The Curse of the Beatles

Enquanto fazia um último take da fachada do da quota, um operador de câmara jurou ter visto um vulto deforme imóvel numa janela do sétimo andar, com o olhar fixado na sua direção. Mais tarde, ao rever aquele excerto das gravações, a imagem parecia estranhamente durva e desfocada. ocultando completamente o suposto vulto, o produtor William Castle, conhecido por a sua descrença inicial, acabaria por convencido de que o da cota transportava uma espécie de maldição.

 Pouco depois do término da produção, K adoeceu gravemente e teve de passar por uma cirurgia delicada. Em seguida, uma nova tragédia. O compositor da banda sonora, Christoph Comeda, sofreu uma queda acidental, entrou em coma e faleceu meses depois. Mas o pior ainda estava para vir. No Verão de 1969, o episódio mais devastador consolidaria esse encadeamento sombrio.

Tal como no filme Sharon Tade, a esposa de Polansk, estava grávida de 8 meses quando a sua vida foi brutalmente ceifada por seguidores de Charles Manson. Para muitos, já não se tratava de coincidência. Quase 15 anos depois, o da quota voltaria às manchetes, desta vez presenciando um dos crimes mais famosos e polémicos de todos os tempos.

Em 1973, quando se mudou para o Dakota, John Lennon já conhecia a má fama e as histórias de assombrações que o cercavam. Aos amigos mais próximos, ele dizia que o edifício era deliciosamente assombrado. Este período de paz e harmonia duraria 7 anos, mas seria brutalmente interrompido. Na noite de 8 de dezembro de 1980, John Lennon e Yokoono atravessaram a calçada do Upper West Side em direção ao edifício da cota.

 A entrada estava iluminada como sempre. As luzes amarelas derramando um brilho frio sobre o asfalto. Tudo parecia rotina. O silêncio da rua, o som longínquo do trânsito, o peso familiar do dia que terminava. John Lennon, um dos Beatles, morreu assassinado. O crime foi no final da noite de ontem em Nova Iorque. Lenon chegava a casa com a mulher Yokoono, quando o homem se aproximou, puxou um revólver e disparou vários tiros sobre o artista.

A morte violenta de John Lennon chocou muita gente no Brasil. Aqui tinha alguns amigos. Tivemos no Japão agora que foi com a Yok para o Japão e agora não, há pouco tempo que ele onde ele estava a dizer que tava a fazer um negócio meio oriental, percebe? Porque ele a brincar, ele disse: “Não sei quanto tempo de vida vou ter à frente do portão, Mark Dave Chapman esperava.

 Horas antes, já se havia aproximado de Lennon. Estendido um disco e recebido um autógrafo com a calma de quem ainda não tinha decidido o que faria. Chapman transportava dentro de si uma convicção distorcida, uma mistura de adoração cega, ressentimento acumulado e a ideia fixa de que precisava de silenciar o homem que para ele representava contradições intoleráveis.

Quando o casal se aproximou, os disparos euaram na noite fria, curtos e definitivos. Lenon caiu no passeio, foi socorrido às pressas, levado para o hospital, mas não resistiu. O edifício da cota manteve-se imóvel. As suas torres góticas, os seus arcos sombrios, as suas janelas que pareciam sempre observar. Tudo ficou exatamente como sempre esteve.

Testemunha silenciosa, o edifício absorveu o momento como absorver a tantos outros ao longo de um século. Um segredo que o tempo não explica, mas que o próprio edifício parece guardar para sempre. Alguns visitantes juram sentir a presença solitária de Lennon na mesma calçada, envolta numa neblina que nunca se dissipa.

 Outros procuram o seu vulto na penumbra da noite, nas janelas elevadas e nos corredores escuros do da cota, talvez na companhia da jovem ruiva, agora já não tão solitária. Se alguém o encontrar um dia, provavelmente não verá um ser translúcido deambulando sem rumo. será mais subtil. Uma brisa leve que sopra apesar das janelas fechadas, uma melodia suave que ecoa pelas salas vazias, o eco persistente de uma alma que amou tanto aquele isolamento que acabou por se tornar parte dele.

Strawberry Field. Atravessemos agora o Atlântico e regressemos a Liverpool, onde a suposta maldição dos Beatles parece fincar raízes profundas no solo britânico. Strawberry Field, eternizado na canção psicadélica Strawberry Fields Forever, está longe de ser apenas um refúgio onírico da memória infantil de John Lennon.

 Antes de se tornar um símbolo pop, o local foi um orfanato do exército da salvação, inaugurado em 1936, rodeado por muros altos e jardins densos, quase selvagens. Para o jovem Lennon, aquele espaço era um refúgio. Muitos anos depois, no auge dos seus poderes criativos, John voltaria a sua mente para os seus dias de infância, para escrever uma das canções mais memoráveis dos Beatles.

Ele e um grupo de rapazes costumavam vir e assobiar para as meninas. E tínhamos uma árvore muito grande no jardim com um galho grosso, onde costumavam sentar e assobiar para as meninas. João Lennon era um bom rapaz, realmente um rapaz muito bom. Relatos muito anteriores à fama dos Beatles falam de manifestações estranhas na zona desde o século XIX.

Objetos que se moviam sozinhos, gargalhadas infantis ecoando após o pô do sol e a sensação persistente de que algo observava do meio das árvores. Alguns historiadores locais falam num poltergast ligado a crianças que morreram na região ainda antes da fundação do orfanato. Lennon, sempre fascinado pelo invisível e pelo absurdo, teria absorvido estas experiências.

O orfanato encerrou as suas atividades em 2005, mas o local nunca ficou verdadeiramente vazio. Desde a abertura do centro de visitantes em 2019, Os turistas relatam sensações desconfortáveis, arrepios súbitos, a impressão de mãos pequenas a puxar roupas e um odor agre doce que muitos descrevem como morangos passados.

 Uma visitante afirmou ter visto uma figura infantil vestida de branco, correndo entre os portões antes de desaparecer em pleno ar, deixando apenas um riso agudo no silêncio do entardecer. A maldição de Strawberry Field não se impõe com violência, ela infiltra-se lentamente, provocando uma melancolia profunda, como se as almas esquecidas do lugar procurassem companhia.

Ao cair da noite, alguns juram ouvir acordes distorcidos de uma guitarra invisível e a coar entre as árvores. A canção que teria selado o eterno laço de Lenan com aquele solo inquieto. Parque de Fogo. Mais a sul de Inglaterra, em Hion Thes ergue-se Fryer Park, a imponente mansão vitoriana adquirida por George Harrison em 1970.

Com os seus jardins labirínticos, grutas artificiais e mais de uma centena de quartos, a propriedade parece retirada de um pesadelo romântico. Muito antes de Harrison comprar a mansão, o Fryer Park já era considerado um castelo assombrado. Sir Frank Crisp, que construiu a mansão no final do século XIX, costumava dizer que nunca deixaria o imóvel.

 Ele acreditava que o seu espírito continuaria ali, deambulando pelos jardins e pelos túneis. escondidos sob a casa. E, ao que tudo indica, ele estava certo. Logo após o seu falecimento em 1919, inúmeros funcionários e residentes, incluindo George Harrison, relataram encontros bizarros com o fantasma de Sir Frank Crisp. George Harrison acreditava ter encontrado ali um refúgio espiritual, mas cedo percebeu que a mansão exigia algo em troca.

 Ele relatou ter visto a figura de Crisp a caminhar entre as árvores e numa madrugada de 1972 acordou com uma presença gelada ao pé da cama, murmurando frases em latim arcaico. O brutal ataque sofrido por Harrison em 1999 dentro da própria mansão foi visto por muitos como a manifestação física de uma violência latente que parece orbitar o local.

Hoje o Fire Park permanece encerrado ao público, mas aqueles que se aproximam dos portões relatam repentinas névas, silêncio opressivo e ocasionalmente o som distante de um citar a tocar sozinho. Estes lugares não são apenas pontos marcados pela história dos quatro rapazes de Liverpool, mas os nós de uma mesma teia invisível, uma subtil maldição espalhada em acordes, memórias e silêncio.

 A tradução perfeita do que foram os Beatles e serão sempre um raio de luz a romper a escuridão, uma voz distante eando no abismo dentro de nós. E acredita em lugares assombrados e almas perturbadas pelo peso da fama? Estamos ansiosos para ouvir a sua opinião. E se gostou deste vídeo, deixe o seu like, o seu hype e não se esqueça de se subscrever no canal mais sobrenatural do Brasil. Esperamos vê-los em breve.

 Até lá.

 

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