A outra metade foi dividida entre a família com o sobrinho Bruno Sena. herdando parte deste legado que vai muito para além do dinheiro. Sena foi sempre um homem de extremos. Na pista, um génio que desafiava a morte a cada curva. Fora dela, um rapaz que sabia curtir os prazeres da vida. Não poupava quando se tratava de conforto, rapidez e luxo.
E tudo o que conquistou tornou-se lenda. Dos carros mais potentes, as mansões, que pareciam saídas de um conto de fadas. Só que enquanto o dinheiro do instituto continua a fazer história, os bens que ele juntou estão ali, meio esquecidos, mas nunca perdidos. São recordações de uma vida intensa e cheia de conquistas.
Cada canto, cada detalhe conta um pedaço dessa trajetória que parece não ter fim. Agora que já percebeu o tamanho deste império, é hora de conhecer o primeiro local onde Sena deixava o barulho das pistas para trás e desfrutava da vida do jeito que só ele sabia fazer, a quinta que se tornou refúgio e símbolo de tudo o que amava.
A vida de Airton Sena era feita de extremos. Dentro das pistas, ele era a pura velocidade. Fora delas, procurava a tranquilidade de um lugar que fosse só dele. E esse lugar existia, a quinta Dois Lagos, no interior de São Paulo. Era ali em Tatuí, que Sena recarregava as energias e esquecia-se do mundo. A quinta tinha cerca de 60 alqueires de verde puro, uma pista de cart particular para matar saudades da adrenalina.
Dois lagos enormes, onde brincava com aeromodelos e apreciava o barulho da água. À beira de um dos lagos, uma casa simples, mas cheia de significado, guardava miniaturas, brinquedos e memórias do campeão. Cena era assim: no asfalto, um guerreiro. Na quinta, só um rapaz apaixonado pelo que tinha conquistado.
Esta quinta não era só luxo, era um pedaço do seu coração, um lugar onde podia ser apenas a Irton, sem plateias ou flashes. Mesmo depois de tanto tempo, a casa principal continua ali intacta, como se o tempo tivesse parado para respeitar quem cena foi. Hoje a quinta dois Lagos continua a ser guardiã das suas memórias, um lugar que não foi esquecido, apenas ficou ali parado no tempo, à espera de alguém com coragem para sentir a energia que Sena deixou em cada canto.
E isto é só o início desta viagem. Agora vamos para um outro luxo que Sena chamou casa, a mansão que tinha em Portugal. Um verdadeiro castelo de sonhos e as histórias. Se a quinta era o refúgio simples de cena, a mansão em Portugal era o oposto, um palácio à beiraar, cheio de luxo e conforto. Localizada no condomínio Quinta do Lago, no Algarve, a casa tinha seis suites, sete casas de banho e um terreno de mais de 10.
000 1000 m qu, campo de golfe, campo de ténis, piscina aquecida e jardins que pareciam saídos de um filme. Cena podia ter ali tudo e ele teve. Era neste paraíso europeu que Sena descansava dos treinos e das corridas, desfrutando do sol e do mar de Portugal. Mas quando morreu, a mansão tornou-se um fantasma de luxo.
Esteve à venda durante anos e ninguém parecia querer assumir aquele castelo que um dia pertenceu ao maior piloto do Brasil. Em 2015, finalmente a casa ganhou um novo dono, mas até hoje ela carrega o nome de cena como uma marca que não se apaga. Cada cômodo, cada detalhe lembra o homem que soube, como poucos, viver o luxo e que, mesmo depois de partir, deixou um pedaço de si em cada lugar que chamou de lar.
Agora que a gente já abriu as portas dessa mansão digna de realeza, tá na hora de voltar pro Brasil e descobrir outro paraíso particular que Sena guardava só para ele, a casa de praia em Angra dos Reis, onde o mito deixava o barulho do mundo lá fora e encontrava paz à beira do mar. Vamos juntos. Em meio ao verde da mata atlântica e com vista privilegiada para o mar, a casa de praia em Angra dos Reis era um dos lugares preferidos de Airton Sena.
Comprada no auge da carreira, essa casa tinha tudo para ser o cenário perfeito de descanso. Silêncio, natureza e o barulho do mar. La Cena não era o astro das pistas, mas apenas um homem que amava o som das ondas e o calor do sol. O lugar era simples e, ao mesmo tempo, grandioso, com espaços amplos, varandas abertas e um clima de paz que só Angra sabe oferecer.
Ele levava para lá seus objetos preferidos, como o violão que gostava de tocar e as fotos que contavam sua história. Depois da morte de cena, a casa foi preservada pela família como um relicário de lembranças. Cada cômodo carrega um pedaço da história do piloto e quem entra ali sente que o tempo não passou.
É como se o espírito dele ainda estivesse vivo em cada detalhe, como um guardião silencioso de tudo o que ele amou. Mas essa é só mais uma parte do legado que cena deixou. Agora a gente vai para um pedaço do mundo que ele chamava de lar de luxo e onde a vista para o mar era só o começo. Bora seguir viagem e descobrir o apartamento que ele tinha em Mônaco, um endereço digno de um rei.

No coração de Mônaco, Airton Sena tinha um endereço que era sinônimo de sofisticação e poder, um apartamento no edifício Houston Palace, debruçado sobre o porto, onde o luxo e a vista de cinema se encontravam. Era o lugar perfeito para um campeão que sabia como poucos curtir cada detalhe da vida. Lá, o piso de mármore branco refletia o sol do Mediterrâneo, enquanto as janelas gigantescas deixavam entrar a brisa fresca do mar.
Era um espaço que misturava elegância e conforto, onde Sena encontrava a paz que a Fórmula 1 muitas vezes não permitia. Mesmo em Mônaco, com todo badalação e correria, o apartamento dele era um pedaço de silêncio e contemplação. Cada cômodo tinha a marca do estilo dele, discreto, mas imponente. Um lugar que mostrava que Sena sabia viver com classe, mas sem exageros.
Do alto daquele prédio, ele via o mar e, quem sabe sonhava com a próxima corrida, porque para ele, a vida era sempre uma pista, mas ali o ritmo era outro, mais calmo, mais dele. Hoje o apartamento em Mônaco segue como um pedaço da história de Airton Sena, que poucos conhecem, um cantinho de luxo que ainda guarda o silêncio de quem passou por lá e deixou sua marca.
Mas se o apartamento era um espaço de contemplação, tinha outra paixão que Sena nunca deixou de lado, os carros e motos que faziam o coração dele bater forte, mesmo fora das pistas. Bora descobrir esses brinquedos de luxo? A paixão de Airton Sena, por velocidade não parava nas pistas. Fora delas, ele colecionava máquinas de dar inveja a qualquer apaixonado por motores, carros e motos, que não eram só meios de transporte, eram símbolos de um homem que sabia como poucos viver intensamente.
Na garagem dele, Ford Escort e o Zerry 3 se destacava. Ele teve três modelos diferentes desse clássico, um prata, um preto e um conversível vermelho, cada um com seu charme. E quem diria que o campeão das pistas também se divertia com esses carrinhos populares, mas cheios de estilo? Mas a coleção não parava por aí. O Honda NSX Vermelho que Sena ajudou a desenvolver era a joia da coroa, um cupê de arrancar suspiros que hoje vale milhões.
O Porsche 911 amarelo guardado em Portugal também mostrava que Cena tinha bom gosto até quando não estava de capacete. E não eram só os carros que faziam o coração dele bater forte. As motos faziam parte desse amor pela velocidade. Cena pilotava desde Scooters Vespa, que ele ganhou aos montes por ser o Pole Position. Até motos potentes, como a Ducat Monster 900, que ele desfilava pelas ruas de Mônaco.
Sem falar na lendária Ducat 851 que ele dizia ser a preferida. Era como se cada moto fosse um pedaço da alma dele. Esses brinquedos de luxo não foram esquecidos. Alguns ainda estão guardados pela família como relíquias de um homem que nunca parou de buscar o limite. Outros ganharam novos donos, mas sempre com a marca de cena cravada na história.
Agora que a gente já acelerou com estes brinquedos, é hora de levantar voo e ver que Sena também gostava de dominar os céus. Vamos conhecer. Aton Sena não se contentava apenas em correr no asfalto. Ele também queria voar e voava literalmente. Sena era piloto de helicóptero e fazia questão de comandar as suas próprias aeronaves sempre que podia.
Era mais uma forma de viver a liberdade que tanto procurava. Ele tinha vários helicópteros modelo esquilo fabricados pela Elibras no Brasil. Um deles, o P T Agi UI o foi utilizado pelo próprio Sena até ao último voo que realizou, partindo da quinta de Dois Lagos para o Campo de Marte em São Paulo. Essas máquinas não eram apenas transporte, faziam parte do estilo de vida de quem não aceitava limites.
Além dos helicópteros, Sena tinha também um jato executivo Hawer 800, adquirido em 1990. Um avião que cortava o céu com a mesma classe e velocidade que ele mostrava nas pistas. Era a ferramenta perfeita para atravessar continente sem perder tempo, sempre com conforto e segurança. Hoje, parte destas aeronaves ainda existe guardadas ou adaptadas para outras funções.
Outras já se foram como recordações de um homem que sempre quis chegar mais alto. Cada hélice, cada turbina conta um pedaço da história da um tipo que não queria ficar preso no chão. Mas Cena não se ficou por aqui. Mesmo depois de partir, o seu nome continuou sendo celebrado não só em pistas e pistas de corrida, mas também em edições especiais que levam o mito ainda mais longe.
E é isso que vamos ver agora. Bora. A morte de Sena não foi o fim do mito, pelo contrário, ela foi o início de um legado que continua vivo até hoje em cada homenagem, cada tributo que leva o seu nome. As marcas de luxo não esqueceram o homem que transformou cada corrida em espetáculo. A Milaren, por exemplo, criou o hiperdesportivo Sena, um monstro de pista feito para honrar o espírito de velocidade e perfeição que ele carregava. É mais do que um automóvel.
É uma recordação de quem cena foi, de tudo aquilo que ele representou para o mundo. A Ducat também entrou nesta homenagem. Lançou edições limitadas como a Panigale 1199 Cena e a Monster 937 Cena. Todas com as cores que lembram o capacete do campeão. São máquinas que carregam no roncar do motor a história de um piloto que nunca aceitou nada menos do que a vitória.
Até no pulso, cena continua presente. A Tag Hoyer lançou modelos de relógio que levam o seu nome, eternizando a precisão e a elegância que sempre mostrou dentro e fora das pistas. Essas homenagens provam que mesmo sem estar aqui, a cena ainda faz parte da vida de quem adora a velocidade. Nada foi esquecido. Tudo foi transformado em lembrança viva e em inspiração para quem nunca quer parar.
Mas se o nome dele nunca sai da cabeça de quem ama automobilismo, os luxos que Sena deixou também continuam a despertar curiosidade. E para fechar esta viagem, vamos relembrar o que estes pedaços de luxo contam sobre o homem que nunca deixou de correr. Vamos lá. A gente viu tudo. Mansões que continuam de pé, como guardiãs de memórias, carros que foram muito mais do que máquinas, helicópteros que ainda transportam a liberdade de quem não aceitava limites.
Cada pedaço destes luxos conta uma história que vai muito além de cifras e imóveis. Conta quem Atiron Sena realmente foi. Nada disso foi perdido. As casas continuam lá. Os brinquedos também só ficaram guardados, esperando que alguém tenha coragem para olhar para eles de novo. E cada um desses lugares, cada detalhe desses bens mostra que o mito de cena não necessita de vida para brilhar.
Ele já se tornou parte da história, parte de cada curva, cada pista, cada suspiro de quem ama a velocidade. Agora quero saber de você. Se tivesse oportunidade, moraria em uma dessas mansões esquecidas? Ou será que luxo sem dono perde a alma? Deixa aqui nos comentários, põe like no vídeo e se subscreve o canal, porque aqui a gente nunca esquece as lendas.
Até ao próximo capítulo desta viagem, que prometo vai surpreender-te ainda mais.