Depois de ver a situação da mansão, o gente vai falar de outro tipo de luxo que Pelé teve, os carros. Mas diferente do abandono e da desarrumação da casa, os Os carros de Pelé tm histórias muito mais interessantes e, em alguns casos, foram tratados com muito mais cuidado. Pelé nunca foi propriamente um colecionador de carros, mas ao longo dos anos ganhou e houve alguns veículos que marcaram momentos importantes da vida dele.
E cada carro tem uma história que diz muito sobre o que era para ele o luxo. O primeiro de todos foi o famoso Carocha de 1956. Pelé recebeu o carro de presente de um responsável de armazém em Santos quando ainda estava a começar no futebol. Era simples, mas foi o primeiro passo de um miúdo que em breve se tornaria o maior de todos.
Depois veio o Home Za, aquele carro minúsculo e cheio de charme presente dado depois da vitória na Taça de 1958. Um carro que parecia uma brincadeira, mas que se tornou símbolo de um miúdo que pôs o Brasil no topo do mundo. Teve também o Aero Willis 2600, presenteado depois do bicampeonato em 1962. Era o carro mais moderno da época e Pelé foi o primeiro a ter um no Brasil.
Um luxo que mostrava como ele era respeitado e invejado por todos. E a história não se fica por aí. Depois do Miléso Gol, Pelé ganhou um Mercedes-Benz 250 W11, um verdadeiro grande carro de luxo que tornou-se um presente de um empresário alemão. Esse carro, anos mais tarde, foi restaurado pela própria Mercedes e devolvido a Pelé, novinho em folha, a provar que para muita gente estes carros não eram só de chapa, eram história.
Enquanto a mansão do Guarujá tornou-se o cenário de abandono, estes carros foram guardados como tesouros. Mostram que o luxo de Pelé não era só coisa de ostentação, mas também de carinho e reconhecimento. E que mesmo que alguns bens percam no tempo, outros continuam vivos na memória e no coração de quem sabe o valor que têm.
Mas nem só de automóveis vive o legado do rei. Agora vamos te mostrar como Pelé transformou os seus artigos mais valiosos num verdadeiro ato de generosidade. Vamos continuar. Depois dos carros, vem aí uma parte Macha que mostra como Pelé sabia bem o valor das coisas que tinha. Em 2016, o rei surpreendeu o mundo ao colocar em leilão várias das suas relíquias mais importantes, mas o seu motivo era muito maior do que ganhar dinheiro.
Ele queria que estes objetos continuassem vivos e ainda ajudassem quem mais precisava. O leilão decorreu em Londres e reuniu itens que faziam parte da vida e da história de Pelé. Medalhas das taças de 58, 62 e 70, a réplica da taça Jules Rimé, chuteiras utilizadas em jogos épicos e até à bola do milésimo golo.
Cada peça tinha um significado que ia muito para além do valor de mercado. Eram recordações de momentos que Pelé partilhou com o mundo todo. E o mais bonito disto tudo foi o propósito do rei. Parte do dinheiro angariado foi destinada a projetos sociais, como o Instituto Pequeno Príncipe, que cuida de crianças em situação de vulnerabilidade.
Pelé sempre deixou claro que não queria que estes artigos ficassem esquecidos em depósitos juntando pó. Ele queria que eles tivessem vida, que fossem vistos e que continuassem a contar a história que ele construiu. Este leilão deixou claro que para Pelé o luxo não era só mansão e carro bonito. Luxo era transformar conquistas em oportunidades para quem mais precisa.
Enquanto a mansão do Guarujá ficou largada e cheia de dívidas, estes itens foram ao mundo e ganharam um novo significado. Esta parte da história mostra como Pelé via o que tinha de mais valioso e faz-nos pensar que mesmo quando algumas coisas ficam para trás, o que fazemos com elas é que faz toda a diferença.
Mas a verdade é que o maior luxo do rei ainda não era este, porque mesmo depois de tudo, Pelé deixou um legado que vai muito para além dos bens materiais. E é isso que vamos ver agora na parte final. Bora descobrir qual foi o verdadeiro luxo que Pelé deixou para o Brasil e para o mundo. Vamos lá. No meio de tudo isto, a mansão largada, os carros que contam história e o leilão que se tornou um gesto de generosidade tem um ponto que ninguém pode ignorar.
O maior luxo de Pelé não era o dinheiro que acumulava, não eram as casas, nem os automóveis importados. O maior luxo do rei era o que ele deixava de mais precioso para o Brasil e para o mundo a sua história. Pelé foi mais do que um craque em campo. Ele foi a prova viva de que é possível sair de um bairro simples de Bauru e conquistar o planeta.
Foi a voz que transformou a paixão do futebol em orgulho nacional e que mostrou ao mundo que o Brasil tem talento, alegria e raça. Mesmo depois de ele se ir embora, o nome dele continua forte. Está lá nos estádios que mudaram de nome, em homenagem ao rei, nos torneios que ostentam a marca Pelé e até nas leis que garantem que a memória dele nunca é esquecida.
O dia do rei Pelé a 19 de novembro é apenas um pormenor de um legado que vai muito para além de qualquer cifra. Mas o que mais impressiona é que Pelé nunca se esqueceu de onde veio e nunca deixou de olhar para o próximo. Desde aquele discurso emocionante depois do milésimo golo, quando pediu às crianças pobres do Brasil nunca serem esquecidas, até ao trabalho com o Instituto Pequeno Príncipe, ele mostrou que compreendia que riqueza mesmo é ajudar quem precisa.
Enquanto muitos colecionam casas e carrões, Pelé recolheu momentos que transformaram vidas. Isso faz-nos ver a verdadeira diferença entre luxo e legado. A mansão do Guarujá está lá largada e tornando-se ruína, com dívidas e mato a crescer sem parar. É triste, é chocante, mas também mostra que os bens materiais, por mais caros que sejam, acabam por se perder no tempo quando não tem propósito.
Já o nome de Pelé continua vivo em cada drible que emociona uma criança em cada partida de futebol que faz vibrar um adepto. Ele é recordado por quem nunca ouviu jogar, mas que cresceu a ouvir histórias de um homem que se tornou rei, porque sabia que talento e humildade andam juntos. Isso não tem preço. A gente vê tantos exemplos de famosos que conquistam tudo, mas acabam por deixar apenas dívidas e confusão.
Pelé provou que mesmo no meio de luxo e fama, dava para pensar mais além. O leilão de 2016 foi apenas mais uma prova disso. Ele apanhou o que podia virar pó num depósito e transformou em dinheiro para ajudar crianças carenciadas. Ele podia ter guardado tudo para a família, mas escolheu dividir, espalhar. Esse era o verdadeiro luxo dele.
E se parar para pensar, toda esta história faz a nós refletirmos muito sobre o que nós está a construir na vida. Será que a gente está a preocupar-se demais com o que brilha por fora e esquecendo-se de deixar algo que realmente marque as pessoas? Será que o maior luxo é ter ou é ser recordado como alguém que fez a diferença? Pelé foi o maior, não porque tivesse mansão ou carro de luxo, mas porque ele sabia que ser rei é ser generoso, é usar a voz para ajudar quem não tem voz.
é lembrar que o campo de futebol pode ser um palco paraa esperança de um país inteiro e isso faz dele eterno. No fim, tudo isto nos ensina que o maior luxo que alguém pode ter é deixar uma história que inspire. Uma história que, mesmo depois de anos, continue a emocionar ensinando e lembrando a todos que o que fazemos pelos outros é o que realmente fica.
Depois de tudo o que a gente viu hoje, percebe-se que o nome de Pelé vai muito para além dos campos de futebol. Ele foi e será sempre o maior de todos os tempos. Mas o que pouca gente imagina é como os luxos e as conquistas dele acabaram por se transformando-se em algo muito diferente do que a gente esperava. A mansão do O Guarujá tornou-se um retrato do abandono com mato, dívidas e um ar de mistério que chama a chama atenção de quem passa por lá.
Entretanto, os carros do rei tornaram-se verdadeiras relíquias que contam a história de um miúdo pobre que se tornou ícone mundial. E o leilão de 2016 mostrou que Pelé não queria que as suas conquistas ficassem guardadas e esquecidas. Ele preferia que tudo isto fosse partilhado e ajudasse quem mais precisava. Mas no final de contas, a maior lição desta história toda é que o verdadeiro luxo de Pelé não está nos muros altos de uma mansão, nem no ressonar de um motor importado.
O seu maior luxo foi a marca que deixou no coração de cada pessoa que se emocionou com um golo, que vibrou com uma taça levantada ou que se inspirou num sorriso dele dentro ou fora de campo. A verdade é que mesmo com o passar dos anos, Pelé continua a ser sinónimo de esperança e de orgulho. Ele mostrou que um menino de Bauru pode tornar-se o maior nome do futebol, que dá para sair do nada e conquistar tudo e ainda assim lembrar-se de ajudar quem mais precisa.
E esta reflexão é para si também. No final, o que fica? São as coisas que tem ou a história que deixa? Porque olhando para o que Pelé viveu, vê-se que o luxo de verdade é fazer história. E isso, meu amigo, nem o abandono da mansão ou o leilão das taças consegue apagar. Então comenta aqui o que acha que é o maior luxo de todos? O que levaria desta vida para ser recordado? Já deixa o teu like, partilha este vídeo e inscreve-te no canal, porque aqui vamos sempre trazer histórias como esta que mostram que, por vezes, o que importa não é o que a
gente tem, mas o que é que a gente fai com isso. Até ao próximo vídeo.