O Trágico Fim de Uma Estrela? O Drama Obscuro de Adriane Galisteu: Como Apenas Dois Quilos a Mais no Ginásio a Deixaram Completamente Paralisada. Descubra a Doença Traiçoeira e Silenciosa que Roubou o Chão da Famosa Apresentadora e a Fez Lutar Desesperadamente para Voltar a Andar Após Tantas Tragédias Pessoais.
ELA PEGOU 2 KG A MAIS E PAROU DE ANDAR: O DRAMA DE ADRIANE GALISTEU HOJE
Ela é uma das apresentadoras mais conhecidas da televisão brasileira, uma mulher que já enfrentou perdas duríssimas e sempre voltou de pé. Mas houve um dia, não há muito tempo, em que Adriane Galisteu simplesmente não conseguiu mais ficar de pé. Não foi um acidente. Não foi uma doença rara surgida do nada.
Começou com algo que milhões de as pessoas fazem todas as semanas dentro de uma academia. Um movimento simples, um agachamento, um peso a mais do que o corpo estava habituado a carregar. E em poucos dias, a dor que irradiava pela perna transformou-se em algo que ela mesma descreveu como uma faca espetada na carne.
Ela que tem a corrida como parte essencial da própria vida, se viu a arrastar-se pela casa sem conseguir caminhar. O que os médicos descobriram tem nome, tem explicação e é bem mais comum e mais traiçoeiro do que parece. Ao longo deste vídeo, vai perceber exatamente o que aconteceu com Adriane.
Qual foi o diagnóstico que a manteve meses em tratamento? Por que razão a recuperação tem sido tão lenta ao ponto de frustrar até uma mulher conhecida pela força e principalmente como ela vive e lida com tudo isto hoje, aos 52 anos, enquanto continua no comando de um dos maiores programas da Record. Não é uma história de tragédia sem fim.
E não vou prometer-te nenhuma revelação absurda. É a história verídica de uma queda inesperada e de uma volta que ainda está a ser construída, contada com as próprias palavras dela. Se gosta de acompanhar a verdade por detrás das títulos, deixa o teu like aqui e subscreve o canal. Fica comigo, porque é agora que este história começa a fazer sentido.
Para compreender a mulher que hoje enfrenta a dor com tanta teimosia, é preciso voltar a uma cidade enorme e a uma infância que teve muito pouco de fácil. Adriane Kelemen Galisteu nasceu a 18 de abril de 1973, na cidade de São Paulo, e viveu até aos 18 anos no bairro da Lapa, na zona oeste paulistana. O próprio apelido já carrega uma história de travessia.
Segundo os registos biográficos da apresentadora, a família paterna tinha origem espanhola e tinha chegado ao Brasil ainda no final do século XIX, mais precisamente no ano de 1899, vinda de Málaga, na região da Andalusia, a bordo de um navio chamado Lesalps. Do lado materno, a ascendência era húngara, o que explica o apelido Kelemen, que ela tem no nome completo.
duas linhas de imigrantes que cruzaram-se no Brasil e décadas mais tarde deram origem a uma das figuras mais conhecidas da televisão do país. Mas quem imagina que uma menina de nome bonito e sangue europeu teve uma vida confortável engana-se redondamente. A A infância de Adriane foi marcada pela dificuldade e pela responsabilidade que chegou cedo demais.
O pai Alberto Galisteu, nascido em 1935, era alcólatra. E as biografias contam que este vício foi debilitando aos poucos a saúde dele. A situação em casa era tensa, imprevisível, daquelas em que uma criança aprende rapidamente a ler o clima de uma só divisão pelo som dos passos. Em 1989, o quadro chegou ao limite e Alberto sofreu um enfarte que o levou à morte.
Adriane, segundo estes mesmos registos, tinha cerca de 15 anos. E foi ali ainda adolescente que a vida lhe cobrou uma conta de adulto. Para ajudar a mãe Ema a sustentar a casa, começou a trabalhar como vendedora. Não havia herança, não existia rede de proteção, não havia tempo para luto prolongado, havia contas para pagar e uma família para segurar de pé.
E a dor daquela família não se ficou por aí. Adriane tinha um único irmão, mais velho, Alberto Galisteu filho, que enfrentava a própria batalha. Portador do vírus HIV, passou por internamentos sucessivas, entradas e saídas de hospital num período em que a doença carregava ainda um peso de estigma brutal e muito menos recursos de tratamento do que existem hoje.
Adriane ajudava a cuidar dele neste vai e vem. Em 1996, Alberto faleceu em consequência de doenças oportunistas ligadas ao vírus. Antes mesmo de completar a casa dos 20 anos, portanto, ela já tinha perdido o pai e o irmão e tinha aprendido de perto o que significam a doença, o hospital e a despedida.
Guarde isso, porque esta familiaridade precoce com a fragilidade do corpo vai ecoar lá na frente quando falamos de como ela reage perante a própria dor. No meio de tanta adversidade, foi o trabalho que abriu a primeira fresta de luz. A carreira de Adriane começou cedo, ainda na infância e na adolescência, pelo caminho da imagem.
Um pormenor pouco lembrado hoje em dia é que jovem ela participou num grupo musical denominado Meia Soquete, um projeto direcionado ao público adolescente daquela época. Mais do que cantora, porém, o que se firmava nela era a presença perante as câmaras. A beleza que abriria tantas portas foi levando a paulistana da Lapa para o mundo da moda e da publicidade.
Num tempo em que ser modelo era uma das poucas rotas de ascensão rápida para uma menina sem apelido de dinheiro. Cada trabalho era um degrau e ela subia com a mesma disciplina de quem tinha aprendido aos 15, que ninguém ia resolver as coisas por ela. O que ninguém poderia prever é o tamanho da viragem que estava a caminho, porque foi justamente trabalhando como modelo que [a música] em 1993 Adriane Galisteu cruzaria o caminho de um homem que mudaria a sua vida para sempre e mudaria também de uma hora para outra, a forma como todo o Brasil
passaria a olhar para ela. Foi num autódromo, no meio do barulho ensurdecedor dos motores que a vida dos Adriane Galisteu dividiu-se em antes e depois. Em 28 de março de 1993, durante o Grande Prémio do Brasil, a jovem modelo paulista conheceu o homem que era já naquele momento o maior ídolo desportivo do país.
Atiron Sena, tricampeão do mundo de Fórmula 1, herói nacional. Aquele nome que fazia o Brasil inteiro acordar cedo aos domingos. só para assistir a uma corrida. O namoro começou logo a seguir e a partir daí a menina que crescera na Lapa, que aos 15 anos vendia para ajudar em casa, passou a ser fotografada junto de um dos homens mais famosos do planeta.
De repente, todo o país sabia quem ela era, e nem tudo nesta fama repentina era gentil com ela. Foram, segundo a própria contagem, que ela guardaria para sempre, 405 dias ao lado dele. Um relacionamento vivido em parte sobolofotes e em parte na intimidade das viagens, as casas de praia e momentos que só os dois testemunharam.
Mas esta contagem tem um fim que o Brasil inteiro conhece. e que ainda dói lembrar. No primeiro dia de maio de 1994, no Grande Prémio de San Marino, no circuito de Íola, na Itália, o carro de cena embateu contra o muro da curva tamburelo. O acidente tirou a vida ao piloto e mergulhou o país num luto colectivo, como poucas vezes se viu.
E no centro daquela dor nacional havia uma mulher de apenas 21 anos que acabara de perder o companheiro. Adriane não estava enterrando apenas um namorado famoso, estava a enterrar o homem com quem dividia a vida. O que veio depois foi quase tão duro como a própria perda. A imprensa da época e relatos que se repetiram ao longo dos anos apontam que a relação de Adriane com a família de Sena nunca foi tranquila e o seu luto acabou por ser vivido sob julgamento público, disputado, questionado.
Muita gente parecia querer decidir quem tinha ou não o direito de chorar por Airton. E foi no meio desse cenário que ela tomou uma decisão que renderia elogios e ataques em doses iguais. Ainda em 1994, poucos meses após o acidente, Adriane lançou o livro Caminho das borboletas com o subtítulo Os meus 405 dias, ao lado de Airton Sena.
A obra foi escrita pelo jornalista Nlando Beirão a partir de cerca de 30 horas de depoimentos gravados em Cintra, em Portugal, onde ela contou a própria versão daquele último ano e meio de vida ao lado do piloto. Um pormenor pouco conhecido é que boa parte do material saiu de um verdadeiro baú de memórias, cheio de cartas, bilhetes e agendas que ela mantinha desde adolescente, transformadas quase em diários.
Na altura, o livro dividiu opiniões. Ela foi duramente criticada por expor pormenores de um romance com um homem que todo o país reivindicava como seu. Anos mais tarde, numa entrevista à revista Glamour, Adriane recordaria estas críticas, afirmando que aquilo pertencia a um outro tempo, a uma geração diferente, e que hoje quase não se sente julgada por ter mostrado o seu lado da história.
o tempo, de certa forma, deu-lhe razão. E esta história, longe de ficar no passado, voltou a estremecer a sua vida recentemente. Quando a Netflix lançou em 2024 a série sobre cena, o público notou que Adriane aparecia há menos de 3 minutos na produção, num papel reduzido a quase nada, apesar de ter sido o último relacionamento público do piloto.
A revolta dos fãs foi tanta que excertos do seu velho livro voltaram a circular nas redes sociais. E foi em resposta a este apagamento que em 2025 Adriane finalmente decidiu contar tudo do seu jeito, lançando um documentário próprio sobre a relação dos dois. Ela chegou a dizer que a história de Airton é muito maior do que o seu relacionamento, mas que faltava, entre tantas versões, mostrar o Airton como homem.
a versão dela. 30 anos depois, aquela contagem de 405 dias ainda regia parte da vida de Adriane Galisteu, mas a vida teimosa seguiu em frente e o próximo grande capítulo dela começaria bem longe dos autódromos. Perder a Irton Sena teria sido suficiente para paralisar qualquer pessoa. Adriane Galisteu fez o contrário.
Assim como aos 15 anos, quando o pai morreu e ela precisou de trabalhar, a resposta dela à dor foi mais uma vez o trabalho. Em 1995, ela deu os primeiros passos na televisão e a mulher que o país conhecia apenas como namorada de um piloto, começou a construir tijolo a tijolo, uma carreira que seria só dela. Fez uma incursão na representação com uma personagem na telenovela Chica da Silva, na antiga TV Manchete e foi passando por emissora após emissora, aprendendo o ofício de apresentar diante das câmaras.
Não foi um estrelato instantâneo, foi um caminho de programas mais pequenos, de horários difíceis, de provar todos os dias que ela era mais do que uma legenda por baixo de uma fotografia ao lado de cena. O grande salto surgiu na viragem do milénio. Entre 2000 e 2003, Adriane comandou o programa É Show na Rede Record e ali aconteceu algo notável.
O programa tornou-se o principal do género na estação naquele período, chegando a liderar o horário e é apontado como o projeto mais bem-sucedido da sua carreira até então. Correu tão bem que em 2004 a SBT a contratou oferecendo um salário três vezes maior e ela estreou o encanto nas tardes da casa de Silvio Santos. Só que esta passagem rendeu um dos episódios mais curiosos e pouco recordados da trajetória dela.
Insatisfeito com a audiência, Sílvio alterou o horário do encanto nada mais nada menos que 18 vezes, chegando a jogar o programa para as duas da madrugada. Como forma de protesto contra aquela situação, conta-se que Adriane chegou a apresentar o programa de pijama. Era a forma dela de mostrar com humor e ironia o absurdo de tentar fazer um programa que ninguém sabia a a que horas ia para o ar.
Enquanto a carreira subia e descia, a vida pessoal também tinha os seus capítulos. Em 1998, Adriane começou a namorar com o empresário Roberto Justos e a relação andou depressa. Casaram depois de cerca de se meses juntos, mas a união foi curta e o casal divorciou-se já em 1999. Nos anos seguintes, o seu nome ainda estaria ligado a outros relacionamentos conhecidos, como o namoro, em 2003 com o ator mexicano Jaime Camil e em 2004 com o ator Dado Dolabela.
Ela parecia procurar, entre um trabalho e outro algo que ainda não tinha encontrado desde a perda de cena. Uma base sólida, uma vida que não fosse apenas manchete. Essa base chegou em 2009, na forma do empresário Alexandre e Odysse. O relacionamento amadureceu rápido e a sério. Ainda em dezembro desse ano, Adriane anunciou que estava grávida e a 4 de agosto de 2010, nasceu de cesariana em São Paulo, o filho do casal, batizado de Vitório Galisteu e Odse.
Aos 37 anos, a mulher, que tinha aprendido cedo demais sobre perda, ganhava finalmente a experiência oposta, a de gerar uma vida. Poucos meses depois, a 27 de novembro de 2010, ela e Alexandre casaram num sítio em Itatiba, no interior de São Paulo. E aqui fica uma imagem que diz tudo sobre quem Adriane se tornou.
Em vez de entrar na cerimónia segurando um ramo de flores, como manda a tradição, ela entrou com o próprio filho ao colo. O bebé era o bouquet. A maternidade tinha-se tornado o centro da vida dela. Casada e mãe, Adriane entrou numa fase mais estável, sem nunca abandonar a televisão. Em 2015, chegou a apresentar um programa de culinária ao lado do próprio marido.
Em 2018, voltou a representar na novela O Tempo não pára, vivendo a estilista golpista Zelda Larok, no que foi descrito como o seu regresso à ficção na televisão depois de mais de duas décadas. Mas o capítulo que a devolveria ao centro absoluto do palco viria em 2021, quando o Record a convidou para assumir o comando de um dos maiores realities do país, A Fazenda no lugar de Marcos Mon.
Foi um reencontro em grande com o público e é neste posto que ela mantém-se firme até hoje. Aos 52 anos, casada há mais de uma década e mãe de um adolescente, Adriane Galisteu parecia ter, enfim, a vida estável que procurou durante tanto tempo. Até que recentemente um movimento errado dentro de um ginásio colocou tudo isto à prova de uma forma que ninguém esperava.
Tudo começou com um gesto banal. destes que ela já tinha feito centenas de vezes. No fim de semana do dia 5 de outubro de 2025, Adriane estava no ginásio na rotina de exercício que faz parte da vida dela, como poucas coisas fazem. foi executar um agachamento sumo, um movimento comum de musculação, mas com um pormenor que faria toda a diferença.
Segundo o relato que ela mesma deu depois, estava habituada a fazer aquele exercício com 9 kg e nesse dia apanhou 11. 2 kg a mais. Parece pouco, quase nada. Mas o corpo às vezes cobra caro por uma margem pequena. Ela sentiu que algo se prendeu, um enrosco em algum nervo, e a dor que veio a seguir não se parecia com nada do que ela já tinha sentido antes.
Na noite de domingo, a dor era insuportável e Adriane teve de procurar atendimento médico. Na segunda-feira, dia 6, deu entrada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. fez ressonância magnética, tomou o anti-inflamatório, recebeu injeção e mesmo assim seguiu sentindo aquela dor estranha que ela teve dificuldade até em descrever.
A comparação que utilizou nas redes sociais para explicar o que sentia é forte e ficou marcada. Ela disse ter a sensação de que espetaram uma faca na perna e que de vez em quando alguém ia lá e dava uma rodado, provocando choques. Não era a dor comum de quem exagerou num treino. Era algo mais fundo, mais persistente, que a deixava nas suas palavras se arrastando-se pela casa.
Foi então que veio o diagnóstico e o nome apanhou a maioria das pessoas de surpresa, incluindo a própria Adriane, síndrome do piriforme. Ela própria admitiu que nunca tinha ouvido falar daquilo e que só aí começou a perceber do que se tratava. Vale explicar, porque é precisamente o tipo de coisa que quase ninguém conhece até acontecer.
O piriforme é um músculo pequeno e profundo, localizado na região dos glúteos, perto do topo da articulação da anca, mesmo ao lado do nervo ciático. Quando este músculo sofre uma contratura ou inflama, ele aperta o ciático e é aí que reside o problema. A compressão deste nervo provoca dor impontada, ardor, formigueiro e dormência que descem pela parte de trás da coxa e podem chegar ao pé.
Nos casos mais intensos, dificulta caminhar e estar sentado. É uma condição relativamente comum em quem pratica corrida e movimentos repetitivos de perna, o que torna especialmente cruel que tenha atingido precisamente uma mulher que faz da corrida um pilar da própria vida. E aqui está o ponto mais duro desta história, aquele que dá nome ao vídeo.
Não foi só uma dor incómoda. Houve de facto uma crise severa em que Adriane Galisteu ficou sem conseguir andar. Não é um exagero de manchete, é um relato dela própria. Meses depois, ao falar sobre o assunto, ela referiu-se àquele momento exatamente assim, como a crise em que não andava. Imagine o que este representa para alguém como ela.
Uma mulher ativa que corre, que treina, que dirige um programa de televisão de pé no meio do estúdio, viu-se de repente, sem a coisa mais básica que existe, a capacidade de caminhar de uma divisão a outro da própria casa. E para além da dor física, existia a angústia emocional. Ela desabafou que ficava desesperada por não conseguir correr, que isso lhe dava uma tristeza enorme, porque a corrida para ela não faz bem apenas ao corpo, faz bem à cabeça.
O tratamento, como o próprio nome da condição sugere, não é rápido nem simples. Foi preciso montar uma abordagem completa, repouso, medicamentos anti-inflamatórios, fisioterapia com foco nos alongamentos e técnicas para desinflamar a região, incluindo o uso de crioterapia, com Adriane chegando mesmo a recorrer a uma espécie de cama de gelo para aliviar a área afetada.
Mais adiante entraram também as sessões de quiropraxia. Enquanto médicos costumam dizer que quadros mais leves melhoram em uma a três semanas, o caso dela mostrou o outro lado da moeda, o lado em que a recuperação se arrasta por muito mais tempo e exige paciência por parte dos sobra.
E é exatamente esta lentidão, esta teimosia da dor em ir embora, que transformou o que parecia um contratempo passageiro numa batalha de meses. Uma batalha que, ao contrário do que muita manchete sugere, já não trava deitada, mas de pé, a trabalhar. E é sobre como ela está a encarar tudo isto agora e o que aprendeu no caminho, que quero contar-te em seguida.
Então, afinal, como vive hoje Adriane Galisteu depois de tudo isto? A resposta felizmente está longe da imagem trágica que muita gente imagina. Ao ouvir a frase, ficou sem andar. Ela voltou a andar, voltou ao estúdio e seguiu no comando da quinta. A época 17. Sem interromper a carreira, a própria equipa da apresentadora chegou a esclarecer em nota que ela estava bem e a manter a agenda de compromissos normalmente.
Ou seja, quem liga a televisão e vê-a ali firme, a conduzir o programa ao vivo, está a ver uma mulher que atravessou a parte mais dura desta história e chegou ao outro lado de pé. Mas isso não significa que a batalha tenha acabado e é aí que mora a verdade mais honesta sobre o presente dela. Nas atualizações mais recentes que partilhou já em 2026, Adriane deixou claro que a recuperação continua a ser um trabalho lento e contínuo.
Numa quinta-feira de abril desse ano, depois de uma sessão de quiropraxia, ela contou aos seguidores que estava a conseguir ganhar mais força, um avanço real, mas admitiu, sem maquilhar, que ainda estava em tratamento desde no ano anterior, desde essa crise em que não andava. Definiu a síndrome com aquela franqueza que a marca como uma coisa difícil de tratar.
Não é o discurso de quem ganhou de vez, é o de quem gere, dia após dia, uma condição que insiste em não ir embora de uma vez. E há uma honestidade valiosa nisso. Muita gente famosa esconde as próprias fragilidades. Adriane escolheu mostrar o processo real com os avanços e as frustrações lado a lado.
O que mais chama a atenção na forma como ela lida com tudo isto é o tom. Em vez de se colocar no papel de vítima, Adriane transformou a experiência em mensagem. Ela passou a usar o próprio caso para alertar os seguidores sobre algo simples e sério ao mesmo tempo. O risco de exercícios feitos de forma incorreta, de pegar em peso para além da conta, de negligenciar a postura.
Ela, que é uma declarada entusiasta da vida saudável, tornou-se a prova viva de que nenhum corpo treinado está livre de uma lesão profunda quando o movimento sai errado. É um recado que é válido para qualquer pessoa que já entrou num ginásio pensando que 2 kg a mais fariam diferença. E há ainda uma camada mais suave, quase filosófica, na forma como ela resume o aprendizagem.
Numa das falas em que comentou a recuperação, Adriane deixou um conselho que diz muito sobre a mulher em que ela se tornou depois de tantas perdas ao longo da vida. Aconselhoua agradecer a Deus todos os dias pela saúde, tendo em conta que quando o corpo funciona bem, nem nos apercebemos de que existe um músculo chamado piriforme escondido lá no fundo da anca.
É a lição de quem só descobre o valor do simples caminhar quando esse caminhar lhe tirado por um tempo. Aquela menina que aos 15 anos aprendeu à força o que era a fragilidade do corpo humano, cuidar de um pai doente e de um irmão gravemente doente. Encontrou décadas depois no próprio corpo uma versão desta mesma lição e mais uma vez respondeu a ela da única maneira que sempre soube responder à adversidade sem se entregar.
Hoje, aos 52 anos, Adriane Galisteu é isso, uma mulher que ainda trata uma dor teimosa, mas que continua a trabalhar, correndo atrás da recuperação plena e que faz da própria vulnerabilidade um exemplo público de resiliência. Não é o triste fim que as manchetes sensacionalistas gostam de sugerir. É algo mais real e, no fundo, mais inspirador.
É a história de uma queda inesperada e de uma volta que ainda está sendo construída, um passo de cada vez. A história de Adriane Galisteu é, no final das contas, uma história sobre o regresso a ficar de pé, no sentido mais literal que esta expressão pode ter, da menina da Lapa que perdeu o pai aos 15 anos.
A jovem que enterrou o grande amor perante um país inteiro, a mulher que reconstruiu a vida, tornou-se mãe e conquistou o seu próprio espaço na televisão e chegou até aqui, enfrentando uma dor que a fez durante algum tempo, não conseguir andar. Em cada um destes capítulos, a resposta dela foi a mesma: levantar-se de novo. E talvez seja isso que mais nos liga com a trajetória dela, porque de um maneira ou de outra, todos nós já precisamos de aprender a reerguer-nos depois de uma queda.
Se esta história te tocou de alguma forma, deixa aqui em baixo o teu like, porque isso ajuda demasiado o canal a continuar a trazer os bastidores reais da vida de quem vemos no ecrã. Se ainda não está inscrito, este é o momento. Carrega no botão e vem fazer parte. E quero muito saber a tua opinião nos comentários.
Conta-me uma coisa. Das várias reviravoltas que a Adriane enfrentou, qual delas achou mais difícil de ultrapassar? A perda do Atiron Sena lá no início ou esta batalha contra a dor que ela trava agora? Escreve lá, leio cada resposta. E antes de você sair, há mais história à espera de você.
O vídeo que surge agora aqui na ecrã vai levar-te direto para a próxima trajetória que separamos com todo o cuidado. É só clicar e continuar comigo. Até lá. M.