LEMBRA DE ZEZINHO BARROS? SUMIU DA TV, QUASE PERDEU TUDO E HOJE VIVE ASSIM…
Ah, o Zezinho Barros. Esse nome aí você já ouviu em algum lado. Foi dele? Gosto de mel. Os teus lábios t gosto [música] de mel. Foi dele. Fogo cruzado. Fogo cruzado [música] para todo o lado. Duas músicas que num tempo ali não tinha rádio no Brasil que não pusesse para tocar. O gajo vendeu disco, ganhou o disco de ouro no programa do Ratinho, encheu o palco de norte a sul do país.
Um nome grande do brega, da certa, do forró, daqueles que se tornaram febre e todo mundo sabia a letra. E depois desapareceu da televisão das grandes estações, daquele lugar onde o víamos toda hora. O homem simplesmente saiu de cena. E foi aí que começou aquela conversa. Será que o Zezinho perdeu [música] tudo? Será que avariou? Onde está o Zezinho Barros? Afinal, o que é que aconteceu a este homem? Pois pois, é mesmo aí que a coisa fica interessante, [música] porque o que a maioria das pessoas imagina que lhe aconteceu não é bem
o que aconteceu. Neste vídeo, vou te mostrar três [música] coisas: onde o O Zezinho está a viver hoje, como está vivendo de verdade e se este negócio de perdeu tudo é real ou é apenas história que o povo foi inventando [música] por aí. Então, senta-te aí. pega num café e fica comigo, [música] porque esta história começa lá longe, num cantinho do sertão de Pernambuco, a mesma terra que criou o Luís Gonzaga.
Exu, interior de Pernambuco, [música] um bocadinho de sertão lá ao pé da chapada do Araripe, colado na fronteira com o Ceará. Terra dura, sol rachar, chão de poeira vermelha. E foi mesmo aí, [música] no mesmo lugarzinho que já tinha dado ao Brasil, um tal Luís Gonzaga que nasceu o menino José Barros da Silva.
Repara neste pormenor, não é todo o canto [música] perdido no mapa que põe dois nomes da música brasileira para rodar o país. E o que saiu de lá desta vez? O Brasil [música] ia conhecer como Zezinho Barros. Família simples, destas, de pouca conversa e muito trabalho, onde ninguém tinha tempo, nem dinheiro sobrando para sonho de se tornar cantor.
[música] Só que estava ali um rapaz dentro que já vivia com música na cabeça. Contam que ele nem instrumento direito tinha, [música] pegava no balde e batia como se fosse um tambor. Pegava o cabo de [música] vassoura e fazia de conta que era viola. O que faltava de equipamento sobrava de vontade [música] e não se pode separar este menino da terra onde pisou.
Luiz Gonzaga [música] era o nome do momento, o orgulho de Exu, o tipo que provou que dava para sair daquele chão de pó e conquistar o Brasil inteiro. Pega num miúdo pobre com música a ferver por dentro e mostra-lhe um vizinho de cidade que venceu desta forma. Você acha que este miúdo [música] ia querer o quê da vida? Pois é.
Aos 18 anos, o Zezinho fez as malas, juntou o pouco que tinha e rumou para São Paulo. E não é logo ali à esquina, não. De Exu até São Paulo são quase 2800 km. É praticamente atravessar o Brasil de ponta a ponta, num tempo em que fazer esta viagem já era uma aventura [música] por si só.
Ele foi mesmo assim, com uma mala, uma voz e a ideia fixa [música] de ser cantor. E depois preciso ser honesto consigo. Os primeiros anos aí não foram moleza. Cidade grande não perdoa quem [música] chega sozinho e sem nome. E o O Zezinho penou que todo o nordestino que desembarca em São Paulo, sonhando alto, [música] já penou, demorou, demorou porta na cara.
Mas em 1985 a primeira [música] vitória chegou. Ele conseguiu gravar um compacto simples, no estilo romântico, da forma como ele [música] gostava. E olhe, não rebentou, não aconteceu nada de mais na altura. Porque é raro, muito raro, artista dá certo à primeira. [música] Quase ninguém sobe à escada de uma vez só.
Só que o Zezinho não largou o osso, continuou [música] e foi no disco seguinte, com uma música chamada Gosto da Mel, que o seu nome começou a correr de boca [música] em boca. E é exatamente aí que a vida deste homem se torna do avesso. Os teus lábios t gosto de mel. Dois nomes fizeram virar a chave. Paulo Barbosa e Zé Lagoa, dois radialistas.
E nessa altura, meu amigo, [música] radialista era rei. Não tinha esse negócio de playlist, de algoritmo, de aparecer no ecrã do telemóvel. Se um locutor botasse [música] a sua música para tocar e falasse bem dela no ar, ela ia parar ao ouvido de meio Brasil. E foi [música] bem isto que aconteceu com o Zezinho.
De repente, aquela voz estava saindo do rádio da cozinha, do rádio da padaria, [música] do rádio de pilhas, que o pedreiro levava para obra. E aí não há [música] jeito. Quando o povo ganha o gosto, a coisa embala sozinha. Mas o verdadeiro estouro, aquele que muda o patamar do artista, [música] surgiu em 1997, um CD chamado Seresta volume [música] 1.
Pega nesse número, 140.000 exemplares vendidas. E olha, isto não é streaming não, onde a [música] pessoa carrega no play de graça. Era disco físico comprado um a um com dinheiro na mão na loja [música] 140.000 vezes e alguém tirou nota do bolso para levar o Zezinho Barros [música] para casa. Isso rendeu a -lhe um disco de ouro.
E adivinha onde ele foi receber esse disco de ouro? [música] No programa do Ratinho, aquele que parava a casa da gente na hora do almoço. Depois o nome pegou fogo [música] e não parou mais. Em 2002, assinou com a a editora Ouro Records e lançou o [música] Na onda do brega. Foi a partir desse disco que saiu Fogo Cruzado, aquela que ainda hoje se pões num paredão [música] de festa lá no interior, o povo canta junto do princípio ao fim.
Fogo cruzado para todo o lado. [música] Mas, pá, é agora que vem a parte que quase ninguém sabe. [música] Houve uma música dele que passou dos muros do Brasil. Cicatriz. Uma [música] seresta deste homem de Exu, Pernambuco, não fez sucesso só aqui, não. [música] Ela caiu na boca do povo em Portugal, na Colômbia, no Surinami e lá nas Guianas.
Para que tenha uma ideia do tamanho deste, um cantor de brega que saiu de um cantinho de sertão com uma mala e uma voz, tinha pessoas a cantar [música] a música dele do outro lado do oceano. Poucos artistas Os brasileiros conseguiram atravessar fronteira desta [música] maneira. Ele conseguiu.
E não era só um disco solto aqui e ali. [música] O Zezinho virou máquina. Numa entrevista, ele próprio contou. tinha mais de 20 discos gravados e fazia cerca de 20 espectáculos por mês. [música] Faz a conta. É um espectáculo quase todo fim de semana, ano fora, com a agenda cheio e o telefone [música] a tocar. Este era o Zezinho no auge, a trabalhar muito, vendendo muito, com a voz espalhada pelo país e o nome grande.
[música] Só que é aqui, bem no meio desta abundância toda, que a questão do vídeo começa a se fazer [música] barulho. Porque se estava tudo a correr tão bem assim, por que que deixámos de ver este homem na televisão? Mais de 20 discos gravados, disco de ouro na parede, [música] música tocando desde Portugal até ao Surinami.
Show quase todos os fins de semana, a agenda entupido, [música] o telefone não parava. Era esse o tamanho do Zezinho. E aí, sem aviso, o ecrã da sala apaga-se [música] para ele. Some do auditório de domingo, desaparece daquele quadro de fim de tarde. O rosto que [música] estava em todo o canto vai desaparecendo aos bocadinhos, até que um belo dia se senta em frente da TV [música] e pensa: “Epá, já há um tempão que não vejo este homem a cantar aqui.
Sem despedida, sem explicação, [música] do nada. E quando um artista desaparece assim do pequeno ecrã, o povo trata logo de inventar o resto. [música] Aí a boataria pegou, o Zezinho partiu, perdeu tudo o que juntou. Está a viver de favor na casa dos outros. Houve gente que enterrou o homem vivo. [música] Se não soube não, o O Zezinho morreu.
Cada roda de conversa deitava mais um pouco de lenha. Cada [música] zap reencaminhava para a história um tiquinho mais torta que a anterior. E dá para perceber a cabeça de quem acreditou. [música] Vês um gajo faturando alto, música na rádio do país inteiro e de [música] repente ele evapora-se do mapa da televisão. A mente da gente completa sozinha.
Desapareceu da tela, deve [música] ter corrido mal. É a conta mais fácil de fazer. Só que tem uma parte dessa história [música] que ninguém o pôs na roda. A televisão que fez o Zezinho grande foi mudando por baixo do pano. Aquele Brasil do radialista que [a música] punha a música e o país todo escutava foi ficando para trás.
O auditório de domingo lotado [música] que empurrava cantor de brega lá para cima, foi encolhendo o espaço para seresta, pro forró de raiz, [música] pro romântico. E não foi só com ele, não. Foi com uma penca de artista da mesma colheita, que de uma hora para a outra olhou para o chão e já não tinha aquele palcão gigante debaixo do pé.
A porta da TV foi encostando [música] devagarinho, sem barulho. E é aí que fica a pergunta, que quase ninguém fez direito. Ok, o homem saiu da tela. [música] Mas para onde é que ele foi? Porque uma voz daquele tamanho não se dissolve-se no ar. Ela está a tocar em algum canto, só que num canto onde a câmara da emissora deixou de apontar.
E é bem para este canto que vamos agora, pois este canto tem [música] nome Guarulhos, ali coladinho à capital, na grande São Paulo. É a partir daí que o Zezinho toca a vida hoje. Repara na volta que a história [música] deu. O menino que fez quase 2800 km a partir de Exu, lá do sertão de Pernambuco, por detrás do sonho de cantar em São Paulo.
Pois é precisamente na grande São Paulo que ele [música] pôs raiz e ficou. Não voltou a correr paraa terra natal, não desapareceu no interior. O chão que ele escolheu para chamar de sua [música] foi o mesmo chão que um dia ele desembarcou de mala na mão, sem [música] conhecer ninguém. E o retrato que sobra deste homem hoje é de gente simples.
Não tem foto de mansão, não tem ostentação, não há aquele cantor de brega a fazer pose de ricaço. O que aparece é um senhor de uns 66, 67 anos, do jeitão que sempre foi, o mesmo homem de origem humilde que levava balde e cabo de vassoura lá em Exu. O dinheiro, a fama, o disco [canção] de ouro. Nada disso trocou o sujeito por outro.
Agora, se estás à espera que eu abra a porta da casa dele e mostre [música] sala, quintal, garagem, vou ser direito com você. Isso ninguém tem. O Zezinho não é homem de expor [música] à vida privada, de escancarar onde dorme, com quem vive, o que tem dentro de casa. E olhe, tem uma beleza nisso.
[música] Num tempo em que toda a gente mostra tudo, o gajo guarda a intimidade dele para ele. A vida de portas para dentro é dele e ponto. [música] O que ele mostra é outra coisa. Ele mostra o trabalho, abre o Instagram do homem [música] e não é foto de carrão, nem de relógio caro que lhe vê. É chamada de espetáculo. [música] Pois, vou a tal cidade, tal dia tem apresentação em tal local.
Vem ver-me cantar. A montra que ele faz questão [música] de manter aberta, não é a da casa, é a do palco. E isso já diz [música] muito sobre onde é que a cabeça deste homem está depois de tudo. Então, [música] esquece a imagem do artista reformado, encostado a uma rede, vivendo de lembrança.
O Zezinho [música] de hoje é outro filme e é esse filme que nós vai ver agora. Porque a vida que ele leva mesmo, o dia dia dele está [música] longe de ser a de um homem que perdeu alguma coisa. Enquanto o meio mundo jurava que o Zezinho tinha desaparecido, o homem estava em cima de um palco. [ressonante] Um fim de semana atrás do outro, [música] Leme, interior de São Paulo, Montes Claros, em Minas, Guanambi, lá na Bahia, Barueri, Carapicuíba Itaquaquecetuba, festa nordestina no Aricanduva, [música] com aquele cheiro a milho cozido e a barraca
de bebida, tasco [música] de esquina, sala de espetáculos na capital. Só nos últimos 12 meses dá para rastrear mais de 10 espectáculos do Zezinho [música] espalhados por três estados diferentes. Isso é agenda de quem está a trabalhar duro, não de quem encostou. Aí vem a parte do dinheiro, [música] que é onde o povo mais viaja na maionese.
Tem gente que atira número de cachet para o ar como se soubesse. [música] A verdade é que a única coisa que se pode cravar é o que está escrito num contrato de prefeitura, [música] que é papel público, qualquer um pode ver. E o papel [música] diz o seguinte: Em 2022, uma câmara municipal na Bahia pagou R$ 9.
000 R$ 1000 por dois [música] concertos. Em 2025, a câmara municipal de Leme fechou R$ 25.000 [música] por uma apresentação. Só que 25.000 engana quem não leu o contrato até ao fim, [música] porque esse dinheiro não vai para o bolso do Zezinho inteirinho. O próprio papel deixa claro, está tudo dentro. O transporte, a [música] banda, o som, o montagem, o imposto, o camião que carrega o equipamento, [música] sai tudo desses 25.000.
O que sobra para o artista, no fundo, é um naco disso [música] e um naco muito menor do que parece. Quem ouve 25.000 por concerto e já imagina o homem a esbanjar [música] está a fazer a conta errada. É cachet bruto de quem roda. Cidade pequena, não vida de rico. Agora a música dele, essa não descansa. Só uma faixa. Aparei.
Já bateu perto de 7 milhões e meio de execução [música] na internet. A gatinha, uns 7 milhões, junta as duas. E tem quase 15 milhões de vezes que alguém [música] em algum canto do Brasil carregou no play para ouvir o Zezinho Barros. [música] É gente que dava para encher o Maracanã cento e tantas vezes de um homem que já ninguém se lembra.
E não é só o repertório velho a rodar. O Zezinho está lançando coisa nova. Disco em 2024. [música] Disco em 2025. Em janeiro de 2026, música nova com [música] participação de outro cantor. Enquanto o boato dizia que o homem tinha acabado, ele estava dentro do estúdio a pôr voz [música] em nova faixa, concerto a rodar três estados, música a rondar os 15 milhões de plays, lançamento a sair todos os anos.
Não [a música] é o retrato de quem afundou, é o retrato de quem trocou de endereço e continuou a fazer a mesma coisa que sempre fez num local onde a maioria deixou de prestar atenção. E é [música] bem este ponto que separa de vez a história verídica do Zezinho de [música] tudo o que inventaram sobre ele. Soube do Zezinho? Morreu, coitadinho.
Esta frase correu zap, correu roda de conversa, correu boca de gente que jurava a pés juntos. Só que o Zezinho estava bem vivo, provavelmente com um teclado do lado a decorar a letra do próximo concerto. Vamos separar o joio do trigo. [música] Então, porque inventaram muita coisa sobre este homem? Disseram que ele morreu. Não morreu.
Está aí a gravar, subindo ao palco em 2026. Disseram que ele [música] largou a música de vez, não largou, lança um disco todos os anos. Disseram que deixou de fazer um concerto, pelo [música] contrário, a agenda está cheia, rodando três estados. E aquele desapareceu da televisão, este tem um pé, na verdade.
Ele saiu [música] mesmo das grandes estações, disso ninguém tira. Só que sair da TV e sair da vida são duas coisas que o povo teimou em confundir. Agora tem uma pergunta por baixo de toda esta história que é mais interessante que o boato. E é uma pergunta [música] que não tem resposta fácil. O que é ter vencido na vida? Porque há quem olhe hoje para o Zezinho e pensar assim: “Epá, o gajo tava no auge, disco de ouro, música a tocar na Europa [música] e hoje está a cantar em festa de cidade pequena no interior.
Para esta turma, isso é queda, é o brilho que se apagou. O sujeito que já foi grande e hoje canta para uma plateia de 500 pessoas numa quadra de escola. Só que há o outro lado da moeda. E esse outro lado pergunta: “E daí?” Porque enquanto muito [música] artista do seu auge desapareceu de verdade, morreu na miséria ou vive de foto antiga a chorar o que passou, o Zezinho está lá de pé, a fazer o que ama, com o povo cantando, [música] a letra dele na cara, sem playback, sem holofote de estação, mas com gente de verdade emocionada na frente. Para essa
turma, isto não é queda coisa nenhuma. Isto é o [música] tipo que continuou inteiro quando o mundo mudou debaixo dele. E aí fica para si. Ter ganho na vida é morrer famoso no ecrã [música] grande ou é chegar aos 66 67 anos ainda fazendo o que escolheste [música] fazer aos 18 com saúde para subir no palco e voz para cantar.
Não vou responder a essa por si. Cada um responde à tua maneira [música]. E olha que esta resposta diz mais sobre quem responde do que sobre o Zezinho. [música] Mas uma coisa, a história deste homem deixa clara e é com ela que a gente fecha. No final das contas, a história do Zezinho Barros é a história de um teimoso. Teimoso do bem.
Um menino [música] que saiu de Exu com uma mala e uma voz atravessou quase o Brasil inteiro para tentar a sorte numa cidade que não lhe devia nada. Apanhou no início, [a música] levou porta na cara, rebentou, ganhou o disco de ouro, viu [música] a própria música cruza o oceano e cair na boca do povo lá em Portugal.
E quando o grande ecrã apagou para [música] ele, quando o Brasil da TV virou as costas ao brega, ele não sentou-se a chorar o passado, pegou no estrada outra vez, da mesma forma que fez aos 18. E é aí que mora o bonito desta história. [música] Um homem de 66, 67 anos, que já deu provas de tudo, ainda pega na carrinha, encara a viagem para a cidade pequena e sobe no palco [música] para ver o povo cantar a letra dele na cara sem holofote de emissora.
sem playback, apenas a voz, o teclado e o público. [música] Há pessoas que chamam a isto decadência, há gente que chama a isto amor pelo que faz. E no [música] fundo, cada um decide isso pela sua própria vida. O que ninguém pode dizer é que o [música] O Zezinho perdeu. Perdeu o quê? Continua fazendo aos 66 o que escolheu fazer aos 18.
Quanta [música] gente pode falar isso da própria vida? Talvez. A lição do Zezinho seja essa. E é [música] simples. O verdadeiro sucesso não é a altura de onde caiu. É continuar de pé, fazer o que ama, [música] mesmo quando o mundo mudou de canal. Na sua opinião, o Zezinho Barros é o exemplo do artista que caiu no esquecimento? Ou é o tipo que ganhou por continuar firme, [música] fazendo o que gosta, longe dos holofotes? Escreve lá abaixo nos comentários.
E se você lembrou-se de uma música dele agora, [música] de uma festa, de um som que tocava por aí, conta-nos qual foi. A gente lê tudo. [música]