ANCELOTTI CONFESSOU A VERDADE DA HUMILHAÇÃO CONTRA A NORUEGA

ANCELOTTI CONFESSOU A VERDADE DA HUMILHAÇÃO CONTRA A NORUEGA

O Brasil tá eliminado da Copa do Mundo nas oitavas de final. A eliminação mais cedo em 36 anos completos contra a Noruega, um país com 5 milhões e meio de habitantes, menos gente que a região metropolitana do Rio de Janeiro. E o Neymar Júnior se aposentou da seleção brasileira essa noite, chorando, brigando com o goleiro noruego com essa frase repetida dita na frente da câmera do SBT do Brasil: “Eu tentei, eu tentei, mas antes de você chorar junto com ele, deixa eu te mostrar o momento exato onde morreu o Brasil. O doblete do Erling

Halland veio depois, muito depois, quando a seleção brasileira já estava morta no gramado do estádio Mat Llife de Nova Jersey. O que matou o Brasil aconteceu no minuto 13 do primeiro tempo. Minuto 13, 0 a 0. Pênalti pro Brasil. A chance de sair na frente e mudar a história inteira dessa noite de sábado.

 No campo tem o Vinícius Júnior do Real Madrid, atual artilheiro do Real Madrid na temporada passada. Considerado o melhor jogador brasileiro da geração dele pelo jornal esportivo francês Lequip na edição do dia 15 de março do ano de 2026 e avaliado hoje em 200 milhões de euros no mercado europeu pelo portal Transfer Market. O Vinícius Júnior pegou a bola com as duas mãos e o Vinícius Júnior entregou a bola para outro companheiro.

 Para quem? pro Bruno Guimarães, volante do Newcastle United da Premier League inglesa, um jogador que na carreira profissional inteira dele tinha cobrado só três pênaltis oficiais no tempo regulamentar. O Bruno caminhou até a marca do pênalti, cobrou com a perna direita ajustado no lado esquerdo do gol e o goleiro noruego Erjan Neand, 35 anos completos, sem clube profissional desde a saída do Sevilha na temporada passada, se jogou pro lado certo e defendeu 0 a 0.

 E o Brasil morto vivo desde aquele instante. No banco do setor visitante do estádio Matlife de Nova Jersey, esse mesmo minuto 13, estava sentado o Neymar Júnior, o maior artilheiro da história da seleção brasileira, com 79 gols marcados. O especialista da bola parada do Brasil, 67 minutos completos no banco com a Copa do Mundo em jogo.

 Quando finalmente entrou em campo, faltavam 23 minutos e o placar estava 0 a 0. E mesmo assim, a seleção brasileira desabou embaixo do olhar do Neymar em cima do gramado. Quem tomou essa decisão? Um treinador que ganha R$ 60 milhões deais por ano. O técnico de seleção mais bem pago do mundo, um treinador com contrato assinado até 2030 e um treinador que, pela primeira vez na história da seleção brasileira em uma Copa do Mundo, não é brasileiro.

 Chama Carlo Ancelot, italiano. 67 anos completados 26 dias atrás. E hoje à noite, o país do futebol foi eliminado da Copa por decisões de um italiano que nunca entendeu o que significa vestir aquela camisa amarelinha. Hoje você vai saber porque o Brasil entregou a seleção para um estrangeiro pela primeira vez em mais de 100 anos de história.

 Você vai saber quem assinou esse contrato e porê. Você vai saber o que aconteceu de verdade entre o Anchelote e o Neymar nos últimos 13 meses. E você vai saber porque o pênalti do minuto 13 do jogo dessa noite começou a ser assinado 13 meses antes num gabinete da cidade do Rio de Janeiro com três assinaturas em cima de um contrato de 10 milhões de euros por ano.

Isso aqui não é vídeo sobre um jogo de futebol, isso é o expediente de um culpado. Nesse expediente tem quatro caixas fechadas, quatro caixas que as emissoras brasileiras não vão abrir nessa madrugada. Quatro caixas que nenhum jornalista esportivo da Globo do Brasil tem coragem de encostar. A primeira caixa tem a verdade do minuto 13.

 Porque o Vinícius passou a bola e quem falou para ele antes do jogo que o Bruno bateria o pênalti. A segunda caixa tem uma videochamada do mês de maio do ano de 2026 entre o Carlo Anchelote e o Neymar Júnior com o Rodrigo Caetano, coordenador da seleção, escutando do outro lado da linha. A terceira caixa tem 15 minutos.

 Os únicos 15 minutos que o Neymar Júnior jogou na Copa do Mundo inteira de 2026 antes do jogo dessa noite. E a quarta caixa tem três nomes. Três nomes de três homens que assinaram o contrato do Carlo Ancelote com a Confederação Brasileira de Futebol. Um contrato de 10 milhões de euros por ano. A gente vai abrir as quatro caixas, uma por uma, com os documentos publicados na mão.

 Domingo, 5 de julho do ano de 2026, estádio Matlife, East Ruford, estado de Nova Jersey, Estados Unidos da América. 4:37 da tarde no horário local. 5:37 da tarde no horário de Brasília. 82.470 70 espectadores dentro do estádio, 78% com a camisa amarela da seleção brasileira, 22% com a camisa vermelha da seleção norueguesa. Termômetro em cima do gramado registrando 31ºC, umidade do ambiente em 84%.

O árbitro central do jogo é o iraniano Alereza Fagani, 47 anos completos, árbitro da Federação Iraniana de Futebol, quarta Copa do Mundo da carreira profissional dele. A escalação titular do Brasil foi anunciada pela Confederação Brasileira de Futebol 1:18 antes do jogo na conta oficial da rede social X da seleção.

 Goleiro Alisson Becker do Liverpool inglês. Linha defensiva de quatro jogadores: Vanderson do Mônaco francês, Marquinhos do Paris Saint-Germain francês, Gabriel Magalhães do Arsenal inglês e Douglas Santos do Zenit russo. Meio-campo, Bruno Guimarães do Newcastle inglês, Casemiro do Manchester United inglês, Lucas Paquetá do Westam inglês, ataque: Rafinha do Barcelona espanhol, Vinícius Júnior do Real Madrid espanhol e o centroavante Igor Thiago do Brentford inglês.

 No banco do setor visitante, Ederson do Manchester City inglês como segundo goleiro. Éder Militão, Víor Roque, Hendrick, João Pedro, Rodrigo, Anthony, Fabinho, Guilherme, Arana. E na posição 15ª do banco, com a camisa número 10 nas costas, Neymar da Silva Santos Júnior, do Santos Futebol Clube da Série A brasileira, 34 anos completos, quatro Copas do Mundo disputadas na carreira, 79 gols marcados com a camisa da seleção brasileira, maior artilheiro histórico de todas as categorias no banco.

 E aqui chega a primeira pausa do expediente que vale a pena ser registrar essa madrugada, porque o Neymar Júnior não foi parar sentado no banco do setor visitante do estádio Matlife do estado de Nova Jersey por decisão dos jogadores dentro do campo, nem por decisão do coordenador da seleção, Rodrigo Caetano, nem por decisão do presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Samir Shaoud.

 O Neymar Júnior foi parar sentado no banco do setor visitante do estádio Matlife por decisão pessoal e exclusiva do treinador Carlo Anchelote, comunicada oficialmente à delegação brasileira 38 minutos antes do apito inicial do jogo dentro do vestiário do setor visitante do estádio. Guarda essa hora, 38 minutos antes do apito inicial.

A gente vai voltar nessa hora. Do outro lado do campo, a seleção norueguesa dirigida pelo norueguês Stolly Solbacken, Erlin Brut Halland do Manchester City, inglês no centro do ataque, Martin Edegard do Arsenal inglês no meio-coampo, Alexander Sherlot do Atlético de Madrid espanhol acompanhando o Halland na dianteira.

 E no gol, o veterano Eran Neiland, 35 anos completos, goleiro titular da seleção norueguesa desde a aposentadoria internacional do Rune Almening Jarstein, no ano de 2022. Jogador sem clube no mercado desde a saída do Sevilha Futebol Clube da Liga Espanhola em junho do mesmo ano, sem contrato profissional no momento do apito inicial.

 No banco do setor visitante do estádio Mat Llife, sentado com as mãos entrelaçadas em cima dos joelhos, o técnico Carlo Anchelote, camisa branca social, gravata azul marinho, relógio de pulso prateado, um caderninho de capa preta apoiado em cima da coxa direita e do lado direito dele, na cadeira imediatamente do lado, o auxiliar técnico David Anchelote, 36 anos completos, filho do próprio Carlo Ancelotti, atual treinador principal do Lily Olimpique Sporting Clube.

 da Ligue 1 francesa. Apito inicial do árbitro iraniano Aliesa Fagani às 5 horas da tarde e 4 minutos no horário local do estado de Nova Jersey. Os primeiros minutos do jogo são da seleção norueguesa. O Stol Soubaken armou uma linha defensiva alta, pressão em cima da saída do goleiro Alisson e o Halland correndo por dentro da grande área, procurando o lançamento longo da defesa nórdica.

 O Brasil começou nervoso, a bola não chegava no Vinícius Júnior pela banda esquerda. E o Bruno Guimarães, carregado com a responsabilidade do meio-coampo, ganhava poucos duelos individuais na frente do norueguês Martin Edgar, até o minuto 11. Minuto 11 do primeiro tempo. Recuperação do Casemiro no meio-coampo brasileiro. Passe curto pro Bruno Guimarães.

 O Bruno abriu na esquerda pro Vinícius Júnior. O Vinícius arrancou colado na linha de cal, cortou para dentro da área, amassou com a perna direita. E o defensor noruego Christopher Aer do Brentford Inglês, 2 m de altura e 94 kg, entrou na dividida em cima da perna esquerda do Vinícius. Chute de trás. Corpo do Vinícius no chão dentro da grande área.

Apito do árbitro iraniano Alireza Fagani. Mão direita apontando pra marca do pênalti. Sem consulta do vídeoárbitro. Pênalti claro. Pênalti pro Brasil. O estádio Matlife rugiu com as vozes de 78.000 torcedores brasileiros cantando o hino nacional. E aqui chega o momento. Aqui chega a primeira caixa do expediente que eu quero abrir comigo essa madrugada.

 O Vinícius Júnior se levantou do gramado, arrumou as caneleiras, caminhou até a marca do pênalti e pegou a bola com as duas mãos. O Vinícius Júnior era o nome do cobrador designado do Real Madrid na temporada passada. Converteu seis pênaltis de sete cobrados com a camisa branca no campeonato espanhol, 85% de aproveitamento.

 Estatística registrada no site oficial da La Liga Espanhola. E hoje à noite, no minuto 13 do jogo mais importante da seleção brasileira em 3 anos, com a bola nas mãos e a marca do pênalti embaixo dos pés, o Vinícius Júnior entregou a bola pro Bruno Guimarães. Por quê? A resposta veio do próprio Carlo Anchelote na entrevista coletiva do Hotel de Concentração da Seleção brasileira no bairro de Kne do estado de Nova Jersey, 47 minutos depois do apito final do jogo na frente dos microfones da Rede Globo, do canal Sport TV e do portal digital G do grupo Globo,

palavra por Palavra. Segundo a transcrição oficial publicada pelo jornal esportivo Lance do Rio de Janeiro, no mesmo dia 5 de julho do ano de 2026, a gente fez uma estatística de um ano sobre os batedores de pênaltis da seleção brasileira e dos rivais. E o melhor entre os titulares da seleção era o Rafinha, depois o Neymar, depois o Igor Thiago e depois o Bruno Guimarães e depois o Martinelli.

 A gente escolheu o Bruno Guimarães porque a gente pensava que ele era o melhor em campo naquele momento. Fim da citação textual. O Anchelotte revelou publicamente na frente dos microfones da imprensa brasileira que a decisão do batedor do pênalti do minuto 13 não foi tomada pelo Vinícius Júnior, nem pelo Bruno Guimarães, nem pelos jogadores dentro do campo.

 A decisão foi tomada pelo Carlo Ancelote e pela comissão técnica dele com base numa planilha. Um ano completo de estatística registrado num arquivo digital, um ranking de batedores de pênalti ordenados do melhor pro pior. E essa planilha colocou o Rafinha no número um do ranking, só que o Rafinha não jogou hoje à noite. Lesão muscular no bíceps femoral da perna esquerda sofrida durante o treino de quinta-feira, dia 2 de julho, no centro de treinamento do complexo Medal Lands.

A planilha colocou o Neymar no número dois do ranking. O Neymar estava no banco, 90 minutos, com a camisa 10 nas costas e as chuteiras calçadas. A planilha colocou o Igor Thaago no número tranking. O Igor Thiago era o centroavante titular do jogo, mas o Anchelote preferiu o Bruno Guimarães acima do Igor Thiago.

 E no número quatro do ranking apareceu o Bruno Guimarães, volante do Newcastle. Três cobranças oficiais na carreira profissional inteira no tempo regulamentar. Uma convertida no leon francês em 2021, uma convertida no Newcastle inglês em 2023 e uma perdida no Newcastle inglês em 2025 contra o Manchester City. 66% de aproveitamento histórico contra 85% do Vinícius Júnior na temporada passada e o Ancelot escolheu o Bruno.

 A bola caminhou da grande área do gol brasileiro até a marca do pênalti nas mãos do Bruno Guimarães. E agora você tem que entender uma coisa, porque o minuto 13 do jogo não foi só um pênalti perdido. O minuto 13 do jogo foi o momento onde a seleção brasileira de todos os tempos se quebrou em duas gerações.

 Uma geração de jogadores que já não toma decisão dentro do campo e uma geração de técnicos que decide por planilha do escritório do hotel de concentração. O Bruno Guimarães ajeitou a bola em cima da marca do pênalti, recuou cinco passos para trás, olhou pro gol. O goleiro noruego Eran Island pulou duas vezes na linha do gol, se agachou, olhou pro Bruno nos olhos durante 3 segundos completos.

 Apito do árbitro iraniano, Alireza Fagani. O Bruno bateu com a perna direita. Bola ajustada no lado esquerdo do gol defendido pelo Nyland, numa altura média do poste, sem rasteira, sem colocação no ângulo. Bola batida sem convicção, como se a perna direita do Bruno ainda guardasse o peso da decisão alheia.

 Eran Island se jogou pro lado certo, com as duas mãos na direção da bola. Contato com a palma da mão direita. Rebatida pro escanteio. Rebote do escanteio. Marquinhos e Casemiro correram atrás do rebote e o Christopher Ager do Brandford, o mesmo defensor que tinha cometido o pênalti, cabeceou a bola para fora da grande área.

 Apito do árbitro iraniano, marcando tiro de meta pra seleção norueguesa. 0 a 0. 13 minutos com 22 segundos do primeiro tempo do jogo mais importante da seleção brasileira desde a Copa do Mundo do ano de 2014. E o estádio Matlife ficou em silêncio. O Bruno Guimarães caminhou de volta pro meio-coampo com a cabeça baixa. O Vinícius Júnior abraçou ele por trás.

 O Casemiro apertou o ombro direito dele e o Neymar Júnior, sentado no banco do setor visitante do estádio, ficou olhando pro caderninho de capa preta do Carlo Ancelote, apoiado em cima da coxa direita do treinador italiano. O Neymar não falou uma única palavra no banco de reservas durante os próximos 53 minutos completos do jogo. Silêncio.

 Minuto 67 do segundo tempo, com o placar 0 a 0, com o Vinícius Júnior ainda dentro da área brasileira, procurando o primeiro gol do jogo e com 23 minutos de tempo regulamentar ainda para jogar no estádio Mat Life de Nova Jersey. O Anchelote fez a dupla substituição ofensiva. Tirou o Gabriel Martinelli do Arsenal do campo, colocou o Neymar Júnior.

 Tirou o jovem atacante Ryan do Zenit russo do campo. Colocou o Danilo Santos do Bornemouth Inglês e armou um trio de ataque com o Neymar, o Vinícius Júnior, o Mateus Cunha do Manchester United e o Danilo Santos. O Neymar Júnior tinha 23 minutos completos de tempo regulamentar para reescrever a última Copa do Mundo dele e o resto do jogo foi assinado pelo Erlin Brut Halland do Manchester City.

 Minuto 79, contra-ataque da seleção norueguesa. O Andreas Schelderup do Benfica português desceu pela banda esquerda, cruzou dentro da grande área brasileira. O Rand ganhou a posição do zagueiro Gabriel Magalhães do Arsenal. Cabeceio de frente pro gol. O Alisson saiu do gol e a bola entrou no fundo da rede. 1 a 0 para Noruega.

 79 minutos com 41 segundos. Minuto 90 do segundo tempo. Os 60 segundos regulares antes dos acréscimos. Recuperação da seleção norueguesa no próprio meio-campo. Passe curto pro Edgar. O Edgar levantou a cabeça, viu o buraco da linha defensiva brasileira e enfiou um passe entre o Marquinhos e o Gabriel Magalhães. O Rand arrancou de novo por trás da linha, recebeu a bola fora da grande área, chutou um foguete rasteiro e cruzado de fora da área, definiu colado no poste esquerdo do gol do Alisson, 2 a 0 para Noruega, 90 minutos com 18 segundos. E o

Neymar Júnior em cima do gramado desde 23 minutos atrás caiu de joelhos dentro do círculo central do estádio Matlife. No minuto 94 do tempo de acréscimo, a seleção brasileira conseguiu um pênalti a favor por uma mão do zagueiro noruego Julian Ryerson dentro da grande área. O árbitro iraniano Alir Fagani apontou pra marca do pênalti.

 Consulta do vídeoárbitro durante 1 minuto e 14 segundos. Confirmação da marcação. O Neymar Júnior pegou a bola com as duas mãos, caminhou até a marca do pênalti sem cruzar o olhar com o Bruno Guimarães, sem olhar pro banco do Anchelote e sem dirigir uma palavra pro Vinícius Júnior. Cobrou com a perna direita.

 Bola ajustada no ângulo superior direito do gol defendido pelo Eran Nyland. O Nyland se jogou pro lado certo, com as mãos esticadas em direção ao ângulo, roçou a bola com a ponta da luva esquerda e a bola entrou. 2 a 1 para Noruega. 94 minutos com 47 segundos. O Neymar Júnior correu na direção do gol defendido pelo Nyland, parou na frente do goleiro noruego, olhou pro Nyland nos olhos durante 7 segundos completos.

 Falou duas palavras em português brasileiro que as câmeras da Rede Globo captaram. Palavras que a própria Globo cortou do áudio da transmissão oficial por decisão editorial. Palavras que depois o SBT do Brasil reproduziu no Jornal da Madrugada do dia 6 de julho. Palavras ditas pelo Neymar frente à frente com o goleiro noruego dentro da grande área do estádio Mat Llife. É tarde.

 Apito final do árbitro iraniano. Aliza Fagani. 1 minuto e 13 segundos depois do gol do Neymar. 2 a 1 paraa Noruega. Brasil eliminado nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O Neymar Júnior caminhou do círculo central do estádio até o banco do setor visitante com lágrimas no rosto com as luvas do goleiro Island ainda marcadas na memória do último pênalti cobrado com a camisa amarela.

 E com as palavras que ele falou na frente do microfone do SBT do Brasil na zona mista do estádio Matlife, 58 minutos depois do apito final, palavras textuais, segundo a transcrição publicada pelo mesmo SBT nessa mesma madrugada. Eu tentei, eu tentei. Agora acabou. Foi minha última Copa do Mundo.

 Foi minha última Copa do Mundo. Essa frase que o Neymar Júnior falou na frente do microfone do SBT do Brasil às 5:47 da tarde, no horário local do estado de Nova Jersey, veio como despedida na aparência, mas por baixo carrega o peso de uma acusação. Porque o Neymar Júnior não perdeu a última Copa do Mundo dele hoje à noite por culpa do goleiro noruego Eran Island, nem por culpa do doblete do Erling Halland.

 Nem por culpa do Bruno Guimarães. O Neymar Júnior perdeu a última Copa do Mundo dele seis semanas antes do jogo dessa noite numa vídeochamada Entre Três Homens do dia 20 de maio do ano de 2026 com o Carlo Anchelote do outro lado da tela, com o coordenador da seleção brasileira Rodrigo Caetano escutando a conversa e com o Neymar Júnior sentado no sofá da sala da casa dele do bairro de Mangaratiba do estado do Rio de Janeiro.

E essa vídeochamada do dia 20 de maio do ano de 2026 é a segunda caixa do expediente que eu quero abrir essa madrugada. Mas antes da gente abrir a segunda caixa, tem uma coisa que você precisa entender. Porque o país que deitou chorando essa madrugada do dia 6 de julho do ano de 2026 não é o mesmo país que ganhou o pentacampeonato em Coreia-Japão 24 anos atrás. 24 anos.

Esse é o tempo exato que a seleção brasileira tá sem ganhar uma Copa do Mundo desde o dia 30 de junho do ano de 2002, desde aquela tarde do Estádio Internacional de Yokohama no Japão, desde o segundo gol do Ronaldo Nazário contra a Alemanha, 24 anos de eliminações nas quartas contra a França no dia 1o de julho de 2006, nas oitavas contra a Argentina no dia 27 de junho de 2010.

 Nas semifinais contra a Alemanha no dia 8 de julho de 2014, 7 a 1, no estádio do Mineirão de Belo Horizonte, no pior resultado da história do país numa Copa do Mundo, nas quartas contra a Bélgica no dia 6 de julho de 2018, nas quartas contra a Croácia por pênaltis no dia 9 de dezembro de 2022. E essa noite do dia 5 de julho do ano de 2026, nas oitavas contra a Noruega, no estádio Mat Llife de Nova Jersey, foi assinada a eliminação mais cedo do Brasil numa Copa do Mundo desde o ano de 1990, 36 anos.

Mas tem uma coisa pior. Uma coisa que o Anchelote mencionou na entrevista coletiva do Hotel de Concentração essa madrugada, com a frieza do contador que informa pro cliente o prejuízo do exercício fiscal, essa derrota não é o fim, é o começo de um novo ciclo. Fim da citação textual. O novo ciclo do Brasil, sob o comando do Carlo Ancelote, mira a Copa do Mundo do ano de 2030, organizada por Espanha, Portugal, Marrocos, Argentina, Paraguai e Uruguai.

 A Confederação Brasileira de Futebol assinou a renovação do contrato do Anchelote até essa data, no mês de maio do ano de 2026, um mês e 15 dias antes do começo da Copa do Mundo de 2026, quando o Brasil ainda não tinha disputado um único jogo sob o comando do italiano numa Copa. Assinatura pública oficial feita pelo atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Samir Shaud, no próprio gabinete da sede da Confederação, no bairro da Barra da Tijuca do Rio de Janeiro, 24 anos sem Copa do Mundo. E a Confederação

Brasileira de Futebol assinou com o italiano até o ano de 2030. Quando o Brasil chegar na Copa do Mundo de 2030, a seleção vai completar 28 anos sem ganhar uma Copa, o maior jejum da história do país no futebol profissional. Superando por 4 anos o jejum registrado entre o tricampeonato do ano de 1970 no México e o tetracampeonato do ano de 1994 nos Estados Unidos.

 E esse jejum tem três assinaturas, três assinaturas de três homens. Três homens que também são a quarta caixa desse expediente essa madrugada. E se você me perguntar agora quem são esses três homens, eu vou te dar os três nomes com os sobrenomes completos, com as datas exatas e com as condenações judiciais publicadas. Mas para chegar até eles, a gente primeiro precisa entender quem é o Carlo Antielote.

 A gente precisa entender porque o técnico mais vencedor da história dos clubes europeus aceitou dirigir uma seleção pela primeira vez na vida profissional dele aos 66 anos completos. E a gente precisa entender porque a primeira guerra do Carlo Ancelote no Brasil foi peleada dentro do vestiário contra o jogador mais importante da história moderna da seleção brasileira, com uma videochamada do dia 20 de maio do ano de 2026 como primeiro tiro, dia 10 de junho do ano de 1959.

Regiolo, província de Régio Emília, região de Emília Romanha, República Italiana. Um vilarejo de 9.800 e 800 habitantes, localizado a 32 km ao norte da cidade de Parma. Numa casa de camponeses dedicados à produção de queijo parmigiano regiano, nasceu Carlo Anchelote, segundo filho do Giusepino Anchelote e da Pierina X, e uma única paixão desde os 6 anos de idade completos.

 O futebol estreou como jogador profissional no ano de 1976 pelo Parma Cálcio. Se transferiu para Roma em 79 e em 87 assinou pelo Milan do Silvio Berlusconi, onde jogou os últimos 5 anos da carreira profissional sob o comando do Arigusak. Ganhou cinco escudetos do Campeonato Italiano e duas Copas dos Campeões da Europa com o Milan do saque como jogador.

 Disputou duas Copas do Mundo pela seleção italiana no México 86 e na Itália 90. Nenhuma das duas ganha. Se aposentou do futebol profissional no ano de 1992. Nesse mesmo ano foi nomeado auxiliar técnico do Arrigo Saque na seleção italiana. ajudou o saque a chegar na final da Copa do Mundo dos Estados Unidos do ano de 1994, perdida contra o Brasil do Carlos Alberto Parreira nos pênaltis.

 O Anchelote se sentou pela primeira vez num banco profissional como técnico principal no dia 23 de agosto do ano de 1995 com a camisa da Regiana Futebol Club da Série B italiana. Nos 30 anos completos seguintes, entre o ano de 1995 e o ano de 2025, dirigiu 13 clubes profissionais em cinco países europeus diferentes.

 Ana, Parma, Juventus de Turim, Milan do Silvio Berlusconi, Chelsea Futebol Club da Premier League inglesa, Paris Saint-Germain francês do cheque catari Ner Alkelif, Real Madrid Clube de Futebol da Liga Espanhola, Bayern de Munique da Bundesliga alemã, Napoli italiano do Aurélio de Laurentes, Everton Futbol Clube da Premier League inglesa e outra vez o Real Madrid Clube de Futebol.

 Ganhou cinco Liga dos Campeões da Europa no total, três com o Real Madrid nos anos de 2014, 2022 e 2024, duas com o Milan nos anos de 2003 e 2007. recorde absoluto da história do torneio europeu mais importante do planeta e ganhou pelo menos um campeonato nacional em cada uma das cinco ligas mais importantes do continente europeu.

 Itália, Inglaterra, Alemanha, França, Espanha. Único técnico da história do futebol mundial a conseguir essa marca. 45 títulos oficiais entre jogador e técnico. Uma lista pessoal de estrelas dirigidas pelo Anchelote ao longo da carreira profissional, que inclui o André Pirlo, o Zlatan Ibrahimovic, o David Beckham, o Cristiano Ronaldo, o Karim Benzemá, o Luka Modric e o próprio Vinícius Júnior.

Só que nos 30 anos completos de carreira como técnico profissional, entre o dia 23 de agosto de 1995 e o dia 25 de maio do ano de 2025, o Carlo Anchelote jamais tinha dirigido uma seleção nacional. Nem por 20 minutos. Guarda essa data, dia 25 de maio do ano de 2025. A gente vai voltar nela dentro de 70 segundos, porque tem uma diferença enorme entre dirigir um clube profissional europeu e dirigir uma seleção nacional do futebol mundial.

 Num clube profissional, o técnico compra os jogadores que quer, descarta quando não rendem, vende pro melhor comprador, pressiona com o banco quando o rendimento cai. Numa seleção nacional, o técnico administra ídolos, administra bandeiras, administra a memória de um país inteiro que deita chorando quando a equipe perde uma Copa do Mundo e administra um jogador que não é um jogador.

 É a memória viva de uma geração, o símbolo, a camisa com nome próprio. O Brasil, esse jogador chama Neymar da Silva Santos Júnior. E o homem que dirigiu o português Cristiano Ronaldo durante duas temporadas no Real Madrid Clube de Futebol jamais entendeu nos 13 meses seguintes ao dia 25 de maio do ano de 2025 que o Neymar Júnior não é um jogador de futebol.

 O Neymar Júnior é o Brasil. Dia 25 de maio do ano de 2025, sede da Confederação Brasileira de Futebol, Avenida Luís Carlos Prestes, número 100, bairro da Barra da Tijuca, cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Coletiva de imprensa convocada pelo então presidente interino da confederação, Fernando Sarnei. Na frente da imprensa esportiva brasileira, reunida no auditório principal da Confederação, o Sarnei anunciou oficialmente o nome do novo treinador da seleção brasileira de futebol, um italiano, Carlo Antielote.

 Contrato assinado nesse mesmo dia por um período inicial até o fim da Copa do Mundo do ano de 2026. Salário acordado, segundo informação publicada pelo portal esportivo brasileiro Infumoney, do dia 5 de junho do ano de 2025, 10 milhões de euros por ano, 60 milhões de reais brasileiros ao câmbio da data. Bônus adicional de 5 milhões de euros pago no caso de vitória do Brasil na Copa do Mundo do ano de 2026.

 o técnico de seleção nacional mais bem pago do planeta, segundo o ranking oficial do portal esportivo Sítias, do mesmo período, com uma diferença de R$ 4 milhões deais por mês em cima do segundo colocado do ranking, o alemão Thomas Tchell, da seleção inglesa, e com uma diferença de 5 milhões por mês em cima do argentino Maurício Poquetino da seleção dos Estados Unidos, o Carlo Ancelot recebeu a ligação oficial da Confederação Brasileira de Futebol no gabinete do presidente do Real Real Madrid Florentino Perz, no estádio Santiago Bernabeu, em abril do ano de

  1. E pela primeira vez, em 30 anos de carreira profissional como treinador, aceitou dirigir uma seleção nacional aos 66 anos completos e com um processo judicial aberto no Tribunal de Madrid do Reino da Espanha, por suposto crime de sonegação fiscal contra o Estado espanhol durante as temporadas da primeira etapa como treinador do Real Madrid, entre os anos de 2013 e 2015.

 45 dias depois da assinatura do contrato com a seleção brasileira no dia 8 de julho do ano de 2025, o Tribunal de Madrid do Reino da Espanha proferiu sentença firme sobre o processo judicial aberto contra o Carlo Ancelote por suposta sonegação fiscal. Condenação: ano completo de prisão, multa de 386.361€ 361 €.

 Proibição de acesso a subvenções públicas e benefícios fiscais do Estado espanhol durante os 3 anos seguintes. Crime provado no julgamento do dia 8 de julho do ano de 2025. Terço negado do Estado espanhol, a quantia de 1.62.079 79 € durante os exercícios fiscais dos anos de 2014 e 2015, ocultando os rendimentos correspondentes aos direitos de imagem do próprio Carlo Anchelote como treinador do Real Madrid Clube de Futebol.

 Sentença firme publicada pela Agência Oficial de Notícias Espanhola F no mesmo dia 8 de julho do ano de 2025, assinada pela juíza Maria Isabel Serrano Nunes, do Juizado Penal número 3 do Tribunal de Madrid. O técnico de seleção nacional mais bem pago do planeta foi condenado a um ano completo de prisão por sonegação fiscal no mesmo mês em que começava a dirigir a seleção brasileira de futebol.

 O Carlo Ancelotte não chegou a cumprir a pena em prisão efetiva. A legislação penal espanhola estabelece que os condenados a menos de dois anos completos por crimes não violentos sem condenações anteriores, ficam isentos do cumprimento da pena num centro penitenciário. O Anchelote cumpriu o pagamento da multa fixada pelo tribunal na sentença, só que a sentença firme ficou registrada no expediente penal oficial do estado espanhol.

 E 11 meses depois, do dia 8 de julho do ano de 2025, no mês de maio do ano de 2026, a Confederação Brasileira de Futebol renovou o contrato do Carlo Ancelote como treinador da seleção brasileira de futebol até o fim do ciclo da Copa do Mundo do ano de 2030. Sabendo da sentença firme do Tribunal de Madrid do dia 8 de julho do ano de 2025, sabendo do pagamento da multa por sonegação fiscal e sabendo do expediente penal oficial aberto no Reino da Espanha no nome do treinador italiano.

 Duas semanas antes da assinatura da renovação do contrato com a Confederação Brasileira de Futebol, o Carlo Anchelote abriu um notebook da marca Apple, modelo MacBook Pro, dentro do quarto número 604 do Hotel Renass, da zona sul do Rio de Janeiro, e estabeleceu uma vídeochamada por Zoom com dois homens do outro lado da tela.

 Do outro lado, no gabinete da Confederação Brasileira de Futebol do bairro da Barra da Tijuca, estava sentado o coordenador geral da seleção brasileira, Rodrigo Caetano, 64 anos completos, coordenador desde o mês de fevereiro do ano de 2023. E do segundo lado, dentro de uma casa de campo, no município de Mangaratiba, do estado do Rio de Janeiro, sentado no sofá da sala principal, com um notebook apoiado em cima das pernas, estava sentado o jogador Neymar da Silva Santos Júnior, 34 anos completos, maior artilheiro histórico da seleção brasileira, sem

jogar pela seleção desde outubro do ano de 2023, 981 dias completos, sem vestir a camisa amarela da seleção. Guarda essa data, dia 17 de outubro do ano de 2023. A gente vai voltar nela na segunda caixa do expediente que a gente tá abrindo essa madrugada. A videochamada do dia 20 de maio entre o Anchelote, o Rodrigo Caetano e o Neymar Júnior durou 47 minutos completos.

 Segundo a reconstrução publicada pelo portal esportivo argentino Infoby no mesmo dia 19 de maio do ano de 2026 e confirmada pelo portal Âmbito financeiro do dia 21 de maio do mesmo ano com fontes confirmadas dentro da própria comissão técnica da seleção brasileira. Na videochamada, o Carl Ancelotti impôs três condições exatas pro Neymar Júnior para ser convocado pra lista de 26 jogadores da seleção brasileira pra Copa do Mundo do ano de 2026.

 Condição número um. O Neymar Júnior não seria o capitão da seleção brasileira. O capitão continuaria sendo o volante Casemiro do Manchester United inglês. O Neymar também não receberia a abraçadeira alternativa. Seria mais um jogador do elenco. Condição número dois. O Neymar Júnior não teria garantia de titularidade em nenhum jogo da Copa, sem garantia na fase de grupos, nas oitavas, nas semifinais ou na final.

 A inclusão no time titular dependeria exclusivamente da decisão da comissão técnica dirigida pelo Carlo Anchelote. Jogo a jogo. Condição número três. O Neymar Júnior teria que cumprir um conjunto específico de normas de conduta durante o ciclo da Copa. Exposição pública mínima nas redes sociais. Comportamento controlado durante os eventos oficiais da Confederação Brasileira de Futebol e ausência total de comentários públicos sobre decisões da comissão técnica.

 Os detalhes exatos dessas normas de conduta jamais foram publicados pela Confederação Brasileira. O Neymar Júnior aceitou as três condições na vídeochamada do dia 20 de maio do ano de 2026. Dois dias depois, no dia 20 e 2 de maio do mesmo ano, a Confederação Brasileira de Futebol publicou a lista oficial dos 26 jogadores convocados pelo Carl Ancelotti pra Copa do Mundo do ano de 2026.

 Na posição número 19 da lista aparecia o nome do Neymar da Silva Santos Júnior. E na posição número três do ranking de artilheiros atacantes da seleção brasileira durante a temporada 2025 a 2026, segundo o registro estatístico do portal Futeball Reference, ficou de fora da lista de convocados. O nome do jogador cortado pelo Neymar é João Pedro Junqueira de Jesus, 24 anos completos, atacante do Newcastle United Inglês.

 19 gols marcados pelo Newcastle durante a temporada. A melhor marca de artilharia individual do ano de um jogador brasileiro na Europa. João Pedro fora, Neymar dentro, sob três condições exatas impostas por vídeochamada. E depois veio o pagamento. Cinco jogos na Copa do Mundo do ano de 2026, antes da eliminação dessa noite contra a Noruega.

Marrocos no dia 13 de junho. Haiti, no dia 19 de junho. Escócia no dia 24 de junho. Japão nas oitavas de 16 avos, no dia 29 de junho e Noruega nessa madrugada do dia 5 de julho, nas oitavas de final. Cinco jogos. O Neymar entrou em campo em somente dois desses cinco jogos. Contra Marrocos e Haiti, o Neymar foi relacionado na lista dos 23 jogadores disponíveis pro jogo, mas não entrou em campo por decisão da comissão técnica dirigida pelo Antielote.

Recuperação da lesão na panturrilha direita sofrida no dia 17 de maio do ano de 2026 durante o jogo do Santos contra o Coritiba na neoquímica Arena da cidade de São Paulo pelo Campeonato Brasileiro. Contra a Escócia no dia 24 de junho, o Neymar entrou em campo no minuto 76 do segundo tempo.

 substituiu o atacante Mateus Cunha do Manchester United. Jogou os 15 minutos finais do jogo mais os acréscimos. Bateu três escanteios, ganhou duas faltas no ataque e participou da última jogada de gol brasileira que acabou anulada por posição impedida do próprio Neymar. Contra o Japão. Nas oitavas de 16avos, no dia 29 de junho, o Neymar foi relacionado pelo Anchelote pro jogo, mas não entrou em campo.

 É a primeira vez na história inteira do jogador que ele esteve relacionado num jogo de Copa do Mundo e não foi utilizado durante os 90 minutos. Confirmação oficial publicada pelo portal Brasil, 247, no dia 30 de junho do ano de 2026. O Neymar acompanhou o jogo inteiro do banco do setor local do estádio NRG da cidade de Houston, no estado do Texas.

 E essa madrugada do dia 5 de julho do ano de 2026 contra a Noruega, o Neymar entrou em campo só no minuto 67 do segundo tempo. Substituiu o atacante Gabriel Martinelli do Arsenal. jogou os últimos 23 minutos do tempo regulamentar e os 7 minutos completos do tempo de acréscimo. 30 minutos em cima do gramado do estádio Mat Life de Nova Jersey, no jogo mais importante da Copa do Mundo pra seleção brasileira.

 Total de minutos jogados pelo Neymar Júnior na Copa do Mundo do ano de 2026. Soma completa: 45 minutos. 45 minutos. 45 minutos pro maior artilheiro histórico da seleção brasileira. 45 minutos pro jogador que na Copa do Mundo da Rússia do ano de 2018 jogou 476 minutos completos com a camisa amarela. 45 minutos pro homem que na Copa do Mundo do Qatar do ano de 2022 jogou 355 minutos até a lesão do tornozelo direito contra a Sérvia.

 45 minutos pro jogador que a Confederação Brasileira de Futebol registrou oficialmente como parte da lista dos 26 convocados pra Copa de 2026. Depois de uma videochamada de 47 minutos, onde o Carlo Anchelote impôs três condições exatas. E aqui chega a pergunta que eu quero que você leve para casa nessa madrugada do dia 6 de julho do ano de 2026.

 Porque nesse canal a gente não lincha jogador nem quando erra em campo. A pergunta que eu deixo aberta é uma só e ela não foi respondida pelo Neymar Júnior, nem pelo Vinícius Júnior, nem pelo Bruno Guimarães. Só pode ser respondida pelo homem que assinou a videochamada do dia 20 de maio do ano de 2026 dentro do quarto 604 do Hotel Renass da zona sul do Rio de Janeiro.

 O Carlo Anchelote convocou o Neymar Júnior pra Copa do Mundo para usar dentro do campo ou para manter controlado no banco de reservas. 45 minutos em cinco jogos oficiais sugerem uma única resposta e essa resposta abre a terceira caixa do expediente que a gente tá abrindo essa madrugada. Porque a Confederação Brasileira de Futebol assinou esse contrato de 10 milhões de euros por ano com um técnico italiano condenado por sonegação fiscal em Madrid.

 Um técnico que jamais tinha dirigido uma seleção nacional e um técnico que impôs três condições por vídeochamada a memória viva do futebol brasileiro dos últimos 15 anos. E essa assinatura não caiu do céu, veio de um gabinete com três nomes em cima. Os três nomes por trás da assinatura do contrato do italiano não aparecem na cerimônia oficial do dia 25 de maio do ano de 2025 na sede da Confederação Brasileira de Futebol do Bairro da Barra da Tijuca.

 Nenhum dos três estava no auditório. O primeiro tá autoexilado no estado da Flórida desde o ano de 2012. O segundo morreu num hospital particular da cidade de São Paulo no dia 20 de julho do ano de 2025. E o terceiro não sai do território brasileiro desde o dia 28 de maio do ano de 2015, quando fugiu de Zurique pela porta dos fundos do Hotel Baurac.

 Os três são ex-dirigentes da Confederação Brasileira de Futebol. Os três assinaram os contratos comerciais que a confederação honra hoje com a marca esportiva estadunidense Nike, com a empresa de apostas brasileira Pixbat, com as emissoras Rede Globo, Sport TV e o portal G do grupo Globo e com os patrocinadores oficiais da camisa amarelinha.

 Os três administraram a seleção brasileira durante os últimos 25 anos completos consecutivos da história do futebol brasileiro. E os três têm sentença firme proferida por tribunais do sistema judicial mundial, publicada por agências oficiais e reproduzida pela imprensa internacional. O primeiro nome foi pronunciado pelo Tribunal Arbitral do Esporte, com sede na cidade de Lausana, na Confederação Suíça.

 O segundo foi pronunciado pela juíza Pamela do Tribunal Federal do Distrito Leste de Nova York, no bairro do Brooklyn, no dia 22 de agosto do ano de 2018. E o terceiro foi pronunciado pelo Comitê de Ética Independente da Federação Internacional de Futebol Associado com sede em Zurique no dia 15 de dezembro do ano de 2017.

 Os três nomes assinados com tinta e com sentença firme dentro do sistema judicial internacional do futebol mundial. Os três. Nome número um, Ricardo Terra Teixeira, 81 anos completos. Nascido no dia 21 de junho do ano de 1947 na cidade do Rio de Janeiro. Advogado por formação. Genro do ex-presidente da Federação Internacional de Futebol Associado.

 Entre os anos de 1974 e 1998. O brasileiro João Ravelange, presidente da Confederação Brasileira de Futebol durante 23 anos completos e consecutivos, entre o ano de 1989 e o ano de 2012. O período mais longo sob uma única presidência na história inteira da Confederação, desde a fundação dela no ano de 1914. Sob a presidência dele, a seleção brasileira ganhou duas Copas do Mundo, o tetracampeonato nos Estados Unidos no ano de 1994 e o penta campeonato na Coreia-Japão no ano de 2002.

 A única confederação da história do futebol mundial que ganhou duas Copas do Mundo sob o mesmo presidente executivo e sob a presidência dele. Segundo a investigação aberta pela justiça federal da Confederação Suíça e pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos no ano de 2015, Ricardo Terra Teixeira aceitou mais de R milhões de reais brasileiros em propinas pessoais pagas por empresas de marketing esportivo internacional em troca do favorecimento em contratos comerciais da Confederação Brasileira de Futebol, incluindo o voto oficial do Brasil a

favor da sede catariana pra Copa do Mundo do ano de 2022 Na eleição do dia 2 dezembro do ano de 2010 em Zurique. No dia 29 de novembro do ano de 2019, o comitê de ética independente da Federação Internacional de Futebol, associado com sede na cidade de Zurique, baniu Ricardo Terra Teixeira de toda a atividade relacionada ao futebol profissional por toda a vida.

 Multa pessoal de 1 milhão de francos suíços, R$ 5.690.000 brasileiros ao câmbio oficial da data. No dia 14 de setembro do ano de 2021, o Tribunal Arbitral do Esporte Concede em Lausana confirmou por unanimidade a decisão do comitê de ética. Ricardo Terra Teixeira ficou banido do futebol por toda a vida.

 O primeiro homem não pode voltar ao Brasil. Mora em Miami, Flórida, desde o ano de 2012. Nome número dois, José Maria Marim. Nascido no dia 17 de maio do ano de 1932 no bairro do Ipiranga, da cidade de São Paulo. Advogado por formação, governador do estado de São Paulo entre os anos de 1982 e 1983, presidente da Federação Paulista de Futebol durante 23 anos e presidente da Confederação Brasileira de Futebol entre março do ano de 2012 e abril do ano de 2015.

 No dia 27 de maio do ano de 2015, às 6 da manhã, no horário local, a Polícia Federal da Confederação Suíça entrou no quarto 522 do Hotel Baúque, da cidade de Zurique, onde estava hospedado o José Maria Marim pra Assembleia Geral da Federação Internacional de Futebol Associado. 82 anos completos. O Marim foi detido de pijama de seda dentro do quarto 522 do Hotel Baurak, preso durante 5 meses em Zurik.

 extraditado pros Estados Unidos no dia 3 de novembro do ano de 2015 e confinado em prisão domiciliar dentro do edifício Trump Tower do bairro de Manhattan, da cidade de Nova York, durante 2 anos e 7 meses. No dia 22 de dezembro do ano de 2017, depois de sete semanas de julgamento na frente da juíza Pamela Shen, do Tribunal Federal do Distrito Leste de Nova York, o Marim foi declarado culpado de seis dos sete crimes criminais apresentados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

 fraude bancária, conspiração para lavagem de dinheiro, recebimento de propinas e organização criminosa. No dia 22 de agosto do ano de 2018, a mesma juíza Pamela Chen proferiu sentença firme, 4 anos completos de prisão efetiva, multa pessoal de 1.200.000, restituição de 3.300.000 recebidos em propinas pessoais pelo Marim durante a gestão dele no comando da Confederação Brasileira de Futebol entre os anos de 2012 e 2015.

 O Marim foi o primeiro presidente de uma confederação nacional de futebol do planeta, condenado pelo sistema judicial federal dos Estados Unidos. Cumpriu 3 anos completos de prisão efetiva no estado da Penilvânia. Solto por razões humanitárias durante a pandemia do ano de 2020. Faleceu no dia 20 de julho do ano de 2025 no Hospital Sírio Libanês da cidade de São Paulo, 93 anos completos.

Nome número tr Marco Polo Del Nnero, nascido no dia 22 de fevereiro do ano de 1941 na cidade de São Paulo. Advogado especialista em Direito Penal, presidente da Confederação Brasileira de Futebol entre abril do ano de 2015 e dezembro do ano de 2017. Homem de confiança pessoal do Ricardo Terra Teixeira dentro da Federação Internacional de Futebol Associado.

 No dia 27 de maio do ano de 2015, o dia exato da detenção do Marinha em Zurique, Del Nnero se encontrava dentro do mesmo Hotel Baúaquec pro mesmo congresso da Federação Internacional de Futebol Associado. Na manhã do dia 28 de maio do ano de 2015, Del Nnero saiu do hotel pela porta dos fundos com o passaporte diplomático brasileiro.

 pegou um táxi até a estação central de trens de Zurik, viajou para Frankfurt e do aeroporto de Frankfurt embarcou num voo da Luft Hansa com destino ao aeroporto de Guarulhos da cidade de São Paulo. Desde aquele 28 de maio do ano de 2015, Marco Polo Del Nero não voltou a sair do território brasileiro, nem por um único dia.

 No dia 15 de dezembro do ano de 2017, o comitê de ética independente da Federação Internacional de Futebol Associado baniu Marco Polo Del Nero de toda a atividade do futebol profissional. No dia 27 de abril do ano de 2018, o banimento foi confirmado por toda a vida. Multa pessoal de 1 milhão de dólares, crimes provados, propina, corrupção e conflito de interesses na destinação de contratos comerciais da Confederação Brasileira de Futebol.

 Marco Polo Del Nero foi o segundo presidente da Confederação Brasileira de Futebol, banido por toda a vida por corrupção num período de 18 meses completos. Ricardo Terra Teixeira, José Maria Marim, Marco Polo Del Nnero, os três homens que administraram o futebol brasileiro durante os últimos 25 anos. Os três investigados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

 Os três sancionados pelo sistema de ética da Federação Internacional de Futebol Associado. Os três condenados pessoalmente no maior escândalo de corrupção do esporte do planeta durante o século XX. Um banido por toda a vida em Miami, um condenado morto no hospital de São Paulo e um foragido confinado no território brasileiro desde o ano de 2015.

 E no mês de maio do ano de 2025, a mesma estrutura executiva da Confederação Brasileira de Futebol assinou um novo contrato de 10 milhões de euros por ano com um treinador italiano condenado pessoalmente pelo Tribunal de Madrid do Reino da Espanha pornegação fiscal contra o Estado espanhol, Carlo Ancelote. Nesse canal a gente não inventa intenção.

 A gente não diz que o Carlo Ancelote aceitou dirigir a seleção brasileira por dinheiro. Também não diz que a Confederação Brasileira de Futebol contratou um condenado penal por sonegação fiscal, sabendo da sentença proferida pelo Tribunal de Madrid. E também não diz que a videochamada do dia 20 de maio do ano de 2026 entre o Antielote, o Rodrigo Caetano e o Neymar Júnior teve o propósito específico de manter o Neymar controlado no banco durante a Copa do Mundo inteira de 2026.

 Isso aí é intenção e intenção a gente não conhece. O que a gente conhece são as decisões, as decisões documentadas pela imprensa brasileira, argentina, italiana e espanhola pelo Infoby Âmbito, La Gazeta del Esporte, Marca F, Lance, G do Grupo Globo e Futebol Itália. As decisões assinadas e publicadas. Decisão número um, convocar o Neymar Júnior pra seleção brasileira depois de uma videochamada de 47 minutos, onde o próprio Antielote impôs três condições exatas, incluindo a ausência de garantia de titularidade em qualquer jogo da Copa e um conjunto

específico de normas de conduta pessoal. Decisão número dois, utilizar o Bruno Guimarães do Newcastle United como batedor do pênalti do minuto 13 contra a Noruega, com o Vinícius Júnior dentro do campo e com o Rafinha, o Neymar Júnior e o Igor Thiago fora do time titular, baseado numa planilha de um ano completo de cobranças de pênaltis.

 Decisão número três, colocar o Neymar Júnior em campo no jogo dessa madrugada contra a Noruega só no minuto 67 do segundo tempo, com o placar ainda 0 a 0, com o Vinícius Júnior dentro do campo e 23 minutos de tempo regulamentar ainda por diante e com o Erling Halland ainda sem marcar os dois gols dele.

 O Neymar entrou tarde, só que não tarde demais e mesmo assim a seleção brasileira desabou embaixo do olhar do próprio Neymar em cima do gramado. Três decisões registradas oficialmente na entrevista coletiva feita pelo próprio Anchelote aos 47 minutos do apito final do jogo dessa madrugada. E uma última decisão, assinada no dia 11 de maio do ano de 2026 pela Confederação Brasileira de Futebol.

 A renovação do contrato do Carlo Anchelote como treinador da seleção brasileira até o fim do ciclo da Copa do Mundo do ano de 2030, assinada 11 meses depois da sentença do Tribunal de Madrid do Reino da Espanha, do dia 8 de julho do ano de 2025, quando chegar o ano de 2030, o Carlo Ancelote vai completar 71 anos.

 Vai dirigir a seleção brasileira na Copa do Mundo, organizada pela Espanha, Portugal e Marrocos como sedes principais. e por Argentina, Paraguai e Uruguai como sedes do centenário da primeira Copa do Mundo da história. A seleção brasileira vai chegar na Copa do Mundo do ano de 2030 com 28 anos completos, sem ganhar uma taça mundial.

 O maior jejum da história do futebol brasileiro no século XX, superando por 4 anos o jejum anterior de 24 anos vividos entre o tricampeonato no México, no ano de 1970, e o tetracampeonato nos Estados Unidos, no ano de 1994. O Neymar Júnior vai completar 38 anos no ano de 2030, o Vinícius Júnior 33, o Casemiro 38 e o Alisson 37.

 E hoje à noite, depois das palavras do Neymar Júnior na frente do microfone do SBT, depois da coletiva do Anchelote sobre o novo ciclo e depois do abraço do Vinícius no Bruno Guimarães dentro do vestiário, a Confederação Brasileira de Futebol publicou uma nota oficial na conta oficial da rede social X. Palavra por Palavra.

 Segundo a publicação oficial do dia 5 de julho do ano de 2026, a Confederação Brasileira de Futebol expressa o reconhecimento a todos os jogadores, comissão técnica e equipe de apoio pela dedicação demonstrada durante a campanha da Copa do Mundo. Confiamos no projeto de reconstrução sob a direção técnica do mestre Carlo Anchelote pro próximo ciclo do ano de 2030. Fim da citação textual.

Um projeto de reconstrução sob a direção técnica do mestre Carlo Anchelote pro próximo ciclo do ano de 2030. Um projeto, a palavra que a Confederação Brasileira de Futebol escolheu para explicar o próximo ciclo sob a direção de um treinador italiano condenado penalmente por sua negação fiscal no Reino da Espanha dentro de uma estrutura executiva que administrou os três presidentes banidos e condenados do maior escândalo de corrupção do esporte do planeta no século XX. Um projeto.

 O Neymar Júnior falou essa madrugada na frente do microfone do SBT do Brasil que não vai jogar mais Copa do Mundo, que acabou, que tentou, que tentou e que agora a carreira com a camisa amarela chegou ao fim. O Vinícius Júnior não falou uma única palavra depois do apito final do árbitro iraniano Alereza Fagani.

 O Bruno Guimarães entrou no vestiário do estádio Mat Llife com a cabeça baixa e as lágrimas caindo dentro da blusa oficial de treinamento da seleção brasileira. E o Carl Ancelote caminhou do banco de reservas até o auditório do Hotel de concentração da confederação no bairro de Kerne. 47 minutos depois, na frente dos microfones da imprensa brasileira e das câmeras da Rede Globo, o treinador italiano condenado pelo Tribunal de Madrid falou sobre o projeto de reconstrução do Brasil até o ano de 2030.

 O nome do Neymar, o nome do Vinícius Júnior, o nome do Bruno Guimarães, os nomes dos três presidentes, a videochamada do dia 20 de maio do ano de 2026, o minuto 13 do primeiro tempo, os 45 minutos totais, todos ausentes da coletiva de imprensa do treinador italiano. Esse vídeo não julga intenção, julga a decisão documentada.

 Se você viu o jogo dessa madrugada e sentiu que alguma coisa se quebrou quando a bola saiu das mãos do Vinícius Júnior e chegou nas mãos do Bruno Guimarães, esse momento tem um nome, chama o projeto, o mesmo projeto dos três presidentes com condenações internacionais por corrupção, do treinador italiano condenado por sonegação fiscal e das três condições impostas ao Neymar Júnior por vídeochamada no dia 20 de maio do ano de 2026.

 Compartilha esse vídeo com qualquer torcedor da seleção da tua família. Manda pro teu pai, pro teu irmão, pro amigo do boteco que se deitou chorando pela eliminação nas oitavas. E se inscreve no canal Estrelas Caídas se você quer que a gente continue abrindo caixa fechada como essa, sem inventar intenção, com documento publicado na mão.

 Porque no futebol mundial, quando um jogador perde um pênalti no minuto 13, a culpa jamais é do jogador que caminha até a marca do pênalti. é do homem que decide de uma planilha fechada quem caminha até a marca do pênalti. A gente se vê no próximo vídeo. Что?

 

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