Esta visibilidade toda rendeu um contrato com a Central Gospel e ele lançou mais discos, inclusive em espanhol, alcançando o público internacional. Eu estou contigo, não te deixarei durante Mas em 2020 decidiu dizer adeus para o gospel e atirou-se ao pop e ao reggaeton.
O grande plot twist surge em 2022 quando revelou nas redes sociais que é uma mulher trans e iniciou o processo de mudança de nome e de género. Contou que estava super deprimida durante a pandemia, vivendo na Colômbia. A reviravolta surgiu quando ela chegou a São Paulo, abre aspas. Eu cheguei ao estado de São Paulo e aí foi a primeira vez que coloquei uma peruca na cabeça.
Vesti a roupa que queria e fui para as ruas. A partir daí, ela tornou-se sentia-se bem vestindo roupas femininas e iniciou a transição. Ela foi corajosa e não planeou nada. Eu estava no auge da a minha carreira quando decidi me assumir transexual e não planeei nada. Eu simplesmente assumi-me como eu sou, porque eu acho que tu viveres uma A mentira é a coisa mais horrível que existe.
Viver a verdade hoje ainda é um tabu muito grande, porque ainda nas religiões se prega uma uma autonegação muito grande. Mas eu acho que posso viver até hoje sem qualquer vínculo religioso. Eu posso vivê-lo de uma maneira mais natural. Ela salientou o medo e a culpa por estar no meio gospel, mas garantiu. Recebeu o apoio da família e assistência médica.
E o sentimento de hoje que me sinto leve. Sinto-me eu mesma em tudo que eu vivia em quatro paredes que eu não podia ser eu própria perante o público. Hoje posso ser eu. Isso foi o que ela disse. Há dois anos, comecei a me expressar como mulher trans, muito recente. Antes de me expressar como mulher trans, cresci num lar evangélico fundamentalista.
E nesse mesmo ambiente fui cantora gospel. Algumas pessoas conheciam-me como JA. E ali ganhei o Gramy, ganhei disco de platina e ouro. E na melhor fase da minha carreira, na melhor fase do meu trabalho, decidi mostrar quem eu era realmente. Juntamente com tudo isto, ganhei alguns haters. Ganhei alguns haters que até me ameaçaram de morte, tentaram-me paralisar de todas as maneiras.
Recentemente boicotaram a minha minha rede social, o meu Instagram. foi desativada por inúmeras denúncias. Mas o importante deste discurso é que eu Estou aqui convosco e para mim este é o bem mais valioso, poder ser quem sou, poder expressar quem sou. E eu estou ver tantas mulheres incríveis aqui que me inspiram.
Muito obrigada. Aléxia Salvador. Alexia Salvador é uma reverenda pastora, professora e ativista transfeminista brasileira. Nascida em Mauporã, em São Paulo. Foi educada na Igreja Católica e chegou a ser seminarista. Os seus trabalhos e ativismos são focados nos direitos LGBT, na educação e na luta contra o racismo.
No ause do seu reconhecimento público e ministério, foi em janeiro de 2020, quando foi ordenada a reverenda da igreja da comunidade metropolitana, a ICM, tornando-se a primeira mulher transexual a ocupar tal posto numa igreja cristã da América Latina. Ela identificou-se como mulher trans e travesti em 2011, após anos de luta interna e orações para que Deus tirasse o que ela não compreendia.
Ela encontrou na igreja da comunidade metropolitana, pioneira na teologia inclusiva, o acolhimento que a Igreja Católica não lhe deu. Hoje ela vive plenamente a sua fé e identidade, afirmando que Deus me fez mulher e que a sua identidade é natural. A Alexia é casada e tem três filhos, incluindo duas raparigas trans, e atua como uma referência fundamental, utilizando o seu espaço de liderança para advogar por políticas públicas e combater a transfobia, mostrando que a fé cristã e a a identidade trans podem coexistir e
florescer. Ela já foi muito criticada, principalmente pela criação dos seus filhos. O que acharam? Diz aí nos comentários. Cada pessoa, independentemente do género, da sexualidade, é uma criação de Deus. Não é um erro, um desvio de Deus, porque somos feitos e feitas e feites à sua imagem e semelhança. Cada pessoa trans, cada homem trans, cada homem trans masculino, cada travesti não é um erro, não é uma aberração, mas é a expressão única da beleza de Deus.
é expressão única daquilo que Deus tinha de mais belo, daquilo que Deus tinha de mais sagrado. Porque Deus também tem género, género divino. Por isso é que ele é Deus. O que não é divino, o que não é sagrado é a transfobia. Priscila Alcântara. A versátil Priscila Alcântara dispensa para notações, não é? Ela ficou famosa no teleférico e companhia do SBT ao lado de IUD.
Na música iniciou-se no gospel em 2014 e Espírito Santo foi eleita a melhor música gospel do ano. Sou ser humano, mas escolho hoje viver pelo espírito. Depois migrou para a Pop e para os rumores sobre a sua orientação surgiram após posts sobre a libertação e a coragem. Ela contou: “Eu estava no lugar onde tinha muito medo de falar abertamente o que eu pensava.
Eu ia sofrer uma retalhação no meio que estava sozinha. Conforme ganhou maturidade, foi-se posicionando mais o que a fez ganhar o título de diva pop dos gays. Foi abraçando eh LGBTQ a mais diversidade. Isso para a igreja também é complicado. Complicadíssimo. Isso já era complicado na época do gospel porque a comunidade esteve sempre muito presente na minha fan base.
Portanto mesmo na altura que eu cantava nas igrejas eles iam lá. Assim, a pessoas tinham um relacionamento até que, digamos, velado, porque não podia verbalizar que eu estava ali por eles e que queria ser uma aliada. E eles também estavam ali, não podiam dizer quem eram, porque estavam dentro de um ambiente super rígido no que diz respeito a eles, a quem são.
Então eu acho que eu e juntamente com o meu público, nós foi se libertando e e amadurecendo esse relacionamento e tornando-se cada vez mais livres eu para me posicionar enquanto aliada e eles para serem quem são e junto comigo. Enfim. Mas atenção, Priscila não é homossexual, pelo menos não até à data. Ela mantém um relacionamento sério com o DJ André Laudes e já pensa em ser mãe.
Por se ter passado o gospel, ela teve de rebater acusações de preconceito e reafirmar a sua apoio à comunidade LGBT, mesmo sendo o hétero. Ela disse: “O meu objetivo é mais servir o meu próximo. Os cristãos deviam falar muito mais sobre isso. A obrigação de ser contra a homofobia. Bob Luiz Botelho. Bob Luiz Botelho é um pastor ordenado da Igreja Antiga das Américas, produtor cultural e ativista pela diversidade religiosa.
Criado num lar evangélico tradicional em Curitiba, Paraná, Bob dedicou a sua juventude à vida missionária. O a da sua atuação inicial, antes de se assumir, foi como um jovem líder pentecostal que ironicamente chegou a aplicar as chamadas terapias de reversão da sexualidade a cura gay em outros jovens, ao mesmo tempo que reprimia a sua própria atração pelos homens.
O processo de se assumir como um homem gay, que ele afirma ter sido doloroso, começou por volta de 2016, quando teve contacto com lideranças evangélicas progressistas. No ano seguinte, em 2017, confundou o movimento Evangélicidade, que se tornou o seu principal campo de atuação e ativismo, oferecendo acolhimento para jovens LGBTQ e seus aliados.
Atualmente, Bob Luiz é casado e vive a sua fé com base na convicção de que posso por direito reivindicar o O cristianismo, mesmo vivendo a minha sexualidade. Ele atua como uma voz crítica contra a homofobia institucionalizada. é membro associado da ONU e autor do livro Semente de Vida, ajudando a curar feridas e construindo pontes entre a fé e a adversidade.
Pensando quanto lançar nos braços de Jesus é atualmente a única é a única alternativa que tenho. E depois quando eu procuro isso, este Jesus que celebra a adversidade, presentei-me com vocês para me lembrar que a graça de Deus não vai ficar distante nem de mim, nem de nenhum de amém. E que se o fundamentalismo tirou a graça de Deus de Dandara, vamos continuar manifestando salvação.
Amém. que nenhum ter mais queandara viveu até que memórias como as deandara sejam memórias de um passado longínquo porque a graça se manifesta salvadora todas as pessoas. Como vimos, o mundo gospel é muito mais diversificado e complexo do que muitos imaginam. Por detrás da imagem de perfeição e espiritualidade que o público costuma ver, existem pessoas reais com sentimentos, escolhas e histórias que nem sempre se enquadram nas expectativas religiosas.
Esses artistas, mesmo enfrentando críticas e rejeição, seguiram os seus caminhos, cada um à sua maneira, tentando equilibrar fé, carreira e vida pessoal. No fim das contas, independentemente da orientação sexual ou das opiniões alheias, o talento e o percurso de cada um continuam marcados pela música e pela coragem de viver a própria verdade, ainda que tenham custado caro.
Então é isto, pessoal. O que vocês acharam destes famosos que são LGBTs ou simpatizantes? Qual mais te surpreendeu, hã? Faltou falar de alguém? Diz aí nos comentários. Lembrando que quem fizer aquele comentário muito giro, interessante também partilhar este , vou fixar o comentário.