O Lado Sombrio do Sucesso: Traições, Violência Extrema e a Tentativa de Homicídio Que Destruiu a Banda Calypso. Após Anos de Silêncio e Medo Constante, Joelma Revela o Pesadelo Chocante Que Viveu nas Mãos de Chimbinha e as Feridas de Um Passado Que o Mundo Desconhecia.
AOS 51 ANOS, JOELMA EXPÕE O QUE CHIMBINHA FEZ COM ELA E POR QUE SEPAROU
Não foram uma traição, foram várias traições, não é? Há uma altura em que não aguenta mais. Um novo capítulo da Arrepende-se de alguma coisa? Arrependo-me porque queria ter diminuído o excesso de trabalho e ter passado mais tempo com os meus filhos. Ele dirigia a minha carreira, ele dirigia a minha vida, ele marcava quantas coisas ele queria, eu tinha de cumprir.
O seu objetivo era mais financeiro do que familiar. Hoje vejo-o dessa forma. O meu corpo destruturou-se e todas as vezes que a banda Calipso sobe sem mim, passo mal, adoeço, porque é um trabalho que adoro. Pai, ele bebia muito e era muito violento, batia-lhe. Então, é, vou deixar o Calipso e vou seguir a minha carreira a solo, [grito] mas no mesmo estilo da Calipso.
Acha que conhece a história da banda Calipso? Mas a verdade é muito mais pesada do que parece. Anos, tentou atirar-me do segundo andar de um de uma casa aqui do Recife, onde a banda estava alojada. Por que que não denunciou? Pela família, também por vergonha. Durante anos, Joelma e Chimbinha foram vistos como um casal perfeito.
Sucesso, fama, dinheiro. Eles dominavam o Brasil inteiro nos anos 2000. Parecia um verdadeiro conto de fadas em palco. Mas o que ninguém imaginava é que por detrás das luzes existia um segredo sombrio que ficou escondido durante muito tempo. Um relacionamento marcado pela traição. Estava a fazer outros projetos fora da banda, sem a minha a minha autorização, sem me consultar e que saiu muita verba.
medo e, segundo a própria Joelma, episódios de violência que ela suportou em silêncio durante anos. E o mais chocante de tudo, sem se aperceber, ela acabou vivendo exatamente o mesmo pesadelo que marcou a sua infância. Durante décadas, ela calou-se até que decidiu contar tudo. Hoje vai perceber o que realmente aconteceu entre Joelma e Chimbinha e porque é que esta separação parou o Brasil inteiro.
Mas já aviso-te, esta história vai muito além do que imagina. Antes da fama, dos palcos e dos milhões de fãs, Joelma já carregava uma história que pouca gente imagina. Ela nasceu em 22 de junho de 1974, na cidade de Almeirim, no Pará. Eu sou do Pará, não é? É do Pará. Sou do interior do Pará. Interior do Pará.
Da onde é que é? Sou de Almeirim, em qualquer lugar, em cada esquina. E cresceu numa família. Humilde, sendo a quinta de sete irmãos. A minha infância foi, fiz tudo o que queria fazer. Maior saudade da minha vida da minha infância, porque [a música] assim, eu era um passarinho fora da gaiola, não é? A minha mãe tinha sete filhos, ela tinha que trabalhar muito, tinha que ser pai e mãe, não é? Então fui criada a saltar no Rio o dia todo.
Mas o que deveria ser uma infância simples? Rapidamente se transformou num cenário de dor. Uhum. Depois quando ela estava a dormir, o meu pai chegava embriegado e espancava-a, entendeu? Não era bater assim, era mesmo espancar, que a minha mãe acordava com a cara toda estourada. Isso revolta-me muito. E essas cenas ficaram gravadas na memória de Joelma, de uma forma que ela nunca conseguiu esquecer.
A noite em que viu o rosto da mãe completamente ferido, foi o momento em que tudo mudou dentro dela. Foi aí que nasceu um sentimento que ela carregaria durante anos, um misto de medo, revolta e silêncio. E como se não bastasse, aos 8 anos de idade, o pai simplesmente abandonou a família. Joelma, ainda criança, teve de lidar com a ausência, com a dor e com uma responsabilidade emocional muito maior do que deveria.
Mas a vida ainda guardava golpes ainda mais duros. Dois dos seus irmãos foram assassinados. Sim, assassinados. E isso marcou profundamente a história dessa família. Agora pensa comigo, que tipo de pessoa sai de uma infância assim? O mais impressionante é que Joelma não se deixou quebrar. Pelo contrário, ela própria já disse que mesmo com tudo isto se via como um passarinho fora da gaiola.
Eu fui um passarinho fora da gaiola, não é? A minha mãe tinha sete filhos, era costureira, trabalhava para sustentar nós os sete, trabalhava demais, não tinha tempo para cuidar de nós. Então eu aproveitava, não é, tinha muita energia para gastar e passava o dia inteiro na rua a jogar futebol com os rapazes, pinando pipa, saltando para o rio, que a gente tem ali o rio Amazonas.
Rio O Amazonas era a minha piscina, certo? Alguém que queria ser livre, que queria viver, que queria voar. Mas o que ninguém imaginava naquela época é que anos depois ela voltaria a viver um ambiente de medo muito semelhante ao aquele que tentou deixar para trás. E é aqui que esta história começa a tornar-se ainda mais intensa.
Mesmo depois de tudo o que viveu, Joelma decidiu que não ia ser definida pelo passado. Ainda adolescente, descobriu algo que mudaria completamente o rumo da sua vida, a música do Par. Esta guitarra, malta, que faz o sucesso da nossa música para chega libão. Aos 15 anos, começou a cantar em pequenos bares, quase como forma de escapar à realidade.
Mas aquilo rapidamente deixou de ser apenas diversão. Era como se no palco ela encontrasse um lugar onde finalmente podia respirar. Com o tempo, ela percebeu que ali existia um caminho e decidiu apostar tudo nisso. Já na fase adulta, Joelma se mudou-se para Belém do Pará, determinada a viver da música.
gravou os seus primeiros trabalhos, passou por bandas, enfrentou dificuldades, mas nunca desistiu. Só que ela ainda não fazia ideia de que o destino estava prestes a colocar alguém no caminho dela, alguém que mudasse tudo. Foi em 1998, durante um almoço aparentemente comum, que isso aconteceu. Aí conheceu um guitarrista talentoso, discreto, mas extremamente ambicioso.
Chamava-se Cledivan Almeida Farias. O mundo viria a conhecê-lo como chimbinha. A ligação entre os dois foi imediata. Primeiro profissional, depois pessoal. Passou a produzir os seus trabalhos. Os dois começaram a trabalhar cada vez mais próximos. Até que a parceria se tornou relacionamento e foi aí que nasceu uma ideia que ninguém acreditava que daria certo.
Criar uma banda totalmente diferente de tudo o que existia no Brasil na época. Em 1999, surgia em Belém do Pará a banda Calipso. Sem editora, sem apoio, sem espaço nas rádios, só com um sonho e uma coragem absurda. Mas o que parecia loucura estava prestes a tornar-se um dos maiores fenómenos da música brasileira. Já realizadas nos Estados Unidos, francesa, Portugal, Suíça e Caraíbas.
Fazem uma média de 240 espetáculos por ano. 15 milhões de E quando o sucesso chegou, veio de uma forma que ninguém estava preparado. Olha que o público do Calipso, a capital da República, 60.000 pessoas. O que começou por ser um sonho desacreditado. Rapidamente se tornou uma avalanche impossível de parar. Obrigada, meu Deus por estes 10 anos de calip.
As pessoas ouviam e encantavam-se. O som era diferente, contagiante, impossível de estar parado. Misturava ritmos, misturava energia. Mas acima de tudo tinha uma presença em palco que ninguém conseguia ignorar. Senhor, força. A Joelma não cantava, ela dominava o palco. Em 2000, lançaram o primeiro álbum de forma totalmente independente.
Resultado, mais de 500.000 exemplares vendidos. Que é um DVD. Esse é o CD. É um DVD de diamante quintopor. É uma tiragem. É uma tiragem recorde de 500.000 cópias do DVD Banda Calipso pelo Brasil. Eu nunca vi isso. É verdade. Eu nunca vi. sem editora, sem media, só na força do público.
A partir daí, foi como se o Brasil inteiro descobrisse a banda Calipso ao mesmo tempo. Vieram novos álbuns, concertos lotados, agendas absurdas. Chegava a fazer 11 concertos na semana. Na próxima semana, de quinta-feira a domingo, de quinta a segunda, a Calipso vai estar aqui em São Paulo a fazer um show. Esta semana ag quinta, sexta, sábado, domingo e segunda.
Aonde? Agora. [risos] e um crescimento que fugia a qualquer padrão. Em 25 de Dezembro de 2003, Joelma e Chimbinha oficializaram o casamento. Era o auge não só profissional, mas também pessoal. Eram vistos como casal perfeito, unidos, bem-sucedidos, construindo tudo em conjunto. Mas o verdadeiro estouro nacional veio logo depois.
Entre 2004 e 2005, com o álbum Encantada, a banda explodiu de vez. Músicas a tocar em todos os cantos, espectáculos gigantescos, multidões acompanhando cada apresentação como se fosse um espetáculo único. Em 2004, nasceu a filha do casal, Yasmin. Era sucesso em casa e sucesso em palco. Em 2007, uma sondagem do Datafolha apontou a banda Calipso como o artista mais popular de todo o Brasil.
Não era mais um fenómeno regional, era nacional. Mais de 15 milhões de discos vendidos. Joelma já era chamada de rainha do Calipso, mas enquanto o público via apenas brilho, música e alegria, nos bastidores, algo começava a mudar. pequenos sinais, comportamentos diferentes, um clima estranho que poucos conseguiam perceber e o que parecia ser apenas desgaste.
Quando se descobre uma traição e aí o homem chora, pede perdão, depois dá-se uma hipótese por causa da família, por causa de tudo o que construi o trabalho e tudo o mais, depois vem uma segunda traição, depois perdoa-se outra vez, vem uma, há uma hora que não aguenta mais. Quando, era na verdade o início de algo muito mais grave, algo que anos mais tarde viria ao de cima, da forma mais devastadora possível.
Ele pegou no meu cabelo e saiu me arrastando. Ia atirar-me lá para baixo, lá no meio onde tinha os ferros, não é? E o cantor saltou em cima dele na hora. Eu não sei o que me aconteceu. Se eu ia perder a minha vida, se ia ficar aleijada, não sei. Mas ia acontecer algo muito mau comigo. Durante muito tempo, ninguém reparou.
Joelma, sempre enérgica em palco, começou a aparecer diferente, mais contida, mais distante. pequenos sinais que passavam despercebidos para Sparkim para a maioria do público, mas que olhando hoje parecem avisos claros de que algo estava errado. E depois veio 2015, o ano que mudaria tudo.
No dia 19 de agosto de 2015, depois de 17 anos de relacionamento e uma história construída praticamente do zero, Joelma e Chimbinha anunciaram a separação. Eu, fiz o possível e o impossível, mas ninguém muda ninguém, ninguém tem esse poder. Eu tentei, fui até ao extremo para tentar arranjar uma coisa que eu, eu não tenho esse poder, só Deus é que pode, não é? Então eu, lá eu realmente caiu a ficha e disse: “Não, eu Tenho que me retirar, não dá mais. Eu tenho de ser feliz”.
Foi um choque nacional. Ninguém esperava. Para o público, ainda eram o casal perfeito. A banda estava no auge da popularidade. Os concertos continuavam lotando. Nada indicava um fim tão repentino. Mas nos bastidores a história já era outra. Pouco tempo depois do anúncio, começaram a surgir as primeiras informações.
Um nome veio ao de cima, uma mulher que, segundo rumores e reportagens, teria sido o pivô de tudo. Karen Katen Fernandes Silva. A notícia espalhou-se rapidamente e o que era apenas suspeita ficou ainda mais pesado quando começaram a circular relatos de traição, inclusive com áudios que teriam exposto a situação.
Agora imagina anos de parceria, uma vida construída juntos e tudo a desmoronar-se dessa forma diante do Brasil inteiro. Mas o que parecia ser apenas mais um caso de traição envolvendo famosos, estava muito longe de ser só isso. Porque o que Joelma revelaria a seguir mudaria completamente a forma como esta história seria vista e transformaria um término de relacionamento num dos casos mais chocantes já expostos nos media brasileiros.
O que o Brasil estava a ver como uma separação conturbada, na verdade escondia algo muito mais sério. Em setembro de 2015, poucas semanas depois do anúncio do fim, Joelma tomou uma atitude que mudou tudo. Elma chegou a ir à polícia e conseguiu uma medida de proteção contra a chimbinha, impedindo que o ex-marido se aproximasse dela.
A situação, que já era tensa, agora ganhava um peso completamente diferente. Já não era só sobre traição, era sobre medo. E como se tudo isto já não fosse suficiente, o primeiro concerto da banda após a separação foi simplesmente caótico. O clima era pesado, estranho, quase insustentável. Joelma subiu ao palco, visivelmente abalada.
O público percebeu logo a energia já não era a mesma. E quando Chimbinha apareceu, a atenção tomou conta do ambiente, o que antes era um espetáculo de alegria. Tornou-se um cenário de revolta. A situação saiu do controlo. Ximbinha não conseguiu permanecer em palco. Saiu apressadamente, entrou num carro e foi embora direto para Belém.
Nesse momento, algo se quebrou de forma definitiva. A banda Calipso era a minha alma. A banda Calipanda, banda Calipso coloquei muita, foi muito difícil sair do meu corpo, sair. Eu tremia quando acabava, tremia para sair. Depois disso, tomou uma decisão que marcaria o fim de tudo. Nunca mais pisaria o mesmo palco que Joelma. e cumpriu.
Mas o Brasil ainda não sabia de tudo, porque o que Joelma revelaria pouco tempo depois não deixaria mais dúvidas sobre o que realmente aconteceu por detrás daquele relacionamento. E quando ela decidiu falar, não havia mais como voltar atrás. No primeiro dia de novembro de 2015, o silêncio acabou. Joelma apareceu no programa Fantástico e pela primeira vez decidiu contar o que realmente viveu durante anos.
Porque me senti uma escrava, entendeu? Tinha que cumprir tudo. Se eu tivesse bem ou não, se eu tivesse saúde ou não. Há mais calipso na sua vida? É isso. Olha, na verdade o calipso nunca vai sair de mim. Eu nunca vou sair da Calipso porque somos uma só. E a carreira a solo já está a acontecer, certo? Já já está a acontecer.
E como é que se sente assim carreira a solo? Como é que Mas houve um relato em específico que arrepiou o país inteiro. Joelma contou que numa das situações precisou se esconder durante três dias dentro de um hotel. Agredido antes. Como foi? No início da banda, agrediu-me. Tive que passar três dias fechada no quarto de um hotel até o meu rosto voltar ao normal.
Três dias. Agora pensa nisso. Uma das mulheres mais famosas do Brasil, que enchiam os concertos, que fazia dançar multidões, fechada num quarto, escondendo a própria dor. Enquanto o público via alegria, ela vivia o oposto. E ela ainda revelou algo que liga toda esta história de forma assustadora. disse que o Chimbinha era uma pessoa calma até ser contrariado e que quando bebia tudo mudava.
Ele perdia o controlo, exatamente o mesmo padrão que ela tinha presenciado na infância. É como se a história se tivesse repetido, só que agora com ela. Em 2018, numa entrevista à revista Mary Claire, Joelma aprofundou ainda mais estes relatos. Disse que viveu anos com medo, não só por ela, mas pelos filhos, que muitas vezes se calou para proteger a família.
E passados 3 anos, ele tentou atirar-me do segundo andar de um de uma casa aqui do Recife, onde a banda estava alojada. Por que é que não denunciou? Pela família também, por vergonha. Fiquei com vergonha de E nesse momento ela deixou de ser apenas uma cantora famosa. Ela virou a voz de milhares de mulheres que passam pelo mesmo, mas não conseguem falar.
Agora diz-me quantas pessoas achas que estavam a ver aquele programa e se reconheceram nesta história? E é exatamente aqui que tudo muda de vez, porque depois destas revelações já não existia volta. Existe alguma possibilidade de reconciliação? Nenhuma. Nenhuma. Eu não quero voltar pr aquela vida. Depois de tudo o que veio à tona, não havia mais como sustentar aquela história.
No dia 9 de novembro de 2015, Joelma e Chimbinha assinaram oficialmente o divórcio. Era o fim de um casamento, o fim da banda Calipso. Eu vou deixar o Calipso e vou seguir a minha carreira a solo, [aplausos] mas no mesmo estilo da Calipso. E o fim de uma era que marcou o Brasil inteiro.
Mas enquanto o público ainda tentava processar tudo, uma outra narrativa começava a surgir. Timbinha deu entrevistas apresentando a a sua versão. O relacionamento já estava terminado há muito tempo. Não era, não sofri pelo relacionamento, sofri pela A banda Calipso era a minha alma. A banda Calipso, a banda, banda Calipso, coloquei muita, foi muito difícil sair do meu corpo, sair.
Eu tremia quando acabava, tremia para sair do meu corpo. Eu pedi muito a Deus para sair, tipo assim, porque depois da separação afastou-se dos holofotes por um tempo. Relatou que entrou em depressão, que necessitou de medicamentos e tentou reorganizar a sua própria vida longe dos palcos que antes dominava. Mais tarde criou um novo projeto, a banda X Calipso a tentar recomeçar.
Chimbresentou em Belém a nova cantora que vai ficar ao lado dele no lugar de Joelma. Chama-se Tábata Mendes, que já tinha uma carreira como cantora sertaneja. Mas a verdade é que nunca conseguiu repetir o mesmo sucesso que antes. Vieram dívidas, disputas judiciais e uma carreira que já não tinha mais o mesmo impacto.
Enquanto isto, do outro lado da história, algo completamente diferente estava acontecendo. Joelma não só seguiu em frente, como renasceu. Em 2016, lançou o seu primeiro álbum a solo, que rapidamente atingiu o topo das paradas. A música a voar para o Pará. Chegou o de férias, vou voando para o Pará. Vou direto o peso apurar.
tornou-se um verdadeiro hino entre os fãs. Em 2017, lançou o projeto Avante, conquistando disco de ouro. Mesmo enfrentando problemas de saúde nos anos seguintes, ela continuou firme, subiu nos palcos, lançou novos trabalhos e provou que a sua força nunca esteve ligada a ninguém além dela própria. Não tenho tempo para chorar.
O final de uma paixão. Não demora, eu sei. Vai passar. Em 2022 voltou a percorrer o Brasil com a digressão Isto é Calipso, levando multidões à loucura mais uma vez. Hoje, Joelma soma milhões de discos vendidos, nomeações ao Gramy Latino e um legado que poucos artistas no Brasil conseguiram construir. A história da Joelma vai muito para além da fama, da música ou do sucesso.
É a história de uma mulher que saiu de uma infância marcada pela dor. construiu um império. Viveu um relacionamento que parecia perfeito por fora, mas que escondia o medo por dentro e que mesmo assim teve a coragem de partir o silêncio, de dizer basta, de recomeçar. E agora pergunto-lhe, qual a parte dessa história mais te chocou? comenta aqui em baixo, porque quero muito saber a a sua opinião.
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