A NOBREZA DO AMOR – Belmira PROVA QUE VIRGÍNIA É UMA FARSANTE e faz ela ser PUNIDA!
Belmira revela que Virgínia contratou o carraça para destruir o atelier de Lúcia e desmascar a vilã à frente de Marta e Diógenes. Virgínia receberá dois castigos que jamais imaginou. Além disso, o padre Viriato traz o bispo para Barro Preto e o homem vai acertar as contas com a farçante. Biraz uma revelação chocante.
A Virgínia pagou ao painho para que o seu atelier fosse destruído. A tordoada Lúcia anda de um lado para o outro enquanto tenta digerir o que acabou de escutar. Ela volta a encarar sua amiga e diz: “Isto não vai ficar assim. Vou fazer a Virgínia pagar por tudo que ela fez”. De seguida, a jovem chama pela sua família e Belmira diz mais alguns pormenores que Viriato lhe contou.
Teresa leva a mão à boca e diz: “Meu Deus, mas até quando esta miúda vai ficar contra nós? Vera afirma. Eu sabia que esta historinha de redenção, de querer ajudar o nosso desfile, de ser simpática, era tudo balela. Ao encarar a sobrinha, José fala: “Eu conheço esse teu olhar. O que está a pensar fazer?” Irritada, Lúcia responde: “Vou falar com os pais da Virgínia.

Se há duas pessoas que podem colocar limites naquela rapariga, são a Marta e Idiógenes. Teresa, Vera e José entreolham-se preocupados e a jovem vira-se para Belmira. Vens comigo? Entretanto, Virgínia conversa com os seus pais e entre risos comenta: “Souberam que o padre Viriato pode estar na mira do bispo? Pensa, a Marta responde: “Coitado, só queria acolher o irmão Virgínia retorque.
Acolher um cangaceiro? Oh, por favor! Quem se junta com esta gente não merece perdão.” Diógenes diz: “Desta vez tenho de concordar. Se o padre não tivesse protegido o carraça, Belarmino não teria vindo para a cidade. Nesse preciso momento, a campainha toca, mas Virgínia continua a falar mal de Viriato.
Quando Belmira e Lúcia aparecem, a vilã estremece. O que é? O que estão aqui a fazer? A jovem responde: “Não se preocupe, será uma conversa rápida.” Ela vira-se para os pais e afirma: “A sua filha contratou o carraça para destruir o meu atelier”. Os dois se levantam-se num solavanco e, em choque, Diógenes questiona: “Como é que é?” É desesperada Virgínia diz: “Mas que mentira mais descarada.
Não tem vergonha de vir à minha casa e dizer este bando de sandíices?” Irritada, Belmira enfrenta. Não são mentiras. O meu painho contou tudo ao meu tio Viriato. E não foi só ele. Sebastião também confessou ao meu tio de que tinhas pedido para que contratasse um cangaceiro. Incrédula Marta fala: “Meu Deus, minha filha, [grito] como é que teve coragem de fazer uma coisa dessas?” aflita Virgínia retorque.
Isso é mentira, mamã. Todo mundo sabe que quem destruiu o atelier foi o bando do Belarmino. Lúcia afirma: “Sim, foram eles. Mas pagou 80 contos de réis para carraça.” Diógenes arregala os olhos. 80 contos de réis. Mas eu dei esse dinheiro para que a Virgínia pudesse fazer encomendas no atelier. Lúcia garante, não houve qualquer encomenda.
Belmira continua. E há mais. O Painho recebeu uma pulseira de diamantes como pagamento para ele estar calado. Fora de si, Virgínia implora: “Não acredite nelas. Se há um culpado, é o viiato. Ele que escondeu aquele homem na igreja e trouxe os outros.” Tomada pela fúria, Marta segura o braço da sua filha e berra. Chega. A vilã cala-se assustada.
Eu não acredito que fui feita de parva este tempo todo. Eu acreditei que estavas querendo mudar, que queria tornar-se uma adulta responsável, mas tudo fez parte de um plano de novo. E se quer ser essa criança irresponsável, vou tratá-lo como tal. está de castigo. Marta começa a puxar a sua filha enquanto Virgínia grita por piedade.
Quando as vozes se afastam, Diógenes baixa a cabeça. Nem sei o que dizer. Estou envergonhado. Lúcia comenta. Se conseguir colocar Virgínia na linha, já será suficiente. Abalado Diógenes pergunta: “E o seu tio Belmira? Soube que o bispo está de olho nele. Ela responde: Foi chamado para ir até Natal. Eu não sei quem o denunciou, mas quando eu descobrir, farei pagar por todo o sofrimento que está a fazer o meu tio passar.
Assim que as duas se retiram, Dióine sente um friozinho na barriga e sussurra: “Não, não pode ter sido a Virgínia”. Ela não teria coragem de denunciar um padre por proteger o irmão ou teria. Enquanto isso, Belmira e Lúcia vão à igreja e encontram o padre Viriato muito entristecido. Tentam consolá-lo e o sacerdote confessa. Eu devia estar devastado.
Posso perder o meu cargo, tornar-me um padre sem igreja, tornar-se chacota na cidade toda. Eis. Ainda me sinto bem por ter ajudado o meu irmão. Lúcia questiona, mesmo sabendo que ele poderia ter destruído o meu atelier. Veriato responde: “Valdevino sempre foi uma criança muito rebelde, mas esta revolta deixou-o medroso, aceitando as ideias tortas dos amigos dele e deu no que deu.
” Ele acabou por se juntar a Belarmino enquanto tornei-me padre. Belmira enxuga uma lágrima que lhe escorre pelo rosto e Lúcia desvia o olhar segurando o seu choro. Emocionado padre continua. Com o passar dos anos, tornei-me essa pessoa amarga, mas por dentro, o meu criança interior chamava pelo seu irmão gêmeo.
E quando ele apareceu, eu tive uma guerra comigo mesmo. Estender a mão ao meu irmão ou denunciar quem fez muita coisa de errado nesta vida. Mas com o passar dos dias, sentia-me bem por Val Divino estar aqui debaixo da a minha asa, até que aceitou o serviço da Virgínia. E eu sabia que ele ainda ouvia aquela voz revoltada. Mas quando Val Divino ouviu a voz certa, ele salvou-me.
salvou a dona Geralda e até se tornou um herói. Comida Lúcia se ajoelha-se ao lado dele e diz: “Conte esta história ao bispo. Afinal, o dever da igreja não é mudar vidas, não é ensinar o caminho do bem sem olhar a quem?” Viriato afirma: “É claro que vou contar, mas não é só isso que me preocupa, é a Virgínia.” Surpreendida, Belmira questiona: “Como assim? Porque é que ela te preocuparia?” Viriato responde: “Porque eu a confrontei e sei que foi ela que me denunciou”.
A assustada Belmira dá um passo para trás. Como é que é? Além de contratar painho, ela teve a coragem de te denunciar por protegê-lo. O padre encara-a. Ela queria se proteger. Tensa, Lúcia diz: “Não, isso não é certo. Ela não tem o direito de agir dessa forma. Pergunte a qualquer pessoa dessa cidade. Ninguém concordaria com isso.
O senhor mesmo disse. O Viriato tornou-se um herói. Graças a ele que Belarmino está atrás das grades. Cabes baixo Viriato comenta: “Mas agora não posso fazer mais nada. O meu destino está nas mãos do bispo. Ainda abalada, Belmira abraça-o. Enquanto o padre chora nos seus ombros, ela olha para Lúcia, que logo compreende que ela se vai vingar de Virgínia.
Um pouco mais tarde, Diógenes entra no quarto de Virgínia com um prato de comida, virando o seu rosto para vilãs. Eu não quero. Estou de greve de fome. Estou a protestar contra toda esta injustiça. Ela ouve o pai a colocar o prato em cima do toucador e sente a cama se baixar quando ele se senta. Têm Virgínia encara-o e percebe que Diógenes está a chorar.
Ela tenta encostar-se à sua mão, mas o banqueiro se recolhe. Por que razão fez isso? Nervosa, Vilan responde: “Eu não fiz nada. É uma mentira de Lúcia. Ela odeia-me.” Diógenes retorque. Pára, deixa de mentir. Eu já ouvi esse discursinho antes, mas queimaste os convites da inauguração do atelier, acusou-a de apanhar aquelas jóias, estragou o vestido de Eugénia Golveia e muitas outras coisas que nem devo saber.
Por isso eu pergunto-te, porquê? É para chamar a atenção? Tudo o que tem não é suficiente ou é apenas má por natureza? Virgínia sente o coração bater mais forte e sente um nó na garganta. Desiludido Dióine se levanta. Eu pensei que não me ia responder mesmo. Por isso vai ficar aí a pensar em tudo que fez.
Mas pelo menos diga-me uma coisa. Foi o senhor que denunciou o padre Viriato? Com a voz trémula, Virgínia responde: “Não, juro que não fui eu.” Sem dizer mais nada, Dióine sai do quarto e volta a trancar a porta. Assim que chega ao corredor, começa a chorar, sentindo a dor de um pai que não conseguiu controlar a sua filha. No dia seguinte, Belmira vai até ao câmara municipal e encontra-se com Dora.
Ela entrega-lhe uma carta e pergunta: “Será que a senhora consegue enviar para Natal?” Ao ler o envelope, Dora mostrou-se surpreende. É para o bispo? O padre Viriato está realmente com problemas? Belmira responde: “Está, mas se Deus quiser, em breve não estará.” Um tempo depois, Delmira recebe uma correspondência do bispo e fica entusiasmada com a resposta.
Ao aperceber-se, Viriato questiona: “O que está ali escrito? Eu conheço este símbolo. É da cúria diocesana. O bispo enviou alguma mensagem?” Belmira esconde o envelope nas suas costas e diz: “Tio, o senhor vai ter de confiar em mim. Algo está prestes a acontecer, mas eu não te posso falar ainda. Veriato franze o senho e mesmo desconfiado, permite que a sua sobrinha siga em frente com o seu plano.
No outro dia, Belmira aparece na casa de Diógenes e Marta, que tentam recebê-la com cortesia. Sem rodei ela diz: “Só queria alertar-vos que eu Descobri que foi a Virgínia quem denunciou o meu tio. Diógenes leva a mão ao rosto. Meu Deus! Eu sabia! Marta revolta-se, mas preocupa-se. A minha filha já está a ser castigada e o que o padre precisar pode-nos avisar.
” Belmira comenta: “Na verdade, já sei o que podem fazer e espero que não o neguem.” Momentos depois, Diógenes e Marta aparecem a levar Virgínia pelas ruas. Desesperada Vilan pergunta: “Para onde me estão a levar? Nem deixaram-me arranjar”. Os dois continuam calados, enquanto Virgínia fica cada vez mais apreensiva. Quando chegam à frente da igreja, a vilã encontra várias pessoas reunidas, inclusive Sebastião.
Ela desvencilha-se dos seus pais e corre até ao seu aliado. O que está a acontecer? Os meus pais não disseram nada. Tremendo dos pés da cabeça, Sebastião responde: “Não sei, Lúcia que me trouxe aqui.” Em choque, Virgínia olha para os lados e fica surpreendido ao ver Lúcia, Belmira e Viriato reunidos. Diógenes volta a pegar no braço da sua filha e afirma: “Não é tempo de conversa.
É tempo de aprender que as suas ações têm reações. Paralisada de medo, Virgínia deixa-se ser levada até às escadarias da igreja. Atordoada, ajoelha-se na frente do padre e Sebastião ajoelha-se ao lado dela. Apavorada, a vilã olha em redor e sente um calafrio ao ver todos aqueles olhares de julgamento. O Padre Viriato levanta a cabeça e diz: “Senhoras e senhores, estamos aqui reunidos porque estes dois aceitaram fazer uma confissão pública”.
Em pânico, Virgínia tenta levantar-se, mas Diógenes impede-a. Nada disso. Faça o que o padre está mandando. Trêmula. Virgínia olha para Sebastião, quase a implorar para não falar nada. Mas o rapaz é dominado pelo medo e confessa. A Virgínia mandou-me contratar carrapato para destruir o atelier de Lúcia. A multidão leva a mão à boca e um som de surpresa ecoa pelo local.
Virgínia sente o mundo girar em torno e pressionada diz: “Está bem, eu fiz isto. Eu fiz, está bem?” As pessoas reagem com ainda mais surpresa e Viriato pergunta: “E que mais?” Virgínia encara-o com um olhar furioso. Eu denunciei-te ao bispo por encobrir carraça, mas eu não estava errada nisso. A culpa é sua que o bando de Belarmino invadiu a cidade.
De repente, uma voz serena diz: “Na verdade, fazer o bem não deve ser feito com medo e nem motivo para tal”. Ao ver o bispo a sair da igreja, Virgínia levanta-se com os olhos arregalados. O que é? O homem aproxima-se e fala: “A sua denúncia não foi para fazer o bem à comunidade, como dizia a sua carta, foi para amedrontar viriato, que sabia do o teu pecado.
E como disse Jesus, todo aquele que pratica o mal odeia a luz”. e não se aproxima dela. Virgínia estremece enquanto escuta o silêncio tomar conta do local. O bispo olha para Viriato e diz: “Portanto, a denúncia será retirada. Tentou fazer o bem, mesmo que sob circunstâncias duvidosas.” Belmira festeja e fica aliviada ao ver o sorriso do seu tio.
Enquanto todos os aplaudem a absolvição de Viato, Virgínia desespera e tenta escapar, mas Dióes volta a apanhá-la e a Fiam. Padre Viriato, Concordei com a minha filha e ela aceitou trabalhar na igreja em prol dos necessitados. Marta aproxima-se. E digo mais, ela também aceitou fazer limpezas na igreja como penitência pelos seus pecados.
Veriato diz: “Sendo assim, aceito a boa vontade da Virgínia”. [música] A vilã fica em choque. Perante toda aquela plateia, ela fica com medo de recusar e percebe que não terá como escapar. O seu castigo terá que fazer o bem. O que achou do castigo que a A Virgínia recebeu? Coloque se gostou nos comentários. Está a aparecer para você mais um vídeo surpreendente da novela.
Clique nele para assistir. Subscreva o canal para receber todos os vídeos publicados depois da novela. M.