QUEM AMA CUIDA: Moça misteriosa da banca de Flores surge com UM MENINO que revela SEGREDO A OTONIEL!

QUEM AMA CUIDA: Moça misteriosa da banca de Flores surge com UM MENINO que revela SEGREDO A OTONIEL!

Toniel vê quando Francesca chega à banca de flores com um miúdo, sem imaginar quem é este miúdo de verdade, a sua verdadeira identidade e o que ele escondeu. Precisa de encontrar o que eu escondi. Um grande segredo sobre esta mulher e este menino será revelado e vai mudar a vida de Otoniel e Adriana para sempre.

Isto acontece depois que Otoniel ajeita um arranjo na banca de flores quando sente uma brisa fria passar. As fitas comboio as pétalas viram para o mesmo lado. Pára com uma rosa na mão de novo isso. Quando se vira, Francesca está ali parada diante dele, mas desta vez ela não está sozinha.

 está de mãos dadas com um rapazinho quieto, sério, com um olhar diferente. Há ali qualquer coisa, mas é imperceptível. Toniel dá um passo atrás. Que susto! Chega sempre de repente. Eu não sabia que tinha um filho. Francisca sorri. Não sabe muita coisa sobre mim. O Toniel engole em seco. Tem razão. Enquanto Francesca escolhe uma flor branca, o miúdo usa a mão livre para tocar alguns arranjos.

 Não mexe em qualquer flor. Toca três pontos diferentes, como se estivesse a marcar um caminho. Depois levanta os olhos para Toniel e sorri. O ido encara o fundo dos olhos dele e sente o peito apertar como se estivesse a olhar para uma lembrança que ainda não viveu. Um fica a olhar para os olhos do outro como se algo precisasse de ser dito.

 O menino solta a mão de Francesca e aproxima-se. Otoniel baixa-se sem entender por obedece aquele silêncio. O miúdo chega perto do ouvido dele e coxa. Você precisa encontrar o que escondi. O Toniel fica chocado. Francesca puxa o menino pelo braço. Precisamos de ir. O Toniel olha para o miúdo e depois olha para as flores que o miúdo tocou.

 Quando vira de novo, os dois desapareceram. Revira os arranjos, levanta fitas, olha para debaixo do balcão, passa a mão entre as pétalas. Nada. O Toniel fica imóvel, assustado e irritado. O que será que ele quis dizer com isso? Não tem nada escondido. Só uma flor branca permanece virada para o lado contrário das [música] outras.

Otoniel vai para casa com a frase batendo na cabeça. No quarto que era de Artur Brandão, deita-se, mas não consegue fechar os olhos. Se se lembra do sorriso do menino, ouve novamente aquele coxicho, sente de novo aquela brisa fria. De repente, um barulho seco vem do armário. Toniel senta-se na cama.

 Ué, o que foi isso? Será que é rato nesta casa de porreiro? Abre o armário, mexe em caixas, afasta roupas antigas e encontra um álbum de família caído no fundo com a capa entreaberta, como se tivesse sido puxado por alguém. Toniel pega no álbum e começa a foliar. Vê Artur adulto, festas antigas, retratos sérios da família Brandão, gente rica sorrindo como se nunca tivesse errado na vida.

 Então vira uma página e fica paralisado perante o que vê. Ali está o rapazinho da banca. Mesmo cabelo, mesmo sorriso calmo, mesmo olhar fundo. A legenda diz: “Arthur Brandão, 9 anos”. O Toniel sussurra: “Mas este menino, o que é que ele está a fazer aqui?” Na foto seguinte, o susto é maior. Artur, criança, aparece de mãos dadas com Francisca.

 O Toniel quase deixa o álbum cair. Eu só posso est a ver coisa. Não é possível. Com a foto na mão, Toniel procura Diná, encontra a empregada perto da cozinha e mostra a imagem. A senhora sabe quem é esta mulher? Din olha rápido e diz: “Esta é afinada mãe do senhor Artur. Para que mexer nisso agora?” O Toniel tenta perguntar mais, mas Diná fecha-se.

 Tem recordação que não gosta de ser acordada. Volta para o quarto sem responder. Anda de um lado para o outro, apanha o foto novamente e encara o menino. O Toniel diz baixo. Isso foi um recado. Eu vou encontrar o que escondeu. Artur Brandão. Nem que tenha de virar esta casa do avesso. No dia seguinte, o Toniel visita Adriana na cadeia.

 Ela aparece abatida, mas força um sorriso quando vê o avô. Toniel mostra a foto pela grelha e conta tudo. Francisca na banca, o menino, o coxicho, o álbum e Diná a dizer que aquela mulher era mãe de Artur. Adriana fica preocupada. Avô, o senhor tem dormido bem? Eu estou preocupada.

 Está a ver coisa? O Toniel se ofende. Eu não vim aqui inventar coisas. Eu vim dizer que o Artur deixou um recado. Adriana segura a fotografia com a mão. Eu quero acreditar. Eu só tenho medo de usarem a sua dor contra o senhor também. O Toniel pega na foto. Então eu volto quando encontrar o que o Artur escondeu e quando eu voltar sais daqui.

 Mais tarde, na banca, o Toniel deixa a foto em cima do balcão e pega num café. Um bingo cai na fotografia. Ele tenta limpar, mas a mancha revela linhas escondidas por baixo da impressão da foto. Otoniel chama Mau. Aproveita que você está aqui. Pega numa moeda, corre. Mau entrega sem compreender. O Toniel raspa com cuidado a foto.

 Enquanto ele raspa, algo começa a aparecer. Ansioso, ele intensifica a raspagem. As letras começam a aparecer. Não é um nome nem uma frase bonita, é um endereço. Ma mau lê e franze o sobrolho. Que lugar será esse? O Toniel sente o corpo gelar. Eu não sei. Eu só sei que vou encontrar o que está lá escondido. E vai ser agora.

 Instantes depois, o Toniel aparece a caminhar por algumas ruas. Olha para um lado e vê o nome da rua numa placa. Estou no sítio certo. Ele procura o número e acaba por ver estampado no cemitério. Minha nossa. Otoniel vai ao cemitério e fala com o zelador. Mostra o endereço raspado na foto. O homem diz que é a morada de um dos túmulos.

 Abre um mapa antigo, passa o dedo pelas quadras e aponta um ponto. Fica perto do túmulo do Dr. Artur, mas tem um jazigo colado muito antigo. O Toniel segue sozinho, segurando a foto como se fosse a sua vida. Chega ao túmulo de Artur e vê ao lado outra lápide. A foto é de Francesca Brandão. O homem fica impressionado. Isto parece coisa de filme.

 Ontem essa mulher estava à minha frente na banca. Hoje está estampada numa lápide. Atrás de uma peça solta percebe um orifício estreito. Enfia a mão com dificuldade e puxa uma pequena caixa de metal. Dentro da caixinha há uma chave pequena, um mapa da mansão e uma frase escrita com letra antiga.

 Por detrás dos livros que Pilar nunca leu, encontrará o que precisa. O Toniel solta um riso nervoso. Tô começando a gostar deste Artur. Mas quando chega à mansão, descobre que a a sua família foi despejada da mansão e que estão proibidos de se aproximar. Pilar já aparece a mandar decorar tudo para uma festa com arranjos caros, luzes e taças.

 Ulisses ri-se no salão. Hoje comemoramos a casa livre da família daquela viúva. Pilar responde: “Livre dela, livre da família dela e livre da memória mole do meu irmão.” O Toniel vê os decoradores entrando com flores e não pensa duas vezes. Pega em dois arranjos, baixa a cabeça e mistura-se o grupo. Ninguém presta atenção ao idoso carregando vasos.

 Passa por Pilar que reclama das flores sem olhar para o seu rosto. Mais branco. Quero tudo branco. Essa casa precisa de parecer limpa novamente. O Toniel cerra os dentes, mas segue. Chega à biblioteca, encontra a estante indicado no mapa e puxa um livro antigo. A parede faz um estalido baixo. Atrás dos livros, surge um cofre estreito.

 A chave entra sem esforço. Dentro do cofre, o Toniel encontra uma pasta azul, um envelope vermelho, um cartão bancário no nome de Adriana Brandão, um pendente antigo e uma carta de Artur. Ele lê a primeira linha e os olhos enchem. Se Otoniel encontrou isso, é porque a minha mãe conseguiu cumprir a promessa que eu fiz quando era menino.

 Na pasta azul há documentos de uma fortuna que Artur escondeu e que os Brandão nunca souberam da existência. No envelope vermelho a provas, registos de depoimentos combinados, [música] cópias de transferências, mensagens recuperados e uma declaração de Artur dizendo que a Adriana deveria ser protegida se ele não pudesse falar por si.

 Otoniel ainda encontra outra pasta menor com um bilhete para Adriana. Você vai sair da prisão para fazer justiça e O seu passaporte paraa liberdade está aqui. No interior há endereço de salão reservado, roupa já paga, um juiz contratado e uma ordem de posse do mansão. O Toniel leva tudo ao Pedro que atua rápido. Quando a Adriana vê a letra de Artur, começa a chorar.

 Pedro diz: “Ele preparou o seu regresso. Adriana responde: “Se é para voltar, que seja em grande estilo”. O Toniel segura a mão do neta. Volta como a dona de tudo. À noite, a festa do Pilar está cheia. Ela levanta uma taça no meio da sala. A casa dos Brandão volta a ser dos Brandão. Ulisses aplaude, Silvana sorri e os sobrinhos riem como se a vitória já estivesse escrita.

 Eles comemoram como se a melhor coisa que tivesse acontecido fosse a partida de Artur. Afinal, agora podem usufruir da fortuna. Nesse instante as portas se abrem. Adriana entra elegante, firme, com Pedro de um lado e Toniel do outro. O salão inteiro fica mudo. Pilar perde o sorriso. Como esta mulher saiu da cadeia? E pior, quem deixou entrar essa mulher? Adriana responde: “O Artur Pilar tenta rir.

O Artur já não manda em nada. A única casa que ele manda é no seu túmulo. Pedro abre a pasta azul, mandou-a antes de falecer e mandou melhor que todos vós vivos. Os oficiais entram e anunciam que a mansão, a fortuna escondida e os direitos de posse pertencem a Adriana por documento assinado e registado. Pilar tenta arrancar a pasta, maselvanta a voz.

nem encosta. Foi uma criança que me mandou encontrar isso. E criança de verdade não mente como vocês. O Pedro mostra as provas do envelope vermelho. Transferências para silenciar as pessoas. Mensagens sobre a armação contra Adriana. Pilar grita: “Isto é uma armação. Essas provas são manipuladas. A família do Artur percebe que a casa caiu para eles.

 Do cimo da escada, [música] Francesca e o menino observam o movimentação, mas ninguém repara na presença deles. Adriana caminha até Pilar, não grita, nem sequer levanta a voz, apenas olha para a mulher que festejou a sua prisão e fala: “Brendeste na minha casa, pensando que estava acabada. Agora vai sair dela para viver na rua.

Está falida.” Pilar tenta responder, mas a voz falha. Adriana vira-se para os convidados. Quem veio festejar a minha queda pode ir embora. Esta casa não vai servir de palco para a mentira. Um a um, todos saem. Ulisses tenta levar uma caixa, masel tira-lhe da mão. Aqui dentro até a Flor tem dono agora. Adriana agarra pilar pelo braço, vai até ao porta e atira-o para a sarjeta.

Isto não vai ficar assim. Não vai. Quando o salão se esvazia, o Toniel vê Francesca no cimo da escada, de mãos dadas com o menino. Ninguém olha para eles, só ele. O miúdo sorri como na banca. Francesca inclina a cabeça como se agradecesse. O Toniel sussurra: “Eras tu, Artur?” O menino não responde, apenas aponta para o pendente antigo que ficou dentro da pasta.

 Adriana abre o pendente [música] e vê a foto de Francesca mais nova. De um lado e do outro marido de Francesca, pai do Artur, como se ainda tivesse um grande segredo a ser revelado sobre o pai de Artur. O que achou do Otoniel seguir todas as pistas que a A Francesca e o Artur deixaram? Que nota acha que ele merece? Coloque a sua resposta aí nos comentários.

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