20 JORNALISTAS DA GLOBO QUE JÁ NOS DEIXARAM E ALGUNS VOCÊ JAMAIS IMAGINOU

Alguns você talvez se lembre-se de imediato, outros vão-lhe surpreender, porque a notícia das suas mortes passou quase despercebida. Começando pelo Sid Moreira, um dos maiores nomes da história do Brasil. Ele foi um dos ícones mais marcantes da televisão brasileira. Natural de Taubaté, iniciou a sua carreira profissional na rádio, ainda criança, e logo se destacou pela voz grave e inconfundível.

Antes de se tornar uma referência no jornalismo, foi também locutor comercial e narrador, construindo uma carreira que o levaria ao reconhecimento nacional. >> E estive aqui nos primeiros 27 anos. Foi o período de construção do jornalismo da Rede Globo. >> Na TV Globo, Sid Moreira foi o rosto e, acima de tudo, a voz do Jornal Nacional há mais de 25 anos, desde 1969 a 1996.

O seu modo único de contar as notícias marcou gerações, conferindo credibilidade e imponência ao telejornal. Além do jornalismo, ficou popular por narrações bíblicas que lhe deram ainda mais fama. O seu estilo se configurou como marca registada da TV brasileira. Deixou-nos em 2024, aos 96 anos, em a sua casa em Petrópolis, no Rio de Janeiro, depois de ter estado internado por algum tempo devido a insuficiência renal crónica e falência múltipla de órgãos.

A sua morte foi um choque entre os fãs, que, mesmo ele já não estando na Globo, seguiam-no nas redes sociais. O legado de Cid Moreira é inestimável. Ele não só contribuiu para estabelecer a A Globo como uma potência jornalística, mas também se tornou sinónimo de respeito e credibilidade na TV, tendo apresentou o Jornal Nacional cerca de 8.000 vezes.

E o número 19, A Glória Maria, provavelmente a repórter de TV mais respeitada e icónica do Brasil. Ela nasceu no Rio de Janeiro e tornou-se uma pioneira na carreira jornalística brasileira. foi a primeira repórter negra a quebrar barreiras para alcançar destaque na televisão numa época de muito preconceito.

A sua contribuição para o mundo da comunicação e a sua coragem levaram-na a ter experiências vibrantes em muitas partes do mundo. Ao longo de mais de 40 anos de carreira profissional na Globo, Glória Maria cobriu guerras. entrevistou ícones internacionais como Michael Jackson e Madonna e fez reportagens inesquecíveis em mais de 100 países.

No Fantástico, ela cativou o público com matérias provocadoras, viagens a lugares distantes e entrevistas inesquecíveis, para além da sua disposição afável e estilo único. Ela foi também uma das apresentadoras mais populares da emissora. Em fevereiro de 2023, Glória Maria faleceu aos 73 anos em consequência de um cancro do pulmão que se espalhou para o cérebro.

O seu falecimento teve grande impacto, emocionando todo o Brasil. Além de ser uma jornalista famosa, Glória Maria foi um ícone de representatividade, coragem e inovação, deixando uma eterna herança para as próximas gerações. E o Luciano do Vale, uma perda que gerou uma imensa comoção pela sua voz imponente. Luciano do Vale nasceu em Campinas, em São Paulo.

Desde jovem que ele apaixonou-se pelo esporte. Começou a carreira na rádio, mas foi na televisão que o seu talento como narrador se consagrou. A sua voz apaixonada e emotiva tornar-se-ia uma das mais notáveis de toda a história da comunicação desportiva brasileira. Na Globo, destacou-se como narrador desportivo, mas foi noutras emissoras, sobretudo na Bandeirantes, que ele se destacou imenso.

Foi ele quem deu visibilidade a modalidades pouco exploradas na TV, como o voleibol, o basquetebol e o box, contribuindo para popularizar o desporto nacional. Partiu outra vez. Atenção, é do Brasil esta bola. >> Ficou na dúvida. Bem Neymar, bem Neymar. Condição legal. Golo! >> Para além do futebol, Luciano do Vale narrou Olimpia dos Mundiais e momentos históricos do desporto nacional.

>> Eletrizante aqui no Morumbi. Lá vai Edilson, passou pelo carembol, bateu, golo! Partiu em abril de 2014, com 66 anos, após um ataque cardíaco durante uma viagem para transmitir um jogo. Pelo seu falecimento, colocou o Brasil de luto e principalmente os amantes do desporto que cresceram a ouvir as suas narrações emocionantes.

É lembrado por ser um dos melhores narradores do Brasil, com a capacidade de transformar todas as transmissões em um espetáculo dramático. Do número 17, Paulo Henrique Amorin. Nasceu no Rio de Janeiro e começou a a sua carreira no jornalismo ainda nos anos 60. Carismático e com uma personalidade forte, ganhou destaque imediatamente pela forma direta e franca como entregava as notícias.

Era um comunicador nato, constantemente envolvido em discussões e controvérsias. Na Globo trabalhou como repórter estrangeiro e também apresentador. Mas a sua carreira de jornalista percorreu muitos veículos como manchete, bandeirantes, cultura e record. >> Veja abaixo o câmara Record. Boa noite e boa sorte.

conquistou fama pela sua análise política incisiva e por entrevistas históricas, para além de ter sido apresentador do programa Domingo Espetacular. Implacavelmente irreverente, não se recusava-se a defender as suas opiniões, o que tornou-o um nome de destaque no jornalismo nacional. >> Uau, que honra ter-te nisto.

Tudo bem, tudo bem. Em julho de 2019, Paulo Henrique Amorim deixou-nos aos 77 anos, em consequência de um enfarte fulminante na sua residência, no Rio de Janeiro. O seu falecimento causou surpresa a colegas e admiradores, pois até há pouco tempo ele ainda estava a trabalhar. Morim deixou no seu legado uma carreira longa, versátil e marcada pela coragem de nunca ficar calado perante os poderosos.

E agora, antes de continuar para o número 16, quero falar-te do nosso clube do canal. Pode assinar e vai poder ver os nossos vídeos sem a interrupção dos anúncios. É apenas R,99 e ainda colabora mantendo a nossa equipa motivada. Mas se não puder assinar, não há problema, não. Basta se inscrever que não custa nada e ainda assim estará a ajudar o nosso canal a crescer para fazermos vídeos cada vez melhores aqui no YouTube, está bem? Muito obrigado.

E continuando agora com o número 16, Susana Naspolini. Lembra-se dela? Ela foi uma das mais recentes perdas do jornalismo brasileiro. Susana Naspolini era muito querida. Ela nasceu em Criciuma, Santa Catarina, e desenvolveu interesse pela área da comunicação desde jovem. Com uma energia única e contagiante, ela conquistou espaço no jornalismo da Globo, tornando-se conhecida pela sua narrativa amigável e humana.

A sua vida também foi repleta de batalhas contra o cancro, doença contra com quem ela lutou em mais de uma ocasião com coragem. Na Globo, Susana Naspolini destacou-se no RJTV fazendo reportagens sobre temas urbanos e reivindicando soluções à administração pública. O seu estilo direto, carismático e de quem fala do coração seduziu os telespectadores que se viram representados em suas reportagens.

>> Segura aí, gente. >> Pera aí, segura, hein? Mais do que uma jornalista, ela era amiga aos olhos dos carias que seguiam o seu trabalho. Em outubro de 2022, ela faleceu precocemente aos 49 anos, devido a complicações de um câncer que se espalhou para outros órgãos. A sua morte gerou grande como jornalismo e entre o público, que sempre respeitaram a sua força e dedicação.

E o Maurício Torres, ele era marido de Susana Naspolini, era de São Paulo e sempre quis trabalhar com o esporte. amigável e entusiasmado com reportagem, ele começou a trabalhar em rádio antes de subir para a televisão, onde rapidamente ganhou fama devido ao seu talento e facilidade de se comunicar. Na Globo, ele se destacou como apresentador esportivo, incluindo a transmissão de grandes eventos como Copas do Mundo e Jogos Olímpicos.

Em seguida, também apresentou na Record, sem perder o seu entusiasmo pelo jornalismo esportivo. O seu Tom, entusiasmado, marcou várias transmissões e conquistou torcedores pelo país inteiro. Mas em maio de 2014, Maurício Torres partiu jovem aos 43 anos, em função de uma arritmia cardíaca por infecção. O seu falecimento prematuro deixou um vazio entre os jornalistas esportivos, já que ele ainda tinha muito a oferecer para as transmissões.

Deliaquim Araújo. Ele nasceu em Maceió, no Alagoas, e foi um dos jornalistas mais respeitados de sua geração. era um jornalista carismático que possuía uma voz forte e conseguiu conquistar espaço na televisão brasileira durante os anos 70 e 80, se tornando uma das principais figuras do telejornalismo. Na Globo apresentou o Jornal da Globo e O Fantástico, ao lado de sua esposa Leila Cordeiro, com quem também formou uma dupla icônica em outros canais.

Sempre rigoroso e apaixonado pela notícia, ele aqui em Araújo ajudou a firmar o jornalismo de televisão no país, se tornando uma referência para os colegas. Em julho de 2016, ele faleceu aos 75 anos em função de um câncer no pâncreas, nos Estados Unidos, onde estava vivendo com a família.

A sua morte foi lembrada por colegas e fãs como a despedida de um dos maiores ícones do telejornalismo brasileiro. E o número 13, o Ricardo Boixá, provavelmente uma das perdas mais tristes de toda a classe de jornalistas brasileiros. Oixá nos deixou de forma lamentável, mas o seu legado continua vivo como referência para jovens profissionais que ingressam na profissão.

A sua força e talento o tornaram uma referência inquestionável. Boxá nasceu em Buenos Aires, filho de um diplomata brasileiro e construiu uma longa carreira marcada pela independência, coragem e franqueza. Desde cedo, demonstrou talento para a escrita e um raro dom para analisar a política e a sociedade com clareza e precisal.

A morte chegou a esse jornalista de uma maneira que ninguém poderia prever, mas as suas opiniões diretas e a sua postura combativa o tornaram uma voz que será para sempre lembrada. Na Globo ele foi repórter e colunista, mas foi no rádio e na Vand. que consolidou a sua hegemonia, conquistando milhões de ouvintes e telespectadores.

As suas entrevistas clássicas e suas observações céticas demonstravam um olhar comprometido e destemido para a realidade do país. Ricardo Boixá morreu em um acidente de helicóptero em São Paulo em fevereiro de 2019 aos 66 anos. O Brasil perdeu não apenas um jornalista combativo e muito respeitado, mas também um indivíduo cujo amor pelo jornalismo tocou a todos ao seu redor.

Ele nos deixou a memória de coragem, integridade e comprometimento e se tornou uma verdadeira lenda do jornalismo brasileiro. E agora uma breve homenagem a Alberto Filho. Você se lembra dele? Ele nasceu em Campos dos Goitacazes, no Rio de Janeiro, e foi um dos melhores jornalistas de televisão do Brasil. A sua atitude séria e credibilidade impressionaram gerações de telespectadores.

Foi âncora do Jornal Nacional na Globo durante os anos 70 e uma das vozes que se tornaram confiáveis para o telejornalismo. A sua presença na bancada ajudou a moldar a imagem do canal no departamento de notícias. Berto Filho nos deixou aos 84 anos de idade em função de complicações respiratórias. A sua carreira continua sendo uma referência na história do jornalismo, lembrada por sua seriedade e comprometimento.

E o Léo Batista, ele nasceu em Minas Gerais, em Cataguazes, e foi um dos principais nomes da televisão brasileira. A sua carreira começou no rádio, mas foi na TV que lhe alcançou fama e respeito. Na Globo, Léo Batista era apresentador de esportes e locutor de chamadas lendárias, com a sua voz inconfundível e estilo descontraído.

Ele se transformou em um dos rostos mais queridos da estação, sempre com entusiasmo e bom humor nos programas esportivos. Partiu em 2025 aos 92 anos, deixando para trás um legado de profissionalismo e simpatia. É considerado uma lenda da a comunicação e a sua marca imortaliza para sempre o jornalismo desportivo e o entretenimento no Brasil.

E o número 10, o Marcelo Rezende, um dos nomes mais marcantes desta lista. Ele cresceu no Rio de Janeiro e começou por ser repórter policial direto e o objetivo cedo conquistou espaço nas coberturas de alto nível. A Globo destacou-se nas reportagens de investigação e na apresentação de telejornais. Em seguida, consolidou-se no Cidade Alerta Record, onde o seu estilo agressivo e popular tornou-o um dos repórteres mais populares do país, com memes e piadas sobre a sua linguagem dura. Quem é que não se lembra do seu

jargão? Corta para mim. Mas Marcelo Rezende deixou-nos de maneira surpreendente. Em setembro de 2017, aos 65 anos, faleceu vítima de cancro de pâncreas e fígado. A sua morte repercutiu-se amplamente e deixou muitas saudades no público que acompanhava as suas transmissões incríveis. Sandra Moreira.

Esta jornalista nasceu no Rio de Janeiro e construiu uma carreira notável pela sua sensibilidade e dedicação. Desde jovem que procurava contar histórias humanas com proximidade e profundidade. A sua passagem pela Globo foi marcada por trabalhos como repórter de destaque, abrangendo factos relevantes do Brasil e do mundo. Sandra Moreira faleceu em 2015.

Aos 61 anos, depois de lutar contra um cancro, o seu falecimento foi lembrado como adeus a uma profissional talentosa e dedicada ao jornalismo. E o número oito, Joel Mir Bet. Ele nasceu em Tambaú, em São Paulo, e iniciou a sua carreira como jornalista desportivo antes de migrar para o universo da economia.

Ele deixou-nos de um jeito muito triste, mas o seu carisma, didática e talento transformaram temas complexos em informações claras e acessíveis para todos. A capacidade que tinha de fazer a economia parecer simples, sem nunca perder a profundidade e a seriedade que o marcaram era incrível. Na Globo, Joemir Bettin foi comentador económico, sempre com absoluta clareza.

Bom humor e metáforas criativas que se tornaram a sua imagem de marca. >> Boa noite. O canal livre de hoje vai falar sobre o mundo dos livros a cco dias da abertura da Bienal de São Paulo. >> Portanto, a sua partida foi de uma forma que ninguém imaginava, mas à sua maneira única de sentir, contar e inspirar gerações, assegurou que o seu legado continuar vivo, influenciando profissionais e telespectadores por décadas.

Em novembro de 2012, Joelir faleceu aos 75 anos, vítima de complicações de um acidente vascular cerebral. A sua morte significou o fim de uma era de jornalismo económico no Brasil, mas a sua lenda vive através da vida do seu filho, Mauro Betting, que se tornou um dos grandes nomes do jornalismo desportivo. O Fernando Vanut, era mineiro, nasceu em Uberaba, Minas Gerais, e se destacou-se como um dos narradores e apresentadores mais carismáticos da televisão brasileira.

deixou-nos de uma forma triste, mas a sua paixão pelo esforte e o seu estilo irreverente conquistaram gerações de fãs por todo o país. A energia e a alegria que transmitia em cada programa eram impressionantes, transformando simples transmissões em momentos inesquecíveis. Na Rede Globo, Vanu apresentou transmissões desportivas e tornou-se um ícone com as suas frases de efeito marcantes.

A sua morte foi de uma forma que ninguém imaginava, mas a sua presença frequente em jogos de Campeonatos do Mundo, Olimpíadas e outros acontecimentos históricos no Brasil garante que a sua voz e o seu estilo único estejam imortalizado na memória dos telespectadores. 11 minutos e meio, uma jogada monumental de Zirico, uma jogada de génio, uma jogada de grande jogador realmente para ficar na história.

Em novembro de 2020, Fernando Vanci deixou-nos aos 69 anos em consequência de um enfarte fulminante. O o seu falecimento comooveu fãs e colegas da comunicação desportiva que o recordam até hoje como um dos principais comunicadores da TV brasileira. Vanut deixou-nos uma recordação de emoção, entusiasmo e diversão, sendo para sempre uma referência de carisma e talento no desporto nacional.

E o número seis, Cristiana Lovo. Ela era de Goiânia e construiu uma carreira sólida e respeitada como jornalista política. deixou-nos de um jeito muito triste, mas a sua inteligência, clareza e responsabilidade tornaram-na uma autoridade singular no mercado jornalístico. A forma como ela sabia transformar os bastidores da política em análises lógicas e acessíveis, conquistando tanto os colegas como o público era notável.

Na Globo News, foi comentadora política durante anos, tornando-se referência ao cobrir a política de Brasília. A morte da repórter aconteceu de uma forma que ninguém imaginava, mas o seu olhar crítico, equilibrado e fortemente ético, marcou gerações de profissionais. Todos os seus comentários tinham não apenas informação, mas compreensão, sensibilidade e um olhar agusado sobre a política brasileira.

Em novembro de 2021, Cristiana Lobo nos deixou aos 64 anos. Ela foi-se em função de um cancro inesperado. A sua morte gerou um enorme vazio no jornalismo político, mas o legado dela mantém-se vivo, inspirando os jornalistas a manterem a ética, a profundidade e a exatidão que ela sempre demonstrou. Cristiana não era apenas uma comentador, era uma verdadeira referência de integridade e excelência.

E agora, antes de recordar dos últimos cinco nomes dessa lista, vou pedir para que possa deixar o seu like aqui neste vídeo. Faça uma gentileza, inscreva-se aqui no canal também. A maioria das pessoas que assistem aos nossos vídeos pela televisão não se inscrevem porque acham complicado, mas pode fazer diferente.

Dá lá uma pausinha e se inscreva aqui no Quem Quem. Não custa nada, mas ajuda muito. Desde já eu te agradeço. E continuando agora com o número cinco, Rodrigo Rodrigues. Ele foi outra perda muito sentida no jornalismo desportivo. Deixou-nos de uma forma muito triste, mas o seu encanto e a sua paixão pelos desporto e pela música tornaram tudo o que ele criava imortal.

A quantidade de pessoas que sabia envolver com a sua forma leve, descontraída e cheia de alegria era impressionante. Rodrigo trabalhava na Globo e principalmente na Sport TV, apresentando programas como o Troca de Fastes, em que a a simpatia e a autenticidade conquistavam o público a cada aparição. A morte deste jornalista foi muito inesperada, mas a sua visão como comunicador, capaz de entrelaçar desporto e a música com tamanha habilidade, deixou um legado que sempre será a motivação para os fãs e colegas da profissão. Em julho de 2020, Rodrigo

Rodrigue deixou-nos jovem aos 45 anos em função de complicações da COVID-19. A sua morte prematura surpreendeu e chocou o mundo do jornalismo desportivo, que perdeu não só um profissional talentoso, mas alguém cuja alegria e energia eram contagiantes. E o Arnaldo Zavor, provavelmente um dos principais nomes dessa lista.

Ele era natural do Rio de Janeiro e teve uma carreira monumental e multifacetada como cineasta, cronista e jornalista. Ele já nos deixou, mas a sua inteligência e a sua veia polemista o tornaram uma voz inconfundível na sociedade brasileira. >> Porque será que a educação é tão má no Brasil? Foi um desastre? Foi um erro dos governos passados? Foi o quê? Para a quantidade de vezes que as suas opiniões geraram acesos debates, inspirando e desafiando gerações, era impressionante.

>> Foi um desejo isso. A educação alejada do Brasil sempre foi um desejo desde a colónia. Dentro da Globo, Javu foi comentador de telejornal, como o jornal da Globo, oferecendo análises inteligentes e reflexões profundas sobre política, cultura e costumes. Cada um dos seus comentários era uma combinação de crítica, humor e perspicácia que poucos poderiam igualar.

Em fevereiro de 2022, Arnaldo Jabur deu-nos deixou por complicações de um acidente vascular cerebral. Tinha 81 anos. A notícia da sua morte abalou os colegas admiradores e o público que viam nele uma das vozes mais criativas e críticas do jornalismo nacional. E o número três, Beatriz Elman. Ela nasceu em São Paulo e construiu uma carreira sólida e admirável no jornalismo político e internacional.

Ela é mais uma jornalista que já partiu, mas a sua elegância, firmeza e seriedade a tornar uma repórter respeitada por colegas e por todo o público. Os desafios que ela enfrentou para se afirmar num universo jornalístico, exigente e cheio de pressões eram inacreditáveis. Foi dentro da Globo que trabalhou em Brasília, além de repórter na sucursal de Nova Iorque.

cobrindo factos que definiram a política e a sociedade. O falecimento desta repórter foi de uma forma que ninguém esperava. Passa a sua atitude sempre firme e impecável de jornalista, deixou uma marca indelével no jornalismo brasileiro. Beatriz Shelman deixou-nos aos 63 anos. Faleceu em 2015. Faleceu em função de um cancro.

Ela deixou-nos um legado de competência, ética e elegância que continua a inspirar os profissionais e admiradores até aos dias de hoje. Beatrizman não era apenas uma jornalista, não. Ela era uma referência de integridade e paixão pelo que fazia. Helena de Gramon. Ela nasceu em São Paulo e destacou-se como uma das primeiras mulheres a conquistar espaço no jornalismo desportivo.

A sua coragem e determinação abriram portas que antes pareciam inalcançáveis para muitas mulheres. O que ela enfrentou para ser levada a sério num ambiente quase totalmente dominado por homens, era inacreditável. Pela Globo, Helena de Gramon foi repórter desportivo num tempo em que as portas se fechavam para o feminino, transformando os desafios em oportunidades.

Ela inspirou gerações de profissionais a acreditar que o espaço da mulher é na linha da frente das coberturas desportivas. Helena de Gramon deixou-nos aos 74 anos. Faleceu em função de complicações de saúde. Mesmo tendo deixado uma dor, a a sua história ainda hoje é celebrada e recordada, não apenas como um símbolo de resistência, mas como um legado que demonstra que a coragem e o talento não têm género.

E o Sérgio Noronha, nasceu no Rio de Janeiro e foi um dos comentadores desportivos mais respeitados do país. inteligente e apaixonado por futebol, construiu uma carreira grandiosa e respeitada que durou décadas na comunicação. Destacava-se pelo seu estilo direto, pela exatidão das suas análises e por como interpretava o jogo para os adeptos, sempre com aquele tom sério e certeiro que se tornou a sua imagem de marca.

A TV Globo brilhou em transmissões desportivas, especialmente no futebol, em que as suas análises seguras e comentários consistentes converteram-no numa referência. Quem assistia às aparições dele sentia que havia ali não apenas um jornalista, mas um verdadeiro cronista do desporto brasileiro. Sérgio Noronha deixou-nos em janeiro de 2020, aos 87 anos.

partiu em funções de complicações de uma pneumonia. Poucos meses antes, já tinha passado por outros problemas de saúde e quando parecia que estava a recuperar, veio a notícia do seu falecimento. Esta é uma singela homenagem a estes jornalistas tão queridos que já nos deixaram. E para si, qual deles deixou a maior saudade? Qual deles mais gostava de vir à TV? comenta aqui por baixo, diga a cidade de onde está assistindo a este vídeo e participe.

Inscreva-se aqui no Quem Quem e não esquece-te de deixar o teu like, ok? Eu vou deixar outro vídeo para si aqui nos cards que é sobre os atores mais cobiçados dos anos 70 e 80. Basta clicar aqui neste cart que vai ver como são hoje os 35 maiores galãs da Globo daquela época. É um vídeo super interessante que vale a pena ver.

Eu vou ficando por aqui, mais uma vez o meu muito obrigado e até ao nosso próximo vídeo.

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