“Eu tô no meio do mundo, meu filho. Mas eu tô com sede de Deus” l TESTEMUNHAS 09 – Pr. Gilvan

“Eu tô no meio do mundo, meu filho. Mas eu tô com sede de Deus” l TESTEMUNHAS 09 – Pr. Gilvan

Era um cachaceiro, o Miguel, tem perspectiva de esperança. Jesus me transformou. Não sei como foi aquilo, não. Assim Jesus alcançou-me e disse que eu ia e me deu para eu ir buscar outros. Perdi. Eu tô no meio do mundo, meu filho. Doido, por mal. Mas estou com sedo de Deus. Eu quero. Eu quero vidas. Jesus.

 Acabo de dizer que sou maluco, sou alienado por Jesus, percebe? O evangelho precisa voltar. Os irmãos precisam de voltar ao ao princípio, meu irmão. A gente tem muito confusões teológicas que com fundamento, debates, honra de homens e nós estamos a esquecer do principal as almas, as vidas. Aí eu cheguei sem nada, estive um ano sem congregar.

 Miguel, tu sabes o que é passar um ano sem congregar, Miguel? Porque não tinha dinheiro de apanhar um ônibor e tal. Depois eu disse, eu vou dizer o nome dele, disse: Adilson. arruma o para aqui para casa. Eita grande gasolina R. Eita grande Deus. Deus conhece-nos, meu velho. Eu eu Tenho 53 anos. Tenho 33 anos de convertido. Posso dizer assim, 33.

 Os primeiros seis meses para mim foi difícil, sabe? Foi muito difícil. os primeiros seis meses, porque eu sou de uma família tradicional, não é? Eu sou de Alagoa Nova e a minha avó era daquela que punha o terço e os filhos ficava tudinho e aquele eh o Pai Nosso, a Maria, aquele bem tradicional, não é? e tudo querendo se esconder e quando íamos para o final de semana para Lagoa Nova tinha de participar e tudo a olhar para o relógio passou a sair e e a minha família tinha uma dificuldade muito grande que eles bebiam e ficavam

hoje eu eu hoje eu posso dizer assim que o inimigo tomava conta, tu estás entendendo? Depois eu dois dia, ficava bravo, valento, era o carab conhecido. E comecei com essa tendência também, certo? Porque nasci Lagoa Nova, vim viver aqui na feira central. A gente vivia num quarto onde tinha eh um beso para quatro.

A gente era muito discriminada porque a gente era muito pobre, entendeu? E depois foi crescendo, o meu pai era muito bruto, um homem trabalhador, mas era um cara bruto. Exemplo, se uma lâmpada se partir, rebentasse, queimasse, a gente apanhava. Se um copo caísse ao chão, nós apanhava, entendeu? E qualquer coisa que aconte, se nos tivéssemos a rir, apanhava.

Descontrolado, um trabalhador, mas descontrolado, não é? E a gente foi crescendo naquela. Aos 7 anos juntava a lixo na rua. 7 anos de idade na feira central, bares tradicionais, a prostituição, a bebida, percebe? Era ponto, a droga não era como hoje tão tão aberta, mas tinha sempre. A A vagabundagem era muito grande também, entende? Eu fui crescendo e quando eu Comecei com 15 anos, 16 anos, comecei a tornar-se bicho, já confrontar o meu pai, certo? Aí envolveu-se na política em Lagoa Nora, perdeu tudo, eh, desprezou a

gente praticamente. Aí foi muito difícil. Eu conto isto assim, eh, não com mágoa nem nada, mas pela fase, não é? E traz a memória isso aí. Mas é uma cicatriz que já não tem dores. Eu sei que cresci neste ambiente pesado, comecei a beber, tornei-me praticamente no alcótra. Tornei-me uma, tive uma dupla personalidade até aos 19, 20 anos.

De dia eu era uma pessoa, de noite era oito. Eu trocava a noite pelos dias, não é? E era um tipo mundano. Esta expressão que eu lhe quero dizer, assim, tomava tudo menos conselhos de ninguém. Agora trabalhador, nunca roubei, entendeu? Só que trabalhador, mas só que neste nesse momento as coisas foram puxando.

 As as minhas amizades eram os velhos, amigo meu pai que era ca prostituto, percebe? Tudo trabalhador, mas sem visão. Depois sei que fui nesse período, a minha vida estava muito má. Eu pensava em matar-me, pensava em matar a gente, porque tinha um sonho de ser delegado da Polícia Civil. Ô coitado. Porquê, meu irmão? Tem o balá e quando os gajos iam beber, a muita vagabundagem na altura, bebia, comia à vontade.

 Aí ele chegava paraa minha mãe e chamava nome, certo? Um nome que não quero dizer. Aí dizia assim: “Quanto foi esta conta aqui?” Aí eu, vamos dizer hoje 100€ hoje, certo? Aí dizia: “Dá-me o troco agora que dei 200”. E a minha mãe era obrigada a dar o troco, porque se ela não desse o troco meu pai explosivo, havia um desastre.

 E isto e aquilo foi-me revoltando, sabe? Eu tinha um sonho, disse: “Vou-me formar, vou ser delegado por civil, eu vou buscar estes cabas tudinho.” Eu tinha gosto de sangue da boca para estes caras. Tudo bem, certo? Aí na caminhada estudando, estudava na prata, não é? Sempre. estadual. Lembro-me que fiz o meu primeiro vestibular mesmo.

 O meu pai queria trabalhar, mas a minha mãe disse: “Não, vais estudar”. Fiz o meu primeiro exame de admissão, obtive 600 pontos. Rapaz, foi uma maravilha, mas para mim foi decepção. Eu não passei. É diferente de hoje, Miguel. Aí fiquei revoltado com isso. 600 pontos para a direita. O maior na altura tinha tirado 800 e pouco.

 Foi um período que abriu muito, percebe? Aí eu desanimei. Depois fui, o segundo exame lá fui fazer, mas fui fazer embriagado, tirei metade, 300. Aí, depois atirei tudo para tudo para o ar, certo? Neste meu período de adolescente para para a juventude é um período muito difícil, sabe? Eu fui coroinha também do padre.

Ei, eu benzia pato, galinha, periquito para pagar, ajudava o padre, não é? Ele era alemão, andava nas periferias, carregava a mala dele e via aquele negócio assim, é extraordinário, que a visão tradicional é o seguinte: é Deus no céu e o padre aqui na terra. Essa é a visão. Eu passava na favela, o povo pedia a bênção a ele.

 Velho, a bença, pai, a bença. E aquilo, eu disse, rapaz, eu Quero ser padre durante este período, queria ser padre. Eu tinha uma a inclinaçãozinha, mas o mundo puxou por mim, não é? Aí e vererei para o mundo, arrasada. Depois a primeira vez que tive contacto com o evangelho lá na no meu pai, ele mudou de ramo, depois foi paraa macenaria, começou do zero, ficou só as paredes, acabou tudo por causa da política.

 Um dia vendemos uma porta e um amigo chamado Neto, hoje ele é diário da da Assembleia de Deus, deu-me trabalho a mais, odiou-me quando eu convertei-me. Nós saímos, ele vendeu uma porta, eles vão entregar-me numa carroça de burro. Olha só. Ei, rapaz, um irmãozinho, o meu amigo, daqueles tipos assembleiando, sabe? Daquele jeito todo.

 E o gajo foi a falar de Jesus e nós estamos em cima da carroça. Depois eu disse: “Ó, irmão, tu não gosta de mulheres?” Depois o outro foi ficava outro neto, não é? Ele vendeu já, era casado, depois vendeu a porta e fui para casa embriagado, o último ontem. Cheguei, tomei banho, jantei, fui deitar-me, eu novo, 19 anos mais ou menos.

 Depois na minha casa tinha três cães meu, um cão amigo meu, Rosta e dois. 2 horas da manhã começou uma briga de cachorro. Os três cães começaram a lutar, dois a lutar contra o outro, né, Miguel? Eu levantei-me naquela elevação cheia de de fui apartar a luta dos cães mesmo. Miguel, quando apanhei os dois cachorros assim, outro assim, quando eu fiz assim, o cão roster, tem aqui uma cicatriz aqui, dei aqui uma dentada que arrancou um tampo que esta minha mão aqui, esta parte fez assim, ó.

 Ela arrancou um tampo. Hoje tenho a cicatriz. Eita, meu amigo. Depois desci para Lagua Seca para pegar no carro. 3 horas da manhã, mais ou menos, a sangrar, não estava a sentir dor, não, alcoolizado, não é? Fui para um hospital, fui para outro, o mé disse: “Apai não apanha ponto não, não apanha anestesia, não, vai ser em cru”.

 Depois tudo bem, dois meses depois de um vermelhão, quase que eu apanhado. Depois a minha mãe pegou, disse: “Vamos para um rezador”. Depois eu disse, eu digo, bora lá um rezador cheguei lá, eu o rezador, primeira coisa, estava sem perna, doente. Eu digo: “Oxi, eu olhei assim”. Depois apanhou um gás de de arruda lá, de peão, meteu em mim assim.

 Depois o bicho amoleceu, disse que eu tava carregado e eu esthando isso, não é? Digo, tudo bem, queria uma solução, não é? A cultura é essa, não é? Infelizmente a cultura é essa. Aí, eh, Miguel, Fui tirar os pontos. O meu irmão quando tirou os pontos, abriu tudo de novo. Os meus tendes tinham estourado, rebentou os tendã, não podia abrir. A minha mão ficou assim.

Depois eu estava um dia a trabalhar, né? Aí o m disse: “Tem de fazer uma cirurgia pesada”. Eu digo, rapaz, depois chegou um crente, foi trabalhar para minha casa, o meu pai, eu estava a fazer um tamburete, quando eu leio o caba só tinha ombro, vinha de uma prova, o meu amigo, gigante, irmão Francisco. Aí eu disse: “Oxe, o que é que este maluco vem fazer aqui desta maneira?” Mas foi este doido que começou a evangelizar-me e ele viu a minha situação, não é? Ele disse: “Ei, rapaz, Jesus pode fazer esta cura em ti?” Eu digo Jesus. É, ele

disse, vamos, vamos, vamos à igreja comigo. Eu dis vou nada, aquele negócio de igreja. Depois ele insistiu, eu digo: “Bora lá”. Eu fui para casa dele a perto. Eu fui para casa dele, rapaz, quando eu ia chegando perto da casa dele ali no presídio do Monte Santo, sei se V. conhece, rapaz, começava a dar uma comichão em mim, fiquei todo pipocado, disse: “Rapaz, há uma coisa a matar-me aqui, lá vai”.

 Eu disse: “O que é?” E ele também novo, convertido, não sabia? Eu digo: “Não sei”. E depois foi para chegar, foi uma peleja. Eu sei que fui à igreja, ele morava num beco, a eu dormi nesse dia a casa dele. A cama que ele ajeitou para mim foi umas pedras de calçada, meteu lá umas oito e uma porta de um wc de marcha atrás que tinha lá fora, o meu.

 Ei, aqueles um banheiro réi, ele tirou a porta da casa de banho, pôs-me a dormir. Foi o sono mais tranquilo da minha vida. Depois com isto comecei a ir para a igreja, não é, meu irmão? A minha mão que estava assim, começou a, comecei a ter o movimento. Eu disse: “Meu, eu digo meu, eu digo, mas rapaz, que coisa é esta?” Comecei aí, a partir daí começou a despertar alguma coisa, mas só que era, eu não conhecia a realidade.

 Depois da dor comecei a recuar, não é? Aí comecei a voltar a as práticas. Tinha um sonho à noite, eu não entendia. Anes depois entendi que era um frango assado deste cabaver de da churrasqueira, sabe? Aí eu de noite sonhei a ser franga assado. Uma mão pegava no pé e a asa puxava para um lado e a outra mão puxava o pé e a asa para o outro lado.

 Aí e no sonho vi que fazia assim. De repente uma banda ia para um canto e outra banda ia para outra. Eu digo: “O que é isto?” Meu Deus, não conseguia ver uma lata bater, Miguel. Depois fui entender que era a luta entre a carne e o espírito. O meu espírito queria vivificar, mas a minha carne está nessa tendência. Esses seis primeiros meses foi difícil.

Tenho hoje que é o meu cunhado, ele chamou-nos para beber. Eu doido para beber. Depois disse: “Bora tomar um dis quer não, mas bora”. Depois foi para o antigo Malibu. Não sei se faz muitos anos. Nesse período estava a ir para a igreja, né? Aí indo para a igreja. Depois eu estava na mesa lotado. Vamos beber. Eu disse: “Bora lá”.

 Eu bebendo a cerveja com ele. Quando eu olhei assim, Migel, lá vem o pastor da igreja, ó. Aí eu disse: “Mas, rapaz, lá vem o pastor da igreja, Miguel, estes mesinhas quadradinha”. Eu disse, eu não tomava conselho de ninguém, escondi-me debaixo da mesa, cheio de gente. Depois o cabo olhou para mim e disse: “Ei, pastorinho, ó quem está aqui debaixo da mesa”.

 Aí o povo começou a rir. Levantei-me com uma fúria, uma coisa má dentro de mim. O que é? O que é? Aí comecei a ver que Deus a trabalhar no o meu coração. Depois comecei para a igreja, né, devagarzinho, mas ainda assim fui para um sítio que é do tio da minha mulher hoje e um velinho, rapaz, Deus usa quando Deus tem um plano.

 Eu fui lá, não é, o velinho, o velho olhou para mim numa mesa assim à hora do almoço, disse: “Eu não conheço”. Disse: “És um crente café com leite”. Eu digo: “Oxe, você é crente café com leite, o velho”. Depois compreendi, ele não viu a luz em mim, ele viu, não é? Tudo bem. Comecei para a igreja, depois comecei na presteriana lá aqui no Monte Santo.

 Eu vinha quando a Lagoa Seca, ia para lá também. Depois cheguei um dia ao culto de oração, vi um caba lá à frente, sabe? Um presbítero, numa presbiteriana. O caba a falar uns negócios diferentes, umas zoad, umas línguas lá à frente e lá vai. Eu dizia: “Mas, rapaz, o que é aquilo com o irmão?” Depois o irmão dizia: “Isto é o Espírito Santo”.

 Eita, Miguel, eu desejava aquilo, Miguel, eu desejava aquilo. Eu sem saber de nada eu desejava. Depois cada vez que o pastor ele rezava, ia, comecei a frequentar os ambientes evangélicos, que era diferente de hoje, já viu? Há 30 e tal anos atrás era diferente. A ação do Espírito Santo era diferente destes movimentos que aí vêm, que é muito estranho.

 Essa é a palavra que eu quer dizer, estranho. E cada vez que ia disse: “Rapaz, quem quer ser batizado no Espírito Santo?” E eu ia para a frente na presbiteriana. Na Presbiteriana, ali no Monte Santo. Diferente esta presbiteriana. É. Ei, pastor Zé Carlos. Glória a Deus, meu pai. Aí ambiente, não é? certo? Indo para o canto, o outro querendo desejar e vendo aquelas coisas, certo? Aquelas coisas diferentes.

 O que é isso? E sentindo. E veio um momento na minha vida em que eu quis parar a caminhada, chamava a minha mãe, a minha mãe dizia: “Nunca queria ir para a igreja”. Depois houve um dia que eu disse: “Hoje já não vou, não”. Aí ela disse: “Meu filho, eu quero ir para igreja hoje.” Eita glória. Eu chorei. Eu digo: “Meu Deus”.

 Aí chegou uma fase, amiguia para a igreja, eu disse, quero ver se algum irmão deste aqui olha para mim, cara feia, para dizer que não quero mais, procurando pretexto. Olha só, meu irmão, nesse dia o povo abraçou-me demais. Os irmãos iam a minha casa, batiam na porta, dizia: “Di que não estou a andar?” Eu estava tão viciado que eu parava em casa, punha uma mesa, punha tira gosto, copo de whis com sumo que ficava a rodar para querer matar à vontade como se estivesse a beber, entendesse? Aí foi muito difícil.

 Ei, foi uma guerra, meu irmão, foi uma guerra gigantesca. Depois um dia eu tava com vontade de desistir, não quero mais nada. Fui orar 10 horas da noite nessa presbiteriana tinha dois irmãos, Jessé e memória e Mário. Entrei numa casinha, era muito humilde no centro de Lagoa Seca. Depois entrei para rezar, disse: “Ih, de repente senti uma coisa aqui na minha cabeça, eu fazia: “Glória a Deus, aleluia”.

 Depois de repente começava a dizer: “Glória a Deus, aleluia”. em português e a minha boca saía, não saía. Eu digo: “Meu Deus, o que é isto?” Aleluia, glória a Deus. E tome, tome, tomar naquele dia em que recebi um dom específico das línguas. Eu senti isso, não é? Deus sabia que eu necessitava de revestimento. É diferente hoje, Miguel.

 Hoje ensina-se a falar em língua. Eh, acha que falar em língua é princípio de espiritualidade, mas há muita coisa fora, percebe? Eu sei que saí a falar língua, andando no meio da rua, sem me controlar, fui dormir a falar língua, acordei a falar língua, fui trabalhar para cima de um carro de feira a falar em língua e o povo dizia e a minha mãe dizia de onde sei lá vai coisa gostosa, meu amigo aí Deus foi-me podando, não é, em relação a isso depois foi meando, podando-me.

 Eu não sabia de nada do evangelho. Ele queria que as pessoas sentissem isso. Como é que eu vou fazer para evangelizar? Não sei. Aí eu pegava, levava o povo para as igrejas. Disse: “O para a igreja”. Um dia levei um homem que ele estava com cancro e no na boca. Ele arrancou um dente na faca. Antigamente o povo fazia isso.

 Depois soube, depois chamei-o, disse: “Depois vamos para a igreja que lá tinha um culto chamado sexta-feira da santa convocação da presbiteriana. Eu fui, fui na sexta-feira era assim, ó. Epá, era um mistério, meu amigo. Cura. Prodígio, maravilha. Aí eu estava lá, levei o veinho, depois estava lá um pregador. Depois o caba disse: “Quem é missionário aqui? Eu sem Bíblia que eu eu não tinha Bíblia.

 Aí levantei-me e disse: “Levantei a mão, só olhei assim, eu digo, Deus está-me a dizer, vai pôr um rebanho nas tuas mãos.” E começou, pá. Eu digoxinho. O velinho estava lá, começou a desmaiar. O velho desmaiou, fcou branco. Jesus curou o caba, meu irmão. O que levaste? foi curou-o de cancro, entendeu? Depois aí comecei, comecei a levar o pessoal, não é? Depois trabalhava na feira, na macenaria, fui fojado no seminário do pó.

 Eu tenho teologia, fiz baixar em teologia, estudei um bocadinho, eu sei, entendeu? Alguma coisinha, mas fui fojado no seminário do pó. Se não fosse o seminário do pó, Miguel, eu tenha-me afundado a minha chamada. Foi uma revelação de Deus. Não sabia que era ser missionário nem nada. E um dia estávamos lá a trabalhar, eu dizia: “Irmão, nós somos crente, vamos rezar.

 Sente vontade de rezar alguma coisa?” Eu disse: “Bora”. A gente almoçava ali sem camisa, ele lia um novo testamento e eu e a gente e rezava e lava o busto desse tamanho primeiro. Aí começava a trabalhar. Depois um dia quando a gente chegou lá, o Miguel, o Miguel, uma praga de pulga, parece que as pulgas da feira central, Miguel, as pugas que tinha dos gatos tudinho estava lá.

 O meu pai tava doidinho, foi à farmácia veterinária, comprou, disse: “Rapaz, uma peste de Pulga, subiu para cima de nós, depois matou”. Fomos rezar de novo do mesmo jeito, de eh de calções, certo, sem camisola. No outro dia, epá, Miguel, nós tirámos, eu não sei se eu dissesse tonelada não, mas só bosta de gato, lotado, lotado.

 Parece que os gatos da feira foi tudo para ali, uma podridão. E nós dissemos: “Mas rapaz, o que é isso?” Depois Deus começou a dar dones e Deus revelou que a gente estava a negligenciar que era para separar um local para oração. Mesmo naquela poeira de póte tem que ter um quadradinho. A gente chamava lá quadradinho do céu. Começámos o instrumento, uma caixa de madeira velha e numa lata.

 A gente começava e tal e tal. Aí Deus foi-se revelando, foi trazendo pessoas e foi acontecendo e perseguição também. Na feira eu quando eu vivia na minha noitadas, tinha um senhor lá que eu o ajudava, percebe? Ele dava-me isto que eu arranjava outras coisas para ele. Já era velho, enxerido. E quando me converter, este velho ficou meio persegu irmãozinho, agora tu és crente, vai pegar neste irmãozinho e aquelas expressões ficava.

 Quando a gente rezava, el dizia: “Ei, irmãozinho, tu que fazias isso”. Gritando no meio da feira. Ei, e os gajos, o meu irmão, que vêm atrás de mim? Está a faltar dinheiro. Quem deu essa lavagem cerebral? Que esta você tá alienado, vamos e tal e tal. E eu resistindo, resistindo, foi difícil para mim, mas Deus tem-me revestido com o Espírito Santo.

 Foi muito importante e tem sido certo. Aí este velho ficava perturbando, perturbando, nem vou referir o nome dele. Aí um dia ficou a apontar o dedo assim, e sei lá o quê. E a gente está a rezar todo dia. De 11 a meu dia até às vezes é uma hora. E era oração, oração, oração, só oração. A gente fazia quatro vigílias, é, no ano lá, percebe? Aí houve uma vigília que fizemos, quando cheguei, disse: “Vai fazer o quê aí, irmãozinho?” Eu digo: “Eu vou rezar”.

 Ele disse: “Vais apanhar as irmãzinhas, não é, e tal e tal”. Depois disse: “É, tudo bem, não é, Miguel?” Começámos a rezar, as irmãs, os irmãos chegavam a oração, que nós apanhávamos de 10 horas às 5 da manhã. Ele ali, vizinho ali, ele começou a olhar ali era macenaria e tinha um posto de gasolina.

 Miguel, começou a pegar fogo o local da macenaria começou a arder. Este homem olhou assim: “Ei, chamou o bombeiro, chamou o vizinho, correu para lá o posto de gasol tudo, lá vai, lá vai, lá vai”. e ficou desesperado. E as irmãs a chegar e ele no meio da rua que estava a arder e era um fogo e um fogo. Depois de repente deu um vento assim que aquela aquela grande chama lançou em partículas de fogo assim no no calçamento e ele ficou espantado.

Isso é a visão dele. A visão dele que ele começou a ver que aí. Ligou para uma filha dele que tinha-se convertido. Disse: “Fulana aqui, aqui”. El pai desta maneira assim, pai, não se meta com os crentes, não, isso é O poder de Deus, meu amigo. As irmãs viram o fogo. Tem irmãzinha este ano vem aqui à nossa igreja, 30 anos depois, um casal que eh participava.

 Aí o marido veio, ei, venha cá, pastor, me conta isso aqui. É verdade que você aconteceu isso lá? foi e a sua mulher tá aí foi conta-me como foi. Aí eu contei o relato todo. Ela assim, eu tava presente. Ação de Deus, Deus não mudou, meu irmão. Certo? Deus não mudou. Aí nesse inteirinho eu fui crescendo e a a chamada, não é? Eu tinha vontade de levar Jesus às pessoas.

 A gente arranjava uma gambiarra para fazer culto. Eu estava nas periferias à procura e tal e tal lá dentro do do da feira central na pios prostíbulo. Rapaz, que tristeza. A gente encontrava caba desviado, macineiro, percebes? Crente, mulher que vivia do na área da prostituição, que a divisão era aquelas cortina e tinha os filhos de lado.

 Uma miséria total. Que que coisa. A igreja estás a dormir, Miguel. Certo. Depois Deus chamou-me, né? chamou-me para o ministério. Eu comecei, casei. Eu era tão carregado, Miguel, que quando comecei a namorar com a minha mulher, o meu cunhado é amigo, o meu parceiro, ficou intrigado de mim. A minha sogra hoje disse: “Não, não dá para si.

 A minha filha já sofreu muito, não dá para namorar contigo, não. Tudo contra. Ei, Jesus transformou-me. Não sei como foi aquilo, não. Assim. Aí neste do pó, Deus começou a chamar-me. Eu fui para a Presbiteriana, não é, de início, evangelizar, juntei-me com os velhos da igreja, queria Jesus, chamou-me babado do pastor, sei lá o quê.

 Filtrei-me com a ao pH só de velho e no evangelismo carregando caixa, a trabalhar e tal. Eu queria ocupar a minha mente. Fui viver para uma rua, olha só, todo o crente, Miguel, é um missionário. Cada rua destas aí pode fazer a obra. Eu fui viver para um bairro onde casei. Depois eu morei atrás na casa da minha sogra, no primeiro pequeno andarzinho.

Um gajo roubou-me sete, foi oito vezes. Levou os meus troços tudinho, de bujão de gás, de roupa, era uma atrás da outra, uma sequência, uma atrás da outra. Às vezes sonhava, sonhava com cobra, aquele negócio e foi uma luta. Aí cab, rapaz, põe um fio do meu cunhado disse, põe lá uns fios de energia. Na hora que o apanha morre.

 E eu ficava a pensar, eu vou fazer isto, tal, lá vai. Mas não. E fiquei a última vez sei com duas garras assim, meu irmão, e o cabo entrou e nós a dormir. Eu e a minha mulher entrou, levou tudo, o Migal, e deixou um gancho na porta assim, ó. que era o primeiro andar. Aí eu disse: “Pronto”. Aí fiquei cabeça quente.

 Aí o velho homem queria voltar, sabe? Eu digo, vou matar este cabo. Peguei numa faca e digo, vou atrás desse cabo. Olha só a carne quando olhei assim, lavei o gajo de bonezinha assim, digo eu, se este caba olhar para aqui, já sabia das vagabundas já. O caba olhou para cima, eu disse: “Foi ele”. Depois ele foi, Miguel, foi assim, quando eu fui eu disse-lhe, corri atrás dele, Miguel.

 Peguei na faca e corri atrás dele, Miguel, para dentro do jardim continental. Corri o caba lá à frente e vi um irmão atrás de mim a correr desesperado para eu não ir. Eu fui e o caba entrava numa aldeia e saía no outro numa ruela. Quando cheguei à casa dele e vi a miséria, uma panela no chão, uns miúdos e quando eu olharam para um caba que eu ajudava.

Aí fiquei sem força. Disse: “Mas, rapaz, estás a fazer-me isso? Aí o irmão dele disse: “És um vacilão aí que lhe dá”. Disse: “Não faça isso não com ele. Tenha calma, tenha calma. Você é advogado dele agora e gerou amor pelo aquele camarada. Aquilo que eu tinha ódio lá atrás com os gajos gerou amor. Eu Fui trabalhar dentro dessas favelas na a minha rua ali.

 Comecei um trabalho com um irmão, a primeira igreja que nós denominou igreja pentecostal, um monte de bênção. Como era isso? O pastor, o irmão era da Brasil para Cristo, era presbiteriano, não é? Só que eu fui, fui viver lá e comecei um trabalho e Deus começou a agir, a curar-nos, a curar cancro, mulher que não engravidava engravidar.

 E começou, começámos um trabalho e a igreja que ele estava não aceitava esse trabalho. Dizia que era igreja fundonte de quintal. Aí foi uma guerra, meu irmão. Tu sabes aquelas coisas. Igrejinha f de quintal e lá vai. E eu sei que fui ficar com ele para gente trabalhar. Passei 5 anos. Hoje é a Igreja Batista da Palmeira, está lá, certo? Depois fui para o Jardim Continental passados ​​5 anos.

 Houve algumas situações, fui para lá, não é? Ei, Jardim Continental foi uma escola. Aí eu cheguei lá, disse: “O que é que eu vou fazer aqui? Encontrei uma casa de um pessoal, um conjunto novo e comecei a evangelizar. Eu posso fazer uma evangelizar aqui, eu ajudo-vos pagar água e luz sem eu não, eu não tinha salário, não tinha nada.

 Trabalhava de dia e de noite praticamente. Aí comecei um trabalho, Migão, no Jardim Continental. Dois meses fiquei lá nesta salinha e nó chamamos o povo e nada, não é? Depois houve um dia tinha um gajo, ele era banda de forró daquelas pé de serra, não é? Depois acaba tinha uma bandinha forrola disse: “Ei, pastorinho, se tu quiseres a minha caixa aqui, eu te empresto para fazer um culto um dia.

” Digo, quero. Digo, eu quero, eu quero, vou buscar. Depois pus o culto, a caixa fora no terraço. Esta minha voz rouca, não é? Esta voz assim que quando Jesus me chamou, os car dizer: “Conheces a voz assim?” Ele começou só dizer para as coisas, tu assim que é assim, não sabe tal. Aí eu comecei a chamar o povo, tu e tal e tal e tal e tal.

 Nesse dia deu quatro pessoas. Aí rezei, falei da mulher do fogo de sangue. Eu digo, e há uma mulher dizia, esta mulher sou eu, essa mulher sou eu. Eu digo, depois foi rezar, ela ajoelhou o orelho dela. Ela disse, eu não tenho demónio. Eu não tenho demónio. Correu. Disse: “Mas eu não disse que tinha demónio não. Na segunda, aí tudo bem.

 Na quarta-feira ela chegou, dona socorro. Este ela chegou diferente ela assim. Aí ela começou a contar, meu irmão, o que se passou lá. Ela disse que já fazia 15 dias que ela estava na cama sem comer. Depois ela disse que ouviu aquela voz roua. Ei, Jesus, há uma obra na tua vida, quer fazer a obra? Ela disse que algo de pegou, levantou.

 Ela foi na segunda-feira à noite, na terça de manhã, ela foi para o hospital universitário. É, a pé. Chegou lá, foi consultar com o médico. O médico olhou para ela, disse: “A senhora está diferente”. Depois foi verificar a pressão. Disse: “Senhor, está com a tensão normal? Vamos ver se agricó”. Disse: “Aglicó tá normal.

” Depois pediu-lhe para abrir a blusa assim. Quando ela abriu a blusa, ele disse: “Meu Deus, o que foi aquilo?” Ela tinha feito oito cirurgias mamárias, de cancro. Dis: “O que foi aquilo? O que foi que a senhora tomou?” A mulher disse: “As palavras de Deus. Jesus curou-a, o meu irmão. Ei, Jesus curou esta mulher. Era um formigueiro onde eu estava que não cabia mais gente.

Pessoal escutou, escutou o testigo dela e veio. Ei, e aí eu disse: “Meu Deus, tenho que aqui já não cabe mais”. Eu digo, vou atrás de umas tendas, não é? Estas trendas 3×3 que eu quando lia o Paulo que era fazer de temp digo eu liso, meu amigo, liso liso liso liso. Tenho algumas amizades, saí no centro a pedir a uma e a outra.

Ei, tem um trabalho. Aí consegui duas, não deu. Depois arranjei mais três, mais três tendas, meu irmão. Eu chegava de, olha, eu chegava das 3 horas da tarde, certo? Um sol quente para armar as tendas. Quem arranjava as tendas comigo era os guri. Até às 5 horas chegava arrumadinho, o meu amigo.

 Ixe, um sol quente paredão e os guri arrumava. E na chuva a gente punha pegador, que tinha pegador e tal, e lavava aquele negócio todinho. E Deus começou a salvar vidas. A gente começou o trabalho, eu estava lá nas tendas, depois chegou um cabo ali, a almofada dele era um cão dentro doido dentro do para acabar o culto.

 Chegou lá um gigante, depois caiu lá endemoniado e lá vai tornou-se de igreja. Jesus teve muitas experiências e muita ação do inimigo também para querer travar-nos, né? Eu vi muita criança morrer. Gente de comando, meu irmão. Era uma guerra de facção tão grande de Hoje é facção o termo, não é? Mas, ei, meu Deus do céu, menino pequeno, um trânsito, uma coisa terrível.

 Aí nesse período também trabalhava ainda de manhã e de noite, certo? Depois decidi sair do meu pai. Eu disse: “Vais morrer de fome”. Disse: “Não vou para a obra”. Especificamente, sem emprego, sem dinheiro, um lugar pobre. Depois fui, encarei, sofri, rapaz. Epá, foi guerra. A minha esposa ainda trabalhava, não é? Mas depois teve que deixar o trabalho por causa das crianças.

 Nasceram dois meninos, Daniel e Sara, um atrás do outro. Aí sei que comecei no Jardim Continental, não é, aquele negócio. E um dia estava em casa a dormir. O meu pai disse isso: “Vais passar fome?” Depois tenho dois meninos. Aí nem leite tinha, meu irmão. Aí eu rezei para os meninos não acordarem de madrugada e era a guerra. Aí e a trabalhar, não é, tal, tal.

 Aí um dia eu à noite sonhei que uma pessoa ligava para mim, convidava-me para eu pregar, era uma cidade, no interior, e eu chegava lá, ia rezar pela madre da esposa dele e Deus ia abrir a madre dela. Aí eu disse à minha mulher, Deus disse isto e isto. Com dois dias o caba ligou dessa cidade interior. Ei, meu irmão, a dar desculpa porque tinha lá um trabalho, porque o caba não veio.

 Eu vou, meu filho, vou levar o teu bção. Fui para esta cidade, cheguei lá, falei, ele disse: “Ei, Deus falou assim”. Ele disse: “Creio, creio, houve o culto e tal”, não é? Depois o Espírito Santo disse: “Ora, porque vou fazer a obra”. Aí comecei pá, e Deus começou a dizer que ia ser um camarada próximo da cidade e tal e tal e tal e tal e tal.

 E ela chorou, chorou. No final ela disse: “Eu tava a rezar a Deus pedindo uma uma resposta de Deus em relação”. Fazia 11 anos que não conseguia engravidar. Tudo bem. Depois rezei, fui lá com dois meses voltei. Agora fui a casa do meu pai, fui buscar a boia, não é? Nesse dia fui buscar a boia, vou lá.

 Depois eu pedi, se se lembra que disse: “Vais morrer de fome”. Eu com uma vergonha. Eu disse: “Dá-me R$ 5 para eu comprar duas latas de leite”. Ixe, aqui saita, Jesus. Aí pegue. Aí foi. Disci. Quando eu disse na cidade, o cab, estás sabendo da novidade, porque o crente crente diz Jesus ia voltar. É novidade não é tá.

 A mulher do homem está grávida, Miguel. A mulher do homem está grávida. Ô rapaz, glória a Deus. Ele era no empresário na cidade. Dis: “Eita, rapaz, quando eu lá vem o caba numa motona, quando me viu, buzinou, levantou as pernas assim, fazia bi b, abraçou-me e tal”. O meu irmão, foi aquela festa. Eu disse: “Quero ir a tua casa rezar e agradecer a Deus”.

 Mas depois vou entrar aqui no mercado que eu estava no centro, vou entrar disse: “Não, vamos ali me levou para o mercado dele, o meu irmão”. Miguel, chegou à frente do mercado, disse: “Meu irmão, enche, ó, as mão dele, enche quantos carros de feira quer aqui. Eita! Ai, Miguel, o bom vem agora, Miguel. O Espírito Santo disse: “As duas latas de leite”.

Eita grande, as duas latas de leite, Miguel, vi aquela voz a dizer as duas latas de leite. Mas o caba disse: “Enche quantos carros de feira queres”. Que coisa grandiosa, não é? Deus não dá a sua glória a homens. Aleluia. Deus não dá glória a Deus a a homens. duas latas de leite. Eu disse, Miguel, nunca mais largou.

Tornou-se escasso, mas nunca mais largou. E fui trabalhar, não é? Só puseste, só levaste as duas latas? Só levei as duas latas de leite. Nenhum era duas latas de leite. Os cinco e os cinco contos devolvia o meu pai. Eu devolvi-lhe. Pega, meu filho. Não, mas não está bom. Aí, pronto, aí foi, aí foi acontecendo estas coisas, percebe? E Deus foi-me chamando.

 Deus coopera quando a gente vai. Eu aprendi isso lá em Mateus 16. Partindo ele cooperar ao Senhor com sinais que se seguiram. A coisa só vai acontecer se sairmos. Ficar em quatro paredes não vai, não. Isto está a acontecer hoje porque eu saí. O que está a acontecer agora aqui neste momento? Porque eu saí depois um um gajo do comando ali, não é, disse: “Ei, pastor, hoje aqui não há culto não.

 Disse: “Porquê? Vai haver morte, vai ter bala, não sei quê lá”. Era no tempo da Bacural. Isto era a polícia daqui da elite Bacural. Olha o tempo. Os tinha os mascarados. Eu disse: “É, disse: “Está bem, mas deixa-nos fazer o culto, pelo menos”. Fazer o culto faz, mas depois desapareça. Fizemos o culto, saímos meia hora antes, não é? Prudência.

 Já que a gente conseguiu fazer, quando estou a desarmar a tela com os miúdo, lá vem a os gajos dentro dos matos, os mascarado, vinha lá para haver o confronto, não é, Miguel? A gente estava assim, o gajo puxou um revólver assim e apontou assim para gente lá. Aí fez duas vezes, o bicho não disparou, ele pegou, putou-lhe a mão.

 Quando ele foi assim, imagina. Eita. Ei, meu amigo, rebentou na mão do caba. Meu irmão, rebentou na mão dele. Aí o cabau, não é? Aí, pronto. Isto são umas coisas que acontecia. Isso era onde? Jardim Continental. Jardim Continental. Meu Deus. Está lá. Depois não houve o dia, não houve não. Não houve, não.

 Que correram, não é? Correram os gajos, aconteceu esta situação lá e eu lá na guerra. Ei, meu amigo, era uma fase difícil. Hoje está lá um centro, está um centro tudo neste tempo, não é? Eu já tinha evangelizado ali tudo e o local já tinha-se tornado pequeno para mim. Todo mundo me conhecia nas bocas de todo o mundo.

 Depois o meu pastor, não é, disse: “Rapaz, tenho um desafio para ti. A gente tem uma igreja aqui na outra, em outra região, outra cidade e vai fechar porque acontecer algumas coisas. Tu vais aí, só tem você a opção. Eu só tenho o dinheiro do homem para você ir e voltar. E eu a trabalhar lá na na congregação, certo? Disse: “Vou para não fechar lá, vou.

” Depois ia na quarta e no domingo de 15, 15 dias. Depois ia, dormia, dormia eh no banco da igreja, frio, meu amigo, liso, meu amigo, e tentando revitalizar a igreja pel um período. Eu vi visitei uma uma pessoa lá, cheguei lá, fiquei impressionado, já fazia quro há c anos estava na igreja. Quando eu Entrei na casa dela, é uma região do lameiro muito tradicional, não é? E cheio de imagem, de escultura, de painéis.

 Eu disse: “Como é que a senhora está na igreja e ainda há estas coisas e tal, lá vai?” Não, está bem, não é? Comecei, já passei um período, depois fui embora para o sertão, né? Depois foi um pastor no meu lugar para aquela região. Depois quando eu vim, eh, Miguel, depois o pastor ligou, disse: “Ei, rapaz, vou batizar fulano”.

Disse: “Vou, vou”. Disse: “Quero participar também”, não é? A pessoa que eu fui a casa dela, depois fui lá, disse: “Rapaz, ela atirou aquele tudo e tal. Amém. Entrei na casinha dela, entrei logo de rabo de olho, certo? Digo: “Oxe”. E fazia. Aí sentei-me, Miguel, o homem não consegue enganar o Espírito Santo.

 Eu posso enganá-lo, as pessoas, principalmente nesta era que estamos a viver de informações, né? Muitas coisas ali que é muito teatro. Depois sentei-me na casinha dela aí dis amém vou participar. Aí o Espírito Santo disse: “Pergunta onde é que ela colocou as imagem e eu só aqui ó. Eu e aquela e a minha é a voz do Espírito Santo no meu coração pergunta onde é que colocou imagem.

Disse: “Irmã fulano, que bom que a senhora pôs aonde? Aquelas relíquias, não é, que era da sua voz e tal. Depois a mulher ficou vermelha, a pessoa ficou a lavar, a lavar.” Depois o pastor olhava para mim, dizia: “Ox, não estou compreendendo”. Ela disse: “Pus dentro do meu guarda-roupa, só fei tirar da sala.

” Eita! Esta é uma realidade, Miguel, que vivemos, Miguel, certo? A gente vive isso, Miguel. Estou a dizer no sentido geral, Miguel. O gajo ele tira da frente, mas não tira do coração. Você tá entendendo? Não adianta, meu irmão, porque acontece muita coisa. O camarada mudou de roupagem, mudou de casca, certo, de aparência, mas o coração não foi transformado.

 O Espírito Santo não operou na sua vida. E aquela pessoa foi sincera também, não é? Isso eu pus dentro do meu guarda-roupa. Aí, rapaz, começou a minha vida, Deus começou a a caminhar, não é? Eu fui pregar na congregacional central aqui de manhã com Deus. Eu, como missionário, tenho vontade de, já tinha aberto lá a igreja, ajudado na palmeira continental e tinha cistéis, bairro dos cocktails.

 Eu tinha um desejo de evangelizar lá. Eh, Miguel, lá eu a rezar, fui para uma manhã com Deus, era um culto de oração que há. Eu fiz um pedido, irmãos, rezai por mim. Eu sou missionário. Eu fui pedir oração, quero plantar uma igreja ali no jardim, ali nos cuités. Aí tudo bem. Eu saí, Miguel, quando saí estava uma senhorinha lá na porta, disse: “O senhor quer ir para os Coité?” É.

 Ele disse: “Sen eu moro nos Coité”. Eu digo que é. O meu nome, vou dizer o nome dela, é Joaquina. Nome diferente. Eu digo: “Jaquina é”. Eu disse: “Como é que eu chego lá?” disse: “Quando o senhor pegar no primeiro, o ombro na primeira paragem, a primeira pessoa que sai, pergunta quem é a Joaquina que ele vai dizer: “Ela é aquela”. Tudo bem.

 Depois guardei, não é? Depois com uns três dias eu a rezar e trabalhando, aquela voz dizia: “Vai a casa da minha Joaquina. Eu digo, Jesus, quem é o Joaquim?” E ficou uns três dias. Eu lembrei-me da mulher. Corri, apanhei o autocarro de gent papo, como ela disse. Apanhei o autocarro na primeira paragem, a primeira pessoa que desceu, disse: “Eh, por favor, sabe quem vive aqui, dona Joaquina, assim, assim? É o cabo disse: “A casa dela lá em cima”.

Depois fui lá, meu, cheguei lá, meu amigo, era uma viúva, ela disse lá com a gente falou, disse: “Posso começar um trabalho aqui?” Pode. Eu estava com a liderança, não é? Depois disse que ia ficar lá. Passei seis meses. Aí a minha liderança foi fazer uma como tu fazeres a obra sem quebrar princípio, certo? Assim, sem quebrar princípio, porque tem muitas obras, eh, meu irmão, que o caba saindo no na rebeldia quebrando princípio e não não chega.

 Na minha caminhada, não quebrei nenhum princípio, por isso é que eu cheguei onde eu estou, certo? Eu fui pelas vias legais. Primeiro, já fui reprovado pelos homens, mas não fui reprovado por Deus. Os homens reprovaram-me porque o missionário ele é incompreendido, viu, Miguel? Mas fiz tudo na legalidade. Aí o meu irmão, o meu pastor, o meu líder disse: “Meu irmão, Deus não tem negócio aqui não”. Digo: “É, é, não funciona.

” Aí eu disse, “Faz o seguinte, dá-me mais um mês”. Aí fui rezar. Eu de Jesus. Aí no domingo, meio-dia, eu evangelizando mesmo, subindo serra e descendo para lá, que é muito passei, digo-lhe já desanimado. O caba disse que o o obrano desanima, ei, desanima. Eu não sei os outros, mas eu digo: “Meu Deus, passei, tinha uma família, um homem, três rapazes e a mulher, eu sentado.

Depois o tipo disse: “Pastor, socorra-me”. Depois subi, disse: “Pastor, socorra-me.” Depois olhei e fui lá. Quando cheguei, acabava por ficar com 2 L de cachaça, a mulher dele tudo judiado. Aí ele fazia, eu digo: “O que é isto? Estou a tirar linha da minha boca desta maneira.” Aí de repente começava a bater nas pernas.

Digo: “O que é que está a acontecer, meu filho?” Ele disse: “É o escorpião picando-me a perna”. Ei, começámos a perseverar. Hoje está lá nos coitais uma grande igreja tá lá certo hoje a igreja evangélica Jeriel, pastor Francisco, está lá. Deus fez a obra, Deus coopera, Deus não mudou. E o caba da linha? Sim, resolveu como o caba da linha, ouve, o camarada da linha começou na igreja, precisou de ser internado porque estava, entendeu? O cabalá hoje a igreja é nos terrenos dele.

 Ele doou um terreno, a igreja comprou outro, percebe? E fez o trabalho lá onde ele está lá. A mulher mudou de vida. Eh, hoje ele ele partiu em memória, não é? Mas a sua mulher, os filhos casaram, Deus mudou-lhe a vida, transformou. A transformação foi grande, certo? Deus mudou de dentro para fora. Depois recebi um convite para ir ao sertão.

A primeira experiência que ia ter fora. E senhor já tinha quantos anos de crente aí nessa nessa faixa? Deixa-me olhar. Eu já tinha uns 12 anos. Tem 12 anos mais ou menos. Tenho 33, 12 anos já de crente, já tinha ido para o seminário um pouquinho, é, já estava mais maduro, já tinha a cabeça já estava Deus já tinha eh direcionado a missão específica, não é? Certo? Depois fui para o sertão, fui rezar, fui a uma vigília, depois Deus usou uma missionária, disse: “Tudo o que tu passasses até hoje foi para criar resistência, o grosso ia vir”.

Aí eu disse: “Meu Deus, construí uma igreja.” Depois comecei a fazer os cálculos, não é? Passei por isso, passei por isso, passei por isso, passei por isto e tal, tal. Eu sonhei à noite que eu estava dois braços assim e vinha o enfermeiro tirava esses litros de de refrigerante de sangue do meu tirava assim. Depois eu disse, a minha mulher disse, a gente vai dar muito o nosso sangue lá.

Fui para o sertão, meu filho. Lá tinha uma placa diz assim: “Aqui não há nem oi, nem tim, nem claro, nem escuro, nem vivo, nem morto. Aqui não há. Era uma região que não ainda havia telemóvel e a comunicação, não é? Fui para lá com a disposição que fui com a meta lá. A igreja era uma igreja antiga, mais antiga.

 Eu tinha que fazer construção lá, não é? trabalhar construção. E a primeira coisa que fui, juntei os irmãos quando cheguei da cidade de cada um apanha o enchado aí. Depois os irmãos disseram: “Vai começar aí a construção bora”. Fomos limpar mato, minha filha. Está a limpar mato e o povo de repente parou ali um carrão, saiu um verão com chapéu destes.

 Disse: “Que é que vai ser aqui?” Depois eu disse: “Eita, lembrei-me como Deus mandava, não é?” Eu digo, uma igreja. Aí o velho olhou para mim e disse: “Acabou a rua”. Eita! Depois o gajo começou a perseguir, fazer, queria juntar o povo da localidade, não é? Fazer uma baixa assinada para não construir a igreja.

 Aí comecei logo este impacto quando o verão disse isso. Acabou a rua. Eu disse: “Acabou a rua do Satanás”. A gente começou a trabalhar com muita luta. A gente foi devagarzinho, não é? Ganhei muitas ofertas, meu irmão. As ofertas que ganhava, tinha muito conhecimento dos amigos. A gente investia na igreja.

 Levei o meu sogro para passou cerca de três semanas para fazer a base da igreja. Num período lá, um tipo queria muito alto, ele foi só para me ajudar, não é? Eu disse: “O que é que estás aqui a fazer, rapaz?” digo eu, “Estou aqui, eu, a minha mulher, os meus meninos. A minha esposa é uma guerreira gigante comigo na obra. E, rapaz, eu tenho que para além disto daqui, eu preciso de ir para expandir, não é? Aí eu tinha uma oportunidade de ir a uma cidade chamada Berradin Batista, a 8 km de serra, só Barro.

E lá na cidade quando cheguei, havia uma mota velha, vendeu, comprou um jeip. O William 60 e tal. O bujão, o combustível dele era um bujão de gás em cima. Eu nunca vi um negócio daqueles. O gip do pastor era conhecido. O gip do pastor. Depois fui, depois comecei a trabalhar na região, fazer uma visita, não é? Depois um dia, isso quero frisar.

 Deus disse assim a mim, o Espírito Santo, compra uma corda grossa. disse eu, uma corda grossa. Eu disse, depois comprei uns 5 m de corda grossa assim, mais grossa, depois pus no git. Através dessa corda, eu evangelizei, Miguel. Como ia para a serra, pros cantos, eu chegava lá, encontrava carros quebrado. Depois como eu vinha para a cidade e era muita pessoas, às vezes é pessoa que não tinha condição, não tinha guinch como tem hoje, certo? O que é que eu fazia? Parava o Gip 4×4, atava a corinha nos cabos e deixava à porta da eh da

oficina. Depois o tipo disse: “Quanto é esse na?” Depois eu i embora. Depois o carro perguntava o carro da oficina, quem é esse? Depois o cav dizia, é o pastor da Batista. E muitas vezes fê-lo. Quando ia evangelizar, certo? Era o Ceará, o Rio Grande do Norte, era toda a divisa. Eu chegava às casas batendo palmas e tal.

 Eu digo: “Bom dia, às vezes é boa tarde”. Depois o tipo dizia: “Entra, pastor”. Eu digo: “Digo o senhor conhece-me?” “Conheço”. Naquele dia em que eu estava, eu estava assim, assim, o senhor conduziu-me até ao mecânico. Epá, as portas faziam isso. Aumentei 20 kg, não faltavam galinhas, o meu amigo, e queijo. Maião de dois, meu irmão.

 Aí já chegava, já abria a porta. Uma corda, meu irmão, uma corda. Certo. Já abria o leque. Aí eu, Bernardino Batista lá, dava assistência em Bandarra. Em Bandarra era o Paraguai do sertão. Bandarra é um lugar que havia muito rico. Os gajos lá da 25 de Março morava lá. E só estou a ver, rapaz. Era uma região muito interessante.

 Tem lá um irmãozinho que uma vez eu estava lá eu a trabalhar, não é? Este é o perfil do povo. Depois diz assim: “E um pastor trabalha?” Eu digo: “E come”. Entrava nos carros para apanhar aquelas v que eu não tinha transporte, não é? Aí eu entrava, vazi os cabem o senhor aqui? Eu digo: “Eu sou o pastor aqui.” Aí o senhor é aquele que rouba as pessoas é dentro dos carros mesmo. Olha só.

 Eu disse: “Não, aí, não é? Esta é as expressões por causa de um evangelho que tem aí muito fraco. Aí sei que Comecei por ir para Berlino Batista uma serra alta. Eu ia ao gip, tinha um medo que só quem sabia era eu. Subia com a minha família, os meus filhos e descia a serra, só passava um carro praticamente, sabe? Quem lá vive hoje é pista.

Aí missionário também passa crises, dores, desânimo, tristeza, perseguição. Eu estava muito abatido nesse período, atravessando uma guerra gigantesca. Depois vim para Campina Grande, tinha que resolver algumas coisas. Cabis baixo. Eu passei na feira central, Miguel. Quando passei na feira central, chovendo no sábado de manhã, chovendo, saiu um senhor no meio da feira.

Depois disse assim: “Meão ei, moço”. Eu disse: “Eis que Eu estou contigo quando sobes aquela serra”. É isso. E quando tu desces, porque é que tu temes? Sou eu que estou ao volante. Ai, grande. Aleluia. Eita grande Deus. Deus conhece-nos, meu velho. E começou a dizer, meu, que eu estava passando, mas que Deus estava comigo.

 Qual era o meu medo, Miguel? Quando subia, subia tudo bem. Mas só que o jeip que eu estava para travar 200 m, tive de começar a travar aqui. A direção fazia isso, Miguel. Aí descia nas serras, mas encostar-me às barreiras, porque se faltasse o travão, o meu irmão, eu atirava para dentro para travar o carro. específico, meu irmão.

 Quase 400 e tantos quilómetros, um velho, ele, um homem, um homem de Deus na feira central de Campina Grande e detalhar-lhe o que estavas a passar e tal. E por que tu temos que eu estou ao volante, mas quem estava a conduzir era eu. Eita coisa grande. Pois, tudo bem, né? Fortaleci, recebi e tal. Eu fiz o projeto da igreja, levei para as lideranças, sabe? Procurei lá, fez tudo animado para 40 homens líderes.

Chegou lá 39 e disse assim: “Ei, isto é impossível. Me dis, digo eu, isso é impossível, rapaz, para aquela cidade fazer isso.” Começaram a ver, houve um, ei, Deus levanta sempre o Cineu. Sei vem cá. Deus pôs o seu coração, botou, fazei que Deus está convosco. Hoje a igreja tornou-se pequena para o queitar.

 Os gajos disseram que era a minha fé foi pouca. Certo? Eu dizia assim, Miguel, rapaz, este negócio é muito, nunca vou sair daqui. Eu a trabalhar, a fazer cimento, chegava aqueles representantes para vender material. Depois às vezes tinha algum irmão da igreja lá, depois dizia: “Ei, rapaz, onde está o pastor da igreja?” E ia falar com fulano, onde está o pastor da igreja? Aí o tipo dizia: “Olha ali com um chapéu deste tamanho fazendo massa.

” Eita, amigo. Vez em quando acontece que eu ve. Ei, ei, pastor, cabeça, o pastor é aquele. Ai, Jesus. Mas nós sofremos muito, foi guerra. O missionário, ele tem três fases da vida dele. Primeiro, certo? A lua-de-mel. Quando ele sai, todos abraçam. É cachorro quente, gelado, lou. A segunda fase é a realidade.

 Quando começa-se a ver algumas coisas e você quer tentar dentro da Bíblia fazer algumas coisas. E a terceira fase é o regresso. E há volta que é frustrada. A minha volta foi frustrada. Foi muito difícil. Eu voltei de favor. Eu estou a dizer isso porque é um projeto lá à frente tu vai entender. Voltei de favor.

 Eu levei uma cachorra e ela trouxe-me. Eu levei uma cadela preta, ela veio amarela, queimada do sol. Eu cheguei aqui desanimado. Eu disse: “Meu Deus, porque uma coisa, amiga, é tu estás aqui em baixo. Eu saí de baixo, vim para aqui. Primeiro salário que comecei a receber mesmo, não é? Eu vivendo da obra. Depois de repente está aqui, vem para aqui, certo? Mas era propósito de Deus e eu não entendia.

 Romanos 8:28 diz: “Todas as ações coopera para o bem daqueles que temem o Senhor”. Porquê? A aflição e esta cooperação é para forjar o carácter de Cristo. Mas nenhum homem, Miguel, compreende o momento da aprovação. Nenhum homem, nenhum. O José não entendeu. Só lá à frente que o caba vai compreender algumas coisas. A gente não é Deus.

 Eu vim, a minha esposa desanimada, dei o meu sangue, amei os irmãos, saí com com mão limpa, trabalhei, muitas almas, pessoas choraram, percebe? A cidade e uma série de coisa. Mas eu fiz a obra e deixei lá, fiz a minha cooperação naquilo que é devido e hoje a obra vai evento de poupa. Aí voltei sem emprego o regresso agora os meninos para estudar, as crianças sem nada.

 Graças a Deus que tive a minha casa ainda, certo? Eu tinha lá a minha casa que a gente abrigou e a família ficou a dar suportezinho. Voltei para onde, Miguel? para a feira meu pai. Ele disse: “Vai morrer de fome”. Se lembra-se? Aí cheguei o rabo entre as pernas humilhado, disse: “Meu Deus”. Depois fiquei, né, descarregando camião, tal, levando ponto de cada dia? Eu disse: “Meu Deus, tinha deixado de estudar para viajar”.

 Aí cheguei sem nada, estive um ano sem congregar. Miguel, tu sabes o que é passar um ano sem congregar, Miguel? Porque não tinha dinheiro de apanhar um ônib. É o Satanás, ó. Tu tinhas carro, casa, tinha salário e eu na pita, naquela peita, mas já tinha experiência que Deus disse que não ia faltar.

 Ficou escasso, certo? Aí eu fiquei, digo eu, o que é que eu vou fazer? Lá vai e lá vai e lá vai. Aí é um ano. Eu não tive condição de vir pela distância, não tive apoio, mas tudo foi Deus. Não me estou reclamando, foi Deus, mas foi doloroso. Fui ajudar um pastor ali do outro lado da cidade, ele dava-me dois vales, porque eu tenho que apanhar o homem para o centro, no centro tenho que ir lá para o ligeiro dois vales e no regresso ele dava-me.

 Aí fui para lá, não é, só para ajudar que eu queria a minha esposa. Aí Eu estava em casa, acordava 4 horas da manhã, 3 horas, 4, eu dizia: “Bom dia, irmão hoje é o culto da manhã. Diz: “Boa tarde, hoje é a oração da tarde, boa noite” e cantar no hino. Isto em casa? em casa sozinho. Sim.

 Depois a minha mulher dizia: “Meu, meu marido está a endoidar”. E começava a dizer isto, bom dia, boa tarde, boa noite, sozinho. E o Espírito Santo daquele trazendo à memória quem é Deus. Eu disse: “Tenho de fazer alguma coisa”. Depois um dia eu disse: “Sou o senhor, eu queria, eu estava liso, né? Liso, liso, tinha as coisinas em casa.

 Eu disse, eu queria pelo menos hoje arranjar R$ 1 hoje para eu eu para trazer pão para casa assim, né? Aí senti no ponto do ônibo, quando eu olhava, o Miguel assim, senti. Depois na pista vi uma nota assim, ó. Eu digo: “Eita, rapaz!” Corri, passei uma pista para a outra e apanhei assim, sentei-me. Miguel, quando apanhei uma nota de R$ 100, Miguel de pipocas, Miguel.

de pipocas. Miguel, eu disse, mas há um deu no céu e fui-me embora. De mentira, de brinquedo. Era de brinquedo a moda. De brinquedo, meu irmão. De pipocas. Tem estas pipocas, não é? Que que vem a notinha de 100 segundos. é de brinquedo. E eu para mim era verdadeiro, fui para lá trabalhar no nos cuité, não é? Depois voltei a estudar, fui a pedir aos irmãos para me ajudarem a cooperar, que eu queria voltar ao seminário para concluir o meu curso.

 Eu consegui alguns mantendedores que me conhecia, certo? Há uma pessoa que ajudou muita gente, o meu cunhado, ele está em Roraim, era ovelha minha na altura. Ele o que a gente trouxe, ele deu uma mota à minha esposa, uma bis época. Ele tinha uma bis, era um escape que tínhamos por enquanto. Depois fui para o seminário, então e a guerra e a guerra.

 Eu seminário e as coisas a apertar. Aí o povo me conhecia, pastor, ficava constrangido. Está onde tal? Lá vai. Depois um dia terminou o seminário, não é, na congregacional central. Eu estava batido. Epá, um abis faltava gasolina. Diz lá. Aí encontrei um amigo meu. Aí e tal. No final fiquei sozinho. Disse: “Anda cá”.

 Disse: “Ó meu pastor e tal”. Aí eu disse: “Eu vou dizer o nome dele.” Disse Adilson. Arranja-me o ré para ele aqui para casa. Eita grande. Eu tá gasolina. Adilson R$ 1. O caba abraçou-me. mesmo chorou, chorou, chorou. Depois passou uma situação que eu o consolei assim e abençoei-o. Aí disse: “Meu pastor, depois deu-me 10 contos, tei aí foi aí tudo bem”.

 Eu disse: “Preciso trabalhar.” As portas fecharam-se. Ei, não era preguiça, tinha coragem para tudo, meu irmão, mas nada acontecia, nada. tudo travado. O céu estava de bronze. Aí eu disse: “Meu Deus”. Aí na escola tinha lá um irmão meio agitado. Disse: “Ei, rapaz, queres trabalhar?” Disse: “Não sei fazer nada. Tenho um negócio para tu ali, ó.

 Tenho uma ficha aqui para uma multinacional. Tenho uma escolha. Digo, tu vais?” Eu digo: “Vou”. Aí disse: “Eu não vou.” Aí disse: “Ins fui.” Cheguei lá, estavam 80 pessoas na fila. Os currículos era era deste tamanho assim. Tudo caba novo, saradão, falar inglês, sei lá o quê e tal. Eu digo: “Ixe”. E eu na fila, levei duas folhas, a minha identidade CPF e o comprovidência.

Depois fiquei ali, digo: “Ó Jesus, aí aí vai o povo, 80 pessoas ficou 15 nesta primeira etapa. Eu fiquei no meio dos 15. Depois eu disse: “Eita, mas vem no outro dia.” Depois foi uma entrevista pessoal, não é, Miguel? A gente tá habituado a lidar com o povo, não é? Olhar e tal e tal.

 Depois a pessoa estava lá, me entrevistou e tal, perguntou, depois eu disse as coisas e tal, tal, tal, tal. Tenho uma facilidade para às vezes eu falo demasiado rápido também. Passei, ela disse: “Fou trabalhar amanhã”. Eita, agora há uma fase, há uma roupa. Eu disse: “Eu não tenho a camisa. E como é que eu vou fazer que eu não tenho essa camisola? Aí eu peguei na uma camisa do meu cunhado emprestada que não tinha, fui trabalhar, um pré-requisito era a moto, porque tinha que fazer.

Depois fui, Miguel, há uma ajuda de custo de comida, sei quê lá, tal, tal, tal. Estive primeiro mês, 45 dias sem receber. Eu digo Jesus, isto aí recebi Miguel pacote que eu tinha que eu era representante, tinha que credenciar, tinha um limite de fazer 40 registos de empresa e eu batia, batia todas as semanas que eu deixava para as outras era de 40.

Aí ó o pacote, Miguel. Depois quando recebi, cheguei a casa, as mão tremenda, eu disse: “Ó Vanda, ela meteu a mão na cabeça, o meu filho, o que foi que fez? Eu disse, eu não roubei não. Não roubei, não. Nesse primeiro mês paguei as minhas contas todinha. Aí comecei, o meu irmão, três, quatro meses desse jeito.

Comecei a ganhar dinheiro que nunca ganhei na obra, em canto nenhum, porque eu fazia, ia onde os gajos não iam, ia dentro da favela, onde os gajos, eu sei que ia e Deus abençoou-me. Eu comecei a ficar triste. Eu disse: “Vana, não quero isso para mim, não. Você tá doido, rapaz. A gente van quer não, quero voltar para a obra.

Quero voltar para a obra”. V. Aí ficou aquele dilema, não é? Nesse período tinha o meu filho, era um adolescentezinho, tinha um amiguinho que o pai tinha uma churrasqueira na feira, sabe? Aí disse: “Mas pai, o meu coleguinha está na UCI para morrer”. Disse: “É, rapaz, o que foi que houve? Ninguém sabe.

” Depois eu Fui atrás do pai. disse: “Posso ir lá rezar pelo seu filho, compadeci-me que sou pai, não é?” Aí ele disse: “Pode.” Depois fui, cheguei lá ao hospital universitário na UCI, estava a mãe, o pai e eu. Aí olhei no vidro assim, depois vi ali o menino. Aí a mãe olhou para ele, para mim e o pai dizia: “Pastor, porque é que Deus fez isto comigo?” Ei, chorava ele, chorava eu ​​e a mulher e a gente chorava.

 Porque Deus fez isso comigo. Olha que situação. Ele disse: “Não sei, mas vamos fazer o seguinte. Está ali aquele menino, qual é a condição dele?” O médico de só está à espera de desligar os aparentes. Vamos consagrar este menino ao Senhor e quando ele sair daqui leve para a igreja. Bora. Entrei em oração. Entrei na UCI, minha a UCI.

Entrei na UCI. Depois quando entrei na UCI, olhei o quadro menino de barriga para baixo, uma médica estrangeira, sabe, que estava lá. Ela disse, ela olhou para mim, eu com uma Bíblia grandona assim, ó, eu tenha Bíblia, eu fiquei assim, mas caso de menino Éric, muito difícil, falando aquelas línguas enroladas, não é? Depois cheguei, quando olhei o menino Miguel, ele todo inchadão, inchadão, inchado, inchado.

Aí eu disse: “Meu Deus”. Eu olhava para ele, começava a entristecer, olhava para mim, olhava para o menino, digo: “Meu Deus, quem sou eu? Miserável, não tenho força”. E fiquei oprimido, angustiado. De repente, o Espírito Santo disse: “Olha para o tecto. Quem é Deus, autor da vida? Poderoso, santo, majestoso, meu irmão.

Comecei a rezar. Jesus, tu podes, Senhor, dá-nos um sinal e tal e tal e tal e tal. Tudo bem. A gente saiu, não é? Eu disse: “Amanhã venho aqui de novo.” A gente vem, vem, vamos vir. A gente pediu um sinal dele. Ei, quando eu cheguei no outro dia, o menino estava de bruça, o menino estava de costas.

 Aí ficou assim, os olhos dele estavam a começar a abrir tudo, uma nata roxa. Aí digo, é o sinal de Deus. Depois a médica veio novamente, não é? Disse: “Impossível”. Aí eu disse: “Meu Deus”. Aí aquele clima pesado, Não sei se foi um ato místico, não sei, eu estava com a Bíblia assim, de repente eu disse, pus a Bíblia em cima do camarada assim do miúdo, não é? E Jesus, a tua palavra tem poder, tem misericórdia. Pá, pá, pá, pá, pá.

 E tirei baixinho, não é? Eu digo, amanhã eu venho aqui. Eu digo, vou levar o óleo para o ungir. Ei, quando eu cheguei lá, no segundo dia que eu lá fui, não é, foi o primeiro, rezei no segundo, no terceiro dia, o menino urinou quatro garrafas de de guarandês de refrigerante 2 L. O menino desinchou, o menino voltou.

 Quando entrei para dentro, a América, a América disse: Eric, um milagre de Deus. Deus levantou o menino. Ei, e o povo glorificar, cheio de crentes na UCI. Aí e a família e a família. Ei, no céu, tudo bem. Aí eu disse, só me vou encontrar com vocês na casa, não é, agora para nós fazermos um culto e tudo bem. Menino passou 56 dias no hospital a fazer o quê? A ser estudado.

Porque ali é um hospital de universitário, foi estudar, não é? Estudaram o caso do menino, mas por que estava assim, sei lá o quê. Tá. Depois senti vontade de ir lá e queria ver o menino. Depois fui nesse dia, cheguei lá, Deus me deu melhor presente do que um carro, do que um emprego.

 No dia em que lá entrei, a própria médica disse: “Hoje o Eric vai para a enfermaria”. O menino foi para a enfermaria nesse dia que eu fui lá e Deus fez a obra. Nada é impossível para Deus, meu irmão. Certo? Deus é o Deus da impossibilidade. Aí tudo bem, certo? Depois comecei e há estas coisas, Deus renovando, não é? Agindo. Deus começou ali, disse: “E agora?” Saí desta multinacional, disse: “Não quero.

Recebi um dinheiro, um segundo desemprego que nunca recebi na vida. Três meses.” Eu digo, “Pronto”. Eu digo, “Agora tenho que comprei um Carocha, 2500 contos”. Comprei o Fusca. Eita carro, meu irmão. Ô carro, meu irmão. Depois recebi um convite para assumir uma congregação, não é, no Zé Pinheiro.

 Vai começar a nossa história aqui. Depois de eu voltar do sertão, aí comecei aqui. Depois fui ver. Aí eu disse: Vânia, esta é a porta que Deus abriu. Disse: “Meu filho, como é que nós vai fazer? Quatro pessoas e tal. Essa é a porta. Deus deu-nos o carro e vamos trabalhar.” Eu cheguei, não é? Aí na maxda aqui. Depois comecei a trabalhar, não é? Tinha água e luz para pagar.

 Fui a casa dos irmãos que conheci aqui, pedi R$ 5, R$ 10 para pagar água e luz que não tinha para pagar renda não tinha. Eu tive de ir atrás do meu atendedor também. E aí, aí foi a obra. Depois começou, não é, devagarzinho aquela luta. Houve um dia, a igreja tinha, as pessoas dizem aqui que o nome da igreja era era conhecida mais ou menos como a igreja dos irmã atelado.

 Era a expressão que eles usavam, não sei porquê. A igreja dos irmã lá, pensa lá. Tudo bem, depois fui, não é? E e perseverando. E onde está o tempo? Foi uma coisa que maltrata muito o missionário. Uma das coisas que tem-se uma perspectiva, mas Deus super necessidade e v orar directamente e a gente a trabalhar, percebe? Depois houve um dia estava a chover, nasce eu de palitor todo arranjado, quatro pessoazinha assim na igreja.

 Eu tinha um rapaz que tocava teclado da sua noiva, entrou um bêbo e aqui é sentou-se perto dela, pegou na bíblia. Quando apanhou o B, só vi o caba puxando a mão assim e começou a dar no caba pá pá pá pá dentro da igreja e derrubando e faz pro meio da rua a chover, lá veio eu apartar e a tirar sangue no caba e a chover e o homem a passar à frente eu dizia: “Jesus acabou, acabou, Jesus acabou, Jesus acabou, queou o Espírito Santo nada acabou, a obra é minha.

Aí tudo bem depois lá vai e ajeitei o cabou matá-lo, vou matá-lo e sei que foi a confusão. Eu disse o meu filho ele disse não, eu estou certo depois comecei, digo Jesus, e agora? Aí continuei, não é? Depois pagava na altura o aluguel. Quando eu ia pagar a renda, a mulher dizia umas coisas, achava mal.

 A gente não tem condição de pagar renda. Disse: “Que que eu fazer?” Alugel da igreja. da igreja. Depois a dona do prédio pediu, disse: “Rapaz, vou pedir o prédio porque a gente vai lugar, tem outra pessoa, é tanto e tal”. Disse: “Mas, rapaz, e é o que é que eu vou fazer?” Meu Deus. Aí eu fiquei naquela, não é? Eu disse: “E agora, Jesus?” Depois um caba ligou-me e disse: “A igreja tem conta?” Não tem, não.

 A minha, a conta que tem é do irmão que é professor, que era, estava comigo, Roberto, depois foi consagrado pastor pela igreja. Aí disse: “Mandei uma oferta na época”. Tá certo. Aí não pergunto quando alguém enviou a oferta. Disse: “Mandei 30.000€ na altura, há 13 anos atrás.” Eu digo, “Não brinquem comigo, não”. Disse: “É, rapaz, está ali”.

 Mandou essa oferta, não é, na época. Aí, tudo bem. Depois liguei para o Roberto, Roberto, porque o Roberto era um liso, eu um liso missionário e ele professor o dinheiro dele assim. Ei, foi mesmo? Será que foi? Foi, não foi? Foi. Olha, entrou o dinheiro. Eu disse, vamos, temos que comprar um terreno por aqui.

 Onde está achar? Encanto nenhum, encanto nenhum achar, achar, achar, encontrar nesse tempo que estás hoje. Aí eu disse: “E agora?” Depois chegou dois velinhos, disse: “Pastor, ali tem um prédinho para vender da esquina. Zita zita onde, irmão?” Quando fui era aqui. Eu nunca tinha visto isto aqui, o meu irmão. Nada. Passava e não vi. A gente não encontrou aqui encanto nenhum.

 Aí tinha ventes. Eu procurei com umas pessoas. Essa não vende, não. Está aí. Aí foi só Estive três dias para encontrar o dono. Fui atrás um tipo empresário na Campina. Depois cheguei lá com velinho, não é? Aí sentei-me com ele assim, depois ele olhou para mim, disse: “Eu amarra dinheiro”. Digo: “Mas até no dia em que a minha mãe aconteceu, não é, a situação ele entrou na enfermidade e ele e um dia estava no meu carro, passou um cabacinho, parece que era um, pensava eu que era um maluco, era um crite.

Depois disse: “O teu dinheiro não compra e tal e tal”. E começou a dizer, não é? Depois nesse dia, nesse assistido apartamento de João Pessoa, caríssimo. Mas se dobrares o joelho procurar e souber que Deus fez uma ação, restaurou, disse: “Vou vender”. Eu disse: “Eu compro é de 60.000”. Eu disse: “Rapaz, eu vou dar 10.000 à igreja.

 Aqui já tem um projeto de fazer um edifício e várias salas, que aqui é comercial, não é?” Depois, é certo, só tenho, só tenho 30. Ele disse: “Arranja 10 cheque de 2000, eu vendo-lhe e você vai pagando para a igreja, está certo?” Depois corri, liguei pro para o Roberto, digo, “Roberto, procura lá, tu és professor, vamos arranjar um empréstimo e tal e tal e tal, vai.

” Ele tem razão, vamos para dar 40 e fica mais. Depois ele ligou-se para mim, rapaz, tenho duas notícias, uma boa e uma má. Diga, diga logo a Eu digo, diga logo a má. Este rapaz, o juro fica muito alto. O professor não funciona. Pronto, disse a ruina. E a boa meter mais 10.000 na conta. Ei, lá fiz, levei os cinco chequ mês que fui pagar os cinco cheques, levei os 10, 50.000.

Esta construção foi 4 meses. Aí eu estava aqui, não é, a gente tava tava lá ainda no predinho, certo? Depois vim para aqui. Aí eu disse: “Como é?” Depois os irmãos vão fazer, nós fazemos. Tenha calma, vamos pedir a Deus orientação aí. Meu amigo, o irmão chegou e disse: “Porque não iniciou-se a construção do edifício do tempo?” Eu disse: “Porque é que nós não tem dinheiro.

” Ele disse: “Este uns 80.000 dá para começar. Eu digo: “Dá e depois chamei Deus, ei, Deus quer situação.” Depois veio um amigo nosso, pastor Domício, mestre da facisa, me ajudou aqui, disponibilizou-se a fazer. O que é que quer fazer? Ele o terreno é pequeno e fez e tudo. A gente começou, depois começou a construção, ele na frente, eu a fazer massa ali para uma carrinha de caixa aberta cheia de cimento.

El disse aqui é a construção do irmão João, não é do irmão Júnior, ela disse aqui mesmo. Tá e Deus a mandar e aí provisão 20, 30 pessoas a trabalhar, a minha esposa fazendo feijoada aqui com força, não é, para gente sair do arrendamento e vir para aqui. Aí, tal, tal, tal, tal. A última laje, esta aqui que aqui tem três lajes, tinha de ser 50 saco de cimento.

Eu tinha três. Eu digo Jesus, um mutirão aí não se sabe, eu na sexta-feira aqui e a rezar de manhã com a matemática de Deus. Eu disse: “O que é que eu vou fazer?” Jesus. Depois bateu um cabo ali na porta, disse: “Pastor, diga abençoar, deu-me um saque cimento para ajeitar o meu barraco. Leva benzido.

” Eu digo, Jesus, faltava 47, agora é 48. Depois toma, digo, Jesus é 48 e toma oração e sem nada, nada, porque já estava o Miguel cerca das 2 horas da tarde parou um camião aí enviaram 75 saco de cimento. Aí pá, depois em 4ro meses levantamos já para sair para aqui, não é? Em 4ro meses que depois uma irmã ligou-me, disse: “Ei, pôs a cerâmica da igreja?” Eu disse: “Botou não, nós não”.

 à noite, 10 horas da noite, ela disse: “Vai amanhã buscar e pôr”, está a ver? Uma pessoa que eu conhecia. Aí pusemos a ceranca. Depois tudo bem, íamos entrar, ia abandonar o edifício. Aí eu disse, vou entregar agora a chave do prédio depois disse: “Eu vou dizer um bocado de coisa aquela mulher, aquela vou dizer”.

Aí cheguei alugado, alugado, certo? Cheguei com uma chave, disse eu, quando cheguei, eu a pensar, não é? Vou dizer um bocado de coisa que ela maltratou muito assim nesta questão. Eu disse: “Irmã, muito obrigado, viu, pela paciência. Só saia para lá de bça. Depois Deus começou, nós mudámos para cá, houve algumas coisas, não é? Depois eu estava sentado aqui, quatro pisos, três pisos, estrutura gigante aqui, não é? Aí eu disse: “Está bem, Jesus”.

 Eu olhei para cima assim, disse: “Eu não, construção já chego, não aguento mais não. Passou ali um homem, disse: “Ei, Deus está a dizer tu vais fazer uma construção maior do que aquela meu Deus. No meio da rua que ela apareceu e disse: “Sim, foi, passou e disse: “Deus está dizendo que vai fazer uma construção maior do que aquela”.

 E eu nesse momento, ei, Miguel, aí tudo bem, não é? Depois a gente trabalhando, surgiu Cachoeira Grande aquele projeto, um pastor do Sul procurou-nos e tal, era um desafio. Eu fui para lá, nem sabia onde era, nem na internet nós encontrava. Cachoeira grande a trabalhar aqui, não é? E fui para lá. Cheguei lá, era o senhor da região, vivia lá, foi para o sul, reformou-se e queria pôr lá um evangelho, né? Trazer uma igreja, porque o canto difícil.

 Eu sei que ele chegou comigo, não é, para encurtar a história. Chegou comigo, fui para lá, tinha comprado um bar, fechou o bar e fez um para fazer um tempo. Aí comecei lá. Depois lá na região havia um agricultor que dava terra ao povo. Eu disse: “Rapaz, eu Fui para um canto rezar, aí o Espírito Santo meteu-me na cabeça e peguei numa quadra, um templo, uma pista de caminhada.

 Isto é e uma um digo: “Meu Deus!” Depois fiz tudinho, tudinho, tudinho. Depois procurei um um amigo meu pastor, não é? Disse: “Pastor, o que é que diz sobre isto aqui?” Depois ele disse: “Rapaz, vais precisar de 10.000 m²”. Eu digo, he? Tá certo. Aí fui, não é? Procurei o dono da quinta, o rapaz o o rapaz que lá estava. Aí eu conversei com ele e disse-lhe: “Rapaz, como é que fazemos para bora na casa dele? embora. Aí me apresentou.

 Aí eu disse, mostrei o projeto, o rapaz muito bem. Ela disse: “O que é que o senhor quer beber whisca assim? O que é que o senhor quer?” Então eu disse: “Ei, o que é?” Depois o caba disse: “Mandem cercar lá”. Aí a gente trabalhou, não é? Esse espectad e o evangelho lá Deus eh converteu pessoas que era tradicionais. Deus fez.

 Depois vai ter a oportunidade de conhecer especificamente, certo? trabalhar e trabalhando aqui a brilhar daqui também. A gente trabalhou em Cuité, da lá hoje o tempo de Cuité lá é maior do que o nosso, pastor Carlos. Há um aqui no Ligeiro também outra obra específica, o pastor eh Elias foi um trabalho também que convergiu com a gente aqui.

 Hoje é uma igreja grande, maior do que a nossa também. Miguel, Deus supriu as nossas necessidades. Agora tenho uma uma história de guerra, de luta, a perseverança, a revestimento do Espírito Santo. E outra coisa, não sai da linha, independente, certo? A gente vive hoje num momento muito difícil do evangelho, certo? Os jovens, a nossa juventude não conhece o Espírito Santo, certo? Muitos obreiros estão a ir para os seminários, não sabem o que não sabem o que querem, não sabem, certo? Eh, muitos só hoje têm muita informação, o intelecto está muito cheio,

certo? E estão a sofrer por isso. Por quê? Porque não abre espaço para isso, para a ação do Espírito Santo, para Deus revalar, para Deus mostrar, não é? Isso não é regra, a salvação é independente disso, mas são meios que Deus deixou disponíveis para o missionário. Não existe terra estéril quando Deus planta.

 Eh, pastor, só para fechar, fazemos sempre uma pergunta pára para finalizar. Eh, há momentos que a presença de Deus a gente consegue perceber de forma mais intensa, não é? Então, Deus está aqui. Onde tiverem dois ou mais, Deus está ali, não é? Mas parece que em alguns momentos específicos a presença de Deus se apresenta de forma mais intensa, mais forte, não é? Olhando a sua caminhada e a sua trajetória, tem memória desse momento em que sentiu mais forte a presença de Deus? Foi mais deu para pegar de forma quase que palpável

assim, rapaz. Vou dizer um agora atual, você aqui parece que o Espírito Santo visita o gente e sai. de testamento. Testamento era específico. Vinha dava fazer algo específico saída. Parece que é do mesmo jeito, mas tem momentos. Você é um Miguel. Você é um canal de Deus. Estás a quebrar paradigma, Migel. A Bíblia tá tá repado, recheado de homem, não é? Que a Bíblia profetas, mas tem os homens ocultos e Deus escolheu-te para isso, estás a ver? Tem os homens ocultos.

Tem gente nesta minha pequena caminhada, há pessoas que tem 10 vezes mais, tudo escondido, no anonimato, que não está na exposição, percebe? Tá lá trabalhando, sendo por vezes perseguido. É isso, é queele lá. Ele ganha alma para Jesus. Talvez não conhecendo na hermenêutica, alma elétrica, percebe? pontos é sermão temático contextualizado e tal e essas coisas e falando a linguagem e Deus tirando camarada da droga, o endemoniado no prostíbulo tracinha que é que não está no que está no anão de mata e Deus escolheu-te para

isso. Eu digo-lhe, você medo de errar, certo? É isto na minha vida hoje, hoje hoje, nesse dia tens sido tu aqui à minha frente, certo? que nunca pensei isso, o meu irmão. Eu queria confessar-lhe uma coisa, certo? Eu tinha muito desejo de dizer estas coisas a muitas pessoas. Estes dias tinha tava orando e eu disse: “Ó Deus, eu queria, eu não

tenho oportunidade para ter uma expressão. E as comunidades são pequenas, certo? Onde eu vou ninguém quer ir. É do seu diz: “Eu queria eu queria que as pessoas soubessem que, que achasse bem, achasse eu queria mostrar que o evangelho muda a vida das pessoas, que o missionário não é miserável também, passa as suas dificuldades, certo? Que os dons é para para hoje.

Jesus cura, Jesus batiza com o Espírito Santo, ele faz, ele não mudou. E eu tinha vontade que mais alguém soubesse disso para glória dele, percebe? para o nome do Senhor ser manifesto. Os os homens estão a perder muito. Eh, eu estou a abrir o meu coração, está entendendo? E eu pedi a Deus, eu queria assim, não sabia, não é? Aí Deus mandou o Miguel.

Glória a Deus. Depois a minha mulher disse: “Vai R, ó, que eu sou mau deste negócio”. Digo V, tem um cabo aqui, mandou um negócio. Miguel, que é o Miguel? Se me Miguel, digo eu, é o anjo que Deus enviou para ajudar Daniel. Ei, glória a Deus. Foste enviado por Deus para a glória dele.

 Certo? E eu queria deixar esta mensagem. Vale a pena. Era um cachaceiro, Miguel, sem perspectiva de esperança. Jesus alcançou-me e disse que eu e me deu para eu ir buscar outros perdi. Eu tô no meio do mundo, meu filho. Doido por mal. Jesus, eu estou doidinho porque estou estou cansado, entendeu? Mas eu estou com sedo de Deus. Eu quero, eu quero vidas.

Jesus, olha, acaba por dizer que eu sou doido, sou alienado por Jesus, percebe? O evangelho precisa de voltar, os irmãos precisam de voltar ao princípio, meu irmão, ao princípio. A gente tem muito confusões teológicas que com fundamento, debates, honra de homens e nós estamos a esquecer do principal, as almas, as vidas.

 E Deus escolheu-me para isso. Eu sou feliz, irmão. Alguém olha para hoje, para mim hoje, aa diz que eita rapaz, principalmente aqueles que não tem visão espiritual, caramba, tem estrutura, há isso, mas tudo o que eu tenho foi Deus. Esse é o Deus que eu creio. Deus não mudou. Ele é especialista em fazer. Não depende de mim, do homem.

 Agora precisamos de uma coisa. Fé e ação, viu? Fé e ação é importante. E hoje a gente está aqui devagarinho e com o mesmo desejo de ganhar alma para Jesus. É, por fim, Deus abençoou-me tudo. E eu tenho um projeto, Miguel. Hoje tenho um projeto. Eu mostrei-lhe. Qual é o o meu projeto, Miguel? Se se lembra que eu disse que vim quebrado do sertão? Temos uma grande falha no nosso meio.

 Qual é a avaria? Usa-se os obreiros, utiliza os missionários Júnior, João, António, fulano, fui ciclando e tal e tal. Quando têm crises ou não tá servindo, são abandonados. A maioria faz isso. Eu passei isso na pele e gerou no meu coração um projeto cuidar de quem cuida, certo? E Deus está a dar as condições, ok, para o futuro.

 Talvez não veja isso, mas já a semente para cuidar de quem cuida. Exemplo, tem obreiro lá, não sei onde, no sertão, está a passar guerra espiritual, relacional, emocional que passa e ele precisa de um alí, de um descanso, de um local para recarregar baterias, certo? com ajuda pastoral, oração, eh, físico, cuidar a agricola lá em cima, a pressão lá em cima e às vezes o gajo espiritualiza tudo e uma série de coisas e e nós somos o físico.

 E cuidar destas pessoas pelo período, este é o meu sonho, porque a nossa igreja falha com isso, Miguel, és um rapaz novo, certo? Mas passamos crise. Os pastores passam crise não têm apoio muitas vezes. E eu vejo isso. Eu senti essa necessidade no no nordeste aqui eu como missionário. Temos no Sul, mas é muito grande o a despesa é muito elevada e as igrejas não e há muitos com depressão.

Esta é a realidade opressão maligna, certo? O peso do ministério. Isso é uma verdade. Porque uma coisa na a minha vida, eh, Miguel, é quando eu não vivia à frente da igreja, era diáco, ajudava na igreja, o pastor lá se virasse. Mas a partir do momento que eu Deus me chamou por essa responsabilidade, certo? Tivemos muitas vitórias, mas vieram muitas guerras em relação a situações que se não tiver um chamado de verdade, se não tem, não suporta. É muito peso.

 E o que eu preciso é de oração, que tu ores também, percebe? E que Deus levante pessoas para nos ajudar a orientar a montar isso, que eu não sei, temos que ser sincero. Às vezes, Miguel, não sabemos. Tenho uma ideia, mas não sei muita ideia. Ah, perfeito. Certo. Não sei como fazer isso. Uhum. Mas eu gostaria de deixar isso e dizer, Miguel, que era um desejo no meu coração isso.

 Assim, não sei como é que tem aí estas influências que não sou leigo, mas onde lá chegar, tá? A primeira, pastor. Então, isso aí. Está bom. Dus dado recado se alguém identificar-se com a causa do pastor, só entrar em contacto aqui.

 

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