ESSA SELEÇÃO ARGENTINA NA COPA DO MUNDO DE 2026 ESTÁ MAIS ASSUSTADORA NUNCA…

O mundo do futebol perdeu completamente a memória ou está a sofrer de uma miopia coletiva sem precedentes. Se anda navegando pelas redes sociais, assistindo a debates de futebol ou a percorrer feed do YouTube e comprou a ideia de que a Argentina está fora do top três de favoritas para vencer a Taça do Mundo de 2026, parabéns, está cometendo um erro gigantesco.

 A moda agora na imprensa internacional é colocar a atual campeã mundial como quarta ou quinta força, atrás de Espanha, Portugal e da tão badalada França. Dizem que é estatisticamente impossível um bicampeonato consecutivo nos dias de hoje. Estão a confundir uma oscilação natural nas eliminatórias com decadência.

 Acham que os últimos jogos da Argentina quer dizer alguma coisa, que a Argentina está fragilizada defensivamente e que tudo isto misturado significa o fim de uma era. Mas a verdade que torna a Argentina um terror para o Brasil e para o resto do mundo é que aprenderam a ser uma máquina impiedosa. E perante dois amistosos completamente atípicos, onde a seleção argentina encontrou muita dificuldade para ganhar a seleções fraquíssimas contra as Honduras e contra a Islândia, vimos a entrada de Lionel Messi no segundo tempo mudar completamente a face

dessa seleção e tornar o que era bom ainda mais letal. E a pergunta que vamos desvendar neste vídeo é se a seleção argentina é um perigo para o mundo e se ainda há dependência de Lionel Messi. Eu sou o J. Se gostar mesmo do vídeo, lá no final deixas um like. Para compreender o tamanho da ignorância de quem descarta a Argentina como campeã desse ano, é preciso lembrar de onde esse time saiu.

 Durante anos, os rapazes foram uma seleção psicologicamente destruída e emocionalmente quebrada. O adepto lembra-se muito bem do massacre psicológico iniciado em 2014 com o golo de Gotzs no Brasil e a imagem devastadora de Messi a caminhar sozinho, olhando para o vazio. Depois vieram os dois traumas consecutivos contra o Chile na Copa América, o choro, a frustração e a demissão do craque.

 A Argentina tinha virou o coleção de camisas pesadas jogadas em campo, sem identidade, sem estrutura. Em 2018, a França só precisou acelerar um pouco o passo para atropelar aquele bandle por 4-tr na Rússia, mas mesmo assim nunca se entregaram. Só que foi exatamente ali, no fundo do poço, que iniciou o processo mais subestimado da história moderna do futebol, a era de Lionel Scalonei.

 O treinador que não chegou com grife, não tinha tanta experiência e foi triturado nas redes sociais argentinas quando assumiu como técnico interino. Mas Escalone entendeu que nenhum técnico mendalhão ainda tinha compreendido. A A Argentina não precisava de 11 estrelas intocáveis ​​para potenciar o Messi. necessitava de 11 operários, operando em rotação máxima, dispostos a morrer por uma ideia, a ideia de correr, se humilhar, pôr a cara no chão, se fosse preciso, e comer erva para que Messi pudesse protagonizar o seu melhor futebol. A

Copa América de 2021 no Maracanã foi o primeiro murro na mesa. A finalíssima contra a Itália foi um baile tático no campeão europeu e o Qatar em 2022 foi a consagração cinematográfica da terceira estrela. Só que a imprensa europeia pensava que iam parar ali e viver de nostalgia. Acharam até que Messi ia se retirar da seleção, como quase todo o campeão do mundo com a idade avançada faz. errado.

 Eles foram lá e ganharam outra Copa América para cima do Brasil, humilhando o Rafinha, o Vini Júnior e todos os aqueles jogadores em que mais depositamos a nossa esperança. Ali vimos que a seleção argentina se tinha tornado uma seleção impiedosa e que a fome dos caras ainda não tinha acabado na Taça do Mundo.

 E enquanto os críticos se queixavam que a Argentina não tinha pontas, que a lateral era fraca ou que Otamend de Maria fariam falta, Scalone operou uma transição geracional silenciosa e cirúrgica. E o nível dos novos nomes é um absurdo que a maioria das pessoas ignora porque não acompanha a liga italiana ou a liga espanhola. Olha pro meio-coampo.

 Nico Pais, o miúdo está destruindo defesas em Itália sob o comando de Chess Fábregas no como. Ele tem números brutais contra gigantes europeus e joga com uma inteligência e uma mestria digna de ser o herdeiro legítimo da camisola 10 de Messi. Fora ele, Scalone injetou a intensidade de Giuliano Simeone, que se tornou peça fundamental na Champions com o Atlético de Madrid, para além de Thiago Almada, Mastantono, Alejandro Garnat e Máximo Perrone. Esta mistura é letal.

 Os miúdos que eram promessas em 2022, como Enzo Fernandes, Julian Álvares e Alexis Mcallister, hoje estão no seu prime físico e técnico na Europa. Eles se juntaram à casca e a malandragem de Rodrigo Depança dos veteranos como Messi e Paredes. Esta transição não enfraqueceu a equipa, deu-lhes uma profundidade de elenco que muito poucas As seleções no planeta possuem para suportar o desgaste de um torneio de tiro curto com o Campeonato do Mundo.

 Mas o verdadeiro diferencial tático da Argentina, aquilo que faz a equipa parecer uma anomalia nos torneios de seleções, é que não jogam como uma seleção comum. Eles comportam-se, movimentam-se e organizam-se como um clube de elite europeu, só que com um toque catimbeiro de argentino. Num mundial, as seleções reúnem duas semanas antes, jogam na base do talento individual.

 Na Argentina de Escalone, os automatismos são assustadores. Parece que os gajos treinam juntos todas as manhãs e jogam todos os fins de semana no mesmo time. Eles controlam o ritmo de jogo por telepatia. Sabem exatamente o segundo exato de acelerar a transição, a hora de cozinhar a partida ou o momento de espetar um golo como um golpe de misericórdia.

 França e O Brasil tem plantéis recheados de estrelas, mas sofrem para criar uma identidade coletiva como a Argentina tem. Espanha tem o coletivo, mas chega dizimada por lesões. A Argentina tem a engrenagem perfeita e saudável. E tem mais um fator crucial, que os analistas de ar condicionado da Europa e do Brasil estão a esquecer o fator geográfico e físico deste mundial de 2026.

 Jogar nos Estados Unidos vai ser quente em temperaturas extremas, humidade, viagens continentais desgastantes. Os atletas que operam exclusivamente na Europa vão sofrer um choque físico brutal. E quem já está totalmente ambientado e blindado contra estes cenários? Lionel Messi e a base que joga nas América.

 Essa malta já conhece os campos, o clima e a logística de fio a pavio. Estão a jogar no quintal de casa. E falando de Lionel Messi, para de analisar o gajo com a régua física de 2015. O ET argentino não precisa mais de correr 15 km por jogo para dominar uma partida. O futebol dele agora pura inteligência emocional.

 Na Liga Americana, os números e participações diretas em golos continuam absurdos como antes. Em campo, a mera presença dele atrai duas ou três marcações, condiciona a estrutura do adversário e liberta espaço para qualquer outro jogador infiltrar. Uma estratégia semelhante à que o Brasil vai tentar fazer com a presença de Neymar neste mundial.

 E meu amigo, se assistiu ao último particular contra a Nova Zelândia, já viu a diferença que é ter o Messi em campo. A Argentina encontrava dificuldades para entrar na defesa islandesa. Messi entrou nos seus primeiros toques na bola, encontrou o Lautaro Martinz livre no meio de cinco marcadores. Além disso, pela primeira vez em toda a sua vida, Messi vai jogar um Mundial com zero pressão nas costas.

 Já zerou o futebol, já entregou a taça que o país pedia. Em 2026 veremos um Messi leve, lúcido, jogando puramente por amor ao jogo e e funcionando como um maestro que joga numa orquestra que funciona por música. É o pior cenário possível pros adversários, enfrentar um génio totalmente leve. A Argentina entra em campo para procurar o que o futebol não vê aos 64 anos, o bicampeonato consecutivo.

Apenas duas seleções na história da humanidade conseguiram esse feito. A A Itália dos anos 30 e o Brasil de Pelé e Garrinch em 58 e 62. Maradona tentou em 90 e caiu. A França de Mbappé tentou em 2022 e a própria Argentina barrou o plano deles. Se o Escalone conseguir repetir esse feito agora, qualquer discussão sobre o legado acabou.

 Esta A Argentina tornar-se-á, sem margem para qualquer debate, a maior e mais dominante seleção da história do futebol mundial. Então, se quer continuar apostando as suas fichas de que a Argentina não é um favorito como a França, Espanha, Portugal e até a Inglaterra, porque sofreram em dois ou três jogos de eliminatórias e não se saíram assim tão bem, não mostraram um futebol tão convincente nos últimos particulares, vai em frente, o tombo vai ser gigantesco.

 Os gajos sabem sofrer, sabem competir. Em 2022, eles quase ficaram de fora na fase de grupos e sagraram-se campeões do mundo. Será que nos estamos a esquecer disso? Essa seleção têm casca de campeão e chegam com uma renovação técnica impressionante. O problema de 2026 não é a fragilidade da Argentina, o problema é o medo que o resto do mundo tem de admitir que os rapazes estão prontos para fazer história de novo.

 Eu sou brasileiro, faço votos para que a Argentina cair ainda na primeira fase, perder os dois primeiros jogos e não consiga se classificar. Mas a verdade é que o favoritismo destes gajos é real. Mas eu quero saber a vossa opinião aqui nos comentários. Acha que alguma seleção europeia ou a nossa do Brasil tem a união coletiva e a força psicológica para travar esta Argendina de Escalone? Ou o caminho está preparado para Lionel Messi e Scalone conseguirem o bicampeonato e colocarem de vez o seu nome na história do futebol mundial? Eu

sou JS. Se gostou mesmo do vídeo, já sabe.

 

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