O TÃO SONHADO AMOR ETERNO muitos desafios. Hoje, aqui no Quem Quem, vamos recordar casais icónicos que são a história da dramaturgia do Brasil. Queridos e talentosos, não só construíram uma bonita história de amor, mas também fizeram belos trabalhos juntos. Seja muito bem-vindo e vamos embarcar nesta viagem nostálgica. É a partir de agora, começando pela Eva Vilma e pelo Carlos Zara.
de agora, começando pela Eva Vilma e pelo Carlos Zara. Os dois formaram um casal icónico da televisão brasileira. Esta dupla marcou gerações com o seu talento e amor. Os atores conheceram-se nos bastidores da TV Tupi e depressa se tornaram um dos casais mais acarinhados do pequeno ecrã. Contracenaram juntos em várias novelas.
Quem não se recorda da primeira versão de Mulheres de Areia, em 1973, onde Eva brilhou como as gémeas Rute e Raquel, enquanto Carlos interpretou o apaixonado Marcos. Outro grande trabalho seu foi em A Viagem, em 1975, onde Eva Vilma deu vida a Adiná, e Carlos interpretou o doutor Alberto. A química entre eles era inegável e transbordava para fora dos ecrãs.
Eles também estiveram juntos em Roda de Fogo, em 1978, sempre encantando o público com as suas actuações impecáveis. Os dois casaram em 1979 e estiveram juntos durante 23 anos, até à morte de Carlos Zara, em 2002, vítima de cancro no esófago. Tinha 72 anos. E o número 30, Valmor Chagas e Cacilda Becker. Estes são dois gigantes das artes performativas, que não só brilharam nos palcos, como também viveram uma bonita história de amor.
Conheceram-se em 1956, durante os ensaios da peça Gata em Telhado de Zinco Quente. Foi amor à primeira vista e depressa se tornaram indissociáveis, tanto na vida pessoal como profissional. Juntos, protagonizaram momentos inesquecíveis no teatro brasileiro.
Um dos trabalhos mais marcantes do casal foi a peça À espera do Gordô. Em 1969, durante uma representação desta peça, Cacilda sofreu um acidente vascular cerebral no intervalo. Infelizmente, faleceu 38 dias depois. Este momento trágico marcou profundamente a vida de Valmor. A história de amor deles é daquelas que aquecem o coração. Casaram e adotaram uma filha, a Clara Becker, em 1964.
casaram e adotaram uma filha, a Clara Becker, em 1964. A união durou até à morte de Cacilda, em 1969. Valmor continuou uma carreira brilhante após a morte de Cacilda, sendo um dos grandes nomes do teatro e da televisão brasileira, com papéis memoráveis em telenovelas como Locomotivas e A Favorita. memoráveis em telenovelas como Locomotivas e A Favorita.
Aos 82 anos, o ator tirou infelizmente a própria vida, em janeiro de 2013. Foi encontrado morto no seu sítio no interior de São Paulo. E mais um casal que esteve junto até à morte foi a Karen Rodrigues e o ator Paulo Altran. Os atores conheceram-se em 1972, durante os ensaios da peça Em Família. A química entre eles foi instantânea e depressa se tornaram grandes amigos.
O amor floresceu nos bastidores de outra peça, em 1973. E, a partir daí, não se largaram mais. Juntos, protagonizaram montagens inesquecíveis que marcaram o teatro brasileiro. Mas a sua parceria não se limitou aos palcos. Na vida real, Karen Rodrigues e Paulo Altran casaram-se em 1974 e ficaram juntos até à morte do ator em outubro de 2007, aos 85 anos, de cancro no pulmão.
Foram 33 anos de amor, cumplicidade e muitas histórias para contar. Carina teve também uma carreira brilhante na televisão, com papéis marcantes em telenovelas como A Deusa Vencida, Roda de Fogo e Sabor de Mel. E mais uma bonita história de amor aconteceu com François Forton, e Eduardo Barata. Com o seu talento e carisma, Françoise Forton conquistou o público em várias telenovelas.
Quem não se lembra dela é em Estúpido Cumprido, onde interpretou a sonhadora Maria Tereza. E em Tieta, como a vilã Helena, que nos fez odiá-la e amá-la ao mesmo tempo. Cada papel dela era um presente para os fãs. Conheceu o marido, Eduardo Barata, sempre envolvido em projetos que valorizam a cultura brasileira em 2010.
Quatro anos depois, oficializaram a união numa cerimónia repleta de amor e emoção. O casal partilhava a paixão pelo teatro e pela arte, e isso transparecia em cada projeto que realizavam em conjunto. Infelizmente, François Forton deixou-nos em janeiro de 2022, aos 64 anos, após uma batalha contra o cancro.
O viúvo, Eduardo, prestou uma emocionante homenagem nas suas redes sociais, mostrando o quanto era amada e admirada. E o número 27, Raul Gazola e Daniela Pérez. Ah, que saudades de um dos casais mais queridos da televisão brasileira.
Raul Gazola e Daniela Pérez formaram um par inesquecível, tanto na vida real quanto nas telinhas. Conheceram-se quando a atriz se estreou na TV, na novela cananga do Japão, na Manchete, em 1989. A paixão foi imediata e casaram no ano seguinte, em 1990. Mas a história de amor seria interrompida de forma trágica. Filha da conceituada autora Glória Pérez, Daniela era uma estrela em ascensão e brilhava como a Yasmin na novela de Corpo e Alma.
Na trama, contracenava com Guilherme de Pádua, que interpretava o Vira. Infelizmente, a ficção e a vida real misturaram-se, resultando num dos crimes que mais chocou o país. Daniela foi brutalmente assassinada por Guilherme de Padoa, em Dezembro de 1992, aos 22 anos.
Apesar da dor e da perda, Raul Gazola manteve sempre viva a memória da Daniela. Participou no documentário Pacto Brutal, da HBO Max, onde recordou os momentos felizes e a tragédia que abalou a sua vida. A força e a coragem de Raul Gazola em partilhar a sua história tocaram profundamente todos os que acompanharam o documentário. O documentário. E mais um lindo casal, Dionísio Azevedo e a atriz Flora Geni.
Foi nos bastidores da TV Tupi que Dionísio Azevedo e Flora Geni se conheceram e logo se tornaram inseparáveis. Dioniso, com o seu talento multifacetado, brilhou como ator, realizador e argumentista. Foi um dos pioneiros da teledramaturgia brasileira. Flora Geni, por sua vez, encantou o público em telenovelas como Gabriela e Os Gigantes.
Casaram em 1950 e partilharam mais de 40 anos de vida em comum, até ao falecimento de Flora em 1991, aos 62 anos. Dionísio viria a falecer em 1994, com 72 anos de cancro. Juntos, participaram em várias produções, entre as quais a novela Pompom Beijo Beijo, onde Flora interpretou a carismática Gema. Dionísio Azevedo deixou também a sua marca em telenovelas como O Astro, onde interpretou o inesquecível Salomão Ayala e Pai Herói, vivendo a personagem Nestor Garcia.

O casal enfrentou em conjunto os altos e baixos da vida, incluindo a perda trágica do seu filho Caçula, ou Noel, em 1969. Mesmo assim, permaneceram unidos e dedicados um ao outro até ao fim. Viu o número 25, Moná de Lassi e Geraldo Matheus. A atriz Moná de Lassi, com o seu charme e talento, iniciou a sua carreira na rádio.
E cedo conquistou os palcos e os ecrãs. Brilhou em novelas como Irmãos Coragem e Gabriela. Quem não se lembra dela é em A Gata Comeu e Dona Veja. Tal Geraldo Matheus, por sua vez, foi um dos pioneiros do teatro brasileiro. Foi diretor do Teatro Municipal do Rio e do Teatro Bloch e deixou a sua marca na história das artes performativas.
O amor entre ambos começou nos bastidores do teatro e logo se transformou numa parceria de vida. casaram em 1954 e tiveram dois filhos, entre os quais a talentosa atriz Cristiane Torloni. Os dois partilharam mais de 60 anos juntos, até ao falecimento de Geraldo, em setembro de 2023, aos 93 anos. E mais um casal conhecido, que também esteve junto até à morte, foi a Antônia Fontenelle e o Marcos Paulo.
Foi um dos grandes nomes da teledramaturgia brasileira. Ator e realizador talentoso, esteve à frente de sucessos como Despedida de Solteiro e Tieta. Como realizador, brilhou também em Dancing 10, Rock Santeiro e Fera Ferida. A sua contribuição para a TV brasileira é inegável e o seu legado continua vivo.
Já Antônia Fontenelle começou a sua carreira artística no teatro e cedo conquistou espaço na TV. O amor entre ambos começou em 2006 e cedo se transformou numa parceria de vida. Casaram e viveram momentos inesquecíveis juntos. Infelizmente, Marcos Paulo faleceu em novembro de 2012, com 61 anos, vítima de cancro, deixando uma saudade imensa.
Antônia Fontenelle, com a sua força e determinação, lutou para ser reconhecida como herdeira do realizador e em 2019 ela conseguiu finalmente. À Maria Della Costa e ao Sandro Polónio. Foi uma das grandes damas do teatro brasileiro. Na TV, participou em poucas telenovelas como Estúpido Cupido e Te Contei. E Sandro Polónio, por sua vez, não só interpretou, como também dirigiu e escreveu peças que marcaram a época.
Juntamente com a Amada, fundou o Teatro Popular de Arte em 1948, que mais tarde se transformou na Companhia Maria de la Costa. Percorreram todo o Brasil e levaram diversas montagens para a Europa, encantando sempre o público com as suas performances. Em 1954, a atriz inaugurou a sua própria sala de espetáculos, o Teatro Maria de la Costa, em São Paulo, projetado por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa.
Sandro Polono, à frente da casa, cria umjo, em 1946, e logo se transformou numa parceria para a vida. Casaram em 1948 e partilharam mais de 30 anos juntos, até ao falecimento de Sandro, em dezembro de 1995, vítima de cancro aos 74 anos. Maria de la Costa faleceu em janeiro de 2015, aos 89 anos, vítima de edema pulmonar agudo.
E mais um casal de atores que estiveram juntos até à morte. Humberto Magnani e Cecília Maciel. Imaginem, Humberto, com o seu inegável talento, conquistou corações em peças como Lua de Setim e As Margens do Ipiranga. É impossível não nos lembrarmos dele na novela Felicidade. A CIDADE NO BRASIL dupla imbatível, tanto na vida profissional como na vida pessoal.
A sua história de amor começou nos bastidores da Escola de Arte Dramática, onde se conheceram e nunca mais separaram-se. Cecília Maciel e Humberto Magnani partilharam não só o palco, mas também a vida, criando uma bela família com três filhos. Casaram em 1960 e ficaram juntos até à morte de Humberto, em abril de 2016, aos 75 anos. Cecília Maciel faleceu cerca de seis meses depois, em novembro, aos 67 anos, devido a complicações provocadas por uma pneumonia.
Foram parceiros em tudo, desde a produção de espetáculos até aos momentos mais simples do dia-a-dia. E o número 21. Vera Fischer. e Perri Sales. A história de amor deles começou nos bastidores da vida artística. Foram casados de 1972 a 1987. Vera Fischer, a nossa eterna Miss Brasil de 1969, brilhou em novelas icónicas como Brilhante, Reacho Doce e O Clone.
Já Perri Sales, com o seu charme e talento, deixou a sua marca em Mandala, onde interpretou o Laio. Foi nesta novela que, mesmo separados, contracenaram juntos, mostrando que a química entre ambos era inegável. Para além das telenovelas, Perry Salles também brilhou no teatro, em peças como Porcelana Fina e Confidências, onde foi dirigido pela própria Vera.
Eram parceiros em tudo, e isso transparecia em cada trabalho que faziam juntos. A sua relação não foi só de amor, mas também de amizade e respeito mútuo. Mesmo após a separação, Vera Fischer cuidou de Perry Salles nos seus últimos dias, mostrando que o carinho entre eles nunca acabou. Faleceu em junho de 2009, aos 70 anos, vítima de cancro.
E o número 20, Marieta Severo e Aderbal Freire Filho. Número 20. Marieta Severo e Aderbal Freire Filho. A atriz Marieta Severo, a eterna bebé de A Grande Família, tem uma carreira recheada de sucessos. Quem não se emocionou com as suas prestações em telenovelas como Laços de Família e Verdades Secretas? Aderbal Freire Filho, o mestre do teatro, dirigiu peças memoráveis como Incêndios, onde Marieta foi a protagonista.
Fundaram também juntos o Teatro Poeira, no Rio de Janeiro. Marieta Severo e Aderbal conheceram-se após os 50 anos, em 2004, depois de ambos terem passado por longos relacionamentos anteriores. Encontraram-se num momento de maturidade e construíram uma relação baseada no respeito e na parceria.
Mesmo vivendo em casas separadas há muitos anos, o amor e a cumplicidade entre eles eram evidentes. Durante a pandemia, em 2020, Aderbal Freire Filho sofreu um AVC hemorrágico e, a partir daí, passaram a viver juntos pela primeira vez. Marieta Severo cuidou dele com todo o carinho, transformando a sua casa num verdadeiro mini-hospital para amparar o marido. O realizador acabou por falecer em agosto de 2023, aos 82 anos, em consequência do AVC.
E mais um casal de atores que estiveram juntos até à morte, Olive Camargo e Marcos Plonka. Brilhou em novelas clássicas da Tupi, nos anos 70, como o Nino, o Italianinho, as Mulheres de Areia e o Meu Rico Português. Já Marcos Plonka, com o seu humor inconfundível, fez história na escolinha do professor Raimundo, como o inesquecível Samuel Blaustein, com o bordão Fazemos Qualquer Negócio. Sr Samuel Blaustein, Fazemos Qualquer Negócio. História do Brasil.
A sua história de amor começou nos bastidores da TV Tupi, onde se conheceram e apaixonaram. Casados durante muitos anos, a Olívia e o Marcos tiveram dois filhos, a Fátima e o Sidney, e construíram uma família bonita e unida. Olivia, mesmo após a sua reforma, continuou a fazer participações especiais em produções como As Cinco Panelas de Ouro, em 1982, e Irmã Catarina, de 1996.
Arcos, por sua vez, continuou a encantar o público com o seu talento para a comédia, até ao seu falecimento em 2011, aos 71 anos, vítima de enfarte. A atriz faleceu no dia 24 de dezembro de 2023 o número 18 e de fraser e chico martins e de fraser com o seu talento e carisma brilhou em novelas clássicas como bet rock feller e nino o italianinho no Chico Martins Música e a importância de ser fiel.
A sua história de amor é daquelas que inspira muita gente. Casados em 1960, viveram juntos mais de 40 anos, até ao falecimento de Chico, em abril de 2003, vítima de pneumonia, aos 78 anos. Betty, filha de mãe judia, converteu-se ao catolicismo em 1992 para sacramentar a união na igreja. A atriz morreu na passagem do ano, a 31 de dezembro de 2018, depois de ter sofrido problemas cardíacos aos 87 anos.
E também nesta lista está o casal de atores Fernanda Montenegro e Fernando Torres. É a nossa eterna dama da dramaturgia. Quem não se emociona ao recordar a sua prestação em Central do Brasil? E quem poderia esquecer a Doce de Mãe, onde brilhou e nos fez rir e chorar ao mesmo tempo. Já o ator Fernando Torres era um gigante no palco e na vida.
Na TV, brilhou ao interpretar o médico reformado Plínio Miranda, na novela Baila Comigo, e o sábio e misterioso Tio Romão, da novela Amor com Amor Se Paga. Juntos, fundaram o Teatro dos Sete, ao lado de Sérgio Brito e Ítalo Rossi. Foi um marco na história do teatro brasileiro. Mas não foi só em palco que esta dupla brilhou.
Na vida real, viveram uma história de amor digna de uma novela. Casados há mais de 50 anos, sempre foram o suporte um do outro, tanto nas conquistas como também nas dificuldades. Formaram uma família com dois filhos, a atriz Fernanda Torres e o cineasta Cláudio Torres. A união só teve fim com a morte do ator, em setembro de 2008, aos 80 anos de enfisema pulmonar.
E a Cissa Guimarães e o ator Paulo César Pereio. A Cissa, com o seu sorriso contagiante, conquistou os nossos corações em programas como o Video Show e novelas icónicas como Top Model e O Clone. Quem não se lembra da sua energia e carisma no pequeno ecrã? E Pereio, com a sua voz marcante e forte presença, brilhou em mais de 60 filmes, trabalhando com realizadores renomados.
Deixou também a sua marca em novelas, como Gabriela e Roque Santeiro. Mas, para além dos palcos e dos ecrãs, a sua história de amor é digna de um guião de cinema. Os dois conheceram-se nos bastidores da arte e viveram uma paixão intensa e cheia de altos e baixos. e viveram uma paixão intensa e cheia de altos e baixos.
Casados, de 1975 a 1990, tiveram dois filhos, o João e o Tomás, que são o legado vivo desse amor. Cissa Guimarães fala sempre com carinho de Pereio, mesmo após a separação. Numa homenagem recente, ela chamou-lhe o grande amor da minha vida e agradeceu-lhe por tudo o que viveram juntos. No final da vida de Pereio, a viver no retiro dos artistas, a atriz fazia sempre questão de o visitar.
Sissa também se mostrou muito emocionada no velório do ator, que faleceu a 12 de maio desse ano, aos 83 anos, mostrando como era forte o laço que os unia. Este casal que vê agora é a atriz Ana Rosa e o Guilherme Correia. Conquistou o público em várias novelas. Quem não se lembra dela na primeira versão de Mulheres de Areia e O Rei do Gado? Ana Rosa tem o recorde do Guinness Book como a atriz que mais novelas fez no mundo.
Guilherme Correia também deixou a sua marca. Atuou em novelas como Suave Veneno e Bambolê, sempre com aquela presença forte e marcante. Mas o que realmente toca o coração é a sua história de amor. Casados há mais de 30 anos, enfrentaram muitas dificuldades, incluindo a perda trágica da filha Ana Luíza, que faleceu aos 18 anos, atropelada, em 1994.
Mesmo assim, o amor deles só fortaleceu. O casal adotou quatro filhos durante um período de separação. Enquanto se reconciliaram em 1975, Guilherme Correia assumiu a parentalidade destas crianças como cidadãos. fossem dele isto mostra o quanto o amor deles era verdadeiro e profundo o ator morreu em fevereiro de 2006, vítima de ataque cardíaco, aos 75 anos o número 14 bárbaraaz e Héctor Babenco.
A atriz, com o seu talento e carisma, conquistou o público em novelas como Viver a Vida e Amor à Vida. Mas ela brilhou mesmo ao lado de Héctor. Quem não se emociona ao recordar o documentário Babenco? Alguém tem de ouvir o coração e dizer, parou, este filme é uma verdadeira carta de amor, onde Bárbara Paz retrata a vida e a obra do seu amado.
Babenco foi um gigante do cinema. Realizou clássicos como Pixote, A Lei do Mais Fraco, O Beijo da Mulher-Aranha e Carandiru. Os seus filmes não só marcaram o cinema brasileiro, como também ganharam reconhecimento internacional. A sua história de amor começou em 2007, quando se conheceram na Flip, a festa literária internacional de Paraty.
Bárbara Faz conta que foi amor à primeira vista e logo começaram a trabalhar juntos casaram em 2010 e apesar da diferença de idade de 23 anos viveram uma relação intensa e cheia de cumplicidade juntos enfrentaram muitos desafios especialmente os problemas de saúde de hector que lutou contra o câncer por muitos anos mesmo assim o amor dele só fortaleceu.
Bárbara esteve ao lado dele até o último momento. E o documentário que ela dirigiu é teve um casamento que foi até a morte. Todo mundo sabe que Vladimir Brista é casado com a atriz Adriana Esteves, não é? Ele conquistou o público em novelas como Porto dos Milagres e Cuba na Cã. Mas, na verdade, antes de se casar com a atriz, ele era viúvo.
Brista foi casado com Gina Carla Ribeiro, uma cantora talentosa e cheia de vida. Infelizmente, a sua carreira foi interrompida precocemente devido a uma doença rara, a porferia, que a levou aos 28 anos. Mas o seu legado vive através da filha do casal, a Agnes, que herdou o talento dos pais e hoje brilha nas telas.
O romance começou na juventude e foi intenso e cheio de paixão. Eles se casaram em 1995 e tiveram uma menina em 1997. Mesmo com a tragédia da perda de Jenna, o amor e dedicação de Vladimir pela filha são inspiradores. Ele lutou pela guarda de Agnes e a criou com todo carinho, contando com o apoio da sua atual esposa, Adriana Stelis.
E o número 12, Mayara Magri e Erval Rossano. A atriz Mayara Magri conquistou muitos corações, como a Bavi de A Gata Comeu. Já Erval Rossano foi um diretor de mão cheia. Ele foi o responsável por grandes sucessos, como A Escrava Isaura e O Direito de Nascer. A história de amor deles começou de forma discreta, mas intensa.
Mayara e Erval se conheceram durante as gravações de A Gata Comeu, mas foi só muitos anos depois, em 2004, que o romance floresceu de verdade. Erval Roçam, já separado e enfrentando problemas de saúde, encontrou em Maiar um apoio inestimável. Ela esteve ao seu lado em momentos difíceis, o acompanhando em consultas médicas e dando todo o suporte necessário.
Em 2005, eles oficializaram a união e juntos viveram momentos de muita cumplicidade e amor até maio de 2007, quando o diretor infelizmente veio a falecer aos 72 anos. A parceria deles não foi só na vida pessoal, mas também na profissional. Mayara Magri participou de várias produções dirigidas por Erval, mostrando que o amor e o trabalho podiam caminhar juntos de forma harmoniosa.
É a Cláudia Providel e a Ilha São Paulo. São mais um casal que ficou junto até à morte de um deles. Ilha São Paulo foi um ator talentoso que deixou a sua marca em várias produções. Quem não se lembra dele como o Jerónimo Coragem, no remake de Irmãos Coragem, em 1995. Esteve também em A Casa das Sete Mulheres, O Banacã e Amor de Mãe.
É impossível não sentir uma pontada de saudade ao recordar estas atuações. Cláudia Providel, por sua vez, também teve uma carreira brilhante. Recentemente, esteve no elenco de Além da Ilusão, mostrando todo o seu talento. Mas o que realmente aquece o coração é saber que por detrás das câmaras, ela e Ilha partilhavam uma vida cheia de amor e cumplicidade.
A história de amor deles iniciou-se nos corredores da Escola de Teatro Martins Pena, no Rio, onde se conheceram e logo se apaixonaram. Cláudia Providel esteve sempre ao lado de Ilha São Paulo, sobretudo nos momentos mais difíceis. Quando o ator adoeceu, foi ela quem cuidou dele com todo o carinho e dedicação do mundo. A sua união era tão forte que, mesmo após a partida de Ilha, em fevereiro de 2023, aos 59 anos, partilha frequentemente memórias e fotografias nas redes sociais, mantendo viva a chama deste amor.
E o ator Marcos Frota e a sua mulher, Sibeli Ferreira. É um ator que dispensa apresentações. Brilhou em novelas que deixaram saudades. Quem não se lembra do icónico Tonho da Lua, em Mulheres de Areia? Aquela personagem que tocou o coração de todos nós. E que, de certa forma, ajudou Marcos Frota a ultrapassar um dos momentos mais difíceis da sua vida.
A perda da primeira mulher. Deu também vida a personagens inesquecíveis em Vereda Tropical, a vítima seguinte e o clone. Cada papel, uma emoção diferente. Sibeli Ferreira, a sua primeira mulher e o seu grande amor, foi uma empresária que esteve ao lado de Marcos desde o início da sua carreira. Eles se conheceram ainda jovens e construíram uma vida juntos, cheia de amor e cumplicidade.
Infelizmente, Sibeli faleceu num trágico acidente de carro em 1993, deixando Marcos Frota e os seus três filhos desolados. O ator fala sempre com muito carinho da mulher. Viveram uma história de amor intensa e verdadeira, que mesmo após a partida de Sibeli, continua a inspirar e a emocionar. Marcos Frota encontrou forças para seguir em frente, sobretudo através do seu trabalho no circo.
Uma paixão que desenvolveu durante as gravações de Cambalacho. Este casal que vê agora é o Gianfrancesco Guarnieri e a Vânia Santana. Foi um verdadeiro ícone do teatro brasileiro. Deixou a sua marca em obras inesquecíveis. Quem não se emociona ao recordar Eles Não Usam Black Tie, uma peça que foi um marco no teatro de arena.
Brilhou ainda em novelas como Vereda Tropical, Ambalacho e Rainha da Sucata. Já a Vanna Santana também teve uma carreira brilhante no teatro e como socióloga. Atuou em peças importantes sempre ao lado de Guarnieri. Juntos, não só partilharam os palcos, como também lutaram por causas sociais, como a campanha pela amnistia nos anos 70.
A sua história de amor começou no teatro de arena, onde se conheceram durante a montagem de um espetáculo. Casaram em 1965 e tiveram três filhos. A cumplicidade e o carinho entre ambos eram evidentes, tanto nos palcos como na vida pessoal. A união, que durou 40 anos, só afindou com a morte do ator, em julho de 2005, aos 71 anos, por insuficiência renal crónica.
Vânia faleceu em junho de 2017. E o número 8, via Negromonte e Nelson Xavier. Quem não se lembra de Nelson Xavier, em não usam black tie, como dirigente sindical Otávio. Esteve também em Dona Flor e São Paulo. seus dois maridos, a Gabriela e o Chico Xavier, onde interpretou o famoso médium. Lia Negrumonte, por sua vez, é uma artista multifacetada.

Começou a sua carreira como bailarina e atriz em Nova Iorque. Além disso, é também cantora e compositora, mostrando que o seu talento vai muito além das telenovelas e dos filmes. A sua história de amor começou nos bastidores de Kananga, do Japão, folhetim da Manchete, de 1989, onde contracenaram juntos.
No filme, as mães de Chico Xavier repetiram a parceria. Casaram e tiveram uma filha, a Sofia Helena, ficando juntos durante 23 anos. Em 2017, Nelson faleceu aos 75 anos de idade, vítima de cancro do pulmão. Depois vê o Lafayette Galvão e a Dils Pragana. O ator deixou a sua marca na TV e no teatro brasileiro.
Talvez se lembre dele em Rosinha do Sobrado, novela de 1965. Foi a sua estreia nas novelas e a partir daí não mais parou. O ator escreveu e atuou ainda em Cinhazinha Flor, em 1997. Adilson Pragana, por sua vez, foi uma das pioneiras da televisão brasileira, mas dedicou grande parte da sua vida ao teatro.
Ela iniciou a sua carreira em 1961, participando em inúmeras produções teatrais na década de 60. Na TV, atuou no Teatro Guevara, na TV Tupi. Além disso, nos anos 80, tornou-se astróloga e fez vários trabalhos na área. A sua história de amor começou em 1964, quando se casaram e constituíram família linda com dois filhos, Lamartine e Elisa.
Em 2017, quando Lafayette Galvão retirou-se da vida artística, o casal foi viver para o Retiro dos Artistas, onde faleceu, aos 87 anos, em junho de 2019, devido a sépsis pulmonar. Lius Bragana vive lá até hoje. Ela tem 84 anos. E outro casal que ficou junto até a morte se parar foi Sónia Lima e Wagner Montes. Quem não se recorda da Sônia Lima no icónico Sol de Caloiros, ao lado do grande amor da sua vida, o Wagner Montes.
Foi aí que ela conheceu aquele que seria o seu futuro marido, em 1987. Em menos de dois meses já estavam casados. Tiveram um filho, o Diogo. Foram mais de 30 anos de união e cumplicidade e superação de desafios juntos. Wagner Montes sempre foi o porto seguro de Sónia e ela a sua musa inspiradora. Mesmo nos momentos mais difíceis, como a luta de Wagner contra o cancro, o seu amor manteve-se firme e forte.
Já a Sônia Lima começou a sua carreira como Miss Osasco, no final dos anos 70. Brilhou em novelas do SVT e na Record. Wagner Montes, por sua vez, era um verdadeiro showman. Começou como jurado no programa de Calouros e rapidamente se tornou uma figura acarinhada na televisão brasileira. Além disso, teve uma carreira política de destaque, sendo deputado estadual e federal pelo Rio de Janeiro.
A sua energia e carisma eram inconfundíveis e será sempre recordado pela sua dedicação e paixão pelo que fazia. Faleceu em janeiro de 2019, com 64 anos. anos. Bom, e se chegou até aqui neste vídeo, é porque está a gostar de recordar estes casais de atores, não é verdade? E aproveitando, vou falar-te sobre o nosso clube de canais.
Pode fazer parte da nossa comunidade e já vai passar a ver os nossos vídeos sem os anúncios. É só clicar em Seja Membro que lhe será muito bem-vindo. Continuando agora com o casal número 5, Pepita Rodrigues e Carlos Eduardo do Labela. Ah, que saudades deste casal de atores. Foram um verdadeiro ícone dos anos 70 e 80.
Música Ela voltou com tudo em A Lua Me Diz e Cristal. O ator Carlos Eduardo Dolavela era um dos grandes galãs da televisão brasileira. Marcou presença em novelas como Selva de Pedra, Por Amor e A Muralha. Além disso, ele e Pepita apresentaram juntos o programa Alô Pepa, Alô Dola, na extinta Rede Manchete, mostrando toda a química e sintonia do casal.
A história de amor deles é digna de novela. O casamento durou mais de 20 anos e foi abençoado com o filho dado do Labela. O ator faleceu em maio de 2003, aos 65 anos, vítima de um ataque cardíaco. Esse casal é agora a Maria Lúcia Frota e o Claudio Cavalcante. Ela brilhou tanto no teatro como na TV, onde deixou a sua marca em telenovelas como Eu Prometo e programas como Caso Verdade.
Além disso, foi uma ativista dedicada aos direitos dos animais, criando a Secretaria Municipal de Defesa dos Animais no Rio de Janeiro. Claudio Cavalcante, por sua vez, foi um dos grandes nomes da televisão brasileira. Atuou em novelas icónicas como A Viagem e Rock Santero. Teve também uma carreira política notável, sendo vereador no Rio de Janeiro e lutando pelos direitos dos animais.
Além disso, também brilhou no teatro. O casal partilhou o palco várias vezes e partilhava a paixão pelos animais. O casamento durou mais de 30 anos e juntos enfrentaram muitos desafios. Cláudio Cavalcante nunca escondeu a sua paixão por Maria Lúcia e em várias entrevistas descrevia-a como a pessoa mais corajosa e admirável que conheceu.
O ator faleceu em setembro de 2013, aos 73 anos. aos 73 anos. E o casal número 3, os grandes atores, Nessete Bruno e Paulo Goulart. Formaram um dos casais mais acarinhados da TV e do teatro. Brilhou em novelas como Éramos Seis, A Tupi e Mulheres de Areia. N7 Bruno também encantou gerações no sítio do pica-pau amarelo, como A Dona Benta.
Já Paulo Goulart entrou em novelas icónicas como O Rei do Gado e Esperança. Além disso, ele e N7 dividiram a cena em várias produções, mostrando toda a química e sintonia do casal. Inclusive, conheceram-se no teatro em 1952. A história de amor entre Nissete e Paulo é digna de uma novela, com um casamento que durou mais de 60 anos.
Sempre com muito amor e cumplicidade. Nissete Bruno e Paulo Goulart tiveram três filhos, todos seguindo a carreira artística dos pais. Em várias entrevistas, a atriz falava sempre com carinho sobre Paulo, descrevendo-o como um homem especial e muito amoroso. O ator faleceu em março de 2014, aos 81 anos, vítima de cancro.
Março de 2014, aos 81 anos, vítima de cancro. Janice T. Bruno, em dezembro de 2020, com 87 anos, em função da Covid. E à Laura Cardoso e ao Fernando Baleroni. A veterana atriz Laura Cardoso brilhou em telenovelas como Mulheres de Areia e A Viagem. Você muito provavelmente deve se lembrar dela em Chocolate com Pimenta, interpretando a adorável Avó Carmen.
Ou talvez em Caminho das Índias, quando ela fez a Marga Laquisne Ananda. Laura Cardoso também encantou gerações no teatro e no cinema, acumulando mais de 100 trabalhos no seu currículo. E Fernando Balerone foi um dos grandes nomes da televisão e do teatro brasileiro. Atuou em novelas como Redenção e Vendaval.
Além disso, também se destacou como realizador e argumentista. Os dois conheceram-se nos bastidores da TV Tupi e casaram em 1949, uma união que durou mais de 30 anos. Terminou com a morte do ator em novembro de 1980, aos 57 anos. Laura Cardoso e Fernando tiveram duas filhas, à Fátima e à Fernanda, e construíram uma linda família, muito bonita.
E os inesquecíveis Tarcísio Meira e Glória Melo. Meneses. Ah, chega a ser agradável falar da Glória Meneses e do Tarcísio Meira. Esse casal icónico não só brilhou no pequeno ecrã, como também viveu uma bonita história de amor, digna de novela. Tudo começou lá nos anos 60, quando se conheceram durante a gravação de um teleteatro, na antiga TV Tupi. Em 1962, oficializaram a União e, desde então, construíram juntos uma bonita trajetória.
Protagonizaram a primeira novela diária da TV brasileira, 25499, Ocupado, em 1963. Em 1970, vieram, no entanto, em Irmãos Coragem, uma novela que marcou a época. E que tal recordar Guerra dos Sexos, em 1983? A química entre ambos era inegável e o enredo foi um sucesso absoluto. Outro destaque foi Torre de Babel, onde, mais uma vez, mostraram todo o talento e sintonia.
Mas não é só de trabalho que viveu este casal. Foram 59 anos de casamento, sempre juntos, formando um dos casais mais queridos do Brasil. Partilharam também a vida com o filho, o Tarchezinho, que seguiu os passos dos pais e se tornou o ator. Em 2020, o casal reformou-se e passou a viver num sítio no interior de São Paulo.
Um ano depois, o ator acabou por falecer aos 85 anos, vítima da Covid. Mas diga-me aqui, também era fã destes casais? Pensava que antigamente os casamentos duravam mais tempo. E você? casais, pensava que antigamente os casamentos duravam mais tempo. E você? Estes foram os 31 casais de atores que ficaram juntos até à morte.
Gostou de ver este vídeo? Eu vou deixar-te outro aqui no card, que é sobre os casais de famosos com grande diferença de idades. Vale a pena assistir. Basta clicar aqui neste card que vai se surpreender. Há casais com até 52 anos de diferença. Dá uma vista de olhos neste vídeo que vais gostar de assistir.