Daniella Perez: O Segredo Sombrio por Trás da Morte Brutal Dela aos 22 Anos

Daniella Perez: O Segredo Sombrio por Trás da Morte Brutal Dela aos 22 Anos

28 de dezembro de 1992, um matagau escuro no bairro da Carioca da Barra da Tijuca. Uma jovem atriz de 22 anos com 18 punhaladas no corpo e o par romântico dela na novela O mesmo homem com quem tinha gravado uma cena horas antes, consolando a mãe e o marido desta no próprio local do crime, antes de qualquer suspeita recair sobre ele.

 O que ninguém no Brasil se atreveu a  ligar até hoje é o que aconteceu naquele estúdio horas antes daquele matagau. Há uma cena que uma testemunha viu com  os próprios olhos. Uma cena que muda tudo o que se pensava que sabia sobre o crime mais chocante que a Rede Globo viveu  por nos próprios estúdios.

 Fica até ao final porque vai descobrir o segredo horrível que Daniela Perez levou ao túmulo aos 22 anos e vai compreender o que realmente aconteceu naquele estúdio nas horas mais duras que antecederam a tragédia. Uma coisa que a mãe Glória Perz luta para compreender até hoje. Mas antes de chegar nessa noite de 28 de dezembro, há uma coisa que é preciso entender, porque o que aconteceu à Daniela Perez  naquele matagau escuro da Barra da Tijuca não começou nesse dia, começou muito antes, dentro de uma casa carioca, onde a filha da autora mais

poderosa da Rede Globo cresceu a ouvir Passos de Dança. Rio de Janeiro, 11 de agosto de 1970. Nasce Daniela Perez Gazola, filha da novelista Glória Maria Ferrante Perz, uma das autoras mais poderosas da Rede Globo e filha do empresário Luís Carlos Salpiquier  Perez, a primeira filha daquele casal.

 Depois veriam dois irmãos, Rodrigo em 72  e Rafael em 77, uma família carioca ligada à arte e à televisão. Um lar onde as conversas de mesa envolviam enredos e personagens de telenovelas. 5 anos apenas. A A pequena Daniela foi convidada pela coreógrafa Carlota Portela para dançar profissionalmente na escola de dança Vacilou Dançou, cresceu ali na barra, nos ensaios, nos figurinos.

 E foi por causa desta formação na dança que em 1989, aos 19 anos apenas, a jovem bailarina foi escalada para uma pequena participação na telenovela Cananga do Japão da extinta Rede Manchete. Foi aí que Daniela  Perz conheceu o ator Raul Gazola. Tinha 15 anos a mais que ela. As palavras exatas dadas depois pelo próprio Raul para o podcast Inteligência Limitada, em 2022 foram diretas. Conheci a Dani em 1989.

Era bailarina, ainda não era atriz. Nessa mesma entrevista, o próprio Raul contou também o que sentiu quando viu o jovem bailarina pela primeira vez. Eu sonhava com ela desde a adolescência. Quando a vi pela primeira vez, pensei: “Meu Deus, será ela? Era a mulher da minha vida”. Há uma cena arrepiante que uma testemunha do estúdio taikon da Rede Globo presenciou nessa tarde do dia 28 de dezembro de 1992.

Guilherme de Pádoa entrando várias vezes no camarim de Daniela. Uma crise de choro, dois bilhetes escritos à mão pelo próprio ator e a jovem atriz recebendo aquelas duas peças de papel visivelmente nervosa. O conteúdo  daqueles dois bilhetes nunca foi revelado para o Brasil.

 Nenhuma investigação policial conseguiu recuperar aqueles bilhetes. E até hoje, mais de 30 anos depois, ninguém no Brasil  sabe formalmente o que estava escrito naquelas duas folhas de papel. Guarda esta cena na sua cabeça. Uma jovem atriz de 22 anos apenas, um colega de novela rondando-a pelo camarim e poucas horas depois 18 punhaladas dentro de um matagau escuro.

 O que é que a Daniela se recusou mostrar a qualquer  pessoa até ao último minuto de vida? Existe uma segunda peça arrepiante que A Daniela carregava naquela noite. Uma pochete pequena. Segundo os blogues de crimes e portais brasileiros que cobriram formalmente o caso durante três décadas, naquela pochete existiam aproximadamente 6.000 americanos em géneros.

 A jovem atri planeava usar aquele dinheiro para comprar um carro nos primeiros tempos do ano novo. Uma cifra elevada para uma jovem de 22 anos dessa altura e uma cifra que nenhum assaltante levou naquela noite dorida. O dinheiro continuou na pochete quando o agente encontrou o corpo da atriz no matagau e existe uma terceira peça completamente diferente das duas anteriores.

 Uma coisa perturbadora que colegas do elenco da novela de corpo e u alma relataram depois à polícia carioca uma imagem de gesso. Segundo estas testemunhas do elenco, Guilherme de Pádua e a esposa Paula Thomas transportavam essa imagem para nos camarins da Rede Globo. Eles a apelidavam de Chicão. As mesmas testemunhas afirmaram formalmente à polícia que o casal cultuava aquele objeto como parte de uma seita obscura.

E Chicão esteve presente nos bastidores daquela novela nas semanas anteriores ao crime. Dois bilhetes escritos à mão pelo próprio Guilherme de Pádua, uma pochete com $.000 que nenhum ladrão tocou e uma imagem de gesso denominada Chicão, nos camarins da Globo. três âncoras físicas concretas de um crime que o Brasil inteiro o assistiu à distância pela primeira vez na história dos anos 90 e que a jovem atriz Daniela Perez pagou penosamente com a vida dela aos 22 anos apenas.

 Porque é através destas três peças concretas que vamos reconstruir agora a verdade brutal, por detrás do crime mais chocante que a Rede Globo viveu por nos próprios estúdios. Uma noite que não mudou apenas a vida da família Perez. Uma noite que mudou para sempre as leis penais criminais de todo o Brasil e que ainda hoje, mais de 30 anos depois, esconde um segredo horrível que ninguém no Brasil se atreveu a contar até este momento.

dos anos 70, uma casa carioca no bairro do Jardim Botânico, uma menina pequena de nome Daniela Ferrante Perez Gazola, começando a demonstrar naturalmente para mãe Glória Perez uma coisa que impressionava toda a família, um talento invulgar para o mundo pesado da dança clássica. A família decidiu inscrever a pequena Daniela numa escola de dança carioca daquela altura  dura, complicada.

 5 anos apenas, uma menina pequena carioca, com movimentos naturais impressionantes para dança clássica e uma coreógrafa chamada Carlota Portela, olhando para a pequena Daniela durante as aulas iniciais daquele  estúdio de dança pesado do bairro da Carioca, daquela altura sombria. A escola de dança  escolhido pela família Peres paraa pequena Daniela chamava-se Vacilou Dançou, uma das companhias de dança mais importantes da grande cidade do Rio de Janeiro, daquela pesada altura.

 Carlota Portela dirigia aquela  escola pesada e foi ali, dentro daqueles anos duros de formação silenciosa, que a A pequena Daniela Perz cresceu profissionalmente como bailarina clássica carioca, uma menina  completamente dedicada à arte pesada da dança clássica durante toda a infância, dura sombria.

 Guarda essa cena sombria na sua cabeça. uma menina pequena carioca de 5 anos apenas dentro de um estúdio de dança clássica do Rio  de Janeiro dessa altura. Uma bailarina jovem em ascensão silenciosa durante toda a infância dolorosa e um destino que ia atravessar uma viragem completamente diferente da dança clássica durante os próximos anos consecutivos.

 Uma coisa arrepiante que ninguém do público imaginava naquela altura. aplicada dura. Durante a doar adolescência, a jovem Daniela Perz começou a demonstrar naturalmente um crescente interesse por outra arte completamente diferente da dança clássica carioca, a arte da representação. Uma paixão nova que abriu naturalmente as portas duras  para o mundo da televisão nacional daquela altura complicada sombria.

 E foi esta a combinação entre a dança clássica e a atuação que ia definir o destino da jovem bailarina carioca, uma bailarina profissional carioca combinando duas artes completamente diferentes. E uma coisa arrepiante que ia mudar  o destino da jovem Daniela Perez durante o ano seguinte. Complicado.

 Uma coisa que ninguém do  público imaginava naquela altura. Complicada, dolorosa. 1989, a jovem Daniela Perz completou 19 anos apenas naquela mesma altura dorida. E nessa mesma altura complicada, a extinta rede Manchete Carioca estava produzindo formalmente uma nova novela oficial chamada Cananga do Japão. Uma novela escrita pelo autor Wilson Aguiar Filho, o mesmo autor da novela anterior chamada Dona Beija e dirigida pela cineasta Tizuka Yamassak, uma super produção com um orçamento oficial de 20 milhões de dólares americanos. daquela

altura, a protagonista feminina daquela novela oficial era a atriz Cristiane Torloni. E a novela precisava de uma arrepiante cena de dança clássica, envolvendo diretamente a protagonista Cristian Torloni, ao lado do galã carioca, Raul Gazola. O coreógrafo escolhido para treinar a protagonista naquela cena arrepiante chamava-se Carlinhos de Jesus.

 um dos nomes mais importantes da dança clássica carioca daquela altura. Segundo o próprio Raul Gazola revelou depois ao podcast Inteligência Limitada em 2022, o autor Wilson Aguiar Filho decidiu escalar uma bailarina profissional para dançar naquela cena ao lado do próprio galã carioca. As palavras dadas pelo próprio Raul sobre aquela escolha foram diretas.

Eu fazia cananga do Japão e a Cristiane Torloni, que era o meu par na trama, ia dançar na novela com o Carlinhos de Jesus. O autor escolheu então uma bailarina para dançar comigo e com o escolhida foi a Daniela, a bailarina carioca escolhida para dançar naquela cena da super produção Cananga do Japão era a jovem Daniela Perz aos 19 anos apenas.

 E o que ia acontecer nos próximos  dias daquela produção da extinta rede manchete ia mudar para sempre a vida amorosa da jovem bailarina carioca naquela altura complicada. Bastidores da super produção Cananga do Japão da extinta Rede Manchete em 1989. A jovem bailarina Daniela Perez aos 19 anos apenas entrou pela primeira vez no estúdio da estação carioca.

 E ali, dentro daqueles duros bastidores, a jovem bailarina encontrou pela primeira vez o ator carioca Raul Oliveira Gazola, nascido na grande cidade do Rio de Janeiro, no dia 7 de agosto de 1955, aos 33 anos apenas nessa altura complicada, 15 anos mais velho que o jovem bailarina. As palavras dadas depois pelo próprio Raul Gazola para o podcast  Inteligência Limitada em 2022 sobre aquele primeiro encontro foram diretas.

Sonhava com ela desde a adolescência. Quando a vi pela primeira vez, pensei: “Meu Deus, é ela era a mulher da minha vida, um ator carioca de 33 anos, apenas a olhar para a jovem bailarina de 19 anos e reconhecendo nesse primeiro momento uma coisa completamente inédita. Segundo o próprio Raul contou mais tarde, nessa mesma  entrevista do podcast Inteligência Limitada, em 2022, os ensaios daquela cena de dança clássica aconteciam na própria casa carioca da mãe Glória Perz.

 As palavras dadas pelo próprio ator sobre o momento em que aquele romance começou foram diretas. Ela dançava muito, era uma grande bailarina, tinha todos os movimentos perfeitos. A gente ensaiava na Casa da Glória. Um dia cheguei lá e começámos a trocar olhares. Depois fomos na cozinha beber água e dei um beijo cinematográfico nela e depois dei-lhe outro sem dizer nada.

 Ela voltou para ensaiar e não acertava nenhum passo. Ficou desconcertada. 1990. Passados ​​alguns meses daquele beijo cinematográfico na cozinha carioca da mãe Glória Perz, o próprio Raul Gazola decidiu pedir à jovem bailarina Daniela Perz em casamento oficial. Mas existe uma cena completamente inédita que aconteceu naquela altura complicada que ninguém do público imaginava naquela altura dura.

 Segundo o portal Carioca Zapeando, publicou depois formalmente naquela  cobertura sobre o casal, a mãe Glória Perz teve dificuldade de aceitar a diferença de idade completa entre os dois envolvidos naquele relacionamento. Mas o próprio Raul revelou depois ao podcast Inteligência Limitada em 2022, que a jovem Daniela Perez impôs uma condição concreta para aceitar ir viver junto  com um ator carioca.

 Ela só ia viver juntos se casasse oficialmente antes. As palavras dadas pelo próprio Raul sobre aquela decisão foram diretas. Chamei a Dani para viver comigo, mas ela disse que precisávamos de casar antes. Marquei então o cartório e não falei nada para ela. No dia do casamento, acordei-a e pedi para ela colocar o vestido que tínhamos comprado junto em Los Angeles, nos Estados Unidos.

 e disse: “Vamos casar hoje, depois a gente faz festa, casa no religioso, guarda essa cena na tua cabeça. Um casamento oficial completamente surpreendida dentro de um cartório carioca daquela altura de 1990, duas testemunhas dos amigos do noivo”. e a novelista Glória Perz, uma das autoras mais poderosas da Rede Globo, daquela altura complicada, ficando a saber daquele casamento apenas depois.

 Uma cena silenciosa, completamente inédita da história da família Perez daquela altura complicada. As palavras dadas depois pelo próprio Raul Gazola naquela mesma entrevista do podcast Inteligência Limitada, em 2022, sobre a reação da sogra foram diretas. Chamei dois amigos para serem testemunhas e depois levei a certidão para a Glória, dizendo que eu e a filha dela íamos viver juntos.

 A Glória ficou chateada. Imagina não ser convidada para o casamento da filha. Mas com o passar do tempo, segundo o próprio Raul revelou depois, nessa mesma entrevista, a novelista Glória Perz desenvolveu uma relação muito próxima com o próprio genro. 3 anos consecutivos entre 1990 e 1992. 3 anos que, segundo Porto, o próprio Raul revelou.

 Depois para o podcast Inteligência Limitada, em 2022, foram os melhores momentos da sua vida amorosa, completa naquela altura. Uma vida intensa, dura dentro de uma cidade carioca e uma carreira artística começando a descolar nessa mesma altura complicada. Enquanto vivia aquela vida amorosa intensa ao lado do próprio Raul Gazola, a carreira artística da jovem Daniela Perz começou a descolar na televisão nacional.

 Ainda em 1990, a jovem atriz recebeu formalmente um convite da Rede Globo para dançar no novela chamada Barriga de Aluguel, escrita precisamente pela própria mãe Glória Perez. A jovem Daniela interpretou uma bailarina chamada Clo, que dançava dentro de um lugar carioca chamado Copacabana Café. Depois, em 1991, foi escalada pelo realizador  Denise Carvalho para interpretar formalmente a personagem Iara na novela denominado O Dono do Mundo, escrito pelo autor Gilberto Braga, uma novela onde a jovem Daniela interpretou a irmã mais

nova da personagem Estela, vivida pela atriz veterana Glória Pires. 992. A jovem Daniela Perz, agora com 22 anos apenas, foi escalada para interpretar uma das personagens principais duras dentro de uma nova novela oficial das 8 da noite da própria Rede Globo, um novela oficial escrita pela própria mãe biológica Glória Perz, uma novela chamada de corpo e alma.

 E o que ia acontecer nos bastidores daquela produção durante os  próximos meses consecutivos a partir dessa altura complicada, ia terminar com a jovem bailarina Daniela Perz morta, dentro de um matagau escuro do bairro da Carioca da Barra da Tijuca, aos 22 anos apenas, 3 de agosto de 1992, a Rede Globo estreou naturalmente a nova novela oficial das 8 da noite.

escrito pela autora Glória Perz, um trama pesada chamada de corpo e alma, dirigida pelo encenador Roberto Talma. A novela oficial substituiu formalmente uma produção anterior denominada Pedra sobre Pedra e trazia no elenco pesado nomes duros importantes da televisão nacional. Tarcísio Meira, Cristiana Oliveira, Estênio Garcia, Víor Fazano, Beatriz Segal, Bet Faria, Fábio Assunção.

 Uma trama pesada centrada na personagem principal Paloma Bian, uma jovem carioca que recebia um coração transplantado de outra mulher chamada Betina. A jovem Daniela Perz, aos 22 anos apenas, foi escalada naquela produção pesada da Rede Globo para interpretar uma personagem chamada Yasm Biante, a irmã mais nova da personagem principal Paloma Biante, vivida naturalmente pela atriz veterana Cristiana Oliveira, uma personagem sombria, carioca, que na trama pesada iria viver um triângulo amoroso duro, completamente inesperado.

 com dois As personagens masculinas completamente diferentes. O primeiro dos dois personagens masculinas daquele triângulo amoroso duro na trama era o jovem Caio, uma personagem carioca vivida pelo ator jovem Fábio Assunção aos 19 anos apenas naquela altura complicada. E o segundo dos dois personagens masculinos daquele triângulo amoroso duro era um condutor de autocarro chamado Bira, uma personagem carioca completamente novo na história.

E o ator escolhido para viver aquele personagem sombria, Bira, naquele arrepiante triângulo amoroso, era um estreante na Rede Globo, um jovem ator carioca chamado Guilherme de Pádua. Tomás, guarda esse nome na tua cabeça. Guilherme de Pádua. Tomás, um jovem ator estreante na Rede Globo aos 23 anos apenas naquela altura sombria, complicada.

 E o mesmo homem que ia protagonizar formalmente uma cena arrepiante, dorida, completamente inédita, nos duros bastidores da própria novela de corpo e alma durante os próximos 4 meses consecutivos daquela produção da Rede Globo. Belo Horizonte. 2 de novembro de 1969. Nasceu o jovem Guilherme de Dmerson Pádua Thomas, a mais nova dos quatro filhos de um casal mineiro de boa situação financeira.

 O pai era o engenheiro civil José António Salvador Thomas, professor universitário respeitado na cidade grande de Belo Horizonte.  A mãe era Leda Maria Pádua, doméstica mineira de uma família ligada ao ramo da joalheiros. O jovem  Guilherme estudou dentro de escolas de elite da capital mineira, incluindo o tradicional colégio Loiola, uma criação familiar estruturada no seio de uma família tradicional mineira daquela altura sombria.

 Mas antes de chegar formalmente na Rede Globo para interpretar o motorista de autocarros Bira na novela de corpo e alma, o próprio Guilherme de Pádua tinha um passado sombrio, completamente diferente da imagem pública apresentada paraa família Perez nessa altura complicada, um passado arrepiante que envolvia diretamente duas atividades completamente diferentes do trabalho tradicional na televisão.

nacional, o trabalho de ator pornográfico dentro das produções e o trabalho de striper dentro de casas noturnas. Agosto de 1992, o ator mineiro Guilherme de Pádua Thomas, aos 22 anos apenas, começou naturalmente as gravações em estúdio Tikon da Rede Globo, o estúdio da emissora localizado no bairro de Jacarpaguá, na zona oeste da cidade grande do Rio de Janeiro.

 O ator mineiro contracenava naturalmente com a atriz Daniela Perez, naquele triângulo amoroso entre Caio, Yasm e Bira. Uma cena completamente inédita nos bastidores da própria Rede Globo daquela  altura complicada. guarda essa cena na a sua cabeça. Um ator estreante na Rede Globo, matriz, filha biológica da própria autora da novela oficial e um triângulo amoroso completamente ficcional no enredo da própria novela oficial.

 Uma combinação completamente inédita que ia terminar penosamente com a bailarina Daniela Pereis, falecida dentro de um matagau escuro do bairro da Barra da Tijuca, aos 22  anos apenas. Enquanto o ator Guilherme de Pádua começava aquele trabalho na Rede Globo, o próprio ator tinha-se casou formalmente nesse mesmo ano com uma chamada Paula Nogueira Thomas, nascida na grande cidade do Rio de Janeiro no dia 7 de julho de 1973, apenas 19 anos apenas nessa altura complicada.

 Uma esposa ciumenta, silenciosa, completamente conhecida no círculo social. do casal pelo temperamento agressivo e que naquele mesmo agosto de 1992 já estava grávida de 4 meses  do primeiro filho biológico do casal, um ator completamente novo na Rede Globo, interpretando um motorista de autocarro dentro de uma novela oficial escrita pela autora Glória Perz, uma atriz de 22 anos apenas interpretando a personagem Yasm mim naquela trama, uma esposa ciumenta, grávida de 4 meses e um triângulo amoroso na ficção que ia atravessar uma linha arrepiante entre a

a ficção e a realidade completamente inédita dos bastidores da própria Rede Globo daquela altura complicada. Setembro de 1992. Bastidores da novela de corpo  e alma no estúdio tacoon da Rede Globo. Segundo colegas do elenco da própria trama declararam depois paraa polícia, o O ator Guilherme de Pádua começou a demonstrar dentro daqueles bastidores um interesse completamente estranho  da atriz Daniela Perz, um interesse profissional completamente diferente de qualquer coisa romântica.

 O ator andava a rondar a atriz para pedir uma coisa arrepiante para a mãe biológica dela. Guarda esse pedido na tua cabeça. O ator Guilherme de Pádoa a rondar a atriz Daniela Perz nos bastidores da novela de corpo e alma para pedir uma coisa silenciosa completamente. O que o ator queria da atriz era que Daniela conversasse pessoalmente com a mãe biológica Glória Perz.

 Para pedir mais destaque para a personagem Bira naquela enredo da própria Rede Globo daquela altura, existe uma cena completamente inédita que aconteceu nos bastidores daquela produção da Rede Globo antes do crime que ninguém do público brasileiro imaginava naquela altura complicada. Segundo a Wikipédia sobre o próprio ator Guilherme de Pádua, durante uma gravação anterior no estúdio Taikum da Rede Globo, o ator deixou Hematomas no braço pequeno de outra atriz, completamente diferente do elenco da própria novela, uma atriz chamada Carla Daniel, que

interpretava a personagem Sheila, a namorada oficial da personagem Bira na trama. um sinal completamente inédito de agressividade completamente estranha naquele estúdio da Rede Globo e que ninguém ligou até agora. Um ator estreante na Rede Globo, deixando hematomas no pequeno braço da atriz Carla Daniel durante uma gravação oficial, um sinal completamente inédito de violência silenciosa que apareceu dentro daqueles bastidores meses antes do crime.

 Mas ninguém do elenco da A própria novela de corpo e alma imaginou naquela altura complicada o que aquele sinal realmente significava. Dezembro de 1992, uma semana antes do crime que ia chocar todo o Brasil, o ator Guilherme de Pádua recebeu os textos dos próximos capítulos da novela de corpo e alma. E naqueles textos oficiais da própria enredo, a personagem Bira, do próprio  ator não ia aparecer dentro de dois capítulos consecutivos daquela semana.

 Uma coisa que o ator  Guilherme de Pádua interpretou com uma coisa completamente pessoal. Ele acreditou fortemente que a atriz Daniela Perz tinha-se queixado pessoalmente com a mãe biológica Glória Per sobre o assédio que fazia com ela nos bastidores da própria produção. Mas há uma coisa que a atriz Daniela Perz não sabia naquela altura complicada, uma coisa dolorosa que o próprio ator Guilherme de Pádua  também não imaginava naquela altura complicada e que a mãe biológica Glória Perez explicou depois ao Brasil inteiro dentro de várias entrevistas

oficiais daquela altura. Segundo a novelista Glória Perz, explicou depois para várias reportagens oficiais sobre o caso que chocou todo o Brasil. O motivo real pelo qual a personagem Bira ficou de fora daqueles dois capítulos da novela, veio de uma decisão administrativa da própria direção da A Rede Globo, daquela altura complicada, uma decisão que não tinha qualquer relação com a atriz Daniela Perez.

 As palavras dadas pela própria autora Glória Perz sobre aquela decisão foram diretas. Nessa semana, a Rede Globo passou uma ordem paraa produção da novela para não tratar o tema do sequestro dentro daqueles capítulos, mas os capítulos já tinham sido escritos com aquele tema. Por causa disso, muitas cenas da novela tiveram de ser cortadas da grelha oficial.

 E foi por essa razão administrativa que a personagem Bira do ator Guilherme de Pádua, ficou de fora daqueles dois capítulos consecutivos dessa semana. Imagine por um momento que o ator Guilherme de Pádua soubesse naquela altura  complicada a verdade sobre aquela decisão administrativa da direção da Rede Globo. Imagine por momentos que o ator soubesse que a atriz Daniela Perz não não tinha nada a ver com aqueles dois capítulos em falta dessa semana.

 Toda a tragédia completamente inédita que ia acontecer nos próximos dias poderia ter sido completamente evitada  naquela altura complicada. 28 de Dezembro de 1992, uma segunda-feira normal nos estúdios taikun da Rede Globo, a atriz Daniela Perz, aos 22 anos apenas nessa altura dorida, chegou para as gravações oficiais da própria novela de corpo e alma.

 Nessa tarde, a atriz gravou uma cena completamente decisiva na trama da novela oficial. Uma cena que marcava o fim oficial  do triângulo amoroso entre a personagem Yasmim da atriz Daniela Perez e a personagem Bira do ator Guilherme  de Pádua, o fim oficial do romance ficcional na enredo da própria Rede Globo, daquela altura complicada.

 E foi imediatamente depois daquela gravação do fim do romance ficcional entre  Asmin e Bira, que aconteceu a cena que um camareira do estúdio Taikun presenciou pessoalmente com os seus próprios olhos. O jovem ator Guilherme de Pádoa teve uma crise de choro dentro do estúdio e depois entrou várias vezes dentro do camarim da jovem atriz Daniela Perz.

Segundo o depoimento oficial daquela camareira dado depois paraa polícia, o jovem ator entregou paraa jovem atriz dois bilhetes escritos com as próprias mãos dele próprio, duas folhas de papel dobradas. E foi depois de ler aqueles dois bilhetes que a jovem atriz Daniela Perez gritou uma frase dentro daquele pequeno camarim, uma frase que a camareira ouviu com clareza através da porta oficial. Guilherme, esqueça-me.

 28 de dezembro de 1992, fim da tarde, nos estúdios taikun da Rede Globo, no bairro Carioca de Jacaré Paguá. Depois daquela cena arrepiante no camarim, onde a jovem atriz Daniela Perz gritou para o jovem ator Guilherme de Pádua, uma frase dura que a camareira ouviu através da porta oficial, o jovem ator saiu naturalmente do estúdio pesado, entrou no próprio  carro pessoal, um Volkswagen Santana, escuro dele próprio, e dirigiu-se formalmente até ao bairro Carioca de Copacabana, onde vivia com a esposa carioca grávida

Paula Nogueira Tomás. guarda essa cena sombria na sua cabeça. Um jovem ator mineiro à saída do estúdio Taikum da Rede Globo depois de uma crise arrepiante de choro no camarim de uma jovem atriz, filha da autora da própria novela, uma esposa carioca, ciumenta grávida de 4 meses, à espera do próprio marido dentro de um apartamento de Copacabana.

E uma coisa dura que ia acontecer nas próximas horas duras dessa mesma noite, arrepiante que ninguém do público imaginou naquela altura sombria. Segundo a Wikipédia, sobre o arrepiante caso que chocou todo o Brasil, o jovem ator Guilherme de Pádua chegou naturalmente ao apartamento de Copacabana, onde vivia com a esposa grávida, Paula Nogueira Tomás.

 Colocou a esposa grávida no banco de trás do próprio Volkswagen  Santana Escuro. Cobriu naturalmente a esposa grávida com um lençol duro para ninguém do estúdio poder vê-la no carro e voltou naturalmente para o estúdio taikon da Rede Globo no bairro de Jacaré Paguá. A a jovem atriz Daniela Perez ainda grava as últimas cenas duras oficiais daquela mesma tarde pesada no estúdio. 21 horas.

A jovem atriz Daniela Perez terminou as duras gravações daquele dia arrepiante no estúdio taikon da Rede Globo. Saiu do estúdio pesado e foi imediatamente rodeada por um grupo de crianças fãs que pediram para tirar formalmente uma fotografia oficial. ao lado da jovem atriz. Uma foto que se tornou para sempre a última imagem da jovem atriz Daniela Perez com vida no estúdio Taikum da Rede Globo daquela altura sombria.

 Depois daquela última foto oficial ao lado das crianças fãs, a jovem atriz Daniela Perez entrou no próprio carro pessoal, um Ford Scort escuro que estava formalmente registado no nome oficial  do marido Raul Gazola e conduziu sozinha para fora do estacionamento do estúdio Tikon da Rede Globo.

 Segundo a Wikipédia sobre o caso, o jovem ator Guilherme de Pádua tinha saído antes do estacionamento no Volkswagen Santana Escuro, com a esposa Paula Thomas, deitada silenciosamente no banco de trás debaixo daquele lençol, à espera da jovem atriz Daniela Perez noutro lugar da cidade. Guarda essa cena na sua cabeça. uma jovem atriz de  20 doí de 2 anos apenas a conduzir sozinha um Ford Escort escuro pelas ruas pesadas do Rio de Janeiro.

 Um Volkswagen Santana pesado, seguindo logo atrás com um jovem ator mineiro lá dentro. uma esposa ciumenta, grávida,  deitada silenciosamente no banco de trás, debaixo de um lençol e de um posto de gasolina que ia entrar para sempre no história dura da televisão nacional. Segundo os frentistas do posto de gasolina declararam formalmente depois paraa polícia em depoimentos, a jovem a atriz Daniela Perz parou para abastecer o Ford Escort dentro de um posto de gasolina do bairro daquela altura sombria. Enquanto a jovem atriz saía do

posto, o Volkswagen Santana, conduzido pelo jovem ator Guilherme de Pádua, fechou o carro pessoal dela para impedir formalmente a saída. A jovem atriz Daniela Perz saiu do Ford  Scort dela, reconheceu o jovem ator mineiro Guilherme de Pádua e se aproximou-se do Volkswagen Santana. E aqui é onde tudo muda.

 O jovem ator mineiro Guilherme de Pádua desferiu um soco sombrio no pequeno rosto da jovem atriz Daniela Peres. Um soco que partiu o maxil ou maxilar da jovem atriz Daniela Perez de 22 anos apenas. A jovem atriz caiu inconsciente no chão do posto de gasolina naquele preciso momento. Toda a cena foi observada com os olhos por dois frentistas do posto de abastecimento de combustível.

 O jovem ator Guilherme de Pádua colocou o corpo inconsciente da jovem atriz Daniela Perz no banco de trás do Volkswagen Santana. assumiu o volante do Ford Escortal da jovem atriz e a esposa Paula Thomas assumiu o volante do Volkswagen Santana com a jovem atriz inconsciente no banco de trás.

 Os dois carros seguiram até um matagau silencioso no bairro da Barra da Tijuca, uma rua chamada Cândido Portinari, perto do condomínio Rio Mar do Bairro. E foi naquele matagal silencioso  do bairro da Barra da Tijuca que aconteceu a cena mais brutal da história dolorosa da televisão nacional. O jovem ator mineiro Guilherme de Pádoa e a mulher grávida Paula Nogueira Thomas desferiram 18 punhaladas silenciosas no corpo inconsciente da jovem atriz Daniela Perz de 22 anos apenas.

 oito punhaladas no coração dela, quatro punhaladas no pescoço dela e o pulmão esquerdo dela perfurado para sempre. Segundo o relatório cadavérico publicado pela Folha de São Paulo depois, a jovem atriz Daniela Perez faleceu em aproximadamente 2 minutos de choque hipovolémico naquele mataga do bairro da Barra da Tijuca aos 22 anos apenas.

 Depois daquela cena dolorosa, no matagal da Barra da Tijuca, o jovem ator Guilherme de Pádoa e a mulher grávida Paula Thomas voltaram para o apartamento de Copacabana, segundo o site de crimes reais brasileiros publicou. Depois, numa cobertura  do caso, o jovem ator parou noutro posto de abastecimento de combustível do bairro ao regressar e pagou uma quantia para  o frentista lavar pesadamente o banco de trás do Volkswagen Santana.

 O objetivo era retirar todo o sangue à jovem atriz Daniela Perez do banco de trás do  carro dele próprio. Mas existe uma coisa que o jovem ator  Guilherme de Pádoa não sabia naquela noite. Uma coisa que a esposa grávida, Paula Nogueira Thomas também não imaginou naquela altura dorida. Um advogado da estava a passar com o carro pessoal pela mesma rua Cândido Portinari da Barra da Tijuca, no preciso momento em que os dois carros estavam parados naquele mataga.

 O advogado que passou pela rua Cândido Portinari da Barra da Tijuca. Nessa noite chamava-se Hugo da Silveira. Segundo o site jurídico Jus Brasil, publicou depois, numa análise do caso que chocou todo o Brasil, o advogado Hugo achou estranho o cenário de dois carros parados naquele terreno daquela hora dolorosa da noite.

 Anotou a matrícula oficial de um dos carros e ligou à polícia para denunciar oficialmente a cena daquele terreno da Barra da Tijuca. Guarda essa cena na tua cabeça, um advogado a passar por uma rua da Barra da Tijuca, no preciso momento do assassinato, da jovem atriz Daniela Perez, uma placa anotada durante a passagem dele e dois polícias a irem para aquele terreno para investigar a queixa do advogado.

 Segundo o depoimento dos dois polícias que chegaram ao terreno da rua Cândido Portinari da Barra da Tijuca, os Os polícias encontraram apenas um dos automóveis denunciados pelo advogado  Hugo da Silveira. O Ford Escort, pessoal da jovem atriz Daniela Perz, foi parado sozinho naquele terreno daquela hora da noite.

 Os documentos encontrados no carro estavam registados em nome do ator Raul Gazola, marido da jovem atriz Daniela Peres. daquela altura. Um dos polícia foi a casa de Raul Gazola  informar sobre o carro encontrado e o outro polícia ficou sozinho naquele terreno da Barra da Tijuca para continuar a investigação. E o que aconteceu no momento brutal seguinte, ninguém do público imaginou naquela altura.

 O polícia que ficou sozinho naquele terreno da Barra da Tijuca começou a a andar pesadamente pelo  terreno para procurar uma pista. Enquanto andava pesadamente naquela escuridão daquele mataga, o polícia tropeçou dentro de uma coisa brutal, o corpo frio da jovem atriz Daniela Perez, de 22 anos apenas, 29 de Dezembro de 1992, manhã seguinte do assassinato da jovem atriz Daniela Perez.

 A polícia foi até os estúdios taikon da Rede Globo, no bairro de Jacaré Paguá, com a matrícula anotada pelo advogado Hugo da Silveira. E ali no parque de estacionamento do estúdio Taikum da Rede Globo, os polícias encontraram um Volkswagen Santana, que tinha a placa exatamente igual à placa anotado pelo advogado, o Volkswagen Santana, do jovem ator Guilherme de Padu a Tomé.

 E nesse mesmo momento brutal, os polícias descobriram uma coisa completamente inédita. A placa do Volkswagen Santana do jovem ator Guilherme de Pádua, estava adulterada com fita isoladora, uma prova completamente inédita que confirmava para sair à polícia uma coisa brutal sobre o jovem ator. O assassinato da A jovem atriz Daniela Perez tinha sido planeou comanas de antecedência pelo jovem ator Guilherme de Pádua e pela esposa grávida Paula Nogueira Thomas.

Mas esta ainda não era a parte mais da investigação daquela manhã do dia 29 de Dezembro de 1992. Porque enquanto os polícias descobriam a matrícula adulterada do Volkswagen Santana do jovem ator Guilherme de Pádua, no estacionamento do estúdio Taikum da Rede  Globo, o jovem ator estava aparecendo no local do crime da Barra da Tijuca.

 Um dia depois do assassinato da jovem atriz Daniela Perez. Segundo várias fontes da imprensa cobriram na altura complicada, o jovem ator Guilherme de Pádua foi até ao local exato do assassinato no Matagau da Barra da Tijuca. Foi lá consolar a novelista Glória Perz,  mãe biológica da jovem atriz assassinada e também para consolar o ator Raul Gazola, marido dela própria.

 E depois foi também até ao velório da jovem atriz Daniela Perez para abraçar a família Todo o Perez daquela altura complicada. Segundo o ator Raul Gazola contou depois paraa imprensa, o marido da jovem actriz assassinada chegou a chamar o jovem ator assassino Guilherme de Pádua, de grande amigo.

 Um jovem ator assassino, confesso, consolando pessoalmente a mãe biológica e o marido oficial da jovem atriz assassinada pelo próprio no exato local do crime.  um jovem ator assassino, confesso abraçando pesadamente a família Perez inteiro dentro do velório oficial da jovem atriz assassinada pelo próprio e sendo ainda chamado de grande amigo pelo marido dorido da jovem atriz assassinada.

 Uma cena completamente inédito que a história da televisão nacional dessa altura ainda não conseguiu esquecer para sempre. Até este momento de 33 anos consecutivos depois. 29 de dezembro de 1992, delegacia carioca do bairro da Barra da Tijuca, o jovem ator mineiro Guilherme de Pado Thomas, aos 23 anos apenas, foi levado formalmente pela polícia carioca para prestar depoimento sobre o assassinato doloroso da jovem atriz Daniela Peres.

 Primeiro, negou naturalmente qualquer envolvimento oficial, no caso arrepiante. Mas depois de horas duras de interrogatório oficial e perante as duras provas oficiais que a A polícia carioca já tinha reunido formalmente contra ele próprio, o jovem ator confessou o seu próprio crime brutal, ainda nesse mesmo dia arrepiante de 20 de e 9 de dezembro.

 Mas o jovem ator mineiro Guilherme de Pádua, não confessou naturalmente sozinho o assassinato doloroso da jovem atriz Daniela Peres. Existe uma segunda pessoa arrepiante que também teve a vida completamente destruída naquela altura sombria, complicada. uma jovem esposa carioca, grávida de 4 meses, o do primeiro filho biológico do próprio casal, uma jovem esposa que ia entrar formalmente para história dura  do sistema penitenciário brasileiro, daquela altura sombria dorida.

 2 de Janeiro de 1993, a jovem esposa  grávida Paula Nogueira Thomas, aos 19 anos apenas foi detida na 16ª Esquadra da Barra da Tijuca, sob a dura acusação de participação direta no assassinato oficial da jovem atriz Daniela Perez. Estava naturalmente grávida, completa de 4 meses do primeiro filho biológico dela própria com o jovem ator mineiro, Guilherme de Pádua.

 E foi naquela mesma prisão dura que aconteceu  naturalmente uma cena sombria, completamente inédita, da história dolorosa do sistema penitenciário brasileiro daquela altura  sombria. Em maio de 1993, ainda na sua própria cela dorida, a jovem esposa deu formalmente à luz o primeiro filho biológico do casal homicida, um menino chamado Felipe Nogueira Thomas, nascido para sempre dentro de uma prisão dura do sistema penitenciário brasileiro, guarda esta cena sombria na a sua cabeça. um menino chamado Filipe

Nogueira Thomas, nascendo para sempre dentro de uma cela do sistema penitenciário brasileiro em maio de 1993. um menino filho biológico oficial de dois assassinos confessos do próprio caso, arrepiante que chocou o Brasil inteiro naquela altura e que ia crescer para sempre carregando o peso daquele nome do próprio pai assassino.

 Confesso da jovem atriz Daniela Perez. 5 anos consecutivos entre 1993 e 1997. 5 anos silêncios de julgamento judicial, oficial do arrepiante caso, que chocou formalmente todo o Brasil. Segundo o site jurídico Jus [roncando] Brasil, publicou depois numa cobertura  do caso Arrepiante, o jovem ator mineiro Guilherme de Pádua  testou várias versões completamente diferentes através da imprensa durante aqueles 5 anos consecutivos.

 chegou a alegar formalmente numa das versões que a A esposa Paula Nogueira Thomas também tinha participado dolorosamente no próprio assassinato dela própria, uma alegação que ia levar formalmente ao divórcio doloroso do casal assassino nessa altura, 15 de janeiro de 1997, após aproximadamente 68 horas consec de deliberações judiciais.

 O júri popular condenou o jovem ator mineiro Guilherme de Padoá Thomas por cinco votos contra dois, uma pena de 19 anos consecutivos de prisão no sistema penitenciário brasileiro daquela altura. E a jovem esposa Paula Nogueira Thomas foi também condenada por um júri popular em 16 de Maio de 1997. foi condenada por quatro votos contra três.

 A pena inicial da própria foi de 18 anos consecutivos e 6 meses de reclusão no sistema penitenciário. Depois foi reduzida depois para 15 anos consecutivos completos por causa da idade jovem da esposa nessa altura dolorosa do crime brutal. Mas existe uma coisa completamente inédita sobre aquela condenação judicial do casal homicida, confesso do arrepiante caso Daniela Perez, segundo o site jurídico Juz Brasil, publicou depois numa análise do caso Brutal, o casal assassino.

 Confesso cumpriu menos de 7 anos consecutivos das penas doridas originais. menos de 7 anos consecutivos das penas originais de 19 e 15 anos que tinham sido aplicados pelos jures populares dos anos 97. Um dado completamente inédito da história do sistema penitenciário e que gerou uma indignação nacional silenciosa completa na mãe biológica Glória Maria Ferrante Perrez naquela altura.

 Os dois assassinos confessos, saíram do sistema penitenciário em 1999 por causa do bom comportamento durante o cumprimento parcial da pena originária. Mas o que aconteceu ao jovem ator assassino Guilherme de Pádua, depois da libertação de 1999, ninguém do público imaginou naquela altura completa uma reviravolta completamente inédita da história do caso que chocou todo o Brasil.

Segundo o portal Folha P, é publicou depois numa cobertura do caso, o jovem ator assassino Guilherme de  Pado Thomas tornou-se pastor evangélico da Igreja Batista da Lagoinha, uma igreja evangélica localizada na grande cidade de Belo Horizonte. Isso aconteceu durante os anos após a libertação de 1999, uma reviravolta completamente  inédita da história do caso.

 Em 2017, aos 47 anos apenas nessa altura, o ex-ator assassino Confesso, casou pela terceira vez com uma estilista chamada Juliana Lacerda na grande cidade de Belo Horizonte. E em 2022, o ex-ator assassino, Confesso voltou paraa comunicação social, criando pessoalmente um canal de YouTube e um perfil de Instagram dessa altura.

Mas foi nesse mesmo ano de 2022 que o ex-ator assassino, Confesso, morreu. 6 de novembro de 2022, Belo Horizonte, grande cidade do interior. O ex-ator homicida, confesso do caso Daniela Peres, morreu vítima de um ataque cardíaco fulminante na residência do próprio aos 53 anos apenas nessa altura. Quatro dias dolorosos depois do aniversário dele próprio, 30 anos consecutivos depois do assassinato da jovem atriz Daniela Perez, de 22 anos apenas.

 Uma morte completamente inédita que fechou para sempre um dos capítulos mais podres da história da televisão nacional. Enquanto o ex-ator homicida, confesso Guilherme de Pádua, vivia aquela vida livre entre 1999 e 2022, a mãe biológica da jovem atriz Daniela Perez tinha um plano diferente. A novelista Glória Maria Ferrante Perz dedicou a sua vida a uma missão silenciosa completamente diferente, uma missão completamente pesada.

 Segundo portuai, o portal do Senado publicou depois, numa cobertura do caso, a novelista Glória Perez começou em 1993 uma campanha nacional para recolher pessoalmente assinaturas de para pedir ao Congresso Nacional a inclusão do homicídio qualificado na lei dos crimes edos, 1.300.000 assinaturas de indignados consecutivos.

Um número silencioso completamente inédito da história das campanhas populares nacionais daquela época. Recolhido pessoalmente pela mãe biológica Glória Perz durante os meses dolorosos consecutivos de 1993. Uma campanha nacional que contou com a adesão pesada de importantes artistas nacionais nessa altura, incluindo o apresentador Jô Soares.

 Outubro de 1993, a mãe biológica Glória Perez entregou pessoalmente o abaixo assinado de 1.300.000 1 assinaturas de ao Congresso Nacional em Brasília, Agosto de 1994. Depois de meses consecutivos de deliberações parlamentares, o Congresso Nacional aprovou a nova lei número 8930, que ficou conhecida para sempre como a lei dos crimes ediondos.

 Em setembro de 1994, o Presidente Itamar Franco sancionou a nova lei, uma lei completamente inédita que incluía o homicídio qualificado no elenco dos crimes ediondos, uma lei que nasceu para sempre da luta de uma mãe biológica que perdeu a filha biológica pequena aos 22 anos apenas dentro de um matagau escuro do bairro da Barra da Tijuca.

 6 de novembro de 2022, quando a notícia da morte fulminante do próprio ex-ator homicida Guilherme de Pádua, chegou naturalmente até à novelista Glória Perz, na cidade grande carioca, a mãe biológica dorida da jovem atriz Daniela Perez tinha aproximadamente 74 anos apenas e, segundo o próprio ator Raul Gazola, revelou-se naturalmente depois para uma reportagem do portal Po people.

 A mãe biológica da jovem atriz assassinada não demonstrou absolutamente  nenhuma emoção completamente positiva com a notícia. Apenas uma cara fechada, silenciosa perante o próprio fim, do próprio  homem que tinha assassinou dolorosamente a filha biológica pequena dela própria 30 anos consecutivos antes. Julho de 2000.

 e 22, 4 meses antes da morte fulminante do O próprio ex-ator homicida Guilherme de Pádua, a plataforma internacional HBO Max lançou formalmente para o Brasil inteiro uma série documental de cinco episódios completos denominado Pacto Brutal, uma série documental completa  que reconstruiu para o público pesado toda a história do assassinato brutal da própria jovem atriz Daniela Perz, com depoimentos dolorosos, inéditos, da própria mãe biológica Glória Peres  e do próprio marido Raul Gazola e que reabriu para o

Brasil inteiro a ferida daquela noite de 28  de dezembro de 1992, no Matagau Escuro do bairro da Carioca da Barra da Tijuca,  enquanto o próprio ex-ator assassino Guilherme de Pádua, construía uma vida livre depois da libertação penitenciária de 1999, O próprio marido da jovem atriz assassinada Raul Gazola vivia uma tragédia completamente diferente.

Segundo a própria Wikipédia publicou depois para o público, o próprio ator Raul Gazola desenvolveu uma depressão, síndrome de pânico e ansiedade generalizada depois do assassinato da esposa Daniela Perez e sofreu cinco enfartes consecutivos  dolorosos entre os anos de 1992 e 2012.

 Cinco enfartes que quase acabaram com a vida do próprio marido, da jovem atriz assassinada nos 20 anos consecutivos, depois daquela noite de 28 de dezembro. E existe uma segunda tragédia completamente inédita, que atingiu a família Perez 10 anos consecutivos depois do assassinato da jovem atriz Daniela Perez, 2002. O O próprio irmão biológico mais novo, Rafael Peres, aos 25 anos apenas, morreu também naquela mesma grande cidade carioca.

 Uma segunda tragédia que a A novelista Glória Peres teve de enfrentar para sempre depois da morte da própria filha biológica primogénita Daniela. Um segundo golpe que ninguém do público imaginou naquela altura. E há uma coisa completamente inédita sobre a própria novela de corpo e alma que ninguém do público imaginou naquela altura.

 Segundo o próprio portal Popline publicou depois para o público numa cobertura do caso, a personagem Yasm da A própria jovem atriz Daniela Perz teve o próprio fim narrativo escrito naquele momento pelos autores Gilberto Braga e Leonor Basseris. A personagem Yasmin simplesmente viajou para o estrangeiro para fazer uma pesada pesquisa académica de dança clássica carioca.

 E o personagem Bira do jovem ator assassino Guilherme de Pádua, desapareceu para sempre da enredo, sem qualquer explicação. E a mãe biológica Glória Perez pediu à direção da Rede Globo que a telenovela de corpo e alma nunca fosse reprisada para sempre na própria estação nacional. Um pedido que a Rede Globo respeita até hoje.

 E existe um padrão completamente inédito que atravessa para sempre a história da jovem atriz Daniela Perz, de 22 anos apenas. Um padrão que a maioria dos significativa das mulheres conhece pessoalmente com os seus próprios olhos. Uma jovem atriz de  22 anos apenas que foi assassinada penosamente pelo  colega de trabalho nos bastidores de uma novela da Rede Globo daquela altura.

 Um padrão que envolve diretamente uma jovem sendo assassinada dolorosamente por um homem completamente desconhecido do ambiente profissional dela própria. Segundo o Atlas da Violência, publicado pelo Instituto de Investigação Económica, aplicada em edições consecutivas, aproximadamente uma mulher é assassinada penosamente a cada duas horas consecutivas em território nacional daquela altura.

 Uma cifra completamente inédita que se liga para sempre ao padrão que atravessa a história da jovem atriz Daniela Perz de 22 anos apenas. Se és  uma mãe que carrega para sempre o peso de uma filha biológica no próprio coração, se conhece pessoalmente uma jovem mulher que sofre relacionamentos amorosos parecidos com o relacionamento profissional entre a jovem atriz Daniela Perez e o jovem ator assassino Guilherme de Pádua, daquela altura, envia este vídeo para esta jovem mulher hoje mesmo, porque cada história completamente evitada

no território nacional daquela época. É uma vida salva para sempre. A jovem atriz Daniela Ferrante Pérez Gazola morreu dolorosamente dentro de um matagau escuro do bairro da Barra da Tijuca em 28 de Dezembro de 1992, aos 22 anos apenas. Mas o legado dela mesma continua vivo para sempre na história das leis penais  criminais, na história da televisão nacional daquela época e na história da luta das mulheres contra a violência do território nacional.

 Se este vídeo tocou dolorosamente para sempre o seu coração, deixa um comentário aqui em baixo partilhando para sempre a memória sua sobre a jovem atriz Daniela Perez. Curte o vídeo, subscreve o canal Arquivos do Poder e da Fama para continuar descobrindo para sempre as verdades escondidas por detrás das celebridades do Brasil inteiro e ativa o sininho para receber para sempre uma notificação toda vez que um novo vídeo for publicado aqui no canal Arquivos do Poder e da Fama, porque a próxima história que nós lhe vai revelar aqui é uma

história ainda mais podre que a história da jovem atriz Daniela Perez. Até a cena seguinte.

 

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