O Hendrick é o exemplo perfeito de tudo o que o Ronaldo Fénomeno antes de se retirar. Ry, há algum jogador a quem digas: “Ok, no Brasil, o futuro Ronaldo não é como tu, porque nunca haverá ninguém como tu.” Há algum jovem a quem diga: “Ok, quero dizer, ele é forte, é alguém que pode ter um futuro verdadeiramente fenomenal?” Eh, mas existem agora, eu assisti à Taça de Juniores de San Paolo
Hendrick Hendry che ha fatto è un ragazzo da 15 anni. Mamma mia, ragazzi, 15 anni che va forte già come lo puoi comprare tu col Cruzeiro? Ma che devo devo vendere? E não, isto não é um elogio vazio de torcedor. Esta não é a história de um menino que teve sorte. é a história de um jogador que foi moldado peça a peça para ser exatamente o que o futebol brasileiro tinha deixado de produzir.

Por quando o Hendrick apareceu, toda a gente viu os golos, os dribles, a explosão, os números absurdos para a idade, mas quase ninguém percebeu o que o Ronaldo viu anos antes. E é isso que muda tudo nesta história. Vamos voltar ao começo. Hendrick nasce em Brasília em 2006. Uma família simples, um pai que deixou o próprio sonho de jogar para bancal do filho.
O menino treinava em campo de cimento com chuteira emprestada e já fazia o que os outros só faziam anos depois. Aos 10 anos, ele entra nas camadas jovens do Palmeiras e aí algo se torna claro, rápido demais, comentando, queixando-se da ausência do Gabi Gl. Mas se fosse para levar um eh para fazer parte ali com poucas opções de atuar realmente, levaria o o Hendrick, não é? Acho que é um menino com um futuro demasiado promissor, que já está atuando no profissional, mas que para ele seria uma experiência sensacional para o futuro da seleção brasileira, não é? E
e com certeza que é é uma coisa que eu sinto falta. na seleção brasileira, tipo 2010, eh, o Dunga não levou o Neymar, não é, mesmo com o Brasil inteiro a pedir, não é, e eh Kaká em 200, 94 o Parreira levou-me, eh, e 2002 o o O Felipão levou o Kaká, certo? E e depois assim, acho que caberia, não é, um planeamento de futuro o Hendrick fazer parte nessa nessa convocatória aí.
A frase do Ronaldo aqui não foi sobre talento, foi sobre mentalidade. Ele disse que o Brasil tinha um craque de sobra, mas tinha deixado de formar matador, aquele avançado que vive pelo golo, que não se contenta. E o nome que começava a circular era um só. Aos 16 anos, Hendrick rebenta, golo decisivo, título, o Alians inteiro a gritar o nome dele.

Tornou-se um jogador mais caro já vendido por um clube brasileiro até então. O Real Madrid pagou uma fortuna e deixou-o amadurecer mais um ano no Brasil antes de levar. Até aqui é o guião perfeito. O problema começa depois. Porque chegar ao Real Madrid é uma coisa, jogar no Real Madrid é outra completamente diferente. Hendrick desembarca em Madrid e encontra o quê? Mbappé, Vinícius, Rodrigo, Bellan, quatro nomes à sua frente na fila.
O miúdo que era sempre titular, sempre o centro de tudo, de repente vira o último da lista. E é aqui que a maioria dos talentos brasileiros perde-se. É exatamente sobre isso que o Ronaldo avisou. Dizia que o talento abre a porta, mas é a fome que o mantém dentro. Que o Brasil já tinha exportado meninos geniais que desapareceram porque deixaram de evoluir no primeiro banco de reservas.
A pergunta que ficou no ar simples. O Hendrick ia ser mais um ou ia ser o que o Ronaldo preveu? Olha para os números. Mesmo com muito poucos minutos, cada vez que o Hendrick entrava, marcou golos em estreia, golos em jogos grandes, golo decisivo a sair do banco. Não é o jogador que se queixa do técnico na imprensa, é o jogador que responde dentro de campo. Isso é raro.
É exatamente este o perfil que o Brasil tinha deixado de produzir. Enquanto outros jogadores se perdiam no hype, ele fazia o contrário. Chegava cedo, treinava depois do treino, estudava os zagueiros. A humildade que o Ronaldo tanto pregava, o Hendrick transformou-o em rotina. E aí está o ponto que ninguém quer admitir.
O Hendrick não é apenas mais um talento brasileiro. Ele é a prova de que o aviso do Ronaldo estava certo o tempo todo. O futebol brasileiro não precisava de mais um bonito driblador, precisava de um matador com cabeça e ele apareceu. O Ronaldo nunca precisou de apontar o nome dele, não precisava, porque tudo o que o fenómeno disse sobre o futuro do ataque brasileiro descreve linha a linha e o que o Hendrick se tornou.
Ronaldo avisou e o Hendrick tornou-se a maior prova de que ele tinha razão. Acho que eh, principalmente o Dorival vai ter que ter paciência, não é? Porque eh é normal nesta idade ter alguns erros, decisões erradas e isso é muito natural. Logicamente o peso de vestir a camisola da seleção brasileira é muito grande, mas ele está ali é porque tem talento, porque ele demonstrou que merece estar lá.
Portanto, acredito muito nele e desejo-lhe toda a sorte do mundo para que ele tenha a tranquilidade de nos momentos certos tomar as melhores decisões.