O TRISTE FIM DE 12 ATORES ESQUECIDOS DO SÍTIO DO PICAPAU AMARELO 1977! 😱

Agora diz-me, você lembrava-se dela ou também foi surpreendido por esse final? >> Tem cuidado, hein? Senão em pode aprontar alguma. Nunca ficar preocupada não. >> Júlio César Vieira. O Pedrinho que vai partir para a cidade. Uma homenagem muito justa, diga-se. Afinal de contas, o Pedrinho é também um príncipe aqui no sítio, não é? >> Verdade.

É impressionante como todos os aqui gostam muito dele. >> Ah, gosto. Gostam muito, sim, gosto. A A Narizinho convidou todos para virem almoçar connosco aqui. Onde está? Ninguém. Onde está o Sassi? Onde está o tio Bobé? >> Oh, não. Sci não, Pedrinho. >> Sci, mãe. Que é que tem? Ele era o miúdo aventureiro, corajoso, curioso. O Pedrinho não era apenas uma personagem, era aquele tipo de criança que toda a gente queria ser.

Pedrinho, em nome de todos os os seus amigos que não tiveram coragem de vir aqui despedir-se de medo de chorar, de saudade, desejo-lhe muitas felicidades e um breve regresso. >> Em nome de todos os seus amigos, eu lhe Entrego como recordação esta pequena lembrança, a Buga Roca. E quem lhe deu vida foi Júlio César Vieira, que tinha apenas 16 anos quando entrou para o Sítio do Picapa-apau amarelo.

Mas diferente de muitos nomes desta lista, a história dele não termina com tragédia, ela termina com um mistério. Ainda antes do sítio, Júlio já estava na televisão. Começou ainda criança. participou em novelas como Apata, em 1972 e Anjo Ma em 1976, ou seja, ele já era uma promessa. E no sítio tornou-se um rosto conhecido em todo o Brasil.

Mas o tempo passou e como acontece com muitos atores infantis, ele cresceu e isso mudou tudo. Por volta de 1982, já não se enquadrava no papel de Pedrinho e acabou por abandonar a série. Ainda tentou continuar na televisão. participou em programas como Chico Anísiio Show e Os trapalhões, mas algo começou a arrefecer até que ele simplesmente saiu de cena sem escândalos, sem despedidas, sem explicações.

O seu último registo na TV foi em 1987 e no teatro por volta de 1989. Depois disso, silêncio. Hoje, com cerca de 63 anos, o paradeiro de Júlio César Vieira é praticamente desconhecido. Um rosto que esteve dentro da casa de milhões de brasileiros simplesmente desapareceu. E talvez isso seja o mais curioso.

Nem sempre o fim de uma carreira surge com tragédia. Às vezes ele surge com o esquecimento. Agora diz-me, já se tinha perguntado o que aconteceu com o primeiro Pedrinho? Dorinha do Val. >> Freguesia grande, não é? É que eu sou dona de uma atenção. Solteira e sozinha. A rapaziada fica alvoroçada. Mulher assim para eles é como o dinheiro na rua de quem apanhar primeiro.

Eu deixo o barco correr porque aumenta a freguesia na pensão. >> Se há uma personagem que marcou gerações foi a Cuca, aquela bruxa assustadora, com olhar frio, voz marcante. >> E eu sou tão bonita, tão simpática. Vocês não acham? >> Não achamos. Não achamos a senhora pavorosa. >> Oh, mas que maldade, que injustiça.

E também me acha pavorosa. >> Pavorosa? Não digo. A senhora parece um lindo dragão. >> Dragão? >> E uma presença que metia medo só de aparecer no ecrã. Isto não me está a cheirar bem, mas eu posso fazer um trato. >> Mas o que ninguém imaginava é que por trás daquela vilã existia uma história real ainda mais chocante.

Dorinha do Val já era uma artista consagrada quando interpretou a Cuca. >> Geraldo Cé e queria-me para fazer a Cuca, mas estava com receio porque a cuca era aquele grande jacaré e não aparecia. A pessoa. >> A sua carreira começou ainda nos anos 40, passando pela rádio, dobragens, cinema e televisão. A carreira de Dorinha começou na década de 1940 e passou por vários tipos de palcos e estúdios.

>> Ou seja, ela não era apenas mais uma atriz, era uma verdadeira veterana da arte brasileira. Só que tudo mudou de forma brutal. Em outubro de 1980, a vida da Dorinha tomou um rumo completamente inesperado e trágico. >> A Dorinha tinha 47 anos, mais 16 do que o marido. No depoimento que prestou a justiça, a atriz afirmou que à noite no cama, no auge de uma discussão, ele teria dito que ela estava demasiado velha.

Rejeitada como mulher e alegadamente agredida a estaladas, Dorinha do Val deu três tiros sobre Paulo Sérgio. >> E a Dorinha passou de estrela da televisão, a arguida em tribunal. O julgamento chamou a atenção. Colegas famosos como Paulo Gular e Chico Anísio chegaram a testemunhar a favor dela, tentando amenizar a sua situação, mas não adiantou.

Na primeira decisão, foi condenada há pouco mais de um ano e aí a carreira da Dorinha estava praticamente a chegar ao fim. Depois de cumprir a pena, ela nunca mais voltou a ser a mesma. Se afastou da televisão, abandonou os palcos e decidiu recomeçar de uma forma completamente diferente.

Mergulhou nas artes plásticas. >> Parece que até veio a artista plástica veio antes da atriz. É verdade. >> É verdade. Sim. Porque faço esculturas, pinturas, aliás, a escultura ainda antes da pintura, desde adolescente, não é? >> Anos mais tarde, em 2002, lançou a sua autobiografia revelando pormenores da sua trajetória e tentando reconstruir a sua imagem.

E mesmo depois de tudo isto, houve ainda um último capítulo inesperado. Em 2006, a própria A Rede Globo convidou-a para participar no novela belíssima. Foi uma aparição rápida, mas simbólica, como se de um último adeus aos ecrãs. A Dorinha viveu muitos anos depois disso, longe dos holofotes, longe da fama, longe da vida que um dia teve.

Faleceu em 2025, aos 96 anos. >> Morreu aos 96 anos a atriz Dorinha do Val, a primeira cuca do Sítio do Picapau Amarelo. >> E curiosamente, até hoje a causa da sua morte nunca foi revelada. Uma mulher que saiu do auge enfrentou um dos maiores escândalos da época, pagou pelos seus atos e terminou a vida em silêncio. Agora diga-me, já conhecia esta história por trás da cuca ou que te apanhou de surpresa? >> André Vale.

>> A minha sorte está selada, a minha fama carvada. Agora sou tal. A felicidade do >> Alguns personagens não são apenas recordados, eles simplesmente se tornam eternos. E o visconde de Sabugosa com a sua inteligência, a sua calma e aquele forma única de explicar o mundo. >> Cala-te, Visconde. >> Quem eu? Mas eu não disse nada.

>> Agora falou. É um desses casos, mas por detrás daquele sabugo falante existia um ator que vivia uma história tão intensa quanto breve no final. Quando André Vale assumiu o papel, tinha apenas 31 anos. jovem, talentoso e já a começar a destacar-se na televisão. A sua estreia na Globo tinha acontecido poucos anos antes, em 1972, na telenovela Ucafona.

E dali em diante ele não parou mais. Vieram diversas produções, personagens diferentes e uma sólida carreira que atravessou décadas. Mesmo depois do sucesso no sítio do Picapa-apau amarelo, André continuou firme participando em novelas. >> Sabe como é que o o meu pai e todo o o resto do edifício chama-me? Barão Babinha. >> Como é que é? >> Barão Babinha.

É, é porque eu eu tenho eu tenho um descontrolo motor e porque eu eu cuspo, cuspo muito quando falo, não não tenho nenhum amigo. >> Filmes e peças de teatro. >> Seja no mar vencer, vencer, vencer. Uma vez Flamengo, o Flamengo até morreu, >> que era aliás uma das suas maiores paixões. Mas depois algo mudou.

Em 2006, após anos na Globo, decidiu ir para outra estação procurando novos desafios. Participou em novelas como cidadão brasileiro e vidas opostas, mostrando que ainda tinha muito para oferecer e parecia que tudo seguia bem. Até que em 2008, durante os exames de rotina, veio um diagnóstico devastador, cancro. E não era qualquer tipo, era um cancro agressivo localizado no pâncreas e no fígado.

A partir daí, a história tomou um rumo brutal, porque o que aconteceu a seguir foi demasiado rápido, até para quem acompanhava de fora. Apenas um mês depois do diagnóstico, André Vale faleceu. Tinha apenas 62 anos. morreu hoje no Rio aos 62 anos o ator André Vale. A morte do Visconde não aconteceu na história do escritor Monteiro Lobato, e sim na vida do ator André Vale.

Ele perdeu a luta contra um cancro. Muitos amigos e admiradores despediram-se dele no Teatro Vila Lobos em Copac. >> Uma vida inteira dedicada à arte. interrompida de forma repentina, quase sem tempo para despedidas, quase sem tempo para reação. E o mais impressionante é que ele ainda estava ativo. >> Casa.

Ó, minha filha, a minha casa tu vai respeitar. >> Trabalhando, criando, vivendo, até que de uma hora para a outra tudo acabou. Agora diz-me, consegues imaginar receber um diagnóstico assim e em questão de semanas tudo mudar? >> Maravilhoso. >> Dirce Migliáto, >> bem-vinda, bonequinha de trapos. Ah, o que é que tem na cabeça? Ah, é a carapuça do sassi.

>> Se a Emília já era marcante com Dirse Migliáo, ganhou uma intensidade diferente, mais energia, mais expressão. >> Claro que pode ficar descansada, dona Benta. Eu tomo conta das crianças e do tio Barnabé também. >> A Emília também vai, minha senhora. >> Está a parecer, não é, Nastia? Se eu não for, a dona Benta está muito preocupada com tudo e com as crianças, daí não teremos nem mesmo peixes.

Vamos, crianças, andam. >> Mais presença. E isto não foi por acaso. Dir já era uma atriz reconhecida antes mesmo do sítio, tendo brilhado em telenovelas como O Bem Amado em 1973. Ou seja, ela já chegou consagrada. >> Vai falar com a sua filha sobre nós. >> Estás doida? Nem com a minha filha, nem com ninguém. Eu já lhe expliquei.

Prejudica a a minha imagem. >> E mesmo depois do sucesso como Emília, continuou ativa durante muitos anos, participando em telenovelas, séries e programas. Mas, como vimos noutras histórias, o tempo cobra. Com o passar dos anos, a sua saúde começou a fragilizar. Até que em 2008 tudo mudou. Após sofrer um AVC, Dirce precisou de se afastar completamente da vida artística e acabou por ir viver para o conhecido retiro dos artistas, um lugar que acolhe profissionais que necessitam de cuidados. E a situação foi-se agravando.

Pouco tempo depois, ela já aparecia em cadeira de rodas, com a saúde bastante debilitada, dependendo de cuidados constantes. Uma realidade muito distante dos aplausos, dos palcos e da televisão. Até que em 2009, aos 75 anos, Dir Migliato faleceu vítima de uma grave infecção urinária. Um final difícil. silencioso e que expõe uma realidade que muita gente prefere não ver, a de artistas que um dia estiveram no topo e depois precisam de lutar para ter dignidade no fim da vida.

Agora diz-me, tu já conhecia esta fase da vida dela ou esta surpreendeu-te? Samuel dos Santos. Anjo mesmo. Anjo de igreja. Daqueles de camisola com asinha nas costas. Puxa vida. Então quer dizer que ele veio voando do céu? >> Não sei. Eu não vi nada. >> A voz tranquila, o jeito simples e a sabedoria do campo.

O Tio Barnabé parecia alguém real, quase como um avô que todo o mundo gostaria de ter. Mas por detrás do personagem estava um ator que já fazia parte da história da televisão brasileira. Samuel dos Santos tinha 54 anos quando entrou no Sítio do Picapa-Pau amarelo, trazendo uma carreira que vinha desde os anos 50, com passagens pelo cinema, pelo teatro e pela antiga TV Tupi.

Durante 10 anos viveu o tio Barnabé, tornando-se um dos rostos mais acarinhados da série. >> Caramba, mas é claro que posso. Por que que não posso caçar? Caramba, leva-me numa mata para eu caçar uma onça, uma oninha só, tio Barnabel, por favor. >> Eu levo, leva. >> La, leva, leva brocaçar assim também. Leva, >> leva assim também.

Mas quando o programa chegou ao fim, em 1986, ele simplesmente desapareceu da televisão, sem novos papéis, sem despedidas, sem explicações. E então veio o desfecho. No dia 23 de fevereiro de 1993, durante uma cirurgia, Samuel não resistiu a complicações no pós-operatório. Faleceu aos 70 anos. Um fim silencioso para um ator que marcou a infância de milhões e que foi um dos primeiros do elenco a partir depois do fim da série.

Agora diz-me, tu se lembrava dele ou só agora se apercebeu do quanto ele foi importante? >> Onde é que vocês vão? >> Bom, nós vamos para o fundo do mar. Isto já para mar >> não é um rio. Nós vamos buscar narizinho. Ti barnabel. >> Narizinho. Narizinho. Mas narizinho. Mas aonde narizinho? >> Canarinho >> aqui.

Onde seu malandro? Vem receber os amigos. Ô tio Banabé. Aqui mesmo. Eu já vou. Oi. Vem cá. Talvez não se lembre imediatamente do nome, mas com certeza lembra-se do rosto, do jeito, da voz. Você tá a crescer >> canarinho era aquele tipo de artista que nem precisava de falar muito para fazer o público rir. >> Ah, então o que comeu e bebeu quem paga o >> Mas é claro. Claro.

Então acha que eu ia fazer um papel destes com o amigo Zé Carneiro, amigo do peito? No sítio do Picapa-apau Amarelo, deu vida a personagens como Malas Artes e Garnisé, já com mais de 50 anos, trazendo toda a sua experiência para a série. Mas a história dele vai muito além disso. Canarinho já vinha construindo a sua carreira desde os anos 50, passando pela rádio, cinema e televisão, sempre com aquele estilo humorístico marcante.

>> É aquele burro que o senhor tinha? Burro. Que burro? O senhor não tinha um burro que puxava a carroça? Sim ou não tinha? >> Há uma, uma, mas já não presta. Então vende-o. Eu tenho aí um homem que está querendo comprar. >> E foi precisamente no humor que se eternizou. Durante décadas fez parte de programas clássicos, sobretudo da Praça da Alegria.

E depois de A Praça é nossa. Tudo bem? >> Vai conhecer um picareta e vigarista. Gente, dêem-me licença, dêem-me licença um minutinho que eu vou resumo. Dá licença. >> É isso mesmo. >> Onde viveu a personagem Canarinho, um dos mais acarinhados pelo público. Foram anos e anos a arrancar gargalhadas, estando presente na vida das pessoas, quase como alguém da família.

Mas como acontece com muitos artistas, o tempo foi passando e reconhecimento já não era o mesmo. Mesmo continuando ativo, já não tinha o mesmo destaque de antes. Até que em março de 2014 chegou a notícia. Canarinho faleceu aos 86 anos, vítima de um enfarte. A confirmação chegou rapidamente e o impacto foi imediato. Colegas de elenco, amigos e fãs lamentaram profundamente a sua partida, porque aí não era apenas um ator que ia embora, fosse um pedaço da história do humor brasileiro, um artista que fez gerações a rir e que deixou um legado

difícil de substituir. Agora diz-me, também cresceu a vê-lo? Para aqui, Rafa. Que é? >> Eu não aguento mais. >> O que é? >> Quem foi que rachou a mandioquinha de mau jeito que estás a falar? Eu tô te ouvindo lá. Bem, o meu >> ou só agora se apercebe do tamanho da importância dele. Zilka Salaberry. >> Sim.

Estas crianças hoje não é nossa, não é? Nem sinal do Pedrinho, nem do narizinho. >> Quando a fome apertar, eles aparecem. Ah, que é que eu disse? É, de qualquer jeito, estas crianças estão a precisar de um sermão. Bom, deixa-me cuidar do armo >> se o sítio tinha um coração, esse coração era a dona Benta, aquela avó sábia, acolhedora, que tinha sempre uma história, um conselho ou uma solução para tudo.

E por detrás desta figura tão querida estava uma atriz que já transportava uma vida inteira dedicada à arte. Quando Zilka Salaberry entrou para o sítio do Pic-apau Amarelo, ela já tinha cerca de 60 anos e uma carreira que começou lá atrás, ainda nos anos 30, nos palcos do teatro. Com o tempo, migrou para o cinema e depois para a televisão, onde construiu grande parte do seu reconhecimento.

Mas, curiosamente, ela quase recusou o papel de dona Benta. Sim. Inicialmente, Zilka não queria voltar a trabalhar com produções infantis. Só que o destino tinha outros planos, porque foi precisamente esse papel que acabaria por se tornando o mais marcante de toda a sua carreira.

Durante 10 anos, ela deu vida à avó do sítio, entrando diariamente na casa de milhões de brasileiros e se tornando-se uma figura quase familiar. Eu sou obrigado, então. A senhora é a melhor avó do mundo, >> quando chegou essa altura. Mas existe um lado desta história que muita gente não percebe. Quando um ator fica muito associado a uma personagem, principalmente um tão forte como este, acaba por ser difícil desvincular-se.

E foi exatamente isso que aconteceu com ela. Mesmo continuando a atuar em telenovelas e minisséries depois do sítio, Zilka carregava aquela marca, aquela imagem que nunca saía da cabeça do público. Pedrinho. Vai chegar. >> Mas o tempo cobra. Nos anos 90, durante a novela Pecado Capital, ela teve de se afastar por problemas de saúde e a a partir daí a sua presença nas telas cada vez mais rara.

Ainda fez alguns trabalhos, como a novela Esperança e o filme Xuxa e os Doendes dois, mas já não era a mesma rotina intensa de antes. O corpo já dava sinais claros de desgaste. E depois veio o fim. Em 2005, aos 87 anos, Zilka Salaberry faleceu. A causa foi uma combinação de problemas graves. >> Morreu hoje, aos 87 anos, uma das atrizes mais queridas do Brasil.

Zilka Salaberri estava internada no Rio há quase um mês com problemas pulmonares. >> Insuficiência renal, infeção urinária, desidratação grave, além de uma doença crónica nos pulmões. Um final lento, silencioso e distante daquele brilho que um dia encantou milhões. Agora diz-me, também viste a dona Benta como uma figura quase real, como alguém da própria família? E aí, quem diria que aquelas personagens que marcaram a nossa infância teriam histórias tão diferentes por detrás das câmaras? Uns viveram o auge, outros enfrentaram doenças, dificuldades e até

o esquecimento. E no final fica aquela sensação de que a fama pode desaparecer muito mais rápido do que nós imagina. Agora quero saber de ti qual destes atores mais te surpreendeu e qual a personagem do sítio que nunca vai esquecer. Comenta aqui em baixo. Eu vou ler tudo. E se curte este tipo de conteúdo, já se inscreve no canal, porque aqui revelamos o que muita gente não mostra.

Vamos.

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