Mãe de Deolane Bezerra ACUSA delegada de EXTORSÃO e proteção a bandidos e é DENUNCIADA em seguida

Mãe de Deolane Bezerra ACUSA delegada de EXTORSÃO e proteção a bandidos e é DENUNCIADA em seguida

Mãe de Deolane Bezerra, acusa delegada de extorção e proteção aos bandidos e é denunciada em seguida. Solange Bezerra, mãe da influenciadora e advogada Deolane Bezerra e a delegada Maria Corsato da Polícia Civil de São Paulo estão no centro de uma rixa que começou dentro de uma aplicação de redes sociais e em menos de 72 horas tornou-se um processo formal numa esquadra.

 Solange foi direta ao ponto, diz que a delegada usa o cargo público para estorquir pessoas, para receber subornos e para proteger bandidos, assassinos e violadores. Palavras duras ditas por uma mãe que já viu a filha ser presa duas vezes [música] e que decidiu, segundo ela mesma afirmou, quebrar o silêncio depois de anos do que designa por perseguição.

 Só que a resposta da delegada não tardou nem 24 horas. E o que era desabafo nas redes sociais tornou-se oficialmente um auto de notícia por difamação. E o que pouca gente sabe é que esta história tem uma segunda camada, porque existe a possibilidade concreta de mais uma pessoa da família Bezerra ser incluída nesse mesmo processo.

 E o motivo é uma simples republicação de vídeo. Hoje você vai descobrir cada uma das acusações feitas por Solange ponto por ponto. [música] o nome pesadíssimo que ela trouxe à tona para tentar provar que a delegada protege os criminosos. A resposta pormenorizada de Maria Corsato, o artigo exato do Código Penal utilizado contra Solange e no final uma atualização completa de como está tanto esta luta quanto a própria situação de Deolan Bezerra detida desde o mês de maio, nestes primeiros dias de julho.

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 Para perceber porque Solange decidiu atacar precisamente agora, é necessário recuar alguns dias até ao participação da delegada Maria Corsato num podcast chamado Café com Pires, comandado por um polícia. Nessa entrevista, Corsato recordou uma investigação que ela própria conduziu em 2022, quando Deolan Bezerra ainda era investigada pela participação em publicidade de uma empresa de apostas desportivas online chamada Betord.

 A delegada contou que durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão em casa de Deolan, ela e o irmã dela pressionaram para que um carro apreendido fosse devolvido e que nesse momento de tensão, Deolan teria apanhado o telemóvel, abriu o WhatsApp e mostrou um por um nomes de polícias, dizendo repetidamente que cada um deles era amigo dela.

 A delegada foi mais longe e revelou um pormenor pesado. disse que pelo menos dois desses polícias citados por Deolan, foram detidos cerca de um mês depois daquele episódio por suspeita de envolvimento com o primeiro comando da capital. Corsato contou ainda que [música] na mesma operação os artigos de luxo apreendidos na casa, dois carros incluindo um Land Rover Discovery e um Porsche avaliado em cerca de 1 milhão deais, para além de relógios da marca Rolex, eram, segundo a perícia, praticamente todos falsificados, sem valor real equivalente à aparência. E há mais. A

delegada relatou que na altura Deolan teria feito uma transmissão em tempo real à porta da esquadra, dizendo aos seguidores que a agente policial estaria cometendo abuso de autoridade [música] e perseguindo-a injustamente numa altura em que a influenciadora já somava mais de 16 milhões de seguidores, enquanto a própria delegada mantinha uma conta pessoal restrita a familiares e amigos.

 Foi esta entrevista, reunindo pormenores que praticamente não tinham repercutido antes, que funcionou como rastilho direto para a reação pública de Solange Bezerra poucos dias depois. E é exatamente aí que a história aquece de verdade, porque a resposta de Solange não se ficou apenas pela indignação genérica, ela [música] foi ponto por ponto.

 Nos stories do Instagram, a mãe de Deolan começou por dizer que não queria nem comentar aquele ser rastejante, [música] como a própria classificou a delegada, chamando-lhe também digna de pena. A partir daí, Solange elencou uma a uma as funções que uma autoridade policial deveria exercer e disse que a Maria Corsato fazia exatamente o contrário, utilizando o cargo para estorquir pessoas, para receber subornos e para proteger bandidos, assassinos e violadores, repetindo mais do que uma vez que esta seria a verdadeira função desempenhada pela

delegada na visão dela. É importante notar como esta acusação foi estruturada. Não foi uma frase isolada dita no calor do momento. Foram vídeos sequenciais gravados e publicados de forma deliberada, o que juridicamente pesa de forma diferente de um comentário isolado feito de improviso. E aqui [música] cabe a pausa necessária.

 Tudo isto são declarações feitas por Solange Bezerra nas suas redes sociais. Sem apresentação pública de provas documentais. até ao momento em que este vídeo foi produzido e a delegada nega ponto por ponto cada uma destas acusações, como vai ver em pormenor mais adiante. O que fica claro, independentemente de quem tem razão, é que a temperatura desta disputa subiu de um forma que historicamente quase sempre termina em processo judicial.

 Tae para reforçar esta acusação, Zolange ainda foi buscar um nome que por si só é capaz de gerar revolta em qualquer pessoa que ouça. Se quer perceber exatamente qual foi esse nome e por ele pesa tanto nesta história, continua comigo, porque este é um dos pontos mais fortes de toda esta briga.

 Para tentar dar peso à acusação de que a delegada protegeria os criminosos, Solange trouxe à tona o nome do empresário Thiago Brenand. envolvido em um dos casos de violação mais chocantes dos últimos anos, com as vítimas a relatarem abusos que teriam sido inclusive filmados pelo próprio agressor. Solange afirmou que esta mulher, referindo-se à delegada, chegou a favorecer um dos maiores violadores do Brasil e completou, dizendo que as pessoas têm memória curta.

Esta frase foi calculada para ativar uma memória coletiva de indignação, associando o nome da delegada a um dos crimes mais repudiados socialmente da última década, mesmo sem detalhar publicamente qual teria sido especificamente esse favorecimento. Até ao momento das publicações, não havia documentação pública apresentada por Solange, comprovando uma ligação direta entre a delegada e o caso Brenan.

 E a A própria Maria Corsato não se manifestou especificamente sobre este ponto nas discursos que chegaram à imprensa. Ainda assim, estrategicamente, foi o argumento mais afiado usado pela mãe de Deolan. Porque não se fica apenas no campo da opinião, ele tenta transformar a acusação genérica de corrupção em algo supostamente concreto, associado a um nome que o público já julgou moralmente.

Agora, quero muito saber a sua opinião sobre isso especificamente. Você acha válido usar o nome de um crime tão grave de outro processo para tentar provar que uma autoridade age de forma errada num caso completamente diferente? Ou esta é apenas uma estratégia de defesa para desviar o foco da situação da própria Deolane? Escreve a sua resposta nos comentários, porque vou ler e quero saber os dois lados desta opinião.

 Esta não é a primeira vez que este conflito entre a delegada e a família Bezerra atinge este nível e um pormenor do passado ajuda a compreender a raiz dessa rivalidade. Depois dessa operação de 2022, Deolane já tinha apresentado uma denúncia formal contra Maria Corsato, [música] alegando perseguição. E o argumento utilizado por ela na época foi ainda mais específico do que se sabe hoje.

 Deolan teria sustentado que a investigação contra ela seria uma forma de perseguição política, porque dias antes ela tinha manifestado publicamente apoio ao então candidato Luís Inácio Lula da Silva. A própria delegada, ao comentar este episódio, revelou que a sua conduta chegou a ser tipificada como criminosa dentro desta denúncia e que ela foi investigada durante do anos.

 Um processo que só foi arquivado em 2024, precisamente quando Deolan foi novamente presa. Esse histórico é essencial para compreender a discurso mais recente de Solange. Porque quando a mãe de Deolane afirma agora que a delegada responde a vários processos administrativos na corregedoria, ela pode estar a referir-se, ao menos em parte, a esse mesmo processo antigo que já foi arquivado e não necessariamente a novas irregularidades.

Solange sugeriu ainda que existiria uma espécie de fixação da delegada pela imagem da sua filha, dizendo que bastaria olhar para o perfil de Maria Corsato nas redes sociais para perceber que praticamente todo o conteúdo publicado gira em torno do caso de Deolani. E completou, dizendo que isso comprovaria que o verdadeiro objetivo da agente policial seria ganhar visibilidade pessoal.

 Até a publicação destes discursos, nem a Polícia Civil de São Paulo, nem a própria delegada tinham-se manifestado oficialmente sobre a existência de processos administrativos, para além daquele já arquivado em 2024. O que esta linha do tempo revela na prática é uma rivalidade que já dura pelo menos 4 anos, alimentada, de um lado pela sensação de perseguição e do outro pela sensação de ameaça e intimidação e que agora explodiu de novo com ainda mais intensidade.

 A delegada Maria Corsato não deixou nenhuma das acusações recentes sem resposta e fê-lo de forma direta, quase como um interrogatório invertido, dirigido publicamente à própria Solange. Ela negou ter estorquido qualquer pessoa, negou ser corrupta e disse que não vai admitir que se levante falso testemunho contra a honra dela.

 Mas o movimento mais interessante do ponto de vista estratégico foi outro. A delegada revelou que deixou à disposição do advogado da família Bezerra uma procuração precisamente para que eles possam dirigir-se à própria Corregedoria e ter acesso a todos os processos administrativos em que ela está envolvido e depois, segundo as palavras dela, [música] expor esses documentos nas redes sociais.

Na prática, Corsato transformou a acusação genérica de má Conduta num desafio verificável, [música] dizendo, por outras palavras, que se existem provas de irregularidade, deveriam vir à tona através de documentos oficiais e não apenas através de vídeos nas redes sociais. Este pormenor importa-lhe porque muda a natureza da disputa.

 [música] Ela deixa de ser apenas uma troca de acusações verbais e passa a envolver documentos públicos que, em teoria podem ser conferidos por qualquer pessoa através da corregedoria. A partir desse momento, a luta que nasceu dentro de uma aplicação de redes sociais ganhou contornos de disputa jurídica real, [música] com as duas partes citando processos, procurações e órgãos oficiais.

 Comenta aqui em baixo com uma só palavra que resuma o que lhe está a pensar agora sobre esse embate. Pode ser revolta, pode ser desconfiança, pode até ser pena de alguém envolvido. [música] Quero ler a reação de cada um de vós. Foi durante uma participação noutro podcast chamado Tubacast, que a delegada confirmou o passo que muda completamente esta história.

 Ela registou de forma oficial um relatório de ocorrência por difamação contra Solange Alves Bezerra. E aqui vale a pena perceber o detalhe jurídico exato, porque mostra o tamanho real do risco que a Solange está a correr. A capitulação escolhida foi o artigo 139.º do Código Penal Brasileiro, que trata concretamente do crime de difamação.

Só que a delegada salientou que existem duas causas de aumento de pena aplicáveis ​​nesse caso concreto. E o motivo é que a ofensa não foi feita contra ela como pessoa comum, mas contra ela na condição de funcionária pública, em razão do exercício direto da função de delegada. Na prática, isto significa que juridicamente a pena para este tipo de ofensa pode ser maior do que numa difamação comum entre duas pessoas físicas sem vínculo com o cargo público.

É exatamente neste ponto que a acusação feito por Solange nas redes sociais deixa de ser apenas um desabafo e se transforma formalmente em matéria de inquérito policial com potencial consequência criminal real. Vale a pena recordar mais uma vez que Solange ainda não se manifestou publicamente até o momento da produção deste vídeo sobre este boletim de ocorrência específico registado contra ela.

 Agora preciso saber de si com total sinceridade, considerando tudo o que foi explicado até aqui. Quem acha que tem razão nesta briga? A mãe que diz estar apenas defendendo a honra da própria filha ou a delegada que diz estar a ser vítima de perseguição? por simplesmente ter feito o trabalho dela. Escreve nos comentários, porque esta questão está dividindo literalmente as pessoas que acompanham este caso.

 E o boletim de ocorrência contra Solange pode ser apenas o início, porque a delegada revelou na mesma entrevista que pretende incluir uma segunda pessoa da família nesse mesmo registo, Diane Bezerra, irmã de Deolane. Segundo Corsato, ela soube que os stories originalmente publicados por Solange foram repostados por Diane nas redes sociais dela, que afirmou que assim que confirmasse essa republicação ao regressar à esquadra, incluiria formalmente o nome de Diane no mesmo boletim.

Mas existe uma camada ainda mais grave nessa história. A delegada afirmou que já representou formalmente para a abertura de um inquérito específico contra Solange, com um objetivo bem definido entender exatamente como a família Bezerra teve acesso a dados pessoais dela. delegada. [música] Corsato disse que já solicitou a expedição de um ofício ao Tribunal Superior Eleitoral, precisamente para identificar quem consultou e obteve esta informação, [música] e afirmou em tom de desafio que seria fácil descobrir isso. Ela foi mais longe [música] e disse

esperar que os próprios polícias que trabalham diretamente com ela expliquem, se for o caso, qualquer tipo de contacto [música] que tenham tido com a família bezerra. Isto transforma a dimensão inteira do caso, porque deixa de ser apenas uma disputa de declarações e passa a envolver potencialmente [música] uma investigação sobre fuga ou acesso indevido a dados pessoais de uma autoridade policial em exercício.

 Um assunto jurídico completamente separado da discussão original sobre a propina e extorsão e que pode, inclusivamente ter consequências legais próprias para quem for identificado como responsável. Partilha este vídeo agora com alguém que também acompanha este caso de perto, porque a cada dia que passa surge uma camada nova e vale muito a pena todo o mundo estar atualizado ao mesmo tempo.

Com todos estes detalhes explicados, chegou a altura de organizar exatamente onde cada uma destas frentes está agora, no momento em que este vídeo foi produzido. Começando pela luta direta entre Solange e a delegada, o boletim de ocorrência por difamação foi oficialmente registado por Maria Corsato no dia 3 de julho e até ao momento a inclusão formal de Diane Bezerra no mesmo boletim ainda depende da confirmação definitiva da republicação dos vídeos.

 Algo que a própria delegada afirmou que resolveria pessoalmente ao regressar ao trabalho na esquadra. Quanto à representação sobre o possível acesso indevido aos dados pessoais da delegada, o pedido já foi formalizado, mas a abertura oficial do inquérito [música] e qualquer resultado concreto sobre a origem desta informação ainda são pontos completamente em aberto [música] e devem ser acompanhados nos próximos dias.

Mas enquanto esta guerra pública acontece nas redes sociais do outro lado da mesma família, a situação jurídica da A própria Deolane Bezerra também piorou de forma significativa nestes últimos cinco a seis dias, quase como se a pressão estivesse a vir simultaneamente dos dois lados.

 No dia 27 de junho, a Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo suspendeu formalmente o direito de Deolani [música] exercer advocacia, decisão que gerou mesmo um impasse dentro do próprio sistema penitenciário, porque a OAB entende que a par da suspensão da carteira, [música] ela deveria perder automaticamente o direito à cela especial reservada aos advogados.

 Só que a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo decidiu mantê-la na cela especial, mesmo assim, argumentando que a medida da OAB afeta apenas o exercício profissional e não as condições de custódia. Ainda no final do mês de junho, Deolani e o recluso Marco Williams Herbas Camacho, conhecido por Marcola, um dos líderes do primeiro comando da capital, tornaram-se formalmente arguidos, respondendo pelos crimes de organização criminosa e branqueamento de capitais dentro da operação Vernix. E o mais recente e talvez

o mais duro, veio no dia 1eo de Julho, quando o Ministro Ribeiro Dantas, [música] relator do processo no Superior Tribunal de Justiça, negou o pedido de liminar que pretendia a libertação imediata de Deolan, ou menos a transição para a prisão domiciliária, mesmo com a defesa argumentando que é mãe de uma menina de 12 anos.

Segundo a decisão do próprio relator, não haveria naquele momento qualquer manifesta ilegalidade ou situação de urgência que justificasse uma decisão imediata para a colocar em liberdade. E salientou ainda que o simples facto de ser mãe não garante por si só o direito automático à prisão domiciliária.

 A defesa de Deolan, através de uma nota, afirmou-te ter recebido essa decisão com serenidade, salientando que apenas o pedido de providência cautelar foi analisado até agora e que aguarda o julgamento completo do mérito do processo pela quinta secção do Superior Tribunal de Justiça, dizendo confiar [música] que ao final tudo será devidamente esclarecido.

Resumindo o quadro completo destes últimos dias, por um lado, a mãe de Deolan enfrenta agora um processo formal por difamação, com risco real de a irmã também ser incluída. E do outro lado, a própria Deolani continua a somar derrota judicial atrás de derrota judicial, numa pressão que atinge a família vitela simultaneamente em duas frentes completamente diferentes.

 Em menos de uma semana, uma entrevista em podcast se transformou numa guerra pública nas redes sociais. [música] E esta guerra, por sua vez, tornou-se um processo formal de difamação com uma segunda pessoa da família, podendo ser incluída a qualquer momento, para além de uma possível investigação sobre o acesso indevido a dados pessoais de uma autoridade policial.

 Isso mostra de forma bastante clara como declarações feitas no calor da emoção, mesmo quando nascem de um sentimento genuíno de proteção familiar, podem gerar consequências jurídicas reais, graves e duradouras. E este caso está longe de terminar, porque tanto o inquérito sobre o acesso aos dados pessoais da delegada, quanto o julgamento do mérito do Abeias Corpus de Deolani pela [música] quinta turma do Supremo Tribunal de Justiça, ainda vão produzir capítulos novos nas próximas semanas.

 E é exatamente por isso que este canal existe, para lhe trazer cada uma dessas atualizações de forma clara, honesta e detalhada, assim que elas acontecerem. Se chegou até aqui, deixa o teu like, subscreve o canal e ativa o sino das notificações, porque o próximo capítulo desta história pode vir a qualquer momento. E eu quero que seja um dos primeiros a saber exatamente o que aconteceu.

 

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