O QUÃO BOM ERA O PELÉ?

Se Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil, o Pelé apresentou o Brasil pro mundo. O rei foi o maior jogador da história do futebol e dos seus feitos ficaram para sempre marcados no mundo dos desportos. Toninho, atenção agora Pelé limpo. É um golo de Pelé. Um golo de Pelé. Um golo de Pelé. Sem dúvida nenhuma, senhores.

Muito do que os jogadores craques de hoje em dia fazem no campo,  seja com dribles, toques diferenciados na bola ou remates à baliza, o Pelé já fazia no passado.  E a sua história foi uma das mais marcantes da todas. Existe jogadores de futebol e existe o Pelé. No dia 23 de outubro de 1940, na cidade de Três Corações, em Minas Gerais, nasceu um miúdo que recebeu o nome de Edson Arantes do Nascimento,  filho de Celeste Arantes e de João Ramos do Nascimento, mais conhecido por Dom Dinho. O senhor João era jogador de futebol

e foi jogar para o Bauru. Aí toda a família mudou-se com ele para o interior de São Paulo. Em campo, o pai de Edson já fez algo que nem um filho conseguiu fazer. Domin marcou cinco golos de cabeça  num único jogo. A infância de Dico, como Pel era chamado na altura, foi simples e humilde.

Houve um período em que o pai ficou sem receber salário e o miúdo começou a engrachar sapatos na rua para ajudar a família em casa. Mas sempre que podia pegava numa bola ou qualquer coisa que se parecesse  com uma para jogar futebol. E muito do que sabia fazer era graças aos ensinamentos do seu pai, Dom Dinho.  Em 1950, Dico tinha apenas 10 anos e viu o seu pai a chorar.

Perguntou o motivo do pai estar triste e cabes baixo. Aí o pai do Aldinho respondeu:  “Porque é que o O Brasil perdeu o Mundial?” Dico virou-se para ele e disse: “Pai, não chores que vou ganhar um Campeonato do Mundo.” E  pelas equipas amadoras de Bauru, O Dico já fazia a sua magia e tornou-se Pelé, porque chamava o guarda-redes Bilé do Vasco desta  maneira e o apelido pegou.

No início não gostava muito, mas depois tomou o gosto. O miúdo que encantava com a bola nos pés descoberto pelo ex-jogador Valdemar de Brito, que levou o Pelé a jogar no Santos em 1956.  Rapidamente se juntou à equipa profissional. Nos treinos, Pelé de apenas 15 anos fazia coisas mágicas que encantou todos os jogadores do Peixe.

Todos sabiam que um fenómeno estava a surgir. No ano seguinte, começou a jogar partidas oficiais pelo Santos  e destruía, fazendo golo a rudo. Em 1957, em 38 jogos, Pelé marcou 41 golos. O grande desempenho fez o jovem para a seleção brasileira. E em 1958 era ano de Mundial, lá na Suécia e o Pelé foi convocado.

Na Europa ninguém sabia o que era o Brasil. O nosso país até então era desconhecido e ninguém punha fé na nossa seleção. Para o Pelé,  tudo era muito novo e os os jornalistas diziam que o miúdo ia sentir a pressão. Mas com apenas 17 anos, Pelé começou a mostrar traços de majestade dentro de campo. A FIFA escolheu a numeração de camisolas  aleatoriamente e o Pelé ficou com o 10.

E numeração naquela época não tinha prestígio algum, nem mesmo a 10. Mas depois de o ter usado, a camisola 10 nunca mais foi a mesma.  Devido a uma lesão, Pelé só se estreou no último jogo da fase de grupos nessa taça contra a União Soviética e abanou  a rede pela primeira vez contra o país de Gales e tornou-se o jogador mais jovem a marcar um golo em Copa do Mundo.

Na meia-final contra a França, o Pelé destruiu,  deu um show de habilidade e marcou três golos, um aproveitando o ressalto e o outro  aproveitando uma sobra. Já o terceiro, meu amigo, foi um grande golaço. Voltou para a beleza. Golo de beleza para o Brasil. O Brasil venceu a França por 5  a 2.

A grande final foi contra os anfitriões, a Suécia. A seleção brasileira começou por perder, mas logo a magia e o futebol arte apareceu e um espetáculo passou a ser apresentado dentro das quatro linhas.  Pelé fez diversas jogadas bonitas e de efeito e claro, abanou a rede primeiro  com um golo de cabeça. Pelé levantou-se, Pelé, entrou de cabeça para o á e depois marcou um golo lendário inesquecível que ficou para a história das copas da área, tenta levantar para Pelé, escorregou logo para no peito, domina. Trible espetacularmente vai

tirar e golo. Mas estra golo de Pelé dentro da área. Dominou Adversário, puxou a bola, tornou a driblar, mandou para o fundo da cidadela contrária. Um golo de Pelé no Campeonato do Mundo. O Brasil venceu a Suécia por 5-2, com direito a dois golos de Pelé e um  concerto dos brasileiros que apresentaram o país do futebol pro mundo.

A seleção conquistou o seu primeiro título de taça. Pelé em quatro jogos marcou seis golos e tornou-se o jogador mais jovem a conquistar uma Taça do Mundo com 17 anos. O menino da aldeia cumpriu a promessa que tinha feito ao pai 8 anos antes. De regresso ao Brasil, o O povo brasileiro vivia maravilhado e feliz nas suas graças à conquista da equipa  brasileira.

Pelé foi aclamado e tornou-se um símbolo nacional, uma receção digna de realeza. Passou a ser admirado por todos. O menino negro, pobre da favela, via-se no Pelé.  Ele era a imagem mais promissora que o Brasil tinha e ele encantava todos os dentro e fora do campo. Podemos dizer que foi a primeira estrela desportiva mundial.

Era  como ser mágico e com a bola nos pés ele fazia magia e muitos golos pela equipa da Baixada. As pessoas paravam para o ver ouvi-lo jogar, deixando comércios e ligando o rádio à TV. Nesse ano, em 46 jogos oficiais pelo peixe, Pelé  marcou 66 golos. Fora que teve de se alistar-se no exército porque completou 18 anos e também jogou na equipa do quartel, disputando torneios e campeonatos entre as forças armadas.

Ele ficou ali por se meses. Respeitei. Pelo Santos em 1959. Pelé marcou o golo mais bonito da sua carreira frente ao Juventus de São Paulo. A jogada começou com o Durval pela direita, que driblou um e fez o cruzamento para o Rei. E deu um chapéu ao domínio, chapelou mais um, mais um e depois chapelou o guarda-redes. De cabeça, mandou para o fundo da rede.

Um golaço, mas não houve filmagem e fizeram uma simulação do lance. O que tem mesmo são fotos e os testemunhos de quem viu aquela obra de arte. Pelé era totalmente atlético. Adorava treinar e tinha o costume de ficar no campo depois do treino para aperfeiçoar as suas competências. Além disso, adorava treinar físico.

O tipo parecia uma máquina de tanto que gostava de treinar. Era o primeiro a chegar e o último  a sair. Fazia exercício todos os dias, incentivava muito os companheiros de equipa a fazerem o mesmo. Naquela época não existia o Brasileirão a Libertadores e o Santos fazia excursões pela Europa, mostrando o futebol brasileiro ao mundo.

Os gajos venciam  geral, foram poucas derrotas e uma delas para Olimpiacos da Grécia. A equipa grega ficou tão feliz que o colocaram feito no hino da equipa. Já em 1962,  ano de Campeonato do Mundo no Chile, todo mundo pensava que aquela seria a Taça do Pelé, porque estava mais maduro com 22 anos e estava a dar espetáculo em campo.

Mas o número 10 lesionou-se na segunda partida dessa Taça com uma dor na virilha e não deitou mais aquele mundial. Depois o Garrinch e  companhia garantiram o título mundial para o Brasil. Fora dos relvados, o O Brasil como país estava a modernizar-se na eficiência, indústria e cultura.

E o O Pelé teve um papel fundamental nisso. Foi o garoto propaganda de diversas marcas  e produtos, para além de fazer participações em diversos programas de TV, telenovelas, filmes e séries. Tu, tu és o Pelé? Não, eu sou o J Soares, sua piranha. O futebol identificava o brasileiro mundo aaa.

Se dissesse que era brasileiro para um gringo, eles simplesmente responderiam: “Pelé”.  O Santos continuava a dar espetáculo mundo fora e também no recém criado torneio, ok? Brasil,  que era o que podemos chamar de campeonato brasileiro. O Santos ganhou cinco vezes consecutiva, mas em 1966 era hora de mais um Mundial.

Pelé queria o seu terceiro troféu para retirar-se da seleção, mas naquela altura o futebol já tinha mudado um pouco, passou a ser mais pegado e mais truncado. As seleções adversárias prepararam o esquema para travar Pelé e fizeram-lhe diversas faltas no decorrer do torneio. Pelé apanhou bastante na Mundial de 66,  foi caçada em todas as partidas e a seleção brasileira venceu apenas a partida de estreia.

Perdeu os outros dois jogos a fase de grupos e não se apurou-se para as eliminatórias. O  camisola 10 jogou duas partidas e marcou um golo. Pelé queria então se retirar-se da seleção, mas acabou por votar atrás para poder jogar mais uma taça. Só que antes disso, um momento marcante aconteceu com a camisola do Santos.

Em 1969, a equipa estava em digressão no continente africano e na Nigéria havia uma guerra civil.  Mas para que o Santos pudesse jogar lá, foi decretado um cessar fogo. Pelé e a  equipa santista simplesmente pararam uma guerra. Ainda nesse ano, na partida contra o Vasco  dentro do Maracanã, Pelé até então tinha 999 golos marcados,  precisava de apenas mais um para marcar 1000 golos.

E sofreu um penálti contra o Vasco. Antes da cobrança, os jogadores do Santos não estavam sequer perto da área,  apenas os jogadores do Vasco. Os santistas ficaram ali no meio campo perfilados. Pelé não percebeu nada, porque se ele errasse, quem é que apanhava o ressalto? Mas a equipa confiava nele. Nessa altura, o Pelé disse  que as suas pernas começaram a tremer e que ele estava bastante nervoso, com a respiração afegante e apreensivo.

E na hora do remate, isso aí aconteceu também. O homem frio como ele se emociona. Caminhou Pelé, apontou. Deiu. Olhem a equipa do Santos. Olha a loucura. Olha a loucura. A equipa do Santos no meio de campo. Fora dos relvados, naquela época o O Brasil vivia o auge da ditadura militar, onde o povo mal tinha liberdade no ir e vir  ou de expressão.

E o Pelé era muito criticado pela falta de posicionamento quanto a este.  Ele de facto não queria jogar a Taça de 70, mas os rumores de alguns jornalistas são de que foi praticamente obrigado a  ir jogar pelo governo. Já nas palavras do rei, este mudou de ideias e decidiu ir jogar porque se sentia como um último desafio ao Mundial de 70 com os seus 29 anos de idade.  E ele foi.

O A equipa de Zagalo não tinha só o Pelé de craque, não. Aquela  foi uma das melhores, senão a melhor seleção brasileira da história. O grupo era extremamente unido  e ficou conhecido como esquadrão. Eram como se fosse uma família mesmo nas críticas e também dentro de campo.  Apesar da equipa recheada de lendas e estrelas, a seleção estava desacreditada.

Nem todo o mundo depositava fé na equipa por conta do mau resultado na Taça anterior.  Além disso, na partida de estreia-se contra a Tequiaquia, o Brasil começou por perder, mas  conseguiu empatar com o Riverino. O Pelé quase fez um golaço do meio campo. Bem a bola os jogadores a sobra é para  Pelé que decide tentar enganar o guarda-redes.

E quase, quase quase quase quase que ele virou este estádio que ele marca o golo. Olhem o aplauso, minha gente. Essas coisas é que Mas o golo da reviravolta surgiu no segundo tempo e dos pés dele. Olha ali, olha ali,  olha ali, olha ali, olha ali no placar, olha ali, olha ali, olha ali no O Brasil venceu por 4-1. O jogo seguinte foi contra a Inglaterra e o Pelé obrigou o guarda-redes Gordon Banks fazer uma das melhores defesas da história do futebol.

Fugiu pela direita, passou por ele, vai cruzar na boca da baliza. Cabe espetacular a defesa de bate um cruzamento na partida o rei deu uma bela assistência para o Jarzinho balançar rede  e o Brasil venceu a Inglaterra por 1-0. Contra a Roménia, Pedé marcou dois golos, sendo um de falta, um grande golo .

Sobreou para ele, apontou a direção 19 minutos explode la perla de O Brasil venceu a partida por 3-2  frente ao Peru nos quartos de final, mais um espetáculo da seleção. Pelé não marcou, mas o assistência e a equipa venceu por 4 a 2.  A semi foi contra o Uruguai e o Brasil começou por perder, mas conseguia empatar ainda no primeiro tempo.

Na segunda etapa, o Pelé ativou modo apelão e começou a jogar muito. Ele fez uma jogadaça incrível  e foi abatido na área, mas o juiz não deu penálti. O uruguaio Fontes pisou de forma desleal no Pelé para  magoar e isso deixou o rei furioso. Cansaram-se de apanhar como nas duas copas anteriores, Pelé gravou o número da camisa dele.

Depois  um lance na lateral Pelé estava a correr e o Fontes veio marcar. Depois Pelé esperou que ele chegasse perto e deu uma cotovelada na cara do uruguaio.  Reparou que o Fontes vinha para quebrá-lo. Momento propício para o Pelé dar um troco nele e o Pelé espera  ele certinho. Pelé ainda recebeu a falta no lance.

Depois o Brasil virou com Jarzinho e ampliou com Riverino, que recebeu uma assistência do Pelé. O rei quase marcou o quarto. É uma jogada de génio. O Brasil venceu o Uruguai por 3-1 e  chegou até à grande final contra a Itália. No caminho até ao estádio, Pelé chorou e pediu ajuda para Deus.

Aos 18 minutos do primeiro  tempo, ele abriu o marcador de cabeça. Prepara-se agora tuão cobrou para Riveril e mandou a boca na baliza. Pula penecau. Golo! Golo! A comemoração  foi lendária. Murro no ar e abraço ao Jairzinho. A A Itália conseguiu empatar, mas o Brasil marcou mais dois golos com Gerson e Jarzinho.

A seleção brasileira jogou muito nessa partida e a prova disso foi o último golo. O melhor golo  da história da seleção, na opinião dos muitos. Um golo que representa muito o espírito daquela equipa. O esquadrão  marcou um golo coletivo e terminou com o remate do Carlos Alberto. Rivelino para Jair, correu pela frente esquerda, Paquete, passou por ele, lança a pelota, Pelé, Pelé dominou, Carlos Alberto está livre, correu Carlinho, disparou golo.

Camisola número quatro. Brasil  tricampeão mundial. O Pelé retirou-se da seleção no ano seguinte em 1971. Com  30 anos de idade. O rei aproximava-se do seu fim de carreira e deixou o Santos em 1974. Com 1116  jogos disputados e 1091 golos marcados. Esteve 16 anos no peixe. Pelé  decidiu jogar nos Estados Unidos na equipa chamada Cosmos e ficou lá durante 3 anos.

Ele não era apenas um jogador, era praticamente uma celebridade. Dentro de campo, horríveis bonitos também. Marcou vários golos,  incluindo um de bicicleta.   No dia 1 de Outubro de 1977, o PEC aposentou os relvados. e o rei deixou o seu legado no futebol. Foram 1363 jogos, 1281 golos contando amigáveis.

Já em jogos oficiais foram 795 jogos, 756 golos marcados e 367 assistências com uma incrível média de 1.41 de share em golo por jogo. Além disso,  Pé conquistou três Campeonatos do Mundo, dois mundiais de clubes, duas Libertadores, cinco campeonato Brasileiro  e vários outros títulos e prémios.

Um jogador completo, capaz de finalizar e dar passes com as duas pernas. Cabeceio certeiro, impulsão acima da média, força, agilidade e muita, mas  muita garra. O famoso jogador perfeito. O rei faleceu no dia 29 de dezembro de  2022, aos 82 anos, vítima de complicações de um cancro no colo.

Mas uma coisa  é certa, um rei nunca perde a majestade e o Pelé nunca será esquecido. O golo mais bonito que eu  marquei saiu de uma tabelinha com a Celeste e batizámo-lo Edsonar antes do nascimento. O Pelé revolucionou o futebol. O Pelé parou uma guerra. O Pelé uniu países e famílias.

Não havia problema de raça ou de língua. Eu nasci em 1970. Em 2002, fui campeão do mundo.  Eu era o capitão. Tive a honra de receber o troféu do Campeonato do Mundo de nada mais nada menos do que quem. Pelé. Cara, se eu disser mais, vou chorar. É muito emocionante. Vêlo julgar era ver  a alegria de uma criança conjugava a graça extraordinária de um homem pleno.

Lembro-me de uma cena final do Campeonato do Mundo de 1998.  Fato e gravata, tapete vermelho. Tinha Eusébio, Franz Benuer, Gregory Peck, Elizabeth  Taylor, Tim Burton, Aan Dylon, Rod Stewart, tamanha ansiedade, um estádio cheio, uma bela tribuna. Então, uma coisa louca aconteceu. O Pelé chegou à tribuna e todos pararam, se levantou e aplaudiu durante  uns 5 minutos.

Espetacular, espetacular. No momento em que a bola chegava  aos pés do Pelé, o o futebol transformava-se em poesia. Um artista, a meu ver, é alguém capaz de iluminar um quarto escuro.  Eu nunca achei e nunca vou achar a diferença entre o passe do Pelé para o Carlos Alberto na final do Mundial de 70 e a poesia do jovem Himbalde.

Existe em cada uma destas manifestações humanas uma expressão de beleza que  nos toca e dá-nos uma sensação de eternidade. O maior jogador da história foi o de Stephan. Eu recuso-me a classificar o Pelé como jogador. Ele estava acima disso. Todo o mundo queria apertar-lhe a mão, tirar uma fotografia com ele.

Dizer que tinha ido a uma festa com Pelé  era a maior medalha de honra da época. O meu nome é Ronald Rean, sou presidente dos Estados Unidos, mas não precisa de se apresentar porque toda a gente sabe quem é o Pelé. O Mohammed Ali acenou ao multidão,  mandou beijos, fez tudo o que se esperava de Mohammedad Ali. Mas assim que entrou no balneário e viu o Pelé, ele  parecia uma criança admirada.

Quando as pessoas viam o Pelé pela primeira vez, era inacreditável. Começavam a  chorar, os rapazes o seguravam e beijavam como se estivessem diante de Deus. Era uma loucura. Ser considerado rei do futebol não é tarefa para poucos. É tarefa  de apenas uma única pessoa. O cara conseguiu a admiração de todas as nações do mundo, de todos os jogadores e adeptos, tanto do passado como do presente.

O único a ter conquistado três Mundiais e o único a ter sido dilatado e respeitado por todos. Podem existirem craques no mundo da bola, mas igual a ele será impossível. Se o o futebol fosse um conto de fadas, todo o mundo sabe quem seria o rei.

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