Senhoras e senhores, teremos um jogo muito importante. Aliás, o próximo jogo é sempre o mais importante nesta situação de mata a mata, é aquela velha situação, é engolir ou ser engolido. A seleção brasileira vai enfrentar parada dura. A seleção da Noruega. E sim, apanhámos muitos adversários complicados. O nosso chaveamento tá longe de ser fácil.
Diria mesmo que dentre as principais seleções, apanhámos um dos piores comutações de todos. Claro que falando das seleções que passaram em primeiro, porque Portugal vai apanhar Espanha, eu sei que é bastante difícil, mas passaram em segundo. O Brasil foi primeiro e mesmo assim apanhou pedreira. E a seleção da Noruega está doida para cometer aquilo que sabe.
Simplesmente destruir a seleção brasileira na partida, fazer uma grande partida e principalmente causar um prejuízo gigantesco para a seleção brasileira. Se liga só a antevisão deste jogo, como o Brasil vem, como os noruegues estão a encarar. Resumão completo antes do Brasil e da Noruega, o mais completo de todo o YouTube. Se subscreva o canal, deixe o seu like.
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Se existe uma decisão que divide a claque brasileira nas vésperas das oitavos de final, ela é a possível ausência de Neymar e Hendrick entre os titulares. Desde que começaram a surgir as primeiras informações de formação, as redes sociais se encheram-se de perguntas. Como assim deixar dois dos jogadores mais talentosos do elenco no banco? Precisamente é um jogo eliminatório.
Será que o Ancelote está a ser demasiado conservador ou existe um plano muito maior por detrás da escolha? A verdade é que quando observamos o trabalho desenvolvido pelo Carleto, ao longo de todo o torneio, é evidente que dificilmente qualquer decisão é tomada por impulso. Anchelot construiu a sua carreira precisamente por saber gerir grandes estrelas, compreender o momento exato de as utilizar e, principalmente, pensar na partida como jogo de 90 minutos ou 120, se for necessário, e não apenas os primeiros 15 contra a Noruega. Tudo indica que esta
A filosofia será posta em prática da forma mais clara possível. O adversário não é uma qualquer seleção europeia, muito pelo contrário, a Noruega chega embalada por uma geração que recolocou o seu país entre as grandes forças do continente. Durante anos, a seleção norueguesa ficou marcada apenas por participações discretas em torneios internacionais.
[música] Agora o cenário é completamente oposto. Hoje os noruegueses possuem um dos atacantes mais temidos do planeta, Erlin Mão. Um jogador capaz de decidir partidas praticamente sozinho, extremamente forte, fisicamente, excelente no jogo aéreo, mortífero dentro da área e que necessita de muito poucas oportunidades para marcar.
Mas a Halland é apenas a ponta do icebergue. A Noruega transformou-se numa equipa extremamente organizada. é uma seleção que sabe sofrer sem bola, perde espaços com muita disciplina e raramente perde a sua estrutura defensiva. Não oferece muitos contra-ataques ao adversário e costuma obrigar os seus rivais a trabalharem muito para criar chances claras.

É é precisamente este perfil que faz o Ancelote ver o confronto de uma forma diferente naquela imaginada pela maior parte dos adeptos. Ao invés de escalar todos os jogadores mais ofensivos desde o seu início, o técnico [música] parece acreditar que será mais que necessário controlar emocionalmente a partida.
Primeiro desgastar fisicamente o adversário e só depois utilizar as suas maiores armas técnicas. Esta estratégia começa curiosamente no meio-ocampo. A principal mudança aconteceu por causa da lesão de Lucas Paquetá. Desde que O Paquetá deixou de estar disponível, surgiu uma enorme dúvida sobre quem assumiria esta função híbrida entre criação, marcação e chegada ao ataque.
Nos treinos, dois nomes passaram a receber especial atenção, Gabriel Martinelli e Danilo Santos. A primeira vista, muita gente estranha a possibilidade de Martinelli atuar maisado. Afinal, estamos a falar de um atacante de velocidade, mas há uma lógica importante por trás. Martinelli possui intensidade física impressionante, corre durante 90 minutos, pressiona a saída adversária, recompõe rapidamente e ainda consegue acelerar as transições ofensivas.
Numa partida contra uma seleção tão compacta e perigosa como a Noruega, esta capacidade de atacar espaços pode ser mais valiosa do que simplesmente ter mais um base tradicional. Ao mesmo tempo, Dani Santos do Botafogo aparece como outra alternativa, precisamente por oferecer características diferentes. Enquanto Martinelli, Salvador na baliza contra o Japão, entrega explosão e mobilidade, Danilo proporciona maior controlo de posse, segurança nos passes e ajuda na organização do setor central.
Independentemente de quem começar a jogar, a intenção parece muito mais clara, manter o equilíbrio da equipa. Este é talvez o conceito mais importante do trabalho de Angelotti. Durante muitos anos, o Brasil sofreu precisamente por perder equilíbrio. Em algumas competições, atacava com muitos jogadores e deixava espaços enormes para os contra-ataques.
Noutras, defendia demais e praticamente abria a mão de criar oportunidades. Anchelot tenta encontrar o meio-termo. Ele quer uma equipa sólida defensivamente, mas suficientemente agressiva para aproveitar a enorme qualidade técnica dos seus pontas. E é precisamente aí que entram Vinícius Júnior e Ryan. Os dois vivem excelentes fases e são especialistas em atacar espaços contra uma linha defensiva baixa com a Noruega.
Dificilmente haverá muito espaço nas costas logo nos primeiros minutos. Por isso, o objetivo brasileiro parece se movimentar constantemente a defesa adversária, fazer correr os defesas, obrigá-los a sair da posição, criar desgaste. Fazer a linha defensiva dos noruegueses perdem intensidade aos poucos.
Pode parecer um pequeno detalhe, mas é exatamente este desgaste que pode mudar completamente o jogo na segunda etapa. É neste momento que surge uma das decisões mais debatidas dos últimos dias. Deixar o Neymar no banco. Em qualquer outro contexto, este seria praticamente impensável. Estamos a falar do maior talento técnico da seleção nos últimos anos.
Um jogador capaz de decidir partidas com um passe, uma falta ou drible. Só que existe um fator importante. Neymar chega para o Mundial em boas condições físicas. Depois de muito tempo a viver com lesões, o camisola 10 conseguiu finalmente realizar uma preparação consistente. E justamente por isso, a Ancelot não pretende desperdiçar a sua melhor versão.
Ao invés de o fazer enfrentar uma defesa completamente descansada desde o primeiro minuto, o técnico deseja colocar o Neymar quando os espaços começarem a aparecer. Imagine uma defesa que já passou quase uma hora marcando o Vini, marcando o Rayan e toda a movimentação brasileira. Os laterais estão muito cansados.
Os defesas terão perdido parte da intensidade. Coberturas deixarão de acontecer com a mesma velocidade. É exatamente aí, neste cenário do pulo do gato, que Neymar se torna-o ainda mais perigoso. Ele não necessita de muitos metros para criar jogada. Basta um espaço mínimo entre as linhas. Basta um defensor chegar um segundo atrasado.
A sua capacidade de acelerar o raciocínio continua a ser uma das maiores do futebol do mundo. E há outro aspecto que talvez seja ainda mais importante. Quando Neymar entra em campo, praticamente toda a defesa altera o comportamento. Mesmo sem tocar na bola, atrai marcação. Adversários naturalmente aproximam dois jogadores para impedir dribles.
Isso gera superioridade numérica noutras regiões do campo. Enquanto dois marcam, Neymar sobre espaço para o Vinícius. Sobre o espaço para o Ryan, sobre espaço para os laterais infiltrarem, ou seja, a sua presença modifica toda a estrutura defensiva do adversário. Existe ainda um pormenor estratégico que poucos vão comentar.
Jogos a eliminar frequentemente caminham para o prolongamento e muitas vezes pros penaltis. Ter Neymar descansado nos minutos finais pode representar enormes vantagem. Além da qualidade técnica durante a partida, é também um dos cobradores mais fiáveis da seleção. Se houver disputa por grandes penalidades, a sua presença aumenta significativamente a confiança da equipa.
Por isso, Anelot parece vê-lo não apenas como titular o reserva, mas como arma decisivo para o momento exato da partida. A mesma lógica é válida para Hendrick. Talvez poucos jogadores demonstrem tanta maturidade quanto o jovem avançado brasileiro. Noutras circunstâncias, seria natural que um talento da idade do rapaz demonstrasse ansiedade por começar jogando.
Mas tudo indica que tenha acontecido exatamente o contrário. Hendrick entendeu como autoridade o seu papel dentro do grupo. Segundo relatos de bastidores, ele tem vindo a participar ativamente da convivência com os jogadores mais experientes, absolvendo as orientações e demonstrando enorme empenho coletivo. Isto diz muito sobre a sua evolução.
Grandes seleções são formadas por jogadores talentosos. Seleções campeãs são formadas por jogadores que compreendem o momento de colocar o grupo acima das ambições individuais. Hendrick [música] parece ter compreendido rapidamente isso e a sua oportunidade pode aparecer precisamente quando o jogo estiver completamente aberto. Imagine entrar em campo diante de defesas desgastados, com espaços maiores, linhas mais afastadas.
Poucos atacantes do mundo conseguem explorar a profundidade como Hendrick. Vimos isso contra o Japão. Com a explosão física pode-se tornar uma arma devastadora contra uma defesa que esteve mais de uma hora correndo atrás dos pontas brasileiros. Carl Ancelotte parece querer exatamente este impacto, não apenas substituir um atacante, mas mudar completamente a dinâmica da partida.
Enquanto os titulares desgastam o sistema defensivo, entre entra oferecendo velocidade, força física e agressividade. É quase como colocar um novo jogo dentro do mesmo jogo. Naturalmente, tudo isto depende de outro fator extremamente importante, neutralizar o cometa. Esta é talvez a missão mais difícil da seleção brasileira.
O atacante norueguês não tem de participar muito da construção. Ele pode passar vários minutos sem sequer tocar na bola. Ele é esperto. Ele é esperto, mas basta uma pontapé de canto, um cruzamento ou uma bola esticada para transformar o oportunidade em golo. Por isso, o Brasil precisa de ter enorme concentração defensiva.
Os defesas não podem deixar de perder disputas aéreas. Os laterais precisam de evitar cruzamentos. Os volantes vão ter de proteger constantemente a entrada de área. Qualquer erro contra um tipo faminto, um tubarão como o Halland costuma ser fatal. Além disso, existe um componente muito forte. O Brasil chega carregando um peso que incomoda a adeptos há muito tempo.
As eliminações recentes paraas seleções europeias deixaram marcas profundas cada novo mata-mata contra um gigante europeu ou um europeu médio que desperta recordações dolorosas, gera traumas. A pressão existe, os jogadores sabem disso, a equipa técnica também, mas Anchelote tenta precisamente reduzir esse peso. Sua mensagem parece simples.
Cada copa possui a sua própria história. Cada elenco é diferente. Cada adversário apresenta características distintas. Não faz sentido entrar em campo a pensar nas derrotas do passado ou que já perdeu. Faz sentido provar e pensar apenas nos 90 minutos que estão por ver. Talvez seja aí essa tranquilidade que Antiolot dá e explica escolhas aparentemente impopulares.
Enquanto parte da claque apenas vê os nomes da escalação, Anelote observa o comportamento físico do adversário, o desgaste ao longo do jogo, a possibilidade de prolongamento, a dinâmica das substituições e até mesmo uma eventual disputa por grandes penalidades. é uma visão muito mais ampla do jogo. No fim das contas, o sucesso deste plano depende da sua execução.
Se o Brasil conseguir controlar emocionalmente a partida, impedir que Rolland tenha oportunidades claríssimas e chegar aos minutos finais, com nomes como Neymar, Hendrick ou outros prontos a entrar, a estratégia pode revelar-se brilhante, mas se a Noruega inaugurar o marcador cedo ou conseguir neutralizar a posse brasileira, a todas estas decisões inevitavelmente serão questionadas.
é o peso de um Campeonato do Mundo. Os técnicos são julgados pelo resultado e não pelo que pensam. No entanto, olhando friamente para tudo o que tem vindo a ser preparado, existe uma lógica consistente por detrás das escolhas do Anchelote. Ele não parece montar uma equipa pensando apenas em começar melhor.
Ele tá a tentar construir uma equipa capaz de terminar melhor. E em jogos a eliminar, muitas das vezes, é exatamente aí, é exatamente isso que separa quem regressa para casa de quem continua a sonhar com o título mundial. Existe ainda um outro ingrediente que torna este duelo ainda mais interessante, a confiança demonstrada pelos próprios noruegueses.
Ao contrário do que muita gente imaginava antes da Copa começar, a A Noruega não chega aos oitavos, apenas feliz por estar entre as 16 melhores seleções do mundo. O discurso que tá dentro da delegação é de quem acredita que pode ir muito mais longe. O técnico Stol Solbacken deixou isso claro durante a preparação pro confronto.
Segundo Solbacken, a equipa precisa de manter a cabeça fria perante o peso de enfrentar o Brasil. Para o técnico, o maior [música] erro seria permitir que o camisola amarela ou a tradição brasileira intimidassem os seus jogadores. A mensagem foi simples, respeitar o Brasil, óbvio, mas jogar como a Noruega tem jogado durante todo o torneio.

Depois da classificação histórica para as oitavas, Solo Ben também deixou claro e chamou atenção ao brincar com o Anchelote durante uma conversa com o elenco. A frase Espera por nós, Carlon Chelot, estamos chegando e repercutiu-se bastante na imprensa brasileira. Mais tarde, o técnico explicou que esta declaração era, na realidade uma homenagem a um dos técnicos que mais admira no futebol europeu.
Mesmo assim, deixa claro que a sua equipa chega acreditando que pode escrever mais um capítulo histórico. Que também demonstrou uma enorme confiança foi o grande cometa, o receio de muita gente, que está muita gente a tremer de medo. Ernant. Curiosamente, o camisola no adotou um discurso equilibrado em entrevistas recentes, reconheceu que o favoritismo é brasileiro e chegou a dizer que as hipóteses norueguesas seriam pequenas, mas ao mesmo tempo lembrou que existe um pormenor impossível de se ignorar.
Historicamente a Noruega nunca perdeu para o Brasil. Esta estatística tornou-se uma motivação extra dentro do jogo. Para Halland, defrontar a seleção brasileira representa o maior desafio da geração na Noruega. O avançado afirmou após a qualificação contra a Costa do Mafim que aquele elenco podia mudar a história do futebol do país para sempre.
Afinal de contas, depois de quase três décadas longe de um Mundial, a Noruega voltou finalmente a competir entre os gigantes e agora vê precisamente o Brasil com uma oportunidade perfeita para provar definitivamente que pertence à elite do futebol mundial. O capitão Martin Odegar seguiu a mesma linha.
Em vez de alimentar provocações, preferiu destacar a força coletiva da equipa. Segundo o Odegar, médio do Arsenal, Halland é uma arma extraordinária, mas só consegue decidir jogos quando o resto da equipa trabalha para criar oportunidades para ele. A ideia passada pelo capitão, pelo grande capitão norueguês, é que a A Noruega não depende exclusivamente da seu artilheiro.
Na verdade, a Noruega tem de acreditar na organização do grupo inteiro. E talvez seja precisamente aí esse o ponto que mais chama a atenção. Em outros tempos, seleções menores costumavam enfrentar o Brasil quase a pedir licença para jogar. Hoje o cenário é completamente diferente. A Noruega chega respeitando a seleção, mas sem qualquer sentimento de inferioridade.
Ela olha pro retrospecto favorável, vê o Halland vivendo talvez o melhor momento da carreira, confia no talento do Odegar, acredita na disciplina tática construída por Solback e vê esta partida como oportunidade histórica de mudar a vida inteira. Do lado brasileiro, isto serve como alerta importante. A camisola pesa.
Temos cinco estrelas no peito. A tradição também pesa, mas nenhuma destas coisas entra em campo. O que estará dos dois lados será uma seleção brasileira tentando voltar ao topo do mundo e uma Noruega, convencida de que este pode ser o maior jogo de toda a sua história. Hum. Como? Denne gangen Eu tenho uma perceção, posso estar
errado. Sim, é óbvio que posso estar, mas acho que a partida contra o Japão foi bem mais difícil do que será esta contra a Noruega, no sentido de que o O Japão era uma equipa que esperava precisamente o primeiro erro para fazer um golo e fechar-se completamente. A Noruega não é a equipa com tantas boas características defensivas como o O Japão tem.
Tanto assim é que contra a Costa do Mafim teve várias fragilidades. Mas não podemos vir de obaoba, nem de que já passou. Não, não, não, não. A gente tem que ir com toda a cautela, porque os jogos como este costumam tirar favoritas. E sim, o Brasil vence alçado nesta posição de mais favorita ali no pelotão das top cinco favoritas em relação à Taça que vem fazendo.
Mas calma, o Brasil não funciona no oba oba, funciona no intensidade, na qualidade e no pé no chão. Pésão, rapaziada. Mas espero que realmente funcione. Comenta aqui embaixo. Comenta aqui em baixo o teu palpite para o Brasil e Noruega. Vamos ver quem vai acertar. Obrigado desde já por ter ficado até aqui nesse momento do vídeo.
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