LUTO Deixou a gente: Serginho Groisman não esconde o CHOQUE e acaba de CONFIRMAR PERDA IRREPARÁVEL tl
Olá, pessoal. Sejam bem-vindos a mais um vídeo aqui do nosso canal. Nesse vídeo, iremos falar a respeito de algumas notícias do mundo dos famosos. Então já peço para deixares a tua curtida, se subscrever o canal, ativar o sininho para não perder os próximos lançamentos de vídeos e principalmente falaremos aqui neste vídeo sobre o que aconteceu com o querido Serginho Groisman, está pessoal envolvendo aí o seu nome.
Infelizmente deixou muita gente muito triste, porque o Serginho Groisman é um apresentador muito grande na TV brasileira. Mas nós também vamos falar sobre outras notícias, como por exemplo, o Luciano Hul, que detonou o Bolsa Família e gerou aí uma grandissíssima polémica nas redes sociais. Nós também nesse vídeo vamos falar sobre a Ana Paula Renault, que rebateu o Luciano sobre estas críticas ao Bolsa Família.
Também neste vídeo vamos falar ainda que o Luciano Hul pronunciou-se depois dessa declaração polémica. E ainda nesse vídeo falaremos também da Cristina Rocha, que não baixou a cabeça à decisão do SBT e revelou o seu motivo de despedida ao canal. Também neste vídeo, eh, Adriane Galisteu fez uma revelação chocante sobre o pai dela.
E por último que aconteceu com o nosso querido Serginho Groisman, infelizmente confirmado. Então, deixa o teu like, inscreve-te no canal, ative o sininho para não perder os próximos vídeos e vamos à primeira notícia. Ora, na nossa primeira notícia sobre o Luciano Hul, não é, o apresentador teve uma diz aí eh problemática, não é, ele que é da TV Globo deu que falar por conta deste discurso ao falar sobre a ineficiência da gestão pública em relação ao programa social Bolsa Família.
Segundo ele, o governo cria escassez de oportunidades para uma mobilidade social viável. Luciano Hul diz que a falta de estímulos para uma família conseguir sair do programa Bolsa Família. As falas do apresentador aconteceu durante a sua participação no quinto fórum Esfera dinamizado pelo grupo Esfera no Guarujá. Ao mencionar a cidade do Senhor do Bom Fim na Baía com uma estimativa de mais de 13.000 famílias beneficiadas.
Hul disse que ao concentrar 56% da sua economia no Bolsa Família, não gera qualquer estímulo para elas saírem. Na verdade, elas queriam montes de atalhos para conseguir ficar no programa para sempre. O apresentador afirmou ainda que a ineficiência da gestão pública é o maior fator de falta de oportunidade paraa população, mas não ficou por aí porque teve uma resposta.
A jornalista Ana Paula Renault, que foi vencedor aí da edição de 2026 do Big Brother Brasil, utilizou as suas redes sociais eh manifestar apoio ao Bolsa Família. A intenção da comunicadora foi rebater a visão de que os atendimentos pelo projeto, os atendidos pelo projeto acomodam-se, para além de repudiar o juízo preconceituoso direcionado aos cidadãos de baixo rendimento.
A publicação surgiu como uma contestação velada aos discursos do comunicador Luciano Hul proferidas num fórum no dia anterior. Apoiada em relatórios eh desenvolvidos pela Fundação Getúlio Vargas, a profissional desmintiu a tese de estagnação dos segurados. A seguir, ver mais detalhes. Já volto com a próxima notícia.
O Bolsa Família é talvez uma das políticas públicas mais mal interpretadas do Brasil. Durante anos repetiram a ideia cruel de que o brasileiro recebe o benefício e se acomoda. Mas os dados contam outra história. Um estudo da FGV mostrou que em 10 anos mais de 60% dos beneficiários conseguiram deixar o Bolsa Família.
Entre os jovens que eram adolescentes quando recebiam prestação, esse número passa dos 70%, gente. Ou seja, os filhos do Bolsa Família, em grande parte não continuam no Bolsa Família. E pode pesquisar isso, estás a ver? Introduza filhos do Bolsa Família e aprenda por si. E se a maioria dos filhos do Bolsa Família deixa de depender do programa, este não é fracao.
Isto é exatamente com a política pública séria deve fazer, impedir que a pobreza se transforme em herança. O O Bolsa Família não existe para substituir o trabalho. Ele existe para garantir o mínimo enquanto a vida tenta se reorganizar, para manter a criança na escolar, para garantir vacina, para garantir o pré-natal, para que uma mãe não tem de escolher entre comprar comida.
ou mandar o filho estudar, entendeu? O debate honesto não é se o beneficiário do Bolsa Família quer trabalhar. O debate honesto é porque tanta gente trabalha, esforça-se, cuida de filho, atravessa a cidade, apanha o informalidade, aceita o subemprego e ainda assim continua pobre. O abono de família é de R$ 600.
Sabe o valor de um cabaz básica? Como se alguém escolhesse viver com mínimo. Como se a fome fosse um projeto de vida. como se a vulnerabilidade fosse preguiça. O benefício não é prémio por pobreza, é uma ponte. E ponte não é lugar de habitação, é lugar de passagem. Criticar o Bolsa Família como se ele produzisse acomodação é ignorar evidência, ignorar a desigualdade e sobretudo ignorar o Brasil real.
O Brasil não precisa de menos proteção social, precisa é de mais escola, mais emprego digno, mais qualificação, mais creche, mais oportunidade e menos preconceito fantasiado de opinião econômica. Porque quando uma política pública ajuda uma geração a não repetir a miséria da anterior, não está a criar dependência, está a criar é futuro.
O Bolsa Família é talvez uma das políticas públicas mais mal interpretadas do Brasil. durante anos repetiram a ideia cruel de que o brasileiro recebe benefício e se acomoda. Mas os dados contam outra história. Um estudo da FGV mostrou que em 10 anos mais de 60% dos beneficiários conseguiram deixar o Bolsa Família.
Entre os jovens que eram adolescentes quando recebiam prestação, esse número passa dos 70%, gente. Ou seja, os filhos do Bolsa Família, em grande parte não continuam no Bolsa Família. E pode pesquisar isso, estás a ver? Introduza filhos do Bolsa Família e aprenda por si. E se a maioria dos filhos do Bolsa Família deixa de depender do programa, este não é fracasso.
Isto é exatamente com a política pública séria deve fazer, impedir que a pobreza se transforme em herança. O O Bolsa Família não existe para substituir o trabalho, ele existe para garantir o mínimo enquanto a vida tenta se reorganizar, para manter a criança na escolar, para garantir vacina, para garantir o pré-natal, para que uma mãe não tem de escolher entre comprar comida ou mandar o filho estudar, entendeu? O debate honesto não é se o beneficiário do Bolsa Família quer trabalhar.
O debate honesto é porque tanta gente trabalha, esforça-se, cuida de filho, atravessa a cidade, apanha o informalidade, aceita o subemprego e ainda assim continua pobre. Bolsa família de R$ 600. Sabe o valor de um cabaz básica? Como se alguém escolhesse viver com mínimo. Como se a fome fosse um projeto de vida.
Como se a vulnerabilidade fosse preguiça. O benefício não é prémio por pobreza, é uma ponte. E ponte não é lugar de habitação, é lugar de passagem. Criticar o Bolsa Família como se ele produzisse acomodação é ignorar evidência, ignorar a desigualdade e sobretudo ignorar o Brasil real. O Brasil não precisa de menos proteção social, precisa é de mais escola, mais emprego digno, mais qualificação, mais creche, mais oportunidade e menos preconceito fantasiado de opinião econômica.
Porque quando uma política pública ajuda uma geração a não repetir a miséria da anterior, não está a criar dependência, está a criar é futuro. O Bolsa Família é talvez uma das políticas públicas mais mal interpretadas do Brasil. Durante anos repetiram a ideia cruel de que o brasileiro recebe o benefício e se acomoda.
Mas os dados contam outra história. Um estudo da FGV mostrou que em 10 anos mais de 60% dos beneficiários conseguiram deixar o Bolsa Família. Entre os jovens que eram adolescentes quando recebiam prestação, esse número passa dos 70%, gente. Ou seja, os filhos do Bolsa Família, em grande parte não continuam no Bolsa Família. E pode pesquisar isso, estás a ver? Introduza filhos do Bolsa Família e aprenda por si.
E se a maioria dos filhos do Bolsa Família deixa de depender do programa, este não é fracasso. Isto é exatamente com a política pública séria deve fazer, impedir que a pobreza se transforme em herança. O O Bolsa Família não existe para substituir o trabalho, ele existe para garantir o mínimo enquanto a vida. Vamos agora à próxima notícia.
Não esqueça de deixar o like, se subscrever o canal e ativar o sininho para não perder os próximos lançamentos. Luciano Hul decidiu manifestar-se publicamente após a repercussão negativa causada por declarações sobre o Bolsa Família durante a participação no fórum Esfera realizado no Guarujá em São Paulo. Em publicação nas redes sociais, o apresentador afirmou que o seu discurso foi retirada de contexto e negou ser contrário aos programas de proteção social.
Enfim, o que eu defendo é que estes programas sejam con Eu fui num evento, falei, tive um discurso num evento fechado, ok? Fora do domingão, não era nas minhas redes sociais, não foi uma entrevista que dei um excerto dessa fala acabou por circular meio fora de contexto. Em alguns cortes dá a entender que eu seria conta contra programas de proteção social. Isso não é verdade.
Eu sou favor de políticas de proteção social que ajudam milhões e milhões de brasileiros. Enfim, o que defendo é que estes programas sejam constantemente aperfeiçoados no mundo com inteligência artificial, com mundo com muita tecnologia, com muitos dados, percebe? Que tenhamos eficiência no resultado. A a tecnologia hoje permite-nos entender a realidade de cada família, individualizar estes programas.
Os recursos são chegar ainda mais eficientes a quem realmente precisa para evitar a corrupção, para evitar gastos indesejável. A proteção social é fundamental, mas ela precisa de caminhar a par de uma educação de qualidade, com geração de oportunidade, com direito de escolha. Sabe? O objetivo é apoiar quem precisa hoje, mas também criar caminhos para que estas famílias possam ter autonomia no futuro.
Basicamente, disse que tive uma fala num evento fechado, ok? fora do domingão, não era nas minhas redes sociais, não foi uma entrevista que dei. E um excerto dessa fala acabou por circular meio fora de contexto. Em alguns cortes dá a entender que eu seria conta contra programas de proteção social. Isso não é verdade.
Eu sou favor de políticas de proteção social que ajudam milhões e milhões de brasileiros. Enfim, o que defendo é que estes programas sejam constantemente aperfeiçoados no mundo com inteligência artificial, com mundo com muita tecnologia, com muitos dados. sabe que a gente tem tempo. Vamos agora à próxima notícia.
Não esqueça de deixar o like, se subscrever o canal e ativar o sininho para não perder os próximos lançamentos. A apresentadora Cristina Rocha anunciou a sua saída da SBT após mudanças envolvendo o programa Casos de Família. A decisão acontece poucos meses depois do regresso da comunicadora ao canal, onde voltou a conduzir a atração dentro da nova programação da estação.
Nas redes sociais, Cristina explicou que já tinha decidido não renovar o contrato caso o programa continuasse a seguir o mesmo formato recentemente adotado. Vocês dizerem que eu viajei, passei as férias agora na Europa com os meus filhos, com a minha família, foi uma maravilha. Cheguei esta semana.
Bom, e como sempre fui clara convosco, estou aqui para dizer o seguinte, que já não estou no SBT. Eh, há três meses já tinha avisado SBT, porque eu tinha uma cláusula num contrato a dizer que eu não ia renovar da forma que estava. Eu não falei antes porque estava à espera do contrato terminar. Claro que uma coisa que sempre tive foi ética profissional.
Enfim, mas agora já passou dia 15 de maio. Então, só para dizer para vocês que que eu estou livre agora, certo? livro com pássaro e tudo. Confesso que eu também talvez não tivesse voltado se soubesse que ia levar para este caminho, não é? Ia por esse caminho, não nem um ano no ar, mas respeito a estratégia da SBT, mas também tem de me respeitar.
Então, só para vos dizer, agradecer o carinho, ok? Estamos aqui, estou com novos projetos, coisas novas e para dizer que estou aqui, não é, à disposição, tá bom? Um beijinho grande e muito, muito obrigada pelo carinho, ok? Livre como pásso, minha gente, pronta para recomeçar. Beijo. Olá, gente.
Tudo bem? Estou aqui para dar um oi para vocês, dizer que viajei, passei as férias agora na Europa com os meus filhos, com a minha família, foi uma maravilha. Cheguei esta semana. Bom, e como foi muito sempre fui clara com vocês, eu estou aqui para dizer o seguinte, que já não estou no SBT. Eh, há três meses já tinha avisado a SBT, que eu tinha uma cláusula no contrato dizendo que eu não ia renovar da maneira que estava.
Eu não falei antes porque eu estava à espera que o contrato terminasse. Claro que uma coisa que eu sempre tive foi a ética profissional. Enfim, mas agora terminou no dia 15 de maio. Assim só para dizer para vocês que que eu tô livre agora, não é? Livre com pássaro e tudo. Confesso que também eu talvez não tivesse voltado se soubesse que ia levar para este caminho, não é? Ia por esse caminho.
Nem um ano no ar, mas respeito a estratégia da SBT. Mas também tem de me respeitar. Então, só para vos dizer, agradecer o carinho, ok? Estamos aqui, estou com novos projetos, coisas novas e para dizer que estou aqui, não é, à disposição, tá bom? Um beijinho grande, muito, muito obrigada pelo carinho, ok? Livre como pásso, minha gente, pronta para recomeçar. Beijo.
Revelado o motivo da saída de Cristina Rocha da SBT. A apresentadora Cristina Rocha, de 68 anos, anunciou hoje que deixou a SBT, a estação da família Abravanel. A artista publicou um vídeo nas redes sociais para anunciar a sua saída. Como sempre fui clara convosco, Eu estou aqui para dizer o seguinte: eu não estou mais na SBT”, afirmou a apresentadora do Casos de Família.
Segundo Cristina, a decisão aconteceu. Vamos agora à próxima notícia. Não esqueça de deixar o like, se subscrever o canal e ativar o sininho. Contratada da Record, a apresentadora Adriane Galisteu contou em entrevista o verdadeira razão de só começar a beber aos 37 anos de idade. Ela que conduz o reality show a Fazenda revelou que o pai era alcoólico e que isso lhe fez durante anos viver longe do álcool, sendo odiada pelos amigos.
Idade do pai do filho de Adriane Galisteu vem à tona. Confira. lembrar de uma trajetória cheia de altos e baixos. O meu pai morreu tinha 15 anos. Muito muito no era um ótimo pai, mas ele era alcólago. Apesar disso, era um ótimo pai. Ele não era alcoólico agressivo, era um alcoólico animado. Depois cantava na rua, a minha mãe ficava com uma vergonha louca, não entendi.
Dizia que a primeira porrada foi quando o meu pai morreu, quando eu tinha 15 anos. Esta foi a primeira porrada. Assim, que que houve com o teu pai? Ele morreu de quê? Não, a cena foi a seguinte, eu tinha um namorado e ele não me deixava viajar, nem ele, nem a minha mãe. Aí eu fui lá inventar aquelas histórias, sabe? Aquelas história que inventas, papá e mãe vai casa da amiga, não vai o pai, a mãe, a prima, sobrinha, amiga.
Vão 20 pessoas para esta casa, vamos para o Guarujá. Mentira, tudo mentira. A gente ia para Arujá e ela não deixou. E o meu pai ficou meio assim, mas também não gostou muito, mas eu peguei nas minhas coisas e fui. Foi a primeira vez assim que eu meio que enfrentei, porque nunca fui enfrentar não.
Eu sempre ouvi muitas coisas que a minha mãe, o meu pai fala. Até hoje eu bato maior papo com a minha mãe, escuto muito que ela fala. E à noite bateu aquela, sabe, consciência quando pesa, diz: “Epá, nunca saí de casa assim, obrigada. Nunca fiquei um tempão assim sem telefonar, vou ligar”. Quando eu liguei, deram-me um recado assim que alguém estava no hospital da minha família.
Aquilo deu-me, saí a correr de aí, regressei a São Paulo. Quando eu cheguei a São Paulo, tinha uma placa na casa, à porta da casa da a minha mãe assim: “O corpo está a ser velado no cemitério da Lapa. Eu não sabia quem era, ninguém me dizia quem era. Ah, não foi um pavor que não tenha noção, corri, cheguei ao cemitério, eu imaginava assim no meu avô, na minha avó, já estava apavorada, mas eram as primeiras pessoas que vinham na minha cabeça, óbvio.
Claro. E quando vi que era o meu pai, aquilo além de tudo, deu-me um peso, porque a minha mãe mobilizou assim a polícia do Guarujá atrás de mim. Sabe? Ela tentou procurar-me no Guarujá e eu no Arujá. Então aprendi assim, mentir nunca, sabe? Não, não lhe dá para pagar esse mico, não. Para quê mentir? Adriane Galisteu sofreu muito com a morte do seu único irmão, mas nunca imaginou que enfrentaria tanto preconceito por causa da sua doença.
A gente vivia com medo. Galisteu teve uma vida de perdas. Ela tinha apenas 15 anos quando o pai faleceu devido ao enfarte fulminante. Na altura, Dri começou a trabalhar como modelo para sustentar a família. Foi durante um trabalho no GP do Brasil de Fórmula 1 que conheceu Airton Sena. O piloto foi o primeiro amor da vida de Adriane.
Os dois viveram um romance intenso durante 14 meses até à sua morte em Maio de 1994. Dois anos depois, ela viveria outra perda, tão sofrida como as duas primeiras. Alberto Júnior era o irmão mais velho de Galisteu. Tinha 6 anos a mais do que a modelo. Para tristeza e preocupação da família, o Júnior era dependente químico.
No mesmo mês em que Sena morreu, Adriane descobriu que o irmão tinha contraído o vírus da Aides devido ao uso de drogas injetáveis. naquele tempo. Vamos agora à última notícia. Não esqueça de deixar o like, se subscrever o canal e ativar o sininho. A morte de Oscar Schmitt confirmada mobilizou o país e gerou uma série de homenagens de figuras conhecidas da televisão e do desporto.
Entre elas, o apresentador Serginho Groisman, que fez questão de realçar a importância do ex-jogador na sua vida pessoal e profissional, recordando momentos marcantes que viveu ao lado do ídolo do basquetebol brasileiro. Em publicação nas redes sociais, Serginho partilhou uma imagem especial feita em casa de Oscar, onde aparecem itens históricos da carreira do atleta, como camisolas e medalhas paliativos.
Tem momentos de muita lucidez, outros não. Eu disse: “Mas então vou fazer o seguinte, eh, vou dizer a toda a gente que ela está a ver o programa na hora da gravação para eu enviar um ligação.” Uhum. E depois fizemos o programa e ela não assistiu ao link, mas durante o programa no ar, no ar, ela acordou assim, viu o programa, o Roberto, o filho, fez este vídeo e houve um despertar dela, assim, uma coisa assim de muita Muita emoção mesmo, muito, muito.
Conhecia a Rita lá dos tempos de de equipa lá do seu início? Não, não. Foram foram poucas as pessoas que eu não levei lá. Seos e molhados. Rita ali. Eu quis muito, mas não Xamã, qual foi o país em que estiveram mais bem recebidos? Olha, um país que esteve bem interessante nós tocarmos e que nós há umas histórias até curiosas foi o México.
Tudo bem? Obrigado pela eh oportunidade e honra de fazer com que o Altas Horas receba uma formação original do Viper. Nós estamos a reviver o momento porque fomos ao matériapra. Sim, claro. Todo passamos por todos os seus programas. Conheceram-se em que situação? E já todos gostavam do chamado Heavy Metal? Sim, éramos vizinhos.