RENNÉ SENNA: Morto pela Própria Esposa — Que Quase HERDOU 100 MILHÕES de reais s
René Sena, morto pela própria mulher, que quase herdou 100 milhões de reais. Hoje vais conhecer a história de René Sena, um homem simples que ganhou R milhões de reais numa única tarde de sorte e que menos de 2 anos seria depois encontrado morto, executado a sangue frio à porta de um bar que frequentava desde antes de ser rico.
Vai descobrir como ele conheceu Adriana, a mulher por quem nutria uma paixão desde os tempos em que os dois ainda não tinham nada. E como esse amor transformou-se aos poucos num plano friamente arquitetado para tirar a vida dele. Vai entender o sinal de perigo que apareceu meses antes da sua morte. Um sinal que ninguém conseguiu ligar a tempo e o pequeno pormenor, quase invisível, que a própria assassina deixou escapar e que acabou por entregar todo o esquema para a polícia.
E o mais surpreendente de tudo, por muito pouco depois de mandar matar o próprio marido, esta mulher quase saiu desta história rica com metade de uma fortuna que hoje [a música] já ultrapassa os R$ 100 milhões de reais. Antes de começarmos, responde-me uma coisa nos comentários, porque quero muito saber a sua opinião sobre o mesmo.
Acha que depois de ganhar uma fortuna daquele tamanho, René deveria ter desconfiado de qualquer pessoa que se aproximasse dele por amor? Ou acredita que todo o homem, rico ou pobre, tem o direito de ser feliz, ao lado de quem ama, custe o que custar? Deixa lá a tua resposta em baixo, porque vamos voltar a essa questão lá no final do vídeo e acho que a sua opinião pode mudar depois de ouvir tudo o que aconteceu.
E se ainda não se inscreveu no canal do CE VIP, faça-o já. Aperte o botão de inscrição e ative o sino. Aqui os ficheiros são abertos. Todo dossier que lançarmos, vais ser o primeiro a saber. Era domingo, 7 de Janeiro de 2007, e o interior do Rio de Janeiro amanhecia quente, como costuma ser em Rio Bonito nesta época do ano.
René não tinha grandes planos para aquele dia. Como fazia quase todos os fins de semana, ele queria simplesmente sentar-se num bar perto de casa, conversar com os amigos de sempre e beber uma cerveja gelada, exatamente como fazia desde muito antes de se tornar milionário. A diferença é que nessa manhã, pela primeira vez em muito tempo, estava sozinho, sem os seguranças que normalmente acompanhavam-no para todo o lugar, desde que a fortuna mudou a sua vida.
Tinha pedido para a esposa comprar cigarros antes de sair, mas ela demorou a regressar e René, cansado de esperar, [a música] decidiu ir sozinho até o bar no quadriciclo adaptado, que utilizava para se deslocar, já que havia perdido as duas pernas por causa da diabetes. Ele avisou as pessoas que estavam na quinta para onde ia, sem imaginar que aquela seria a última vez que alguém o veria com vida.
No bar, rodeado pelos amigos de sempre, René conversava normalmente quando uma moto aproximou-se. Dois homens encapuzados saíram do veículo. Em poucos segundos, o som dos tiros calou toda a conversa daquele bar para sempre. René morreu ali mesmo na altura sem compreender o que estava acontecendo.
A princípio, tudo parecia apontar para um assalto que correu mal, mais um crime brutal do interior fluminense. Mas um pormenor que a polícia notaria só mais tarde não fechava a conta nem pensar. E foi precisamente esse pormenor que começou a desmontar toda uma história que até àquele domingo de manhã ninguém imaginava que estava a ser construída há meses dentro da própria casa dele.
Para compreender por alguém quereria a morte de René Sena, primeiro é preciso perceber quem era antes de qualquer fortuna. René nasceu e cresceu em Rio Bonito, uma pequena cidade da região das Baixadas litorais do Rio de Janeiro, e levou durante praticamente toda a vida uma existência simples, como agricultor e por um período também como açueiro.
Não era um homem de luxos, nem de ambições grandiosas. era conhecido na região precisamente pelo oposto, pela simplicidade, pela vontade de ajudar quem estivesse por perto, mesmo quando isso significava ser enganado por pessoas que se aproveitavam da sua boa vontade. A vida de René era também marcada por dificuldades de saúde sérias.
Era diabético e a doença avançou a ponto de exigir a amputação das duas pernas, o que o obrigou a deslocar-se com a ajuda de um quadriciclo adaptado. Apesar de tudo isso, quem conviveu com René descreve um homem que não deixava as dificuldades definirem o seu modo de viver. Ele mantinha os mesmos hábitos, as mesmas amizades, a mesma rotina de frequentar os bares da cidade para conversar com quem conhecia desde criança.
É esse homem com esta história de vida que estava prestes a receber uma das maiores fortunas já sorteadas pela lotaria brasileira até àquele momento. Só que ninguém, nem ele próprio, imaginava que essa mesma confiança fácil nas pessoas, essa mesma bondade que todos elogiava seria exatamente o que abriria a porta para o que estava para vir.
Se está a gostar de entender essa história com este nível de detalhe, deixa já o teu like, porque isso ajuda muito o vídeo a chegar a mais pessoas. Em Julho de 2005, a vida de René mudou de um modo que ele provavelmente nunca imaginou, nem nos seus melhores sonhos. Acertou sozinho nas seis dezenas da Mega Cena e levou para casa um prémio de R 52 milhões de reais, um dos maiores já pagos pela lotaria no país até àquele momento.
De uma hora para a outra, o agricultor de Rio Bonito tornou-se um dos homens mais ricos da região. As primeiras decisões de René revelam bastante sobre o tipo de pessoa que ele continuava a ser mesmo rico. Comprou um quadriciclo novo avaliado em R$ 19.000. e distribuiu imóveis entre os próprios irmãos. Chegou a tentar se mudar para um bairro mais nobre do Rio de Janeiro, mas não tardou a aperceber-se que aquele não era o seu lugar e voltou para o Rio Bonito, onde construiu uma casa avaliado em R$ 9 milhões deais.
Foi precisamente neste período de adaptação à nova vida que René reencontrou a mulher que viria a ser sua esposa. E é exatamente aqui que a história de sorte começa silenciosamente a tornar-se outra coisa completamente diferente, porque o dinheiro que deveria garantir a segurança do mesmo seria, na verdade, o motivo que o colocaria em perigo.
Adriana Ferreira de Almeida era também da zona rural de Rio Bonito, filha de uma família de poucos recursos. Segundo pessoas próximas, René já nutria um sentimento antigo por ela, de um tempo em que nenhum dos dois tinha fortuna nenhuma, o que muitos em redor descreveram na época como uma história quase romântica.
O casamento realizou-se em 2006, pouco mais de um ano depois do prémio da Mega Cena. Só que, segundo relatos de quem conviveu com o casal nessa altura, alguma coisa mudou na rotina de Adriana, quase imediatamente depois de oficializado o casamento. Ela deixou de trabalhar, passou a frequentar ginásios com regularidade, sempre acompanhada de seguranças e transportada num Mercedes-Benz, e começou a fazer vários procedimentos estéticos.
Segundo relatos de um antigo funcionário da quinta onde o casal vivia, Adriana teria influenciado René a despedir os empregados que já ali trabalhavam havia anos e contratar no lugar destes parentes próprios com salários muito acima da média da região. E é aqui que preciso de te fazer uma pergunta difícil, porque quero muito ler o seu opinião nos comentários.
Depois de saber desta história antiga entre os dois, acha que a Adriana realmente amou René antes da fortuna se tornar problema? Ou acha que desde o início o que ela sentia por ele nunca foi amor verdadeiro? Foi oportunidade à espera da hora certa de aparecer. Meses antes da morte de René, alguma aconteceu coisa que, olhando em retrospetiva, deveria ter soado como um alarme para todos ao redor dele.
Em Setembro de 2006, David Vilena, o segurança de maior confiança de René, foi assassinado. Vilena vinha investigando por conta própria o passado de um homem que se tornaria mais tarde uma peça central nesta história. um ex-polícia militar chamado Anderson Silva Souza, que era ao mesmo tempo funcionário ligado à segurança da quinta e amante secreto de Adriana.
Segundo a polícia, foi exatamente enquanto investigava este homem que Vilena foi morto. Na altura, ninguém ligou os pontos. A morte do segurança foi tratada como um crime isolado, sem relação nenhuma com a vida do milionário que protegia há anos. Só depois, quando já era tarde demais, é que a justiça entenderia que aquele assassinato não tinha sido isolado coisa nenhuma.
Tinha sido a primeira peça de um plano que ainda estava em curso. Enquanto isso, dentro de casa, a relação entre René e Adriana começava também a desmoronar. No final de 2006, veio a público que ela mantinha um relacionamento paralelo com o condutor de carrinha que fazia o trajeto entre São Gonçalo e o Rio Bonito. E na agenda telefónica deste homem, o contacto dela estava guardado com um apelido íntimo que depois se tornaria conhecido de todo o Brasil.
Quando descobriu a traição, René não hesitou, terminou o relacionamento e anunciou que retiraria o nome dela do testamento. No dia seguinte a essa discussão, Adriana saiu da casa onde os dois viviam. Pouco tempo depois, René estaria morto e a polícia levaria muito pouco tempo para compreender que a morte do segurança meses antes, a traição e a ameaça de tirar Adriana do Testamento, não eram três histórias separadas, eram a mesma história contada em capítulos.
Agora que já compreende tudo o que estava em movimento por trás desse casamento, volta comigo para amanhã de 7 de Janeiro de 2007, porque alguns pormenores daquele dia que antes pareciam apenas coincidência ganham um peso completamente diferente. Renê tinha pedido a Adriana que comprasse-lhe cigarros. Ela saiu com os dois seguranças que estavam de de serviço nesse domingo, mas em vez de voltar rapidamente decidiu levar os seguranças para fazer compras num supermercado, o que fez com que a demora se estender-se bem mais do que o normal. René,
cansado de esperar, decidiu ir sozinho até ao bar no seu quadriciclo adaptado. Um pormenor notado pela polícia só depois chama a atenção. Naquele supermercado, A Adriana pediu a fatura da compra, algo que, segundo quem a conhecia, ela nunca fazia. Para os investigadores, este pedido não fazia sentido nenhum, a não ser que ela estivesse construindo um álibe para si própria.
Entretanto, no bar, dois homens encapuzados chegaram numa moto e surpreenderam René, que não tinha segurança nenhuma por perto naquela manhã. Os criminosos exigiram a pochete que levava consigo e em seguida dispararam quatro vezes contra ele, acertando na nuca, na tpora esquerda, no olho esquerdo e o queixo.
Renê morreu instantaneamente e é aqui que mora o pormenor que a própria polícia usaria para descartar quase de imediato, a hipótese de assalto. Os criminosos levaram apenas a pochete dele, mas deixaram para trás o relógio e o anel de ouro que René usava. Para os investigadores, aquilo não tinha sido um roubo, tinha sido uma execução planeada nos mínimos detalhes.
Se esse caso está prendendo-te até aqui, é essa a hora certa de partilhar este vídeo com alguém que também gosta de compreender casos reais como este, porque a parte que vem agora é ainda mais surpreendente. As primeiras suspeitas contra a Adriana surgiram no próprio dia do crime e vieram de dentro da família de René. Dois dias depois, Renata, filha dele, disse à polícia acreditar que o crime tinha sido encomendado pela própria viúva.
Pouco tempo depois, Josimar, irmã de René, declarou pensar exatamente a mesma coisa, afirmando que Adriana era a única pessoa com interesse real na sua morte, tentando afastar as suspeitas de si própria, Adriana chegou a insinuar que a entiada Renata poderia estar envolvida no crime, alegando que René terá manifestado dúvidas sobre a paternidade da filha.
A polícia investigou esta versão e não encontrou nenhuma prova que a sustentasse. Entretanto, as investigações sobre as finanças de René revelaram algo ainda mais grave. Pouco depois da morte dele, um levantamento de R$ 1.800.000 foi realizado a partir da conta bancária do milionário.
Interceptações telefónicas autorizadas pela justiça também contradiziam as versões apresentadas pelos suspeitos. Com base em todo este conjunto de provas, a polícia concluiu que Adriana havia contratado ex-seguranças da própria família para executar o crime. E ao longo de Fevereiro de 2007, sete pessoas foram presas.
Quando até a própria família de alguém desconfia dela antes mesmo da polícia, isso já diz muita coisa. E é essa a pergunta que deixo para si. Acha que sangue reconhece realmente sangue? Mesmo quando todos ao redor ainda está em dúvida, ou a família de René só acertou por sorte, movida pela raiva do momento. Deixa a tua opinião aí em baixo, porque a parte judicial deste caso vai te surpreender pelo motivo errado.
Depois da prisão, muita gente esperava que a justiça fosse rápida e definitiva. Não foi bem assim. Em 2011, Adriana foi julgada e absolvida. Uma decisão que chocou a família de René. Mas essa absolvição não duraria para sempre. Em 2014, o Tribunal de Justiça anulou completamente aquele julgamento depois de se ter descoberto que dois jurados tinham quebrado a regra de incomunicabilidade durante o processo, o que, pela lei brasileira invalida qualquer decisão tomada pelo júri.
5 anos depois da absolvição originária, em dezembro de 2016, Adriana foi julgada novamente e desta vez o resultado foi diferente. O Tribunal de Júri de Rio Bonito condenou-a a 20 anos de prisão por homicídio, duplamente qualificado. Só que mesmo condenada, Adriana não foi localizada para começar a cumprir as pena.
Ela desapareceu e permaneceu foragida durante anos até ser finalmente captada em 2018, escondida numa casa no município de Tanguá, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Foram mais de 10 anos entre o crime e a prisão definitiva da mulher apontada como mandante dele. E esta pergunta eu realmente preciso de fazer para si. Na a sua opinião, um caso destes mostra que a justiça brasileira, mesmo lenta, no fim consegue chegar à verdade, ou mostra principalmente o quanto é fácil escapar à punição por anos, mesmo quando as provas já apontam
claramente para um culpado. E é exatamente aqui que voltamos àquela promessa que fiz lá no início deste vídeo, porque a história de René Sena não se esgota na condenação de Adriana. Ao longo dos últimos anos de vida, René chegou a assinar quatro testamentos diferentes. O primeiro, registado em Setembro de 2005, dividia a fortuna entre a filha Renata e os próprios irmãos dele.
O segundo colocava Renata como única herdeira. Mas o terceiro, assinado em outubro de 2006, precisamente no período em que o casamento com Adriana ainda parecia estável aos olhos de fora, garantia-lhe metade de toda a fortuna. Depois da condenação de Adriana pelo assassinato do próprio marido, este testamento tornou-se o centro de uma batalha jurídica que se estenderia por quase duas décadas.
Mesmo presa, Adriana tentou validar em tribunal o testamento que lhe garantia metade de tudo. O caso chegou até ao Superior Tribunal de Justiça, que negou provimento ao seu recurso, entendendo que Renê tinha sido manipulado pela própria mandante do crime cometido contra ele próprio. Por muito pouco, a mulher que mandou matar o marido quase conseguiu, através da justiça, ficar com metade dos uma fortuna que hoje já ultrapassa os R$ 100 milhões de reais.
E esta história ainda não terminou. A disputa entre a filha Renata e os 11 irmãos de René pela fortuna continua ativa na justiça até aos dias de hoje. Se quer acompanhar as próximas atualizações deste caso, este é o momento certo para subscrever o canal e ativar o sino das notificações. E agora quero muito saber a sua opinião.
O valor deveria ficar inteiramente com a Renata, que é filha de sangue dele, ou deveria ser dividido também com os irmãos que René deixou para trás quando decidiu recomeçar a vida ao lado de Adriana. No fim de contas, a história de René Sena não é só sobre um crime, nem só sobre uma fortuna. É sobre como R 52 milhões de reais foram capazes de transformar um casamento construído sobre um sentimento antigo num plano friamente calculado para matar.
Lá no início deste vídeo, perguntei-te se todo o homem tem o direito de ser feliz ao lado de quem ama, mesmo depois de enriquecer, ou se a riqueza deveria mudar completamente a forma como confiamos nas pessoas à nossa volta. Depois de conhecer cada pormenor desta história, eu queria muito ler a sua resposta a esta pergunta lá nos comentários.
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