COMO MICHAEL JACKSON DOMINOU OS ANOS 80! s
Em 1978, no set de filmagens do filme The Wis, Michael Jackson esbarra com Queens Jones. O Michael tava ali interpretando espantalho, tímido, mas com a cabeça a explodir de novas ideias. Michael e Quincy trocaram várias ideias e já está. Michael percebeu que tinha encontrado alguém que compreendia exatamente o tipo de música que ele queria fazer.
E ali naquele set nasce a parceria que transformaria Michael Jackson no maior artista do mundo. Hoje o vídeo promete grandes emoções, então pega no negocinho para beber, o negocinho para comer, porque está a iniciar o segundo episódio da série sobre a vida de Michael Jackson. Então para não perder este vídeo incrível, cola-te aí comigo.
Michael já tinha visto o Quincy Jones no início dos anos 70, quando ele tinha 12 anos. Mas foi neste segundo encontro, no set de filmagens do filme The Wis, que o negócio deu match. Este seria o primeiro disco a solo de Michael à saída da Mountainown. Seria com Quince Jones na Epic Registos.
Quincy aceitou o convite de gravar Michael, mas este deu um conselho pró Michael Jackson. Abre aspas. Se você quer fazer história, tem de tomar conta da sua própria carreira. Fecha aspas. E foi exatamente isso que O Michael fez. Ele estudou obsessivamente música, envolveu-se em tudo, arranjo, produção, vocais, efeitos, estética.
Era o início de uma relação artística que resultaria nos três maiores discos da carreira dele. E se bobear de toda a música pop, certo, malta? Off the Wall foi o primeiro capítulo desta nova fase. Um disco com uma mistura perfeita de funk, disco, popn. Músicas como Don’t Stop Till You get Chega. Rock with you. Explodiram no mundo inteiro.
O Michael estava feliz com este sucesso, é claro, mas ele não estava totalmente satisfeito. E sabe porquê? Porque ele ganhou menos prémio do que pensava que ele ganharia. E isso mexeu com Michael Jackson. E foi nesse momento que afirmou que nunca mais iria lançar um disco que não fosse o melhor de todos.
E ele ainda disse que o seu próximo disco iria levar o prémio de álbum no ano. E esse pensamento tornou-se combustível para o próximo disco. Tá, Fábio, mas o que aconteceu ao grupo com os irmãos? Michael já tinha saído do grupo nessa altura do off the parede? A resposta é não, malta. Por mais que o Michael estava a fazer sucesso a solo, estava a crescer cada vez mais a a sua carreira a solo, tinha o compromisso ainda com os irmãos.
Ele estava preso com essa obrigação aí. Mas na Trium Tour em 1981, todos tinham certeza de uma coisa. O público ia até ao concerto para ver Michael Jackson. Os irmãos eram bónus que vinham junto com a estrela Michael Jackson. Nos palcos brilhava mais do que todo o mundo. Nos bastidores já não queria seguir as regras do pai, José Jackson.
E a relação entre eles ficava cada vez mais tensa. A Trium Fit Tour foi um sucesso, mas [a música] também foi um momento em que Michael começou a perceber que precisava de seguir a 100% solo. E assim, os irmãos estavam apercebendo-se, estavam a ver que Michael era grande, era cada vez maior e acho até que já suspeitavam que Michael poderia sair do grupo a qualquer momento.
Esta turnneia Trium Tour de 1981 não foi a última de Michael junto com St. Jacksons. Mais para a frente vou falar-vos qual foi a última turnê que Michael fez junto dos irmãos. Bom, a gente está aqui a falar de 1981 e quem é fã de Michael sabe que no ano seguinte, em 82, vinha algo que marcaria a história, seria lançamento do álbum Thriller.
Mas antes vou pedir-lhe aquele likezinho para incentivar o canal Stalkers Coout. O canal está a crescer, vamos dar o like para jogar este vídeo cada vez mais para longe. Se você quiser partilhar este vídeo para um amigo que gosta de ou aquele amigo que não gosta tanto, mas que vai ver este vídeo e vai ficar fã, enfim, vão poder debater sobre Michael Jackson.
Então partilha este vídeo, é algo que nunca vos pedi e hoje estou pedindo. Estamo juntos. E claro, se você não está inscrito, inscreve-se, toca o sininho que aqui falamos muito de Michael Jack. Então estou a cantar com você. Mas vamos falar de thriller. Michael entra em estúdio com Quincy Jones com um objetivo ousado.
Ele queria fazer o maior álbum de todos os tempos e hoje sabemos que o conseguiu. Thriller trouxe uma sequência incrível de êxitos, músicas como Billy Jean, Bir Thriller, Human Nature e Wanna Be Starting Something fazem parte deste álbum incrível. O Michael estava no auge da criatividade e foi aí que surgiu aquele momento crucial, aquele momento incrível da carreira dele, o primeiro moal de Michael Jackson no evento dos 25 anos da Mountow, aquela performance de Billy Jean que vemos hoje e fica arrepiado porque sabe que
foi a primeira vez que andou para trás. A malta aqui, ó, só na linha do tempo, este evento aconteceu em 1983. Pormenor, pessoal, o Michael recusou de início a atuar nessa festa de 25 anos da Montal. Barry G, o dono da Montal, foi pedir pessoalmente para Michael atuar na festa com os irmãos, mas Michael só aceitou com a condição de ter uma performance a solo de Billy Jean nessa noite.
E para fechar a noite, não é, malta? No no outro dia não se falava de outra coisa, malta. Foi aí que Michael Jackson mudou o patamar de artista dele. Foi aí que se tornou um ícone mundial. Já agora, malta, já fiz um vídeo sobre a história do Moon Walk, em quem que Michael Jackson inspirou-se para fazer esse passo.
Já fiz um vídeo sobre tudo isso, ficou muito bom este vídeo, depois vai lá conferir. Pois é, malta, o álbum Thriller marcou história, todo mundo sabe disso e não há como não falar deste álbum sem falar dos videoclipes icónicos. Billy Jean quebrou as barreiras raciais na MTV, abrindo espaços para outros artistas negros. E além disso, Billy Jein salvou a estação do insucesso financeiro.
Depois vieram outros clips, como Birit e Thriller. O álbum Thriller é o mais vendido até hoje. Recebeu inúmeros gramies, incluindo o prémio de álbum do ano, como Michael Jackson tinha falado que ele ia fazer no próximo álbum. Ele conseguiu, ele cumpriu com a sua promessa. Mesmo depois de explodir mundialmente, O Michael ainda tinha um compromisso com os irmãos e nasceu a Victory Tour em 1984, a última digressão dos Jacksons.
A digressão foi gigantesca, extremamente rentável e encheu estádios no mundo inteiro. Foi a maior digressão dos irmãos Jacksons, mas também foi desgastante. O Michael não gostava da ideia de vender a digressão inteira com merchandising pesado, preços elevados e pressão. Ele já não se identificava com a forma como o seu pai Joseph geria as coisas e a relação familiar ficou ainda mais complicada.
A Victory Tour marcou o fim de Michael Jackson em digressões regulares com os irmãos. E assim, já queria ter saído há algum tempo, [a música] como eu comentei antes, mas a pressão de os irmãos deixarem de vender tantos bilhetes ou deixarem de vender discos, essa pressão ali foi grande e o Michael continuou com os irmãos até a pedido de sua própria mãe.
Mas logo após a Tourê Victory Tour, Michael decidiu seguir sozinho 100% solo. Mas malta, tem uma coisinha que preciso comentar com vos que aconteceu em 84 antes de Michael deixar os irmãos. Uma coisa que mudou a vida de Michael Jackson. Em 1983, Michael assinou o seu primeiro contrato milionário com a Pepsi.
O valor do acordo, à data inédito para um artista, foi de 5 milhões de dólares. Em janeiro do ano seguinte de 84, Michael e os irmãos estavam a gravar um comercial paraa Pepsi. E durante a gravação, fogos de artifício rebentaram antes do momento certo. E depois aconteceu uma tragédia, malta. pegou fogo ali no cabelo de Michael Jackson e este sofreu queimaduras de segundo e terceiro grau no couro cabeludo.
Foi um trauma gigantesco. E este acidente muda muita coisa na vida de Michael. Ele começa a usar analgésicos de forma recorrentes, o processo de cirurgias aumentam, ele fica ainda mais recluso na dele assim sozinho e a sua autoestima começa a sofrer ainda mais impacto. Ele começou a usar muito medicamento e tal.
Isso ele usou até 2009 lá, quando perdeu a vida. E uma coisa boa dentro desta tragédia toda ali na vida de Michael é que após o grave acidente, doou a indemnização de 1,5 milhões que recebeu da Pepsi para o hospital que o tratou, o Brotman Memorial Hospital em Cover City. O Centro de Queimaduras do Hospital foi renomeado para Michael Jackson Bur Center, que traduzindo é Centro de Queimados Michael Jackson.
E isto foi em reconhecimento do gesto generoso do artista. No ano seguinte, em 85, tenho que referir aqui para vos a gravação de um hit que ficou marcado na história, We Are the Mundo. O objetivo era angariar fundos para ajudar a combater a fome em África. E o projeto chamava-se USA for África.
Eu já fiz um vídeo também sobre os bastidores desta música faz muito tempo, mas fiz um vídeo, ficou muito porreiro, vou deixar o link também no cartão, então depois confere lá. Durante os anos 80, malta, o mundo começa a reparar que o Michael estava a mudar por dentro e por fora. O vitiligo começa a aparecer e ele tenta esconder as manchas com maquilhagem e iluminação.
As cirurgias faciais tornam-se assunto, umas por estéticas, outras com sequência direta do acidente da Pepsi. E Michael passa a isolar-se ainda mais. Tinha fama, tinha dinheiro, tinha praticamente tudo o que queria, mas não tinha privacidade. Cada vez mais a comunicação social tava em cima do Michael Jackson.
Isto que nem chegou os anos 90, certo, galera? E [a música] é neste período que Michael começa a planear, idealizar Neverland e ele começa também a se afastar ainda mais da sua família. E enquanto tudo isto acontecia na vida pessoal, Michael mergulhava no estúdio para criar o álbum que viria depois de thriller. A pressão era gigantesca.
Todos queriam saber se conseguiria superar o maior álbum da história. E a resposta de Michael foi o álbum Bad de 1987. Para o álbum Bad, Michael quis assumir ainda mais controlo criativo. Ele compôs a maioria das músicas, criou conceitos visuais e trouxe uma estética mais urbana e agressiva. Além de Miguel querer mais controlo, houve diferenças criativas entre ele e Quincy Jones.
Michael queria um som mais moderno, urbano, enquanto Quincy preferia manter um equilíbrio mais orgânico, mais tradicional. Eles ainda criaram magia juntos, porque Bad é um dos grandes marcos da música pop. Mas os dois já sabiam que aquela era a última vez que fariam um álbum juntos. Quando o disco ficou pronto em 87, os dois abraçaram-se e selaram o fim de uma era, o fim da parceria que deu ao mundo off the Wall, Thriller e Bad.
Bad é um álbum incrível, malta. Vamos lá. Êxitos como Bed, The Way Make Me Feel, Smooth Criminal, Man in the Mirror, fazem parte desta álbum. E assim, este álbum mostra um Michael que não está a tentar repetir o álbum anterior. Ele não estava a tentar repetir triler, ele estava tentando e conseguiu reinventar-se.
A Bad World Tour foi a primeira digressão a solo da sua carreira e foi gigantesca. Michael encheu estádios, bateu recordes e redefiniu como as digressões pop funcionariam dali paraa frente. Os anos 80 terminam com ele como um dos maiores artistas vivos. É assim que a década de 80 termina.
Miguel Jackson no seu auge, tendo lançado três discos revolucionários, digressões cheias, lotadas e momentos que marcaram a cultura pop para sempre. Mas os anos 90 vem aí, malta, e aí a história ganha outras cores. Vêm polémicas, contratos inesquecíveis, a era perigoso, clipes cinematográficos, o início de Neverland e decisões que mudariam para sempre o destino do rei da pop.
Mas isso vai ficar para o próximo episódio desta série sobre a vida de Michael Jackson. Enquanto isso, vai ver essa produção de Billy Jein, voz isolada de Michael, outros instrumentos isolados. Eu faço uma análise completa deste hit. Vai lá conferir. Muito bom este vídeo. Obrigado pelo like, pela audiência. Estamos junto. Até ao próximo vídeo. [música]