A Decisão Que Impediu o Jogador Perfeito de Virar Lenda

A Decisão Que Impediu o Jogador Perfeito de Virar Lenda

Então, ouça isso. Sabe o que o presidente do Werder Bremen disse quando perguntaram por quanto ele venderia o Diego? Se quiserem tirar ele da gente, vão ter que me matar primeiro. E ele não estava sozinho. Naquela época, Diego parecia ter o mundo do futebol na palma da [música] mão, com lendas aplaudindo o novato por todos os lados.

 No Brasil, Ronaldo não escondia o orgulho que sentia pelo garoto e fazia questão de deixá-lo em evidência. O próprio Zico afirmou que ele o lembrava de si jovem enquanto Altafine disse que era ainda melhor, mais rápido e mais versátil. [música] Na Itália, Anastasia o chamou de uma mistura de Zidani, Bgio e Platini, enquanto Viali literalmente disse que ele valia tanto quanto Messi ou Ronaldo, um dos três melhores jogadores do mundo.

 Até na Alemanha, o grande Becken Bower disse que ele era o jogador perfeito, que o motivo do Bremen atropelar o Bayern era simples. Eles têm o Diego e nós não. Naquele momento realmente parecia que nada podia dar errado. O seu futuro no topo do futebol mundial era visto com tanta certeza que quando Ozil começou a brilhar o chamavam de o próximo Diego.

 Bayern, Real Madrid, Juve, todos o queriam. E não era só porque tinha sido nomeado para a bola de ouro ou porque tinha feito quase 100 participações em gols em apenas três temporadas no Bremen. A verdade é que todo mundo já sabia que ele era um talento de uma geração 8 anos antes. Quando o Santos entrou em crise sem ganhar nada em nível nacional desde os tempos do Pelé, com dificuldade até para pagar seus jogadores e vendo vários deles irem embora, eles não tiveram escolha a não ser recorrer aos garotos da base. O país inteiro zombou disso,

mas enquanto riam não perceberam que aqueles nomes aparentemente comuns ainda seriam conhecidos no mundo todo. O Alex, Elano, Rubinho e, acima de todos o Diego, que com apenas 16 anos na sua primeira temporada como profissional recebeu a camisa 10 do Pelé e a responsabilidade de salvar o próprio clube.

 Aos olhos de todos no país, esta era uma missão impossível. Mas só até ele tocar na bola. A forma como Diego se portava em campo não fosse o seu rosto de menino, você pensaria que estava vendo um veterano e faltando dois jogos para o início da temporada do campeonato, ele teve seu próprio batismo de fogo. O São Paulo tinha simplesmente o melhor time do Brasil, Ceni, Júlio Batista, Luís Fabiano, mas principalmente o Kaká de 20 anos.

 E como não existe forma mais clara de provar que você é o novo dono do trono do futebol brasileiro do que bater de frente com quem está lá, foi exatamente isso que o Diego fez. Graças às suas duas assistências, o Santos tinha anunciado ao país que não era de se brincar, mas se daquela vez ele saiu por cima, seis meses depois, quando se reencontraram, foi um desastre.

 Veja bem, um gol atrás com minutos restantes no relógio e três cartões vermelhos na súmula já, Diego perdeu um pênalti e depois pôde repetir a cobrança só porque Seni tinha saído da [música] linha. E assim que marcou, teve a audácia de correr 60 m só para comemorar pisando no escudo do São Paulo, irritando o estádio inteiro e sendo cercado pelos jogadores adversários apenas para ficar em desvantagem novamente 5 minutos depois.

Num único lance, Diego desfez todo o seu trabalho e convenceu o país inteiro de que não passava de um moleque arrogante. Mas felizmente para ele, um mês depois veio a redenção. Com o Santos chegando à fase eliminatória do Brasileirão no saldo de gols e tendo que enfrentar o São Paulo de novo, o Diego marcou nos dois jogos e levou o time às semifinais.

Como disse o companheiro Wellington, eles eram os favoritos. No dia em que os vencemos, voltamos para a cidade e havia um mar de fãs esperando. Foi precisamente quando percebemos que podíamos ganhar tudo. [música] E 10 dias depois, na final, foi Diego quem deu uma assistência incrível para o golo que colocaria o Santos na frente.

 Quando tudo acabou, Diego se tornou o jogador mais jovem a vencer o Campeonato Brasileiro. E enquanto a maioria dos recordistas anteriores eram apenas reservas em algum super time, Diego era o jogador estrela em uma das maiores histórias de superação na história do futebol e eles ainda não tinham terminado.

 No ano seguinte, a Libertadores já estava no caminho deles e na fase de grupos, o Diego participou de seis gols em seis jogos. Teve cobrança de falta, teve assistência de calcanhar, teve de tudo. Ele já estava em todas as manchetes e logo no primeiro jogo da fase eliminatória, ele fez uma das melhores atuações que já vi, dando passe após passe, participando de todos os quatro gols enquanto o Santos segurava o empate.

 Ele simplesmente não parou. [música] Nas quartas, ele marcou talvez o gol do torneio e na semifinal deu a assistência para o primeiro e depois fez um cruzamento absurdo para o terceiro, levando o time à primeira final em 40 anos. Mas justo quando a história ficava ainda mais épica, o Boca Juniors passou por eles sem dó.

 Mesmo assim tinha sido um ano incrível. A Nike elegeu ele o melhor jogador da América do Sul. Ele não só recebeu a primeira convocação pra seleção, como também se juntou ao Kaká para levar o sub-23 do Brasil até a final da Gold Cup, que nem é um torneio feito paraas seleções sub-23. E o próprio Pelé disse que ele tinha potencial para ser melhor do que ele foi, o que é simplesmente absurdo.

 E para coroar tudo isso, o próprio Ronaldo chamou ele para um jogo festivo entre ele e o Zidane. Aos 18 anos, o Diego estava numa lista de convidados que incluía Roberto Carlos, Rivaldo e Beckan. Mas aí como infelizmente viraria rotina na carreira dele, as coisas começaram a desandar. Em janeiro de 2004, o Brasil foi eliminado do torneio pré-olímpico e ficou de fora da competição por completo.

 E quando tudo acabou, mesmo que Diego tivesse se envolvido em seis gols em sete jogos, as pessoas não abandonaram a ideia de que ele era apenas um garoto arrogante. Então ele foi transformado em bod expiatório. que por mais que vários jogadores tenham saído em defesa dele, mesmo tendo virado capitão no Santos, em julho, ele acabou sendo convocado pra Copa América.

 E depois de um torneio discreto passado quase todo no banco, foi o Diego quem apareceu nos segundos finais da decisão, dando a assistência pro gol que levou o jogo pros pênaltis e permitiu que o Brasil ficasse com o título. Mas por mais que a torcida estivesse disposta a perdoar naquele momento, já era tarde demais. Só algumas semanas depois, o Porto, [música] campeão europeu, já tinha assinado com ele.

 E se três anos antes ele já tinha recebido uma missão impossível, dessa vez não era muito diferente. O trabalho dele no novo clube seria substituir o Deco, segundo colocado na bola de ouro naquele ano e talvez o maior camisa 10 da história do Porto. Tudo isso enquanto o time inteiro ainda lidava com a saída do José Mourinho.

 Ainda assim, mesmo que o Porto desmoronasse sem um craque por perto, passando por três treinadores num único ano e marcando míseros 39 gols em [música] toda uma temporada da liga, Diego era um farol de esperança. Por mais que ele não estivesse enlouquecendo ninguém, ainda mais depois de 4 anos vendo um gênio como o Deco em [música] campo, dava para enxergar o potencial que ele tinha.

 E com o Porto vencendo a Copa Intercontinental, mesmo no meio de todo aquele caos, o Diego pôde se chamar de campeão mundial aos 19 anos. mesmo que mais uma vez tenha sido expulso por comemorar além da conta. De qualquer forma, com o início da segunda temporada e co Adrianze assumindo a equipe, não havia indícios de que seu tempo no clube terminaria tão cedo.

 Na verdade, com 17 jogos no campeonato, o Porto em primeiro com seis pontos de vantagem e Diego era mais que um titular regular. mas depois nas próprias palavras dele estava tudo bem. Mas perdemos um jogo e o treinador me chamou numa sala com um tradutor. Ele disse que ia mudar o sistema tático, que eu não era mais necessário e que eu devia procurar outro clube.

 Numa temporada em que ele planejava garantir uma vaga na Copa do Mundo, de repente virou um completo excluído, sem jogar um único minuto nos últimos 4 meses. Mas embora todos os clubes do Brasil o procurassem tentando convencê-lo a voltar, Diego rejeitou todas as ofertas. Ele havia prometido a si mesmo que alcançaria o topo do futebol mundial e não sairia da Europa até que tornasse isso realidade.

 E assim, em maio de 2006, o Diego finalmente assinou com o Verder Bremen, mas de novo entregaram para ele a camisa 10 e pediram para substituir ninguém menos que o Johan Mikud, considerado por muita gente o maior jogador da história do clube. Mesmo sendo totalmente tóxico jogar esse tipo de expectativa em cima de um garoto de 21 anos, o Diego, assim como tinha feito no Santos, fez o impossível parecer fácil.

 Em sua estreia, ele venceu o Bayern e levou a Liga Pocal. Na estreia da Bundesliga, marcou um gol e deu duas assistências. E seis dias depois ele deu mais duas assistências, sendo eleito o jogador do mês da liga, o que, acredite, virou um hábito para Diego. Em outubro, com três gols e quatro assistências em três partidas, ele ganhou de novo.

 Em dezembro, fez o terceiro e quando o ano virou, já estava sendo eleito o melhor jogador da liga. A Diego Mania tinha tomado conta da Bundesliga e ficou bem claro, bem rápido, que o Diego era o tipo de jogador que precisava ser tratado com cuidado, como um jornal escreveu certa vez, Diego é a definição perfeita de uma estrela.

 Quando um jogador entrega o que ele entrega, algumas indiscrições dá para deixar de lado. E foi exatamente isso que o incrível Thomas Shaf entendeu, algo que muita gente simplesmente não conseguia. O que deveria ter sido uma carreira incrível, acabou virando uma montanha russa tóxica. Mas a gente já chega lá. Por enquanto, o Diego ainda tava jogando um absurdo durante a segunda metade da temporada, mesmo com o Bremen desacelerando e permitindo que Shawk e Stuttgart assumissem a liderança, Diego nunca parou de brilhar.

 Talvez jogando sua melhor partida da temporada nas quartas da Copa da UEFA, demolindo o AZ Alkmar com um gol e duas assistências. Mas se algo definiu aquela temporada, foi seu gol contra o Alemânia Ashen. Com olheiros do Real Madrid e o próprio Pelé nas arquibancadas, Diego fez um golaço de mais de 55 [música] m.

 E ao fim da temporada, embora o Bremen não tenha sido campeão, a revista Kicker nomeou Diego o melhor jogador do país. E com a Copa América acontecendo naquele verão, aquilo era para ser o grande momento da carreira dele. Ou pelo menos teria sido se o Dunga não tivesse deixado o Diego só assistindo do banco enquanto o Brasil levantava o troféu.

 Basta olhar aquele time titular, é coisa de outro mundo. Mas enfim, assim que a segunda temporada começou, Diego voltou a todo vapor. Logo nos play-offs da Liga dos Campeões, ele foi o homem do jogo, marcando um e assistindo o outro para colocar o Bremen na competição. E uma vez lá, embora fossem eliminados na fase de grupos, sua atuação contra o Real Madrid foi tão impressionante que o próprio Vanistel Roy disse que ele tem que jogar pelo Real.

 E foi exatamente quando o Flirt começou. Jogador e clube num vai e vem elogiando-se mutuamente. De fato, a coisa ficou tão intensa que o presidente do Werder Bremen teve que intervir, proferindo as famosas palavras: “Se quiserem tirar o Diego da gente, vão ter que me matar primeiro. O Diego só sai do Bremen por cima do meu cadáver.

 Ninguém do real falou comigo. Ele tem contrato por muitos anos e vai ficar aqui porque ele é nosso.” Ainda assim, quando a temporada terminou, os rumores só aumentaram. Com o Diego convocado para os Jogos Olímpicos, ele marcou dois gols e deu quatro assistências em seis partidas, ajudando o Brasil a conquistar a medalha de bronze, o que só fez crescer ainda mais o interesse em torno do nome dele.

 Mas [música] embora a temporada seguinte fosse facilmente a melhor de sua carreira, foi também a que a arruinou. Não acredita em mim? Pois bem, então saiba que depois que Diego jogou contra a Bolívia, um mês após o início daquela temporada, ele nunca mais jogaria pelo Brasil. Mesmo assim, naquela temporada, Diego fez 21 gols e deu 11 assistências, tudo jogando no meio-coampo.

 Na Copa da UEFA, o nome dele dominava as manchetes, marcou e deu assistência contra o Milan e nas quartas de final anotou quatro gols absurdos. E quando por acaso encontraram o Hamburgo nas semifinais, totalizando quatro derbis em apenas 19 dias, ele fez história levando o Bremen a vencer todos os quatro confrontos. >> [música] >> E mesmo que ele também tenha acabado levando um amarelo e ficado de fora da final da Copa da UEFA, que o Bremen simplesmente não conseguiu ganhar sem ele, vou te dizer, aquele orgulho que ele deu pra torcida valeu mais do que

qualquer título, ainda mais porque uma semana depois ele compensou tudo, dando a assistência pro gol decisivo na final da Copa da Alemanha, levando o troféu para casa. Quando tudo terminou, o Diego foi indicado ao prêmio de melhor do mundo da FIFA e também a bola de ouro. Naquele momento, ele era, sem dúvida um dos melhores jogadores do planeta.

 Mas aí ele cometeu um erro. Seu sonho era jogar com Guardiola, mas o Barça nunca o quis. Quando o Bayern o fez, ele não traiu o Bremen e sendo real o que é, eles se recusaram a garantir para ele uma vaga no time titular e isso não desceu muito bem para ele. E assim, com a Juventus, sabendo da aposentadoria iminente de Nedved e ainda desesperada para se reerguer do escândalo Calció, que arrebaixou a segunda divisão, estavam dispostos a torná-lo a contratação mais cara em quase uma década e prometeram construir um projeto

em torno dele, tornando-o o mais bem pago do time e assim ele cedeu. Foi tão chocante na época que até a lenda do clube Jean-luca Viali admitiu que ficou chocado por ele ter escolhido a Juve em vez do Real. E um ano depois, mesmo com o Diego carregando o time com 22 participações em gol, a Juve colocou o ex-jogador Ciro Ferrara como técnico, achando que ele seria tipo um Guardiola no Barcelona.

 Mas em vez disso, ele afundou o time no sétimo lugar, jogou fora todo o trabalho que o Hanieri tinha feito nos dois anos anteriores e praticamente derrubou o valor de mercado do Diego pela metade, acabando com toda a empolgação em cima do nome dele e com qualquer esperança de ser convocado pra Copa do Mundo.

 O Diego, com só 24 anos, ficou tão traumatizado com aquilo que na primeira chance tentou voltar pro Bremen. E quando disseram para ele que isso era impossível financeiramente, ele foi pro Wolfesburgo, achando que era perto o bastante, mas o que esperava por ele lá era só mais do mesmo. Com o Wolfsburgo em queda livre, após o título da Bundesliga em 2009, eles contrataram o Diego pelo maior valor da história do clube, acreditando que isso resolveria tudo.

 Mas em vez disso, ele entrou num grande conflito público com o técnico Steve McLaren, que terminou com o Diego desobedecendo, batendo um pênalti que não era dele enquanto o time perdia pro Hannover, isolando a bola, perdendo o jogo e jogando o Wolfsburg para 13º lugar, a um ponto da zona de rebaixamento. Isso resultou na demissão do McLaren e fez o Diego, além de ser multado, cair de vez em desgraça com a diretoria.

 E enquanto isso, o novo treinador Félix Magat acabou deixando ele fora do elenco no jogo decisivo contra o rebaixamento. E o Diego simplesmente saiu do centro de treinamento sem dar explicação nenhuma, rompendo de vez qualquer relação que ainda tinha com o clube. A partir daí, ele entrou num ciclo vicioso em que o Wolfsburg se recusava a vender o Diego por pouco dinheiro, enquanto outros clubes tentavam tirar vantagem deles o tempo todo.

 E mesmo que o Diego tenha passado um tempo emprestado ao Atlético, onde formou uma dupla assustadora com o Radamel Falcão, dando três assistências na semifinal contra o Valência e depois marcando e assistindo na final, conquistando a segunda taça da Liga Europa do Clube, as negociações ficaram complicadas. Eles só chegaram a um acordo um ano e meio depois, já depois de verem o Atlético entregar a final da Champions no último minuto.

 E com seu 30º aniversário chegando num piscar de olhos, ele partiu para o Fenerbat. Mas como todos presumiram que seu tempo nos holofotes havia acabado, após duas temporadas pouco memoráveis na Turquia, ele fez um retorno, ou eu acho dois. Em 2016, o Diego chegou ao Flamengo numa transferência que deixou a torcida tão empolgada que o nome dele ficou nos assuntos mais comentados do mundo no Twitter. E olha, ele fez jus ao hype.

Apelidado pela mídia de efeito Diego, o Flamengo saiu de um time mediano para um time fortíssimo de uma temporada para outra. Em 2018, o Diego já tinha recuperado tanto a reputação que até começou a rolar rumor de convocação pra Copa do Mundo. Mas como sempre, foi ali mesmo que tudo explodiu de novo, com Diego de repente a render menos, sendo relegado para o banco, quase saindo para o Orlando City, onde ironicamente substituiria Kaká, mas acabou por escolher ficar e dar a volta por cima só para depois partir a perna e ser dado

como fora do resto da temporada, razão pela qual eu disse que ele fez dois regressos. nas palavras dele, todo mundo mandou eu parar falando que com 36 anos, já sendo ídolo, eu ia arriscar tudo, mas eu disse para todos que ia voltar e ganhar a Libertadores. Dois meses depois, inacreditavelmente o Diego estava de volta em campo.

 E mesmo que ainda levasse um tempo até ele voltar a ter minutos de verdade, em novembro, com o Flamengo atrás, na final da Libertadores, [música] a profecia dele se cumpriu. Ele entrou e o famoso efeito Diego começou a acontecer. Com um minuto no relógio, recuperou a bola e puxou o contra-ataque que empatou o jogo.

 E já nos acréscimos deu o passe pro Gabigl marcar o gol da virada. No fim da partida, o Jorge Jesus se referiu ao cara que um dia foi conhecido como mimado como um dos maiores capitães que ele já teve o prazer de ver. E se ainda existia alguma dúvida sobre o status dele como lenda do futebol tr anos depois, na última temporada da carreira, já muito mais uma figura de vestiário do que uma estrela em campo, ele levantou a Libertadores de novo, se tornando o segundo capitão mais vitorioso da história do clube, com só um título a menos que o grande Zico.

Talvez as comparações não fossem tão absurdas assim. M.

 

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