FLÁVIO CRITICA LULA, IRRITA AMANDA KLEIN E ENTREVISTA PEGA FOGO!

Eles aumentam a receita para aumentar os gastos. E agora com programas, programas que são populistas, eu devia ter, eu teria vergonha se fosse presidente do Brasil e tivesse, não é, que está a anunciar determinado auxílio, não é, à população, porque não tem dinheiro para comprar um um um um mtigão de gás.

Eu não sou contra a política de ajudar, que as pessoas precisam, mas que é obrigação do governo. Inclusive, da minha parte, quero aqui confirmar de público, não é, que programas aí como o Bolsa Família eh vão ser mantidos enquanto as pessoas precisarem do estado. Nós vamos abraçar essas pessoas. Agora vamos fazer como mostrou o Presidente Bolsonaro, que pode fazer, deixar uma rampa de saída para estas pessoas descolar na vida, começar a caminhar com as próprias pernas sem necessitarem do estado.

Então não dá para continuar a apostar por numa política económica que é um pulo no escuro, está a saltar do avião sem pára-quedas, gastando como se não houvesse amanhã. Depois tem muita preocupação com o país, com o rumo que o país está a seguir, mas a linha não vai ser essa vai ser exatamente essa, é redução da carga fiscal, certo? O Lula criou ou aumentou mais de 29 impostos nestes pouco mais de 3 anos de de governo.

Quer dizer, como é que hoje a A reforma fiscal coloca aí um profissional liberal numa condição de de sócio minoritário do seu próprio negócio. Se fizer as contas aí determinados segmentos que pagavam em cerca de 14% de de tributação, vão passar para entre 28 e 30. Depois, se você distribuir mais um valor X da pessoa coletiva para pessoa singular, paga mais de 10%, quer dizer, quase 40% de carga fiscal para para não ter absolutamente nenhum serviço de qualidade de volta.

Assim, qual o norte que a economia está a seguir? O que vou trabalhar muito aqui é para acomodar os gastos públicos dentro do orçamento. E com com esta previsibilidade tem de ser algo duradouro, não se pode fazer uma conta para pr para a próxima eleição para daqui a 4 10 anos. Não, tem de ser algo que com presibilidade para os 20, 40 anos.

É assim que eu pretendo eh acalmar eh e e tranquilizar e motivar aquelas pessoas queiram voltar a empreender no nosso país. Então o senhor está a falar de reversão de uma parte deste aumento de impostos, pelo menos, eh, do actual governo, quando dizes que eles dizem muito, não é, do do andar de cima, da justiça fiscal que o senhor está a propor é reverter, pelo menos em parte depois de estudos tá tirando de cima, ele tá ele tá ele tá a arrombar os pobres com essa gastança.

É, é uma coisa importante. É, é, óbvio que este público que está aqui a ver-me não é impactado pelo que vou dizer, mas certamente que isto aqui vai, os recortes vão depois aí pr para a internet. As as pessoas não conseguem perceber como é que a roubaleira e a incompetência na gestão das empresas estatais impacta na vida do mais pobre.

Epá, rombo, os gajos conseguiram quebrar o correio outra vez com roubalheira a roubar os reformados lá do do do dos Correios, o pessoal do fundo de pensões dos Correios, eh, tendo que descontar no vencimento para poder não perder a sua reforma de uma vez. Quem está nativa hoje vai se aposentar, vai continuar a descontar por causa da roubareira da PT.

Quer dizer, cada rombo que estas estatagens t, que são bilionários, o nosso orçamento precisa de ser eh olhem, o governo tem que olhar para o orçamento e tem que esse rombo tem de ser tapado, tem de tirar de algum lugar dentro do orçamento. Quando tira-se de dentro do orçamento para cobrir o roubo, um rombo numa empresa estatal, é dinheiro que lhe vai faltar, pro governo investir lá para pôr um ar condicionado na sala de aula do filho de quem me tá a assistir.

É um dinheiro que vai faltar na hora de pagar melhor o salário de um professor. é um dinheiro que lhe vai fazer falta na hora de você investir alguma coisa em segurança pública. Quer dizer, e pelas estimativas que estamos oficiais, a partir de 27 de a o governo federal não vai ter um cêntimo de margem dentro do orçamento para fazer investimento.

Quer dizer, o Brasil vai para boca rota. Então ele está ele ele está a dar um varigás, ele está eh dando eh a fazer assistencialismo barato para estas pessoas que, repito, precisam disso. Não tem nenhum candidato à presidência da República que vai falar em cortar isso, mas está a dar com uma mão, continuando com uma outra.

Então é, temos que tem que entender. O Lula promete que vai dar o pequeno-almoço ao rapaz e jantar desde 2002. As eleições seguintes, prometeu de novo. Na última vez prometeu chorando, ficarei muito feliz se as as pessoas têm de comer, arranjar café da manhã, o moço janta-se. Epá, o PT governou o país dos nos últimos 23 anos há 17 anos e está a falar hoje ainda em pôr um dente na boca das pessoas.

Quer dizer, um governo de PT que se tornou tanto tempo aqui, não conseguiu sequer garantir dente na boca das pessoas, agora vai prometer de novo e as pessoas vão acreditar na picanha, na cerveja. O Lula, mais uma vez, o Lula é um produto vencido. O Lula é aquela picanha malcheirosa, podre. O Lula é aquele cerveja choca que ninguém tem coragem mais de olhar e sentir vontade, sentir prazer.

E nós vamos devolver sim a esperança e a felicidade para o povo brasileiro, ajustando as contas e e mostrando a quem quer empreender aqui, que é quem vai gerar emprego neste país, que é possível ter previsibilidade de ter o seu lucro, gerar emprego e ter menos dor de cabeça com a burocracia estatal. Qual a sua visão sobre as empresas estatais, senador? O senhor vai a sequência uma agenda de privatizações e é uma agenda de privatiza tudo ou o senhor acha que há As empresas que são consideradas estratégicas e devem ser mantidas como estatais ou empresas com de de economia?

É óbvio que é óbvio que sou a favor de privatizações. Eh, temos que olhar caso a caso. E o que eu estou a ver pelo mundo aí é que há uma há uma uma tendência para cada vez mais proteismo por parte de todos os países. O que é que está na moda agora? Terras raras. O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras, perde só paraa China, certo? E a gente tem que é é um é um são minerais, na verdade, que são utilizados para fazer chips, que são utilizados nanotecnologia, são utilizados na questão de inteligência

artificial, de uma uma infinidade de utilidades, não é, que o Brasil hoje nem sequer há um estudo como é que se consegue eh refinar esse essas terrajas, como é que consegue eh agregar, produzir, extrair este estes minérios aqui no nosso país e não ficar simplesmente exportando como commós, como acontece com o minério de ferro.

a gente tem que ter um um investimento público aqui. Eu não estou a dizer que vou criar estatal para isso, ok? Obviamente que não, mas é uma uma é uma questão estratégica que tem que ser uma parceria eh público-privada, porque não temos tecnologia para fazer a devida eh exploração e refinação e transformação deste em em e consumo disso ir paraa prateleheira.

É, estou a dar um exemplo que tem tem coisas que são eh são estratégicos, como são os minérios minerais raros, mas é uma coisa que eu vou falar com as pessoas que me vão ajudar neste momento até aí nós propor este este plano de Brasil que vão dar ali para mim qual é a linha ideal, mas é certamente algo que temos que olhar com atenção.

Não dá para simplesmente pensar que tudo vamos privatizar tudo, não se pode ser tudo, mas vamos privatizar 95%, vamos embora. Agora, há coisas que são estratégicas e estamos a ver que o mundo tá em guerra por isso. A guerra dos Estados Unidos com a China, eh, esta guerra eh eh ali tácita, não é, esta guerra fria praticamente que nós vemos tem muito a ver com esta questão dos minérios raros, mineráis raros.

O interesse, eu estava vendo o André falar agora há pouco lá com relação como é que os Estados Unidos descobriram agora que existe o Brasil, certo? Mas descobriram porquê, principalmente por causa disso, por causa das dos minerais raros, não é? E enfim, e o Brasil tem aqui, para além de um mercado consumidor muito grande, tem toda a tabela periódica no nosso no nosso território, há água potável, não é? Maior quantidade que temos aqui de que um país consegue concentrar no mundo, está aqui no no Brasil.

Nós temos a nossa biodiversidade que está a ser aí eh pirateada, exportada lá para fora que dá para fazer. E obviamente onde puder privatizar, vamos privatizar, porque até porque eh eh eu tive uma, só para concluir essa pergunta, essa resposta, ó Amanda, o Paulo Guedes falava muito isso. Eh, em várias delas, na grande maioria das empresas estatais, servem como são como um esqueleto ali que a gente vai conseguir arranjar, põe de pé, fica firme e está, começa a dar ultrapassáveis, mas troca o governo.

Aí vem que o PT está fazendo, não é? 20 mil milhões de de défice de prejuízo nas empresas estatais. Por quê? Porque põe-nos a roubar, põe gente que que não sabe gerir, não é? bota o advogado do grupo prerrogativas para ser o presidente dos correios. Aí vai dar vai correr mal, né? Portanto, tem grande parte das nossas estatalis precisam de ser privatizadas, precisam de ser modernizadas, precisam de ser melhor geridas e a minha equipa económica pode ter a certeza que vai propor algo muito moderno ao país.

Senador, temos pouco tempo alguns temas ainda. O senhor citou o governo dos Estados Unidos. O senhor eh espera apoio do Presidente Donald Trump à sua candidatura. Ele tem-se aproximado do O Brasil, não é, institucionalmente do Lula, tem uma viagem prevista agora do governo em março para os Estados Unidos.

Eh, o senhor espera algo mais direto, algum tipo de apoio mais direto? Eu não digo apoio porque não vai haver nenhum país a interferir na eleição aqui no Brasil. Ele pode ter uma claque, pode ter a sua preferência, mas Amand o Trump olha para o mundo com colocando em primeiro lugar os interesses dos Estados Unidos, dos americanos.

E o presidente da República aqui tem de olhar para esta relação com os Estados Unidos, procurando sempre o que for melhor para o para os brasileiros. Eu não tenho eu não vou ter problema nenhum de me sentar com todas as potências, porque eu vou ser pragmático. Tenho que me sentar com os Estados Unidos, tenho de me sentar com a China, tenho de me sentar com o Israel, tenho de me sentar com o mundo árabe.

Eu tenho que tenho de mostrar para a Europa que o Brasil tem um grande potencial, não é, para, enfim, para para ampliar as nossas relações comerciais. aquele exemplo que eu dei, por exemplo, no que diz respeito à energia, no que diz respeito à infraestruturas, com relação à tecnologia. Portanto, assim, eu eu só espero que o Lula, não é, não continue, não beba uma cachaça antes de ir para encontro como este e falar abobrinhas e ficar a arrotar o sentimento anti-americano em vez de defender os interesses brasileiros.

Eh, senador, quando é que o Sr. pretende, primeiro, qual o perfil do seu ministro das finanças e quando o senhor pretende fazer este anúncio? Porque o o seu pai antecipou bastante, não é, o anúncio do posto Ipiranga à época. O Paulo Guedes, o senhor já está nessa busca? Não, falei com o André Esteves aí, aí, mas ele fez uma conta rápida e viu que o salário não compensava de ser ministro está a fazer.

Aí ele não aceitou, ele ele está aqui a rir, né? Mas é uma brincadeira, ok? Antes de quem pensa começa a dizer que eu convidei o André Steve, é só uma brincadeira, ok? Tá bom? Eh, para descontrair, não. Olha só, acho que é muito cedo para falar disso ainda. A imprensa tem especulado depois o Mansueto, o Roberto Campos Neto, Alguns até Não, espera lá que o Mansu, o Mansu é nosso aqui.

Ô, ô, não sei não, senador aqui. Não, mas eu estou a dizer o seguinte, eu Não conversei com nenhum deles sobre isso, ok? São nomes excepcionais, eu acho que eh podem contribuir muito para nosso Brasil, mas nome é uma coisa que a gente vê lá paraa frente só, não é? Eu não vou, não vou aceitar ninguém por tem que ser no mínimo igual o Paulo Guedes.

Então, olhe, viu que subiu a régua, certo? Agora podem ter uma certeza, Amanda. Vai ser muito melhor com o Pai, [aplausos] até porque é que ele tem de ser um economista, não é? A pessoa tem que perceber de economia para ser ministro da economia agrícola. Mas quando o senhor pretende anunciar, senador, o senhor já tem mais ou menos uma ideia? Não, não tem prazo.

Deixa-me aproveitar a oportunidade porque vejo uma certa maldade quando uma parte da comunicação social quer ficar a especular nomes. É, não conversei com nenhum deles, mas a vez são pessoas excepcionais para daqui a pouco haverá uma narrativa de que as as pessoas não estão a aceitar eh caminhar comigo neste neste projeto de resgate do O Brasil, como aconteceu com Paulo Guetes, não é, lá atrás.

Assim, não tem prazo para acontecer, não tem nome eh não tem nome para ser colocado. Eh, ainda. Óbvio que estou a falar com várias pessoas, tenho admiração por muita gente que está ainda, eh, de bastidor a ajudar-me e a ensinando muita coisa sobre economia. Mas mais uma vez podem ter a certeza que vai ser alguém que vai dar previsibilidade para o nosso país e que vai fazer com que o Brasil seja novamente um ambiente eh atrativo para quem quer empreender.

Falando um bocadinho sobre segurança pública, que eu sei que é um tema caro ao senhor e que deve ser também um tema central da eleição, senador. O senhor cita muito o modelo do Salvador, teve lá recentemente com o seu irmão Eduardo Bolsonaro, deib Buquelli. é um modelo que conseguiu diminuir bastante a criminalidade no país, mas por outro lado, não é, enfrenta várias críticas de encarceramento em massa, violação de direitos humanos.

Eh, que modelo o senhor pretende adotar no Brasil? Olha, M há uma coisa que tu radical na segurança pública, o que vi em El Salvador foi violação de direitos humanos das vítimas dos chamados pandilheiros, é como são designados os os narcotraficantes de lá. Eu acho que no Brasil temos que começar eh a resgatar os territórios que hoje são dominados por organizações eh narcilicianas, narcoterroristas.

Nós temos aí eh 25% da população brasileira vivendo em cidades que são dominadas, seja por tráfico, seja por milícia. Para que todos tenham uma real dimensão, eu Estou a falar como se fosse a população do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná juntos. Isso é inadmissível.

O primeiro território que vamos ter que recuperar são os estabelecimentos prisionais, que grande parte deles hoje são terra de ninguém, continuam a tornar-se um escritório de luxo de muitos dos cabeças das organizações criminosas aqui no Brasil. Já estamos a fazer o endurecimento da legislação penal, não é? O o deputado, ex-secretário de segurança pública em São Paulo de Rit fez um relatório excepcional com várias inovações que certamente vão colocar as pessoas que cometem crimes mais perigosos muito mais tempo presas.

Eu vou querer disputar muito a miudagem para que não seja seduzida a própria vida do crime. A gente tem de inverter a lógica do orçamento. Temos de ter, temos de ter flexibilidade, inclusive para isso, para que o investimento em educação seja maciço e máximo de qualidade no ensino básico. É aí que há o maior problema, ali que há evasão escolar.

Pode seguir. Estamos a ouvi-lo, senador. Ouviu uma amizade em inglês aqui. Eu achei que Achou o quê? Então não ouviu? Então acho que não foi de vocês aí, não foi aqui do o meu telefone. Portanto eh eh eh tem que ser este investimento na educação básica. Esta miudagem tem que ter uma esperança. Hoje 80% da nossa miudagem tá não conclu ensino secundário ainda, fundamental e não sabe, não tem qualquer expectativa de arranjar emprego.

Nós temos mais de 800.000 1 eh eh vagas ociosas para pra parte de de informática, por exemplo, de empresas que exigem eh jovens preparados, não tm a qualificação. Portanto, a minha ideia é apanhar esta miudagem na mão desde lá do ensino básico, arrastar até concluir o ensino secundário ou o ensino profissionalizante para conseguir ter um emprego ou para abrir a sua própria empresa, que eu acho que esta mentalidade que a gente tem de mudar nos jovens.

A gente tem que sonhar eh em ter em ser alguém que foi bem sucedido na vida, tem de sonhar em alguém que que em ser alguém que prosperou, não é? O ídolo desta miudagem tem que ser aí o Mada Daane dos Santos, tem de ser um astronauta Marcos Pontes, não pode ser mais é o do da boca de fumo da da rua dele. Senador, temos um minutinho final.

Quero pedir ao senhor para deixar uma mensagem, falar um bocadinho da sua visão do Brasil e de como o Sr. vê potencialmente estes próximos 4 anos de um governo Flávio Bolsonaro. Bem, obrigado Amanda. Obrigado, André. Obrigado a todos aí pela atenção. Vocês podem ter a certeza que muitas eh mentiras da concorrência da PT vão aparecer.

Vai pedir mais 4 anos para resolver os problemas que não resolveram aí em mais de quatro mandatos. Assim, da minha parte vai ser uma dedicação exclusiva, com uma mente muito aberta, muito moderna, muito centrada, muito equilíbrio, não é? Porque o Brasil já não aguenta mais tanta confusão. Eu também não.

Eu acho que a as pessoas têm que olhar para a frente de verdade e a minha eleição, não é, em nome de Jesus aí vai acontecer e com isso vai acabar com a polarização. Sabe porquê? Porque simplesmente a o PT já não tem nenhuma outra liderança que possa substituir o atual chefe da organização deles e que que já tem uma já tem já já deu o que tinha a dar na política, está fazendo muito mal ao país.

Assim, a a partir de 2027 vai ter sim um um presidente da República, Flávio Bolsonaro, que está a olhar para a frente, que já não vai precisar de falar de Lula. Olha que maravilha. Não precisa mais falar de Lula. você arrumar eh a fazer os trabalhos de casa com mais uma vez dando previsibilidade eh às contas públicas, encaixando-a direitinho dentro do orçamento, ou seja, criando um ambiente atrativo no nosso Brasil para receber esses investimentos internacionais e aqui dentro, reduzindo a carga fiscal, combatendo a violência de uma forma muito firme, que

é assim que tem de ser, construindo o estabelecimento prisional, aumentando a pena para as pessoas que cometem crimes violentos, investindo o máximo na educação básica pública para dar uma expectativa para esta garotada. E aí não tenho qualquer dúvida que o Brasil vai descolar de vez e durante décadas não vamos ter mais que nos preocupar com a extrema-esquerda a arrombar o nosso país, como sempre fez.

Senador, muito obrigada pela sua entrevista. [música]

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