NIKE ESTÁ SABOTANDO ENDRICK NA SELEÇÃO BRASILEIRA…

A seleção brasileira esconde um segredo que ninguém tem coragem de falar em voz alta. E este segredo não é técnico, não é tático, é puramente comercial. Na estreia da Taça contra Marrocos, o O Brasil fez um vxame empatando a uma bola numa noite que deveria ser de goleada para o lado de Marrocos.

 E enquanto todo o mundo procurou explicar essa performance medíocre do Brasil, um pormenor passa despercebido por quase todos. O único jogador do plantel que poderia salvar a seleção brasileira é o mesmo que recusou mais dinheiro da Nike para assinar com outra marca. Foi o tipo que ficou no banco durante todo o jogo.

 Era unânime, não restam dúvidas na cabeça de ninguém de que Hendrick poderia sim resolver aquele jogo. Muitos tentando procurar uma resposta e culpando severamente Ancelote. Mas e se ele estivesse de mão atadas? E se ele não tivesse culpa nenhuma de não conseguir escalar o Hendrick? E se tudo isto fizer parte de um acordo multibilionário de uma empresa que de fachada de patrocínio, na verdade domina o balneário da selecção canarinha, você acreditaria nisso? Pois bem, é isso que vamos entender hoje.

 Como a Nike pode estar a destruir a seleção brasileira e sabotando a carreira de Hendrick. Eu sou o Jaté e se gostares de verdade do vídeo, lá no final tu deixa um like. A verdade é que doeu muito ver a seleção brasileira com falta de criatividade, com falta de bril no ataque e ver Hendrick a sentir a tristeza de estar dentro de campo e não poder contribuir com nada disto.

 A verdade é que desde que Hendrick jogou pela seleção brasileira, o povo brasileiro viu nele algo de diferente. O povo viu que, apesar do pequeno tamanho dele, Hendrick tem um propósito muito grande dentro do seu coração. E com a perna esquerda, este tipo realmente não se intimida com ninguém. Hendrick vai para cima, procura jogo.

 Ele não espera as condições serem favoráveis ​​para ele fazer alguma coisa. Ele cria condições favoráveis. Enquanto muitos dizem que, pá, o Rafinha joga bem no Barcelona por causa disto, disto e daquilo, Vini joga bem no Real Madrid por causa disso, disto e daquilo, Hendrick não. O nosso povo pode ter memória curta, mas todo o mundo recorda que Hendrick foi goleador da Taça do Rei pelo Real Madrid, mesmo tendo poucos minutos ganhos por Ancelote.

 A Taça do Rei sendo utilizada para dar ritmo aos jogadores alternativos do elenco. E depois Hendrick só não fez mais coisas porque realmente não ganhou minutos, saiu e foi pró Lyon. Ah, mas as condições não eram favoráveis. O PSG era sempre o favorito. OK. Hendrick fez a assistência e fez um golo no único jogo que teve contra o Paris Saint-Germain.

 O time foi campeão da Liga dos Campeões e rendeu-se de joelhos ao futebol de Hendrick, perdendo de 2-1. Hendrick tornou-se o melhor jogador do Lyon na temporada, disparou com golos e assistências. E depois no Brasil, ah, meu amigo, com Hendrick em campo e a marcar golos, o Brasil nunca perdeu. Esta é uma estatística oficial. Hendrick marcou um golo contra seleções icónicas nos maiores palcos do futebol mundial, como, por exemplo, o empate contra Espanha e Madrid ou o golo decisivo frente à Inglaterra por 1-0, apenas dentro do Wembley Stadium. O

rapaz tinha apenas 17 anos, entrou no segundo tempo e garantiu a vitória do Brasil, aproveitando o ressalto de Jordan Pickford depois da finalização de Vinícius Júnior. Contra a Croácia, o Brasil afogado empatando, coloca o Hendry que sofre um penálti e depois dá uma assistência. não deixam o miúdo bater. E depois na outra, o Brasil a complicar-se um a um, furioso contra o Egito, coloca o miúdo, ele vai lá e marca o golo.

 A verdade é que Hendrick cavou a sua convocação na marra. Esse miúdo nunca não ganhou nada de graça. Ele teve que conquistar aquele espaço ali, mesmo com Casemiro batendo-lhe dentro e fora de campo. Antes de Hendrick ser convocado, Casemiro deixou bem claro que o miúdo não fazia parte da panelinha. E pouco tempo depois, já perante uma preparação para o Mundial, dias antes da estreia, Casimiro dá uma tesoura completamente maliciosa em Hendrick.

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Sinceramente, o mesmo Casimiro que foi uma merda contra Marrocos. Não dá para perceber se a intenção do rapaz era magoá-lo ou não, mas é muito claro que Hendrick nunca foi bem-vindo dentro desse balneário. Trazendo tudo isto à mesa, é óbvio que Hendrick deveria ser uma das peças principais da seleção brasileira.

 Então, por que razão este miúdo está no fim da fila? A verdade é que as escolhas que Hendrick fez através da carreira podem tê-lo prejudicado. E eu vou-te dizer que é escolha comercial não não tem nada a ver com dentro de campo. Em 2023, mais precisamente em novembro, três das maiores marcas do mundo vão atrás do rapaz de 17 anos, Nike, Adidas e Puma.

 Todas elas colocaram proposta financeira absurda em cima da mesa. A Nike e A Adidas ofereceu um contrato de 8 a 10 anos, o valor muito superior a qualquer outro. A New Balance, uma marca em ascensão no futebol, ofereceu menos dinheiro, contrato de apenas 4 anos e meio. E este rapaz, Hendrick, com a influência da mãe e da Rock Nation Sports, do JZ, recusou todo o dinheiro que a Nike e a Adidas lhe ofereceram.

A mãe de Hendrick assistiu ao documentário Air Jordan. A história de como Michael Jordan e a Nike construíram juntos a marca Jordan, transformaram o atleta em fenómeno global e a conclusão foi cristalina na cabeça deles. Na Nike, Adidas ou Puma, Hendrick seria apenas mais um na fila.

 Aliás, Cristiano estava lá, Mbappé estava lá, Messi estava lá, Neymar estava lá. Mas na New Balance, marca em ascensão e sem uma estrela principal, Hendrick poderá ser o centro das atenções e o protagonista absoluto da marca. Uma linha de chuteiras exclusivas com participação nos lucros, marca própria dentro da empresa, projeto social paraa comunidade de baixo rendimento no Brasil, que sempre foi uma das prioridades de Hendrick.

 A comparação com Michael Jordan não é exagerada, era apenas a mesma estratégia. E foi exatamente essa escolha corajosa, independente e rentável paraa concorrente que colocou o Hendrick em rota de colisão direta com o maior contrato da história da CBF. E sabe o que acontece quando alguém entra em rota de colisão com cartolas que mandam no futebol mundial? Sim, até mesmo Neymar.

 O maior goleador da história da seleção, o tipo que as gerações irão recordar quem foi, rescindiu o seu contrato unilateralmente com a Nike, um contrato de 15 anos. A Nike alegou uma investigação interna sobre uma denúncia muito grave. A equipa do Neymar negou e afirma que o a rescisão foi puramente comercial. E o plot twist de que ninguém quer falar.

Semanas depois, Neymar assina pela Puma o maior contrato individual da história do futebol da época. E desde então, Neymar desapareceu das convocatórias. Ancelot, ao assumir a seleção, nunca o chamou. Mais de 10 convocatórias consecutivas sem ele. Sim, teve as lesões, teve Neymar a não estar bem preparado e isso é tudo muito real.

 E aí então o Neymar vai ao Mundial e agora começa a calçar Nike durante os treinos da seleção. Meu Deus, tudo isto fica muito estranho e muito mais concreto na cabeça dos adeptos que antes tinham este apenas como teoria. Será que para Neymar ser convocado está a ser obrigado a usar Nike novamente? Não tem como ignorar esta sequência de eventos.

A verdade é que em dezembro de 2024 a CBF renovou com a Nike, o que era 35 milhões por anos para 105 a 120 milhões de dólares por ano. Pode chegar perto de 1 bilião deais anual com royalties, o maior contrato entre uma seleção e uma marca desportiva no mundo inteiro. Pela primeira vez na história, a CBF tem direito sobre percentagem de venda de camisas.

 Isto significa que a Nike está pagando milhares de milhões para ter a montra mais valiosa do planeta, que é o futebol brasileiro. Pensa nisso. Toda vez que Hendrick marca um golo, a câmara foca o pé e o que aparece é New Balace. A Nike pagou R 1 bilião deais por ano a controlar exclusivamente essa montra. Está a perder exposição gratuita pro seu concorrente. Isso não é um pormenor.

 Isso é uma guerra de mercado que vale biliões. E agora quero que pense comigo o seguinte. O Vinícius Júnior sempre foi muito mal na seleção brasileira, mas sempre, sempre tentaram fazer de Vinícius Júnior o nosso grande protagonista. Tentaram tirar o trono de Neymar e dar-lhe, dando a camisola 10, obrigando-o a usar a camisola 10.

Vinícius Júnior recusou várias vezes. Entende que no futebol existe hierarquia, mas não. As bastidores queriam fazer dele o rei da seleção brasileira. Por quê? Porque ele veste Nike, calças Nike e até tem a sua própria linha de chuteiras dentro da marca. OK. Vinícius Júnior conseguiu fazer um golaço contra Marrocos.

Endrick comenta convocação para a Seleção Brasileira

 Vinícius Júnior é assim um dos maiores jogadores do mundo, mas que sempre teve uma forçação de barra para o lado do gajo. Isso toda a gente tá careca de saber. Inclusive, Vinícius Júnior é talvez o jogador que mais chances recebeu no Brasil. São nove golos em 9 anos até ao início do Mundial, meu amigo. Isso dá um golo por ano ao principal craque da seleção brasileira, que era o que tentavam colocar na nossa mente.

 O O Brasil teve sim uma época de ouro com a Nike, quando a CBF assinou com a marca americana por 220 milhões de dólares em 10 anos. Tudo mudou. Futebol brasileiro ganhou uma geração inteiramente alinhada à marca. Ronaldo, Ronaldinho, Kaká. Os três eram patrocinados da Nike, os três eram os protagonistas absolutos da seleção e os três ganharam bola de ouro em sequência.

 Depois vê-se que as coisas começam a fazer sentido, não é? Enquanto isso, outros jogadores que eram igualmente talentosos com outras marcas no pé, raramente ganhavam protagonismo equivalente. Adriano, o imperador na sua melhor fase utilizava didas, nunca recebeu o tratamento comercial que outros tiveram. Robinho, que era um ícone da Nike, teve convocatórias que surpreenderam os analistas táticos.

 Não é um boicote formalmente documentado, mas o padrão de quem brilhava e quem ficava à sombra tinha uma coincidência incómoda com as marcas que cada um calçava. O padrão já estava estabelecido. Se quer ser titular na seleção brasileira, vista a marca correta. E até o próprio irmão de Ronaldinho Assis disse isto em um documentário sobre a carreira de Ronaldinho Gaúcho.

 Ele disse que sabendo que a Nike era quem patrocinava a seleção brasileira, sabia que devia colocar o bruxo em equipas que também estavam alinhados com a Nike, que assim o bruxo estaria na primeira prateleira de visão da seleção brasileira. Isso tudo é muito louco, não é? Pode chamar eu de mentiroso ou qualquer outro de mentiroso, mas os números nunca vão mentir.

 No ciclo, Hendrick é o maior goleador do grupo. Jogou contra a Inglaterra em Wembley e marcou o golo da vitória em 10 minutos. Se tornou o jogador mais jovem a abanar a rede no estádio em jogos da seleção. Contra a Espanha no Santiago Bernabeu entra no intervalo e marca aos 4 minutos. Esses números são incontestáveis. No Lyon, onde não existe nenhum contrato bilionário da CBF com a Nike, também os seus números se tornam cavalares, onde a Nike não controla exclusivamente a montra, Hendrick é titular absoluto.

 Seis golos, cinco assistências em 14 jogos. Mateus Cunha, outro avançado, marcou um golo em 12 jogos do mesmo ciclo e está à frente de Hendrick na fila. Na estreia frente ao Marrocos, com o jogo empatado, com o Brasil a precisar de alguém para resolver, o jogador com melhor média de golos do grupo fica no banco até ao apito final.

 A única variável concretamente diferente entre o Lon, onde ele é protagonista, e a seleção onde ele espera no banco é o contexto comercial. Mas quero saber aqui a sua opinião nos comentários. Acha que isso teoria ou realmente a Nike está a boicotar a seleção brasileira? E o Hendrick? Deixa aqui nos comentários. Eu sou o J. Se você gostou mesmo do vídeo, já sabe.

 

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