Aquelas mãos frias e invisíveis pareciam querer sufocá-lo a qualquer custo. Incompleto desespero, Portiol reuniu as suas últimas forças e começou a gritar desesperadamente. E os seus gritos rapidamente acordaram a casa inteira. Socorro! Socorro! alguma coisa a apertar o meu pescoço.
Eu pensava que era uma pessoa apertando-me o pescoço. Eles vieram correndo com lanterna tal, olharam. Eu disse: “Que que aconteceu? O que aconteceu? Eu disse: “Há alguém apertando o meu pescoço. Há alguém a apertar?” Alguém tentou matar-me, apertar o meu pescoço. Olharam para tudo, olharam para tudo, olharam janela, porta, não tinha nada.
Porreiro, voltaram a dormir. Eu fiquei no mesmo lugar, sozinho naquele quarto. Mas a paz foi breve. Pouco tempo depois, o mesmo aperto voltou ainda mais forte. Dormi de novo, de novo apertando o meu pescoço. Comecei a gritar, a gritar apertando-me o pescoço. Socorro, socorro. Foram de novo lá, ainda mais assustados.
Aí é que aconteceu? Peguei num colchão e Fui dormir com eles para o outro quarto. Na manhã seguinte, a verdade revelou-se e era a aterradora, mesmo em frente ao quarto onde dormira sozinho, um local esquecido onde, durante gerações, os moradores da quinta foram sepultados. O campo de sepulturas, silencioso, parecia vigiar a casa durante a noite, lançando a sua sombra sobre quem ousasse dormir sozinho.
- No outro dia, quando acordei, isto real, quando acordei no outro dia, que fui ver, à frente do meu quarto tinha o cemitério da quinta. Ai, mesmo em frente assim do quarto, assim, ó. Eh, não à frente logo assim, mas assim é um, sei lá, ó. 600 m era onde muito as pessoas eram sepultadas da quinta, uma quinta muito antiga, casa antiga.
E isso aí nunca mais me esqueci que a a sensação que eu que eu tive que tinha alguma pessoa a apertar realmente o meu pescoço. Isto era um sonho, era um pesadelo, era medo que tinha de dormir sozinho. O que é que era isto? Esta é uma realidade espiritual. Ali é um grande obsessor que é onde estava incomodado com todas as aquelas visitas.
Sim. E ali no caso ele foi ao lado de quem tinha mediunidade. Então eles procuram quem tenha a sensibilidade espiritual. Então não mexem com quem não tem a sensibilidade espiritual. É mesmo? Só vão com quem tem. Eles só se aproximam de quem tem a sensibilidade espiritual. Ali é um apelo de ajuda, mas neste caso você contando aqui traz que se sentiram todos muito incomodados, aonde a a própria quinta em geral eram de pessoas de espíritos que tinha espíritos muito perturbadores.
E os donos de da quinta ali também eram pessoas que estavam também a passar por Parece que os donos da quinta estavam sepultados ali naquele cemitério em frente ao quarto. Aqui traz que os donos passando por momentos de dificuldades e tristezas emocionais. Portanto, ali aquele ataque que recebeu na nossa religião, chamamos de obsessores, espíritos que ainda não receberam as luzes, a iluminação, não não compreendeu ainda a morte e fica ali atormentando.
Eles enforcam, eles é tudo. A a sua prioridade é o enforcamento, apanhar aqui, enforcar ou que nem esta senhora, puxar a coberta, causar o medo. Que loucura isto. Seja o que for, o que aconteceu naquela madrugada permanece um mistério absoluto. Mas para Celso Portioli, a simples recordação do que viveu naquela quinta ainda é motivo de horror.
Guilherme Weber, o tabuleiro ou Ija. Em 2024, o consagrado ator Guilherme Weber revelou num programa de TV experiências tão assustadoras que fariam qualquer guião de filme de terror parecer uma brincadeira de crianças. A tua história, por exemplo, envolve uma coisa que eu tenho a certeza que todo o mundo aqui tem uma história deste tipo, mais ou menos, para contar, que é o quê? Medo de espírito. Espírito.
Eu tenho pavor de espírito desde criança. Espírito, demónio, Satanás. E eu acho que foi por culpa de uma novela que passava aqui na Globo, que tinha um pacto com o diabo. Era Flávio Galvão, era o diabo. E eu era criança, via esta novela, adorava, tinha medo, porque o medo e o fascínio andam juntos. Uhum. Eu estou aqui para ajudá-la a ter tudo que sempre aquilo sempre sonhou.
Vai ter tudo. Espera um bocadinho. Quer dizer, isto se aceitar fazer um pacto comigo. Desde muito pequeno, Weber já sentia medo de espíritos e assombrações. Mas com o tempo e as histórias que ele viveu, esse medo transformou-se num verdadeiro pavor. Tudo começou de forma subtil, quase impercetível. Numa ocasião, Guilherme cuidava do gato de uma amiga quando se apercebeu de algo estranho.
Eu pensei que esse medo passaria depois de adulto, mas não passou. Há uns dois há meses, tive que cuidar do gato de uma amiga. Cheguei lá e comida, água e tentando socializar com o gato e o gato não me olhava, ficava aí, olhava para lá e olhava para a porta. Início eu disse à minha amiga, não é, pelo por mensagem: “Ah, estou aqui na tua casa”.
Ela chamou-me por mensagem de vídeo. Não, porque o meu gato é médio. Quando ela falou, o meu gato é médio. É o gato Chico Xavier. É porque gato vê os espíritos e eu não, eu disse, não vou mais voltar na sua casa. Isto no outro dia, há dois meses. Eu tenho medo. Tenho gato, tenho muito medo. Criança, eu tenho medo. Criança com gato.
Criança com um gato é um combo, certo? Embora a sua amiga tenha brincado dizendo que o seu gato era médium, muitos acreditam que não se trata apenas de superstição. Muitos especialistas em Os fenómenos paranormais afirmam que os felinos funcionam como antenas para espíritos, alertando para presenças invisíveis com atitudes que podem parecer bizarras, mas que são sinais claros de que algo fora do nosso mundo está a observar.
O verdadeiro terror, porém, só se revelou quando tinha 14 anos. A mãe de uma amiga trouxe dos Estados um tabuleiro ouja. E o que parecia uma brincadeira de adolescentes com alguns adultos presentes tornou-se uma experiência quase insuportável. A primeira questão, está alguém aí? recebeu um yes rápido e firme.
A partir dali, o impossível começou a manifestar. A minha sobrinha de 3 anos, ela tem muitos amigos imaginários e e manda um beijo pros amigos. Eu fico apavorada. Tem que exorcizar esta criança. Mas já viu alguma coisa? Portanto, aí já foi uma foi um momento assim, eu era muito miúdo, devia ter uns 14 anos. Eh, não parece assim tão miúdo, mas e uma, a A mãe de uma amiga minha tinha voltado Estados Unidos e comprou uma tábua deja, que é o nada, é o jogo do copo.
E começámos numa noite a fazer a tábua deja, concentra, põe o dedo, a tábua tá escrito, era uma tábua que ela comprou nos Estados Unidos, estava escrito y no as letras do alfabeto e aqui em baixo goodby que eu achava a coisa mais assustadora. E aí começamos a primeira questão. Tem alguém aí? Negócio? Sim.
Eu já tava na varanda já desesperado tentando nervoso. Enfim, começamos a os espíritos começaram a falar connosco. Um dos que mais impressionou foi o seguinte. Um espírito, primeira frase que compôs, a sua filha chora. apavorante. A mãe da minha amiga disse: “Sim, ela chora o tempo todo e ele falou: “Ela é alérgica ao amaciador”.
Não é verdade? A menina chorava sem parar. Eu conheço a menina hoje, uma menina alérgica, muito alérgica a tudo. E a garganta dela estava fechando. Era alérgica ao amaciador da roupinha, do do lençol, da da colcha. Olha, O Pânico tomou conta do grupo. Em seguida, outro espírito previu que a primeira criança a nascer nessa manhã no Hospital das Clínicas chamar-se-ia Hélio.
E, por mais incrível que pareça, este aconteceu. Outro falou: “Eu serei a próxima criança a nascer esta manhã no hospital das clínicas. E a mãe da minha amiga disse: “Prove”. E ele disse: “Ligue para o hospital”. E ela ligou depois, tipo, 7 horas da manhã e disse que era uma promessa que ela tinha feito, que ela queria saber o nome da primeira criança que tinha nascido e e o espírito falou: “Me chamarei Hélio”.
Hélio, ainda um nome muito específico, certo? Podia ser o Eno, podia ser qualquer um, não. Hélio. E depois ela ligou para o hospital e disse que tinha uma promessa, que ela queria saber o nome e a mulher disse: “Oh, deixa-me”. Depois disso, a casa tornou-se o palco de fenómenos inexplicáveis. Portas e gavetas abriam-se sozinhas, talheres apareciam espalhados e o chuveiro ligava e desligava a meio da noite.
A sua família chamou uma médium que confirmou: “Havia espíritos na casa e ainda desejavam comunicar”. E apesar do pavor coletivo, uma nova ronda de Oía foi realizada. No dia seguinte, começaram as coisas acontecer em casa da minha amiga. Portas abriam, gavetas abriam, o chuveiro abria. Ela chegava à cozinha, estavam todas as gavetas abertas, os talheres estavam todos em cima da mesa.
E aí o que aconteceu foi que ela ficou apavorada, claro, já teria mudado de casa. Esquece, chamou uma médium e a médium falou: “Iso que estão a fazer? Vocês fizeram é muito grave”. Não é brincadeira. Eu pensei que ela ia dizer vagina. Não, tá deja não é brincadeira, isto é muito grave.
Então as pessoas, estes espíritos querem expressar-se e estão na casa pedindo mais tábua. Depois reúna todo mundo que participou nessa noite e e vamos fazer uma sessão com todos para encerrar quem está aqui que quer se comunicar, porque há espíritos que ficam e há espíritos que seguem com as pessoas. Depois claro que fui a correr, certo? Convenceu-me melhor, ela é um argumento maravilhos.

Espíritos obsessores que ficam consigo. Voltamos. O primeiro espírito que entrou, tem alguém aí? Sim. E a coisa é tão rápida que chegou uma altura em que ela já não, a gente já nem precisava de pôr o dedo. Lá pelas 6:30 da manhã, a médium vira para mim e diz assim: “Há uma pessoa aqui para ti, Guilherme, um grande amor de muitas vidas está aqui para se despedir.
” Sabe esta saudade que você sente, essa nostalgia que sente? Eu sempre fui um um miúdo muito feliz, muito animado, mas tive picos reais de melancolia, de nostalgia. quase como se fosse uma depressão mesmo, leve assim, mas tinha esses momentos. É saudades dela. Viveram muitas vidas juntos, eh, passaram por muitas coisas juntos. Você voltou ao novo ciclo e ela não.
Vocês inclusive passaram por muitas guerras juntos. A primeira grande guerra que vocês passaram, foste um soldado ferido, foi a enfermeira que cuidou de si. Numa outra guerra, vocês os dois foram soldados. Às vezes era ela, outras vezes era ele. E e você voltou. E nessa última vida ela não.
E ela veio para se despedir. E e na na altura em que ela disse isso, eu senti as minhas pernas a formigarem, pesando muito, aquecendo. E a médium olhou para as minhas pernas nesse momento, falou: “Ela está a atirar o amor perfeito no seu colo”. E a o triângulo passou pelo goodbye, baixou e a média disse: “Nós terminou”. E eu disse: “Mas esta saudade, esta a nostalgia não era má, era boa”. E.
Ela disse: “Ah, mas passou. Elice Cooper, a casa do lago. Quem imaginaria que Elce Cooper, um dos maiores ídolos do rock, conhecido mundialmente pela sua performance sombria nos palcos, acabaria por se ver obrigado a fugir de assombrações pouco amistosas na vida real, pois isso realmente aconteceu no início dos anos 80, enquanto o astro estava hospedado numa enigmática mansão em Nova Iorque.
Já teve algum tipo de experiência paranormal? Sabe, uma coisa estranha aconteceu com Joe Perry. O Joe Perry e eu estávamos numa casa que o meu empresário possuía em Copac, Nova Iorque. Eu sei, é estranho, não é? Se fosse procurar um local para filmar um filme de terror, seria esta casa. No primeiro dia, entrei, abri a minha mala, fui à casa de banho.
Quando regressei, a mala estava novamente fechada. OK, acabei de sair da reabilitação. Entro na casa de banho e a água estava ligada. Isso é estranho. Não me lembro de ter aberto esta torneira o dia todo. Isso aconteceu o dia inteiro. Então, aquela noite ao jantar, estamos ali sentados e toda a gente está a comentar, eu coloquei a minha paleta de guitarra aqui e ela acabou ali e enquanto conversávamos, o porão estava mesmo debaixo de nós.
De de repente começou um barulho. Não era só um rangido. Era como se alguém estivesse arrastando móveis no porão. E nós os dois ali sentados, olhando um para o outro. Parecia uma cena de abalt e costelo, sabem? O imóvel que se encontrava isolado e rodeado por um lago era o local perfeito para aflorar a criatividade, mas algo mais acabou por aflorar.
[Música] Que desde os primeiros dias algo parecia errado naquela mansão. Vocês não vão acreditar nesta história assustadora que descobri sobre o lendário Cooper. Aquele mesmo, o tipo que revolucionou o rock com as suas performances teatrais e que não acreditava em fantasmas. Quem diria que este mesmo homem que fazia espectáculos com caveiras e cobras verdadeiras e transformava o palco num verdadeiro espetáculo de terror acabaria por passar por um sufoco daqueles na vida real? Aconteceu no início dos anos 80, quando
Cooper ficou hospedado numa mansão antiga em Nova Iorque. E foi aí que o Rockstar descobriu que com o além não se brinca. O que era para ser apenas um final de semana tranquila, transformou-se numa experiência assustadora, com acontecimentos inexplicáveis que deixaram até o mestre do Shock rock totalmente aterrorizado.
Pequenos acontecimentos começaram a inquietá-los. Vultos que cruzavam soleiras, sons de incómodos passos vazios. Era como se algo invisível estivesse espreita. Contou o que lhe vinha acontecendo e para seu espanto, Joey Perry admitiu estar a viver a mesma coisa. Eles ainda não sabiam, mas a verdade estava prestes a ser revelada.
Perante os persistentes ruídos, Alice Cooper, Joe Perry e dois assistentes decidiram enfrentar o porão. Cada degrau parecia levá-los ao outro mundo. Frio intenso, paredes de pedra, sombras que se mexiam rapidamente, como se observassem cada movimento. De repente, sentiu-se empurrão nas costas e gritou: “Pára com isso, Joe.” Mas ao virar-se, viu que Joe estava do outro lado da sala e ninguém havia tocado nele.

O choque e o pânico foram instantâneos. O grupo subiu a correr às escadas, jurando nunca mais voltar àquele lugar. Mais tarde, Alice Cooper relatou que os sons que ouviram naquela noite eram tão perturbadores que ele poderia jurar tratar-se de 20 homens a arrastarem-se no porão. Na manhã seguinte, enquanto arrumavam as malas, Hélice ainda ouviu risos infantis a ecoar do porão, o que acelerou a sua partida.
Já dentro do carro, enquanto se afastavam da propriedade, Joe Perry olhou pelo retrovisor e viu a figura de um homem mais velho parado à beira do lago, observando-os em silêncio. Ao relatar os acontecimentos ao amigo e atual proprietário, descobriu que a história pregressa daquela mansão era ainda mais assustadora.
Muitos anos antes, uma terrível tragédia havia ocorrido no imóvel. Por negligência, o filho mais novo dos antigos proprietários, um rapaz de 8 anos, tinha-se afogado no lago que rodeava a casa. O seu pai, devastado passou o resto da vida isolado na cave, preso à dor e ao remorso. De repente, tudo fazia sentido.
Nós saímos pela porta na hora. Então perguntei ao meu empresário: “Esta casa em Copaque, qual é a história dela?” E ele disse: “Oh, sim. Foi lá que o gajo escreveu horror em Ametville.” E eu fiquei o quê? E tu ia dizer-me isso quando? Talvez o espírito da criança ainda rondasse os corredores e as salas da casa brincando a abrir e fechar as malas dos convidados.
Enquanto o espírito do seu pai, englutado, passava as noites a sofrer no porão e os dias tentando encontrar o filho à beira do lago. E você, acredita na comunicação com os espíritos? Adoraríamos ouvir a sua opinião. E se gostou do vídeo, não se esqueça de gostar, partilhar e deixar o seu hype.
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