10 GOLS DE PELÉ QUE CHOCARAM O MUNDO

Antes de Pelé, o Go era apenas o ponto final. Com Pelé, o Go tornou-se um espetáculo. Tornou-se humilhação do impossível. Virou um tipo de notícia que corria mais depressa que o próprio jogo. Ele não esperava a jogada acontecer. Ele via antes. Ele chegava mais cedo. Ele finalizava antes de tu entenderes que aquilo era uma chance.

E quando  o estádio pensava ter visto tudo, Pelé muda dava a pergunta. Não era mais vai sair golo? Virava. Como foi possível? O que vai ver agora são 10 golos de Pelé que chocaram o mundo, não porque foram bonitos  apenas, mas porque parecem fora do tempo, fora da lógica, fora do manual. E o mais absurdo é que com ele nem precisava de ser golo para ver a lenda.

Até os quase golos dele foram incríveis. Bem a bola os jogadores checos. A sobra é para Pelé que decide tentar enganar o guarda-redes. E quase, quase quase quase quase que ele de Rados que ele faz o golo.   País de Gales. No Mundial tem gol que vale um ponto no marcador e tem um golo que vale uma página na história. Contra o país de Gales, Pelé não marcou apenas o primeiro golo dele em copas.

Ele marcou um instante em que o mundo percebeu que estava a surgir algo diferente. Um miúdo de 17 anos pressionado num jogo travado, daqueles em que uma hipótese define tudo. E quando a bola sobrou, ele não terminou como jovem, decidiu como um veterano.   Corinthians. Contra o Corinthians, Pelé nunca prezou de contexto para se tornar manchete.

O Corinthians foi uma das maiores vítimas da sua carreira. Em 1969 marcou um golaço após um chapéu em Ditão. Toninho, atenção agora Pelé. Limpo. É  um golo de Pelé. Um golo de Pelé. Um golo de Pelé. Sem dúvida nenhuma, senhores. Benfica, Lisboa, estágio da Luz. 11 de Outubro de 1962. O Benfica era bicampeão europeu, jogava em casa e o cenário parecia montado para uma reação portuguesa.

Só que  do outro lado estava o Santos e no centro do furacão estava o Pelé. A partida já carregava a tensão de final. O Santos tinha ganho a primeira mão no Maracanã e aquele jogo era a hipótese do Benfica virar a história perante 70.000 pessoas. Mas o Pelé não perdoou e marcou por três vezes. O O Santos venceu por 5-2 e um dos golos do Rei foi esse.

Cruzada para Zito, deixado por Pelé, invade no comando. Atenção, golo! Sacional o golo de Pelé! Uma jóia! Um primeiro golo de Pelé pela sua decisão, pelo  o seu sangue de oportunismo, pela sua celebração. Itália, no estádio Azteca, a 21 de junho de 1970, o Brasil entrou em campo para disputar não só uma final.

entrou para disputar o direito de virar eternidade. A Itália era forte, pesada e experiente, bicampeã do mundo e ainda assim bastou uma jogada para o filme mudar de género. A bola veio alta, cruzada por Rivelino. Pelé atacou o espaço como se o tempo tivesse parado apenas para ele. Prepara-se agora cobrado para Rivelina e mandou a do neta.

Pula peneca desceu o golo. França, meia-final de Campeonato do Mundo de 1958, o Brasil estava a um jogo da final e do outro lado vi uma França que tinha Raymond Copa e Just Fontain,  o goleador mais implacável daquele torneio. Só que no meio deste palco há um  pormenor que parecia absurdo para a época, um miúdo de 17 anos, o Pelé.

E nesse jogo não apareceu como promessa, apareceu como ruptura. O Brasil venceu por 5-2 e Pelé marcou por três vezes. Um hat trick em meia-final de Taça, como se a pressão não existisse, como se o mundo não estivesse a assistir. E tudo isto com direito a um golaço. Ajeita ponta virou o chutu caiu, voltou à beleza. Golo de Pelé para o Brasil Cosmos.

Nos Estados Unidos, o futebol ainda aprendia a reconhecer a grandeza e a foi exatamente aí que Pelé decidiu deixar uma lembrança que ninguém esperava ver naquele cenário. Não foi um golo comum, foi um recado em forma de acrobacia. Em 10 de agosto de 1976, pelo New York Cosmos, Pelé recebeu a bola na área e resolveu da forma mais improvável possível.

Atirou-se no ar e encaixa uma bicicleta que se tornou um dos lances mais recordados da história do clube. Vasco no Maracanã. Nessa noite, dia 19 de novembro de 1969, não parecia que havia um jogo a decorrer, parecia que tinha um tribunal, repórteres, fotógrafos, expectativa no ar e um país inteiro à espera de uma única cena. Pelé caminhou até à marca da Cal na altura do penálti, sabendo que não era só mais uma cobrança e o próprio conta que ficou extremamente nervoso.

Pelé bateu o penálti e marcou o golo que foi eternizado como o milésimo da sua carreira. também um homem frio como ele se emociona. Caminhou Pelé, apontou,  golo queil.  Olhem a equipa do Santos. Olha a loucura.  Olhem a loucura. A equipa do Santos no meio de campo.  Olha a loucura na baliza.

Suécia. É muito louco parar para pensar que Pelé decidiu um Mundial com apenas 17 anos. E não só, cada lance, cada momento foi histórico e cada golo foi inesquecível. Contra a Suécia, na grande final, foi responsável pela reviravolta brasileira. Um dos seus golos foi lindo da área, tenta levantar para Pelé, escorregou logo para no peito, domina, tri espetacularmente, vai tirar gol para um golo de Pelé.

Resto do mundo não era uma noite comum, era a despedida, era a gratidão, era o futebol brasileiro tentando aplaudir em pé um dos seus maiores mitos. Manega Rincha entrou em campo para o último ato,  no jogo que existiu para ajudá-lo financeiramente e para eternizar diante do povo aquilo que ele foi.

Do outro lado, um combinado de estrangeiros e ao lado de Garrincha, o Pelé. Porque nessa noite o rei não apareceu para ser protagonista. Ele apareceu para garantir que a despedida tivesse uma cena na altura. E foi aí que Pelé fez aquilo que fazia como ninguém. Transformou a tensão em silêncio. Após o Brasil ter sofrido um golo, ele pegou na bola, driblou e fez um golaço.

Pelé, bela jogada de Pelé. Olha lá, Pet. Gol do Nal. Ele não pode parar. Brasil.  Zeta de Pelé 1 a Brasil seleção internacional Juventus de São Paulo. Rua Javari na Moca 2 de agosto de 1959 no estádio pequeno. Adeptos colados no campo em um jogo do Campeonato de São Paulo que em teoria era apenas mais um.

Só que ali aconteceu o golo que o próprio Pelé apontou como o mais bonito da carreira. O Santos venceu a Juventus por 4-0 e ela ainda nasceu da forma mais cruel para quem queria provas. Não existiu filmagem, apenas relato. Memória e a sensação de quem viu aquele magia acontecer. Juventus adeptos à espera do bom momento do rei da bola.

A bola com Jairo, rolou para normal correndo pela ala direita, preparando, vai levantar, levantou, entrou pela e já chapelou primeiro. Chapelou a Cl chapelou invadiu na ponta do golo, saiu pé de cabeça, golo.  Uma chapelaria de tela enfernizando a vida da defesa juventina. Quatro chapéus inclusive em cima do guarda-redes. E depois de ver tudo isto, fica aquela dúvida que nunca morre, porque Pelé não deixou apenas golos, deixou momentos que parecem maiores do que o próprio futebol.

Agora quero saber de ti, qual foi algo mais belo do Pelé na sua opinião? Comenta aí em baixo e conta-me. Eu sou o Gustavo Marques, estou a ficar por aqui. Se gostou, não se esqueça de deixar o seu like e subscrever o canal. Um abraço a todos e até ao próximo vídeo. เฮ Yeah.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *