Why is Rio Grande do Sul so haunted?

 

 Estava vestida como enfermeira, mas era um uniforme antigo. O mais estranho eram que os olhos tinham um brilho esbranquiçado. Fui chegando perto, pensando que era alguma funcionária perdida, mas quando cheguei a uns 3 m, ela desapareceu, desapareceu no ar e não se ficou por aí. Uns meses depois, vi uma menina a andar ali também.

 Estava com camisola e cabelo colado à testa. Ela parecia triste e caminhava devagar. Desta vez fiquei parado a rezar até que ela desapareceu também. Em São Pedro, o que enlouquece às vezes não é o doente, é o próprio lugar. Teatro Guarani Pelotas. No centro histórico de Pelotas, o teatro guarani ergue-se como um verdadeiro templo das artes, mas também como palco de mistérios que atravessam gerações.

Inaugurado em 1921, o imponente edifício alberga não apenas apresentações culturais, mas também histórias que desafiam a lógica. Ouvimos os relatos de moradores que contam o que acontece dentro destes edifícios históricos depois de as portas fecham. Barulho é o que mais se ouve também no Teatro Guarani.

 Um edifício imponente fundado em 1921 por um coronel apaixonado por óperas. Os os funcionários dizem que o barulho é constante, mesmo com o palco e o público vazios. Eu venho lá ao porão, vou ao escuro, mas para mim é normal que tenha sido criado aqui. Agora uma pessoa se entrar ali no escuro e entrar não entra. Ah, não entra. Não entra.

Sempre quando se está aqui a varrer, principalmente quando estou a varrer, é sempre cheiro forte a perfume, muito forte. uma vela quando faltava a luz, nós acendia, a vela apagava-se, regressava a acender e a vela voltava a apagar-se. A gente ouvia barulho de de corrente, se ouvia gemido na parte do porão em baixo, se asustar de querer sair à rua e não querer regressar para dentro do edifício de nós.

 Mesmo com as cortinas fechadas, o palco vazio e a plateia deserta, sons inexplicáveis ​​ecoam pelo salão. Portas batem, há movimento nos camarins, a ópera começa, [Aplausos] mas o teatro está vazio. [Aplausos] [Música] O silêncio nunca é completo dentro do teatro. Para os funcionários, não há dúvida sobre a origem do ruído. É o avô Rosauro, diz com convicção Paulo Ricardo Rocha, que trabalha no local há anos.

 De fato de linho branco e bengala, só pode ser ele a cuidar do seu teatro. É o avô andando por aí. A verdade, ninguém a sabe ao certo, mas em Pelotas poucos se atrevem a ficar sozinhos no Guarani depois do anoitecer. Porque quando as luzes se apagam, o avô rosauro continua a sua eterna ronda. No centro histórico de Triunfo ergue-se a imponente casa natal de Bento Gonçalves.

Foi nesta casa aqui que em 1788, no dia 23 de setembro que um dos heróis da revolução farropira nasceu, Bento Gonçalves da Silva. E esta casa hoje se dedica ao Museu Farropilha, uma homenagem aos heróis que participaram desta gloriosa revolução dos gaúchos, comemorada historicamente no dia 20 de setembro. Durante o dia, o local é um marco de memória, repleto de relíquias, espadas, fardamento, documentos que contam a trajetória dos farrapos.

 Mas quando a noite cai, algo muda. Moradores e os visitantes referem sentir uma presença nos corredores silenciosos. Passo secou no vazio, portas rangem sem explicação e sombras movimentam-se entre os objetos antigos. Vivo em Triunfo desde criancinha e a minha avó dizia sempre que a casa onde o Bento Gonçalves nasceu está assombrada.

 Eu mesma nunca vi nada, mas o pessoal conta que uma vez um espingarda que foi utilizada na guerra dos farrapos começou a flutuar. Dizem que é o fantasma do próprio coronel Bento Gonçalves que mexe no espingarda. Um primo meu já ouviu barulho de tiro dentro da casa à noite e não tinha ninguém lá dentro.

 Eu não acredito muito nessas coisas, mas eu é que não vou lá para ver. Há quem tenha visto em lampejos a silueta de um homem envergando a farda dos farrapos. Uns dizem que é o próprio Bento Gonçalves regressando ao lugar onde viveu. A energia do museu parece pulsar com a história, misturando o passado e presente de formas subtis e misteriosas.

Para muitos, esta não é apenas uma coincidência. A visão dos fantasmas farroupilhas sugere que mesmo após a passagem, os espíritos dos combatentes permanecem ligados àquele espaço. Castelinho do Alto da Bronze. Em meio ao concreto moderno de Porto Alegre, uma construção em pedra chama a atenção pelo contraste e pela aura inquietante que parece envolvê-la.

 é o castelinho do Alto da Bronze, edificado nos anos 1940 por Carlos Eurico Gomes, homem obsecado por castelos medievais e por Nilsa Link, uma jovem de 18 anos que ele teria amado com a mesma intensidade com que o controlou. Em nome deste amor doentio, Carlos Eurico Gomes seguiu à risca os contos em que a princesa é aprisionada na torre de o seu castelo.

 Ali, atrás de portões fechados e paredes espessas, Nilsa viveu como uma prisioneira durante 4 anos, isolada, vigiada e silenciada. Os relatos dela, mais tarde reunidos em um livro de Juremir Machado da Silva, revelam um quotidiano sufocante. Um caso de cárcere privado em pleno centro da cidade, um castelo medieval, uma mulher chamada Nilsa Link ficou presa naquele castelo.

 Este castelo que foi construído por um tipo muito poderoso, médico, político, cara muito rico. Carlos Eurico Gomes aprisionou aqui esta jovem com 18 anos, a Nils Link, durante 5 anos, quase 5 anos. e onde ela viveu uma um caso de Rapunzel literalmente. O que mais teria acontecido entre aquelas paredes longe dos olhos do mundo? Desde então, o castelo mudou de proprietários, tornou-se uma discoteca e, por fim, caiu num silêncio que poucos ousam perturbar, mas o local parece não ter esquecido.

Gente, estes dias fiz um vídeo aqui pro Instagram do Certo, contando um pouco da história da Newalink, que é conhecida como a prisioneira do castelinho, deste castelinho aqui. E hoje vou ter a oportunidade de entrar nele. Dá aqui a falar um saral. Então, vou levar-vos comigo para conhecerem um pouco de como é o celin por dentro.

Quase ninguém em Porto Alegre conhece o castelinho do Alto da Bronze por dentro, mas toda a gente tem essa curiosidade. Eu Entrei durante um último seral cultural, a despedida antes da casa ser entregue de volta aos proprietários. Por dentro, o castelinho parece um labirinto. Os corredores são super estreitos, as escadas parece que não o vão levar a lugar nenhum.

 Tem portas escondidas e é um lugar que parece que confunde toda a a tua lógica. É realmente uma sensação de a claustrofobia está lá dentro. Ele foi construído por Carlos Eurico Gomes com a desculpa de dar uma vida de princesa para a sua mulher, a Nilsa Link. Mas a arquitetura mais parece ter sido feita para aprisionar do que para acolher alguém.

 Foi aqui que a Nilsa viveu os os seus anos mais negros, sem acesso a nenhuma janela, como esta aqui, que ela jamais poôde abrir enquanto viveu no castelinho. Lá dentro, durante este evento, percebi que poucos conheciam a sua história. O clima de muitos ali era de festa, de conversa alta, de riso fácil, como se aquele passado não tivesse deixado qualquer rasto no castelinho.

 Mas para mim era impossível ignorar. A casa guarda algo que não dá para a gente ver assim a olho nu, mas dá para sentir e muito. Moradores relatam vozes sussurradas, portas que se abrem sozinhas e passos no segundo andar, mesmo quando não há ninguém lá dentro. Alguns perguntam-se: será que aconteceu algo pior ali dentro? Nilsa escapou, mas a quem acredite que outra presença permaneceu, algo que nunca saiu.

 Isto aconteceu já há uns 10 anos. Na altura, trabalhava num bar junto à rua Fernando Machado. Eu saía por volta das 10 da noite e sempre passava pelo castelinho, mais ou menos nesse horário. Uma noite, arrepia-me só de recordar, ouvi uma mulher a me chamando. Eu estava na calçada do castelinho e na altura pensei que fosse alguém na rua.

 Quando me virei para trás, não estava ninguém. Eu parei meio confuso e do nada a voz chamou-me de novo: Alex. O meu nome é Alexandre e ninguém me chamava-se Alex. Foi quando percebi que a voz vinha de dentro do castelinho. Fiquei parado, olhando pras janelas do segundo andar durante uns 10 segundos, mas não vi nada.

 Quando eu já estava a sair, ouvi de novo a voz. Imediatamente olhei para a janela do castelinho e vi uma mulher a olhar para mim da primeira janela. Parecia que ela estava a chorar, mas não falava nada. Quando eu perguntei o que ela estava ali a fazer, ela desapareceu. No dia seguinte, quando contei a um colega meu o que tinha acontecido, começou a rir e disse que era alguém a tentar assustar-me.

 O dono do bar, que nos tinha ouvido a conversar, aproximou-se mais e disse algo que nunca esquecerei. Respeite os mortos. Depois contou a história do castelinho e das mulheres que foram presas lá. Até hoje tenho para mim que uma delas tentou falar comigo naquela noite. Hoje o castelinho do Alto da Bronze é mais do que uma construção histórica.

 É um ponto fixo no mapa das assombrações de Porto Alegre, um lugar onde o passado murmura ainda pelas frestas de pedra, esperando talvez ser finalmente ouvido. [Música] Museu do Grupell. Nesta antiga adega em Pelotas, a assombração parece gostar de pregar partidas aos seus visitantes. Conhecido como museu do grup.

 Este local é o lar de uma figura misteriosa que ganhou fama como o fantasma do parafuso. Verdade ou não? O certo é que estas histórias mexem com o imaginário da população. Que tal o fantasma do parafuso? Ele seria uma espécie de alma protetora do museu do grupell, onde no passado se produzia vinho. Era um andarilho. A origem do apelido ninguém sabe explicar, apenas que ainda em vida era como um ajudante de produção.

Ninguém sabe ao certo a origem do tal fantasma. Alguns afirmam que se tratava de um andarilho conhecido apenas pelo sugestivo apelido de parafuso. O que se sabe é que de tempos a tempos parafuso ajudava na produção de vinho em troca de abrigo e de alimentação. Isto até ele ser misteriosamente encontrado sem vida junto dos barris de vinho branco.

 Alguns teorizam que o homem bebeu até cair e foi assim que o finado parafuso tornou-se uma espécie de protetor da antiga vinícula. Há relatos, não é, que ele fazia alguma estraguinagem, não é, ele azedava o vinho quando o pessoal invadia aqui para apanhar algum vinho, para fazer alguma festa escondido. Seja o que for, a verdade é que os casos como estes já fazem parte da história da própria cidade e continuam a fazer muita gente se perguntar, será verdade ou lenda? Aconselha se cautela aqueles que desejarem provar o vinho alheio.

E acredita que os lugares possam guardar algo mais para além de memórias? Adoraríamos ouvir a sua opinião. E se gostou do vídeo, ajude-nos deixando o o seu like e o hype. E se ainda não for inscrito, este é o momento. Esperamos vê-los em breve. Até lá. เฮ [Música]

 

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