E ela foi a primeira latino-americana da história a entrar ali. A primeira, uma menina de Santa Rosa que um dia viveu no subúrbio do rio, figurava agora ao lado das estrelas mais ricas do mundo inteiro. Senta-se com esta informação um segundo da casa simples no interior gaúcho até às páginas da Forbes, em pouco mais de 10 anos.
Agora responde-me o que falta para quem chegou a esse lugar. Quem tem o país aos pés, o nome em revista de bilionário, o dinheiro a entrar de todos os os cantos do mundo. O que mais essa pessoa quer? Ela quer realizar um sonho, um sonho que carregava desde menina. E foi exatamente aí, no topo da tudo, que nasceu a famosa casa cor-de-osa.
E que sonho era esse? Afinal? Não era de hoje e não nasceu do dinheiro. A vontade de ter uma casa assim vinha diantes da fama toda. Tanto que antes da casa cor-de-rosa, a Xuxa já tinha tido uma casa toda branca, igualzinha à que viria depois, só que branca. Depois foi viver para um sítio e é nesse sítio que aparece um lado dela que muita gente não faz ideia, porque a Xuxa tornou-se uma espécie de mãe de bicho perdido.
Chegou a ter 54 cachorros. 54.º Isso mesmo que você ouviu. Foi mesmo mantenedora oficial do IBAMA. Havia macaco, macaco, ave, bicho de toda a espécie ali com ela. O pessoal apanhava um animal abandonado por lá e largava-o na mão dela. E ela acolhia, cuidava, bancava tudo do seu próprio bolso. Não conseguia dizer não a um bicho.
E é aí que está a chave para compreender a casa cor-de-rosa. Porque o que a Xuxa queria não era a ostentação, era um lugar grande, cheio de verde, onde ela podia ter o mundo dela e os animais dela longe da loucura lá de fora. >> Eu vivi na Casa Branca, era igualzinha a casa cor-de-rosa, só que toda branca.
>> Depois fui para o sítio. Ali no sítio tinha, tive 54 cães. Eu era uma atenedor. >> Era um refúgio. Guarda essa palavra porque ela explica tudo o que vem depois. Foi deste sítio cheio de bicho que ela partiu para casa que o O Brasil inteiro ia conhecer lá no início dos anos 90. E aqui já há um pormenor curioso.
A tal casa cor-de-rosa não era nem cor-de-rosa verdadeira, era pintada de salmão. Foi o povo que apelidou de rosa e o apelido pegou tão forte que se tornou o nome oficial na cabeça de toda a gente. Até hoje ninguém lhe chama de outra forma. A casa ficava na Vargem Grande, na zona oeste do Rio. E quando eu te falar o tamanho do terreno, vai perceber porque aquilo virou lenda. 78.000 1000 m².
Para que tenha uma ideia do que isso significa, é como se o casa tivesse dentro dos próprios muros o espaço de cerca de 10 campos de futebol, um ao lado do outro, tudo rodeado de mata fechada no meio da natureza. A área construída sozinha ultrapassava os 2000 m², uma casa que era do tamanho de um prédio inteiro deitado no chão.
E aí você pergunta: “Mas o que cabia dentro de um lugar deste tamanho? Quase tudo o que que possa imaginar. A casa principal tinha cinco suites. Tinha cinema privado, daqueles de salinha de projeção com tela e tudo. Dentro de casa tinha um estúdio de fotografia, tinha sala de jogos e o terreno era tão grande e o terreno era tão grande que para ir da casa principal até às outras construções lá dentro, a Xuxa se locomovia de carrinho de golf.
carrinho de golfe dentro da própria propriedade. Nestas construções anexas tinha sauna, tinha jacuzzi, tinha piscina, mas o que fazia cair o queixo mesmo era o jardim. Tinha coqueiro, palmeira imperial daqueles gigantes, mangueira, eucalipto, bromélia, orquídea e no meio de tudo um lago.
E não era um pequeno lago qualquer, não. Tinha cisne negro a nadar, tinha flamingo cor-de-osa, havia ganso, havia marreco. Parecia cenário de filme, tinha pomar para colher fruta e tinha um parque infantil com pula-pula para o Saas brincar. E os pormenores faziam ju à dona da casa. Na entrada, dois leões de pedra guardavam a porta como num verdadeiro castelo.
Nas grades do portão, as iniciais dela em letras douradas, XM, Xuxa Meneguel, cravada na entrada para quem passasse na frente não ter a menor dúvida de quem morava ali. No interior, a cozinha, que era a parte preferida da Xuxa, era toda em preto e branco. a parede da sala, quadros pintados pela própria sa criança e uma imagem de Jesus Cristo.
Agora já percebe porque é que aquela casa não era só uma casa, era uma personagem. E como todo o lugar lendário, ela teve os seus momentos de glória daqueles que pararam o país. O mais famoso de todos os foi uma entrevista. O Gugu Liberato foi até à Casa Rosa para entrevistar a Xuxa lá dentro, mostrando cada cantinho daquele mundo para o Brasil inteiro.
E aquela entrevista parou a televisão. Era a hipótese de ver, com os próprios olhos, o que existia por detrás daqueles muros que toda a gente só conseguia imaginar de fora. O país inteiro colou-se no ecrã. E não era só o Brasil que tinha os olhos naquela casa, o mundo também. Houve uma cena que o Fantástico registou e que parece um guião de filme.
O Jean-Claude Van Dami. Isso mesmo, o estrela de Hollywood, o rei da pancadaria, no auge da sua carreira, veio ao Brasil pro lançamento de um filme seu. E o que ele fez? foi parar à casa cor-de-rosa. Aterriçou de helicóptero ali no jardim da casa da Xuxa. Pensa na imagem, um helicóptero pousando no quintal e de dentro dele descendo um dos maiores ídolos do cinema de ação do planeta.
Encantado com a casa e com a dona dela. A Xuxa recebeu com um beijinho e saíram os dois passeando sozinhos por aquela imensa propriedade, acompanhados só pelo O seu cãozinho, o Zé do Pimpo, que não desgrudava da dona. E tem a parte que a própria Xuxa contou a rir muito tempo depois. Segundo ela, o Vandame chegou demasiado animado.
Veio de mala e cuia, pensando que ia ficar hospedado na casa. já desceu com a mala a dizer que ia dormir lá e a Xuxa teve de segurar a onda, explicar com jeitinho que aquele espaço era só dela. O homem atravessou o mundo e queria se mudar para o castelo cor-de-rosa. Olha o tamanho do magnetismo daquele lugar.
Um estrela de Hollywood a aterrar de helicóptero no jardim a querer ficar. Esta era a casa cor-de-rosa e tinha um pormenor que dava ainda mais brilho àquela época. Era o tempo em que a Xuxa vivia um romance com nada mais nada menos que Airton Sena, o maior ídolo do desporto brasileiro. Pensa na cena.
O homem que parava o Brasil nas tardes de domingo a correr de Fórmula 1 e a mulher que parava o Brasil nas manhãs de semana com a criançada. Os dois maiores fenómenos do país juntos naquele castelo cor-de-rosa. Era o auge absoluto de um lado e do outro. E houve a festa que entrou para a história. Em 1999, a Sasha completou um aninho e a festa de aniversário de uma criança de 1 ano juntou mais de 1000 pessoas naquele terreno.
1000 convidados, mais gente do que vive em muito vilarejo do interior do Brasil. E teve uma lembrança que até hoje dá o que falar. Distribuíram coelhos vivos pros convidados levarem para casa. Coelhos de verdade. Dá para imaginar a cena. Esse era o mundo cor-de-rosa da Xuxa. Parecia conto de fadas, não parecia? E para si perceber de onde saía o dinheiro que sustentava tudo isso, deixa-me dar-te um número.
Lembra-se dos discos da Xuxa? Teve uma canção chamada Ilarie. É a turma da Xa que vai dando o seu olá. O disco dela vendeu mais de 3 milhões de exemplares e foi durante 10 anos seguidos o disco brasileiro mais vendido de toda a história do país. Entrou pro Guinness o livro dos recordes mundiais como o álbum infantil mais vendido de todos os tempos.
do mundo inteiro, não do Brasil, do mundo. Este era o império que erguia o castelo cor-de-osa. Mas aqui, no meio de toda esta beleza, há um pormenor que pouca gente parou para pensar, porque por detrás do verde, do lago com flamingo, dos leões de pedra à porta, estava uma verdade que a Xuxa só foi confessar muito tempo depois e é de cortar o coração.
Ela contou que se sentia numa gaiola de ouro. foram as palavras exatas dela. Linda, mais uma gaiola, um lugar de onde ela não podia simplesmente sair pela porta. Para pôr o pé para fora, precisava de segurança, precisava de esquema, tinha que se planear como quem planeia uma operação. Ela tinha construído um mundo inteiro ali dentro, precisamente porque ali fora a fama não a deixava viver em paz.
O refúgio tinha-se transformado em cela, >> mas uma gaiola onde não podia sair porque tinha de sair em segurança. >> E havia mais. A Xuxa revelou que com o tempo descobriu que a Marlene Matos, lembras-te do nome que te pedi guardar lá no início? Controlava até os telefonemas dela, vigiava com quem ela falava, quanto tempo permanecia na linha.
E a própria Xuxa usou uma palavra dura para descrever aquilo tudo, prisão. Ela disse com todas as as letras que vivia numa prisão. Pensa que coisa. A mulher mais famosa do Brasil, dona do castelo que era o sonho de todos, sentindo-se presa dentro da própria casa. Tinha tudo o que o dinheiro podia comprar, menos a coisa mais simples de todas, a liberdade de abrir o portão e sair andando na rua como qualquer um.
Aquele império parecia que ia durar para sempre. A casa, os bichos, o lago, os leões dourados na porta, tudo tinha cara de eternidade. Só que o tempo tinha outros planos. E o que aconteceu com a casa rosa depois é a parte que vai te deixar de queixo caído. Pois é. E o tempo começou a mexer suas peças lá por volta de 2007.
Foi nesse ano que apareceu na porta daquele castelo a plaquinha que ninguém esperava. Vende-se a casa rosa, o sonho cor-de-osa, o refúgio dos bichos estava à venda e o preço pedido foi de R$ 8 milhões deais. E aí você pergunta: “Mas por ela ia vender uma casa daquelas depois de tanto tempo?” A resposta é mais simples do que parece e tem a ver com a vida.
Seguindo em frente, a sasia já estava crescendo. A escola, os amigos, as atividades da menina, tudo isso ficava longe demais daquela casa enfiada no meio da mata lá em Vargem Grande. O que um dia foi a vantagem da casa ser isolada, escondida, cercada de verde, virou o problema, longe demais de tudo. E a Xuxa decidiu que era hora de mudar para mais perto da correria do dia a dia.
Ender a casa no fim foi a parte fácil. Difícil foi o que veio depois, porque aqui começa a parte triste dessa história. Aquele castelo que um dia teve cisne negro no lago e astro de Hollywood pousando de helicóptero no jardim foi sendo deixado de lado aos pouquinhos, sem ninguém para cuidar, uma casa daquele tamanho não resiste muito tempo.
E o que sobrou hoje é de partir o coração de quem viveu aquela época. >> >> A tinta cor- deosa ou salmão, como a Xuxa fazia questão de lembrar, tá descascando, caindo aos pedaços das paredes. O mato, aquele verde que era o orgulho dela, cresceu sem controle e engoliu tudo. Engoliu o jardim, engoliu os caminhos, subiu pelas paredes, a piscina vazia, os brinquedos que um dia foram o playground da sasha, desmontados, largados.
E os leões de pedra que guardavam a porta agora guardam o quê? Uma casa vazia, um castelo fantasma no meio do nada dá um aperto, né? A casa mais cobiçada do Rio de Janeiro, parada obrigatória de quem visitava a cidade, hoje parece aquelas casas mal assombradas de filme. Mas aqui vale a pena a gente parar para pensar numa coisa.
Por que que isso acontece? Por que que um imóvel tão valioso, tão cheio de história, simplesmente vira ruína? E a resposta é mais dura do que a gente imagina. Porque manter uma casa daquele tamanho é um peso que pouquíssima gente no mundo consegue carregar. Pensa 78.000 m² para capinar, para cuidar, para vigiar. O imposto que cai todo ano, a manutenção de cada cômodo, de cada cano, de cada metro daquele jardim.
É o que o pessoal chama de elefante branco. Uma coisa linda, valiosa, mas que custa tão caro para manter que acaba virando um problema em vez de um presente. E tem mais. Uma casa daquele tamanho, com aquela história toda é difícil até de vender de novo. Quem é que tem dinheiro para comprar e ainda por cima bancar a reforma de um castelo abandonado? São poucos, pouquíssimos.
Então ela vai ficando ali parada esperando. É o lado da fama que ninguém mostra na novela. A gente vê o brilho, o auge, o helicóptero pousando no jardim, mas não vê o que acontece quando as luzes se apagam e sobra só a conta para pagar. E aí vem o detalhe que mais mexe com a gente nessa história toda. A própria Xuxa voltou a pisar naquela casa.
Foi em dezembro de 2022, quando ela retornou ao terreno para gravar cenas da história da vida dela. E olha o que ela disse com a voz embargada ao ver de novo aquele lugar, que foi ali que a sasha foi gerada, que foi ali que a filha deu os primeiros passos, que foi naquela casa que ela viveu alguns dos melhores momentos da vida dela, e contou uma coisa que aperta o peito, que toda vez que passava perto da casa, depois de tê-la vendido, ela lamentava ver que tinham arrancado as plantas, aquele verde todo que ela tanto cuidou, que era A alma do lugar tinha ido
embora. Imagina a cena. A mulher passando de carro na frente do que um dia foi o castelo dela e vendo aquilo morrer aos poucos pela janela. A casa rosa, no fim das contas, virou um retrato. Um retrato de que nada, por mais bonito e grandioso que seja, dura para sempre se ninguém cuidar.
Mas e a rainha? O castelo dela caiu, virou ruína. E ela? Como será que tá a Xuxa hoje depois de tudo isso? É para lá que a gente vai agora. Então vamos lá. Se o castelo caiu, o que será que aconteceu com a rainha? A boa notícia é que a história da Xuxa, ao contrário da casa, não terminou em ruína. Muito pelo contrário, hoje, em 2026, a Xuxa vive numa casa bem mais modesta.
Modesta pros padrões dela, claro, porque ainda é uma bela casa, mas nada perto daquele castelão de 78.000 m². E tem uma simbologia bonita nisso. A mulher que um dia se sentiu presa numa gaiola de ouro, hoje vive num espaço onde ela cabe, onde ela respira. Trocou o tamanho pela liberdade e, pelo jeito, fez um bom negócio.
Lembra daquela história dos bichos, dos 54 cachorros, dos macacos, das aves que ela acolhia lá no sítio? Pois aquilo nunca foi fase. Era quem ela é de verdade. E hoje, longe dos holofotes que a perseguiram a vida inteira, a Xuxa abraçou de vez essa causa. Virou vegana, virou ativista da proteção animal, daquelas que usam o nome e a voz que ainda tem para defender os bichos.
O que era um cantinho escondido da vida dela virou uma das coisas mais importantes. Repara que bonito. A menina que não conseguia dizer não para um bicho perdido virou a mulher que faz disso uma missão. E a família? A família floresceu. A Sasha, aquela bebê cuja festa de um ano juntou 1000 pessoas no castelo, hoje é uma mulher feita.
Casou, seguiu o próprio caminho, virou estilista. E a Xuxa, que um dia foi a mulher mais solitária dentro da própria mansão lotada de gente, hoje tem ao lado companheiro, o Júno Andrade, com quem está há mais de 10 anos. Uma relação tranquila, longe do escândalo, do jeito que ela sempre quis e nunca pôde ter lá atrás.
Mas talvez a virada mais bonita seja outra. Aquela mulher que se sentiu uma prisioneira, vigiada até nos telefonemas, controlada por quem deveria cuidar dela. Essa mulher sentou e contou tudo com as próprias palavras do próprio jeito. Ela revisitou a história da vida dela, voltou aos lugares que marcaram inclusive a casa rosa e dividiu com o Brasil as feridas que carregou caladas por décadas.
A gaiola de ouro, a sensação de prisão, tudo o que a gente conversou nesse vídeo veio dela mesma, finalmente livre para falar. E sabe o que é mais impressionante? Depois de tudo, do auge, da queda, das mágoas, do castelo virando ruína, a Xuxa não sumiu. Ela voltou, voltou a aparecer na telinha do jeito dela, no tempo dela, falando das causas que ela escolheu abraçar.
Não como a rainha dos baixinhos de antigamente, presa num personagem, mas como a Maria da Graça, que ela sempre foi por baixo de tudo aquilo. Porque é isso que essa história toda mostra. O castelo cor-de-osa caiu, as paredes descascaram, o mato tomou conta, os leões de pedra ficaram guardando no vazio, mas a mulher que morava ali, essa não caiu junto.
O reino ruiu, a rainha não. E talvez seja exatamente aí que mora a maior lição de tudo isso. Uma lição que vale pra Xuxa e vale para você e vale para mim. E que lição é essa? Olha, a casa rosa começou como um sonho, aquele sonho de menina, de ter um lugar grande, cheio de verde, cheio de bicho, onde ela pudesse ser feliz do jeito dela.
E por um tempo, foi, foi castelo, foi conto de fadas, foi o endereço mais cobiçado do país. Mas a vida ensina uma coisa que a gente custa aprender. As paredes não seguram a felicidade. O dinheiro levanta o castelo, paga os leões de pedra na porta. enche o lago de flamingo, mas não compra a paz de abrir o portão e sair andando na rua.
A Xuxa tinha o maior dos castelos e se sentia presa nele. Pensa nisso. E quando a gente olha para aquela casa hoje, descascada, tomada pelo mato, o que dá não é só pena, dá uma certa reflexão. Porque tudo aquilo que parecia eterno, o brilho, o age, a multidão na porta, passou. E o que sobrou de verdade não foi a casa. foi a mulher.
A Xuxa seguiu, se reinventou, encontrou a paz que o castelo nunca deu. A construção de tijolo virou ruína, mas a pessoa, essa ficou de pé. E talvez seja este o recado, que essa casa rosa abandonada deixa que, no fim, não é o tamanho da casa que mede a vida de alguém, é o que a gente constrói por dentro, a família, os afetos, aquilo que a gente realmente é quando as luzes se apagam, os leões de pedra continuam lá guardando um castelo vazio.
Mas a rainha já tinha entendido faz tempo que o reino de verdade era outro. E agora eu quero saber de você. Na sua opinião, o que deveria acontecer com a Casa Rosa? Você acha que ela merecia virar um museu para eternizar a história da Xuxa? Acha que devia virar um projeto social, fazer um bem para alguém? Ou acha que tá certo deixar como tá? E cada um que cuide do que é seu, escreve aí embaixo nos comentários que eu vou ler.
E tenho certeza que vai dar uma boa conversa por ali. E se você gostou dessa história, se ela te trouxe uma memória boa daquela época, faz uma última coisa por mim. Se inscreve no canal, é de graça e é o que me ajuda a continuar a desenterrar essas histórias que o tempo quase levou. A gente se vê na próxima. Um abraço e até lá. M.