E num caso destes, por exemplo, o próprio advogado do Vorcar ou Vurgaro, alguém ligado a ele, pode ter interesse em pressionar o ministro André Mendonça, que é alguém tradicionalmente ligado à direita pela indicação, não pela atuação, porque a atuação dele tem se comprovada uma atuação técnica, imparcial. Veja, a gente não quer ministro de direito de esquerda, nós quer ministro que siga a Constituição.
E o André Mendolço, ele tem feito isso, mas foi nomeado pelo Bolsonaro. Talvez o advogado veja como uma oportunidade de gerar um constrangimento, uma fuga de um áudio do Flávio para embaraçar o André Mendonça, dizendo o seguinte: “Olha, se ele não está a homologar a delação, é porque ele quer proteger as pessoas da direita”.
Portanto, talvez seja uma estratégia para fazer um consergimento. Outras estratégias e outras possibilidades são abertas. Eu ouvi falar, por exemplo, que teria um perito privado, que teria sido procurado pelas defesas privadas para fazer uma cópia dos telemóveis e que esse perito poderia está a negociar informação. Ou seja, as possibilidades são muitas.
A gente nesse momento, perante a informação que a gente tem, só podemos especular. Há uma questão que a gente sempre pergunta numa investigação criminal de qualquer crime e que a gente vê muit nos filmes. A quem interessa? Sim. Quem tem o motivo, quem tem o motivo, você tem que procurar isso. Claro que nem sempre às vezes há muita gente com motivo, não é? Tem mais do que uma pessoa com motivo, mas lembra aquele do aqueles casos da Acta Crist, não é? Aquele livro do assassinato no Expresso Oriente? Todo mundo tinha um motivo.
Sim. Está toda a gente envolvida ali no Mas é o que se fala aqui. Eles dizem que isso aí não vai dar em nada pela importância das pessoas envolvidas, porque este tipo realmente ele fez todos. Porque o dinheiro, o dinheiro é assustador, Moro. O dinheiro é é 50 B. Ele diz: “Não, vou devolver 60 B”. Você diz: “Eh pá, como é que o gajo tem um tanto dinheiro, não é?” Eu acho que o trabalho que o ministro André Mendonça está a fazer é um trabalho muito sério.
Ele tem sido muito consistente. Inclusive decretou uma preventiva do Daniel Vorcaro que é impossível na na minha opinião, alguém querer revogar, porque ele estava a ameaçar inclusive jornalista. Sim. Agora esta semana vamos ver porque tem um separador corpus a tramitar lá no Supremo para soltar o o pai dele que parece-me também que a prisão preventiva está muito bem motivada.
Agora a gente ouve de bastidor, não sabemos até que ponto que isso é consistente, de que tem o pessoal do mela tudo, há o pessoal que quer que as coisas não avancem, assim como não queriam que fosse avante a Lava-Jato. O que aconteceu foi que na Lava-Jato a pessoas houve uma mobilização da opinião pública que segurou este sistema durante um bom tempo e as provas eram muito consistentes e foi uma vergonha, um roubo da Petrobras, 6 mil milhões deais.
Temos que tentar esperar que as coisas eh se resolvam da melhor forma, mas o movimento contra é muito grande. Mas os velhinhos e NSS ficou por isso ou não passou despercebido. Passou batido. Eu tive oportunidade na CPI do NSS e foi depor aquele careca do NSS ali, o tal do Antunes, Afonso Antunes, alguma coisa assim.
Pois, nem sei de nome dele, mas tive oportunidade, confrontei ele, o Emil e disse: “Olha, vou-te dizer aqui um nome, o nome Marcos Valério, lembras-te deste nome?” Porque ele foi o primeiro operador do PT no escândalo do mensalão, que hoje parece uma brincadeira de crianças pelas cifras ali envolvidas na casa de milhões.
E hoje estamos a falar de biliões de fraudes. Mas eu falei para ele, ó, o Marcos Valério ficou em silêncio, fechou a informação com ele. Quando ele quis aí fazer a colaboração, a delação era tarde demais, não quiseram fazer mais. Então vai ser o próximo, Marcos Valério. A escolha que ele tem é fazer.
Na verdade, nós estávamos querendo que ele dissesse as coisas. Veja que tem suspeita de envolvimento do filho do presidente, do filho do presidente Lula e aparentemente tem uma ação para abafar. A gente não pode afirmar que com certeza, mas esta troca que houve do delegado na investigação, no inquérito do NSS não foi explicada até hoje pelo governo Lula.
Portanto, isso gera uma grande preocupação, gera dúvida, certo? Pois, será que o sistema ele vai ser forte o suficiente para impedir a delação do Vorcaro? Vai pô-lo em liberdade? Se acontecer, pô-lo em liberdade e vamos ver agora pelo pai dele, ah, é uma vergonha pro nosso sistema de justiça. Espero que que tal não aconteça, porque os elementos que levaram ao decretamento da prisão, que foram utilizados pelo ministro André Mendonça, foram muito consistentes.
Me parece que o ministro Fux, inclusive já votou favoravelmente a manutenção da prisão do pai do Vorcar ou padrinho, não sei bem como é que é essa história. Menina, lá no início da Lava-Jato, em 2014, fizemos uma operação prendendo os grandes empreiteiros do país, bilionários, indo para trás das grades em fila.
E o Carlos Fernando, que era o procurador mais experiente da Lava- Jato, aquele de cabelo branco com uma barbichinha, fez uma aposta connosco. Olhou para nós e falou: “Olha, amigos, o sistema ele sempre se acerta. Eu aposto convosco que estas pessoas não vão passar o Natal presas”. E eu apostei com ele e ele acabou perdendo e pagou um almoço para todo o mundo lá, um jantar para todos na forçafa.
E a consciência que nós tinha em todo o tempo na Lava-Jato que a gente luta duplamente contra as engrenagens de um sistema feitas para não funcionar contra os poderosos. Primeiro porque tem uma série de brechas na lei, que é o que o Sérgio disse. Todas as grandes operações, foram anuladas ao longo da história. E em segundo lugar, quando se tem um caso envolvendo poderosos, efetivamente os grandes poderosos ao longo da viagem acertam-se.
Não é o que nós vemos hoje em relação ao não início de um impeachment no Supremo. Você tem uma espécie ali de uma mão lava a outra. Então sempre tivemos essa consciência. Agora, se for parar quando alguém diz que é difícil, a gente não teria tido uma Lava-Jato. A Lava-Jato só foi possível porque muita gente trabalhou muito, usou competência, estratégia e acreditou.
Da mesma forma, agora, contra as probabilidades, nós houve um sorteio do caso Master que caiu com quem? com André Mendonça. Vou falar para vós que olhais, rezei, rezei quando soube que este caso é sorteado, rezei pedindo para que este caso parar exatamente nas mãos do ministro André Mendonça, que a meu ver é o mais técnico, é o mais independente, é alguém que tem experiência no combate à corrupção, fez formação inclusive académica em Sevilha, Espanha, em combate à cupção, trabalhou na CGU, trabalhou em casos da Lava-Jato, sempre
uma pessoa muito firme, muito correta na tudo o que fez junto de nós na Lava-Jato. E os casos caíram com ele. Assim, a as pessoas têm uma perspectiva desses casos avançarem, porque as provas vão vir à tona. A pressão da sociedade vai aumentar à medida que a temperatura suba e mais pessoas poderosas forem atingidas.
E a conjuntura política, ela é como as nuvens, ela muda cada dia. Então, quem sabe o que é que vai acontecer ano que vem? Recordemos em 2018, Lula preso, quem diria que ele voltar ao poder, queria voltar a ser presidente? A conjuntura política ela muito muda muito rapidamente.
Então o que é que nós temos que fazer agora é trabalhar, é acreditar, é apoiar o trabalho do André Mendar que, quem sabe, por uma conjuntura favorável a gente consiga mais uma vez episodicamente fazer justiça no nosso país. Mas não vão usar o mesmo discurso de antes, porque eu vejo assim, por exemplo, a questão psicológica levar de volta pr para a prisão, vorco, é a mesma narrativa que anos mais tarde o ministro Gilmar Mendes vai lá num discurso que quem não chorou, não é? falando sobre a tortura que Emílio Odebrecht teria sofrido na operação. Logo, vamos rever
isso. O Cabral vai e confessa. Eh, outros confessam, devolvem dinheiro, biliões, né? Se se é se é mentira, como que devolveram dinheiro? Acho que essa a questão que fica. Não tá se construindo um uma um formato que no final do dia, por mais que eh como procurador, como juiz, vocês trabalhem, lutem, não vai acontecer o mesmo? Porque que eu saiba, quem foi punido é o procurador, é o Raj, é o juiz Breta, são vocês.
Os corruptos parecem estar todos muito felizes nas suas coberturas, alguns dele até candidatos novamente. A vê-os a construir essas brechas ao longo do tempo, como fizeram na Lava-Jato, foram preparando situações. A própria julgamento da suspeção do Sérgio, que foi um julgamento injusto, absurdo, incorreto, ficou em cima da mesa, na gaveta do Joar Mendes, que controlava a agenda em momento de apresentar por mais de ano.
a vê-los a construir as brechas ao longo do tempo, mas é como se fosse naquilo que quem aqui estudou fez o segundo grau, é, e fazer aqueles cálculos de força, vetores de força, vai lembrar-se. É como se tens um vetor de força para a direita, um para a esquerda, um para cima, 45º. E o resultante destas forças todas depende do quanto nós puxarmos para um lado, para o outro.
O sistema, os donos do poder vão puxar para um dos lados. A questão é o quanto é que nós, brasileiros, vamos puxar pro outro lado, paraa justiça, paraa correcção, pro que é certo. E isso depende muito da conjuntura. Lembre-se, este ano temos uma eleição. Nós vamos ter um novo presidente da República que vai escolher no mínimo três e pode chegar aos cinco ministros.
Como pode chegar a cinco ministros? E vejam, se perderem esperanças, esta eleição é a eleição da nossa vida. Por quê? Porque o novo presidente, ele vai escolher três que se vão aposentar. Pode escolher um quarto se a vaga do Messias ficar aberta. Pode escolher um cinco se tiver o impeachment.
Com André Mendonça já forma seis. Então aquilo que nós pensava que a gente vai ficar debaixo da influência de um Supremo envieszado, ativista, que quebra a segurança jurídica e até abusa e pratica o arbítrio ao longo de mais 30 a 40 anos. Tudo isso pode mudar num ano, mas é claro que depende mais uma vez do quanto nós vai puxar e para que lado vamos puxar.
Então sim, J, há pessoas tentando cavar falta, preparando o momento certo para agir, para derrubar tudo, mas nós temos de fazer a nossa parte. Agora faria também a observação, Jéssico, que veja, as pessoas ficaram presas mais de 4 anos ali, tiveram de devolver o dinheiro. E a verdade as as pessoas sabem, as pessoas sabem, por exemplo, hoje que a PT está indelevelmente marcado com a corrupção.
Se falar em PT, a palavra que pensa é corrupção, partido de corrupção. Por quê? Porque não fizeram a lição de casa. Se a partir desse momento que tivessem sido descoberto José Dirceu, Delúbio Soares lá no mensalão, eles tivessem afastado essas pessoas, punido estas pessoas, se dissociado, conseguiria talvez salvar a imagem do partido.
Mas vão sempre dobrando aposta. Foi agora lá no também no petrolão, não é, novamente passando a mão na cabeça lá dos bandidos. Mas a população Sim, mas a população sabe quem são. São Paulo, voto. Mas a população sabe quem são. E com o tempo, não é, esse desejo de integridade, não é só a PT, também vários outros partidos, mas com o tempo este desejo de integridade vai-se prevalecer.
Pelo menos é isso que a gente é preciso ter fé, que as coisas aconteçam, porque a gente senão vai baixar a cabeça e vai ficar resignado. E o país aqui não está destinado a ser um país corrupto, na a minha opinião. Deixa-me só fazer um breakzinho rápido, ó. Muito obrigado pela sua audiência. O O Deltan da Lanhol está aqui connosco. Temos também o Moro que está aqui com a gente. São pré-candidatos aqui, ó.
Daqui a pouco vamos falar sobre isso também para que possa seguir as redes sociais estão aí no ecrã. Eu vou fazer um break para a rede rádio. Daqui a pouquinho a gente volta aqui à Jovem Pan. Vai lá, Reginaldinho. Boa. Queria saber como é que funciona a Brasília lá nos bastidores e corredores que vocês transitam também que há um negócio chamar tráfico de influência que vai sempre chegar a alguém como juiz.
Que é que acha de um juiz ter algum familiar num escritório de advocacia? Como é que acha essa crise? Se ético e se deve continuar? O parente não pode advogar, no caso. E a discussão que tem um pouco mais ampla é se o parente que compõe um escritório de advocacia, se esse escritório pode advogar no caso, porque daí, qual que é a suspeita? Que embora o nome não esteja ligado diretamente ao caso, de alguma maneira existe ali um subterfúgio de influência.
Eu, chamou-me muito a atenção estes tempos que um grande advogado aqui de São Paulo, inclusive, deu uma entrevista na imprensa, discursou: “Olha, hoje em dia, eh, a advocacia acabou, porque a advocacia, o direito, depende da previsibilidade e se para você ser bem-sucedido, tem de contratar um escritório no qual trabalha um familiar de um ministro do Supremo Tribunal Federal, é o fim da picada”.
Assim, nenhum país assim pode conviver com este tipo de contradição. Eh, tu não pode, por exemplo, uma disputa comercial, estamos a falar de casos criminais, certo? Mas até mesmo na disputa comercial, disputa comercial às vezes de biliões de reais, eh não pode ter este tipo de jogo. Portanto, o O Congresso até fez a sua parte nesse, nesse aspecto.
Havia sido aprovada uma norma dizendo que o ficaria impedido ou suspeito magistrado de atuar em processo no qual atuasse o escritório ligado a um parente deste ou que fosse membro do parente dele. E o Supremo veio lá e declarou inconstitucional. Por quê? Eles próprios votam neles, certo? Portanto, eu acho que precisaria aí, nós precisamos, na verdade, de discutir uma reforma ampla do sistema judicial.
Eu tenho defendia, por exemplo, mandato para ministro do Supremo Tribunal. Precisávamos de acabar com o foro privilegiado, que é uma luta antiga. Não serve ninguém. Isto gera uma relação espúria, pouco saudável, entre o Congresso e o próprio Supremo Tribunal. Talvez nós devêsemos pensar, como fez alguns países lá, a Ucrânia, a Ucrânia, um país em guerra, com todas as dificuldades do mundo, criou um tribunal nacional anticorrupção com uma formatação absolutamente diferente para poder enfrentar um problema deles aqui também. O que é que eu posso dizer que da
a nossa parte, não é, no Senado vamos continuar a defender estas reformas que a meu vez são importantes para o país, o estado direito, mas vamos fazer nossa parte no Estado. Dentro lá do projeto que estamos a construir pro no próximo ano, pretendemos criar a agência estatal anticorrupção. Qual que vai ser o diferencial? Ah, mais uma agência.
Não, o diretor da nossa agência vai ter um mandato fixo de 4 anos. A ideia é esta, sem possibilidade de prorrogação ou de novo mandato, para que ele fique imune a pressões políticas, incluindo do próprio governador, para ele fazer o seu trabalho. Como devemos discutir, por exemplo, mandato eh paraa Polícia Federal para não ter estas situações, por exemplo, de trocar o delegado do inquérito que investiga o o filho do presidente.
Examente. Dizem que foi burocrático, certo? Nesse temos que evoluir e discutir soluções, procurar soluções. Esta é uma das coisas que queremos fazer. Por isto que eu até tenho dito, ó, vamos retomar esta luta contra a corrupção de baixo para cima, a partir lá do meio estado do Paraná, temos este objetivo realizar.
Bom, lá vai ganhar no primeiro turno, não é? Está bem. Vai ganhar lá no E aqui também. Penso que aqui também o Tarcisão. Tarcisão leva no leva no primeiro turno. Acha que você sorrisinho sorriso do primeiro turnato do Paraná é república sorriso de candidato. Cuidado, cuidado que este negócio já ganhou é complicado, não é? A gente vai tratar com humildade.
Mas eu queria ouvir de novo da o quê? Ah, não ouvi bem aquela hora que disseste, eu tava prestando atenção na no pergunta ali do que falam. É o que falam. Brincado. Morou. Ele tá tá bem humorado. Está a fazer piadinha agora no peito. Está a fazer piadinha cada vez melhor antes de Estamos bem. Mas a eleição, a eleição tem de tratar com muita humildade, não é? A gente está construindo um projeto giro pros paranaenses que não é só, evidentemente, combater a corrupção, não é só segurança pública, saúde, educação, infraestruturas, vai est tudo
lá. Inclusive lá chamei para ser pré-candidato a vice na minha lista o presidente da FIEP local que era o Federação da Indústria do Paraná, Edson Vasconcelos, que é um técnico, alguém focado na inovação e na tecnologia, porque queremos assim dar um salto desenvolvimento também no nosso estado. É importante dizer isso, Emílio, porque o pessoal fica fal: “Ah, ele sabe falar sobre o combate à corrupção?” Não, mas isso é importante.
A gente não vai largar as nossas raízes aquilo que a gente acredita, porque o pressuposto de um bom governo é você ter um governo honesto, senão não nada funciona. Senão é o dinheiro que vai ser desviado. Senão são as decisões tomadas pelos motivos errados. Isso não queremos no nosso estado. Ó, Deltan, e tu aqui, ó, estás com as medidas aqui para o Senado.
Você não tava, vai, é candidato, vão poder votar em si, porque estava meio inelegível. Que história é esta que aconteceu consigo? Que foi julgado, não foi? Estamos de volta aqui na Jovem Pan. Hoje o Sérgio Moro a falar connosco e o Deltan Dalan também a falar connosco aqui para -lhe em todo o Brasil. A Senorita sabe que eu sempre que estou aqui trago-vos uma novidade, certo? Trago sempre um anúncio, uma ação nova que nós entrámos, um trabalho novo que estamos a fazer.
E hoje eu Estou a trazer aqui para falar sobre as 10 medidas que preparámos o profissional. 10 grandes bandeiras sobre contenção de abusos do Supremo em primeiro lugar. Em segundo lugar, segurança pública. Em terceiro lugar, contenção da corrupção, combate à corrupção. Um grande pacote de medidas que nós estamos disponibilizando lá também no nosso site.
Eh, eu queria falar um bocadinho sobre isso, mas antes eu vou responder à tua pergunta. Eh, há 3 anos atrás, no dia 6 de junho de 2023, eu estava a ser caado. Na verdade, não era eu que estava a ser caçado, era 345.000 votos sendo caçados no Paraná. Naquele momento pessoas abraçaram-me, pessoas choraram, porque as pessoas elas colocam esperança em projetos de renovação, de transformação, que lutam por integridade, competência, boa gestão e na visão de muitas pessoas é o que a gente procura representar e a gente representa isso. E o que tem até o vídeo
passando ali para quem está na rádio, uma senhorinha. Ena, vocês são heróis. Legal. Eu sou vereadora Santa Bárbara e a política não é mesmo fácil, não. Tanto como não é fácil, mas Deus está a te ajudando. Eu tenho disso, está bem? E eu Ah, isso aí, isso foi na altura, não é? Foi na altura.
Eu lembro-me dessa senhora Thaís Revete. Ela estava a cumprir o primeiro mandato dela, salvo erro, de vereadora, salvo erro, em Minas Gerais. Ela participava voluntariamente de serviços na PAI. Ela também atuava como presidente de uma entidade filantrópica. É aquele tipo de pessoa que já fez muito pela sociedade, faz voluntariamente e que quer honrar composições para que possam fazer mais ainda.
E ela é um exemplo das pessoas que estão do nosso lado, pessoas que acreditam, que lutam, que t uma visão de amor e de serviço ao próximo. E o que o Tribunal fez, o Tribunal Superior Eleitoral fez, foi uma atrocidade. Naquele ano caçaram-me numa futurologia, num exercício eh de futurologia, eh aplicando uma lei que não existia.
inventando lei onde não existia. Todos os grandes jornais criticaram, grandes juristas criticaram. Agora o que o tribunal não fez foi-me tornar inelegível. O que ele não fez foi caçar os meus direitos políticos. Ou seja, sigo elegível. Agora, o panorama jurídico e político é outro. Claro que invocaram lei que não existia eh sobre factos que nem discutido no processo.
Não, não estou inelegível. E eu acredito, confio que a justiça eleitoral vai validar o nosso mandato para que possamos ir ao Senado, não só pela nossa história, não só pela gente procurar ser o melhor soldado pela paraa sociedade com a nossa história, experiência de combate ao crime organizado que o Sérgio Moro tem também ao longo da vara, depois o Ministério da Justiça, que vai muito para além da Lava-Jato, pelo combate à corrupção, pela preparação estima de políticas públicas, sobrevividências, pelo mestrado em Harvard, pela experiência na
Câmara dos Deputados em que fui colocado pelo ranking dos políticos como melhor deputado nesse ano, nesse período que exerci. mas também para o que vamos fazer. E este pacote de 10 medidas, traz um pacote de contenção de abuso supremo com regras para facilitar ou tornar mais adequado o processo de impeachment para que não ficar na mão de um presidente do Senado.
Mas isto aqui é um sonho, certo? Isto aqui é sonho. São medidas que a gente tem uma sonhar junto, ó. Anota lá. Impeachman do ministro do Supremo Tribunal, maioridade penal para os crimes graves. Prisão após condenação de segunda instância, corrupção de valores elevados, como crime deiondo, fim do foro privilegiado.
Contenção dos abusos do STF, limitação do perdão na tudo o que a gente quer, defesa da vida e do policial, criminalização de de enriquecimento ilícito, reforma processual e regresso da corrupção. Eh, aqui retorno na corrupção, não, retorno dela para a justiça federal. Justiça federal. Ela foi mandada para a justiça eleitoral que nunca mandou ninguém para a cadeia.

A corrupção ela vai paraa federal e não para porque lá vais preso, não é? É. Lá lá tem uma tendência maior de de tu conseguires fazer alguma coisa pelas pessoas. O tribunal eleitoral nunca não vai acontecer nada. Agora isto aqui quando vai para, por exemplo, tentaram agora fazer a maioridade penal, todos saltaram fora e ninguém votou.
A redução da maioridade, ela passou na Câmara, foi pro Senado. E sabe por que é que ela não passou no Senado? Porque a PT, que tem uma visão de bandidolatria, de que bandido é vítima da sociedade, se articulou em particular pelas mãos de Grazy Hoffman, e barraram a redução da maioridade penal. E não era uma redução genérica para todos, qualquer idade, não.
Era uma redução para 16 anos, só para crimes graves. E ainda a pessoa ficava a cumprir pena num estabelecimento próprio para não entrar numa escola do crime. Ou seja, uma proposta muito fundamentada, muito razoável, em contraapo de coisa de 80% da sociedade brasileira. E pesquisas mostram que quando a pessoa hoje o jovem atinge os 18 anos, o índice de crimes cai drasticamente.
Ou seja, a maioridade penal, se esta for reduzida, segundo o estudo que foi feito em cima de números do Rio de Janeiro, isso vai salvar dezenas de milhares de vidas no Brasil. Acho que há uma questão que é importante também nestas eleições deste ano, sem entrar nas especificidades, mas eu nestes 4 anos na oposição, eu e a oposição defendemos o endurecimento da legislação penal.
O O Brasil tem um problema grave com violência e criminalidade. Houve sim uma redução desde 2017, é percentualmente significativa, dependendo do ano. No ano que fui ministro, desceu 22% assassinatos no país, mas ainda mesmo caindo assim, os números são muito elevados e estamos a ver um crescimento do crime organizado muito forte.
Agora tivemos essa medida lá do governo norte-americano, isso de designar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Isso é bom. Eu acho positivo. Por quê? Porque isso vai dificultar o branqueamento de capitais por estas organizações lá no estrangeiro e vai facilitar o bloqueio dos bens destes organizações.
É suficiente para derrotá-las, para acabar com elas? Não. Mas é um passo na direção certa. Para acabar com elas. Nós temos de fazer nossa parte no Brasil. Não vai ser um governo estrangeiro que o vai fazer. Mas pelo menos acaba com aquela história de dizer que criminoso é uma vítima da sociedade, que infelizmente é o discurso do PT e do Lula.
E não foi assim nenhuma surpresa ver que esta ação do governo norte-americano, que quem acabou por estimular essa designação foi o Flávio Bolsonaro, que é o nosso pré-candidato também à presidência da República. Não foi surpresa ver que no dia seguinte o governo Lula já estava a jogar contra e cometendo mesmo aquelas gafes verbais de falar em o Lula a falar os nossos criminosos.
Se tiver uma ação de um governo estrangeiro que ajude a combater estas organizações, ela é bem-vinda. Não quer dizer que nós não vamos fazer a nossa parte. Vamos sim e precisamos de endurecer ainda mais a legislação penal. Eh, nós aprovamos e é sempre a oposição e é sempre o governo Lula, normalmente a base dele, votando contra o endurecimento.
Vamos dar um exemplo das saidinhas. O Congresso aprovou a lei, foi até relator ali o o Derit, o Derit, não é, que é pré-candidato ao Senado aqui. Aprovou a lei que põe fim às saidinhas nos feriados, que é importante, resolve o problema da criminalidade, não, mas é um passo na direção certa. foi lá o Lula e vetou e nós deitámos abaixo o veto no Congresso.
Nesse último ano, como se aproxima o período eleitoral, o governo Lula mudou o discurso e começou a ser um pouco mais incisivo no tema da segurança pública. Mas depois de repente este ato das últimas semanas da designação revelou novamente a verdadeira natureza do governo Lula, que é um governo pró crime. E eu acho que este ano temos uma escolha fundamental a fazer, que é tratar o cidadão de bem com respeito, com dignidade e tratar o bandido e o criminoso, seja o bandido colorinho branco, ou seja o bandido faccionado, ou seja alguém que furta um telemóvel com
rigor da lei, porque o país não aguenta mais esta bandidagem e o pessoal com medo de sair à rua para ser assaltado ou mandar o filho para a escola para acontecer alguma coisa ao filho. Temos um encontro fundamental com a lei e ordem naquele país este ano. Mas ó Moro, vai-me desculpar, mas os gajos são danado.
Porque, por exemplo, no último, em 22, foi a picanha. Vocês lembram-se? Ups, picanha. Cerveja, não é só picanha. Agora, agora é o seguinte, presta atenção. Presta atenção. Agora é o seguinte, vai trabalhar menos e ganhar mais. A conversinha furada. Acha que picanha? Que picanha. Você vai trabalhar menos. Sérgio Moro. É por aí.
Vai trabalhar menos e ganhar mais. Essa é a narrativa desta. Estás brincando, pô. Você tá a brincar, Mor? Agora nem vai dar para comer abóbora. Ah, vocês estão a brincar. Mas agora, agora pegando nessa questão aí, você acha que a desaprovação do Lula que a a gente vê que está cada vez melhor, certo? Eh, achas que é por causa disso que o pessoal está a notar realmente que é a picanha que não vem? Eh, é é o crime que ele não combate nada, é taxa, o pessoal depois destaxa e diz que ó, o que nós fizemos, tirou a taxa das blusinhas e foi ele próprio que criou.
Acha que a máscara tá a cair? Por é isso que a desaprovação está a perguntar para os dois aí. É um governo que trabalha para os bancos. Sim, sim. Nunca os juros estiveram tão elevados durante tanto tempo, transferindo rendimento do trabalhador e do setor produtivo para os bancos. Os bancos ganham muito com o governo Lula.
E é o governo, infelizmente, este último episódio retrata muito bem, que está mais se importando com o recluso, com o criminoso, do que o cidadão de bem. Por isso que a gente tem, estamos a apresentar lá, inclusive lá no no Paraná, não é? O que que temos aí como pré-candidato? Deltan que tem um discurso firme contra a criminalidade.
Temos o nosso eh outro membro da lista que é o deputado Felipe Barros que foi também umas dirigentes da oposição no governo Lula nestes últimos 4 anos. É senador também, não é, Felipe Barros? Ele vai ser, ele é pré-candidato senador. É, veja, ele eu acho que temos uma situação interessante aqui, Morgado, que é o seguinte. Muita gente da oposição foi testado nestes últimos 4 anos, porque fomos perseguidos.
Sim, teve o mandato caçado. Exatamente. O Felipe Barros tentaram colocar no inquérito das fake news, tentaram caçar o meu mandato também. Esta história por todo todos conhecido. Assim, a oposição foi perseguida nos últimos 4 anos, mas continuou a ser oposição, continuou votando contra o aumento de tributo, contra o aumento dos impostos, continuou votando a favor da segurança pública, continuou a obstaculizar que os planos deste actual governo, que a meu ver desastroso, se realizassem em maior medida. Infelizmente, várias batalhas a
gente perdeu, porque têm maioria ainda no Congresso. Mas, por exemplo, recentemente derrotámos o nome do Lula que foi nomeado para o Supremo Tribunal Federal. Exatamente. Tá? A minha avaliação, como foi dito aqui, quero um Supremo independente. Eu não quero que seja indicado pessoas tão ligadas assim ao presidente da República, ao Lula, seja o Lula ou qualquer outro, mas em particular em relação ao Lula, porque a agenda do Lula não é a boa pauta para o país.
Então a pessoas defendem sim, é um ano crucial que podemos ter algo diferente no Congresso e no próprio aí poder executivo. Por isso é que trabalhamos lá para esse resultado. Fez bem na sabatina lá. Eu vi lá, acompanha a sabatina no acompanhámos, estávamos em direto. Mandou bem mesmo. E uma questão sobre Lava-Jato, não é, com correlação com a lei das empresas estatais. Muito boa mesmo.
Assim, ó Morô, foste para a política, né? Você estava lá na Lava-Jato, pá, a gente acompanhou toda a história. Que que foi mau da que que acha mau da política assim? Que é que acha que que porra, eras juiz, sentava-te ali, moral, tem moral, tal, foi para ali, quase perdeu o mandato, foi lá. Que que mudou assim na E porque é que continua com esta com este pensar? Agora vai ser governador, porra, que é um cargo é um cargo difícil, acho eu, não é? Te o executivo, ter de fazer obra, não sei quê, tal, aquele aquele monte de gente ali, aqueles
fiscais, não é, que nós não sabemos direito quem é o fiscal, o que que o fiscal, fazer uma reunião fiscal do fiscal, reunião é um inferno, porra. Emíl, eu nunca planeei, não é? Eu era feliz como juiz, fui 22 anos juiz na profissão, mas entendi dar um passo diferente, fazer algo diferente. E a política, se formos pensar eh no sentido positivo, ela é uma honra para uma pessoa.
Veja, eu sou senador, representando todo o estado e a população do Paraná. Portanto, é um orgulho para nós estarmos lá no Congresso. O que a gente tem que fazer é honrar esses votos que nós recebemos ali no passado e a possibilidade de você fazer grandes realizações, não é, de não consegue fazer tudo, evidentemente, mas caramba, a gente está a construir um projeto bacana para o nosso estado do Paraná.
Eh, como disse Agência estatal anticorrupção, a gente quer fazer do Paraná o estado mais seguro do país. Vamos construir uma um estabelecimento prisional estadual de segurança máxima que ainda não há no Paraná. Acho que isso é um absurdo. E vamos lá colocar os piores criminosos do Estado e incutir medo em quem quer cometer um crime no estado do país. Esquema Buquell lá.
Olha, nós queremos eh temos uma taxa, saiu estes dias atrás da violência, 18.6 assassinados por 100.000 habitantes é o pior indicador da região sul. Claro que o Paraná é muito melhor do que o Ceará, do que a Baía, do que o Rio de Janeiro nesse aspecto, mas queremos comparar também com os melhores.
Mas não é só isso. Nós queremos ter as melhores estradas. Hoje invejamos as estradas do estado de São Paulo. Nós queremos ter a melhor saúde. Algo que foi feito aqui que é muito positivo pelo governador Tarcísio, a tabela do SUS eh paulista. A gente quer replicar esta nossa esta experiência lá no estado do Paraná.
ter uma tabela do SUS paranaense para acabar com estas filas. Porque como é que acaba a fila? Tem que aumentar a oferta, tem de tomar tornar mais atrativa a prestação de serviço público de saúde pro SUS. E a única forma de o fazer é remunerar melhor. Claro que tem várias ações pontuais que tem de fazer, mas existe uma panóplia de possibilidades tremenda para servir a população.
Na política, Emílio, conheci lá tanto o pior como o melhor. Há muita gente boa na política, não é? A gente não pode também eh vulgarizar e dizer que ninguém presta, não é? Estou eu, estou, a minha esposa está também aí, a deputada federal do Amoro. Há pessoas que de facto tiveram o mandato roubado como o Deltan, mas tem muitas outras pessoas, as dezenas, as centenas, que fazem um bom trabalho.
O que a gente tem de trabalhar é para quê? Para que essas pessoas predominem. E aquela ideia do que o político tem de trabalhar pro bem comum, o governante tem de trabalhar para o bem comum, torna-se realidade. Depois trabalhar para o interesse próprio, pro interesse especial, que no fundo acaba por ser a vala comum.
Agora, eh, se perdeu, se sofreu uma derrota, é tempo de se levantar e seguir em frente. A gente não pode desistir do nosso país, não podemos desistir daquilo em que acreditamos. Depois, a política, apesar dos pesares, acaba por ser também um exercício de ação gratificante para aqueles eh que acredito, posso dizer como eu, mas tem vários outros que acreditam nesta velha ideia de que governar é governar para o bem do povo e não governar em bem próprio.
Sabe que na altura da Lava-Jato a gente acreditava nisso, dizia: “Não, agora vai, agora vai”. Porque nunca tínhamos visto aquilo, não é? No Brasil nunca tinha visto aquele negócio. Falou: “Não, agora ó aí ó, olha onde fomos. Onde a gente foi parar?” Acabou no vorco, bicho. Porra, mas vejam só, vorcão lá a dar festa.
Porra, vê só, Emí. O pessoal às vezes dá-me pergunta que mais ouço lá no Paraná quando circulamos, lá no Brasil inteiro, puxa, mas todo desiludido, todo desiludido, Lula presidente, tal, da, eu falo, dou o exemplo, meu amigo, veja só, eu era juiz do processo em que o O Lula foi preso e nós sentimos que aquele momento era um momento de realização da justiça, certo? E com esta reviravolta política, com esta inversão profunda de valores que temos no nosso país, o Lula voltou a ser presidente.
E com isso o país seguiu um caminho errado dos juros elevados, da inflação no supermercado lá em cima, da defesa dos criminosos. O governo brasileiro ser contra designar Comando Vermelho e PCC como organização terrorista, como se isso fosse algo mau pró país. É uma vergonha. Essa é a maior profunda inversão de valores que nós vivemos.
Mas quando o pessoal me diz isso, eu digo para eles: “Olha, eu fui juiz daquele processo e vi as coisas a inverterem, mas se eu estou aqui e continuo acreditando, vamos juntos, vamos tentar trabalhar para para mudar as coisas”. Isso, exatamente. E houve uma algo que ninguém tira, não só o dinheiro que foi recuperado, não só o tempo de prisão de algumas pessoas que responderam pelos seus crimes, ainda que temporariamente, mas o que ninguém tira da gente é o diagnóstico.
Hoje tem um diagnóstico da grande corrupção brasileira. A gente cortou a cabeça a um monstro, agora tem duas. Você tem o master, tens o INSS, mas nós sabe como as coisas funcionam. E você perguntou ao Moro o que que como que ele se sente, o que é que ele vê de pior na política. O que vejo de pior, Emílio, é o facto de existir um grande índice de corrupção na polícia, na política.
Hoje já ninguém é ingénuo, toda a gente percebe isso, é visível e existe hoje também no esquema das emendas parlamentares o dinheiro que as as pessoas levam, os políticos levam, um deputado federal leva mais de R0 milhões deais pro seu estado. E o que nós escuta é que é desviado entre 10 e 30% desse valor para o bolso dos parlamentares.
Mas mais ainda do que isso, temos um uma dificuldade para a renovação política. Ao longo destes anos todos, eu Tenho trabalhado com a renovação política, com levantar lideranças e é difícil. Por quê? É difícil porque essa pessoa que desvia dinheiro, pense um parlamentar que leva 130 milhões e desvia 20%, você tem ali 26 milhões qual que é o tecto de uma campanha para deputado federal hoje no Paraná? eh, 3, 4 milhões.
Essa pessoa que desviou 23, ele vai colocar por fora na campanha eleitoral 4, 5, 6 milhões para perpetuar o seu poder. Então, alguém que está a entrar de fora, luta contra um tipo que tem uma montanha de dinheiro por fora, se já é deputado ou senador, ele tem toda uma equipa de comunicação a trabalhar para ele. Ele tem visibilidade, pode indicar cargos no estado de pessoas vão trabalhar para ele.
Quando ele leva as emendas parlamentares, fora a possibilidade de desvio, combina com o presidente da Câmara, ó, vou levá-lo para aqui, mas vais lutar por voto para mim. Essa é a prática. Assim, é muito difícil você levantar novas medidas. Isso, o jogo é complicado. Por isso eu sinto-me a gente a ter flashback quando lê estas medidas, porque isto aqui sabíamos, a grande parte delas estavam nas 10 medidas contra a corrupção lá de 2016, que nós recolheu 2 milhões de assinaturas.
E por que que não vai para a frente? não vai paraa frente porque o nosso sistema político é podre, porque está cheio de gente má e porque como o C disse, a as pessoas têm que aumentar o percentual de pessoas boas. Há pessoas boas, tive o privilégio de conhecer várias que me surpreendi no parlamento, mas tem de aumentar a quantidade de pessoas boas para serem maiorias.
A hora que este acontecer, não vamos precisar estar a discutir isso aqui, porque isso aqui é medida óbvia, fim do foro privilegiado, prisão em segunda instância, criminalizar o enriquecimento ilícito. Ou seja, se o gajo tem mais dinheiro do que deveria ter como agente público, o gajo tem de responder por isso, tem de ir para a cadeia.
Quando a gente fala redução da maioridade penal, impeachment de ministro que abusa, limitação de perdão de Natal, Lula e Dilma dava um indulto de Natal de mais de 80% da pena de perdão para homicida, para corrupto. Como quando dizemos que eles têm uma visão de bandidolatria, de que o bandido é vítima, isso é verdade.
Eu me Sinto-me como aquele marido que faz uma série de promessas à mulher e depois eh trai-a com amante. Ou a esposa que faz uma série de promessas e depois trai com a amante. Eu vejo o Lula que fez alguém que fez uma série de promessas para o brasileiro de bem e hoje está a trair com amante, que é o crime organizado, é o criminoso, que dão indulto, que eles é desmedido, que eles são contra a redução da maioridade penal, que eles são contra a categorização como terroristas.
Não é à toa que quando o Lula é eleito, um monte de vocês têm um monte de vídeo de bandido a festejar e penitenciária. Isto não é coincidência, isto é um plano. Isto é uma visão, é um alinhamento da visão. Eles vêm o capitalismo com opressor, vê estes bandidos como vítimas, deste sistema opressor. E uma vítima não mandas para a cadeia, uma vítima protege-se.
Essa é a raiz da visão. Exato. Não viu lá a juíza que deu pr pr pr para a mulher lá que do, como é que ela chama? O meu lado já, Monique, a juíza Elizabe Moura. Que coisa triste. Assim, Morou, primeiro turno Jão, daqui a pouco as pesquisas são boas, mas vamos tratar com humildade esse assunto e fazer a nossa parte.
A gente tem circulado bastante, conversado com as pessoas, ouvido o que têm e nós tem um sonho para o estado do Paraná. Eu Tenho falado muito, Emilí, ó, vamos fazer do Paraná a nossa fortaleza. se Brasília perdeu-se, se Brasília virou uma moderna Sodoma e Gomorra. E hoje a gente preocupa-se até com as nossas liberdades básicas, a questão da liberdade de expressão.
Eu lembro-me quando vocês fizeram aquela brincadeira aqui no no estúdio da da pessoa, eu ficava vigiando, mas é a sensação que as pessoas têm hoje. Brincadeira. Brincadeira não, não, não. Sim, mas era a brincadeira para ilustrar o drama, não é? Mas hoje as pessoas têm medo de dizer o que pensam. As pessoas até, se alguém me dissesse que daqui a 10 anos temos que defender liberdade de expressão no Brasil, eh, eu não acreditaria.
Mas hoje, até isso, nós tem que discutir, porque as pessoas não querem ouvir a verdade sobre o governo, a verdade sobre o que acontece no nosso país. Então, lá no Paraná vai ser uma fortaleza das nossas liberdades, das as nossas garantias, liberdade, direito, propriedade, segurança jurídica, segurança pública, combate à corrupção, porque também temos os nossos problemas.
Tivemos lá, por exemplo, um ex-presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano, que hoje é deputado estadual, presidente da CCJ, que confessou o recebimento de suborno e até hoje está a exercer o seu mandato e hoje é presidente da CCJ. Então a gente também tem os nossos problemas que a as pessoas querem resolver e a gente não vai atirar para debaixo do tapete, mas acima de tudo temos este projeto de excelência.
Queremos estradas que dentro de São Paulo. Nós queremos segurança melhor do país. Ia falar igual de Santa Catarina que tem o melhor indicador, mas na verdade queremos ser melhores do que Santa Catarina neste aspeto e a gente quer preparar o Paraná para o século XX. E para isso precisamos de inovação e tecnologia, porque a economia do futuro e economia da informação.
Por isto que nós trouxemos para vice, pré-candidato a vice-presidente, não um político, alguém que íamos fazer composição partidária para aumentar tempo TV, não. trouxe alguém preparado, focado nesta ideia de inovação, tecnologia, que é, como referi, o Edson Vasconcelos, a ambição, não é, o Tarciso daí não me pode ouvir, mas é ambição que um dia nos possa ultrapassar São Paulo, não evidentemente em 4 anos ou 8 anos, mas plantar para o futuro, não é? Por que não pensar que um dia o Paraná, que hoje é o quarto PIB do país, não possa est lá em
primeiro lugar, ter um desenvolvimento como teve Singapura nos últimos 40 anos ou a China, não do ponto de vista político, mas do ponto de vista econômico. Portanto é um projeto de sonho, mas claro, temos que ter pé no chão e fazer a nossa parte lá no nosso estado. Singapur é duro com a corrupção lá há chibata, não é? É segur, apanha Singapura há 10 anos e apanha hoje.
O exemplo dele é Singapura você vai preso e é o que criei. Você paga a multa e leva chibatada e o imposto lá é muito menor para empreendedor. A turma da tecnologia gosta. Sabe que eu queria tem acabou, acabou, não é? Posso fazer mais uma? Quero agradecer. Não, quer fazer mais? O Deltan Jess, Jess faz a pergunta. Você que é, você que é a nossa convidad.
Posso, desculpa. A minha pergunta para os dois é o seguinte: já correu para corrida presidencial e foi denominado de sapatênis, era terceira via. Nós temos uma terceira via. É melhor uma terceira via ou correr com o Flávio Bolsonaro para a direita? Qual a opinião de vocês? Fal, acho que é mais tu começares que é do PL, certo? Você diz quem quis não importa.
A gente quer saber o futuro da direita. Eu vejo, eu vejo o Flávio Bolsonaro como o único pré-candidato à presidência em condições de derrotar o Lula, não é? É um projeto de direita, é um projeto que acredita em menos imposto, que acredita na família, que acredita nos nossos valores de liberdade religiosos.
Este caminho que nós estamos construindo, isto que nós estamos defendendo o nosso estado do Paraná. Tem pessoas boas ali, eu creio que dá postulando uma ser uma terceira via, mas não as vejo com condições de derrotar o governo de PT. E eu acho que é essencial para o país, para a gente virar esta página, nós seguirmos esse caminho.
Agora, não eh não fiquemos desatentos às eleições estaduais pros governos. E depois também falo interesse próprio, mas pensemos também no Congresso e nós temos aí a nossa, puxando a sardinha para o nosso lado, a nossa chapa de pré-candidatos ao Senado é melhor que tem é no estado do Paraná, que é o Deutan e o Filipe Barros.
E de quebra ainda impede que a deputada GZ Hoffman chegue ao Senado. Mas está bem lá, não está na pesquisa. Eu vou descarregar aqui a pesquisa, vou passar a pesquisa. Tem a pesquisa. Eu vou ver a pes como é que tá a pesquisa. Pesquisa coordão. Agora não, meu filho. Fala. Eu vejo que no Brasil hoje nós tem eh não diria três vias, diria duas vias.
Eu vejo uma esquerda e eu Vejo uma direita mais identitária e uma direita mais pragmática, tando na pragmática um Zema, um Caiado. É verdade. Eh, eh, agora concordo com o Mouro. Eu vejo viabilidade no bolsonarismo contra o lulismo. Esta é a guerra que vai estar em última análise. Eu pertenço ao partido Novo, que defende a honestidade, competência, a boa gestão e a ideia do Novo estar junto na segunda volta ou senão até já na primeira volta juntamente com o Flávio Bolsonaro para derrutar Lula e o PT e afastar.
Antes o Morgado tinha perguntado qual o problema da PT, Morgado, o problema é triplo. O problema é crise moral, corrupção, desvio de dinheiro público. Segundo problema, crise económica, crise fiscal, gastos mais do que deve, juro sobe lá para cima. Eh, eh, não há dinheiro agora, não vai ter dinheiro, segundo as projecções de 2027 já para os serviços básicos, educação, saúde.
Em terceiro lugar que a segurança pública, falámos bastante sobre isto aqui. Eh, e precisamos de tentar que não só precisa de eleger um bom presidente, a gente falou antes, as vagas do Supremo são essenciais, é a eleição das nossas vidas, mas precisamos de colocar no Senado Federal quem dê apoio a este presidente, não só no sentido de governação, mas quem seja capaz de travar os abusos do Supremo.
Por a gente necessita de uma grande articulação da direita, não só para o plano nacional de presidência da República, mas também pro Senado Federal, para termos uma maioria de senadores, para nós devolvermos pro Brasil o equilíbrio entre poderes, um freios e contrapesos que façam com que o O nosso sistema funcional, pôr toda a gente debaixo da lei, ficar uma coisa normal, não é? Voltar à normalidade. Amém. Obrigado, Deut.