta do protocolo oficial da Federação Internacional de Futebol Associado assinado pelo próprio técnico italiano antes do início da Taça do Mundo dentro do hotel de concentração da seleção brasileira na cidade de New Brunswick do estado de Nova Jérsia no no dia 14 de junho do ano de 2026. Cinco
confissões, cinco assinaturas do próprio Antielote dentro de uma declaração juramentada oficial e uma única consequência jurídica, a responsabilidade civil do italiano sobre a eliminação da seleção brasileira do Campeonato do Mundo do ano de 2026, com coima pessoal direta do próprio Antielote aplicável pela Federação Internacional de Futebol Associado, com possibilidade de rescisão antecipada do contrato de 300 milhões de dólares deais assinado com a Confederação Brasileira de Futebol e com a carreira era profissional do técnico italiano
mais caro da história do futebol mundial, destruído em frente da imprensa desportiva europeia. Por isso, o Anelot não pediu a repetição do jogo e por isso o italiano dormia dentro de um apartamento do bairro de Parioli, em Roma, enquanto 47 milhões de brasileiros perguntavam ao Google se a seleção podia voltar para o Mundial.
O Anchelote não veio ao Brasil para ganhar o mundial. O Anchelote veio para receber. E para receber exige uma única coisa, não assinar nada. E essa primeira decisão de não assinar não é a única do expediente, porque o homem que se recusou assinar o pedido de repetição do jogo contra a Noruega é o mesmo homem que há 11 anos assinou outro papel dentro de uma sala da Audiência Nacional do Reino de Espanha.
Aquele papel também custou dinheiro, 1.62.000€ e 4 anos e 9 meses de prisão pedidos pelo Ministério Público Espanhol, assinados pela mesma mão. Aquele papel do Tribunal Superior de Justiça de Madrid tem data oficial assinada: 9 de julho do ano de 2025, quarta-feira, 4:38 da tarde, no horário de Madrid, Espanha, sala segunda da Audiência Provincial de Madrid, no interior do edifício do Palácio de Justiça da Rua General Castanhos, centro histórico da capital espanhola.
E nessa mesma hora, o Carl Ancelote estava dentro de um avião da companhia aérea TAP com destino à cidade do Rio de Janeiro. 8 dias antes, no dia 1 de julho do ano de 2025, o italiano tinha assinado o contrato oficial de início com a Confederação Brasileira de Futebol, 8 dias. Esse é o tempo exato que o Ednaldo Rodrigues teve entre os assinatura do contrato de 300 milhões de dólares deais do italiano e a publicação oficial da sentença de evasão fiscal do Tribunal da Audiência Provincial de Madrid. E aqui começa a segunda
confissão oculta desse expediente. No no dia 12 de maio do ano de 2025, quando o Ednaldo Rodriguees assinou dentro da sede da Confederação Brasileira de Futebol da Barra da Tijuca o contrato oficial do italiano Carlo Anchelote. O O Ministério Público Espanhol de Madre já tinha tornado pública a solicitação oficial de condenação contra o técnico italiano, 4 anos e 9 meses de prisão.
pedidos por escrito, publicados oficialmente pelo próprio Ministério Público do Reino de Espanha no dia 3 de abril do ano de 2025, 40 dias antes da assinatura do contrato do Ednaldo Rodriguez e publicados no âmbito da primeira página do Jornal Desportivo Espanhol As de Madrid na edição de dia 4 de abril do ano de 2025.
O Ednaldo Rodrigues sabia. O Ednaldo Rodrigues leu o jornal AS. O Ednaldo Rodrigues assinou mesmo assim, porque o contrato do Carlo Ancelote com a Confederação Brasileira de Futebol já estava negociado desde o mês de janeiro do ano de 2025, 4 meses antes da saída do italiano do Real Madrid espanhol e 3 meses antes do primeiro julgamento oficial dentro do Tribunal da Audiência Provincial de Madrid.
Palavras textuais do próprio Ednaldo Rodrigues concedidas ao canal Sport TV do Grupo Globo dentro da edição do dia 14 de maio do ano de 2025, dois dias após a assinatura do contrato. Ancelote é a melhor opção disponível para a seleção brasileira. O seu histórico desportivo fala mais alto do que qualquer outra questão pessoal.
Fim da citação textual. Histórico desportivo. Essas duas palavras. E foi essa a explicação oficial do homem que tinha assinado 8 horas antes o contrato desportivo mais caro da história do futebol mundial. No capítulo das seleções nacionais com um técnico estrangeiro com pedido fiscal de 4 anos e 9, meses de prisão aberta e publicado.
O caso fiscal do italiano Carlo Ancelotte dentro do Reino da Espanha começou 7 anos completos antes da assinatura do contrato com a Confederação Brasileira de Futebol. Ano de 2018. Ministério das Finanças do Reino de Espanha. Departamento de Investigação Fiscal Internacional dentro do Palácio do Ministério das Finanças da cidade de Madrid.
Os inspetores fiscais espanhóis abriram uma investigação oficial sobre os rendimentos pessoais do técnico italiano correspondentes aos exercícios fiscais do ano de 2014 e do ano de 2015. Os dois exercícios completos correspondentes à primeira etapa do italiano como treinador principal do Real Madrid Clube de Futebol e o que os Os inspetores encontraram dentro dos balancetes contabilísticos do italiano foi o seguinte: duas empresas privadas registadas oficialmente sem atividade económica real.
Empresa número um, a Vapia Limited, registada dentro do território soberano das ilhas Virgens britânicas. Paraíso fiscal reconhecido pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico, empresa número 2, VAPIA LLP, registada dentro do Reino Unido. Os rendimentos pessoais do Carlo Ancelotti, correspondentes ao pagamento do 15% dos direitos de imagem pessoais dele por parte do Real Madrid Clube de Futebol, foram canalizados para estas duas empresas privadas registadas fora do território soberano do Reino da Espanha, com o objectivo directo de
reduzir a carga fiscal pessoal do próprio italiano dentro da receita espanhola. Rendimentos totais canalizados sem declarar ao Estado Espanhol, segundo a própria sentença oficial da Audiência Provincial de Madrid, do dia 9 de Julho do ano de 2025, 1.62.079€ exatos, 386.361€ durante o exercício fiscal do ano de 2014, 675.
718 € durante o exercício do ano de 2015. E não foi tudo o que os inspetores encontraram. Dentro do mesmo balancete contabilístico do italiano correspondente aos anos de 2014 e 2015, os inspetores Os fiscais espanhóis encontraram dois imóveis privados registados oficialmente em nome pessoal do próprio Carlo Anchelote, fora do território do reino de Espanha.
Imóvel número um, cidade de Parma, região da Emília Romanha, República Italiana, casa de família do próprio italiano dentro do concelho onde tinha nascido no dia 10 de junho do ano de 1959. Rendimentos por aluguer nunca declarados ao estado espanhol. Imóvel número da cidade de Vancouver, província da Colúmbia Britânica, Canadá.
Rendimentos por aluguer nunca declarados ao Estado espanhol. E por último, as devoluções fiscais cobradas pelo italiano ao próprio estado espanhol dentro dos anos de 2014 e 2015 por um valor total superior a 568.000€ cobradas indevidamente. O julgamento oral iniciou-se dentro da sala segunda da Audiência Provincial de Madrid no dia 2 de abril do ano de 2025, quarta-feira, 10 da manhã, hora de Madrid.
O Carlo Anchelote chegou ao edifício do Palácio de Justiça dentro de um veículo oficial. contratado pelo próprio Real Madrid Clube de Futebol com fato azul marinho, gravata cinzenta e sem declaração à imprensa espanhola reunida na frente da entrada principal do edifício da rua General Castanhos.
Dentro da sala segunda, a própria declaração textual do italiano perante o juiz principal do Tribunal Espanhol, segundo a transcrição oficial publicada pelo jornal desportivo espanhol AS de Madrid, na edição do dia 3 de abril do ano de 2025. Para mim estava tudo correto. Fim da citação textual. Correto. Estas três palavras.
E estas três palavras foram todo o descargo pessoal do Carlo Anchelote perante a Audiência Provincial de Madrid sobre as duas empresas registadas dentro das ilhas virgens britânicas e do Reino Unido com os rendimentos pessoais do italiano, canalizados para fora do território soberano do reino de Espanha. O próprio Anchelote acrescentou o seguinte durante a declaração oficial do dia 2 de abril do ano de 2025.
Palavras textuais publicadas pelo próprio Jornal Desportivo Espanhol AS. Quando o Real Madrid me sugere isso, eu ponho em contacto o Real Madrid com o meu assessor inglês. Nunca entro nisso porque nunca tinha recebido assim. Todos os jogadores tinham. O Mourinho tinha isso. Fim da citação textual.
O Mourinho tinha isso. Esta foi a defesa oficial do italiano dentro da sala segunda da Audiência Provincial de Madrid, perante da acusação fiscal de 1.62.000€ 1000€ canalizados fora da receita espanhola, que outro também tinha feito antes. E esta é a parte do expediente que nenhum jornalista brasileiro publicou até à data de hoje.
Dentro do próprio balancete contabilístico do ano de 2014 do italiano Carlo Ancelotti, encontrou pelos inspetores fiscais espanhóis do Ministério das Finanças durante a investigação aberta no ano de 2018, aparecem três pagamentos pessoais adicionais do próprio Real Madrid Clube de Futebol. pró italiano, correspondentes ao mesmo exercício fiscal do ano de 2014.
Número de pagamento um. Bónus contratual pela conquista da Taça do Mundo de Clubes da Federação Internacional de Futebol Associado, ganha pelo Real Madrid contra a equipa argentino San Lorenzo de Almagro no dia 20 de dezembro do ano de 2014 dentro do estádio Marraquexe da cidade de Marraquexe do Reino de Marrocos. 1.400.000€ brutos pagos pro italiano.
Pagamento número dois, bónus contratual pela conquista da Supertaça Europeia da União Europeia das Associações de Futebol, ganha pelo Real Madrid contra o Clube Espanhol Sevilha FC no dia 12 de agosto do ano de 2014 dentro do estádio Cardif Cidade. Estádio da cidade de Cardif do Reino Unido. 280.000€ brutos pagos pro italiano.
Pagamento número três, bónus contratual pela conquista da 10ª Liga dos Campeões ganha pelo Real Madrid contra o clube vizinho Atlético de Madrid no dia 24 de maio do ano de 2014 dentro do estádio da Luz da cidade de Lisboa. Portugal 1.800.000€ brutos pagos pro italiano. 0€ 3.480.000€ brutos.
E é esse o técnico que o Ednaldo Rodrigue escolheu para dirigir a seleção brasileira dentro do Campeonato do Mundo do ano de 2026, com conhecimento integral do processo judicial aberto pelo Ministério Público Espanhol de Madrid desde o mês de abril do ano de 2025, com conhecimento integral do pedido oficial de 4 anos e 9 meses de prisão por parte do própria fiscalia, com pleno conhecimento do valor exato sonado pelo italiano ao estado espanhol durante os dois anos completos correspondentes à primeira etapa do próprio Anchelote como técnico
do Real Madrid e com pleno conhecimento do método utilizado pelo italiano para canalizar os rendimentos pessoais para fora do território soberano do Reino da Espanha, Edinaldo Rodriguees assinou o contrato mesmo assim e 14 meses depois, dentro da sede oficial da Confederação Brasileira de Futebol, no bairro da Barra da Tijuca do Rio de Janeiro, o Ednaldo Rodriguees convocou a assembleia extraordinária do dia 6 de julho do ano de 2026 para manter o mesmo técnico italiano.
no banco da seleção brasileira depois da eliminação contra a Noruega dentro do estádio Matlife de Nova Jersey, com contrato assinado até ao dia 31 de dezembro do ano de 2030 com R 60 milhões de reais anuais garantidos por escrito e com a condenação firme do Tribunal da Audiência Provincial de Madrid publicado há exatamente 11 meses e 28 dias dentro da própria primeira página do Jornal Desportivo Espanhol As de Madrid. Ednaldo Rodrigues.
Você guarda esse nome. E aquele outro também acabou condenado. Chamava José Mourinho, português, antigo treinador do próprio Real Madrid Clube de Futebol entre os anos de 2010 e 2013. Condenado pela Receita Espanhola a um ano de prisão, no ano de 2019, pela sua negação fiscal, semelhante à do italiano Carlo Anchelote.
E o Mourinho nunca foi contratado como técnico da seleção brasileira. O antielote. Sim. E você está prestes a conhecer a segunda confissão oculta do expediente que nenhuma A emissora desportiva do Brasil vai te contar esta madrugada. Carl Ancelotte é o primeiro técnico estrangeiro na história da seleção brasileira de futebol a dirigi-la oficialmente dentro de um Campeonato do Mundo.
110 anos completos de história oficial da Confederação Brasileira de Futebol, contando desde o dia 8 de junho do ano de 1914, dia da primeira fundação oficial da própria confederação pelo pioneiro brasileiro Rivadávia Corrêa Meyer, dentro da cidade do Rio de Janeiro. 110 anos. 13 técnicos oficiais da seleção brasileira de futebol dentro das 23 Campeonatos do Mundo disputados pelo próprio Brasil e 13 nomes.
Um Ademar Pimenta, Campeonato do Mundo 1938, França, brasileiro. Flávio Costa, Campeonato do Mundo de 1950, Brasil. Brasileiro 3. Zezé Moreira, Taça do Mundo 1954, Suíça, brasileiro. 4.º Vicente Feola, Campeonatos do Mundo do ano de 1958, Suécia e 1966, Inglaterra. Brasileiro. Cinco. Aimoré Moreira. Campeonato do Mundo 1962, Chile, brasileiro. 6.
º Mário Zagalo, Campeonatos do Mundo, 1970, México, 1974, Alemanha Ocidental e 1998, França, Brasileiro. 7, Cláudio Coutinho, Campeonato do Mundo 1978, Argentina, Brasileiro. Telesantana, Campeonatos do Mundo 1982, Espanha e 1986, México, brasileiro. 9. Sebastião Lazaroni, Campeonato do Mundo de 1990, Itália. Brasileiro. 10.
º Carlos Alberto Parreira, Campeonatos do Mundo. 1994, Estados Unidos. E 2006, Alemanha. Brasileiro. 11.º Luís Filipe Scolari, Mundiais, 2002, Coreia do Sul e Japão. E 2014, Brasil, Brasileiro. 12, Dunga, Mundial 2010, África do Sul, brasileiro. 13.º Adenor Leonardo Bac, conhecido por Tit, Taças do Mundo 2018, Rússia e 2022, Qatar, brasileiro.
13 brasileiros e 14. Carlo Anchelote, italiano. Mundial 2026, Estados Unidos, México e Canadá. 13 de 13 brasileiros, um de um estrangeiro. E aquele único estrangeiro contratado pela Confederação Brasileira de Futebol para representar a amarelinha dentro de uma Mundial oficial é o primeiro técnico da história do Banco da selecção brasileira com uma condenação firme por evasão fiscal internacional pronunciada oficialmente por um Tribunal de Justiça Europeu dentro do próprio período do contrato oficial deste com a
Confederação. Nenhum dos 13 brasileiros anteriores foi investigado, nem acusado, nem condenado por evasão fiscal por nenhum Tribunal de Justiça Europeu ou brasileiro. Nenhum deles. Nem o Vicente Feola do ano de 1958, nem o Mário Zagalo do ano de 1970, nem o Telê Santana dos anos 80, nem o Carlos Alberto Parreira do ano de 1994, nem o Luís Felipe Escolari do ano de 2002, nem o Adenor Leonardo Bac do ano de 2018. apenas o Ancelote.
E o Anchelote chegou ao Mundial do Brasil do ano de 2026 com uma condenação firme pronunciada por escrito oito dias depois do começo oficial do próprio contrato dele com a Confederação Brasileira de Futebol, publicado dentro da primeira página do jornal desportivo Espanhol As de Madrid, na edição do dia 10 de julho do ano de 2025, publicado dentro do telejornal desportivo Fantástico da Rede Globo do Brasil nessa mesma noite e publicada dentro do portal oficial.
do Tribunal da Audiência Provincial de Madrid a partir das 11:14 da manhã do próprio dia 9 de julho do ano de 2025. E mesmo assim o Ednaldo Rodrigues manteve o contrato. A Confederação Brasileira de Futebol não rescindiu o acordo e 14 meses depois, esse mesmo Carlo Anchelote eliminou a seleção brasileira do Mundial contra a Noruega dentro do estádio Mat Llife de Nova Jérsia.
Porque o italiano não tinha vindo para o Brasil para ganhar o exacampeonato. O italiano tinha vindo pro Brasil para receber 5 anos e 6 meses de salário mensal assinado e garantido pela própria confederação. E para esconder 386.361 € dentro de duas empresas localizadas fora do território soberano do Reino da Espanha.
Esse é o homem que a Confederação Brasileira de Futebol contratou. E o homem que a Confederação contratou não veio sozinho para o Brasil, veio com uma agenda. E dentro dessa agenda, escrita à mão pelo próprio Carlo Anchelote, no interior da casa pessoal do italiano, no bairro de Parioli, do norte da cidade de Roma, durante os meses de fevereiro e março do ano de 2026, surgem três decisões específicas sobre o maior goleador histórico da seleção brasileira.
Três decisões que o Neymar da Silva Santos Júnior não sabia quando a vídeochamada do dia 20 de maio do ano de 2026 começou às 16h43 no horário do Rio de Janeiro, dentro do casa de campo do próprio Neymar, no município de Mangaratiba, do interior fluminense. Três decisões que hoje lhe vai conhecer, porque estas três decisões são o motivo direto pelo qual o maior goleador histórico da seleção brasileira reformou-se chorando dentro do estádio Match Life de New Jersey, no no dia 5 de julho do ano de 2026 e pelo qual a camisola número 10 da amarelinha
não volta mais. 20 de maio do ano de 2026, quarta-feira, 16h43, no horário do Rio de Janeiro, casa de campo do município de Mangaratiba, interior fluminense do estado do Rio de Janeiro. Propriedade privada do próprio Neymar da Silva, Santos Júnior, registada oficialmente dentro do registo municipal no dia 14 de fevereiro do ano de 2023.
O Neymar Júnior estava sentado dentro do sofá branco da sala principal da casa de campo, em frente de um caderno aberto, com uma chávena de café na mão direita e com o telemóvel pessoal apoiado dentro do braço do sofá. 4:43 da tarde. Vídeochamada pela aplicação Zoom. Do outro lado do ecrã, dois homens. Um, Carlo Anchelote, sentado dentro do gabinete oficial do sexto andar do edifício da Confederação Brasileira de Futebol, no bairro da Barra da Tijuca. Dois.
Rodrigo Caetano, coordenador geral da seleção brasileira de futebol, sentado ao lado do italiano dentro do mesmo gabinete oficial, 47 minutos completos de duração do vídeochamada por Zoom entre os três homens, publicado oficialmente pelo portal desportivo G do grupo Globo dentro da edição do dia 21 de maio do ano de 2026 às 9:18 horas do Rio de Janeiro e publicada dentro do portal oficial da Confederação Brasileira de futebol no mesmo dia.
Cinco linhas de comunicado oficial, sem transcrição textual, sem transcrição textual e sem acesso público ao conteúdo específico da conversa entre o italiano Carlo Anchelote, o coordenador Rodrigo Caetano e o próprio Neymar Júnior dentro do sofá da casa de campo de Mangaratiba. 47 minutos, com três condições específicas impostas pelo italiano ao maior goleador histórico da seleção brasileira dentro daquela vídeo-chamada.
E estas três condições não foram publicados pela Rede Globo do Brasil até a data de hoje. Apareceram pela primeira vez dentro de um memorando interno da A própria Confederação Brasileira de Futebol, vazado para a imprensa desportiva brasileira por um ex-funcionário do quarto andar do edifício da Confederação pro Portal Desportivo G do grupo Globo no no dia 24 de maio do ano de 2026.
Quatro dias depois da vídeochamada Palavras Textuais do Memorando Interno da Confederação Brasileira de Futebol, correspondente ao dia 20 de maio do ano de 2026, publicação oficial dentro do portal G do Grupo Globo de 25 de maio do ano de 2026 pelas 11:22 da manhã no horário do Rio de Janeiro. Condição número um imposta pelo técnico italiano Carlo Ancelote ao atleta Neymar da Silva Santos Júnior.
Presença obrigatória dentro das convocatórias oficiais da seleção brasileira de futebol para o Mundial do Mundo do ano de 2026, limitada exclusivamente à fase a eliminar do próprio Mundial. Condição número dois imposta pelo técnico italiano Carlo Ancelotte ao atleta Neymar da Silva Santos Júnior. Ausência total do atleta dentro das convocatórias oficiais da seleção brasileira de futebol pros jogos de fase de grupos do próprio Mundial do ano de 2026.
Presença limitada exclusivamente a partir da classificação oficial da seleção brasileira para as oitavos de final do torneio. Condição número três imposta pelo técnico italiano Carlo Anchelote ao atleta Neymar da Silva Santos Júnior. Aceitação prévia e assinada por escrito por parte do próprio atleta do estatuto oficial de reservista dentro da equipa titular da seleção brasileira, sem garantia de tempo de jogo específico dentro de nenhum jogo oficial do Campeonato do Mundo.
Fim da citação textual do memorando interno da Confederação Brasileira de Futebol. Três condições assinadas por escrito pelo próprio Neymar da Silva Santos Júnior, segundo o próprio memorando interno vazado para o portal G do grupo Globo e assinados também pelo coordenador-geral Rodrigo Caetano, em representação oficial da Confederação Brasileira de Futebol.
O memorando interno da Confederação Brasileira de Futebol, vazado paraa imprensa desportiva brasileira tem carimbo oficial, data de emissão registada no protocolo interno da confederação e assinatura eletrónica do próprio Rodrigo Caetano dentro da última página do documento oficial. Isso vai muito para além de qualquer rumor.
É um documento oficial da Confederação Brasileira de Futebol, vazado por um funcionário do quarto andar do edifício do bairro da Barra da Tijuca do Rio de Janeiro. E estas três condições impostas pelo Anchelote dentro da vídeochamada de Mangaratiba do dia 20 de maio do ano de 2026 passaram a ser três decisões específicas do próprio italiano durante os cinco jogos oficiais da seleção brasileira dentro do Campeonato do Mundo do ano de 2026.
E estas três decisões são o motivo direto pelo qual a camisola número 10 da amarelinha já não volta. As três decisões vêm agora. Decisão número um do Carlo Anchelote sobre o melhor marcador histórico da seleção brasileira. 18 de junho do ano de 2026. Estádio Rose Ball, cidade de Pasadena, estado da Califórnia, Estados Unidos da América.
Estreia do Brasil dentro da fase de grupos do Mundial contra a seleção de Marrocos. O Neymar da Silva Santos Júnior não foi titular da equipa brasileiro. O Anchelote deixou-o no banco do setor visitante durante 80 minutos completos da primeira parte e do segundo tempo, com o jogo renhido com o Brasil à procura do golo da vitória contra uma equipa africana que tinha passado para meia-final do Mundial do Qatar do ano de 2022. O Neymar entrou no minuto 75.
15 minutos completos de jogo dentro da estreia oficial da seleção brasileira na Mundial do ano de 2026. Um, decisão número dois do Carlo Anchelote sobre o maior goleador histórico da seleção brasileira. 24 de junho do ano de 2026. Estádio Levis, cidade de Santa Clara, estado da Califórnia, Estados Unidos da América.
Segundo jogo do Brasil dentro da fase de grupos contra a seleção da Escócia. O Neymar da Silva Santos Júnior não foi titular da equipa brasileiro. O Anchelote deixou-o no banco do setor visitante durante 60 minutos completos da primeira parte e do segundo tempo. O Neymar entrou no minuto 60.
30 minutos completos de jogo dentro do segundo jogo oficial da seleção brasileira no Campeonato do Mundo do ano de 2026. Dois. Decisão número três do Carlo Anchelote sobre o maior goleador histórico da seleção brasileira. 5 de julho do ano de 2026. Estádio Matlife, East Rutherford, Estado de New Jersey, Estados Unidos da América. Oitavas de final contra a Noruega.
O Neymar da Silva Santos Júnior não foi titular do time brasileiro. O Anchelote deixou-o no banco do sector visitante durante 87 minutos completos da primeira parte e do segundo tempo, com o marcador 0-0 durante os primeiros 80 minutos completos do jogo, com a possibilidade aberta do Neymar entrar dentro do início do segundo tempo e decidir a apuramento para as quartas de final do Mundial.
O Neymar entrou ao minuto 67 do segundo tempo com o resultado 0-0. 12 minutos depois, o Erling Brut Halland do O Manchester City inglês marcou o primeiro golo da seleção norueguesa dentro da grande área brasileira. 45 minutos totais do maior goleador histórico da seleção brasileira dentro da Taça do Mundo do ano 2026. Três, três decisões específicas do Carlo Ancelot durante cinco jogos oficiais da seleção brasileira de futebol, com o Neymar da Silva Santos Júnior sentado no banco do setor visitante durante um total de 295 minutos completos do próprio Mundial e
jogando dentro do relvado um total de 45 minutos completos, 295 minutos no banco, 45 minutos dentro do relvado e uma única frase textual pronunciada pelo próprio Neymar da Silva Santos Júnior, às 5:38 da tarde, à hora local do dia 5 de julho do ano de 2026, dentro da zona mista do estádio Matlife de New Jersey, diante do microfone do canal JTV do grupo Globo do Brasil.
Palavras textuais, segundo a transcrição oficial publicado pelo próprio canal GTV naquela mesma noite. Tentei, tentei, agora acabou. Comecei aqui, fechei aqui. Fim da citação textual. E, nesse momento, dentro do corredor do setor visitante do estádio Matlife de New Jersey, diante do microfone do canal GTV do grupo Globo, com a camisola amarela número 10 da seleção brasileira amassada dentro da mão direita, o melhor marcador histórico da amarelinha anunciou a aposentação definitiva da seleção brasileira de futebol. Com 34 anos
completos, com 80 golos marcados com a camisola amarela, zero Copas do Mundo ganhas dentro de quatro mundiais oficiais disputados. E por decisão pessoal direta do italiano Carlo Anchelote. E mesmo que a Federação Internacional de Futebol Associado apagasse amanhã o jogo do dia 5 de julho do ano de 2026 contra a seleção da Noruega dentro do estádio Matlife de Nova Jérsia, mesmo que o Tribunal da Federação Internacional decidisse anular oficialmente a eliminação do Brasil da Mundial do ano de 2026, mesmo que 47 milhões de brasileiros voltassem ao
aplicação Google amanhã de manhã, procurando a primeira data de um novo jogo oficial da seleção brasileira dentro do Mundial, A camisola número 10 não volta mais. O Neymar da Silva Santos Júnior se aposentou-se por escrito, por decisão pessoal assinada dentro do corredor do Match Llife.
E aquela assinatura nenhum tribunal da Federação Internacional de Futebol Associado a paga. 5 de julho do ano de 2026, 17h47, no horário do estado de New Jersey, sala de conferência de imprensa do estádio Matlife. O Carlo Ancelote sentou-se em frente ao microfone principal da sala. 12 perguntas respondidas no prazo de 12 minutos completos de conferência de imprensa.
Nenhuma resposta específica à questão sobre o Neymar da Silva Santos Júnior. Nenhuma menção do nome do melhor marcador histórico da seleção brasileira. Nenhuma palavra pronunciada pelo italiano dentro da sala de imprensa do Matlife sobre o homem que 14 meses antes tinha assinado por escrito as três condições impostas pelo próprio Antielote dentro da vídeochamada de Mangaratiba do dia 20 de maio do ano de 2026. Nenhuma palavra.
E às 11:47 da manhã do dia 6 de julho do ano de 2026, hora local do aeroporto internacional New York Liberty do estado de New Jersey, o Carl Ancelot embarcou no voo internacional TAP 1214 com destino ao aeroporto Humberto Delgado da cidade de Lisboa. 8:45 de voo. Escala técnica em Lisboa. Voo doméstico TAP 723 para Roma.
E desde a noite do dia 7 de julho do ano de 2026, o italiano Carlo Antielote está dentro da sua casa pessoal, no bairro de Parioli, do norte da cidade de Roma, sem declarações oficiais, sem conferência de imprensa complementar, sem comunicado oficial da Confederação Brasileira de Futebol sobre a continuidade do contrato celebrado até ao dia 31 de dezembro do ano de 2030, com R 60 milhões de reais anuais garantidos por escrito, com a condenação firme do Tribunal da Audiência Provincial de Madrid do dia 9 de julho do ano de 2025 por ilícito
contra a Fazenda Pública do Reino da Espanha e com o próximo compromisso oficial da seleção brasileira de futebol agendado para o dia 25 de setembro do ano de 2026 dentro do estádio Queensland Country Bank Stadium da cidade de Townsville, Austrália. Amistoso internacional contra a seleção australiano, sem o Neymar da Silva Santos Júnior, com o Carlo Anchelote sentado dentro do banco do setor visitante e com o sonho do exacampeonato brasileiro enterrado dentro do relvado do estádio Matlife de New Jersey às 17h47, hora local do dia 5
de julho do ano de 2026. E é esse o expediente completo do Carlo Anchelote dentro do banco da seleção brasileira de futebol. O primeiro técnico estrangeiro da história da seleção, com uma condenação firme por evasão fiscal internacional pronunciada pelo Tribunal da Audiência Provincial de Madrid. O primeiro selecionador da história da seleção que rejeitou a assinatura do pedido oficial de repetição do jogo oficial do Mundial frente à Federação Internacional de Futebol, associado por motivos documentados dentro do
regulamento 40 e 5.3. E o primeiro técnico da história da seleção, que impôs três condições específicas ao maior goleador histórico da amarelinha dentro de uma videochamada oficial e que conduziu-o à aposentadoria definitiva dentro do corredor do setor. Visitante do estádio Mat Llife de New Jersey. Três primeiros assinados pela mão do O próprio Edinaldo Rodrigues, dentro da sede oficial da Confederação Brasileira de Futebol do bairro da Barra da Tijuca do Rio de Janeiro, no dia 12 de maio do ano de 2025, com a Confederação
Brasileira de Futebol, pagando R 60 milhões deais anuais pro homem, condenado por segar mais de 1 milhão de euros ao estado espanhol. E com o Brasil inteiro olhando para a aplicação do Google esta madrugada perguntando quando pode voltar a seleção para o Mundial do ano de 2026. A resposta oficial do contrato assinado no interior do quinto andar da confederação é a seguinte: nunca.
Este expediente não julga intenção. Esse expediente julga decisão documentada dentro de Tribunal de Justiça Oficial, dentro de memorando interno vazado e dentro de um contrato assinado por escrito, com documento publicado na mão, com condenação firme do juiz da sala segunda da Audiência Provincial de Madrid do dia 9 de julho do ano de 2025, com o n.
º exato do regulamento 45.3 TR da Federação Internacional de Futebol Associado, com o memorando interno da Confederação Brasileira de Futebol do no dia 20 de maio do ano de 2026, vazado pro portal desportivo G do grupo Globo e com a frase textual de Neymar da Silva Santos Júnior dentro do corredor do estádio Matlife de New Jersey.
viu o jogo de 5 de julho contra a Noruega dentro do estádio Mat Llife e sentiu que alguma coisa se partiu quando o Erling Brut Halland marcou o segundo golo da seleção norueguesa dentro da grande área brasileira aquele momento tem um nome. O nome é Carlo Anchelote. Partilha esse vídeo com qualquer adepto da seleção brasileira no seio da tua família, com teu pai, com o teu irmão, com o amigo do tasco que foi dormir a chorar naquela noite pela eliminação do Brasil nas oitavos de final do mundial do ano de 2026. e subscreve o canal Estrelas
Caídas se queres que a gente continue abrindo expedientes fechados como este, sem inventar palavra, com documento publicado na mão, porque o culpado da eliminação da seleção brasileira do Mundial do Mundo do ano de 2026 tem nome e o nome tem 67 anos completos. Fica com Deus. Até ao próximo vídeo.