As Mãos de Ouro e a Mente de Gênio: A Vida Blindada, a Revolução Tática e a Fortuna Silenciosa de Cláudio Taffarel

A posição de goleiro sempre foi amplamente considerada como a mais ingrata, cruel e solitária de todo o universo do futebol. Enquanto os atacantes que perdem gols inacreditáveis são frequentemente perdoados no lance seguinte com um simples aplauso de incentivo das arquibancadas, o homem que veste as luvas e guarda a meta carrega nas costas o fardo pesadíssimo de que um único e minúsculo erro pode arruinar para sempre a sua carreira e condenar sua equipe à derrota mais dolorosa. No Brasil, o país pentacampeão que historicamente se acostumou a endeusar os pontas habilidosos, os meias criativos de camisa dez e os artilheiros implacáveis, ser goleiro era, por muitas décadas, sinônimo de desconfiança absoluta. A sombra do traumático “Maracanazo” de 1950, que crucificou injustamente o lendário goleiro Barbosa, pairou como uma maldição sobre todos os arqueiros brasileiros durante mais de quarenta anos. Acreditava-se, no imaginário popular e até mesmo entre os grandes críticos esportivos da Europa, que o Brasil jamais seria capaz de revelar um goleiro de classe mundial, frio, calculista e absolutamente confiável em momentos de pressão extrema. Essa narrativa equivocada, preconceituosa e limitante só começou a ser definitivamente despedaçada com a ascensão meteórica e gloriosa de um homem loiro, de feições tranquilas, olhar sereno e nervos de aço: Cláudio André Mergen Taffarel.

Muito além de ter sido pura e simplesmente um dos maiores e mais formidáveis goleiros da riquíssima história da Seleção Brasileira e do esporte bretão global, Taffarel tornou-se uma verdadeira instituição nacional, um símbolo inabalável de segurança, heroísmo e resiliência. Sua figura debaixo das traves transcendeu o esporte para se infiltrar profundamente na cultura popular de uma nação inteira. No entanto, o que torna a trajetória deste homem algo digno das mais complexas e fascinantes biografias não é apenas o que ele fez enquanto a bola estava rolando e o mundo inteiro prendia a respiração. A verdadeira genialidade de Cláudio Taffarel reside primariamente na forma magistral, inteligente e quase invisível como ele soube aproveitar o imenso peso de sua carreira vitoriosa para acumular uma fortuna impressionante, garantindo sua independência financeira, e, mais do que isso, como ele conseguiu se manter perpetuamente relevante, influente e cobiçado no altíssimo escalão do futebol mundial moderno. Hoje, mais de duas décadas após seu auge físico nos campos, ele continua no topo absoluto do mundo, exercendo papéis cruciais de liderança técnica como preparador de goleiros da Seleção Brasileira e da todo-poderosa máquina inglesa do Liverpool. Esta é a história detalhada e profunda de como um garoto humilde do interior do Rio Grande do Sul construiu uma trajetória inigualável, ergueu um império financeiro no mais absoluto silêncio e mudou para sempre a forma como o mundo enxerga os goleiros nascidos no Brasil.

Para compreender a magnitude do legado deixado por este ícone, precisamos obrigatoriamente retornar às suas raízes geográficas e culturais. Cláudio Taffarel nasceu no dia 8 de maio de 1966, na acolhedora, fria e pacata cidade de Santa Rosa, incrustada no interior do estado do Rio Grande do Sul, uma região historicamente conhecida por forjar homens de perfil trabalhador, sério e de poucas palavras. Desde muito cedo em sua juventude, enquanto a maioria esmagadora dos meninos de sua geração sonhava obstinadamente em driblar como Pelé, Garrincha ou Zico, o jovem Cláudio demonstrava uma atração magnética e instintiva pela posição menos desejada da pelada. Ele queria evitar o gol. Ele sentia prazer em frustrar a alegria alheia no momento do chute. Sua imensa envergadura, aliada a um tempo de reação absurdo e a uma coragem ímpar para se jogar nos pés dos adversários, rapidamente chamou a atenção de olheiros e treinadores da região sul do país.

O pontapé inicial de sua carreira profissional, o momento em que a brincadeira virou um trabalho árduo, ocorreu nas famosas e prestigiadas categorias de base do Sport Club Internacional, o gigantesco e tradicional Colorado de Porto Alegre. No estádio Beira-Rio, Taffarel não era apenas mais um jogador compondo elenco; ele era visto internamente como um verdadeiro fenômeno em lapidação. Sua ascensão à equipe principal do Internacional no final dos anos 1980 foi tratada como um acontecimento raro. Ele demonstrava uma segurança incomum para um atleta tão jovem, exibindo reflexos felinos, excelente colocação e, principalmente, uma frieza psicológica que contrastava absurdamente com o temperamento muitas vezes explosivo e passional do futebol sul-americano. Suas atuações gigantescas e decisivas no Campeonato Brasileiro renderam-lhe a cobiçada Bola de Ouro da revista Placar no ano de 1988, um prêmio raríssimo de ser entregue a um goleiro, provando que ele estava destinado a feitos muito maiores. O sucesso estrondoso e constante nas balizas coloradas logo furou a bolha do futebol sul-americano, e não demorou muito para que seu imenso talento chamasse a atenção aguçada dos grandes e ricos clubes do futebol europeu.

Aqui, faz-se necessário um importante parêntese histórico: até a virada da década de 1980 para 1990, o mercado europeu era extremamente fechado e ferozmente preconceituoso contra goleiros nascidos no Brasil. Os times da Itália, Espanha e Inglaterra importavam atacantes e meias brasileiros aos milhares, mas as posições defensivas, especialmente o gol, eram reservadas aos talentos locais. Taffarel foi o grande e definitivo pioneiro a arrombar as portas desse mercado milionário, contratado a peso de ouro pelo emergente e ambicioso Parma, da Itália, em 1990. Na competitiva e tática Serie A italiana daquela época, que reunia simplesmente os melhores, mais caros e mais letais atacantes do planeta, o goleiro gaúcho provou o seu imenso valor, pavimentando e facilitando o caminho de ouro para que futuras lendas, como Dida, Júlio César e Alisson Becker, pudessem posteriormente brilhar e faturar alto no velho continente.

Apesar de seu retumbante sucesso em clubes de elite, incluindo o supracitado Parma italiano, além de passagens marcantes e repletas de paixão pelo Atlético Mineiro (onde é idolatrado) e uma verdadeira dinastia de conquistas épicas pelo Galatasaray da Turquia (onde ergueu a taça da prestigiada Copa da UEFA vencendo o poderoso Arsenal da Inglaterra nos pênaltis), foi indiscutivelmente vestindo a pesada camisa amarela da Seleção Brasileira que Cláudio Taffarel se transformou em uma entidade quase mítica para o seu povo. A trajetória do camisa um na esquadra nacional é uma odisseia épica que engloba vitórias memoráveis, recordes impressionantes e atuações que beiravam o sobrenatural. Ele teve a rara e distinta honra de ser o titular absoluto da meta brasileira em três consecutivas e exaustivas edições de Copa do Mundo da FIFA: as edições de 1990 sediada na Itália, a inesquecível de 1994 nos Estados Unidos e a dramática edição de 1998 na França.

O ápice glorioso de toda a sua existência esportiva, o momento que o congelou para sempre no panteão dos maiores heróis imortais da história do Brasil, aconteceu na escaldante tarde de 17 de julho de 1994, no gigantesco estádio Rose Bowl, na Califórnia. O contexto daquela partida era de pura asfixia e angústia coletiva. O Brasil amargava um jejum desesperador, sombrio e doloroso de exatos 24 longos anos sem conquistar o título mundial. A pressão da imprensa sedenta por vitória, da torcida machucada por derrotas anteriores e de uma nação inteira que enfrentava crises políticas e econômicas, recaía sobre os ombros daqueles vinte e dois homens em campo. A final contra a duríssima, temível e taticamente perfeita Itália, após 120 extenuantes minutos de um futebol amarrado, tenso e sem gols sob o sol castigador, foi decidida na cruel loteria das penalidades máximas.

Foi nesse exato instante, com o peso de milhões de almas repousando sobre suas luvas, que a lenda se materializou em definitivo. Com defesas espetaculares e uma presença que amedrontava os adversários mais qualificados da Europa, ele foi a principal peça fundamental e a engrenagem vital na histórica conquista da sonhada Copa do Mundo de 94. A defesa memorável no pênalti cobrado pelo craque Massaro, voando com precisão matemática no canto direito baixo, e a posterior e trágica cobrança isolada pelo astro Roberto Baggio por cima do travessão cruzado, imortalizaram a consagração máxima da Seleção. A explosão de alegria que tomou conta do país veio acompanhada de um bordão que se fundiria ao DNA cultural da nação brasileira. O icônico e estridente grito de “Sai que é sua, Taffarel!”, cunhado e eternizado de forma apaixonada pelas pregas vocais do inigualável narrador Galvão Bueno durante as transmissões da Rede Globo na Copa do Mundo, transcendeu a mera narração esportiva. Esse grito espetacular ficou profunda e indelevelmente marcado nas páginas de ouro da história do futebol brasileiro.

A expressão magistral simbolizava empiricamente a confiança inabalável, a esperança reconfortante e a segurança extrema que o goleiro transmitia não só aos seus zagueiros durante os lances de perigo agudo nos jogos, mas a todo e qualquer brasileiro que acompanhava a partida pela televisão de tubo no sofá de casa. Ele não apenas foi a muralha fundamental para assegurar o aguardado tetracampeonato em solo americano, mas esse momento apoteótico do bordão televisivo solidificou e cimentou ainda mais o seu status incontestável como um dos maiores ícones da seleção em todos os tempos. Para agravar positivamente sua importância, ele consagrou-se como sendo o mesmíssimo primeiro goleiro a ter o privilégio divino de conquistar a cobiçada taça da Copa do Mundo jogando a favor da seleção em 1994. Se isso não bastasse para preencher um currículo impecável, Taffarel, em 1998, repetiu o feito milagroso de defender pênaltis cruciais nas semifinais dramáticas contra a perigosa Holanda de Patrick Kluivert e Ronald de Boer, garantindo novamente o Brasil em uma final de Copa do Mundo.

Além de ser o homem responsável direto por defesas viscerais, plásticas e decisivas, ele também teve a gigantesca honra esportiva e estatística de ser o primeiro goleiro brasileiro a alcançar a marca estratosférica de 100 jogos oficiais envergando o brasão da Seleção principal. Sua postura habitualmente tranquila, blindada contra as provocações de atacantes adversários, e sua incontestável liderança exercida de forma serena em campo fizeram dele a maior referência absoluta para todas as gerações de goleiros que surgiriam no Brasil posteriormente. O paradigma estava finalmente quebrado; graças a ele, o brasileiro poderia sim confiar plenamente no homem responsável por defender sua meta. A história de Taffarel como jogador, somando suas passagens gloriosas por clubes da Itália, Brasil e Turquia, sempre esteve atrelada à entrega total, deixando permanentemente a sua marca indelével e profunda como um goleiro seguro, formidavelmente decisivo em jogos grandes e avesso aos holofotes midiáticos vulgares.

No entanto, a grandeza de um profissional de elite e de mente brilhante é comprovada de maneira definitiva quando chega o momento inevitável, temido pela imensa maioria dos atletas de alto rendimento, de pendurar as chuteiras e dizer adeus aos gramados. Para dezenas de grandes ex-jogadores, a dolorosa transição para a aposentadoria culminou em severos quadros de profunda depressão psicológica, completa falência financeira devido à má gestão de recursos ou um doloroso e irreversível esquecimento pelo público em geral. Contudo, para Cláudio Taffarel, o fim de sua carreira como atleta em meados do início dos anos 2000 significou apenas o encerramento do primeiro grande capítulo brilhante de sua vida e a introdução metódica para uma fase ainda mais sofisticada, lucrativa e influente no esporte global. Após oficialmente encerrar sua rotina desgastante como jogador profissional, ele tomou uma decisão incrivelmente lúcida e estratégica: decidiu seguir ativamente trabalhando no universo que dominava do futebol, mas optou sabiamente por atuar dessa vez nos complexos bastidores da área técnica, assumindo o crucial cargo de preparador e treinador especialista de goleiros.

Ao invés de ceder à imensa vaidade que destrói profissionais e tentar a sorte como treinador principal de clubes – uma função altamente instável, cruel e alvo de demissões constantes por parte de diretorias amadoras –, Taffarel se especializou cirurgicamente no que ele sabia fazer melhor do que qualquer ser humano vivo: forjar muralhas. O seu exímio trabalho se tornou rapidamente uma enorme referência e uma grife cobiçada, atuando de maneira impecável tanto prestando serviços contínuos na Seleção Brasileira quanto, de maneira formidável, nas fileiras de treinamento do gigante inglês Liverpool, clube onde atua de forma ininterrupta e celebrada desde o ano de 2021. Sua ida para a Inglaterra, inclusive, teve fortíssima influência e indicação direta do brilhante goleiro titular Alisson Becker, que via em seu mestre a peça chave que faltava na genial comissão técnica comandada pelo badalado técnico alemão Jurgen Klopp para alcançar o ápice do desenvolvimento defensivo do time.

Nos luxuosos e supermodernos centros de treinamento de ponta, Taffarel se destaca absurdamente por implementar um tipo de treinamento de vanguarda que foca compulsivamente na tomada de decisão rápida e processamento cognitivo do atleta sob pressão, na eficiência dos movimentos biomecânicos, no controle mental e no uso tático e inteligente do próprio corpo para cobrir todos os ângulos impossíveis e dificultar extremante as finalizações mais letais dos maiores artilheiros da Premier League e da Liga dos Campeões. Ele não parou no tempo. Pelo contrário, estudou arduamente e também aposta as suas fichas em um estilo de jogo europeu muito mais fluido e moderno, onde o goleiro atual deixou de ser um mero rebatedor de bolas para se transformar no primeiro construtor e armador da equipe, precisando impreterivelmente saber dominar, pensar e jogar magistralmente com os pés, participando de forma ativa da construção paciente de jogadas ofensivas sob forte marcação. Mesmo com a sua disputada e pesada agenda no complexo calendário inglês do Liverpool, Taffarel continua servindo patriótica e firmemente a seleção brasileira em diversas categorias. As projeções mais sólidas do mercado esportivo indicam fortemente que ele deve estar presente e muito ativo na fundamental comissão técnica montada para a próxima grande e aguardada Copa do Mundo da FIFA de 2026, com o objetivo principal de continuar ajudando vigorosamente a nova e moderna geração de grandes goleiros brasileiros a manter vivo o brilhante legado de vitórias, segurança absoluta e excelência que ele próprio iniciou e solidificou décadas atrás.

O sucesso contínuo de Taffarel na esfera profissional é um espelho reluzente da maestria com a qual ele gerenciou outro aspecto ainda mais sensível e arriscado de sua longa vida: a construção de sua grandiosa fortuna pessoal e a minuciosa administração dos seus volumosos investimentos. A dura realidade do mundo do futebol costuma expor e evidenciar tragédias econômicas, onde jovens sem instrução financeira esbanjam quantias monumentais e fortunas incalculáveis com futilidades desnecessárias, carros absurdamente importados que perdem valor na saída da concessionária e luxos efêmeros e destrutivos. Cláudio Taffarel, movido por sua origem humilde no interior do Rio Grande do Sul e por sua índole extremamente regrada, prudente e focada, foi na exata contramão de todo esse ciclo de loucuras e excessos. Tendo construído bravamente uma sólida carreira de estrondoso destaque ininterrupto e glórias no cruel e endinheirado futebol internacional, isso naturalmente lhe proporcionou uma formidável e robusta base financeira desde o início da década de 1990.

Levantamentos e estimativas conservadoras publicadas no mercado indicam, de forma contundente, que o seu atual e invejável patrimônio líquido esteja flutuando fortemente na impressionante casa de pelo menos 20 milhões de reais. Esse montante expressivo, gerido de forma conservadora, é o excelente resultado direto da consolidação de todos os seus polpudos ganhos, luvas salariais e astronômicos prêmios financeiros obtidos como jogador profissional em clubes grandes da Europa, sendo intensificado e encorpado posteriormente pelos salários de padrão europeu altíssimo que ele recebe como requisitado preparador de elite de goleiros. Conforme pontuado detalhadamente, após encerrar sua brilhante carreira como atleta, ele astutamente continuou cravado no seleto mundo do futebol, atuando em alto nível como preparador de goleiros prestando serviços valiosos para a imensa vitrine global que é a Seleção Brasileira e para o bilionário cofre do Liverpool na forte Inglaterra. Essas duradouras posições não apenas mantiveram estrategicamente a sua gigantesca influência e o seu sagrado respeito no esporte intocáveis perante o mercado e os patrocinadores, mas também contribuíram vertiginosamente para a perene e garantida manutenção e crescimento exponencial de sua renda mensal em moeda forte e estrangeira, como o Euro e a Libra Esterlina, multiplicando o capital na conversão para o mercado financeiro do Brasil.

Além da sua fundamental atuação direta nos bastidores do futebol, percebe-se que Taffarel diversificou amplamente as suas formidáveis fontes de renda ao longo de todos esses anos. Ele fez uso do peso monstruoso do seu lendário nome por meio de assinaturas de gordos contratos publicitários em território brasileiro e possivelmente administra lucrativas participações como sócio oculto ou parceiro investidor em sólidas empresas privadas. Embora os detalhes mais íntimos, percentuais de lucros e valores específicos sobre esses múltiplos investimentos não sejam amplamente ou irresponsavelmente divulgados para a grande mídia – algo condizente e alinhado com o seu forte perfil resguardado e avesso a demonstrações públicas de poder econômico –, é um fato absolutamente inegável no meio esportivo de que o eterno ídolo nacional sabe perfeitamente bem como girar sua máquina de fazer dinheiro, mantendo longe do vermelho qualquer tipo de conta bancária. Embora Cláudio Taffarel nunca tenha sido um jogador favorecido por salários estratosféricos e fora da realidade humana como os imensos craques midiáticos da atualidade desfrutam no mercado inflacionado do Oriente Médio ou mesmo na Europa moderna, a sua longa, ilibada e regular carreira como profissional exemplar no endinheirado e seguro futebol europeu e o seu incontestável prestígio blindado na Seleção Brasileira garantiram inequivocamente um excelente, vistoso e seguro patrimônio para todas as gerações vindouras de sua amada família.

Taffarel invariavelmente sempre foi considerado muito discreto, quase ao nível do segredo de estado, sobre a real dimensão de sua fortuna pessoal. No entanto, é sabido de forma ampla entre agentes e especialistas financeiros ligados ao futebol que ele fez imensos e certeiros investimentos de altíssimo valor e retorno no mercado imobiliário mais seguro do mundo. Como uma infinidade de outros grandes e astutos ex-jogadores de visão de negócios alongada e inteligência aprimorada, ele soube muito bem o que fazer. Assim que recebia os montantes provenientes das premiações em campeonatos e de suas vultuosas transferências entre a Itália e a Turquia, ele imediatamente direcionou uma gigantesca parcela livre e excedente de seus altos ganhos para o investimento perene e palpável em dezenas de propriedades, extensas terras de alto padrão produtivo e imóveis rurais e urbanos de fina construção. Isso funcionou e serve como um formidável e indestrutível colchão de proteção garantindo, portanto, o conforto supremo de uma robusta e infalível renda estável através de aluguéis e valorização imobiliária em seu longo período inativo na aposentadoria física e no seu pós-carreira competitivo. Além disso tudo, a sua requisitada continuidade diária nas mais complexas rotinas esportivas do futebol de primeiro nível como conceituado preparador oficial de goleiros, inclusive no gigante inglês do poderoso Liverpool, manteve sem nenhuma sombra de dúvidas o patamar financeiro da sua renda extremamente alta no restrito mercado, blindando definitivamente o seu prestigioso nome, agora cada vez mais valorizado, respeitado e procurado como consultor no acirrado mercado global do esporte.

Curiosamente, e como forma de atestar a sabedoria espartana com que encara a vida terrena, diferente da esmagadora e irresponsável maioria de alguns novos e deslumbrados jogadores da geração presente que fazem extrema questão de ostentar pateticamente frotas inteiras de reluzentes e caríssimos carrões e mansões banhadas a ouro para ganhar likes efêmeros e insignificantes nas redes sociais, Taffarel eternamente sempre teve, sustentou e cultivou com muita classe um perfil pessoal muitíssimo mais fechado, humano e infinitamente mais discreto. Não há hoje grandes publicações, informações abertas ou escândalos sobre bizarros carros luxuosos que ele tenha importado por luxúria exagerada ou que tenha exibido para o povão ver. Contudo, é obviamente lógico pontuar que, devido integralmente aos seus pesados anos desfrutando de tremendo e constante sucesso de vitórias na civilizada Europa, ele com toda e absoluta certeza não se priva de viver com extremo conforto de milionário. Sem margem para contestações, ele teve o merecido e ilimitado acesso a diversos e sofisticados modelos de automóveis blindados, muito exclusivos e extremamente confortáveis oferecidos pelo mercado e até fornecidos via permutas de patrocínio das gigantescas e trilionárias montadoras mundiais de veículos que sempre patrocinaram os gigantes clubes pelo qual passou e conquistou vitórias. Mas é importante ressaltar que ele sempre usa esses benefícios privados para o mero deslocamento silencioso, focado no conforto e segurança e nunca para chancelar publicamente a inútil promoção da vaidade.

Apesar de ser notavelmente mais reservado, misterioso e introspectivo nas rodas sociais com repórteres ou na rua com torcedores exagerados, ele já foi visto algumas vezes por astutos papparazzis europeus ou jornalistas em férias, sempre de fisionomia tranquila, curtindo momentos ímpares de calmaria em lugares requintados e muito sofisticados no velho continente acompanhado da sua leal família, simplesmente e prazerosamente aproveitando e colhendo sem remorsos os fartos, justos e milionários frutos de toda a sua épica e incansável trajetória imensamente vitoriosa e de gigantesca prosperidade com as luvas suadas. Em termos muito diretos, práticos e analíticos a respeito de todo o seu atual e elogiável estilo conservador de vida diária, Taffarel e sua personalidade irretocável são massivamente conhecidos mundialmente de maneira unânime por sua firme descrição em assuntos patrimoniais e vida conjugal inabalável. Fato consumado e cabal é que não há circulando pelo submundo dos tabloides registros públicos de sujas polêmicas, divórcios conturbados recheados de divisão caótica de bens e propriedades na justiça desportiva ou cível, e também inexistem relatos absurdos de fúteis ou questionáveis aquisições financeiramente extravagantes ou ilógicas feitas sob impulso na calada da noite e pagas com malas de dinheiro vivo em baladas no exterior, ou ainda atitudes nefastas como aquisições compulsórias de inúteis e exagerados carros esporte de ultra luxo e ou compras colossais e destrutivas de múltiplas e desproporcionais propriedades estupidamente opulentas ou fazendas com extensões desnecessariamente exageradas sem finalidades lucrativas só para mera posse em ostentação ou ego pueril perante terceiros.

Pelo minucioso e complexo contrário, pode-se constatar com louvores impressionantes que toda a admirável abordagem econômica do ídolo, a qual foi estruturada em silêncio de maneira fria e estritamente analítica com bases quase de banqueiro durante todas essas décadas de sucesso suado nas quatro linhas do campo, claramente parece mesmo e sempre ter sido exaustivamente voltada como uma diretriz moral de vida familiar inalterável para promover e alcançar a sacrossanta busca inegável por uma irretocável e serena estabilidade de segurança financeira de longo e interminável prazo, somado indissociavelmente ao constante fortalecimento ininterrupto na valorização constante do patrimônio acumulado com suor digno nas traves. Sem jamais abandonar jamais o verdadeiro e contínuo fomento sagrado à plena e perpétua continuidade perene e diária de todas as infinitas formas possíveis encontradas para prestar a honrosa e gigante contribuição vital que a genialidade inata que lhe foi concebida possui sobre a história gigantesca e moderna no maravilhoso esporte mundial e sobre todos os gramados de grande porte para repassar o gigantesco bastão brilhantemente como imenso mestre aos discípulos e nobres atletas da atualidade.

Em todo e qualquer rico e minucioso resumo grandioso ou relato de documentários para se tratar do mito, e analisando cada palmo transpirado do glorioso homem em análise, verifica-se categoricamente sem risco de qualquer refutação ou hesitação acadêmica no mundo das análises técnicas de campo histórico, que a colossal lenda inabalável do sul do Brasil gloriosamente chamada pelo grandioso nome imaculado de Cláudio André Mergen Taffarel apenas perfeitamente exemplifica como se consolida a mais pura e plena personificação sublime, a real materialização suprema e sem qualquer rasura sobre toda e completa forma genuína existente em nossa sociedade atual e também no panteão mágico do glorioso mundo da bola, sobre aquilo que chamamos verdadeiramente do mais estrito, perfeito, duradouro e pleno alcance da vitória. Uma fantástica e admirável trajetória inquestionavelmente banhada e cimentada no topo do sucesso, edificada de modo ininterrupto tanto dentro dos quatro lados brancos pintados de forma vibrante nos caldeirões ferventes dos campos gloriosos com mais de noventa mil torcedores inflamados espalhados nos estádios de todos os países do mundo, mas também com imenso louvor, prudência e formidável magnitude executiva e milionária nos duros terrenos perigosos do campo minado que existem no mundo complexo e avassalador longe e por fora silencioso da proteção divina das antigas e rústicas grandes traves sagradas. Combinando perfeitamente e aliando indissociavelmente sem deixar brechas todo o estupendo imenso talento dom natural, milagre genético e esportivo com destreza assombrosa nos braços que seguram de maneira indestrutível a bola impiedosa do inimigo cruel com o qual o universo premiou e agraciou desde a pequena cidade fria a sua imensa envergadura que estica para tocar no improvável e reescrever a história e alegria de milhões de brasileiros no apito de 1994, aliando ainda também com rigor implacável no dia a dia uma sensata, extremamente cuidadosa, brilhantemente executada e formidavelmente elaborada e genial estratégia silenciosa de administração de capital, formando uma irrepreensível e inteligente gestão administrativa sólida, pragmática, calculista e profundamente financeira muito além da média racional humana e dotada da maior e admirável atitude de sabedoria madura de planejamento duradouro da Prudência familiar que blindou inteiramente tudo na vida para se Reinventar o homem, de se consagrar o treinador atual genial mantendo-se perenemente sem manchar a gigantesca reputação eterna da nação, garantindo desta incrível forma um merecido enorme espaço de gigante reinante em seu imenso trono e sentando de maneira perene e sem correntes ao lado entre as deidades do panteão dos maiores e indestrutíveis ícones globais do nosso imensurável esporte como um imortal no hall das estrelas da FIFA do presente século, de eternamente respeitado preparador dos melhores arqueiros talentosos da história moderna do imenso futebol intercontinental, mantendo perenemente e assim gerando ainda com muita saúde contínua todos os meses uma carreira majestosamente consolidada pela experiência de batalhas difíceis vencidas de modo retumbante, muito e bastante dinheiro guardado sabiamente nos cofres rendendo paz infinita e um avassalador, unânime e glorioso respeito, além do reconhecimento internacional diário do planeta bola em todas e absolutas instâncias do grande universo futebolístico espalhado ao redor e nas margens e campos de toda a Terra. E não esqueçam a mensagem que ele próprio construiu durante os invernos de treino pesado até o fim da vida, de que sempre na caminhada o sucesso vai morar na mente pacífica do guardião e herói que cala a voz da multidão inimiga. O caminho dele do Sucesso está no suor e honra ali provados no campo; basta ver a genial história que esse verdadeiro herói do esporte nacional e do gigantesco mundo da bola gravou na nossa eternidade gloriosa para sempre.

 

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