REVIRAVOLTA! DELAÇÃO DE VORCARO PEGA FLÁVIO BOLSONARO EM CHEIO! CRIMES BILIONÁRIOS EXPOSTOS!

A delação chegou e desta vez o nome de Flávio Bolsonaro está dentro. Não como menção lateral, não como referência periférica. dentro, com mensagens, com valores, com o rasto documentado de um esquema que envolveu dezenas de milhões de de reais entre um banqueiro preso e o filho mais velho do antigo presidente da República.

Brasília acordou diferente hoje. E quem acompanha este caso de perto sabe exatamente o que este dia significa, porque não é todos os dias que um denunciante entrega à Polícia Federal um anexo inteiro dedicado exclusivamente a um senador que se está a candidatar à presidência do Brasil. Não é todos os dias que vazam mensagens onde este senador aparece a cobrar transferências pessoalmente.

Não é todos os dias que um banco bilionário, em plena crise financeira grave, trata o pedido desse mesmo político como prioridade máxima, acima de qualquer outra obrigação financeira. Esse dia chegou. Eu acompanhei cada desdobramento desta história desde o início e posso-te dizer, o que está dentro desta delação altera o peso de tudo o que estava a ser investigado até ao momento.

Mas antes de continuar, reserve um momento para gostar do vídeo e se inscrever. Mas só se gostas mesmo do que eu faço aqui e diz-me nos comentários de onde está a ver, cidade, estado, porque este canal existe para o Brasil inteiro. E quero saber quem está aqui. Agora sim, vamos continuar porque o próximo pormenor é o que começa a virar o jogo.

Para perceber o tamanho do que está a acontecer agora, precisa voltar um pouco. Quem é Daniel Vorcaro? Ele era o proprietário do Banco Master, uma instituição que cresceu demasiado rápido, captava recursos dos investidores, oferecia rendimentos acima do mercado e expandia-se a sua presença no setor financeiro brasileiro com uma velocidade que chamou atenção de quem percebe de mercado.

E não eram apenas grandes investidores. Parte significativa dos recursos captados vinha de fundos de pensões, de cooperativas de crédito e de pequenas os aforradores que depositaram as suas economias acreditando na solidez de uma instituição regulada pelo Banco Central. Só que por baixo desta fachada de crescimento, o banco acumulava um problema grave.

Ele não tinha dinheiro suficiente para honrar o que prometia. Tecnicamente, isto chama-se problema de liquidez. Na prática, se todos fossem levantar ao mesmo tempo, o banco simplesmente não teria como pagar. O Banco Central já estava a exigir explicações. Os fornecedores esperavam receber, as as obrigações financeiras acumulavam-se e o regulador, que existe exatamente para evitar que instituições como esta entrem em colapso e arrastem consigo o dinheiro de quem confiava, já estava de olho, exigindo respostas que demoravam a chegar. Foi exatamente neste contexto

que surgiu o tal filme Dark Horse, uma cinebiografia sobre a vida de Jair Bolsonaro. E sabe quem apareceu a pedir dinheiro para suportar este projeto? Flávio Bolsonaro, o senador, o filho, o candidato declarado à presidência da República. A versão que a defesa dos O Flávio sempre apresentou é simples. Investimento privado, dinheiro privado, negócio entre adultos.

O Banco Master entrou como investidor do filme. Nada demais, só que há um pormenor que não fecha. Eu observei esse padrão e ele não não faz sentido financeiro nenhum. Um banco com um problema grave de liquidez que precisaria desesperadamente de aparecer para atrair mais clientes, mais depósitos e resolver o seu rombo.

Não colocou o nome, não colocou o logótipo, não apareceu em parte alguma como patrocinador. Nenhum material de divulgação, nenhum crédito na produção, nenhum retorno comercial visível. Ninguém no Brasil saberia da relação entre o Banco Master e esse filme se o A Intercept Brasil não tivesse vazado a informação.

Qualquer empresa séria que investe num projeto cultural usa esse investimento para aparecer, para crescer, para mostrar ao mercado que existe e que é fiável. Especialmente um banco que necessita de novos clientes para resolver um problema de tesouraria, investidor que não quer aparecer. Banco em crise que trata este contributo como prioridade.

Senador que cobra os repasses pessoalmente. Isto não é investimento normal e a Polícia Federal já sabia disso há algum tempo. Mas o que aconteceu quando Vorcaro tentou falar antes? Só um pormenor antes de continuar com o assunto. Há gente que assiste, concorda, sente indignação, mas continua sem saber organizar tudo quando precisa falar.

Flávio Bolsonaro nega relação entre doação de Vorcaro à campanha do pai e  Banco Master - Agenda do Poder

E há gente que já guarda esse tipo de material por perto e nunca é apanhada desprevenida. Se prefere estar nesse segundo grupo, deixei um presente na descrição e também no comentário fixado. Vamos seguir. Aqui começa a parte que muita gente não sabe ou fingiu não perceber. Vorcaro já tentou fazer uma delação antes. A primeira versão foi apresentada à Polícia Federal semanas atrás e foi rejeitada.

A PF considerou o material fraco, incompleto, insuficiente para justificar os benefícios de uma colaboração premiada. Mas o que circulou nos bastidores foi diferente. Segundo a jornalista Mônica Bérgamo, da Folha de São Paulo, houve uma discussão séria dentro do gabinete do ministro André Mendonça. O advogado de Vorcaro e o ministro do Supremo Tribunal, que é o relator do caso, entraram em rota de colisão.

O ponto central do desentendimento, André Mendonça queria que o nome de David Alcol Columbre, presidente do Senado, fosse incluído na delação. Vorcaro não incluiu. A delação foi rejeitada. Logo depois, a Polícia Federal fez operações contra aliados do Davi Alcol Columbre e contra Ciro Nogueira, que também não estava na delação.

E os vazamentos que saíram da investigação começaram a apontar para uma direção muito específica, Flávio Bolsonaro. Pensa bem no que isso significa. Porque os fugas seletivas dentro da Polícia Federal não acontecem por acaso. Eles seguem uma lógica. Alguém com acesso aos autos, um investigador, um servidor, alguém próximo do inquérito, decide o que vai para a imprensa e o que fica guardado.

Não é qualquer parte do processo que vaza, é sempre aquela parte que interessa a alguém vazar naquele momento específico. É uma ferramenta de pressão política disfarçada de jornalismo de investigação. Há meses que os vazamentos seletivos da Polícia Federal visavam Alexandre de Morais. Era uma sequência sistemática de informações que saíam estrategicamente para pressionar o ministro do Supremo.

Depois o delegado que conduzia isso foi trocado. Depois o André Mendonça chegou como relator e as fugas continuaram, só  que agora no sentido oposto. Agora saíam contra Ciro Nogueira, contra Flávio Bolsonaro, contra a rede de aliados do bolsonarismo. O ponto de inflexão foi o bloqueio de Jorge Messias no Senado, quando a candidatura do procurador-geral ao STF foi barrada.

Aquilo que pareceu uma derrota do governo Lula foi, na realidade, o momento em que o jogo começou a mudar de lado. A partir daí, a direção dos fugas mudou. E quem estava no centro das investigações também se alterou. Menos de duas horas depois de Vorcaro entregar a nova delação à PF, já tinha vazado na imprensa que Flávio Bolsonaro havia sido delatado.

Alguém leu, alguém escolheu vazar e escolheu vazar exatamente aquela parte. Isto não é coincidência. É sinal de que o cerco está a ser construído com intenção. Mas o que O Flávio fazia entretanto? E o que exatamente Vorcaro entregou desta vez? As mensagens estão lá. O Intercept O Brasil publicou uma série de trocas que mostram como funcionava este esquema na prática.

Não é teoria, não é interpretação, são mensagens reais, com nomes reais, com datas reais. Flávio Bolsonaro enviou mensagem ao empresário Thago Miranda, sócio do portal do Léo Dias e intermédio nesta história, exigindo agilidade na resposta jurídica do investidor do filme. A mensagem de O Flávio é direta.

Dá um gás a isto, porque o argumentista está amarrado até janeiro. Precisa de resolver. Quem é Thago Miranda nesta história? Ele não é uma personagem aleatório. É o elo que liga o mundo da comunicação e do entretenimento ao esquema financeiro. Um homem com trânsito no meio artístico, no mundo das celebridades e, ao mesmo tempo, com acesso direto ao banqueiro.

Este tipo de intermédio é clássico em esquemas de repasse. Existe para criar distância entre quem pede e quem paga, dificultando o rastreio direto da relação. Thiago Miranda passa a pressão para Vorcaro e Vorcaro recebe e obedece. Mas porque é que um banqueiro bilionário obedecia a um senador com tanta rapidez, com tanta reverência, com tanta urgência? Porque Flávio Bolsonaro não é apenas um político.

Quem acompanha a trajetória dele sabe que as ligações de Flávio com as milícias do Rio de Janeiro são amplamente conhecidas e documentadas. O caso da rachadinha, os funcionários fantasmas, as investigações sobre branqueamento de capitais com imóveis, tudo isto faz parte de um histórico que vai muito para além de um político comum cometendo irregularidades administrativas.

Há investigações que apontam ligações com grupos que operam à margem da lei em regiões do Rio de Janeiro, com um histórico de intimidação e violência que não precisa de ser declarado explicitamente para ser sentido por quem está do outro lado da mesa. E há mais um pormenor que apareceu nas transcrições analisadas.

Quando Flávio cobrava as transferências, o tom das mensagens não era de um parceiro de negócio, era de quem está a cobrar algo que considera garantido. Uma cobrança que, segundo os analistas que acompanham o caso, tem uma linguagem que remete para práticas milicianas, começa como papo amigável e vai aumentando a pressão.

É o tipo de comunicação onde o não dito pesa mais do que aquilo que está escrito. Por Caro tinha medo de Flávio Bolsonaro e tinha motivo para ter. Porque quando deve para alguém com este tipo de ligação, o que está em causa não é só dinheiro. Só um lembrete rápido. O presente que eu deixei-lhe na descrição desse vídeo e também no primeiro comentário fixado complementa diretamente o que estamos vendo agora.

Quem descarregou já entendeu o porquê. Bom, seguindo, vem agora o pormenor que muda tudo. A frase que Daniel Vorcaro escreveu ao seu cunhado e operador financeiro Fabiano Zetel. A frase que o Intercept Brasil revelou e que do ponto de vista jurídico e político pode ser a peça mais devastadora de toda esta história. Zetel havia avisado.

Havia uma fila enorme de pagamentos pendentes, R 55 milhões deais em obrigações em atraso, fornecedores, parceiros, credores, todos à espera receber. O banco estava em crise, o dinheiro estava bloqueado. E no meio deste tudo, um dia depois de Flávio Bolsonaro cobrar agilidade nas transferências para o filme, Vorcaro escreveu ao Zetel o seguinte: “Este é o mais importante disparado”.

E acrescentou: “Não pode falhar mais”. Para uma empresa com 55 milhões em dívidas em atraso, verificou-se uma única coisa que não podia esperar, uma única coisa que estava acima de tudo, acima dos fornecedores, acima dos credores, acima das obrigações financeiras normais de qualquer empresa. O filme de Jair Bolsonaro deixa isso entrar.

Um banco em crise, sob pressão do Banco Central, com dezenas de obrigações em atraso, e a prioridade máxima era pagar ao filho do ex-presidente. Não era um investimento comercial que fazia sentido financeiro, era uma obrigação que não podia falhar, uma ordem que vinha de cima e que Vcar o tratava com um tipo de urgência que não combina com nenhum negócio legítimo.

A defesa de Flávio diz que era dinheiro privado para um filme privado, mas desde quando um banco pressionado pelo Banco Central trata o filme de um político como a sua prioridade máxima acima dos todas as outras dívidas? Essa pergunta não tem resposta inocente e é exatamente é por isso que a Polícia Federal está debruçada sobre este material agora.

Respira um segundo, porque o que vem agora é ainda mais grave. Inscreva-se no canal se ainda não o fez, porque os próximos desenvolvimentos desta história vão sair por aqui primeiro. Voltamos ao momento da abertura. Agora já entende o peso do que está a acontecer. A nova proposta de delação foi entregue na segunda-feira.

Na terça-feira, menos de 24 horas depois, a defesa de Vorcaro voltou com um aditamento, um complemento. Informações que, segundo o que circulou entre fontes da investigação, não estavam no material original e precisavam de ser acrescentadas. A Polícia Federal cancelou a reunião que estava agendada com a defesa de Vorcaro para aquela quarta-feira e montou uma força tarefa.

Investigadores, analistas, especialistas,  todos juntos a ler cada página, identificando cada lacuna, verificando se o que Vorcaro entregou corresponde ao que a PF já conhece por outras fontes. A pergunta que acendeu o alerta vermelho lá dentro foi exactamente essa: por o material completo desde o início? Por que foi necessário um aditamento em menos de um dia? O que foi omitido na primeira entrega? Quem estava ele a proteger? A a colaboração premiada tem uma regra básica. Ela só é válida se for completa.

Se o denunciante omite informações, esconde nomes, protege aliados, o acordo cai. E Vorcaro sabe-o melhor do que ninguém. Está preso, quer sair. Mas, ao mesmo tempo, se há alguém neste esquema que ele teme mais do que o sistema judicial, ele hesitará antes de entregar tudo. E aqui está a camada mais inquietante de toda esta história.

Se Vorcaro tratava os repasses a Flávio como o mais importante disparado, mesmo em plena crise bancária. Quanto medo ele ainda agora carrega, mesmo preso, de colocar outros nomes nesta delação? Esta pergunta fica ainda mais pesada quando se lembra do que aconteceu com outra personagem desta história. Segundo o que circulou na imprensa e em fontes do ambiente investigativo, um homem ligado a esta rede foi encontrado morto dentro de uma unidade da Polícia Federal.

A causa oficial registada foi suicídio, mas o timing e as circunstâncias geraram dúvidas que até agora não foram completamente esclarecidas publicamente. Não existe conclusão judicial sobre este episódio, mas Vorcaro sabe desta história e a Polícia Federal também sabe que ele sabe. Flávio Bolsonaro continua a ser senador da República.

Com tudo isto em cima da mesa, as mensagens, os repasses, a frase o mais importante disparado, as operações contra os aliados, a nova delação entregue à PF, continua candidato declarado à presidência do Brasil, continua com o passaporte na mão, sem pulseira eletrónica, sem qualquer providência cautelar aplicada pelo relator do caso.

E o relator é André Mendonça, nomeado ao STF. pelo próprio Jair Bolsonaro. Enquanto Alexandre de Moraes reteve  passaportes de investigados em outros casos em questão de dias e em alguns casos em  questão de horas após a apresentação de indícios, André Mendonça ainda não tomou qualquer medida preventiva contra Flávio, não restrição de viagem, nenhuma quebra de sigilo bancário determinada publicamente, nenhum sinal de que o relator está tratando este caso com a mesma urgência que a gravidade da prova exigiria.

A questão que aparece com uma frequência impressionante nos comentários é direta. Se fosse qualquer cidadão comum, sendo que metade destes provas já estaria preso. Assim, por que o Flávio ainda está em liberdade? Mas o cerco mesmo assim está a avançar. Além da delação de Vorcaro, o presidente do BRB, o Banco de Brasília está também a ser investigado e, segundo informações que circulam nos bastidores, está prestes a falar sobre o financiamento da mansão de Flávio, que foi comprada a um fundo ligado ao Banco Master, o mesmo banco

master, o mesmo Vorcaro, o mesmo esquema. São dois informadores apontando para o mesmo senador. E há mais.  A Polícia Federal descobriu que parte do dinheiro do esquema passou por fundos nos Estados Unidos geridos por Eduardo Bolsonaro, que vive ali em uma mansão com uma renda de R$ 30.000 por mês, sem emprego declarado, sem explicação para a fonte desse rendimento.

Do ponto de vista jurídico, isto abre uma frente internacional na investigação. Dinheiro que atravessa fronteiras, que passa por estruturas financeiras estrangeiras sem declaração adequada, pode configurar crimes que vão muito para além do que está a ser investigado no Brasil e que podem atrair a atenção das autoridades americanas, independentemente de qualquer movimento do Supremo Tribunal.

O rasto do o dinheiro não mente. E a PF está a seguir esse rasto agora, neste preciso momento. Então, o que vem agora? Vorcaro entregou a delação. A PF está em força tarefa, analisando cada página. Os aliados de Flávio já foram alvo de operações. O presidente do BRB está prestes a falar. O dinheiro foi rastreado até fundos nos Estados Unidos e a frase “O mais importante disparado” está documentada com data, com remetente, com destinatário.

A questão já não é se as peças existem, é o que acontece quando se encaixam de vez. Porque a grande pergunta que fica depois de tudo isto não é se Flávio Bolsonaro vai ser indiciado. A verdadeira questão é: “O que acontece se a janela fechar antes do justiça haja? Se André Mendonça continuar sem tomar qualquer medida cautelar? Se o Flávio utilizar o tempo que tem ainda de blindar aliados e reposicionar a narrativa, a delação está nas mãos da Polícia Federal agora.

Daniel Vorcaro cita Flávio Bolsonaro em nova proposta de delação premiada |  Diario de Pernambuco - Conectando gerações desde 1825

E os fugas que saíram até aqui mostram que existe alguém dentro desta instituição que quer que o público saiba o que está a acontecer. O próximo passo já está em curso. Novas operações deverão acontecer nas próximas semanas. Mais nomes podem ser revelados, porque Vorcaro não falou só de  Flávio. E a questão que esta delação deixa em aberto é exactamente esta: se 61 milhões de reais foram para o filme, sem contrato, sem declaração, passando por fundos no estrangeiro, quanto mais dinheiro passou por este mesmo esquema sem que

ainda ninguém tenha rastreado? Essa história tem mais camadas e vão aparecer. Na sua opinião, Flávio Bolsonaro vai ser preso antes das eleições? Deixa a tua resposta aqui nos comentários. Quero saber o que é que acha. Valeu para o pessoal de São Paulo, do Rio e de Minas Gerais, que comentou em peso no último vídeo.

Vocês são a força desse canal. Este canal não depende de partido, de corporação, nem de grupo político para existir. Cada like, cada partilha e cada inscrição é o que mantém esta análise independente no ar. Se este vídeo fez sentido para você, deixa o like e partilha com quem precisa de perceber o tamanho do que está a acontecer.

Subscreve o canal e ativa o sininho, porque quando sair a próxima bomba deste investigação, ela vai sair aqui primeiro, antes de qualquer outro lugar. E se quer perceber o que vem por aí para Flávio Bolsonaro dentro do STF e qual o próximo movimento da Polícia Federal, o vídeo relacionado está na descrição e também no primeiro comentário fixado aqui em baixo.

É a continuação direta desta história. Não deixa passar. Uma última observação antes de ir. Quem acompanha este tipo de conteúdo sabe que o debate muda rapidamente, a narrativa muda rapidamente e quem não se organiza acaba por ficar para trás. Para não depender só da recordação, deixei um presente na descrição e também no comentário fixado.

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