VOCÊ LEMBRA DO CANTOR LAIRTON E SEUS TECLADOS ABANDONOU a CARREIRA no AUGE e HOJE VIVE ASSIM  

VOCÊ LEMBRA DO CANTOR LAIRTON E SEUS TECLADOS ABANDONOU a CARREIRA no AUGE e HOJE VIVE ASSIM  

Quem diz o que ela significa para mim? Será eu a viver aqui do Nordeste. Não adianta chorar, não adianta sofrer. Lembra-se desta música Morango do Nordeste? Uma canção que dominou todo o Brasil, passava nas rádios, nas festas, nos bares e marcou toda uma geração. Mas agora faço-te uma pergunta. O que aconteceu com o cantor por trás deste sucesso? Lairton e os seus teclados saiu de uma vida simples, conquistou milhões de fãs, vendeu milhares de discos e quando parecia que nada poderia travar a sua carreira, ele simplesmente desapareceu

dos holofotes. Mas será que ele abandonou realmente a música ou existe algo por detrás dessa história que quase ninguém conhece? Hoje vai descobrir a trajetória completa de Laíton, desde a luta no início da vida até ao auge do sucesso e o que realmente aconteceu depois de ele ter desaparecido da comunicação social.

 E já te adianto, alguns momentos desta história vão te surpreender. Agora conta-me aqui nos comentários, lembra-se desta música ou está a conhecer agora? Sei por aqui voltei o teu coração. E claro, já deixa o like e subscreve no canal porque aqui revelamos histórias que quase ninguém te contou. Antes de conquistar o Brasil, a realidade de Lairton era bem diferente do que muita gente imagina.

 Nascido no no dia 14 de julho de 1972, na pequena localidade de Alto Alegre do Pindaré, no Maranhão, cresceu em meio a dificuldades numa família humilde, onde nada vinha fácil. E foi precisamente neste cenário simples que começou a nascer um sonho. Um sonho que parecia demasiado grande para a realidade que vivia.

 Com apenas 8 anos de idade, sem professor, sem estrutura e praticamente sem recursos, Lairton aprendeu sozinho a tocar instrumentos como a guitarra, o violão e o teclado. Era tudo na base da curiosidade, da insistência e, principalmente da paixão. Mas enquanto muitos jovens apenas sonham, ele precisava de agir. Para ajudar no sustento da família, trabalhou como vendedor ambulante, enfrentando o sol, o cansaço e a rotina pesada.

 Tudo isto sem abandonar a música, vender um picolé gelado na rua, não é, para poder ganhar aquele troco. Era eu e o meu irmão também, que naqueles dias, tal, eh, íamos vender gelados, ou seja, o picolé. E foi ali, no meio das dificuldades, que tomou uma decisão que mudaria completamente a sua vida. Aos 17 anos, Lairton saiu de casa com praticamente nada.

 Levava consigo apenas um par de ténis, duas mudas de roupa e uma promessa feita à sua mãe. Só voltaria quando tivesse conquistado o seu espaço na música. Mas o caminho até esse sonho estava longe de ser fácil. Ao chegar a Santa Inês, passou a viver de favor, primeiro na casa de uma senhora chamada Dona Maria. Só que com o tempo começou a sentir-se um peso.

Afinal, chegava tarde das apresentações e mal tinha rotina. Foi então que decidiu viver com uma amiga chamada Raimunda, que cantava com ele na igreja. Mas mesmo aí a situação continuava difícil. Muitas vezes, por vergonha de incomodar, chegava tarde e preferia dormir no chão da garagem ou até mesmo na rua.

 Sim, antes da fama, antes dos palcos e do sucesso. Lairton já dormiu na rua para não incomodar ninguém. E mesmo perante tudo isto, não desistiu, porque dentro dele havia algo maior do que o medo, maior que o cansaço, maior que a dificuldade, a certeza de que ainda pisaria em grandes palcos. Mas o que ele não imaginava é que uma simples fita enviada para uma editora discográfica mudaria tudo de uma vez.

Depois de anos a enfrentar dificuldades, dormindo mal, tocando em pequenas casas e tentando sobreviver da música, surgiu finalmente uma oportunidade que parecia pequena, mas que iria mudar tudo. Lairon decidiu gravar uma cassete e enviar para a gravadora gema. Era apenas mais uma tentativa, mais uma entre tantas, mas desta vez aconteceu algo diferente.

A fita chegou aos ouvidos de ninguém, menos que Marlene Matos, uma das figuras mais influentes da televisão brasileira na época. E quando ela ouviu aquela voz, aquele estilo simples, direto e carregado de emoção, ela viu potencial. O convite chegou e Lairton foi parar a um dos maiores programas da TV brasileira, o planeta Xuxa.

 Falando que era da produção da Xuxa, que a Marlene pediu para ligar, queria marcar o comirto programa. Eu imaginei logo aí já ouvia falar dela, não é? Marlene Matos. Aes estão a brincar comigo. E foi aí, perante milhões de pessoas que tudo começou a explodir. Mas nada, absolutamente nada, poderia prever o que viria a seguir.

 Em 1998, lançou o seu primeiro CD. Um trabalho simples, sem grandes expectativas, mas que trazia uma música que mudaria a sua vida para sempre. Morango do Nordeste. No início parecia apenas mais uma canção romântica, mas em pouco tempo tornou-se um fenómeno. A música começou a tocar nas rádios, depois tornou-se uma febre e quando perceberam, ela estava a ser executada cerca de 150 vezes por dia.

 Sim, 150 vezes. Era impossível ligar o rádio e não ouvir aquela melodia marcante. O O Brasil inteiro cantava, dançava, sofria por amor com aquela música. E o mais impressionante, o CD vendeu mais de 1 milhão de exemplares em poucos meses, transformando Laíton num dos maiores nomes da música romântica do país. De um jovem que dormia na rua, passou a ser um artista que arrastava multidões.

Mas como toda a história de sucesso meteórico, começaram também a surgir as polémicas e uma delas quase mudou completamente o rumo desta história. Quando o morango do Nordeste explodiu em todo o Brasil, não foi só o sucesso que chamou a atenção. Começaram a surgir histórias, rumores e até teorias curiosas sobre a música.

Algumas pessoas chegaram a dizer que a letra escondia significados por trás, até mesmo ligações com coisas completamente fora da realidade. Mas nunca nada disto foi provado. Só que enquanto estas histórias circulavam, um problema muito mais grave estava prestes a acontecer, uma disputa judicial.

 Um compositor chamado Walter da Silva, conhecido por Walter dos Afogados, entrou na justiça reivindicando a autoria da canção. E foi aí que a história ficou ainda mais complicada. Nos bastidores da música circulava a versão de que a canção teria sido vendida por apenas R$ 2.000 a outro nome do meio musical. Mas Walter negou isso completamente.

Segundo ele, o que existiu foi apenas uma autorização para a gravação, nada mais. Mas a música já estava a rodar o Brasil inteiro e os créditos não estavam corretos. Os primeiros discos saíram com outro nome como autor, o que gerou ainda mais confusão. Só depois de uma batalha judicial, a verdade veio ao de cima.

 Ela começou a apanhar uma grande demissão quando fui divulgar lá a São Luís do Maranhão. Ele por lá tava lá irrto. Aí pegou na música e começou a fazer a grande divulgação dentro do Brasil e ela foi rebentando. Walter conseguiu provar a sua autoria e ganhou o processo. A partir daí, o nome dele passou a aparecer oficialmente como compositor da música, ao lado de outro autor.

 E mais do que reconhecimento, veio também o retorno financeiro. A canção passou a render cerca de 150.000 e continua até hoje a gerar lucros através dos direitos de autor. Mas tem um pormenor que pouca gente conhece. Essa música que se tornou um dos maiores sucessos do Brasil, na verdade já existia muito antes. Aí em 1983, Walter já tinha gravado essa mesma canção com outro nome, Sonho dos Sonhos.

Na época estava tão tristonho quando ela apareceu. Passou praticamente despercebida. Mas anos mais tarde, na voz de Lairton, ela se transformou num fenómeno nacional. Agora diga-me, já sabia dessa história? E pensa só, uma música que quase foi esquecida acabou por mudar completamente a vida de várias pessoas.

Mas enquanto esta polémica acontecia, Lairton continuava no auge, conquistando ainda mais sucesso. Só que o que parecia uma carreira imparável começaria aos poucos a mudar de rumo. Mesmo com toda a polémica envolvendo morango do Nordeste, a verdade é que nada parecia travar o sucesso de Lairton. Muito pelo contrário, ele só crescia.

 As músicas começaram a dominar primeiro as rádios do Nordeste, depois avançaram pelo país inteiro. Até que quando se aperceberam, Lairton era já um fenómeno nacional. Em 2000, atingiu uma marca impressionante, mais de 3 milhões de exemplares vendidos. E não era só uma música, eram várias. Canções como Fonte de Desejos, Por Brigamos, Menina Amigo Seu.

 Eu sei que eu eu queria estar contigo. A meio da noite, uma dor me consome com o meu amado, porque brigamos. A minha vida é segurar as regras do Todas carregadas de emoção, dor de amor e aquele estilo simples que tocava diretamente no coração das pessoas. Era o tipo de música que não necessitava de explicação, bastava sentir. E o sucesso não ficava só nas rádios.

 Cada A participação na televisão chegava a atingir cerca de 30 pontos de audiência. Algo gigantesco para a época. Shows lotados, agenda cheia, fãs por todos os lados. Lairton vivia exatamente o sonho que um dia parecia impossível. Mas o mais curioso de tudo é que mesmo com fama, dinheiro e reconhecimento, ele quase não mudou.

 continuava com o mesmo modo simples, humilde, próximo do público, como se nunca tivesse saído daquela realidade difícil do início. Enquanto muitos artistas se perdem no meio do sucesso, Lairton parecia diferente. Ele continuava ligado à as suas origens, ao seu povo, à sua essência. E talvez tenha sido exatamente foi isso que fez tanta gente identificar-se com ele.

 Mas como quase toda a história de sucesso muito rápido, existe um preço e aos poucos a rotina intensa, a pressão e o ritmo acelerado começariam a cobrar. O que ninguém imaginava é que esta A decisão dele mudaria completamente o rumo da sua carreira. Depois de viver um intenso sucesso com agenda preenchida, viagens constantes e uma rotina que parecia não ter fim, Lairton começou a sentir o peso de tudo aquilo.

Por fora era só sucesso, mas por dentro a história era outra. O ritmo dos concertos, entrevistas, gravações, tudo a acontecer ao mesmo tempo. Começou a afetar a sua mente, o seu corpo, a sua paz. E foi então que tomou uma decisão que surpreendeu muita gente, diminuir drasticamente o número de concertos.

 Ele passou a apresentar-se apenas três ou quatro vezes por mês, sim, de uma agenda completamente lotada para algo muito mais tranquilo. E o motivo? Segundo o próprio cantor, estava a ficar louco com o ritmo de trabalho. Agora imagina isso. Um artista no auge com milhões de discos vendidos, com todo o Brasil ouvindo as suas músicas, decide simplesmente abrandar.

Isso não é comum. E foi exatamente aí que muita gente começou a estranhar. Por onde anda ele? Por que razão desapareceu? Será que abandonou a carreira? Mas a verdade é que ele não desapareceu de uma vez. Foi algo gradual, silencioso, como se estivesse a afastar-se aos poucos dos holofotes. E enquanto o público tentava perceber o que estava a acontecer, um episódio trágico viria para marcar ainda mais esta história.

Quando parecia que Lairton estava apenas abrandando a sua carreira, algo muito mais grave aconteceu. Em maio de 2011, um acidente grave envolvendo a equipa do cantor chocou o país. O autocarro ligado à A equipa de Lairton envolveu-se em uma colisão com uma ambulância na estrada que liga Poço Redondo, a Canindé de São Francisco, no sertão de Sergipe.

Quando de repente recebi uma chamada de um camionista a avisar-me sobre o acidente. Na altura fiquei meio sem chão, sem, sabes, Fiquei meio perdido, até sem condições de conduzir. O impacto foi violento. Segundo relatos, após o embate, o veículo perdeu o controlo, rodou na faixa e ainda colidiu com outro autocarro que passava no local.

 O cenário era de destruição, mas o mais triste quatro pessoas perderam a vida e todas estavam no interior da ambulância. A notícia rapidamente se espalhou e gerou comoção. Afinal, os acidentes envolvendo artistas chamam sempre atenção, mas quando existem vítimas fatais, o impacto é ainda maior. Na altura, o empresário de Lairton informou que o motorista do autocarro seguia sozinho e que a ambulância teria perdido o controlo antes da colisão.

 E tem um pormenor que muitos não sabem. Lairton não estava no autocarro no momento do acidente. Estava em Recife quando tudo aconteceu. Mesmo assim, o episódio marcou profundamente o seu percurso, porque quer se queira quer não, situações assim deixam marcas, alteram a forma de ver a vida, mudam prioridades, mudam caminhos e depois disso, a presença dele nos media ficou ainda mais discreta.

 Mas se você acha que esse foi o único momento polémico da sua vida, tem mais uma decisão que gerou muita discussão entre fãs e nos media e foi algo que ninguém esperava. Depois de tudo o que já tinha vivido, sucesso, polémicas, pausa na carreira e até um episódio trágico envolvendo a sua equipa, Laíton tomou uma decisão que ninguém esperava, entrar para a política.

 Em 2018, ele se candidatou-se a deputado federal pelo estado do Maranhão, pelo partido Solidariedade. E como sempre acontece quando um artista toma este tipo de decisão, as opiniões dividiram-se. De um lado, fãs que apoiavam, acreditando que alguém vindo de origens humildes poderia representar melhor o povo. Do outro, críticas começaram a surgir.

 Muita gente questionava: “Será que ele tem experiência? Porquê entrar na política agora? Isso é realmente vocação ou apenas oportunidade? E este tipo de debate tomou conta das redes sociais e dos media regionais. Porque quando alguém que já teve fama entra na política, existe sempre desconfiança. Mas apesar de toda a repercussão, o resultado não foi o que ele esperava.

Lairton não conseguiu ser eleito. Recebeu pouco mais de 4.000 votos, um número bem abaixo do necessário para conquistar uma vaga. E depois disso, voltou novamente ao seu caminho. Mas depois vem a pergunta que muita gente ainda faz até hoje. Afinal, por onde anda o Laíton? Ele realmente abandonou tudo ou continua na música longe dos grandes media? A resposta pode surpreendê-lo.

Depois de tudo o que viu até aqui, muita gente ainda acredita que Lairton simplesmente desapareceu. Mas a verdade é bem diferente disto. Ele nunca abandonou a música. Mesmo longe da grande comunicação social, Lairton continuou a fazer aquilo que sempre amou: cantar. Após reduzir o ritmo e reorganizar a sua vida, voltou aos poucos com a sua agenda de espectáculos, principalmente no Nordeste, onde o seu público continua fiel até hoje.

 E tem mais, passou também a usar as redes sociais para manter o contacto direto com os fãs, partilhando músicas, momentos do dia a dia e até novas composições. Ou seja, ele pode não estar mais na televisão como antes, mas continua vivo, ativo e presente na vida de quem nunca deixou de ouvir as suas músicas.

 Inclusive chegou a participar novamente na TV, como no programa Domingão do Faustão, no quadro Jing Dong, mostrando que o seu nome ainda é lembrado. Recentemente lançou novas músicas nas plataformas digitais, incluindo uma nova versão de morango do Nordeste, provando que aquela essência romântica ainda está lá.

 Hoje, casado e com 53 anos, Lairton segue a sua vida de forma mais tranquila, longe da correria intensa que um dia quase o levou ao limite. E talvez tenha sido essa a maior escolha da vida dele. Trocar o excesso pela paz, trocar os holofotes pela liberdade. No final de contas, a história de Lairton não é sobre um cantor que desapareceu, é sobre alguém que viveu o auge, enfrentou desafios e decidiu seguir o seu próprio caminho.

 Porque nem sempre o sucesso é estar na TV. Às vezes é simplesmente continuar fazendo o que gosta. Agora conta-me aqui nos comentários, acha que ele fez certo em afastar-se dos holofotes ou deveria ter continuado no auge? E claro, qual a música dele que mais marcou a sua vida? Se gostou desta história, já deixa o like, subscreve o canal e ativa o sininho, porque aqui descobre-se o que realmente aconteceu com os famosos que marcaram uma época.  

 

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *