A NOBREZA DO AMOR: ANA CLARA GANHA DESFILE E DEIXA GRAÇA E VIRGÍNIA SE MORDENDO DE INVEJA!

A NOBREZA DO AMOR: ANA CLARA GANHA DESFILE E DEIXA GRAÇA E VIRGÍNIA SE MORDENDO DE INVEJA!

E nos próximos capítulos da novela A Nobreza do Amor, Graça não se aguenta de inveja da própria filha e decide rasgar o vestido de Ana Maria. Porém, Caetana verá toda a cena e sussurra: “Este infeliz vai pagar e vai ser da pior forma”. Casemiro, ao descobrir o que a esposa fez, ele decide vingar-se e fala: “Não te preocupes, Caetana.

 A graça já aprontou demais e agora ela vai ter o que merece. Caetana, curiosa, pergunta o que o patrão pretende fazer e Casemiro responde: “Vou contar o segredo que só nós os dois sabemos da graça. O segredo que ela tenta esconder a todo o custo.” Caetana arregala os olhos ao aperceber-se que o patrão iria desmascarar a própria esposa e revelar algo que a fará ser humilhada em frente de toda a cidade.

Isto tudo terá início quando Ana Maria chega a casa e avisa que está muito feliz após ter visto como ficou o vestido preparado por Lúcia nela. Graças se mordendo de inveja rebate. Acho um desperdício, uma sem graça como tu vestir algo tão elegante. Casemiro interrompe a mulher e manda. Deixa-te disso, Graça, pois eu acho que a A Ana Maria tem muitas hipóteses de ganhar esse concurso.

A Ana Maria olha para o pai. agradece e diz: “Não acho que seja para tanto, papá, mas eu bem que gostaria. Mirinho não perde a hipótese de alfinetar a irmã e aproveitando que Virgínia estava ali presente, avisa: “Pois me desculpe, meu pai, mas se a Virgínia está nesse concurso, a vencedora não pode ser outra”.

Graça concorda e completa dizendo: “Agora o mirinho disse uma verdade, onde já se viu, Ana Maria, achar que pode ganhar à Virgínia?” Casemiro irrita-se e grita: “Cala a boca, graça, já está a passar dos limites.” Ana Maria, sentindo-se ofendida, olha à sua mãe e pergunta: “Não sei porque a senhora faz sempre questão de pôr-me para baixo.

” Virgínia tenta acalmar as coisas e diz que é tudo uma brincadeira. Ana Maria retorque: “Não é não, Virgínia. A mamã não perde uma ocasião de [música] me colocar a baixo. Nem parece que é a minha mãe de verdade. Parece [música] mais que eu sou adotada. Graça encara-a e manda. Deixa de falar besteira. Ana Maria respira fundo e contrapõe.

 Não é nenhuma asneira. Eu só estou a falar a verdade. Casemiro percebe que as coisas estavam a sair do controlo e manda. Pois vamos terminar esta conversa por aqui antes que alguém diga o que não deve. Não é mesmo graça? A Mejera concorda e entra logo de seguida. Na sequência, ao chegar ao seu quarto, ela atira um vaso ao espelho e grita: “Era só o que me faltava.

 Além de criar aquela desengonçada, ainda escuto a afronta dela. Mas já sei o que fazer para castigar esta sonhadora. Mais tarde, Graça vai à cozinha, pega numa tesoura e diz: “Isto aqui vai ser perfeito”. Porém, nesse momento, chega a Caetana, surpreende a Mejera [música] e pergunta: “Estás a precisar de alguma coisa?” Graça fica nervosa, tenta [música] disfarçar e diz: “Não, só estava de passagem”.

Caetana [música] encara-a e diz: “E esta tesoura é a única que temos aqui na cozinha? A senhora vai levar?” Graça olha para a tesoura e responde: “Bem, eu estou a precisar dela, mas depois trago de volta”. E após dizer aquilo, ela sai. Já Caetana, achando tudo aquilo muito suspeito, ela comenta: “A dona Graça levando uma tesoura, ela nunca faz nada sozinha.

 O que será que ela está aprontando?” Curiosa, Caetana vai atrás da patroa e vê o momento em que Graça entra no quarto da filha. Caetana aproxima-se ainda mais da porta e sussurra: “O que será que aquela mijera veio fazer aqui? ainda mais carregando uma tesoura. Ao olhar para dentro, fica surpreendida ao reparar que dentro do quarto, Virgínia já ali estava à espera da sogra.

 A mimada, ao aproximar-se da mãe de Mirinho, pergunta: “Ainda não percebi por a senhora me chamou e nem para que mandar-me vir directamente para o quarto da Ana Maria. Graça responde: “Não podia deixar ninguém o ver a entrar”. Virgínia, sem compreender, pergunta o porquê de todo aquele segredo e em seguida, ao olhar para os lados, ela questiona: “E a Ana Maria? Onde é que ela está?” Graça aproxima-se da Nora e explica: “Ela saiu e não volta [música] tão cedo, por isso é que te mandei vir agora”.

Caetana ouve toda aquela conversa e acha tudo muito suspeito. Porém, ela fica calada para descobrir o que estava prestes a acontecer. Já do lado de lá dentro, Virgínia entrega uma caixa a a sogra e diz: “Trouxe o que me pediu. Só não percebi o por a senhora queria este pedaço de roupa de cangaceiro. Graça explica.

 É muito simples. Vamos rasgar o vestido de Ana Maria e vamos deixar este pedaço de retalho aqui dentro. Assim todos vão pensar que alguém entrou aqui só para fazer essa maldade. Ao escutar aquilo, Caetana arregala os olhos e murmura: “Não acredito que esta cobra vai ter coragem de o fazer com a própria filha”.

 Caetana treme de ódio, porém segura-se para que ninguém repare nela e continua a observar tudo. Já graça ao olhar para a Virgínia, ela mostra a tesoura e diz: “Vou usar isto aqui para colocar a Ana Maria no seu lugar. Ela tem que compreender [música] que nunca vai ser ninguém.” Virgínia fica espantada com a maldade da sogra e pergunta: “Será que não é melhor deixar a pobre participar?” Graça recusa e fala: “Claro que não, ela só me vai fazer passar vergonha.

 E além do mais, a Ana Maria tem de meter na cabeça que ela não nasceu para certas coisas”. Virgínia aproxima-se ainda mais da sogra e solta. O modo como a senhora fala até parece que a odeia a tua filha. Graça retorque. A minha filha, aquilo? A Virgínia é estranha e pergunta: “Como assim ela não é tua filha?” Graça ao perceber que falou demais, ela volta atrás e responde: “Claro que é, e vamos parar com essa conversa da treta, senão daqui a pouco chega a Ana Maria”.

Virgínia concorda e graça, sem perder tempo, começa a cortar o vestido da filha. Caetana, ao ver aquela cena, sente o sangue ferver de raiva, contudo ela se segura e sussurra. Calma, Caetana, agora não é o momento. Após dizer aquilo, ela sai rapidamente. Momentos depois, Ana Maria chega ao quarto, vê o vestido rasgado e grita.

Casemiro e Graça ao entrar e ver aquele cena, aproximam-se. A Ana Maria olha para os dois e fala: “Rasgaram todo o o meu vestido”. Graça finge-se surpreendida e comenta: “Talvez isto seja um sinal, minha filha”. Casemiro, zangado, manda a esposa calar-se e diz: “Sinal de quê, Graça? Está na cara que isto é obra de alguém muito do mau.

” Ana Maria, sem compreender, pergunta: “Mas quem entraria no meu quarto só para fazer uma coisa destas?” Graça olha para o lado, vê o retalho de cangaceiro que ela própria colocou e diz: “Olha só, isto aqui parece um pedaço de roupa de cangaceiro.” Casemiro e Ana Maria estranham e graciosidade continua. Está na cara que foi este bandido que entrou para o fazer com o vestido de Ana Maria.

Casemiro não acredita e diz: “Este história está muito da mal contada. Eu nunca ouvi falar de um cangaceiro que entrasse só para rasgar vestido. Graça finge não saber de nada e Ana Maria retorque. Seja quem for, essa pessoa conseguiu arruinar com o meu sonho. Estava tão feliz. Graça tenta controlar o sorriso, no entanto não consegue.

 Já Casemiro, ao notar a reação da esposa, ele encara-a e pergunta: “Está a rir?” É isso mesmo, Graça? A Graça pensa rápido e responde: “Claro que não, Casemiro. Acontece que no fundo fiquei um pouco feliz. Sim.” Ana Maria pergunta: “Feliz, mãe? Mas como pode a senhora ficar feliz com uma coisa destas?” Graça responde: “Pelo menos assim, tu não vai passar vergonhas à frente de toda a cidade”.

Ana Maria fica ainda mais devastada ao escutar aquilo e comenta: “Então é isto que a senhora acha que eu ia passar vergonha à frente de todos?” Graça sem pensar duas vezes avisa. E não seria exatamente isso que iria acontecer? Ou por acaso acha que ganharia um concurso? Casimiro aproxima-se da esposa e pede-lhe que respeite o momento de tristeza da filha.

 Porém, a graça continua. Eu só estou a dizer a verdade. E digo mais, acho até que o único prémio que a Ana Maria poderia ganhar era de última colocação. Casemiro, ao ver a tristeza nos olhos da filha, manda a esposa parar e chama: “Vamos embora, Graça! Já que não quer ajudar, pelo menos não fique aqui atormentando a pobre da Ana Maria.

A graça não esconde a felicidade e Casemiro, ao olhar para a filha, avisa que precisa de resolver alguns assuntos e sai junto de graça. Já a Ana Maria, ao ficar a sós, senta-se ao lado da cama e começa a chorar. Enquanto isso, Casimiro, ao chegar à sala junto da esposa, ele grita: “O que fizeste foi inadmissível”.

Graça afirma que não fez nada de mais e Casemiro retorque. Nós tínhamos um acordo e não está a respeitar. Dessa forma vou ter que contar a verdade à Ana Maria. Graça altera-se e grita: “Nunca, isso não vou admitir. Seria [música] a maior humilhação da minha vida”. Casemiro, em modo firme contrapõe: “Pois então mude, senão eu conto.

” E após fazer aquela ameaça, sai furioso. Momentos depois, ao regressar a casa, Casemiro dar de caras com Caetana, que avisa ter uma coisa muito importante para falar com ele. Casemiro se aproxima, pergunta do que se trata e se assusta-se quando a mãe do Tô conta tudo o que viu no quarto da Ana Maria. Casemiro, furioso, pergunta: “Como é?” Assim, foi a Graça e a Virgínia que rasgaram o vestido da Ana Maria.

 Caetana confirma e diz: “A Graça não está respeitando o nosso acordo. Ela disse que cuidaria da Ana Maria como se fosse uma filha em troca do meu silêncio.” Casimiro concorda com a criada e avisa que está na altura de revelar a verdade e contar o maior segredo da graça a todos. Caetana encara o patrão e pergunta: “Então, isso significa o que eu estou pensando?” Casimiro concorda e fala: “Eu faço questão que esteja presente ao meu lado.

 A graça vai ter o que merece e você, mais do que ninguém merece estar presente nesse momento.” Caetana fica receosa e Casimiro continua e avisa que também quer Tonho presente. Caetana concorda e sai para chamar o filho. Poucas horas depois, Caetano reúne toda a a sua família e Graça, curiosa, se aproxima-se do marido e pergunta: “Posso saber o porquê desta reunião?” Casimiro responde: “Calma, Graça, vais logo descobrir. Faltam apenas mais duas pessoas”.

Mirinho estranha e diz: “Mais dois pessoas? E posso saber quem são? Porque toda a gente da família já estamos aqui reunidos. Até Virgínia, que o senhor fez questão que viesse, também está aqui. Casemiro pede ao filho para se acalmar e que os seus convidados não vão demorar. De seguida, Ton e Caetana chegam e Casemiro revela que os dois que faltavam eram eles.

 A Graça não gosta nada de ouvir aquilo. E Ana Maria encara o pai e pede: “Pois então conta-nos de uma vez o que é que o senhor tem de tão importante para falar.” Casemiro olha para a filha e diz-lhe que é sobre o nascimento da rapariga. Ao escutar aquilo, Graça percebe que o marido tinha intenção de contar o seu segredo e interrompe-o imediatamente e diz: “Epera, Casemiro, pensa bem antes de falar.

 Casemiro, decidido a contar o maior segredo da família a todos, ele responde: “Já pensei e acho que a Ana A Maria merece saber a verdade. A rapariga é estranha e pede para que o pai contegrém Casemiro não se deixa intimidar e diz: “A graça não é a tua mãe verdadeira, Ana Maria. Todos ficam chocados e Ana [música] Maria pergunta: “Como assim então? Quem é a minha mãe?” Caetana aproxima-se e revela: “Sou eu, a Ana Maria”.

O Tonho, sem compreender, olha para a mãe e pede uma explicação. Porém, antes que ela dissesse alguma coisa, Casimiro toma a palavra e explica: “Isto foi depois da morte do teu pai, Tono. Aproximei-me da tua mãe e tivemos a Ana Maria.” Todos os ouvem tudo atentamente e Casemiro continua. Mas para evitar a falação deste povo, a graça convenceu-nos a fingir que nada aconteceu.

Em troca, ela cuidaria de Ana Maria como sua filha. Tonho, ainda atordoado, pergunta: “Então, a minha mãe foi tua amante?” Casemiro nega e diz: “Nada disso. Nós tivemos um caso num período que eu me afastei-o de graça e estávamos quase nos divorciando-se.” Ana Maria, sem compreender, pergunta: “Então, se isto é verdade, por que razão o Senhor voltou com a graça?” Caetana olha para a filha de sangue e diz: “Fui eu que pedi.

 Eu não queria que fosse criada como uma filha bastarda. Eu queria que todos na cidade te olhasse como filha legítima do Casemiro, assim como o Mirinho.” Graça treme de ódio. E a Ana Maria olha para a falsa mãe, comenta: “Então é por isso que a minha mãe, melhor dizendo, a graça sempre pareceu odiar-me”. Caetana [música] confirma e revela que foi a graça junto da Virgínia que rasgaram o vestido da rapariga.

 Virgínia fica sem palavras e Ana Maria, revoltada aproxima-se de graça e grita: “Você sempre foi um monstro. Tratou-me como se eu fosse um animal. E agora sei o porquê. E devo dizer que estou muito feliz por saber que a minha verdadeira mãe, na verdade, é a Caetana. Caetana emociona-se e Casimiro, ao ouvir aquilo, ele encara a esposa e avisa que vai pedir o divórcio.

 Na sequência, aproxima-se de Caetana e pede a mão dela em casamento, dizendo: “Nós não pudemos viver [música] o nosso amor no passado, mas agora os nossos filhos são grandes e nada nos impede”. Caetana concorda e aceita reatar o namoro com o patrão. Graça fica humilhada ao ver aquela cena e será obrigada a abandonar a casa.

 Já Ana Maria, sentindo-se mais confiante, irá desfilar usando um novo vestido e ganha o prémio de mais bela, ficando em primeiro lugar na frente até de Virgínia. Agora deixe um coração se gostaram de ver a Ana Maria a dar-se bem e Graça a ferrando. E também me digam de qual cidade vocês estão a observar-nos. E não se esqueçam de subscrever o canal e deixar o like para receber todos os dias os novos vídeos da novela A Nobreza do Amor.

 

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