The Most Haunted Farm in Brazil?

Cada sala, cada parede, cada teto transportam uma energia que muitos descrevem como sufocante. O subsolo, onde funcionava a cenzala, ainda é considerado pelos visitantes como o ponto mais pesado da construção. Muitos relatam ouvir gemidos, correntes arrastando-se pelo chão e até o choro de crianças e mulheres, como se os espíritos daqueles que sofreram sob o barão ainda tentassem escapar.

O ar ali é frio e húmido e a sensação de ser observado é constante. Alguns afirmam que ao entrar sentem mãos invisíveis roçando-lhe as costas ou braços. Um toque frio que paralisa a espinha. A nossa equipa chega à região rural de Araras, no interior de São Paulo. Diz a lenda que por volta de 1840 aqui em Araras vive um barão com uma história que envolve muitas mortes e aprisionamentos.

 A história é passada de geração em geração. Há quem acredite que ainda hoje a alma do Barão atormenta quem vive junto ao casarão e ao túmulo dele também. O senhor mora aqui na zona? Moro. Eu vim em 73. Sou até hoje na região aqui e sozinho aqui se for para andar à noite. Ah, eu nunca andei, já viste? E se hoje viu algum algum lugar específico que tem um túmulo, um buraco, que o pessoal diz que há muito lugar assim nessa quinta à noite eu ia acender as luzas e até durante 7 horas, 7:30, 8 horas da noite, vi várias várias coisas que me assustavam.

É voz, é vulto, é é ruído, é o quê? Ah, normalmente temos um cão, há alguma coisa que me acompanhava, não é? A vechorrinhos vinha de roda de mim, ficava chorando e eu assustava-me daquilo porque é esquisito. Bicho é sensitivo, certo? Bicho sente, coisa fora sente. Ó, senhor Sílvio, se se eu lhe disser que eu vou hoje à noite lá sozinho, acho que é meio perigoso? Tem coragem? Eu para falar a verdade para ti, que eu sou nascido criado em quinta.

 Eu não sou muito depositar confiança de andar. É, não, porque nós algo estranho a gente fica meio, não é? Tá, ficamos meio com medo. Relatos na internet e de moradores locais só reforçam o terror que envolve a quinta angélica. Vultinhando pelo canavial à noite. Gritos inexplicáveis ​​ecoam entre os corredores do casarão.

 E portas que se abrem e fecham sozinhas. São fenómenos relatados com frequência. Na quinta vizinha ouvimos mais histórias. O Didi é segurança e dia destes ele jura que viu assombração. Gente, vi um vulto mais ou menos assim no escuro que eu fico lá em cima, não é? A luz apagava e eu fui lá, não é? Aham. Passei a adrenalina aqui em cima.

Foste, foste corajoso. Até foi tirar limpo, não é? Que não pode ficar na dúvida, certo? As histórias sobre Barão continuam. que ele saía com as escravas e a a mulher descobriu, a sua mulher descobriu e ele quando ela descobriu, ele trancou-a durante 7 anos no sótom e ela cortava-se e com o sangue ela escrevia na na parede e ficou louca.

Só para perceber, isto é lá na casa que eu quero ir lá. É tudo isso. Aham. Por aqui, o Corajoso, que é corajoso, já foi visitar o túmulo do Barão. Uma mulher que vivia aqui, depois fomos visitar o o túmulo do Barão e ela ficou desafiando-o que saía com as escravas. E depois disse que chegou a noite aqui, ela não conseguiu dormir.

Ela não conseguiu dormir porquê? diz que ele estava a assombrar. Ela deixou por escrito que o seu desejo era ser enterrado juntamente com os escravos. O barão, mesmo após a morte, mantém uma energia perceptível. Inicialmente sepultado no cemitério de Rio Claro, foi encontrada uma carta décadas depois com um pedido final, ser reenterrado junto dos escravizados que sofreram sob o seu comando.

Hoje, o seu túmulo encontra-se no meio de um canvial. Visitantes relatam opressão intensa, arrepios que percorrem a espinha e a impressão de que o barão ainda observa e controla o espaço à sua volta. Olha só, parecendo um frango arrepiado. Vocês querem que eu vá primeiro? Acender uma vela ou deixar oferendas é comum.

 Confesso-vos que é bem bem assustador e muitos afirmam que os seus pedidos são atendidos. É curioso pensar quem que traz isso, porque até nós, onde sabemos, quem leva, não é, estas homenagens aos cemitérios, aos túmulos, são os familiares. E até onde a gente falou aqui com o pessoal, não resta nenhum dos familiares do Barão na região.

 Se foi para pagar o que tinha a pagar, não é? Ai, eu acho que devemos ir embora. O terror da quinta é reforçado pelo passado cruel do Barão. Escravizados, mulheres da quinta, até os visitantes eram tratados com violência. Relatos antigos contam que ele ordenava castigos públicos para reforçar o seu domínio e a quinta tornou-se conhecida por histórias de sofrimento e terror que atravessaram gerações.

combinação da sua crueldade em vida e das manifestações sobrenaturais atuais transformaram o palacete e os seus arredores num verdadeiro portal para o passado sombrio, onde cada pedra, cada corredor e cada sombra transportam a memória do sofrimento. Eh, nós estávamos a chegar lá e o Marcel chegando ao casarão resolveu nos contar que a mãe, antes de ele sair de São Paulo, teve um sonho.

 E nesse sonho ela via-nos a correr, mas a correr muito, que era num descampado total. E a mãe do Marcel disse que percebe das coisas, então ligamos para ela pr ela fazer uma rezinha lá. A história da baronesa esposa do Barão, é talvez mais assustadora. Mantida trancada no terceiro andar durante 7 anos, a sua vida foi um tormento de isolamento absoluto, alimentada apenas por restos passados ​​por baixo da porta.

 A solidão extrema e o confinamento transformaram o seu corpo e mente em instrumentos de sofrimento que ainda ecoam pelo palacete. Testemunhas relatam que no piso superior a temperatura despenca de forma inexplicável. Reza a lenda que quando a a agonia tornou-se insuportável, a baronesa conseguiu escapar do quarto, mas não encontrou a liberdade.

 Num ato desesperado, atirou-se do terceiro andar. Desde então, a sua silhueta é vista subindo e descendo escadas ou observando pelas janelas, como se o espírito ainda estivesse preso aquele lugar. Com os últimos raios de sol, entramos na mansão. O negócio que está tão fechado assim, deve haver algum motivo, não é, gente? Tem que se ter muito cuidado porque estas tábuas aqui estão podres, por isso tem que ver onde pisamos, viu? Pra gente não cair. Então vamos fazendo assim.

Andamos com muito cuidado, pois parece que tudo pode desmoronar a qualquer momento. Encontrámos essa escada aí, ó. Essa que leva o quarto onde estava presa a baronesa. Ui, a gente vai subir aqui mesmo. Aqui que dá acesso ao sótel onde ela ficava. Ai, ele à medida que subimos, o medo e a tensão aumentam.

 Consegui avistar a janela de onde a baronesa se atirou, mas o caminho torna-se mais perigoso ainda. Será que era aqui que ela ficava? Na viga. Na viga. É aqui que ela ficava. Eu vou pela viga, então. Eu vou segurar-me nas paredes também. Qualquer coisa subo igual quando era criança. Ah, mas o seu barulho. Que barulho é este? Está a bater coisa agora.

 Barulho de garrafa. Os barulhos começaram a surgir. Ai ai ai ai ai ai ai ai. Vamos embora. Vamos embora. Caiu mesmo. Caiu mesmo por questão de segurança, porque a casa está a desmoronar e também porque estamos a ouvir uns barulhos muito estranhos. Eu nem sei dizer o que que é. A gente veio aqui completamente, não é, numa questão de curiosidade para saber o que é.

 Mas realmente tem barulhos muito estranhos vindos de tá tá toda a nossa equipa aqui em cima, não não há ninguém lá em baixo e há barulho lá embaixo. Tem barulho de vidro, tem barulho de garrafa. Mas a baronesa não é a única presença relatada. Outros relatam a presença do próprio barão. Uma sombra impotente que parece vigiar os visitantes do palacete e do canavial, mantendo o seu domínio mesmo após séculos.

O palacete e o túmulo do Barão se tornaram-se referência na internet para aqueles que procuram relatos sobrenaturais. Vídeos de drones captam imagens misteriosas. A energia do local é descrita como quase consciente, capaz de criar um clima de medo que envolve todos os sentidos. O frio na pele, o cheiro a mofo e a terra húmida, os sons de passos e sussurros invisíveis.

Tudo contribui para uma experiência intensa e inesquecível. Caçadores de fantasmas registaram vídeos que mostram sombras que atravessam salas e corredores ou a figura da baronesa à janela do terceiro andar. Quando lhe pergunto quantos filhos teve, dis que tinha 52 filhos com casa escrava, não é? Com a baronesa teve apenas um casal.

E ó, a informação que mais me preocupou até agora. Ela, ele veio o pessoal filmar ali uma vez e depois foi ele com a mulher dele e ela foram lá à noite, ela caiu, partiu o braço lá perto do túmo ali perto do tumo. Ela foi lá fazer era uma curtametragem, qualquer coisa assim, foi mexer o que estava quieto e partiu o braço.

 Depois disso começámos, toda a gente andava assim, ó. Cuidado, cuidado, cuidado. Mas ela quebrou o braço sem entrar. Só de quem visita o local não encontra apenas vestígios de uma época antiga, encontra um portal para o terror. Entretanto, o Jorginho, que é o nosso tudão, é motorista, mas é tudo, tira foto. É um fofo.

 Estava ali tirando foto normal, tiramos sempre para mandar para a família, né? Manda no grupo fotinho e tal. De repente, ai de repente isto aqui é, chamou-me a atenção, ó. Este este formato aqui, ó, chama- atenção. É o rosto de uma tirou diagon. Vem, vem. Aqui está o rosarão uma vez que tem no perfil. Ah, é muito impressionante. Bateu na janela.

Eu vou buscar o ó. Por quê? Porque todos os dias veio um gajo aqui tirar umas fotos e ele disse que parecia a baronez no na janela aqui, ó. Olha aqui, pá. Tá. Dá para ver daqui? Se consegue ver dali? Do seu lado. Está do seu lado. Ah, aqui ao meu lado. Está na car. E você acredita que espíritos de opressores e oprimidos permaneçam igualmente presos aos locais onde viveram? Adoraríamos ouvir a sua opinião.

 E se gostou do vídeo, não se esqueça de gostar, partilhar e deixar o seu hype. E para os que ainda não se inscreveram, este é o momento. Esperamos vê-los em breve. Até lá. Ah.

 

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *