6 SERTANEJOS milionários QUE PERDERAM TUDO e ficaram pobres: o que aconteceu?

Era o sonho brasileiro feito realidade. Mas toda a gente sabe, o topo da montanha é também o local mais perigoso para ficar, porque ali em cima tudo pode desmoronar. E foi exatamente isso que aconteceu com Asa Branca. Os excessos vieram juntamente com o sucesso, a bebida, as festas, as saídas à noite e coisas que ele nunca imaginou que fossem capazes de tirar tudo o que construiu.

Em 2017, surgiu o diagnóstico: Cancro na garganta. Alguns meses depois, o vírus O VIH também entrou na história do palco cheio de luzes ao quarto silencioso de um hospital, da plateia que gritava o seu nome à solidão de quem mal consegue falar. Nos seus últimos anos, Asa Branca vivia numa casa alugada, pequena, humilde, longe da glória, sem dinheiro, sem saúde, mas com a mesma força de antes, até ao dia 4 de fevereiro de 2020, quando a voz, que encantou milhões, fez o seu último suspiro. O homem que fazia o

Brasil inteiro parar para ouvir partiu em silêncio. E então, o que achou dessa história? Como alguém tão grande pode desaparecer do mapa assim? Deixa nos comentários. Lembra-se das vozes marcantes do rodeo? Joaquim e Manuel. Há música que nasce para ser clássica, que se transforma em trilho de vida de muita gente, que passa na rádio e nem liga o volume porque já sabe cantar de cor.

E uma dessas músicas é discoteca azul. A flor da noite numa discoteca aqui na zona sul. Mas sabia que quem fez este sucesso não recebe royalties por ele? Sim. Quem gravou esta canção imortalizada foi a dupla Joaquim e Manoel, mas os direitos autorais nunca foram deles. E esta é só uma das razões pelas quais a história desta dupla tem um sabor tão amargo.

Porque tiveram tudo, fama, voz, público, palco, mas não tiveram o que realmente importava no final, a segurança financeira. Vamos recuar no tempo. Decorria o ano de 1983 e Vitório Noque tinha acabado de trocar o seu parceiro original por um novo nome na estrada, Otávio Corrêa. Antes disso, fazia dupla com outro artista, cantando um estilo mais humorístico denominado lusitano satírico.

Só que o público não se lembrava, não comprava, não ia aos concertos. Depois veio a virada. Vitório decidiu arriscar, mudou o estilo, abraçou o sertanejo de coração e juntamente com Otávio formou o que viria a ser uma das duplas mais acarinhadas da música brasileira, Joaquim e Manoel. O primeiro grande sucesso foi Avenida Boira, mas foi a discoteca azul que os colocou no mapa. Uma discoteca aqui na zona sul.

A dor do amor. Uma canção que até hoje ecoa em bares, festas e rodeos pelo Brasil inteiro. A dupla seguiu unida até 1997, quando decidiram seguir caminhos separados. Vitório tentou uma nova parceria, mas sem o mesmo brilho. Até que em 2004 deram uma nova oportunidade à fórmula mágica.

Joaquim e Manoel estavam de volta, mas o destino não daria muito tempo. Em 2018, Otávio Correa, o Manuel partiu. Depois de anos a lutar contra um cancro cruel, deixou um legado de talento e um silêncio que ninguém conseguiu preencher. Vitório, o Joaquim ficou sozinho, sem o companheiro de estrada, sem os holofotes e sem dinheiro.

Numa entrevista emocionante ao programa Balanço Geral da Record TV, confessou estar enfrentando dificuldades financeiras graves. Chegou a dizer que estava devendo a Agi Giotas, um homem que encantou milhões com a sua voz. Falava sobre as contas a pagar com lágrimas nos olhos. Nunca cheguei a ser rico. Ele disse: “O pouco que ganhámos já era.

” E aí, o que achaste desta história? Deixa nos comentários. Você já ouviu discoteca azul antes? Sabia que não recebiam royalties? Donizete Camargo.   Já imaginou ser um fenómeno aos 10 anos? Percorrer o país todo sendo chamado de prodígio? Ganhar discos de ouro? Ser eleito a melhor voz infantil da América Latina? Pois foi essa a vida de Donizete Camargo, um menino que transportava no peito uma voz capaz de travar qualquer rádio.

Nascido numa família humilde de pescadores, Donizete cresceu entre ondas, redes e sonhos demasiado grandes para seu pequeno vilarejo. Aos 9 anos, gravou uma canção que iria mudar a sua vida para sempre. Galopeira, uma canção simples.  Donizete gravou galopeira e chegou a ganhar o prémio de garganta de ouro num festival do México.  Mas com um pormenor impressionante.

Sustentava uma única nota por mais de 20 segundos. Era incrível, inacreditável. E o Brasil inteiro ficou de olho nele, 40 anos a fazer espectáculos pelo Brasil, passeando pelo Brasil e cantando a galopeira, não é? A galopeira é uma música que eh ela tornou-se um clássico da música sertaneja, graças a Deus.

E hoje você sabe que era logo vieram os concertos, os programas de TV, os álbuns, os discos de ouro. Donizet era o futuro da música sertaneja. Um talento raro, um nome que prometia brilhar durante décadas, só que nem todos os prodígios conseguem segurar-se na estrada. O tempo passou, a fama infantil foi desaparecendo e as escolhas erradas começaram a aparecer.

Investimentos mal feitos, projetos musicais que não resultaram, dinheiro que entrou rapidamente e saiu ainda mais rápido. Em 2020 surgiu a pandemia e com ela o fim dos concertos. A renda secou, as contas continuaram e Donizet, então com 53 anos, viu a sua realidade mudar drasticamente. Chegou a pedir ajuda num programa de TV? disse que faria tudo para voltar a cantar, mas ninguém respondeu, nem mesmo os seus antigos colegas do meio artístico.

Foi então que precisou tomar uma decisão difícil, procurar outra forma de sobreviver. O seu irmão arranjou-lhe um emprego como camionista. Sim, o rapaz que fazia estádios inteiros cantarem junto. Hoje conduz camião para pagar as contas. Um trabalho muito digno, mas fora do habitual meio artístico. E apesar de tudo, diz: “A vida de artista não é fácil, mas Donizete não esmoreceu.

Apesar da decadência, ainda canta quando pode, onde consegue, porque a música nunca lhe saiu do coração. E aí, o que achou desta história? Deixa nos comentários. Você lembra-se de galopeira? Tinoco, eu pensei que adivinhava quando eu te Já parou para pensar como é possível alguém gravar mais de mil músicas, vender milhões de discos e mesmo assim morrer sem deixar nada para trás? Pois esta é a história de Tinoko, um dos maiores nomes da música sertaneja brasileira.

E também uma das histórias mais tristes do nosso vídeo. Filho de uma família humilde de agricultores em Botucatu. Nasceu em 1920, Tinoko cresceu a ouvir as canções do campo. A terra era dura, mas a música fluía leve entre os grãos. Desde cedo, ele e o seu irmão Tonico mostraram talento e juntos formaram uma das duplas mais importantes da história da música brasileira.

Em 1944, lançaram o seu primeiro disco. Foi o início de uma viagem de mais de 70 anos em palco e de um legado que até hoje ecoa nas vozes de quem canta música sertaneja. Êxitos como Chico Mineiro, Tristeza do Jeca e Moreninha Linda tornaram-se clássicos. Foram pioneiros na televisão apresentando programas que difundiram a cultura caipira pelo Brasil inteiro.

Mas tudo mudou em 1994, o ano em que Tinoko perdeu não só o seu parceiro de estrada, mas também o seu irmão, seu amigo de infância. Tónico tinha partido sozinho pela primeira vez em décadas, Tinoko decidiu seguir cantando, não por fama, não por dinheiro, porque aquela música simples, cheia de dor e esperança, ainda fazia parte dele.

Mesmo aos 91 anos, subia em palco com o mesmo entusiasmo de quando tinha 20. Mas enquanto o público aplaudia, a vida real não estava tão gentil. Em 2015, uma reportagem acompanhou Tinoko durante um concerto modesto no interior de São Paulo. O artista recebia cerca de R$ 1.000 de reforma por mês. Os seus direitos autoral, cerca de R$ 2.

000 a cada 3 meses. E os espectáculos, bem, eram poucos, mal pagavam e nem sempre davam para cobrir as contas. Uma casa simples, roupas gastas, uma viola desgastada pelo tempo, era isso que restava do homem que ajudou a construir a música sertaneja do Brasil. E no dia 4 de maio de 2012, após uma insuficiência respiratória e duas Paragens cardíacas, Tinóco partiu, pobre, sem bens materiais, mas com um legado imenso.

E aí, o que achaste desta história? Deixa nos comentários. Você já ouviu alguma música da dupla Tonico e Tinoco? Sabia que eram pioneiros na TV e no rádio? Reginaldo Ross. Há pessoas que nascem para ensinar, outros nascem para entreter e alguns nascem para fazer o coração da gente bater mais forte. Este era Reginaldo Rossi, o homem que fez o Brasil inteiro pedir ao empregado por mais uma dose de saudade.

Um professor de matemática que trocou o giz pela guitarra. um sonhador que se tornou ícone e depois ficou esquecido. Nascido no Recife em 1942, Reginaldo cresceu rodeado de livros, fórmulas e números. Mas não era isso que fazia o seu coração pulsar, era a música. Aos 17 anos, já fazia parte de uma banda de rock chamada The Silver Jets.

Depois veio a Jovem Guio a viragem. Nos anos 70 decidiu mergulhar na música romântica. Não tinha volta. Ele tinha encontrado a sua voz literalmente. Em 1980, lançou o álbum A Volta. Volta, vem ver-me aqui a chorar, que trouxe consigo um dos maiores êxitos da história da música brasileira, garçon. Garç aqui nesta mesa de bar.

Uma canção que tornou-se um hino, que ecoava nas rádios, bares, festas, até dentro do autocarro, no caminho para casa, era a cara do Brasil, era a alma do povo, traduzida em versos. E Reginaldo Ross era o seu mensageiro. Ele vendeu milhões de discos, encheu concertos, ganhou prémios, tinha tudo para ser feliz para sempre.

Mas nem sempre é assim. O tempo passou, as novas gerações surgiram e a indústria mudou. Enquanto os jovens artistas dominavam as tabelas de vendas, Reginaldo via o seu nome desaparecer dos holofotes. Mas o pior ainda estava por vir. Em 2013, o cancro chegou rápido, cruel, devastador. E no dia 20 de dezembro, aos 70 anos, Reginaldo Rossse partiu, deixando para trás milhares de fãs e um silêncio doloroso.

Mas o que ninguém sabia é que ele morreu pobre, sem dinheiro, sem património, sem sequer deixar recursos para pagar o seu próprio enterro. A família precisou recorrer a ajuda externa para garantir um enterro digno. E depois, o que que achou desta história? Como alguém que escreveu tanto da nossa história musical pode ser esquecido assim? Deixa nos comentários.

Já ouviu o garçom antes? Garção, aqui nesta mesa de bar, já cansou-se de escutar? Sabia que ele foi professor de matemática? Eu vou deixar estas perguntas pairando no ar. E então, qual destas histórias mais te marcou? Deixa nos comentários quem tu acha que merece uma segunda oportunidade. Não esquece de deixar o teu like, se subscrever o canal e ativar o sininho para não perder nenhum vídeo novo.

E se quer ver mais histórias assim, conta-nos aqui em baixo quem você quer ver no próximo vídeo. Até a próxima. E não vai embora, não. Tem novo vídeo à sua espera aqui na tela.

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