Olá, amigos. Aqui em New Jersey, nos Estados Unidos da América. A seleção brasileira continua a subir o nível e a intensidade das atividades nesta última semana de preparação para a estreia na Mundial de 2026. É uma semana decisivo porque o Carlo entende que a altura de ajustar a equipa da melhor maneira possível para a disputa do Mundial é agora.
Depois, quando inicia a disputa de uma taça, vai ter, claro, um bom período entre uma partida e outra, pelo menos quatro sessões de treinos entre os jogos. Os técnicos entendem que este é um tempo considerável e importante para que a equipa possa recuperar, se preparar, estar bem fisicamente, taticamente para cada partida da competição.
Mas será o último período em que a equipa vai ter uma semana inteira entre um jogo e outro. O jogo contra o O Egito foi no sábado, o jogo contra o Marrocos é no próximo sábado. Então você tem é toda uma rotina de recuperação, fortalecimento, vai-se subindo a montanha, depois estabiliza-se a subida da montanha para depois recomeçar todo este processo de trabalho.
Então o equipa jogou no sábado, folgou no domingo e já treinou forte na segunda-feira. E esta terça-feira não foi diferente, inclusive foi uma atividade e muito mais longa do que a habitual sob o comando do técnico Carl Ancelote. Eu costumo passar para si, né? As atividades da seleção brasileira duram cerca de 1 hora30, não mais do que isso.
Para esta terça-feira, o planeamento foi de treino apenas de manhã. Os jogadores quando treinam na parte da manhã têm de acordar cedo, tomam café, saem aqui do hotel por volta das 9:30, chegam ao centro de treinos do New York Redbus por volta das 10 horas da manhã. fazem todo o trabalho de preparação com a fisiologia, com a preparação física, fazem a rotina de treino de fortalecimento muscular na academia.
Isto dura eh cerca de 30, 40, 45 minutos. São atividades individualizadas para cada atleta. Cada atleta faz um tipo de atividade já preparada na rotina da preparação de facto da seleção brasileira no indoor, na ginásio e depois vão para o relvado. E no relvado hoje a atividade foi uma atividade muito intensa, cerca de 1 hora 40 de muito treino tático do Carlo Anchelote junto da seleção brasileira.
Já já eu vou detalhar estas duas atividades táticas que foram feitas na Penta Campeã do Mundo. E aí você segue normalmente, claro, este processo de subida de montanha. Você vai intensificando os treinos, vai intensificando a rotina. A gente tem visto muito na ativação inicial estes trabalhos de mudança de direção brusca. Este tem sido e proposto cada dia mais pelo coordenador da preparação física, Cristiano Nunes, no comando da seleção brasileira.
Mais uma vez o Carlo teve 25, dos 26 jogadores convocados para a disposição. Uma informação para além do Neymar é que ainda não está a fazer trabalho no campo com os jogadores, mas já iniciou o processo de transição. Acompanhámos muitas imagens e durante o período de apresentação no Granja com o Mário. Neymar a fazer uma bicicleta, do Neymar a fazer um trabalho um bocadinho mais leve.
Agora ele já está fazendo um trabalho de ginásio muito mais pesado, muito mais forte, procurando esse fortalecimento para que este regresse ao relvado. Ele inclusive já poderia ter regressou aos relvados pros treinos da seleção brasileira neste processo gradual de volta ao campo. Mas eh o que está batido o martelo na parte interna do staff da seleção brasileira é que não há motivo para ter pressa em relação ao regresso do Neymar.
Então ele vai fazer todo o trabalho de fortalecimento, vai evoluir a carga de dia para dia, vai pro relvado fazer atividades com ténis, depois vai seguir naturalmente trabalho de volta com chuteira. Assim, e a ordem é não ter pressa, não acelerar o regresso do Neymar para o campo, não é saltar etapas nesse processo.
Repito, ainda que ele já tenha condições para ir ao treino para evitar uma nova lesão à CBF, que é a de que o Neymar esteja zero bala, 100% para seguir a disposição, não só para os jogos contra o Haiti, contra a Escócia, mas durante o Mundial. Se o Neymar joga contra o Haiti no dia 19, tem aí um mês do dia 19 de junho até ao dia 19 de julho, sete jogos, período muito intenso para que o camisola 10 da penta campeã do mundo seja utilizado.
E no trabalho tático, onde gostamos de chegar, de lhe detalhar as situações da seleção brasileira, o Carl Anchelote contou com 25 jogadores, três guarda-redes, 22 de linha e ele chegou depois desta ativação inicial bem pertinho de nós. Você tá acompanhando as imagens do trabalho comandado pelo Cristiano Nunes na seleção brasileira.
Os jogadores partiram para um trabalho tático que considero um dos mais interessantes que o David Anchelote, os auxiliares do Carlos, fazem junto da seleção. Vai ver que há um espaço, tem 5 m de cada lado quadrado, 25 m², certo? em que concentra um número elevado de jogadores. São eh 10 jogadores a defender, 10 jogadores atacando e trabalha-se muita coisa num período de 15 20 minutos.
Num primeiro momento, isto pode parecer um tonto, algo de facto tonto, algo que não tem fundamento. É até difícil ali de compreender num primeiro momento, mas este o trabalho é um trabalho que é sempre feito pelos auxiliares em todas as datas FIFA. Então o Ancelote ele distribuiu coletes para Ibanes, Marquinhos, Léo Pereira, Douglas Santos, Ederson, Casimiro, Mateus Cunha, Martinelli, Rafim, Luís Henrique.
Time tá muito longe de ser a equipa titular da seleção. Quando ele divide esta equipa, ele não tem a mínima intenção de definir equipa titular. Tanto é que logo depois da atividade os coletes foram eh eh retirados das mãos dos jogadores. Eu já já vou explicar um bocadinho sobre qual é a intenção do Carlo neste aspecto.
Mas entrando detalhadamente na atividade tática, a equipa com a bola é obrigada a trocar oito passes. Se coloca no lugar do jogador, gente. Tem 10 rapazes te marcando no espaço de, no máximo, 25 m². Tem que trocar oito passos dentro do quadrado. Não pode sair do quadrado. Só lhe é permitido sair do quadrado com a bola quando o oitavo passe é completo.
Depois desse oitavo passe, os jogadores são libertados para finalizar. Que que trabalha no equipa que tem a posse de bola? toca eh troca de espaços, procura de espaço, procuras pelas jogadas num curto espaço de relvado. É algo que a seleção entende que vai defrontar durante a Copa. Seleções com linha baixa que obriguem o equipa a ter uma boa troca de passe no terço final do relvado.
E a partir dessa troca de passo no terço final do relvado, consegue fazer aquilo que já lhe trouxemos, né? Futebol, tens 10 contra 10, mas é sobre você gerar a superioridade numérica. Faz-se um, dois, tira-se um cara da marcação, cria-se uma situação de dois, de três para dois, de dois para um.
E aí paraa grande finalização da jogada, que é que este treino procure o um para zero, que é o avançado-centro ou avançado pintando cara a cara com o guarda-redes. E vai e perceber que diversas oportunidades, o Luís Henrique está frente a frente com o guarda-redes, fazendo belíssimos golos, o Vinícius Júnior ficando frente a frente com o guarda-redes, porque é esse o objetivo, troca de passo, com a marcação muito pesada para encontrar este homem atrás da linha de defesa adversária e tentar fazer com que o golo no um para um. E depois, o que é que o
equipa adversária faz nesse leve trabalho, nesse ligeiro trabalho? Trabalho não, certo? Neste pequeno trabalho, mas muito intenso sobre o comando da comissão técnica. A equipa adversária tem que tentar roubar a bola o mais possível. Quando rouba a bola ficam dois caras abertas. Num momento foi o Paquetá de um lado e o Vinícius Júnior do outro.
Isso aí dá para nós tirarmos algumas conclusões. Já já vou detalhar também. de aberto de lado direito o Paquetá, do outro lado abriu o Vinícius Júnior. Quando a equipa rouba a bola, imediatamente essa bola é lançada para um desses tipos de ponteiro revesando, ela é atravessada na grande área, um avançado-centro, um avançado, um defesa pintam para testar esta bola e pô-la no fundo da baliza. Basicamente é isto.
E depois trabalha-se recuperação. A seleção brasileira já marcou vários golos durante o ciclo do Carlon Chelot, pressionando o erro do adversário, tomando a jogada e colocando a bola no fundo da rede. Foi assim, por exemplo, que o Bruno Guimarães marcou o seu golo na partida contra o Egito.
Assim, ao mesmo tempo que trabalha construção num curto espaço, trabalha gatilho de pressão na parte ofensiva e tomada de decisão rápida na finalização. Não no um para um contra o guarda-redes, mas essa bola é solta pela berma, atravessada na grande área e a finalização tem de pintar para o fundo da rede.
É um dos trabalhos que eu considero mais completos assim do Carlo Ancelote a nível táctico da comissão técnica que já pude acompanhar na seleção. E depois, o que é que a gente pode intuir? Porque no no outro momento, quando as equipas inverteram, quem tava atacando passou a defender, quem defendeu passou a atacar, o Ibanhas fez corredor pelo lado direito e o e Rafinha fez corredor pelo lado esquerdo do relvado.
Isto mostra já um desafio que o O Carlos está a ter para superar a ausência do Wesley na seleção brasileira. Vamos se ater a esse lado direito da seleção, onde os dois rapazes que trabalharam pela beirada foram Ibanhas e Paquetá. Isso mostra que os dois estão na frente, na procura para uma vaga no onze titular. O Danilo fez apenas trabalho de finalização dentro da grande área.
Claro que há uma luta do Ibanhas com o Danilo por esta posição no setor direito do relvado, mas o facto de ele utilizar o Ibanhas mais aberto para atacar a profundidade mostra que o lateral direito barra defesa da equipa do Awali pode estar na frente desta disputa pela vaga na posição. É claro que o Danilo tem a seu favor a experiência que pesa muito para este momento de de composição e de competição.
E o outro pormenor é precisamente sobre o Paquetá. É, o Anchelot põe o Paquetá sempre a marcar numa linha de quatro pela direita e dá-lhe muita liberdade para se movimentar pelo terço final do relvado. Mas o Carlo, que é o o Vinícius sobretudo espetando muito dentro da grande área, quando é o Igor Thiago, o O Igor Thiago, o Hendrick, o Rayan a fazer a suspetada lá dentro da Mvuca e o Paquetá a fazer esta meia ponta.
Não é extremo, é de meia ponta, como o Antielot fala, é o gajo que joga a meia direita, tem liberdade para procurar a bola e tem liberdade para também para procurar essa beira do relvado e fazer este cruzamento dentro da grande área. Portanto, foi essa a atividade que nós poôde acompanhar junto da eh junto dos jogadores da seleção brasileira.
Foram cerca de 10 minutos desta atividade, mas toda ela muito intensa. E eu prometi falar-lhe sobre essa questão da distribuição dos coletes. Veja bem, o Carlo, ele tem na cabeça qual vai ser a equipa titular. Ele sabe, a comissão técnica dele sabe, só que ele ainda não passou para os jogadores da seleção brasileira quem joga contra a seleção marroquina.
Isto tem um que de eh profundidade que por vezes passa despercebido, mas é algo que acontece. Quando passas para os jogadores na segunda-feira na terça-feira, ainda tem quarta, quinta, sexta-feira para treinar e o sábado para se preparar para o jogo, está naturalmente ativa o gatilho na mente do jogador seguinte: quem é titular fica motivado e quem não vai ser titular pode pensar: “Meu, vou trabalhar aqui quatro tr dias”.
Claro, o gajo está numa Mundial, ele tem que se motivar, não tem maior motivação, mas é muito de olhar para a cabeça do jogador. Assim, se ele diz, já agora, quem vai ser o titular, o gajo que vai ser reserva, ele não vai treinar da mesma forma, ele não vai ter a mesma dedicação. Então, ele tem de incentivar essas disputas. Por mais que ele vá dando indícios no treino, isso é preciso, porque tu precisa de treinar, precisa de trabalhar com os atletas.
Vai incentivando a disputa pela posição na lateral direita, o Ibanes ou o Danilo na lateral esquerda. O Alexandro Douglas Santos a dar eh pro Léo Pereira, ainda que esteja atrás do Gabriel Magalhães, a oportunidade dele mostrar o seu futebol no meio de campo, pondo essa pulga atrás da orelha do Mateus Cunha, do Paquetá, do Danilo Santos, quem vai iniciar o jogo lá no comando do ataque, metendo uma pulga atrás do Igor, do Thago, do Hendrick, do Raian para quem vai iniciar a partida, precisamente para que todos treine da mesma forma. Ninguém acorde
de manhã para fazer este trabalho em conjunto da seleção desmotivado um pouco para baixo. A ideia é precisamente essa. Você esconde o que dá de titular para ter todos na mesma dinâmica, todos mundo a trabalhar da mesma maneira dentro do relvado. Daí você aproveitar da melhor forma possível. Uma atividade que dura cerca de 1 hora, 1 hora 40.
Eu diria que eh eh hoje como como o tempo estava um pouco menos quente, inclusive estava uma brisa muito agradável no campo de treinos do New York Red Bulls pela parte da manhã dessa terça-feira, este permitiu à Carla fazer um trabalho um pouquinho mais comprido do que o habitual e muito intenso.
Depois de o treino ter sido fechado à imprensa, fizeram aquele coletivo em que você e tem dois equipas divididas e dois jokers no meio do gravado, trabalhando algumas situações de jogo importante, mas que que aplica nesse campo é pequenino, depois os jogadores eles vão trabalhar num campo um pouco mais largo, não é? Um um campo que tenha um maior comprimento de facto dentro do relvado para que os jogadores possam simular situações de jogo.
E vamos ouvir aquilo que o Bruno Guimarães diz. O Bruno é um daqueles que provavelmente vai ser titular. Já vos passei, certo? Tem seis setes que nos dá para imaginar que serão titulares e eles próprios e imaginam isso, mas o Carlo quer que eles dêem o melhor deles, evidentemente, dentro de cada jogo. Depois o Bruno foi perguntaramente sobre esta questão.
Já sabe o onze titular? Pode passar para gente. O Carlos já disse que sabe, os jogadores já sabem. E o Bruno disse é precisamente isso que a gente tá abordando consigo, que os jogadores ainda não sabem qual vai ser o 11 inicial da seleção brasileira. Não, não nos contou nada. Desculpa, não te posso dizer porque nem eu sei.
Mas, pá, acho que a nossa dinâmica ter um jogador a mais no meio, eh, principalmente para este último jogo, eh, foi muito interessante. Acho que a gente teve muito mais dinâmicas de 1 do de tabela, tivemos muita chance, principalmente no primeiro tempo para marcar mais golos e acabamos por pecar um pouco nas finalizações.
É, acho que tenho um entrrozamento com o Paquetá também desde o Lion já se conhece muito bem, por isso ficou um pouco mais fácil ali para jogar, mas isso cabe ao míst, não é? Se vai ser o 442, o 433, enfim, estamos aí para do jeito que ele colocar as peças no campo, desempenhar o melhor possível, tá? Portanto, trabalho intenso da seleção, ó.
Estou aqui no hotel da seleção brasileira de Reid em Basking Reid em New Jersey. Todos os dias a gente tem essa rotina. Já acompanha a treina da seleção, acompanha a conferência de imprensa. Quando treina de manhã, a conferência de imprensa ou é 8, 9 horas da manhã ou à hora do almoço. É é isso que a gente tá esperando esse momento.
Este momento que eu estou gravação, inclusive tem cerca de 30 minutos que os jogadores chegaram. Eles já tomam banho lá no no CT do New York Redbus, estão a almoçar e depois depois temos uma entrevista coletiva com um dos atletas, hoje é o Ibanes que vai falar connosco aqui no auditório do hotel da seleção brasileira. Então esta rotina depois têm um período para descanso, mas muito trabalho de vídeo, muita conversa do Carlo com o equipa técnica e isso vai sendo passado aos jogadores no dia a dia da nossa seleção. A equipa inclusive vai
seguir esta semana de trabalho muito intenso fisando o Campeonato do Mundo. Faltam mais três dias de treinos, muito trabalho visando a estreia frente ao Marrocos. Para si que está até agora com nós, eu pergunto-lhe: qual seria o a sua equipa titular? A gente tem conta que Alisson, Gabriel, Marquinhos, Casimiro, Bruno, Vinícius e Rafinha devem ser titulares o jogo, mas as outras posições ainda são incógnitas.
Escalaria quem nas laterais? No ataque, optaria por um e Paquetá, por um Mateus Cunha ou por um Luís Henrique, um Igor Thiago, enfim, isso. O Anchelote ainda está a deixar essa pulga atrás da orelha nos jogadores da seleção brasileira.