A Arrepiante Verdade Sobre os 24 Dias de Agonia de Nicette Bruno

A Arrepiante Verdade Sobre os 24 Dias de Agonia de Nicette Bruno

NICETTE BRUNO OS 24 DIAS QUE O BRASIL NÃO VIU — OS BASTIDORES DA SUA LUTA CONTRA COVID 19  

Nissete Bruno. Os 24 dias que o Brasil não viu. Os bastidores da sua luta contra Covid-19. Nissete Bruno morreu ao fim de 24 dias internada, lutando contra a Covid-19. E nestes 24 dias aconteceram três coisas que o Brasil nunca viu por completo. Primeiro, uma notícia falsa anunciou a morte dela enquanto ainda respirava.

ainda lutava, ainda estava viva dentro daquele quarto. E os próprios filhos precisaram de largar a dor de lado na frente das câmaras para desmentir aquilo em tempo real. Segundo, enquanto a família rezava por um milagre, dentro do hospital, os médicos travavam uma corrida silenciosa contra o próprio corpo dela, que parecia melhorar de um lado e colapsar do outro todos os dias, sem aviso.

 Terceiro, e esse é o mais forte de todos. Anos depois, a própria filha revelou um episódio envolvendo outro ator internado no mesmo hospital, na mesma altura, com uma coincidência de datas tão exacta que até hoje ninguém consegue explicar direito. E eu vou contar-te isso com todos os pormenores lá no final. Hoje vai compreender, dia após dia, o que realmente aconteceu dentro da casa de saúde São José, no Rio de Janeiro, entre o dia 26 de novembro e o no dia 20 de dezembro de 2020.

 E se já sentiu carinho por esta mulher que atravessou décadas dentro da sua casa pela televisão, inscreva-se já, porque o que vem a seguir é a história completa que a imprensa contou aos bocados, mas que ninguém juntou até hoje. Tudo começou num dia comum de novembro de 2020, num Brasil que já vivia o segundo ano da pandemia e começava a sentir os sinais de uma nova vaga de contágios se formando nas vésperas do verão.

Bruno, já com 87 anos, idade que por si só colocava qualquer doente na faixa de maior risco face à COVID-19, começou a apresentar sintomas que preocuparam a família. Não houve hesitação e no dia 26 de novembro ela deu entrada na casa de saúde São José, no bairro da Umaitá, na zona sul do Rio de Janeiro, um hospital tradicional conhecido por atender a nomes importantes da cultura e das artes cariocas.

 O exame confirmou o que todos os temiam, o resultado positivo para COVID-19. E o primeiro boletim médico trouxe um alívio parcial, descrevendo o quadro dela como estável. Para uma mulher que tinha atravessado quase nove décadas de vida entre palcos, estúdios de televisão e décadas de trabalho ininterrupto, aquele diagnóstico representava um adversário completamente diferente do qualquer papel que ela já tivesse interpretado.

filhos, Paulo Gular, filho, Bárbara Bruno e Bet Gular começaram a revesar-se entre atualizações discretas nas redes sociais, tentando equilibrar a transparência que o público exigia com os proteção emocional da própria mãe. Escreva nos comentários onde esteve e o que sentiu quando soube que Nissete Bruno tinha sido internada, porque esta a memória coletiva é parte importante dessa história.

 E quero saber quantas pessoas aqui em baixo lembram-se exatamente desse momento. O boletim dizia estável, a família respirava de alívio e ninguém ali sabia que essa seria a única boa notícia tranquila que receberiam por muito tempo. Nos primeiros dias após a internamento, os boletins médicos vinham num ritmo quase cruel de esperança e cautela, ora informando estabilidade, ora sinalizando necessidade de atenção redobrada.

 Um padrão que qualquer família que já acompanhou de perto uma internamento por COVID-19 reconhece imediatamente. Era o tipo de oscilação comum durante a pandemia, principalmente em doentes acima dos 80 anos, cujo sistema respiratório reage de forma imprevisível ao vírus, parecendo estável durante dias seguidos e depois agravando-se em questão de horas.

 A casa de saúde São José mantinha contacto direto e constante com a família e cada A atualização médica era passada quase que instantaneamente pelos filhos nas redes sociais, porque o carinho do público por Nisset Bruno era tão grande que qualquer silêncio, mesmo breve, já gerava especulação. A imprensa acompanhava de perto e o nome dela circulava diariamente nos portais de notícia, misturando adeptos genuínos com crescente apreensão numa cobertura que repetia-se todos os dias, quase como um boletim de guerra emocional que o Brasil

inteiro seguia à distância. Famosos, colegas de profissão e desconhecidos deixavam mensagens de apoio e cada boletim virava por si só assunto comentado nas redes sociais daquele domingo para o próximo. Acredita que o cuidado dos filhos tão público, tão exposto nas redes sociais ajudou ou atrapalhou emocionalmente a família durante esse período? Deixe a sua opinião nos comentários, porque esta pergunta divide muita gente.

 Sete dias de oscilação, sete dias de boletins contraditórios e no oitavo dia veio a notícia de que ninguém dentro daquela família queria escutar. Com o passar dos dias, o quadro respiratório de Nissete Bruno começou a deteriorar-se de forma mais evidente e o que antes era descrito como estável foi lentamente sendo substituído, boletim após boletim.

por termos mais graves. Chegou o momento em que a equipa médica da Casa de Saúde São José teve de tomar uma decisão que muda completamente o rumo de qualquer tratamento contra a COVID-19, a intubação orotraquial. Para quem não trabalha na área da saúde, esta palavra pode soar apenas como mais um procedimento técnico, mas na prática ela representa o reconhecimento de que o corpo já não consegue mais sustentar sozinho a própria respiração e que a partir desse momento, uma máquina passaria a fazer o trabalho

que os pulmões já não davam conta. A a partir daí, Nisset Bruno passou a depender diretamente da ventilação mecânica sedada. incapaz de se comunicar, de reconhecer visitas ou de reagir conscientemente ao que acontecia ao seu redor. Para a família, este notícia representou um ponto de viragem emocional, porque a mulher que sempre esteve presente, ativa, lúcida, cheia de energia mesmo aos 87 anos, dependia agora inteiramente de aparelhos para continuar viva.

 Do lado de fora, os filhos e o público seguiam na expectativa de cada novo boletim. tentando decifrar nas entrelinhas dos termos médicos se havia motivo real para a esperança. Se já teve alguém da família a passar por uma intubação, você sabe exatamente o peso emocional desta palavra, o silêncio que ela impõe dentro de uma casa inteira.

 E por isso, se esse vídeo está a tocar-te até aqui, deixa o o seu like agora, porque isso ajuda o canal a continuar a contar essas histórias com todo o respeito que elas merecem. Os pulmões tinham agora ajuda de uma máquina, mas ninguém na equipa médica imaginava que dias depois seria um órgão completamente diferente a exigir atenção urgente.

Bruno conheceu o ator Paulo Gular durante os ensaios da peça Senorita Minha Mãe de Louis Vernos antes de se casarem quando ela tinha apenas 19 anos e era ainda, aos olhos dela, apenas um colega de elenco demasiado talentoso para passar despercebido. Os dois casaram no dia 26 de fevereiro de 1954 na Igreja Santa Cecília em São Paulo, e permaneceram juntos durante quase 60 anos até à sua morte, em 2014 vítima de cancro.

 Juntos tiveram três filhos, também atores Paulo Gular Filho, Bárbara Bruno e Bet Gulart. E o casal ainda fundou em 1953 o teatro intimista de Nisset Bruno, companhia que reuniu nomes que se tornariam lendas como Tôia Carreiro e Walmor Chagas. era precisamente esse amor de décadas, esta parceria que atravessou palcos, telenovelas e a criação de três filhos dentro do mesmo ofício, que explicava por aqueles três irmãos lutavam com tamanha intensidade e com tanta exposição pública para trazer a mãe de volta. Enquanto o corpo de Nisset

Bruno trava uma guerra silenciosa dentro da ventilação mecânica, um segundo inimigo apareceu quase sem aviso. Os rins dela começaram a falhar. No dia 5 de dezembro, a equipa médica necessitou submetê-la a uma sessão de hemodiálise, procedimento que passou a fazer artificialmente o trabalho que os rins já não conseguiam realizar sozinhos.

 Era como se o corpo dela estivesse a ser atacado por duas frentes ao mesmo tempo. Os pulmões de um lado, os rins do outro, cada um exigindo uma máquina diferente para continuar a funcionar. Imagine a angústia da equipa médica naquele momento, porque exatamente quando os pulmões pareciam responder, apresentando uma ligeira melhoria, segundo os próprios boletins da época, um novo órgão colapsava, [a música] criando um quadro contraditório, onde uma parte do corpo melhorava enquanto outra piorava.

Para a família, cada boletim tornava-se um verdadeiro jogo de gangorra emocional. Um dia trazia alívio, no outro trazia um novo motivo de medo. E foi exatamente neste vai e vem constante que a Beth, a Bárbara e o Paulo Gular Filho, passaram a viver praticamente dentro do próprio telemóvel, atualizando a cada hora as notícias sobre a mãe.

 Acha que os hospitais e as famílias devem divulgar este tipo de detalhe médico tão específico durante o internamento de uma pessoa pública? ou que deveria permanecer mais reservado? Comenta aqui em baixo o que pensa. Pulmões e rins, dois órgãos, uma única mulher de 87 anos a tentar resistir. E é mesmo neste ponto da história que aconteceu algo que não não tinha nada a ver com medicina, mas sim com pura maldade.

 Enquanto Nissete Bruno ainda estava viva, sedada, dependente da ventilação mecânica, mas viva, uma notícia falsa começou a circular pela internet informando que já tinha morrido. Este tipo de boato, infelizmente comum durante a pandemia, envolvendo diversas figuras públicas internadas, propagou-se com uma velocidade impressionante pelas redes sociais, chegando a familiares, amigos e fãs antes que qualquer desmentido oficial pudesse ser feito.

 O resultado foi um misto de choque, tristeza e revolta entre quem acreditava estar recebendo a pior notícia possível sobre uma mulher que ainda respirava há poucos quilómetros dali dentro de uma unidade de cuidados intensivos. Paulo Gular Filho, um dos filhos, teve de se manifestar publicamente para desmentir a informação, afirmando que a mãe continuava em estado grave, mas que estava ali a lutar, respondendo bem ao tratamento até àquele momento.

 Bárbara Bruno, a outra filha, também gravou um vídeo direto para as redes sociais, visivelmente abalada, explicando que o estado da mãe era grave, mas que ela continuava viva, que estava a lutar pela própria vida e que, apesar da tristeza de ver aquele boato a circular, sentia alívio por saber que se tratava de uma informação falsa.

Imagine-se o peso emocional de precisar, no meio do sofrimento real, de ver a própria mãe internada em estado muito grave, ainda ter que interromper aquele momento de dor para gravar vídeos e desmentir publicamente a notícia da morte dela. Este tipo de crueldade digital, silenciosa, quase invisível para quem só vê a notícia a passar pela ecrã do telemóvel, raramente é lembrado quando se conta a história de alguém que morreu de forma pública.Nicette Bruno é internada com Covid-19 no Rio de Janeiro | Farol | OPOVO+

 Você já foi impactado por uma fake news envolvendo alguém que amava ou admirava? Conta para mim nos comentários porque histórias assim precisam de ser lembradas para que aprendamos a verificar antes de partilhar. A família desmentiu a mentira, mas a verdade que restava era ainda dura suficiente.

 E foi precisamente por causa dela que Bet G criou um hábito que se repetiria sem falhar um único dia até ao final. Nisset Bruno construiu uma carreira de mais de sete décadas na televisão brasileira. sendo considerada uma das pioneiras da teledramaturgia nacional, com passagens marcantes por telenovelas como Rosa dos Ventos, em 1973, éramos 6, em 1977, selva de pedra, bebé a bordo, rainha da sucata, mulheres de areia, a próxima vítima, alma gémea, sete pecados, a vida das pessoas.

 Salve Jorge, jóia rara. I Love Paraisópolis e Pega Pega, além de marcar duas gerações diferentes de espectadores em duas versões distintas do Sítio do Picapau amarelo. Para muita gente que cresceu nos anos 80 e 90, o seu rosto era quase um móvel da sala de casa presente todas as noites, ano após ano, sem nunca parecer repetitivo.

 E em 2020, poucos meses antes de adoecer, ela tinha acabado de viver um momento simbólico e emocionante, contracenando na nova versão de Éamos 6, com a personagem Lola, vivida por Glória Pires, o mesmo papel que a própria Nissete tinha interpretado décadas antes na primeira versão da telenovela, exibida ainda na TV Tupi, no meio de boletins médicos instáveis, dois órgãos comprometidos ao mesmo tempo e um boato cruel sobre a morte da própria mãe.

 Bet G criou algo que se tornaria símbolo dessa luta inteira, uma corrente diária de oração. Todos os dias, sempre à mesma hora, às 18 horas, ela publicava um convite para que amigos, fãs e completos desconhecidos se unissem em oração pela recuperação de Nissete Bruno e também por todos os outros doentes de COVID que enfrentavam batalhas semelhantes dentro de hospitais.

 espalhados pelo Brasil inteiro naquele fim de ano tão difícil. Numa dessas publicações feita já perto do 21º dia de internamento, Bet recordou o quanto sentia falta da presença da mãe no dia a dia, descrevendo-a como companheiro de vida, amiga, colega de profissão e principal referência pessoal.

 Ela também aproveitava estas publicações para pedir que as pessoas não brincassem com a sua própria saúde, que protegessem quem amavam e que tivessem mais empatia com o próximo, transformando a dor particular da família num apelo coletivo de sensibilização. Este ritual diário tornou-se para milhares de pessoas que acompanhavam a situação à distância uma forma concreta de participar nessa luta, de sentir que estavam a contribuir com aquela força coletiva.

 Se este tipo de gesto o emociona, se acredita no poder de um ritual coletivo de fé e solidariedade, deixa aqui nos comentários uma palavra de carinho para a memória de Nissete Bruno. 21 dias de oração ininterrupta, um horário fixo, um pedido que nunca mudava e, no entanto, o corpo dela seguia o seu próprio caminho, um caminho que os boletios dos dias seguintes começariam a confirmar.

 Nos dias finais de internamento, o quadro clínico de Nisset Bruno voltou a deteriorar-se de forma mais acentuada e os boletins médicos passaram a utilizar o termo que a família mais temia ouvir. Estado muito grave. Ela permanecia sedada totalmente dependente da ventilação mecânica, enquanto os dois órgãos comprometidos, pulmões e rins, pareciam disputar entre si qual determinaria o desfecho daquela longa internação.

 Horas antes do fim, Bef Gular fez uma última publicação pública, pedindo mais uma vez orações pela mãe e por todos os que enfrentavam a mesma doença, um pedido que já carregava nas entrelinhas, o peso de uma despedida silenciosa. No domingo, dia 20 de dezembro de 2020, às 11h40 da manhã, Nissete Bruno morreu na Casa de Saúde de São José, vítima das complicações da COVID-19.

aos 87 anos de idade, terminando 24 dias de internamento marcados por avanços, recuos, um boato cruel e uma corrente diária de fé que uniu milhares de pessoas em torno de uma única causa. A repercussão foi imediata e avaçaladora, com homenagens de colegas de profissão, diretores, jornalistas e milhões de espectadores que tinham acompanhado a A trajetória dela durante décadas dentro da própria casa.

 O escritor e dramaturgo Valcir Carrasco lamentou publicamente a partida dela, chamando-lhe uma figura muito querida. E diversos outros nomes da dramaturgia brasileira se manifestaram nesse mesmo domingo, num movimento espontâneo de luto coletivo. Para muitos brasileiros que cresceram a ver o Nisset Bruno aquele domingo, representou o fim de uma era inteiro da televisão nacional.

 E é exatamente sobre esse mesmo domingo, sobre essa mesma data exata, que existe um capítulo que só veio ao de cima do anos depois, contado pela própria Bet Gavar e que até hoje divide opiniões entre quem ouve. Numa entrevista concedida tempos depois e também num livro que escreveu ao lado da própria mãe antes da internamento, denominado Viver é uma arte, transformando a dor em palavras.

 Bet G contou algo que a própria admite não conseguir explicar até hoje. O ator Marco Rica, que também estava internado com Covid-19 no mesmo hospital na mesma época, mas numa unidade diferente da UTI, procurou Bet tempos depois para contar uma experiência muito específica. Segundo o seu relato transmitido por Bet, Nisset teria ido visitá-lo todos os dias durante o internamento dele, mesmo estando nesse mesmo período entubada e sedada noutro piso do hospital, incapaz de se mover ou de comunicar com qualquer pessoa. Marco descreveu a atriz

sorrindo, caminhando devagar, do jeito característico dela, dizendo palavras de incentivo para que se recuperasse e regressasse a casa. Beff, ao relato, contou que estranhou imediatamente, lembrando ao amigo que a própria mãe estava internada, sedada, sem qualquer condição física de caminhar por corredores ou visitar outros doentes.

 É importante deixar claro que esta é a interpretação pessoal de Bet G sobre um relato de terceiros, não um facto médico ou científico, e cabe-lhe inteiramente decidir o que pensar sobre o assunto. Ainda assim, ela passou a interpretar aquilo como um possível desdobramento espiritual, uma forma de a mãe, já em processo de arranque, ajudar outros doentes desse mesmo hospital, enquanto o corpo físico ainda se debatia.

 E o pormenor que fecha esta história de um jeito realmente arrepiante, este sim confirmado pelos registos oficiais do próprio hospital, é que Marco Rica, após mais de 15 dias internado, teve alta médica exatamente no dia 20 de dezembro, a mesma data em que Nisset Bruno morreu naquele hospital.Mais uma vítima da Covid-19! Morreu a atriz brasileira Nicette Bruno -  Mundo - FLASH!

 Seja você alguém que acredita neste tipo de fenómeno ou alguém que prefere uma explicação mais racional para a coincidência de datas. Esta é, sem dúvida, uma das histórias mais impactantes que rodeiam os últimos dias de Nisset Bruno. Nisset Bruno deixou um legado que atravessa gerações inteiras dentro da televisão brasileira.

E a forma como ela e a sua família enfrentaram publicamente os 24 dias mais difíceis das suas vidas, mostrou dignidade, a união familiar e uma enorme capacidade de transformar a dor privada em ligação genuína com o público. A história dela recorda-nos que, por trás de cada nome famoso, existe uma família real enfrentando decisões médicas difíceis, boatos cruéis e noites inteiras de incerteza, exatamente como milhões de famílias brasileiras enfrentaram durante aquele período da pandemia. Antes de sair desse

vídeo, preciso de saber de ti o que mais te marcou nesta história? A força das correntes de oração organizadas por Bet? A crueldade do boato desmentido pelos próprios filhos ou esta última revelação envolvendo Marco Rica e a coincidência exata das datas. Deixa a a sua resposta nos comentários, porque cada mensagem ali se transforma numa pequena homenagem coletiva à memória dela.

 Se este vídeo te tocou, deixa o o seu like agora. Subscreve o canal para não perder as próximas histórias contadas com esse mesmo cuidado e respeito e partilha este vídeo com alguém que também guarda carinho por Nisset Bruno. Não.

 

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