MATOU PAI E IRMÃO PELA HERANÇA – NOVA SUZANE VON RICHTOFEN DO INTERIOR PAULISTA
22 de maio de 2023, Votuporanga, São Paulo. Nesse dia, a farça da filha desesperada pela morte do pai e do irmão caía por terra. Nascia ali a nova Suzane Von Ristofen, ou seria a nova Ana Flávia Gonçalves. Viviane Moréi e o marido, o advogado Carlos Ramos, foram presos como os autores das mortes de Vladimir Ferreira Bádio, de 56 anos, e do seu filho Víor Moré Bádio, de 22.
Vladimir e Vítor eram pai e irmão de Viviane e a mãe só não perdeu a vida em conjunto porque estava viajando. Quem conta os pormenores é a Doutora Rosângela Monteiro, com quem converso agora. Que que chamou a atenção da polícia? Olha o que é, gente, cena de crime e polícia. Chega-se lá e diz-se: “Tá bom, o objetivo aqui é roubar”.
Os objetos foram retirados? Foram. Estava dentro do carro? Tava. Então, indica o quê? Que iriam sair com o carro levando aquelas coisas. Tá? Amarraram as vítimas que eram dois homens afinal lá tal, mas para quê matar se já tinham tudo? Tá? Portanto é assim, um crime de latrocínio, pode encontrar eventualmente até latrocínio, não é? É, eh, matar para roubar ou roubo seguido de morte, roubo seguido, certo? Mas assim, porquê matar? Já tinham batido, talvez para conseguir.
Ah, eu quero cartão. Qual é a palavra-passe? Isso é comum. As pessoas torturam, batem na vítima para o conseguir. Os objetos estavam lá, o dinheiro estava com eles. Tinha dinheiro com eles que tiraram ali dos dois. E telemóvel do Vladimir também estava com um dos E bandido sabe como ninguém os artigos e o tempo de pena.
Ele sabe que o roubo é um ele vai ficar x anos na cadeia e latrocínio dos anos. Ele nem sequer tem julgamento, nem vai para juúri. Não vai é direto dois ainda. A Bido não é burra nisso. Então, exatamente. Por que é que este gajo está a dar a fita tão fácil? E outra, por que matar os dois se já tinham conseguido tudo? As vítimas estavam imobilizadas, não ia de uma forma partir para cima deles.
Pegou no telemóvel, pegou o dinheiro, levou tudo o que tinha na casa, certo? Então a polícia disse, vamos voltar a falar com eles na segunda entrevista com esse mesmo indivíduo que é o mais novo, que é o Gustavo, menor de idade, não, não, 29 anos, o outro 34. Eh, quando voltou a falar, aí ele abriu, não é? Ele contou absolutamente tudo.
Ele disse: “Ah, sabe o que é que é? Na verdade, fomos contratados para matar a família toda”. Mas correu mal, não é? A mãe não estava lá. Só conseguimos matar o pai e a mãe, ao pai e ao filho. A mãe não estava, na verdade, a mãe tinha viajado para o Mato Grosso do Sul para visitar a mãe que não estava bem. E como a filha estava afastada da família, não sabia disso.
Sabia, não sabia disso. E depois ele falou: “Não, foram duas pessoas, ok? A Viviane e o tal e Carlos Ramos, que é Carlos Ramos que nos nos contrataram. A gente foi marcar um encontro eh num posto de abastecimento de combustível, está aí. A polícia. Vamos, vamos ver se tem lá câmara. Tem. Eu quero as imagens.
Aí apanhou exatamente o casal a falar com eles. E e é interessante que o delegado disse assim: “Eles nem disfarçaram, gente. Eles nem foram lá assim: “Ah, vim abastecer, de repente vi este moço aqui. Não, porque como é que eles conhecem assim? Eu quero matar, vai matar. Onde eu acho uma pessoa para nos matar?” Exato.
O que é que ela acha estes rapazes? Quem foi a pessoa que indicou? Como é que ela conversa? Ah, estou a fim de matar uma pessoa. Eram Exato. E eram pessoas já com ficha. certo? Roubo. Eh, já tinha uma ficha não tinha um homicídio junto, não. Homicídio não, mas roubo. E tem uma um outro crime aqui, gente. Roubo, roubo, furto e roubo.
Então, mas o que que é isso, Beto? É quando se anda no limite, não é, numa linha muito ténue entre o que é correto e o que é incorreto. Então, tem ali um pezinho. Por isso que conhece o rapaz que é o traficante, é o tipo que mata, que já matou não sei quem, é o gajo que rouba. Já passeia pela marginalidade. É claro, tem sempre um pé ali e outro aqui.
Assim é fácil você encontrar essas pessoas. Agora se tiver que resolver um negócio de vou buscar alguém, como é que se vai pôr na internet? Gente, preciso de alguém que que mate, não é? Eu procuro alguém. Quem se Porque assim, elas foram encontrar-se, ó. Ela foi encontrar-se, eles não pagaram bem, não parcelo. Não parcela. Perguntas parcela, faz desconto, certo? Faz três por um, [risos] fazes.
Não dá. É uma bala só para três. A o porque eu digo assim, ela vai encontrar-se com ele no posto para já pagar. Sim. Para já acertar tudo. Já acertar. Provavelmente mensagem de texto. Conversou agora, como é que ela tem o WhatsApp de um gajo que vai matar a tua família? De onde chega? Porque a Suzane ainda [pigarreia] apanha a o namorado que apanha o irmão.
Então, assim, está tudo dentro de casa. À Ana Flávia e ao e a Kina, a Karina apanha os primos que já eram dois. malandros, mas são são de casa também. O vizinho está ali ao lado, literalmente parede, parede. Então ela sabes que o gajo é fácil, já deve ter lá também passado as suas mãos na carteira de alguém.
Assim, pelo menos, a Flávia e a Karina não tiveram de ir longe ou criar uma rede para esta rapariga encontra do duas pessoas com passagem. Isto aqui como, certo? A gente não tem essa informação. Como? Como é que consegue? Quem indicou? Exato. Mas é a rede de contactos que ela tem. Só é possível desta forma, porque ninguém coloca anúncio não.
E o marido advogado por não sei quanto. É. Eh, ou então colocas um anúncio procura alguém que possa matar a sua família, não é? Agora ela ã ela teria ali de alguma forma foi mais inteligente o que ela fez porque ninguém era ligado, não é? Torna-se difícil quando a pessoa que o comete não tem ligação nenhuma consigo. Mas também já não é mau.
Claro, porque é que estás o quê? planejando não. E mal é o seguinte, nem se nem se apanhou pessoas próximas de si que pode até dar uma controlada ou que você convenceu porque ai como a Suzane, ai o meu pai violava-me, violava-me, Flávia, a mesma coisa, tal dinheiro ali é dinheiro, é é o é o vi metal puramente vi metal.
E ela disse: “Bom, vou buscar duas pessoas que não têm absolutamente nada a ver comigo, não faz parte do círculo, não conhece a família, não é familiar, não é meu primo, não é ninguém”. Quer dizer, se observarmos por esse ângulo, ela foi inteligente neste aspecto. Depois toda a gente, pá, mas o gajo é muito burro.
Nem para disfarçar, ele vai num posto e não sabe que tem uma câmara em tudo quant é lugar. Mas gente, sabem qual é o problema? Não é a inteligência do psicopata, é o narcisismo e a impulsividade. Realmente o psicopata, ele julga-se, não, tem a certeza que é omnisciente, omnipotente, omnipresente. Acabou. Ninguém vai descobrir como não vou estar lá presente, eu já estou brigada com a família, nem vou lá, não sei, não é, o que que está a acontecer.
Pego duas pessoas que não t nada a ver com as as minhas relações e acha que a polícia subestima arrogante. A polícia arrogante, narcisista e impulsivo. Faz da impulsividade. Ele aprende, ninguém vai descobrir. Ninguém vai descobrir. Ninguém imagina, mas ele aprende, ok? Ele aprende. Pois, esta é só uma aulinha.
Foi uma primeira aulinha. Foi uma primeira aulinha. vai preso, o tempinho que ele lá passar, ele vai estar a melhorar, tá? É assim, gente, ele vai aprender. Isto é bem coisa de jovem mesmo. Pode ver que são todas, não é, pessoas envolvidas, muito jovens. Eh, e claro, a polícia levantou-se e disse: “O que é que são aqueles dois aí?” Levou para justiça, foi decretada a prisão.
É, não tem como. Vou dizer: “Não, não era eu lá. Eu foi sem querer, estava catequisando os dois. Não tem o que lhe falar. Eu estava a levar a palavra de Deus para os dois, porque eu vi que o que é que estás a combinar com dois caras que entraram e mataram o teu pai e a tua mãe, o teu pai e o teu irmão, não é? E o rapaz foi muito preciso.
Ele abriu mesmo o jogo lá e falou. E principalmente, não é? Aquilo que você sempre, desde a primeira vez que te entrevistei, é que tem que ver o local e a história. Eles vão te explicar. É muito estranho um latrocínio tão gratuito. Exato. Geralmente o latrocínio é porque eu estou aqui, tento pegar na tua arma e você mata-me.
O latrocínio é algo que o ladrão não quer. Ele não te quer matar, ele quer roubar-te. Sim, certo? Não tem assim final. O objetivo é o objetivo é roubar. Por isso é que é o latrocínio, senão é homicídio. Sim. No caso deles, não é? Eles tentaram pintar como latrocínio, mas é um homicídio de verdade. Pois, mas pelo que eu que vi aqui, eles estão a considerar como latrocínio duplo, que eu acho que é sempre melhor.
É melhor porque nem vai julgamento, certo, velho? Que apanha uma pena gira, viu? É, pega o pega o Soroca, o Cereial Kirail lá, o Soroca. Foi julgado por por latrocínio. Em um ano foi julgado condenado a mais de 100, não sei 20 anos de prisão. Pega agora a a Ana Flávia Gonçalves. Ela conseguiu livrar-se de um homicídio? Você viu isto? Que ela foi ilibada pelo homicídio do irmão? Do irmão.
Mas é aquela história que batiam já lá quando nós comentámos. Mas mas o mas as três mortes são juntas. Não há como tu, ela ser, ela dita que matou o pai e a mãe e não matou o irmão. É tudo tudo. Mas cabeça de jurado, a gente nunca sabe o que vai acontecer que nem uma fralda de criança, não é? Apanhou 60 anos. 61 anos. 61 anos.
Agora, como é que dá para dissociar? Quer dizer, ela amava muito o irmão, está bem? É a história que ela quem não gostava é ela pede que queria um irmão. Ela adora, gente. Psicopata não ama nada, mas a pequena história que criou assim é que ela amava muito o irmão, ok? Só que o irmão estava a ser torturado em cima do corpo da mãe e ela não está a par.
O, ela poupou o irmão, ela disse assim: “Querido, vai buscar pão para mim lá”. E matou o pai e a mãe e deixou o menino fora. Susane poupou o irmão. Susane poupou o irmão. Poupou o irmão, tirou dali em tudo. Tá. Que amor é este, certo? Agora você imagina o jurado ali, aquelas pessoas conseguirem entender desta forma como é que separa.
Quer dizer que na hora que o que o irmão estava a ser morto, torturado, porque era a Karina, não é, que não gostava, tinha ciúmes do irmão, não gostava do irmão, chegou ao ouvido e disse: “Ah, pois, agora apanhei-te e tal”. Mas ela estava lá na cena. Ah, mas não, ela não estava junto no quarto. Sim, ela estava em baixo tomando cerveja porque ela estava ali com o maior prazer daquilo, não é? A celebrar tudo o que tava a acontecer com uma cerveja.
Mas a coisa de julgamento, Beto, é muito ali do momento, como o procurador e o defensor estruturam ali as coisas. Então, e num se vai para o latrocínio, as penas são gigantescas e não tem a mão, a mão é pesada do juiz de latrocídio e é mais rápido, é um ano, não tem tanto tanto tanto, não é? Tanto que os advogados, sei que o advogado do Soroc, ele quer que seja anulado como latrocínio e ser julgado como homicídio.
É porque olha aqui, a Ana Flávia que matou pai, mãe e irmão, tem 61 anos. Ele que matou três tipos 61 está com 120, c não sei quantos. Até mesmo a a Karina pegou numa pena. Sim, 74 anos, mas não apanhou 120. Mas não levou 120. O o o homicídio jurri el o jurado tudo dá uma aquele monte de quesito que tem de responder pode dar umas caídas assim.
Só uma pergunta aqui da aproveitando que tivemos o julgamento da Ana Flávia Gonçalves, que tem muito cruzamento com esta história e do que estamos a falar. Eh, existe uma grande discussão. Quem é quem é a cabeça da da da chapa? É a Ana Flávia ou a Karina? Quem é que quem mandou, quem orquestrou, quem fez, quem criou para você? Anália.
Ana Flávia, porquê? Porque ela é a psicopata da história. Gente, ninguém entra em sua casa, ninguém permite que o teu pai, a tua mãe seja morto. Se não permitir. A Karina não ia lá entrar. Ela nem conseguir. Ela não ia entrar, não. Ok, não tem isso. Agora vamos supor, ah, não sabe, eu fui levada por isso, ser levada por isso. Ah, porque a outra fez a cabeça.
É assim. Então quer dizer que alguém chega para si, o seu namorado, o seu namorado, sei lá, e diz: “Ó, vamos matar o teu pai, a tua mãe”. E tu dizes assim: “Ai, é, eu acho que é fixe, é uma boa, tal”. Não tem cabimento isso, Beto. É sempre eh aquele que propicia isso, crimes familiares, é aquele que está lá dentro.
Claro que há exceções de caso de latrocínio, mesmo que o indivíduo esteja lá, certo? vigiano agora é muito comum, tem uma um gangue ali, um pessoal que tá a especializar-se em roubar idosos. Depois veio aquele idoso, ah, já viu que cortou o dedo da da senhorinha? Então, eh, fica a observar idosos que vive sozinho especialmente, percebe? Aí os rapazes são são extremamente violentos. É outra história, gente.
Tá? Agora, com um elemento da família, não, não dá, porque este é o indivíduo que abre as portas para que aquilo acontecer. Porque se ele fecha em copas, não tem nada a dizer da mãe e do pai, como é que estas pessoas vão entrar? Sejo, achas que é da Ana Flávia? Ana Flávia. Ana Flávia. Tranquilo, sossegado.
É claro que ela se vai associar com alguém que ela possa manipular, que já tem uma personalidade, um carácter duvidoso. Claro. Ela não vai pegar na filha de Maria, convencer para ajudar a matá-la. Não, não é, gente, não é. Ela vai apanhar, evidentemente, uma pessoa já, não é, com algo duvidoso, um carácter duvidoso, que já conhece bandidinho, que conhece outro bandidinho e os gajos matam por causa de um videojogo, esse tipo de coisas.
É a Karina, ela quando conhece a Ana Flávia e chega a família a primeira vez, a Karina chega a mentir que é delegada para a família da Ana Flávia e da Ana A Flávia sabe que ela está a mentir. Então se uma pessoa mente este tipo de coisas, A Ana Flávia já sabe que tem este exatamente, falou um caráter duvidoso. É claro, Beto.
Agora a Kina, gente, não bateu à porta lá para entrar em casa e dizer assim: “Opa, vocês têm lá um kiosque, acho que é giro, vou querer se tem aí 400.000, eu vou entrar.” Não foi assim não. Nem foi. Se fosse 400.000em. Não, foi, era foi 82.000 que nem tinha que nem sequer tinha. E outra, um cofre que é portátil. Não precisava nada disso.
Se fosse roubar, a Ana entrava na casa que era do pai e da mãe, pegava tranquilamente e saía. No dia do crime ela entrou e saiu daquele condomínio 500 vezes. Então por que é que não apanhou o Benito no Costa? Uns três lá dentro. Eles entraram inclusive para ver a dinâmica onde eram os quartos, onde eram as coisas.
Já tinham visto? Sim, estavam a preparar-se. Beto, como é que vamos fazer? Vamos deixar os três aqui agora. A Ana Flávia tá alheia a tudo isso. Não é o elemento que está inserido na família, que é o protagonista da história. Ele vai atrás. Se ele não quiser fazer, ela vai comprar atrás. Gasolina. Ela vai comprar a gasolina.
Então ele ela vai atrás, ela abre a porta das casas, ela põe em contacto a família com este tipo de pessoas, só que ela é o pior tipo de gente que lá está dentro, percebe? O psicopata é isso, Beto. Portanto, temos aqui a Ristof, a Ana Flávia e agora a Viviane friamente. É a mesma coisa tomar decisão.
Não, vou processar o meu pai porque eu não concordo com isso, porque ah, e a história é sempre a mesma. Eu sofri abusos, como foi a história da Ana Flávia, não é, que ela usou esta historinha para convencer. Agora, acha realmente que aqueles três pilantras que estavam lá, estavam muito preocupados que a Flávia fosse abusada pelo pai? Gente que não tem carácter, ele vai estar preocupado com isso.
Uau, eu vou ser o seu salvador. É você. Maravilhoso, Rosângela, gente, quem é que acredita nisto? Fantástico. Não conhece a história. Ele fez porque realmente aquilo mexeu com, não é, os meus brios. Como é que o indivíduo faz isso? Abusa de uma criança. Bri, que brio, bandidinho. Exato. Agora, quem é que cai nesta conversa? Bandido agora tem regra, tem regulamento, não é? É, ele vai est muito preocupado que o o pai abusava da filha, diz que se dane, eu estou o que que é que vou ganhar nisso? Portanto, até essa conversa é muito parva. É subestimar a
inteligência das pessoas, Beto. Não cola, filho. Procura uma coisa melhor, porque isso aí já deu, não é? Essa historinha do abuso, porque não sei o que tem. Agora o gajo que vai fazer isto, está a passar na rua, você diz: “Olha, anda cá matar o meu pai”. O, tortura, põe um saco de plástico na cabeça, tá? mata a mulher, depois põe o miúdo.
Vamos pôr o miúdo em cima da mãe morta. Ele está preocupado que o pai ele fez isso porque ele resolveu por agora a defesa da Ana Flávia tem o seu mérito. As pessoas não perceberam. Quando falo, não estou não estou a aplaudir bandido, gente. Eu estou a entender a história. E a Ana Flávia não foi, não teve pena pela morte do irmão.
Nada. Ela foi ilibada. Pela morte do irmão. Ela foi ilibada. E se e até entrevistar a dra. Solando de Bereta vai entrar um especial a eh sábado, se não me engano, junto com também o Dr. Leonardo, tal. Talvez eu pegue nesse pedaço, coloque-o aqui. Ah, mas assim, a ela, se olhar na altura dos quesitos que a Dra.
Solâ Breta aponta brilhantemente também, adoro estas mulheres inteligentes deste canal. Ai, como eu gosto. E ela ela mostra que por muito pouco que ela, Ana Flávia, não foi ilibada pelas mortes do pai e da mãe. É. Assim, a defesa fez um bom trabalho de mostrar que assim, a Ana Flávia aqui, bom trabalho para a Ana Flávia, não estou dizendo que é bom bom trabalho para mim, para si.
Eu questiono-os o tempo inteiro. Falou: “Espera um pouco”. Ana A Flávia estava lá em baixo numa casa que tem 10 m². Ela não está a ouvir o que está acontecendo. Ela não está no palácio de Buckingham lá em baixo a tomar chá com a com a rainha que já nem aqui está entre nós. Eu não sei se é uma mesa branca. Então assim, não foi com a rainha que ela estava a tomar um chá.
E no lá na ala norte estava a acontecer uma coisa fechada, um sobradinho, é um sobrado pequeníssimo. Não, tu vês e tu olhas pela sala, tu vê os quartos, vê tudo, tem a escada. Então eu digo para mim, mesmo que ela não soubesse que ia matar, que ela na altura ela sabia o que estava acontecendo. Claro que sabia. Ela entra, Ana Flávia, entra no carro dela, ela não vai a conduzir com o Guilherme, trocam de carro depois.
Ana Flávia vai é Ana Flávia vai com e ou A Juliana não. Ana Flávia vai no carro com a com a mulher. Depois ela vai lá, compra um gasolina, tem uma câmara, ela fica a ver os corpos sem não basta eu ter matado ainda, vou queimar-te. É destruir, destruir, destruir este carro. Tá vendo esse carro que dizia que era rica? Agora vou pôr fogo, vou ficar com seguro. É uma coisa, é tudo é icónico.
Examente. Claro que é. Tudo tem um significado. Agora quer tirar um um personagem principal desta tragédia. E gente, não dá, desculpem. A a defesa ela tem lá o papel dela, percebe? Ela pode dizer o que ela quiser, vai depender se ela consegue eh convencer o júrio ou não. Pelos vistos convenceu. Quer dizer, como é que uma pessoa eh com três, não é, com uma esta esta rapariga com três ali pessoas da família, quer dizer, os pais ela é responsável.
Agora o irmão não, não tirou irmão a p ela mete os gajos dentro do carro dela. Então ela entra e sai do condomínio no dia inteiro antes da morte. Vem, vai. Que é que ela estava a fazer? preparando tudo. Ela força. Eu li todo tudo o que eu consegui ler. Eu li. Ela força o menino. O o o menino lá, o Juan vinha para casa com o pai e ela fica e irmão, eu não me lembro como acho que brother ou mano. Mano, traz-me traz cerveja.
Ah, beleza. Vamos lá. Onde estão vocês? A gente vai parar para comprar cerveja. Esquece a cerveja. Vem logo para casa. E não é o irmão. Quer dizer que ela pretendia, quer dizer, por ela. Vem depressa. Vem, pá. Vem. Esquece [pigarreia] agora a cerveja. Esquece. Vamos. Vem, vem, vem, vem. Era o pai e a mãe, mas o miúdo está junto.
Como é que ele ia ficar naquela história? Bebendo cerveja com ela vai receber. A Karina fala com a com a Ana Flávia, tem os WhatsApps trocados entre elas. A Karina fala: “Eu sempre te disse que ele é o pior de todos”. A Carina fala ao ouvido do menino na altura em que ele vai morrer. Eu não falei que eu ia acabar contigo? Sim.
O menino mija-se inteiro, literalmente. Isto este verbo mijar, ele é uma urina. É aquela urina da descarga e ela e continua. Medo, medo, gente, medo. A dona Vera fala o cheiro da urina. Não é que não é um cheiro normal de urina. Deve saber bem disso. Porque o que é que tem na urina? Tudo. Tem medo. Adrenalina. Tudo.
Tudo. Porque a adrenalina não é só para te deixar esperto. É medo, gente. É medo. Isso tem um odor. Já aqui comentei, certo? que quando realizava exames em peças de roupa que nos chega, não é, para constatar violência, tal, as roupas dos Os PM eram um odor assim que as pessoas disseram: “Mas que cheiro diferente”. Eu disse, gente, né? Se a peça já está aqui é porque houve um confronto.
Ah, pois. Do PM que entrou em confronto PM. Claro, porque se eu estou a receber a peça porque tem alguma ligação. Então é ver se ele vai contar uma história. Ah, o gajo agarrou-me, tal. E tem como examinar as peças e constatar que todas com este odor é a adrenalina que ele na hora é medo com eh segundos para você resolver se você vai enfrentar, se vai fugir.
Isso é horroroso, gente. Sabes, a defesa, Beto, tem de existir a defesa. Toda a gente, né, tem que que eh tem direito à defesa. Mas, assim, é algo que que afrontoso até, sabe? você falar assim: “Não, ela gostava muito do irmão, depois com o irmão ela não teve nada a ver com a morte, não. Só que ele estava junto ali com o pai e a mãe no mesmo momento.
Por que é que não tirou esse miúdo? Inventasse alguma coisa. Não. E a Karina eh depois do menino morre, o Juan, que a namorada do Juan vem, conta que o Juan acaba com a menina porque a Karina tinha ameaçado que se ele não terminar. É o prazer do prazer dos maus, digo eu, porque é o prazer de quê? de de assediar, não, de importunar, de maltratar, de stalquear um adolescente.
E é uma mulher pesadona, ela uma mulher que chega a chegar, ela ela ela ela tem aquela postura que me irrita, que aqueles pessoas muito cheguei chegando e ela até porque ela não é interessante, depois ela tem que se fazer gigante para isso. E ela imagina ela dizer a um menino, eu eu acabo com ela se não não terminar o namoro.
É. E ela diz, eu disse que ia acabar consigo. Ela tinha um horror ao a se a irmã gosta tanto e está lá em baixo no primeiro andar, ela não vai permitir isso. Esse menino nem estaria lá. Beto, quando eu digo que a psicopata, quem propiciou isso é a Ana Flávia, eu não estou a tirar aí o componente, não é, de maldade da Karina e dos outros três.
Não, lógico, são más ferramentas, não são? Ex. É, para tu teres este índice de maldade, não precisa de ser psicopata, tá? Então, eh, a gente de maldade. Olha este livro dar-te um de presente, hein? Vou dar-te assim que sempre me falou índice de maldade. Exato. É cruel índice de maldade. A gente vai sortear aqui para o super chat.
Para quem tiver a enviar super chat. Eh, um psicopata, ele pode eh ser assim observado como uma pessoa má? Sim, porque é uma pessoa que não tem escrúpulos, que ele não tem sentimentos, mas eh existem pessoas que não são psicopatas, estão extremamente más. Ah, o que disseste brilhantemente aqui, nenhum dos três entrou neste crime da Ana Flávia, da família Gonçalves.
Ai, que absurdo, vou fazer-lhe justiça, coitadinha. É, não, não tem isso. Isso aí é conversa fiada, gente. Para quem lida com este pessoal, você sabe, são as mesmas historinhas, certo? São sempre a pessoa entra porque ela quer entrar e ela está a querer videojogos. Se ela vai matar três pessoas para isso, OK. Ah, é um psicopata.
Não necessariamente. Não necessariamente. A maldade está no ser humano. Sim. E temos, a maioria dos criminosos, não são dos criminosos, não são psicopatas, tá? Ora, alguém que propicia que se faça uma barbaridade destas com a própria família, este está num patamar diferente. Esse é o psicopata. Ou pode ser até um psicótico, mas a história é diferente.
Ela pode arrepender-se, não porque seja o psicopata. Não, não se arrepender. Não pode ser se se arrepender de quê? De ser perder de nada não. Ela vai falar fri nem se arrepender. Devia ter sido mais inteligente. Ela vai eh o que é que ela vai observar? Epá, este jeito, né? Esta forma que eu levei aqui não é legal.
Eu vou ter que planear melhor. Se ela tiver de fazer isso, ela não é uma sérial killer. Tem diferença também. Nem a Suzane, nem Viviane, nem que seja mesmo a Viviane aí, não é? Porque a a advogada dela falou que ninguém pode dizer que ela é uma criminosa enquanto não tiver o julgamento e não ter transitado em julgado, não é? Mas ela tem todas as características, não é? Está tudo a favor aí para dizer que ela participou, não é? Brilhantemente, certo? Claro que é ele locubração, está a fazer desenho de personagem, uma pessoa como a Ana Flávia,
Susane da Vida, tal. Exato. Não, não é um serial killer, não é? Mas se amanhã precisar de fazer de novo, porque estou afim do teu dinheiro, tranquilamente, sei lá, começa a namorar o teu filho, liga-se em Rosângelo, tem um filho. É, arranja uma rapariga, está casado, bem casado, dá bem.
Mas vamos supor que tinha o segundo filho, começa a namorar uma menina que já matou a família. He, descobre que de repente tem milhões, isto aquilo. Ela pode querer fazer com que o menino depois te mate para arranjar o dinheiro aqui. Ou ela mesmo, ok? Ou ela própria. Malta, aí é só uma questão assim, ela tem de conseguir chegar ao dinheiro.
Tem que chegar isso e tem que chegar à pessoa. Mas vê como são extremamente semelhantes, é sempre o mesmo processo, percebe? Ela encontrou ali, ela chegou à conclusão que não estava bem para ela aquilo, porque ela que tinha que ficar com dinheiro. Essa que pergun fazer e essas pessoas que chegam a esse limite de querer matar pai, mãe, irmão, eh, há elementos que a A própria família pode ter dado esse fermento na na loucura? Porque como evitar que isso aconteça dentro da sua casa? Difícil.
Se o caso ou como perceber que este está a acontecer na sua casa? Portanto, é mais, é mais fácil, Betto, quando tens este elemento que poderá vir a a criar esse tipo de coisas, matar a família toda, se matar, quando é o lado do psicótico, porque depois vai aparecer, não há como, certo? Ele vai passar-te aí tens que tomar as medidas, isto tem de ficar com tratamento, tal, porque nós temos casos, né, de especialmente esquizofrénicos que entram numa paranóia, mata a família toda e mata-se, não é? Porque o meu pai tá em perigo, então o meu pai tá
querendo matar-me, preciso de matar todo o mundo. Aí é delírio. Tudo aquilo que a pessoas já comentaram, aí é fácil. Agora, um psicopata é complicado porque ele não surta, não tem transtorno nenhum, certo? Mas é uma pessoa extremamente difícil. E chega um momento em que se percebe que não tem reciprocidade, ama, tem o cuidado, faz e não tem nada de volta, certo? porque ele simplesmente não consegue, ok? Então é aquele rapaz que não ama e não odeia.
Não é que o o psicopata é um poço de ódio, ele não mata por vingança, por raiva, por ódio, porque não tem esses sentimentos. É algo extremamente distante. Chega um momento em que esta máscara cai e a família apercebe-se. Então o que que tem que se fazer? A gente não tem tratamento, é afastar-se, não é? Total, certo? O que é que é pior? É você ter uma mãe narcisista ou um filho psicopata? a psicopatia, não é? O filho psicopata é pior que a mãe narcisista, porque eu não, ela ela é uma mãe narcisista, ela vai gerar aí muito muito problema, não é,
no que diz respeito aos filhos, mas ela não chega a ser um psicopata. O psicopata é narcisista, mas um narcisista não tem necessariamente de ser psicopata. Então, o narcisismo ainda lhe dá lidar, porque a pessoa é narcisista, ela coloca-se sempre em primeiro lugar, mas ela não é uma pessoa que não tem sentimentos, emoções, porque é sempre uma troca.
Como é que a gente se relaciona com o outro? Através das emoções. Como se relaciona com uma pessoa que não tem emoção? Ah, depois que eu colocar no ar a entrevista do Cad Magalhães, vou enviar-te para fazermos uma live especial sobre este caso, porque é o que eu tenho, quero saber se a mãe dele é narcisista ou psicopata, porque o que ela fez a este menino desde que tinha 6 anos de idade, que as memórias dele de ela falar e liga para o teu pai e finge que estás a passar mal para ele vir para casa e eh bater, vou bater-te às 2as da tarde. Esteja
pronto para apanhar. Mas bater de bater de cinta com certeza de cinta na cinta que ele começava a pôr imagina uma criança começar a pôr três bermudas para doer menos a criança, certo? Fazer isso. E e e a partir daí ela começa a articular a morte do do marido em função da culpa.
Menino a viver fora do Brasil, eles ela faz o menino voltar porque a tua culpa que o teu pai me está a deixar, porque é gay, ele tem vergonha de você. Então tem que fazer com que ele venha para casa porque isto é o quê? Mas você vai ver a entrevista e se vai valer a pena. Porque eu tenho dúvida do que é pior se é um filho psicopata, a lá Suzane, Ana Flávia e e esta Viviane, porque a mãe ainda deve tentar, não é, procurar um amor pelo filho ou uma mãe narcisista que te te puxa-o inteiro, vira-se vira o sol, vira-se sombra na tua vida e não consegues,
tira-lhe o sol e sente-se culpado por ter nascido e ela e ela te embute tudo isso. No caso destas três, são as psicopatas que tentam matar os seus pais. Sim. O, a gente táa a falar, tem a a tem, principalmente quando vai chegar nesse ponto, quais seriam, acredita alguma coisa que possa até com uma briga, começa a dizer o que de do dinheiro para as pessoas se ligarem, porque gente, isto tudo pode acontecer nada dentro da sua casa. Pode.
Eu acho que o pior, entendo ainda que o pior é você ter alguém próximo de si, psicopata, Beto, porque narcisista tu vai ter um problema, vai, mas tem um embate emocional, sabe? Tem uma coisa que ainda se mete com outro. Demasiada emoção até, né? É do narcisista que a emoção não tem de ser necessariamente positiva, mas ela está ali.
Então, é claro que tem uma pessoa narcisista do seu lado é mau. Eh, mas um psicopata é muito difícil porque não há emoção, não se consegue chegar a ele, não consegue, ele tem uma barreira, não é, que te impede. Ele não é permeável a nada disso. Pode rolar, pode chorar, pode procurar qualquer tipo de coisa.
Por isso é que a terapia não tem condição com psicopata, porque a terapia a pessoas trabalham com emoção. E primeiro ele tem de querer, não é? Não tem, tem que querer, claro, toda a gente tem que querer. O narcisista, todo mundo, mas o psicopata não v nem para pensaropata. Ele vai lá, vai dizer: “Epá, vou fazer isto aqui para quê?” E como é que trabalha com uma pessoa que não tem emoção? Este é o mais complicado dos pessoas entenderem.
Eles associam sempre maus pensimentos ao psicopata, mas não é, gente? Caramba, mas olha, matar a mãe. Sim, porque eu quero os 2 milhões, portanto já me vou livrar. Da mesma forma que eu estou a falar assim de uma maneira totalmente distante, não, não é a minha família. Então eu chego aqui e digo-vos: “Olha, sabes, é, isto é chato, não é? Este povo agora aqui vou ter que dividir, vou eliminar, sabe? Mais simples, pá”.
Então, o que é que eu vou fazer? Eu vou entrar em contacto através de não sei quem com uma pessoa que nem sequer é muito próxima de mim. Vamos marcar lá num lugar tal, num posto de abastecimento de combustível, tal, não me vai chegar. Eu vou ficar como a responsável, não é, a inventariante, a herdeira e vai est resolvida a minha situação.
Acabou, certo? Meu pai, meu meu irmão, a minha mãe não querem, não é, contacto comigo, não me querem ajudar, não compreendem esta minha posição, vou-me livrar deles assim. E no caso da Viviane da Põe o marido também, como as outras. Claro. Alguém, não é, para dar um Sim, mas ele acho que ativamente acho me parece que só acompanhou, não é? Mas vamos lá, vou contratar os gajos lá. E gente, contrataram por 30.000.
10.000 por pessoa. Quer dizer, a vida ela pediu de volta os 10.000 da mãe porque não houve, não é? Tem garantia. Tem garantia, certo? Garantia tem anos garia, dou recibo, tal, faço contrato, certo? Eu dou-lhe RPA para você fazer contrato, já [risos] que é um trabalho de rendimento. Precisa para imposto de renda.
É exato. No é porque, gente, estamos a falar de vida, vida das pessoas. E observa que o indivíduo faz questão ainda de bater no outro. Ainda tem água para si? Tem. Tem de bater, de torturar. Então é assim que vou matar. Acha que o outro que matou não virou-se para o pai e para a mãe e para a irmã falou: “Sabe quem mandou aqui? Tranquilo”.
que aquelas cenas de filme, você fala, por que é que o gajo para para falar isso? Porque é o prazer do rapaz. O pá tá a falar assim, ó: [pigarreia] “Estou a tear, matando porque a sua filha quer.” São pessoas que cometem estes crimes, não são todos psicopatas, mas é um indivíduo, claro. Ah, pessoa chegar e matar para bater tudo nisso.
Sádico, não entrou e deu um tiro em cada um. Exato. Sabe? E amarra e vai saber o que aconteceu lá, porque eles estavam muito machucados. Estes crimes são também, além de tudo, acha que pode ter sido um pedido dela? Não pode ser fácil. Não pode, porque aquela coisa assim, se você olhar, Suzane, a monstruosidade da de você destruir o rosto daquele que foi a primeira pessoa que te viu na vida, não é? Exato.
Ah, ela ela destrói o rosto da mãe, ela ela desfigura o pai. Sim. Ela ela sabe que o pai está ela vê, ela vê, ela pode não ter dado, mas viu que ainda vai buscar eh jarro de água, que nunca entendi aquilo pega. Mas tem um tem uma um tempo de para apanhar aquele jarro. A Iana Flávia, ela sabe que o irmão, o pai e a mãe estão ali em cima apanhando, apanhando, apanhando, torturado, saco na cabeça, gente terrível.
E ela acompanha quando vão ser queimados, quando mete toda a gente no carro, queima. E aí é uma destruição também. Assim, e no caso da Viviane, ela ainda ainda o pai e o irmão apanham muito, não é? Aquela morte não deu um tiro, acabou. Você é misericordioso. Vai, vou-te matar com tiro, não vai sentir nada, não. Agora a pessoa que faz isso, eu posso colocar na mesma categoria que eu estou ou com a maioria das pessoas estão.
Não, não é, gente? Não, mas isso não quer dizer que seja psicopata necessariamente. Olha, psicopata, gente, é 2 a 3% da população mundial. Ainda bem, não é? É bastante gente, não é? É, mas uma estatística baixa, porque toda a gente acha que toda a gente que comete um crime é psicopata.
A primeira palavra que surge não é não é nós queremos afastar isso, não é, das características do ser humano e não é gente para a gente achar que a gente nunca faria aquilo. É que nós nunca faríamos aquilo, não é? Depois há um indivíduo que é maldoso, tem um indivíduo que é sádico. Olha o datótima prática. Dora Galindo, dupla maravilhosa, parabéns pela abordagem, sempre adequado.
Os temas são tão sem muito obrigado. E olha, parece, parece. Dora Galindo, pareces o Hotman, podes ser um primo, um sobrinho afastado dela. A mãe da, a mãe da, da, da da Viviane não eh foi morta. É isso. Mas ela ela ela morreu, não é? Porque você você voltar, porque o seu filho morreu. Vamos pensar que é uma família eh emocionalmente equilibrada, tirando esta rapariga que já estava distante.
Sim. Percebe que o filho não, porque estava com pai. Eu acho que eu eu percebi que era algo corriqueiro irem para esse sítio. Sim. Parece que residiam lá. Ah, viviam mesmo ali. Então eles estavam todos ali. S. No caso da mãe, ela el que que você falaria como uma perita? O que é que você falaria a essa mãe? Não fale mais com sua filha.
Ah, tem de manter distância porque ela menina vai manter sabe que vai. Sim. E aí não sabemos como é que vai ser o julgamento, se vai acontecer isso mesmo. Por enquanto, não é, está bem recente. Todos os indícios, não é, tão pendendo aí para ela, realmente, para ela e para o marido. Eh, são os quatro ali envolvidos.
Parece que a polícia já não tem dúvidas, principalmente das imagens. E devem ter acedido a tudo já, não é? telemóvel, porque o pessoal, não é, na conversa, tudo se trata, não é, por telemóvel, tal, pelo pelo WhatsApp, por estas redes sociais, não é? Assim, parece-me agora a polícia está a verificar tudo isso, certo? Já estão presos, não é presos só porque eu achei, tem que se fundamentar aquilo para sair, não é? É pericialmente o mais importante agora são os telemóveis.
As armas, a arma, a arma, porque até levou uma arma. Gente, este este rapaz ele já entregou tudo muito rapidamente e ainda falou: “Vou levá-la onde está a arma”. Encontraram a arma, luva, roupa que usaram. Portanto, vê que teve um planeamento. Quem que planeou tudo isso? Foram os dois, estes dois mocorongo aí? Não foi ela, ó.
Luva, vão ter de vestir a roupa, depois vão descartar isso aqui. Tá tranquilo, Beto. Porque ela queria o quê? O crime perfeito. Só que o narcisismo, não é? Aquela aquela confiança, aquela confiança que eles têm que sabe na inteligência e no controlo de tudo. É que eles querem criar história, não é, Rosângela? Aí não são bom bom bons argumentistas.
Não são porque entra aí o narcisismo que vai obliterar o racional, porque tem que falar esa lá, eu não vou marcar no posto, vou ficar a correr esta cidade aqui onde não há câmera não. O gajo fica a correr o sítio antes. Então no local que se já tem este tipo de grupo, é porque eles e já devem ter acontecido coisas, não é? Então se se torna alguém estranho, você avisa.
Assim, contanto que o vizinho marcas a cara. Exato. O vizinho já reconheceu o rapaz. A Ana, Ana Flávia, a para mim o grande erro deles, não estou a ensinar ninguém, estou a analisar, ah, é eles terem queimado o carro junto, porque os corpos ficaram em tal estado de de instruição que se não tivessem tido carro, porque lhes chegam pelo pela matrícula do automóvel. O Dr.
Leonardo tava inclusive explicando-me que a placa do carro chega à família e ali é uma região de PCC da vida. Eles disseram assim, ligam pr para a Ana Flávia, Ana Flávia diz que a mãe desapareceu, o pai e o irmão. O irmão tem quantos anos? 15.º Tiram o PCC, dizem que o O PCC não mata a criança. Então é assim.
Depois é aquela coisa, por que tanto ódio? Por que é que o gajo vai rouba tudo e bate tanto e dispara e bate mata, queima é demais. latrocíni a ladrão tá afim. Assim, o ladrão está afim, gente. O ladrão, no caso de um latrocínio ou de um roubo, ele está atrás do bem, do bem material, seja o que seja, dinheiro, carro, objetos, tal. Ele vai perder tempo e ficar torto, a não ser que precise mesmo, olha, eu Quero a senha do cartão.
Aí a gente vê que o indivíduo, não é, parte para isso, se a pessoa já não fornece, não é, mas depois vai matar de forma cruel, fica, põe saco, tortura, não sei quê. Aí vai destruir essas pessoas. Não tem muito sentido, porque ele quer área, ele quer sair dali, não quer ficar o tempo todo. E tem câmara.
Eu não entendo isso de novo. É que nem a Ana Flávia. Tem câmara dentro daquele condomínio. Vês a a Mocoronga lá, Karina a conduzir o Jeep Compass. É uma coisa dizes assim: “Gente, mas nem fechar o vidro fechou”. É uma coisa assim e são é como essa. Vai encontrar o gajo no posto de gasolina e nem disfarça, certo? São coisas. Não, vamos abastecer aqui.
Fal assim: “Uau, quem são vocês, não é? Faz lá uma ceninha.” Não, porque são extremamente arrogantes, Berto. E e subestima a inteligência deor aí que vai a arrogância, subestima a polícia, subestima a perícia. Gente, estão a ver, hein? Estão a ver que, né? Descobre se a polícia é eficaz. Isto aqui foi na hora, porque na hora apanharam os gajos.
3 horas depois de uma, olha, olha só, o pai ainda conseguiu porque o telemóvel estava com um deles. O telemóvel do O Vladimir, que é o pai, estava com um deles. Vladimir, eh, ele conseguiu escrever neste grupo Socorro. Socorro. Que momento? Acho que quando ele aperceberam-se, ele passou, já tiraram o telemóvel, o gajo nem viu.
Possibilidade. A polícia chega, eles ainda, a polícia chega, ainda até deixaram o carro, não é, com as coisas. Sim. Estava tudo à frente com os carros. Já acharam, pá, isto aqui é um latrocínio que não resultou, tal, porque chegámos. Só que, pá, mas fazer isso com os pessoas, porquê desta forma bater, matar, se eu só estou interessado em roubar? É a famosa motivação, não é, Rosângela? Nada vai à toa.
Você não vai matar com tanto ódio se não tiver ódio. Claro. Bandido não deixa revólver porque é ferramenta de trabalho. Exato. Ele foi esconder, levou a polícia, Susane, certo? Larga o revólver assim. É, há coisas assim, você é é é o mau contador de histórias mesmo. Mas por que que deitaram a arma fora? Por que que não ficou com ele? Nem sabemos não. Ele guardou tudo no lugar.
Ah, pois. para esconder, para não ter, ué, para não ser apanhado com achei que ele tivesse atirado assim para o meio do mato. Não, não. Levou até ao local onde estava escondido. Entendi. As roupas, luvas, vê-se esse cuidado. Isto, gente. O Aru escreveu o quê? Que era o livro Beto. Ah, Solange Bereta. Ah, Solange Bereta.
A Dra. Solange. Maior prazer. Acabei de entrevistá-la pro pro Família Gonçalves. Vamos amanhã. Não, gente. Então, estes crimes vocês podem ver, pode perceber, mesmo que se não seja da área, a coincidência, não é? O padrão de comportamento é interessantíssimo. São todos iguais. Estas pessoas não estudam os crimes que não resultaram ou acha que estudam e tentam fazer melhor? Estudam, tentam fazer melhor e não faz.
Graças a Deus. Porque não tem. Ainda bem, não é? Ainda bem. E também se fizer melhor a polícia aqui, aquela brinc aquela no início disseste polícia apanhada dentro da investigação. Gente, é no as pessoas não fazem ideia quem trabalha com isto 24 horas, mesmo que não queiras, tá? que seja um gajo mais desligado, pá.
Você você cria. Contanto que o no a experiência de um polícia também é uma é um fator importante na hora de você delinear o perfil criminal, tá? a experiência do polícia, porque eu utilizo esta experiência, ela não é descartada, gente. É tudo. Pode não ser o gajo mais lá que tenhas todos os conhecimentos ou não fez um um curso sobre isso, mas o facto de todos os dias estás em contacto com essa classe, nesta categoria de pessoas que são os criminosos, aprendes, Beto, tu aprende como é que a polícia diz: “Epá, o gajo lá estava de um jeito suspeito,
tranquilo. É a forma que o indivíduo anda, é a forma como o indivíduo se veste, é a forma como ele pára, é a forma que ele olha e se mexe quando vê a polícia. Tranquilo. Pôs os olhos, você fala. É aquela história, a a o a Flávia era a primeira vez que ela matava o pai, a mãe e o irmão, mas não era a primeira vez que a polícia apanhava alguém que matou o pai e a mãe irmão.
Assim, iguais a si, já apanhei mais de 100, como já disse Roberto Carlos, não é? Pessoal, tá-me avisando aqui que está encerrado o super chat. Graças a Deus, graças a vós, está um sucesso. Vamos fazer estes dois livros aqui. Muito obrigado mesmo. Vocês assim ajudam muito o canal a a a semal e não teria porque nós estamos aqui.
Graças, adoro conversar com a Rosângela, então se tivesse canal ia apanhá-la, ia levá-la para casa e ficar a beber vinho, mas como o teu canal fica ainda mais giro. [risos] Muita gente me pergunta, percebe, a respeito destes eh pessoas até que tem na família difícil, estás a ver, Betto? Olha, eh, eu tenho uma filha que é psicopata, eu, principalmente filhos, depois eles me perguntam: “Mas o que é que eu vou fazer?” Eu disse: “Não há nada a fazer, não Tenho tratamento.
Se afastar afastar realmente, mas narcisista também”. Ah, deixa-me dizer uma coisa que é muito interessante, que me estava a lembrar que uma vez entrevistei um um delegado, não lembro-me agora do nome dele, peço desculpas, mas ele chegou a uma cena de crime e ele era do DHP e ele olhou, ele olhou para ele, daí ele disse assim: “Onde há, há aqui algum sítio que mata porco?” “Ah, está o tipo ali em baixo, leva-me até ele, por favor”.
Daí ele chegou e falou assim: “Está bem, tal, está bem, onde é que estava, tal”. Daí ele o gajo matou o amante dele, que tinham um sexo entre os dois ali, só que ninguém podia saber as mulheres, igual mata porco ele. E só que ele vinha do interior e ele tinha visto muito matar porcos. Então ele disse assim: “A pessoa que matou este matou, mata um porco”.
E ele fica, Pergunto porque é numa região mais rural, assim, ele vai e apanha o gajo pelo olhar e assim não havia faca, não havia, mas assim, depois ele consegue porque é isso que está a falar, o polícia ele já vai esta experiência que uni a pessoal com profissional faz com que não tenha o crime perfeito, a não ser que tenha caído na mão da pessoa errada.
É, da pessoa errada. Gente, eu sei como mata porcos, ok? boi. Porque eu acompanhava isso é uma coisa de gente do interior. Eu acompanhava o meu avô. O meu avô era, ele matava bem, que uma coisa atrás assim, não é? Ele me falou, é, ele ele tinha muita experiência. Portanto, toda a gente isso era comum, tá gente? Ninguém estava a fazer ritual de maldade nem nada, mas as pessoas criavam comend o presunto que come tem de porco.
Portanto, só que no interior tinha que matar o boi ou o porco para que possa fazer a salsicha, para você fazer o bacon. Fiz muita salsicha, fazia com os meus avós e eu acompanhava o meu avô. Depois tem uma técnica, ok, para o bicho não sofrer, para não gritar, para nada disto, entendeu? Então tem até porque tem que se perceber uma coisa, é business.
Se o bicho sofrer, perde a carne. Sim. É o que as pessoas também não entendem. Assim, é a adrenalina do boi, do destrói a carne, destrói. Não tem tudo aquilo que gastou a fazer, vai embora. M.