Marieta Severo doa 7 casas em 2026: Por dentro das casas do Retiro dos Artistas 

Marieta Severo doa 7 casas em 2026: Por dentro das casas do Retiro dos Artistas 

Marieta Severo doa sete casas em 2026, por dentro das casas do Retiro dos Artistas. Em 2026, foram entregues sete casas dentro do retiro dos artistas, no Rio de Janeiro, todas pagas do início ao fim por uma única pessoa, a atriz Marieta Severo. E estas não são casas quaisquer, são habitações construídas para artistas que, depois de décadas de carreira, ficaram sem onde morar, sem rendimentos, sem família por perto, sem rede de apoio nenhuma.

 Hoje, estas pessoas finalmente têm um teto garantido, uma cama própria, um endereço que não corre o risco de terminar no mês seguinte. E o mais impressionante é que uma destas sete casas foi entregue precisamente a um ator que o Brasil inteiro reconhece, o Beiçola, de A Grande Família, contracenando durante 13 anos ao lado da própria Marieta numa das citycons mais assistidas da televisão brasileira.

 A instituição que recebeu estas sete casas existe há mais de 100 anos. Foi tombada [a música] como património histórico do Rio de Janeiro e já albergou nomes que marcaram a música e o cinema nacional. Hoje vou mostrar-te por dentro destas casas como elas são, como foram construídas, quem são as pessoas que passaram a viver nelas e a história completa de como uma atriz de 79 anos decidiu sozinha e silenciosamente mudar a vida de dezenas de pessoas dentro de um lugar chamado Retiro dos Artistas.

[música] E se ainda não se subscreveu o canal do C VIP, faça-o agora. Prima o botão de inscrição e ative o sininho. Aqui os ficheiros são abertos. Cada dossiê que lançarmos, você vai ser o primeiro a saber. Marieta Severo tem 79 anos. Nasceu no Rio de Janeiro a 2 de novembro de 1946, filha de um militar do exército brasileiro.

 Começou a representar aos 18 anos na peça Feitiço de Salém, no teatro O Tablado, um dos mais conceituados berços da atuação no Brasil, que também formou nomes como Marília Pera. Um ano depois, estreou-se na televisão na novela O Shake de Agadir pela Rede Globo e nunca mais parou, [a música] construindo uma carreira que atravessaria mais de 60 anos e passaria por mais de 20 telenovelas, quase 40 filmes e mais de 30 peças de teatro.

Foi casada com o cantor e compositor Chico Buarque de 1966 a 1999. viveu exilada em Itália, ao lado dele durante a ditadura militar, por conta da perseguição política sofrida após peças de forte crítica ao regime, como a Roda Viva. O casal teve três filhas, entre elas a também atriz Sílvia Boarque.

 Hoje, desde [a música] 2004, Marieta é casada com o realizador teatral Aderbal Freire Filho. Ao longo da carreira, ganhou três prémios de melhor atriz no festival de Gramado. Um troféu a PCA, Um candango e em 1995 protagonizado por Carlota Joaquina, princesa do O Brasil, considerado um marco da retoma do cinema nacional.

 Em 2005, fundou o Teatro Poeira em Botafogo, junto à amiga e atriz Andrea Beltrão, mas foi um papel específico que a colocou dentro da casa de milhões de brasileiros todos os dias. O da dona Nenê, matriarca da família Silva, em A Grande Família, 13 anos no ar, de 2001 a4, contracenando lado a lado com o ator que interpretava o seu marido na trama, o Beiçola.

 Foi exatamente ali, dentro daquele estúdio, ao longo de mais de uma década de convivência diária, que nasceu o vínculo que, mais de 10 anos depois do fim da série, motivaria a primeira das sete donativos que vai conhecer neste vídeo. Se quer entender até ao fim como uma amizade de trabalho de 13 anos transformou-se em sete casas construídas de raiz, deixa já o like e subscreve o canal, porque a partir daqui a história torna-se ainda mais direta.

As sete casas estão reunidas numa área que os próprios moradores e funcionários batizaram espontaneamente de Vila Marieta. Cada unidade tem estilo estúdio, com sala, cozinha e casa de banho integrados num único ambiente, sem corredores ou divisões desnecessárias. Um formato pensado especificamente para facilitar a locomoção dos moradores idosos, muitos deles com mobilidade reduzida ou em cadeira de rodas.

 As casas chegam prontas a usar, completamente mobiladas e decoradas, com cama, sofá, mesa, eletrodomésticos instalados e até artigos de decoração escolhidos com cuidado para que o novo morador só precisa de chegar com os seus pertences pessoais. Marieta não doou apenas o valor da obra. Ela pagou pessoalmente por tudo.

Material de construção, mão-de-obra especializada e mobiliário completo. Do primeiro tijolo assente até à última cortina pendurada na janela, a equipa do Retiro dos Artistas gravou um tour completo por uma das casas recém entregues e publicou nas redes sociais da instituição, mostrando exatamente o que muita gente imaginou ao ouvir falar dessa doação.

 Um espaço pequeno, mas bem acabado, silencioso, com jardins entre as unidades e uma vizinhança formada inteiramente por outros artistas, a maioria deles também idosos. Quem já visitou o local descreve o clima como o de uma pequena aldeia residencial dentro de um terreno de 15.000 met qu com pequenas ruas internas ligando as casas ao refeitório, ao teatro e à biblioteca da instituição.

 Foi numa dessas sete casas que Marcos Oliveira Ubeiçola se instalou em abril de 2025, depois de anos a recusar qualquer tipo de ajuda. Imagina décadas a subir aos palcos, sendo reconhecido em qualquer rua do país, surgindo em milhões de televisores todas as semana. E, finalmente, já perto dos 70 anos, ter um endereço garantido, sem receio de perder o teto no mês seguinte, sem depender de ninguém para pagar o aluguer, o que lhe passaria pela cabeça no primeiro dia dentro dessa casa.

 Para compreender o tamanho deste gesto, é preciso recuar mais de um século no tempo. O retiro dos artistas nasceu de uma primeira tentativa organizada em 1915, quando um grupo de proprietários de companhias teatrais, liderado por Leopoldo Fre começou a articular-se para socorrer artistas idosos e desempregados numa época em que o Brasil não tinha qualquer sistema de segurança social voltado para esta categoria profissional.

A inspiração veio de uma associação francesa criada pelo Barão Taylor, nos arredores de Paris, para amparar artistas dramáticos reformados. A versão brasileira foi oficialmente fundada em 13 de agosto de 1918 no teatro Trianon, reunindo 68 profissionais. E seis dias depois, no antigo cineatro Patê, 133 artistas se reuniram para eleger a primeira diretoria.

 Em homenagem ao ator João Caetano, a data oficial da fundação passou a ser o dia 24 de agosto, data que até hoje é celebrada nacionalmente como o dia do artista. O terreno onde a instituição funciona atualmente, no bairro de Peixincha, na zona oeste do Rio de Janeiro, foi doado pelo O empresário checo Frederico Figner, pioneiro da indústria fonográfica brasileira.

 Mais de 100 anos depois, o retiro foi oficialmente tombado pelo património histórico do estado. Um reconhecimento que o coloca entre os símbolos culturais mais importantes da cidade. Hoje o espaço ocupa cerca de 15.000 m qu com refeitório, teatro próprio, sala de cinema, biblioteca, piscina, salão de beleza, capela e centro de fisioterapia, albergando mais de 50 moradores distribuídos por cerca de 58 casas individuais.

 A presidência da instituição está atualmente nas mãos do ator Stepan Neresian, o que reforça o carácter genuinamente comunitário do projeto Artistas Cuidar de Artistas há mais de um século. Você já tinha ouvido falar do retiro dos artistas antes de clicar neste vídeo? Ou como muita gente pensava que era apenas um boato de internet, uma lenda urbana das celebridades? A fama não é sinónimo de segurança financeira.

 Um ator pode passar anos a estampar capa de revista, sendo interpelado na rua por fãs e poucos anos depois enfrentar dificuldades financeiras graves simplesmente porque os papéis deixaram de aparecer ou porque uma doença impediu a continuidade do trabalho. Diferente de outras profissões, a carreira artística raramente garante uma estabilidade contínua, especialmente para quem trabalhou décadas atrás.

numa época de contratos informais e sem qualquer tipo de reforma estruturada. Durante muito tempo, o próprio retiro carregava um pesado estigma dentro da classe artística, o de ser, nas palavras da diretora da instituição, Sida Cabral, o fim da linha, um lugar para onde só se ia para morrer e não para recomeçar.

 Esta visão negativa fez com que historicamente muitos artistas hesitassem em aceitar o convite para viver ali, mesmo precisando desesperadamente de ajuda, preferindo enfrentar a instabilidade sozinhos a admitir publicamente que precisavam de amparo. Este cenário tem vindo a mudar graças a recentes depoimentos de moradores, como o do realizador de comerciais Osvaldo Sargentelli, filho de 80 anos, que afirmou ter voltado a sentir-se estimulado culturalmente depois de se mudar para lá, mesmo na idade em que está. Foi exatamente este medo do

estigma que fez um dos moradores mais conhecidos da história recente da instituição recusar, não uma, mas duas vezes, o convite para se mudar para lá antes de finalmente aceitar. E é desta história diretamente ligada à Marieta Severo que preciso de te falar agora. O ator Marcos Oliveira ficou imortalizado como Beiçola, personagem de A Grande Família, contracenando lado a lado com Marieta Severo durante 13 anos consecutivos em cenas que marcaram gerações inteiras dos telespectadores brasileiros. Depois

que a série terminou, em 2014, Marcos enfrentou dificuldades financeiras e de saúde, o mesmo cenário comum entre os artistas que dependeram de um único grande trabalho por muitos anos. Recebeu dois convites para se mudar para o retiro dos artistas em 2022 e em 2023, recusando ambos, provavelmente pelo mesmo estigma que afastava tantos outros artistas da instituição.

 Até que, finalmente, em abril de 2025, aceitou-se mudar para lá aos 69 anos. Foi essa mudança que reaproximou Marcos de Marieta, sua ex-colega de cena, que já apoiava a instituição havia algum tempo, e que decidiu então doar diretamente uma casa para o antigo parceiro de trabalho, um gesto pessoal quase silencioso que reaccendeu mais de 10 anos depois do final da novela O vínculo criado dentro dos estúdios da Rede Globo.

 Mais recentemente, a própria convivência dentro do retiro voltou aos noticiários. Quando Marcos fez declarações públicas sobre dificuldades de adaptação e de relacionamento com outros moradores, levando a instituição a posicionar-se oficialmente, reafirmando o respeito pelas individualidades e o compromisso com o acolhimento de cada residente, o que mostra que, mesmo dentro de um projeto tão bonito, a convivência humana continua a ser, como em qualquer lugar complexa.

 Ainda assim, o vínculo afetivo entre os dois manteve-se, e eles já foram registados em diferentes ocasiões, reencontrando-se dentro da própria instituição, décadas depois de terem interpretado marido e mulher na televisão. Há algo profundamente humano em ver duas pessoas que trabalharam juntas durante tantos anos se reencontrarem assim, num contexto completamente diferente daquele que os uniu amigo de trabalho? que mesmo depois de anos sem contacto direto, voltou a fazer parte da sua vida quando menos esperava. Se esta história está te

emocionando, este é o momento de partilhar este vídeo com alguém que acompanhou também a Grande Família, porque histórias destas precisam circular. Foi depois de ajudar diretamente Marcos Oliveira que Marieta decidiu alargar o gesto, destinando recursos de forma gradual para a construção de mais casas dentro do retiro.

 Diferentes reportagens publicadas ao longo de 2025 e 2026 registaram este avanço em etapas, começando pela doação de material para três novas casas, alargando depois para mais duas unidades entregues em janeiro de 2026, até atingir o número atual de sete casas completas, todas reunidas na Vila Marieta. A cada nova unidade entregue, a administração da instituição através da fila de espera Diminuir, uma fila que já chegou a reunir cerca de 10 artistas a aguardar vaga em outros momentos da história do retiro e que hoje é consideravelmente menor,

graças em grande parte ao contributo contínua dessa única dadora. A diretora Cida Cabral resumiu o que a equipa sente em relação à Marieta numa frase curta e direta. A generosidade da Marieta Severo é impressionante. Ela doa tudo. Material, mão-de-obra e mobiliário. Em 25 anos aqui, poucas vezes lidámos com alguém tão bondoso.

 Ela é o anjo do retiro. É importante destacar que Marieta não é a única artista a contribuir para a instituição. Os atores Alanis Guilhen e Emílio Dantas já pintaram quadros para uma exposição cuja receita foi revertida para o retiro. e o músico Roberto Menescal já leiloou um espectáculo e uma guitarra em prol do espaço, o que mostra um verdadeiro movimento de solidariedade dentro da própria classe artística brasileira.

 Ainda assim, é o volume e a continuidade da contributo de Marieta que se destacam, transformando-a, sem dúvida, na maior doadora individual da história recente da instituição. O que leva uma pessoa que já construiu uma carreira inteira, prémios, reconhecimento, estabilidade financeira, a continuar a doar silenciosamente, ano após ano, sem nunca transformar isso num holofote para si mesma.

 Para compreender de verdade o impacto de casas como as que Marieta doou, é preciso conhecer quem já viveu e quem vive hoje dentro do retiro dos artistas. A cantora Flora Purim, de 83 anos, uma das vozes mais respeitadas da música instrumental brasileira, com uma carreira internacional ao lado de nomes como TIC Coreia, mudou-se para lá em 2023 e relatou publicamente ter encontrou companhia e um ambiente diversificado entre artistas de diferentes gerações.

 O ator Rui Rezende, de 88 anos, vive na instituição desde 2019, motivado por dificuldades financeiras somadas à procura de estabilidade. Já a A atriz Claire de Don, residente há mais de 20 anos, continua extremamente ativa profissionalmente, tendo sido chamada recentemente para atuar numa nova série de televisão pela Record, prova de que viver no retiro não significa abandonar a carreira artística.

 O ator e realizador teatral Marcelino Buru também segue atuando com participação recente numa série de streaming gravada com apoio logístico da própria instituição. Historicamente, [a música] o retiro já foi lar de nomes ainda maiores da música brasileira, como os músicos Airto Moreira e Robertinho Silva, figuras fundamentais da percussão brasileira reconhecida internacionalmente, para além de atores celebrados como Paulo César Pereio e Edir de Castro.

 Nomes que marcaram décadas de cinema e televisão nacional. A rotina dentro da aldeia é organizada em torno de cuidados multidisciplinares de saúde física e mental, com aulas de yoga, sessões de fisioterapia, tratamentos dentários, atendimento psicológico e atividades recreativas constantes, incluindo peças de teatro produzidas pelos próprios residentes, sessões de cinema e hidroginástica.

Para conseguir uma vaga na instituição, é necessário comprovar a atuação comprovada na área artística. E os critérios de seleção priorizam quem está em maior situação de vulnerabilidade, sem rendimentos, sem família ou sem qualquer rede de apoio, sendo o processo conduzido por uma equipa multidisciplinar que avalia cada caso individualmente.

Este conjunto de histórias mostra que o O retiro não é um lugar de silêncio ou de espera pelo fim, mas uma comunidade viva, onde a memória, o talento e a experiência continuam a ser partilhados diariamente. O gesto de Marieta não está isolado. Ele faz parte de um movimento mais vasto de revitalização que o Retiro dos artistas tem vindo a viver nos últimos anos.

Em 2024, a Netflix começou a recrutar residentes da instituição para trabalhos de dobragem, suprindo a crescente procura por vozes de personagens idosos em filmes e séries produzidas pela plataforma. Um projeto que começou de forma discreta num pequeno estúdio na Barra da Tijuca e que após resultados extremamente positivos ganharam uma estrutura fixa instalada dentro do próprio retiro.

 Hoje, quatro moradores participam ativamente neste processo de formação que inclui formação técnica especializado e adaptação à linguagem específica da dobragem, uma nova fonte de rendimento e de propósito para pessoas que muitas vezes pensavam ter encerrou definitivamente a vida profissional. No mesmo período, a instituição passou a integrar oficialmente a rede do Sesc Rio como centro cultural, alargando significativamente as oficinas, atividades de lazer, viagens e passeios oferecidos aos residentes, para além de instalar uma unidade móvel de

cuidados dentários e um ponto de distribuição de alimentos ligado ao programa Mesa Brasil, que liga os doadores de alimentos a entidades sociais e beneficia tanto os moradores quanto à comunidade envolvente. Manter toda esta estrutura a funcionar custa em média R$ 300.000 R por mês, valor arrecadado maioritariamente por meio de doações como as de Marieta Severo, o que mostra de forma muito clara que sem gestos como este, a história de dezenas de artistas brasileiros poderia ser completamente diferente. Você já

imaginava que uma instituição centenária tombada como património histórico, dependia tanto da generosidade dos pessoas singulares para continuar de pé todos os meses? Deixa nos comentários se já conhecia alguma destas parcerias com a Netflix ou com o Sesc antes de ver a este vídeo.

 Vale a pena compreender um pouco de quem é Marieta Severo, fora dos personagens que interpretou ao longo de 60 anos de carreira, porque este tipo de gesto raramente nasce do nada. Desde 2004, ela é casada com o encenador Aderbal Freire Filho e mantém uma rotina intensamente ligada ao teatro, dividindo a direção do Teatro Poeira com Andreia Beltrão há mais de 20 anos.

 Um espaço que, para além de produzir espetáculos, também funciona como escola informal para novos atores. Ao longo da sua carreira, Marieta sempre defendeu publicamente que não existe hierarquia entre o teatro, o cinema e o televisão, afirmando em diferentes entrevistas que a escolha de um trabalho deve advir da crença na qualidade daquele projeto e não do potencial comercial envolvido.

 Essa mesma coerência parece-se refletir na forma como ela lida com a filantropia, sem grandes discursos, sem campanhas publicitárias, apenas a ação contínua e silenciosa, quase como se doar fosse, para ela uma extensão natural do próprio trabalho artístico, uma forma diferente de cuidar das pessoas, utilizando não mais o palco, mas o cimento, a tinta e a mobília.

 É interessante notar que esta descrição contrasta com a exposição natural de décadas de carreira na televisão aberta brasileira, sendo reconhecida nas ruas por milhões de pessoas todos os dias e ainda assim optando por manter este tipo de gesto fora dos holofotes. Isso diz muito sobre a diferença entre fazer caridade para ser visto e fazer caridade porque de facto se importa.

 As sete casas da Vila Marieta não são só sobre imóveis. São símbolo de um tipo de generosidade que raramente aparece nas manchetes de forma tão consistente. A de cuidar de quem durante décadas cuidou da gentes através da arte, das telenovelas, dos filmes, do teatro, da música. Marieta poderia ter guardado os seus recursos só para si ou feito uma única doação pontual e seguido em frente, mas escolheu repetidamente, ao longo de mais de um ano, transformar o sucesso em cuidado, fama em fundação, memória em moradia.

Esta história não é sobre uma única casa ou sobre uma única pessoa ajudada. Ela é sobre uma cadeia de cuidados que atravessa 100 anos do empresário checo, que doou o terreno em 1918 até Marieta Severo, um século depois, financiando as casas que hoje recebem novos moradores. E talvez a questão mais importante que fica depois de tudo que seja essa.

 Quando tu pensa nas pessoas que fizeram parte da a sua própria história, colegas de trabalho, professores, amigos de sempre, o que tem feito dentro das suas próprias possibilidades para retribuir isso? Esta é a história completa por trás das sete casas doadas por Marieta Severo. Uma história de amizade, de memória, de comunidade e de generosidade contínua dentro do Retiro dos Artistas.

Um local que há mais de 100 anos prova que cuidar de quem dedicou a sua vida à A cultura brasileira não deve ser exceção, deveria ser regra. E se você chegou até aqui, o meu convite é simples. Deixa o teu like. Já se inscreve no canal. Ativa o sino das notificações para não perder as próximas histórias como esta.

Comenta o que mais te marcou neste vídeo e partilha com alguém que também precisa de conhecer essa história. No próximo vídeo, vou mostrar-te mais de perto quem são outros moradores célebres que vivem dentro do Retiro dos Artistas hoje e o que a vida reservou para cada um deles depois da fama. Então fica ligado porque esta história continua.

Yeah.

 

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