O que faria se o seu pároco fosse acusado e afastado da sua paróquia sem provas contundentes? Ficaria do lado do seu pároco ou condená-lo-ia antes mesmo de sair à sentença? Este é um caso real que está a acontecer com um sacerdote. Quero partilhar com vocês, Não quero falar tanto do sacerdote, mas quero falar sobre a união da comunidade face a essa situação difícil.
quando algo eh acontece ao pároco, com o padre, com o sacerdote, eh ainda mais nesta nesta grandeza de de sofrimento, digamos assim, quando a comunidade está do lado do padre rezando por ele, com certeza que ele terá mais força para ultrapassar esta situação difícil. Quantas vezes já viu pessoas serem ilibadas depois de passar anos na prisão? Quero partilhar então consigo porque estava a ver o meu Instagram e comecei a ver vários testemunhos de pessoas sobre este padre, eh, testemunhos de jovens, testemunhos de casais, homens, mulheres. E eu não
tava a perceber o que estava acontecendo. E depois mais tarde fui procurar então lá no site da diocese. E aí comecei a perceber de facto o que está a acontecer com esse padre. Quero começar então antes de ler esta nota esclarecedora do bispo. É uma nota onde ele, o padre em questão, não é, que está a ser acusado, ele é afastado então da paróquia.
Antes, porém, de ler esta nota do bispo, que é bastante esclarecedora, depois desse afastamento e dessas acusações, vejam só o que o padre disse. Uma frase bastante profunda que o padre proferiu num vídeo que colocou nas redes sociais. O padre disse assim: “Não importa o que o mundo pensa, importa o que Deus sabe. Não importa o olhar do mundo, importa o olhar das pessoas que fazem parte da a minha vida.
Vós tendes sido para mim um sinal concreto da presença de Deus e do apoio materno da nossa mãe Maria Santíssima”. Aí termina dizendo: “A paróquia é uma família, mas na hora da dor os os falsos amigos desaparecem”. Na hora da dor os falsos amigos desaparecem. É precisamente na hora da provação, na hora da dificuldade que nós conhecemos quem são as pessoas que estão do nosso lado.
Isto vale para o padre, eh, para o leigo, para o pra religiosa, para todo o ser humano que atravessa um momento difícil, de dor, de dificuldade. Nesse caso, esse padre está enfrentando uma acusação que ainda não teve julgamento. Mas sabemos que a comunicação social, não é, citando, por exemplo, o citando o exemplo do padre Robson de Oliveira, recordam-se que naquela altura daquela acusação toda, a comunicação social, as redes sociais difundiram, não é, acabaram com o padre.
Depois ele perante a justiça foi ilibado, mas esses mesmos eh meios de comunicação que eh detonaram a sua a sua imagem, não é, não voltaram para se para pedir desculpa, por exemplo. Assim, o que pode estar a acontecer com este padre? Eh, também pode ser isso, não é? Claro que ainda não houve julgamento, mas quero então já já ler para vocês esta nota muito importante do bispo.

Assim, é na hora da dor, da dificuldade que conhecemos os verdadeiros amigos. E a partir destes vídeos que eu vou vou colocar aqui alguns para vocês, vão perceber o quanto esta comunidade está unida eh não só nas redes sociais, mas em oração. E, por vezes, essas provações acontecem connosco, não é, padres que temos, digamos assim, uma relevância eh espiritual ou paroquial.
Às vezes estas coisas, por mais dolorosas que que sejam, elas nos ocorrem precisamente para edificar a comunidade, para edificar a família paroquial. Então o padre vai dizer, não é, que a paróquia é uma família. Pelos vídeos que eu estava a ver deste sacerdote, pareceu-me ser um homem bastante íntegro, profundo, não é? Eu não o conheço, mas pelas reflexões, eh, ele parece ser uma pessoa bastante eh de Deus, uma pessoa simples, uma pessoa profunda.
Muito bem. Agora quero ler esta nota então para vocês. Olha só o que diz o bispo, o bispo da diocese, diocese de Amparo. O bispo diocesano do Amparo, Eu acho que fica aqui em São Paulo. Após ouvir o conselho de presbíteros e o padre Sydney Wilson Basalha decidiu pelo afastamento temporário do referido sacerdote das suas funções de pároco para que se dedique pelo tempo necessário à sua defesa.
Então aqui você percebe que o o bispo preferiu afastá-lo, não é, da das funções paroquiais. E depois deixa claro que é para que ele eh junte, reúna elementos necessários ou suficientes para provar a sua inocência, a sua defesa. Diz ele: “Esse afastamento, no entanto, não implica qualquer prejuízo para o pleno exercício de ordens e não diminui ou prejudica a presunção de inocência.
” Olha que interessante, o bispo está dizendo que ele não está a afastar o padre, eh, porque ele é culpado de todas as as acusações que estão a fazer contra ele. Mas ele fala, então, desta presunção de inocência, que decorre também da decisão proferida na investigação canónica. A diocese mantém-se firme no compromisso com a verdade, a justiça, a proteção da dignidade humana e a observância das normas canónicas, mantendo a comunidade informada de forma responsável quando houver necessidade e justificação.
Unidos pedimos orações por todos os envolvidos, contando sempre com o apoio da nossa mãe Virgem Maria. Dom Luís Gonzaga Féquio, bispo Diocesano e padre Edson Luiz Andreta Vigário Geral. Por que é que eu decidi trazer este vídeo para vocês? Primeiro, porque acredito muito que quando, como já disse no início, quando um padre é acometido de algum tipo de de acusação, de injustiça, de sofrimento, é muito importante que a comunidade esteja unida, não acusando, julgando, condenando, mas rezando para que todos os os factos sejam esclarecidos.
E nesse caso, como vos disse, há muitos, há cerca de mais, há mais de 100 testemunhos aqui nesta rede, nas redes sociais a favor deste padre, pessoas que o conheceram, eh, acólitos que o ajudaram, casais, jovens. Portanto é muito importante esta união até que as coisas se encaminhem, as investigações canónicas, civis sejam feitas, porque nós corremos o risco, não é? Tem até um vídeo aqui do padre que ele diz: “Olha, afastei-me das redes sociais precisamente para porque eu vejo tantas coisas, tantas injustiças, tantas coisas
que não me fazem bem”. E de facto é muito importante neste momento eh o padre afastar-se um pouquinho, recolher-se, rezar, assim como é importante a comunidade rezar por ele para que ele tenha, digamos assim, essa clareza, esse discernimento necessário neste momento difícil. O que que nós podemos então aprender numa numa situação destas? Primeiro, eh, que o padre também passa por momentos difíceis, por perseguições, por críticas, julgamentos.
E é um ser humano como qualquer outro, não é, que passa por momentos de dor, sofre, eh chora, tem os seus momentos de angústia, de solidão. O padre é um ser humano. Talvez os o que nos diferencia, não é, das outras pessoas são várias coisas, mas a nossa capacidade de compaixão, eh o poder, entre aspas, de trazer Jesus ao mundo, não é, através da eucaristia, da Santa Missa, a nossa capacidade de de transformar-nos diante da dor, do sofrimento, de testemunhar o amor de Deus, mesmo perante as provações da vida. E depois é importantíssima a união
dos fiéis, não julgar, não criticar antes do tempo para depois não se arrepender. Portanto, é muito importante esta união e é o que tenho percebido nesta situação aqui deste padre. Então quero terminar colocando o primeiro vídeo do padre, não é, para vocês perceberem também a serenidade dele perante esta situação adversa, difícil.
Está, digamos assim, sereno, cheio de esperança para que as coisas se resolvam e colocar também alguns vídeos, testemunhos de pessoas que o conheceram e que acreditam na sua inocência. Ontem comentei aqui um pouco antes do terço, um amigo tinha-me eh ligado, não é, e perguntado como fazemos de costume, n tudo bem, certo? De início eu disse que bem era uma palavra forte para as circunstâncias que eu estava a viver, mas depois eu disse: “Não, estava bem porque tinha acabado de celebrar a Santa Missa, eh, porque estava com a minha família,
porque havia tanta gente, não é, não é, tanta pessoas a rezar por mim, né? E esqueci-me de mencionar um outro motivo. Tenho que ficar bem por mais um motivo. Na terça-feira, quando vinha para casa da minha mãe, ainda sem saber, não é, o o que aconteceria logo a seguir, na quarta-feira, eh, passei no santuário da mãe rainha, Estive diante da Virgem Maria.
Depois ontem pude ir também com a A minha família Aparecida, pude rezar o texto diante da imagem. Não há como ficar diante da imagem de Nossa Senhora Aparecida sem ter a certeza que tem alguma coisa sobrenatural ali, não é? Não há como ficar diante da imagem sem sentir uma paz, uma serenidade, uma certeza que temos mãe e que a Maria mostra que é mãe.
Uma ejaculatória em latim que diz assim: “Monstra sematen mostra que és mãe, mostra mãe, não tenho de estar bem porque tenho uma uma mãe, não é? Nós acabamos de rezar o terço, rezámos a Salve Rainha e uma altura da Salve Rainha dizemos: “Advogada nossa”. É que eu peço é isso, que a Maria seja a minha advogada, gente dos tribunais, gente do mundo, não é? Que ela seja minha advogada.
advogada é aquela que que fala em nosso nome, aquela que defende, aquela que sustenta, aquela que permanece, mesmo quando muitos vão embora, aquela que defende os seus filhos, não é? A advogada nossa. Que Maria seja nesse momento a minha advogada. Eh, já há alguns dias tento não entrar na internet porque é assustador aquilo que se vê. Eh, mas não importa o que o mundo pensa, importa o que Deus sabe, não é? Não importa o olhar do mundo, mas importa o olhar das pessoas que fazem parte da minha da minha vida, não é? É isso.
Eh, agradeço mais uma vez profundamente cada oração, cada terço, cada lágrima, cada mensagem, cada gesto de carinho. Vós tendes sido para mim um sinal concreto da presença de Deus, do apoio materno da Maria nesses dias, não é? Eu Quero permanecer junto de Maria, que nos permaneçamos. Maria não tirou Jesus da cruz, mas ela ficou perto dele, não é? E a presença dela faz a diferença na nossa vida, não é? E faz certamente a diferença na minha na a minha vida, não é? Uma paróquia é uma família. E nestes dias difíceis
em que os falsos amigos desaparecem, como eu experimento que a paróquia de Nossa Senhora do Amparo é uma família verdadeira. Obrigado por vos ter na a minha vida, para além de tantos outros amigos e de de outras paróquias aqui de Guarulhos, não é, de tantos sítios por por onde passei. Que bom é ter uma família de verdade, não é? Que Deus abençoe muito todos vós.
Muito obrigados e continue a rezar, não é, pedindo que Deus interven, que a sua luz chegue e a Nossa Senhora seja o nosso refúgio, a nossa a a nossa proteção. Muito obrigado a todos vós do fundo do coração. Há tantos padres a passar por dores, sofrimentos, angústias que muitas vezes os fiéis nem se apercebem, certo? Como nós vivemos para o outro, somos sacerdotes vítimas, não é? como Jesus.
Eh, às vezes nem queremos demonstrar a nossa vulnerabilidade, a nossa fraqueza, a nossa dor, mas aqueles que são mais próximos acabam por perceber, não é? Mesmo que a gente possa sorrir perante das dificuldades, aquelas pessoas mais próximas, os amigos, os familiares, acabam por perceber se nós estamos bem ou não.
Mas a vida do sacerdote é viver para o outro. O sentido da nossa vida está em viver para o outro, assim como Cristo viveu. E isso, eh, também exige muitas vezes encarar estes momentos de dor, de provação, como uma cruz, como uma oportunidade para nos santificar e de cada vez mais nos assemelhar a Cristo.
Vamos rezar então uma A Maria por todos os sacerdotes, especialmente aqueles que passam por injustiças, por julgamentos e que muitas vezes não tem como se defender. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois Vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.
Nossa Senhora Desatadora dos Nós, rogai por nós. Se conhece este padre, o padre Sidney, escreva aqui em baixo o seu testemunho, o o seu apoio, não é, neste momento difícil. E que aprendamos também com as dores dos sacerdotes, as dores silenciosas, que as nossas angústias também possam nos ensinar e edificar sempre mais a comunidade.
O meu nome é Het Étor José e fui acólito do padre Cney de 20147 na paróquia de Nossa Senhora do Rosário em Serra Negra e acredito na inocência do padre Sidney. Boa noite, tudo bem? Boa noite. O seu nome é a Jéssica. Jéssica, só para dizer um minutinho sobre o Pat Sidney. Com toda a certeza. Como é que o conheceu? Conta um pouquinho sobre ele para nós.
Claro. É, de facto, eu fui convidada, pela minha filha, que faz parte da banda, a assistir a uma missa do padre Cid. Eu estava afastada da igreja há algum tempo e depois vim a convite dela e a princípio estava meio retraída porque conhecia o padre Anderson. O Padre Anderson fez o meu matrimónio. Então eu tava um pouco osiosa em conhecer o padre Sydney e a sua celebração.
Quando vim pela primeira vez, parecia que tudo aquilo era para mim. Eh, a forma como ele toca, a forma como ele transmite palavra de Deus é uma coisa impressionante. E comecei a participar todos os domingos, incluindo a dar testemunho e a levar outras pessoas que também estavam afastadas eh para missa do padre Sidney.
E hoje, é, com muito, com muita felicidade, digo que assim, os meus pais há mais de 5 anos não frequentava uma missa e hoje frequenta. Então, assim, falar do padre Sidney para mim é é muito fácil, porque ele renasceu, ele o que estava adormecido em mim, a minha fé através eh da palavra, da humildade, do acolhimento que ele tem com as pessoas é indescritível.
E hoje a minha mãe também eh sente muita falta com tudo isto que está a acontecer. Eh, nós estamos em oração para que a pessoa que o fez e acusou injustamente, eh, não pague com o mal, que eu acho que não podemos desejar isso. O padre Sidney e passou muito, passa muito bem para nós, né? Mas que ele encontre um caminho de fé também, que o que ele fez, o que a pessoa fez, eu acredito, confio plenamente na inocência do padre Sydney.
Então, se eu não vejo a dele voltar para que tudo regresse como antes, para que a comunidade volte a sorrir, porque hoje é uma ferida que está aberta dentro de nós. Sentir bastante falta, então, não é, Jess? muito, muito. Não só eu, falo por mim, por toda a minha família. A a minha filha é a a pequenina que eu tenho duas, certo? A pequenina, ela chora, chora com saudades dele, porque é difícil você eh atrair uma atenção de uma criança dentro da missa.
E a minha filha é uma delas que ela vem, ela assiste, ela precisa de estar no primeiro banco para poder olhar para ele, para sentir a segurança. Então eu confio, eu acredito e acredito e rezo para que tudo que passe logo. Certeza. Obrigado, Jess. Agradeça-te. Boa noite. Tudo bem? Estou a gravar aqui. Boa noite. Vocês topariam falar um minutinho sobre o padre Sidney.
Sim. Conta-nos como é que vocês conheceram o padre Sidney. Ó, eu conheci-o eh quando eu era catequista na aqui na catedral, ainda sou catequista e desde então a missa dele é sem igual. É a missa, as palavras, as confissões, tudo que ele faz é para o seu povo. Ele faz faz com muito amor, muito carinho e todo o mundo percebe isso dele.
Todo mundo sente esse carinho por ele. Qual é que achas que é o maior diferencial dele? Diferencial, eu acho que está no como ele trata as pessoas. Ele aproxima-se das pessoas, ele aproxima-se do seu povo, que quer queira quer não, ele está numa posição importante, mas ele não faz parecer. Ele faz parecer que é um de nós.
Ele é uma pessoa, uma um amigo nosso. E isso que é simpático dele. Aproxima-se dos jovens, se aproxima das crianças, isto que eu gosto dele. Ele é muito simpático. E você conta-nos como é que você conheceu o padre Signi. Conheci o padre Signey na primeira vez que vim a uma missa, que foi a Sofia que me chamou.
Eu não era católica, a minha família não é católica. E um dia recebi um convite desta a minha amiga para vir aqui à missa conhecer para ver como é que era e era o padre Sidney. Desde então nunca mais larguei a catedral. Fui-me enfiando em pastoral, ajudando nas coisas. E uma coisa que eu gosto muito Sidney é que ele está sempre presente em qualquer grupo da igreja.

É na cozinha, ele está lá ajudando-nos. É quando precisa de tirar foto, é ele que está junto, quando tem de fazer uma reunião. É sempre muito próximo. E tu, Vicente, como é que tu conheceu? Primeira vez que conheci o padre Sidney, penso que foi em setembro do ano passado, porque até então não participava da paróquia aqui, não cumprimentava aqui a paróquia, não é, da de amparo.
Foi a primeira vez que foi quando fui confessar-me com ele. Realmente ele deu-me conselhos que na altura eu estava a passar por situações consideráveis, difíceis assim e deu-me conselhos para eu conseguir largar uma vida que já não fazia parte de mim. E é isso. P é um rapaz, vês o amor dele. Estão a sentir falta dele.
Então, muita, muita falta. Não é a mesma coisa sem ele. A casa. Obrigado, pessoal. Que Deus continue iluminando a sua vida, o seu caminho, que lhe dê a graça da paciência de um coração compassivo. O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós. Abençoe-vos Deus todo-pereroso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém. Subscreva o nosso canal Orb Católico e partilhe este vídeo com os seus amigos.